Questões do ENEM: Linguagens e Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 77 de 291.

  • 73BB5FC3-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    No último parágrafo do texto, as informações acerca dos dois vencedores do prêmio Nobel de Medicina são interligadas por
    Escolha uma alternativa para a questão 73bb5fc3-d8
  • 73B689C9-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    Em “Ao manipular esses ‘freios’, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos.” (2º §) é correto afirmar que o enunciado apresenta 
    Escolha uma alternativa para a questão 73b689c9-d8
  • 73B2184B-D8

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    Para que haja coesão textual é necessário o emprego adequado de elementos conectivos que promovam o sentido pretendido pelo enunciador tanto no interior de cada parágrafo como na relação entre um parágrafo e outro. No segundo parágrafo do texto, pode-se observar trecho em que o emprego de termo de coesão textual expressa conformidade, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão 73b2184b-d8
  • 73ADDD41-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Japonês e americano vencem Nobel de Medicina por pesquisas contra o câncer

        O japonês Tasuku Honjo e o americano James Patrick Allison foram anunciados nesta segunda-feira como os vencedores do prêmio Nobel de Medicina. A dupla de imunologistas recebeu a honraria por suas pesquisas contra o câncer. Segundo os organizadores do prêmio, “ao estimular a capacidade inerente do sistema imunológico de atacar as células de tumor, os laureados estabeleceram uma base inteiramente nova para a terapia contra o câncer”.
        Paralelamente, Allison e Honjo desenvolveram estudos sobre proteínas que funcionam como “freios” no nosso sistema imunológico. Ao manipular esses “freios”, eles conseguiram liberar ataques mais potentes das defesas naturais do corpo contra os tumores malignos. Para o Nobel, “as descobertas seminais dos dois vencedores representam um marco na luta contra o câncer”.
        Allison é professor na Universidade do Texas, enquanto Honjo trabalha na Universidade de Kyoto. Os dois vão dividir o prêmio de cerca de 4 milhões de reais.

    (Disponível em: https://veja.abril.com.br/saude/japones-e-americano-vencem-nobel-de-medicina-por-pesquisa-contra-o-cancer/1 out 2018.) 
    Tendo em vista os aspectos semânticos da língua, é correto afirmar que o termo destacado tem o sentido produzido no contexto corretamente indicado nos trechos a seguir, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 73addd41-d8
  • EAC3B038-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A LINGUAGEM

    A linguagem humana é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. É um instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos. É o instrumento graças ao qual influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também um recurso indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador.

    Antes mesmo do primeiro despertar da nossa consciência, as palavras já ressoavam à nossa volta, pronta para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e nos acompanhar inseparavelmente através da vida. Está presente desde as mais humildes ocupações da vida cotidiana, aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dias retira, graças às lembranças encarnadas pela linguagem, força e calor.

    A linguagem não é um simples acompanhante do homem, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento e do convívio social; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consciência vigilante transmitida de pai para filho.

    Para o bem e para o mal, o desenvolvimento da linguagem está tão inexplicavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da nação, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela não passa de um simples reflexo ou se ela não é tudo isto: a própria fonte de desenvolvimento dessas coisas.

    É por isso que a linguagem cativou o homem enquanto objeto de deslumbramento e de descrição, na poesia e na ciência.

    Louis Hjelmslev. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1975. Adaptado
    Conforme o Texto 3, a complexidade das ações de linguagem decorre do fato de a linguagem:
    Escolha uma alternativa para a questão eac3b038-d5
  • EABF214D-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A LINGUAGEM

    A linguagem humana é inseparável do homem e segue-o em todos os seus atos. É um instrumento graças ao qual o homem modela seu pensamento, seus sentimentos, suas emoções, seus esforços, sua vontade e seus atos. É o instrumento graças ao qual influencia e é influenciado, a base última e mais profunda da sociedade humana. Mas é também um recurso indispensável do homem, seu refúgio nas horas solitárias em que o espírito luta com a existência, e quando o conflito se resolve no monólogo do poeta e na meditação do pensador.

    Antes mesmo do primeiro despertar da nossa consciência, as palavras já ressoavam à nossa volta, pronta para envolver os primeiros germes frágeis de nosso pensamento e nos acompanhar inseparavelmente através da vida. Está presente desde as mais humildes ocupações da vida cotidiana, aos momentos mais sublimes e mais íntimos dos quais a vida de todos os dias retira, graças às lembranças encarnadas pela linguagem, força e calor.

    A linguagem não é um simples acompanhante do homem, mas um fio profundamente tecido na trama do pensamento e do convívio social; para o indivíduo, ela é o tesouro da memória e a consciência vigilante transmitida de pai para filho.

    Para o bem e para o mal, o desenvolvimento da linguagem está tão inexplicavelmente ligado ao da personalidade de cada indivíduo, da terra natal, da nação, da humanidade, da própria vida, que é possível indagar-se se ela não passa de um simples reflexo ou se ela não é tudo isto: a própria fonte de desenvolvimento dessas coisas.

    É por isso que a linguagem cativou o homem enquanto objeto de deslumbramento e de descrição, na poesia e na ciência.

    Louis Hjelmslev. Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva, 1975. Adaptado
    O Texto 3 tem como objetivo central:
    Escolha uma alternativa para a questão eabf214d-d5
  • EAB5348E-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    A teoria linguística propõe que o uso da linguagem constitui uma forma de a pessoa atuar ou agir socialmente. Entre as possíveis ações que resultam das intenções reveladas no Texto 2, prevalece a ação de:
    Escolha uma alternativa para a questão eab5348e-d5
  • EAAF6627-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    Pelas ideias expostas no Texto 2, é claro que sua abordagem temática:
    Escolha uma alternativa para a questão eaaf6627-d5
  • EAAA7DEC-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O FUTURO NA BALANÇA

    Se, na década de 1970, o principal entrave ao desenvolvimento das crianças brasileiras era a desnutrição, hoje, quase 50 anos depois, a preocupação pende para o oposto da balança. “A obesidade é a maior epidemia de todos os tempos e não deixou o Brasil de fora”, sentenciam peritos da Sociedade Brasileira de Pediatria.

    Trata-se de um problema que afeta gente de todas as idades – a prevalência entre os adultos aumentou 60% no país de 2006 a 2016! E começa cada vez mais cedo. Entre meninos e meninas de 5 a 9 anos, 33% já estão acima do peso, e 15% são considerados obesos. Nesse ritmo, a estimativa é que a obesidade atinja 11,3 milhões de brasileirinhos em 2025. E por que os especialistas se inquietam tanto com isso? Uma criança obesa tem 80% de chance de se tornar um adulto obeso, alertam os especialistas.

    A essa condição está associada nada menos que 26 doenças crônicas, como pressão alta e diabetes do tipo 2 – problemas que deixaram de ser exclusividade de gente grande. Nesse cenário, vislumbra-se, pela primeira vez na história recente, uma geração que poderá viver menos e pior que seus pais.

    Não é à toa que o combate à obesidade foi alçado em prioridade para o governo, que aposta em ações de estímulo ao aleitamento materno, à prática de atividade física e à mudança do comportamento alimentar.

    Ironicamente, uma criança acima do peso até pode ser considerada desnutrida.

    (Revista Saúde. Abril, set. 2018, p. 48. Adaptado)
    Acerca do título dado ao Texto 2, é relevante a observação de que as palavras escolhidas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaaa7dec-d5
  • EAA68257-D5

    Português

    Advérbios
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Analisando os nexos que criam e sinalizam a coesão entre os diferentes segmentos do texto 1, merece destaque:


    1) a reocorrência de palavras como ‘doença’, ‘diabetes’, ‘médico’, ‘medicação’, ‘morte’ etc.
    2) o uso de conjunções e locuções adverbiais entre certos segmentos do texto; por exemplo: ‘mas’, ‘como’, ‘para’, ‘ainda’, ‘mais...do que’;
    3) a afinidade semântica entre certas palavras, como ‘doença’, ‘tratamento’, ‘paciente’, criando uma espécie de continuidade temática.
    4) a ocorrência de pronomes em contextos de retomada de segmentos anteriores do texto, como em: ‘Claro que há boa notícia em meio a essa história’.
    5) a estrita correção, conforme as regras da norma culta, que promove a coesão textual.

    Estão corretas as alternativas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaa68257-d5
  • EAA279B6-D5

    Português

    Interpretação de Textos
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    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Analisando alguns termos do vocabulário em uso no Texto 1, percebe-se que em:

    1) “...vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes”, a expressão destacada tem um sentido analógico.
    2) “uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes”, o termo em negrito tem o sentido de ‘irreversíveis’.
    3) “Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico”, a expressão destacada tem o sentido de ‘calcula-se’.
    4) “Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização”, há na palavra destacada um efeito do sentido metafórico.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão eaa279b6-d5
  • EA9DB81F-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    No início do parágrafo 3 do Texto 1, o autor formula duas perguntas. Trata-se de uma estratégia do autor para:
    Escolha uma alternativa para a questão ea9db81f-d5
  • EA99F06E-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    No que se refere ao mal do diabetes, a pesquisa de que trata o Texto 1 explora dúvidas que ainda existem quanto:
    Escolha uma alternativa para a questão ea99f06e-d5
  • EA94C5B4-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    Considerando o texto inteiro, pode-se constatar que perpassa todo o Texto 1 a advertência de que:
    Escolha uma alternativa para a questão ea94c5b4-d5
  • EA8F08F5-D5

    Português

    Gêneros Textuais
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O QUE OS BRASILEIROS SABEM (E NÃO SABEM) SOBRE DIABETES


    (1) O Brasil ocupa o quarto lugar entre os países com mais diabéticos no mundo. São ao redor de 12,5 milhões de cidadãos convivendo com a doença. Em meio a esse contingente, estima-se que 40% das pessoas desconheçam seu diagnóstico e menos de 30% não estejam com a glicemia controlada. Isso tudo leva a uma série de complicações, capazes de encurtar a expectativa de vida. Hoje, o diabetes já figura como a terceira causa de morte no Brasil.
    (2) Claro que há boa notícia em meio a essa história. Os avanços tecnológicos envolvendo profissionais e novas medicações, além de outros fatores, vêm permitindo a um número crescente de brasileiros botar as rédeas sobre o diabetes. Mas, é preciso ter em mente que o país possui 14 milhões de pré-diabéticos, pessoas que, se nada for feito, irão inflacionar todas as estatísticas apresentadas até aqui.
    (3) Significa um desafio dos grandes, não? E como é que vamos enfrentá-lo e solucioná-lo? Ora, com doses cavalares de informação e de conscientização. Essas são as razões que conduziram uma pesquisa inédita, para descobrir o que os brasileiros sabem e não sabem sobre diabetes.
    (4) “Um dos achados mais relevantes é que parte expressiva dos entrevistados não têm uma percepção da gravidade do problema”, analisa um dos pesquisadores. Outro dado que chama a atenção é que a população teme mais certas complicações da doença - como cegueira e amputação - do que os males cardiovasculares. As pessoas ainda não se conscientizaram de que a principal causa de morte entre os diabéticos são os problemas do coração.
    (5) Há um longo trabalho pela frente tanto para os profissionais de saúde como para a sociedade, de disseminar informação qualificada e convencer as pessoas a se cuidarem. Isso ajudaria a reverter situações, como o déficit na realização de exames preventivos, o que foi apontado na pesquisa.
    (6) A maioria dos entrevistados acredita que adotar hábitos saudáveis é determinante para o controle da doença. Há uma grande relação entre diabetes e alimentação. A pesquisa ressalta a necessidade de os pacientes contarem com uma orientação nutricional mais consistente, calcada em evidências e não em dietas mirabolantes. Reforça ainda o papel do médico e de outros profissionais na adesão dos pacientes ao plano terapêutico e a um estilo de vida longe do sedentarismo. Na realidade, toda a sociedade precisa acordar e se engajar para superar os desafios do diabetes.

    (Saúde. Abril. Com.Br. agosto de 2018, p. 58-63. Adaptado)
    A compreensão de um texto depende, entre outros fatores, de sua composição, ou seja, de seu tipo e gênero. O Texto 1 tem os distintivos óbvios de:
    Escolha uma alternativa para a questão ea8f08f5-d5
  • A6ADF0B8-CD

    Português

    Advérbios
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão pode referir-se ao texto abaixo; consulte-o, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

    Empreendedores e suas bolinhas de gude
    Por Romero Rodrigues
    Imagem da questão de Português, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo 2019, Advérbios
    (Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br – 25/09/19 – texto adaptado)

    Em relação à frase: “A única coisa que eles enxergam é uma esfera tocando a outra e não há um vão sequer entre elas.” (l. 23-24), é possível afirmar que:

    I. O uso do vocábulo “única” permite afirmar que não há mais nada que eles enxerguem a não ser a esfera tocando a outra.
    II. O advérbio “sequer” acrescenta à frase a ideia de uniformidade.
    III. Observa-se que a conjunção “e” conecta duas ações subordinadas.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão a6adf0b8-cd
  • A6A453C1-CD

    Português

    Coesão e coerência
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão pode referir-se ao texto abaixo; consulte-o, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

    Empreendedores e suas bolinhas de gude
    Por Romero Rodrigues
    Imagem da questão de Português, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo 2019, Coesão e coerência
    (Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br – 25/09/19 – texto adaptado)

    Analise as ocorrências de pronomes no texto e as afirmações que são feitas a respeito deles:

    I. Na linha 36, o referente do pronome “que” é “A startup” (l. 35).
    II. Na linha 27, o pronome “deles” faz referência a “céticos” (parágrafo anterior).
    III. “sua” (l. 09) e “essa” (l. 19) são classificados como pronomes adjetivos.
    IV. Na linha 26, o pronome “suas” indica que “bolinhas de gude” pertencem aos empreendedores.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão a6a453c1-cd
  • A68DB919-CD

    Português

    Interpretação de Textos
    Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão pode referir-se ao texto abaixo; consulte-o, quando necessário. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

    Empreendedores e suas bolinhas de gude
    Por Romero Rodrigues
    Imagem da questão de Português, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo 2019, Interpretação de Textos
    (Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br – 25/09/19 – texto adaptado)

    O objetivo principal do texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão a68db919-cd
  • D29183CC-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A partir da Constituição Federal de 1988, professores e lideranças indígenas vêm enfrentando o desafio de transformar a antiga escola colonizadora de 500 anos em uma escola promotora das culturas, das línguas, das tradições e dos direitos indígenas, em diálogo com outras culturas, conhecimentos e valores.

    Nesse processo, não existe um modelo único. Enquanto para algumas comunidades indígenas a escola precisa estar mais direcionada para possibilitar adequadamente o acesso a alguns conhecimentos da sociedade nacional, como, por exemplo, a língua portuguesa, a matemática e a informática – estratégicos para atender às suas necessidades práticas na defesa de seus direitos –, outras preferem uma escola mais direcionada para a revitalização e valorização da cultura e identidade do povo.

    (Adaptado de Gersem José dos Santos Luciano, Educação indígena no país e o direito de cidadania plena. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 7, n. 13, p. 346-347, jul./dez. 2013.)

    Segundo o texto, as atuais escolas indígenas do país,
    Escolha uma alternativa para a questão d29183cc-cb
  • D285A287-CB

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Grilagem de terras A expressão “grilagem de terras” surgiu de uma prática antiga para dar uma aparência envelhecida a papéis. Os documentos forjados, que indicavam falsamente a posse das terras, eram colocados em uma caixa com grilos. Em pouco tempo, a ação dos insetos dava ao papel uma aparência envelhecida. A grilagem de terras pode ser entendida como toda ação ilegal que objetiva a transferência de terras públicas para o patrimônio de terceiros. Atualmente, a prática conta com as falhas nos sistemas brasileiros de controle de terras. Uma dessas falhas é a falta de um sistema único de registro de imóveis. Com o cruzamento de diferentes registros, a fraude ganha a aparência legal. (Adaptado de

    https://www.oxfam.org.br/sites/default/files/arquivos/relatorio-terrenos_desigual dade-brasil.pdf.)

    Segundo o texto,

    Escolha uma alternativa para a questão d285a287-cb