Questões do ENEM: Linguagens e Simbolismo

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49 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 3.

  • FD30524A-74

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2025Entre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o soneto “Tortura”, da poeta portuguesa Florbela Espanca (1894-1930).

    Tirar dentro do peito a Emoção,
    A lúcida Verdade, o Sentimento!
    — E ser, depois de vir do coração,
    Um punhado de cinza esparso ao vento!...

    um verso de alto pensamento,
    E puro como um ritmo de oração!
    — E ser, depois de vir do coração,
    O pó, o nada, o sonho dum momento...

    São assim ocos, rudes, os meus versos:
    Rimas perdidas, vendavais dispersos,
    Com que eu iludo os outros, com que minto!

    Quem me dera encontrar o verso puro,
    O verso altivo e forte, estranho e duro,
    Que dissesse, a chorar, isto que sinto!!

    (Florbela Espanca. Sonetos, 2025.)
    Contemporânea dos poetas portugueses Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, Florbela Espanca não se filiou a nenhuma escola literária e sua poesia é considerada de difícil classificação. Considerando os aspectos formais (gênero poético adotado, métrica empregada e esquema de rimas), o soneto de Florbela Espanca aproxima-se do
    Escolha uma alternativa para a questão fd30524a-74
  • 3901CB81-03

    Literatura

    Escolas Literárias
    UECE · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto II

    Ismália


    Quando Ismália enlouqueceu,
    Pôs-se na torre a sonhar...
    Viu uma lua no céu,
    Viu outra lua no mar.


    No sonho em que se perdeu,
    Banhou-se toda em luar...
    Queria subir ao céu,
    Queria descer ao mar...


    E, no desvario seu,
    Na torre pôs-se a cantar...
    Estava perto do céu,
    Estava longe do mar...


    E como um anjo pendeu
    As asas para voar...
    Queria a lua do céu,
    Queria a lua do mar...


    As asas que Deus lhe deu
    Ruflaram de par em par...
    Sua alma subiu ao céu,
    Seu corpo desceu ao mar...


    GUIMARAENS, Alphonsus de. Ismália. In: MOISÉS, Massaud. A literatura Brasileira através dos Textos. 2.ed. São Paulo: Cultrix, 1973. p.318-324.
    Analise as seguintes assertivas sobre o texto II:


    I. A presença da lua no poema é um símbolo central, a partir do qual se desenvolvem outros aspectos, como a noite propulsora de um ambiente sombrio e o misticismo.

    II. A sugestão à morte é uma característica do Simbolismo que, no poema, não se relaciona com a loucura de Ismália, mas apenas ao desejo pela lua, que culmina em uma tragédia acidental.

    III. Ismália é tratada, no poema, de forma pejorativa, uma vez que, explicitamente, somente a partir da loucura lhe é permitido sonhar.


    É correto o que se afirma somente em
    Escolha uma alternativa para a questão 3901cb81-03
  • 38FF343C-03

    Literatura

    Escolas Literárias
    UECE · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto II

    Ismália


    Quando Ismália enlouqueceu,
    Pôs-se na torre a sonhar...
    Viu uma lua no céu,
    Viu outra lua no mar.


    No sonho em que se perdeu,
    Banhou-se toda em luar...
    Queria subir ao céu,
    Queria descer ao mar...


    E, no desvario seu,
    Na torre pôs-se a cantar...
    Estava perto do céu,
    Estava longe do mar...


    E como um anjo pendeu
    As asas para voar...
    Queria a lua do céu,
    Queria a lua do mar...


    As asas que Deus lhe deu
    Ruflaram de par em par...
    Sua alma subiu ao céu,
    Seu corpo desceu ao mar...


    GUIMARAENS, Alphonsus de. Ismália. In: MOISÉS, Massaud. A literatura Brasileira através dos Textos. 2.ed. São Paulo: Cultrix, 1973. p.318-324.
    É correto afirmar que, no poema,
    Escolha uma alternativa para a questão 38ff343c-03
  • 38FC52EB-03

    Literatura

    Escolas Literárias
    UECE · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto II

    Ismália


    Quando Ismália enlouqueceu,
    Pôs-se na torre a sonhar...
    Viu uma lua no céu,
    Viu outra lua no mar.


    No sonho em que se perdeu,
    Banhou-se toda em luar...
    Queria subir ao céu,
    Queria descer ao mar...


    E, no desvario seu,
    Na torre pôs-se a cantar...
    Estava perto do céu,
    Estava longe do mar...


    E como um anjo pendeu
    As asas para voar...
    Queria a lua do céu,
    Queria a lua do mar...


    As asas que Deus lhe deu
    Ruflaram de par em par...
    Sua alma subiu ao céu,
    Seu corpo desceu ao mar...


    GUIMARAENS, Alphonsus de. Ismália. In: MOISÉS, Massaud. A literatura Brasileira através dos Textos. 2.ed. São Paulo: Cultrix, 1973. p.318-324.
    Atente para o que se diz a seguir sobre o poema Ismália e assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 38fc52eb-03
  • FA59A065-73

    Literatura

    Classificação dos Gêneros Literários
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2022Entre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    “Ele escondeu o objeto no oco de suas mãos. Era um objeto maravilhoso por sua própria estranheza: como um fragmento de escultura grega, encontrado no leito seco de um rio.

    É uma “cápsula do tempo”, pensa Pedro, um outro universo está condensado nessa concha, e ele não estava longe de pensar que o mar noturno que lhe guardava o sono, se livrara da antiga concha, num dia em que ele havia, descuidadamente, quebrado uma de suas cápsulas.”

    Por suas marcas, esse texto pode ser classificado como 
    Escolha uma alternativa para a questão fa59a065-73
  • 645156A6-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    LENTZ — Até agora não vejo probabilidade da raça negra atingir a civilização dos brancos. Jamais a África ...


    MILKAU — O tempo da África chegará. As raças civilizam-se pela fusão; é no encontro das raças adiantadas com as raças virgens, selvagens, que está o repouso conservador, o milagre do rejuvenescimento da civilização. O papel dos povos superiores é o instintivo impulso do desdobramento da cultura, transfundindo de corpo a corpo o produto dessa fusão que, passada a treva da gestação, leva mais longe o capital acumulado nas infinitas gerações. Foi assim que a Gália se tornou França e a Germânia, Alemanha.


    LENTZ — Não acredito que da fusão com espécies radicalmente incapazes resulte uma raça sobre que se possa desenvolver a civilização. Será sempre uma cultura inferior, civilização de mulatos, eternos escravos em revoltas e quedas. Enquanto não se eliminar a raça que é o produto de tal fusão, a civilização será sempre um misterioso artifício, todos os minutos rotos pelo sensualismo, pela bestialidade e pelo servilismo inato do negro. O problema social para o progresso de uma região como o Brasil está na substituição de uma raça híbrida, como a dos mulatos, por europeus. A imigração não é simplesmente para o futuro da região do País um caso de simples estética, é antes de tudo uma questão complexa, que interessa o futuro humano.


    ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    O pré-modernismo não é considerado um estilo de época, pois apresenta uma multiplicidade de temáticas. É entendido como um período literário brasileiro que faz a transição entre o simbolismo e o modernismo. Por isso, é possível encontrar, nas obras dessa época, características de estilos passados, como parnasianismo, realismo, naturalismo e simbolismo. 

    O fragmento de Canaã em que há predomínio de traços característicos do movimento simbolista é  
    Escolha uma alternativa para a questão 645156a6-b0
  • AFCD4D4F-0A

    Literatura

    Escolas Literárias
    UECE · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Retrato

    Cecília Meireles


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2021

    Cecília Meireles é um dos maiores nomes da literatura brasileira. Poeta, jornalista, escritora, professora e musicista. Pelas características de sua obra literária e pelo contexto histórico em que se encontra, a escritora pode ser associada ao momento literário denominado de
    Escolha uma alternativa para a questão afcd4d4f-0a
  • D2153370-8C

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICAMP · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tradicionalmente, o palco pode apresentar uma variedade de estilos cênicos, entre os quais se destacam o estilo realista (põe em evidência detalhes ambientais para sugerir sensações e emoções vividas pelas personagens), o estilo expressionista (os objetos são distorcidos ou estilizados, com o fim de sugerir, mais que mostrar, o ambiente de atuação das personagens), o estilo simbolista (os objetos concretos sugerem ideias abstratas, segundo associações sinestéticas tradicionais: o verde, vestido pelos mágicos, indica a esperança; o vermelho, a cor do demônio, sugere uma paixão violenta; a veste branca simboliza a candura, a castidade).
    (Adaptado de Salvatore D´Onofrio, Teoria do texto 2: Teoria da lírica e do drama. São Paulo: Ática, 1995, p. 138.)

    Sem identidade, hierarquias no chão, estilos misturados, a pós-modernidade é isto e aquilo, num presente aberto pelo e.
    (Jair Ferreira dos Santos, O que é o pós-moderno. São Paulo: Brasiliense, 2004, p. 110.)

    Com base nas indicações cênicas (as didascálias) que abrem e fecham a peça O marinheiro, de Fernando Pessoa, é correto afirmar que o seu estilo é
    Escolha uma alternativa para a questão d2153370-8c
  • 78CBAAF8-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________.

    (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)
    Completam as lacunas do texto, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 78cbaaf8-06
  • CB576F10-02

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2019

    Considere as afirmações abaixo.


    I. Os estados subjetivos da consciência, as impressões sombrias da alma, o hermetismo, o apelo aos sentidos e uma atmosfera permeada por fortes símbolos religiosos ajudam a definir o tom simbolista do poema.

    II. A referência a elementos religiosos no poema é sem dúvida uma impregnação do nacionalismo tardo-romântico na obra de Cruz e Sousa, pois tais referências são uma forma de fixar a identidade nacional nos versos de “Siderações”.

    III. A visão de mundo em “Siderações” se baseia no conhecimento mais avançado da astronomia da sua época, fundamentando a vertente simbolista brasileira com a objetividade do discurso especializado da ciência do final do século XIX.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão cb576f10-02
  • 182F146B-E6

    Literatura

    Barroco
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerando a inserção do Conto “O homem que sabia javanês” nos estilos de época da literatura brasileira, a obra de Lima Barreto pertence ao:
    Escolha uma alternativa para a questão 182f146b-e6
  • 73D190DC-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Governador Ozanam Coelho · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema para análise das afirmativas a seguir.

    Psicologia de um vencido

    Eu, filho do carbono e do amoníaco,
    Monstro de escuridão e rutilância,
    Sofro, desde a epigênese da infância,
    A influência má dos signos do zodíaco.

    Produndissimamente hipocondríaco,
    Este ambiente me causa repugnância...
    Sobe-me à boca uma ânsiaanáloga à ânsia
    Que se escapa da boca de um cardíaco.

    Já o verme — este operário das ruínas —
    Que o sangue podre das carnificinas
    Come, e à vida em geral declara guerra,

    Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
    E há de deixar-me apenas os cabelos,
    Na frialdade inorgânica da terra!

    (ANJOS, Augusto dos. Melhores poemas. 3. ed. São Paulo: Global, 2001.)


    I. Mesmo apresentando uma visão negativa, o eu lírico mantém as imagens poéticas utilizadas tradicionalmente.

    II. O emprego do vocabulário científico reforça a natureza perecível do ser humano, demonstrando o drama da existência.

    III. É possível reconhecer características literárias de movimentos diferentes tais como o gosto pelo soneto, do Parnasianismo e o tema da angústia existencial própria do Simbolismo.

    Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
    Escolha uma alternativa para a questão 73d190dc-d8
  • EAC7F1F1-D5

    Literatura

    Arcadismo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    É uma tendência substancialmente poética, situada na segunda metade do século XIX. Embora seja simultaneamente contemporânea do Realismo e do Naturalismo, não compartilha dos ideais desses movimentos literários, pois não pretende fazer da arte um mecanismo de interpretação objetiva. Pretende, isso sim, um esteticismo ancorado no princípio da “arte pela arte”, suprimindo da obra de arte qualquer dimensão utilitarista.

    O culto à forma, a sofisticação de seus meios de expressão e a rejeição de assuntos corriqueiros e triviais são as marcas mais evidentes de seu projeto de ‘arte poética’.
    O texto acima define características de um período literário conhecido como:
    Escolha uma alternativa para a questão eac7f1f1-d5
  • B60FD8A2-C4

    Literatura

    Arcadismo
    UEG · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o fragmento a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2019
    AMOEDO, Rodolfo. O último Tamoio (1883), Óleo sobre tela. Disponível em: https://www.enciclopedia.itaucultural.org.br/obra1230 /o-ultimo-tamoio. Acesso em: 25 jun. 2019.

    Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
    ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 15.
    Em termos de periodização estético-literária, tanto a pintura quanto o fragmento apresentados constituem obras pertencentes ao
    Escolha uma alternativa para a questão b60fd8a2-c4
  • 3343FE52-D8

    Literatura

    Arcadismo
    Ensino Einstein · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

     Se, na Europa, este movimento é um protesto cultural, se o “mal do século”, a saudade do paraíso perdido são as consequências da industrialização e da ascensão da burguesia; no Brasil, onde a sociedade do Império compreende apenas grandes proprietários escravocratas e uma burguesia nascente, o movimento, produto de importação, corresponde a uma afirmação nacionalista.                     


       (Paul Teyssier. Dicionário de literatura brasileira, 2003. Adaptado.)


    O movimento a que o texto se refere é o

    Escolha uma alternativa para a questão 3343fe52-d8
  • 8E1C37A6-D5

    Literatura

    Arcadismo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Durante séculos, os jornais impressos eram o único meio regular de divulgação de notícias. Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado.
    Um exemplo ilustra bem essa transformação. Em 11 de setembro de 2001, quando terroristas lançaram aviões contra alvos americanos, matando milhares de pessoas, a opinião pública acompanhou, pelas telas de computador e televisão, os dramáticos acontecimentos.
    Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo.
    Essa constatação nos obriga a concluir algo importante: a depender do meio em que circulam as notícias, elas assumem configurações diferentes. Uma notícia redigida para ser postada em um portal da internet provavelmente contará com menos informações do que a notícia equivalente que será publicada na edição do jornal no dia seguinte. Isso ocorre porque, com a necessidade de informar os fatos no exato instante em que acontecem, os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração mais minuciosa dos detalhesdo fato noticiado.
    É comum, inclusive, algumas das notícias veiculadas nesses portais serem atualizadas ao longo do dia, para acréscimo de detalhes e correção das informações iniciais que se mostram inexatas. Os jornais impressos não enfrentam essas dificuldades, porque dispõem de mais tempo e podem, assim, trazer informações mais completas e bem elaboradas.
    Maria Luiza Abaurre e Maria Bernadete Abaurre. Produção de Textointerlocução e gêneros. São Paulo: Editora Moderna, 2007, p. 69. (Adaptado). 
    Podemos relacionar os períodos literários com marcos históricos de nossa trajetória política e social. É natural que possamos juntar os dois itens, pois a produção literária, como outras de caráter cultural, assume as formas que predominam no contexto político-social em que acontecem. Assim:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e1c37a6-d5
  • 3F1BDBBE-C4

    Literatura

    Arcadismo
    UEG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem e leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2018

    AMARAL, Tarsila do. Os operários, 1931. Disponível em: <http://www.arteeartistas.com.br/operarios-tarsila-do-amaral/>. Acesso em: 01 out. 2018.


    Mulher proletária – única fábrica que o operário tem, (fabrica filhos)

         tu

    na tua superprodução de máquina humana

    forneces anjos para o Senhor Jesus,

    forneces braços para o senhor burguês.

    Mulher proletária,

    o operário, teu proprietário

    há de ver, há de ver:

    a tua produção ao contrário das máquinas burguesas

    salvar o teu proprietário. 

    LIMA, Jorge de. Mulher proletária. In: Antologia poética. São Paulo: José Olympio, 1978, p. 21.

    Em termos de periodização, tanto a pintura quanto o poema pertencem ao
    Escolha uma alternativa para a questão 3f1bdbbe-c4
  • 74FCAFD6-51

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os ______ haviam “civilizado” a imagem do índio, injetando nele os padrões do cavalheirismo convencional. Os _________, ao contrário, procuraram nele e no negro o primitivismo, que injetaram nos padrões da civilização dominante como renovação e quebra das convenções acadêmicas.

    (Antonio Candido. Iniciação à literatura brasileira, 2010. Adaptado.)


    As lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por

    Escolha uma alternativa para a questão 74fcafd6-51
  • B85F2AA8-10

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-MT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto II e III: base para a questão.


                       VASO GREGO

                            (Texto 2)

    Esta de áureos relevos, trabalhada

    De divas mãos, brilhante copa, um dia,

    Já de ais deuses servir como cansada,

    Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.


    Era o poeta de Teos que a suspendia

    Então, e, ora repleta ora esvasada,

    A taça amiga aos dedos seus tinia,

    Toda de roxas pétalas colmada.


    Depois...Mas o lavor da taça admira,

    Toca-a, e de ouvido aproximando-a, às bordas

    Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,


    Ignota voz, qual se da antiga lira

    Fosse a encantada música das cordas,

    Qual se fosse a voz de Anacreonte fosse.

    (Alberto de Oliveira) 


                CÁRCERE DAS ALMAS

                            (Texto3)

    Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,

    Soluçando nas trevas, entre as grades

    Do calabouço olhando imensidades,

    Mares, estrelas, tardes, natureza.


    Tudo se veste de uma igual grandeza

    Quando a alma entre grilhões as liberdades

    Sonha e sonhando, as imortalidades

    Rasga no etéreo Espaço da Pureza.


    Ó almas presas, mudas e fechadas

    Nas prisões colossais e abandonadas,

    Da Dor no calabouço atroz, funéreo!


    Nesses silêncios solitários, graves,

    Que chaveiro do Céu possui as chaves

    Para abrir-vos as portas do Mistério?! 

    (Cruz e Souza)

    Ao lermos o texto 3, percebemos diferenças e pontos de contato em relação ao texto 2, tanto na forma quanto no conteúdo. Isso se explicita, pois:


    I - Em ambos se mantém uma estrutura poética formal em consonância com os modelos clássicos da literatura: versos decassílabos, rimas regulares, valorização de um estilo rebuscado sob os aspectos linguísticos.

    II - Os pontos que diferem estão inseridos na temática.

    III - No texto 2, a temática é calcada na observação pura e simples de um objeto de arte, o que provoca o distanciamento do eu-lírico para questões mais profundas da existência humana; no texto 3, tal fato não ocorre, pois nele o eu-lírico desnuda e se aprofunda em um dos grandes temas da humanidade: a vida e a morte.


    A partir das assertivas acima, julgue-as e marque a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão b85f2aa8-10
  • FF0A5F9E-0A

    Literatura

    Arcadismo
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Tal movimento não era apenas um movimento europeu de caráter universal, conquistando uma nação após outra e criando uma linguagem literária universal que, em última análise, era tão inteligível na Rússia e na Polônia quanto na Inglaterra e na França; ele também provou ser uma daquelas correntes que, como o Classicismo da Renascença, subsistiu como fator duradouro no desenvolvimento da arte. Na verdade, não existe produto da arte moderna, nenhum impulso emocional, nenhuma impressão ou estado de espírito do homem moderno, que não deva sua sutileza e variedade à sensibilidade que se desenvolveu a partir desse movimento. Toda exuberância, anarquia e violência da arte moderna, seu lirismo balbuciante, seu exibicionismo irrestrito e profuso, derivaram dele. E essa atitude subjetiva e egocêntrica tornou-se de tal modo natural para nós, tão absolutamente inevitável, que nos parece impossível reproduzir sequer uma sequência abstrata de pensamento sem fazer referência aos nossos sentimentos.

    (Arnold Hauser. História social da arte e da literatura, 1995. Adaptado.)


    O texto refere-se ao movimento denominado

    Escolha uma alternativa para a questão ff0a5f9e-0a