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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 116 de 202.

  • 0FF9B95E-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I 

    HOW TO TRICK YOUR BRAIN INTO HEALTHY EATING

    Charles Spence and Jozef Youssef

    Imagem da questão de Inglês, IF-MT 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Da leitura do texto, pode-se inferir que o cérebro:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ff9b95e-b4
  • 0EE5A1FE-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO IV

    QUANTO TEMPO VOCÊ PRECISA FICAR LONGE DO CELULAR E DAS REDES PARA UMA

    'DESINTOXICAÇÃO DIGITAL' EFETIVA? 

    Figura 1 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, IF-MT 2017, Interpretação de Textos

    (Texto adaptado. Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/internacional-39402166)

    A expressão “com adicções a”, na primeira linha, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee5a1fe-b4
  • 34EB1459-B4

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Be proactive and protect yourself from yellow fever

    By World Health Organization
    People living in or travelling to potentially endemic areas of yellow fever transmission should protect themselves. The yellow fever vaccine provides lifelong protection against the disease. You should protect yourself from mosquito bites by wearing light-coloured, long-sleeved shirts and trousers, sleeping under a bed net day and night, using insect repellents and getting rid of stagnant water from places where mosquitoes breed.

    Information products on yellow fever and vaccination are available in multiple languages including Portuguese.
    http://www.who.int/csr/disease/yellowfev/en/Acesso:12/05/2017.
    Os termos (living, traveling, wearing) sublinhados no texto são
    Escolha uma alternativa para a questão 34eb1459-b4
  • 34C36AFF-B4

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    O romance O Tronco traz palavras como cidadona e calçadona, termos que fazem parte da cultura popular, típica do interior goiano que o romance aborda, comumente expressa na linguagem oral. A frase a seguir não faz parte do romance, foi adaptada. Assinale a alternativa CORRETA que a expressa em linguagem culta, inclusive observando a pontuação: Cidadonas quando ocês vim intermedia aí pra eu. Se vê o proprietário pede que me liga.
    Escolha uma alternativa para a questão 34c36aff-b4
  • 34BC6CD4-B4

    Literatura

    Arcadismo
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe as imagens a seguir: 

    Figura 1 de 3 da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Arcadismo

    FONTE:https://noticias.uol.com.br/album/album-dodia/2016/03/15/imagens-do-dia---15-de-marco-de-2016.htm.


    Figura 2 de 3 da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Arcadismo

    FONTE:http://www.efecade.com.br/1813-navios-negreiros/



    Figura 3 de 3 da questão de Literatura, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins 2017, Arcadismo

    FONTE: https://www.pinterest.com/pin/202099102004736152/



    A literatura é, também, imagem em palavras. Sentimentos, eventos, situações humanas podem ser iguais, no seu impacto, tanto em palavras quanto em imagens.

    As imagens acima representam o espírito, sentido e características de movimentos literários, respectivamente, como: 

    Escolha uma alternativa para a questão 34bc6cd4-b4
  • 16DDF163-B3

    Português

    Crase
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o texto abaixo, publicado na coluna “Dicas de Português” do G1 online, em 27 de junho de 2012.

    Saiba quando podemos usar crase antes de palavras masculinas

    Publicamos outro dia nesta coluna: “Não há crase antes de palavra masculina”. Entre os comentários recebidos estava uma crítica de um leitor. Veja: “Acredito que há exceção a esta regra, tanto no que se refere a expressões que denotam modo/moda (Filé à Osvaldo Aranha) quanto no uso do pronome demonstrativo “aquele” com verbo que peçam a preposição “a” (Dedicou-se àquele amor por toda a vida).”

    Diante da publicação e da ressalva do leitor, analise as orações abaixo quanto ao uso ou à ausência do sinal grave, indicador de crase, e assinale a alternativa INCORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 16ddf163-b3
  • 16D6C7EC-B3

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    IF-MT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Fragmento 1
    Eu canto porque o instante existe
    e a minha vida está completa.
    Não sou alegre nem sou triste:
    sou poeta.
    [...]
    Sei que canto. E a canção é tudo.
    Tem sangue eterno a asa ritmada.
    E um dia sei que estarei mudo:
    — mais nada.
    (“Motivo”, Cecília Meirelles, Viagem, 1939)

    Fragmento 2
    A gente quer um lugar pra gente
    A gente quer é de papel passado
    Com festa, bolo e brigadeiro
    A gente quer um canto sossegado
    A gente quer um canto de sossego.
    (O descobrimento do Brasil, Legião Urbana, 1993)

    Leia os fragmentos para responder a questão:


    Tanto no Fragmento 1 como no Fragmento 2 aparece a palavra "canto". Sobre o emprego dessa palavra, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 16d6c7ec-b3
  • 29C70442-B3

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2017, Análise sintática

    Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/04/1761289-quando-ira-a-maquina-superar-os-humanos.shtml>. Acesso em: 14 set.2017. Adaptado. 

    Nas quatro orações a seguir, encontra-se em destaque a partícula “que”. Em seu uso, essa partícula desempenha funções sintáticas distintas – de um enunciado para outro –, a depender do contexto e das ocorrências linguísticas presentes.

    Assinale, abaixo, apenas a alternativa em que a partícula em destaque apresenta uma função sintática diferente da ocorrida nas demais alternativas dessa questão.
    Escolha uma alternativa para a questão 29c70442-b3
  • 29C07FDD-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/04/1761289-quando-ira-a-maquina-superar-os-humanos.shtml>. Acesso em: 14 set.2017. Adaptado. 

    No segundo parágrafo do texto, podemos observar
    Escolha uma alternativa para a questão 29c07fdd-b3
  • 29B78207-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em: <www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/2016/04/1761289-quando-ira-a-maquina-superar-os-humanos.shtml>. Acesso em: 14 set.2017. Adaptado. 

    De acordo com o texto, as questões que envolvem a inteligência das máquinas
    Escolha uma alternativa para a questão 29b78207-b3
  • 11C271BA-B3

    Português

    Colocação Pronominal
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 4

    Eu te amo
    (Geraldo Carneiro)

    Sempre me perguntei quando é que a expressão eu te amo começou a ser usada aqui no Brasil. Não me lembro de ter lido a frase nos clássicos portugueses, nem em Machado de Assis, nem nos modernistas paulistanos. Repeti a pergunta a minha querida Nélida Piñon, e ela, com sua autoridade literária, confirmou que o eu te amo é uma expressão recente entre nós.


    Sem dúvida houve a influência do cinema americano. Noel Rosa já reclamava disso nos anos 30: “Amor lá no morro é amor pra chuchu / A gíria do samba não tem I love you.”


    Na minha infância, nos anos 50, nunca ouvi meu pai dizendo eu te amo à minha mãe, nem minha mãe dizendo eu te amo a meu pai, nem a nós, seus filhos. Talvez naquele tempo o amor fosse mais recatado. Embora grande, o amor era sagrado, secreto, subjacente, não precisava que a gente se declarasse o tempo todo.

    Me lembro, por exemplo, da música A Noite do meu bem, de Dolores Duran. Eu ainda não sabia o que era o amor, mas essa canção me deixava comovidocomo o diabo, como dizia o Drummond. Aliás, “meu bem” rolava muito lá em casa.


    O principal responsável pela introdução do eu te amo no Brasil talvez tenha sido o poeta Vinicius de Moraes. Ele escreveu:


    Amo-te tanto, meu amor... não cante
    O humano coração com mais verdade...
    Amo-te como amigo e como amante
    Numa sempre diversa realidade


    Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
    E te amo além, presente na saudade.
    Amo-te, enfim, com grande liberdade
    Dentro da eternidade e a cada instante.


    Amo-te como um bicho, simplesmente,
    De um amor sem mistério e sem virtude
    Com um desejo maciço e permanente.


    E de te amar assim muito e amiúde,
    É que um dia em teu corpo de repente
    Hei de morrer de amar mais do que pude. 


    Eu sei que “amo-te” não é igual a “eu te amo”. A maneira de falar, a sintaxe ainda é meio lusitana. Mas na canção “Por toda a minha vida”, com música de Tom Jobim, Vinicius escreveu: “Eu te amo e te proclamo / o meu amor, o meu amor.”


    Agora, para aclarar as minhas trevas, saiu pela Companhia das Letras uma coletânea de textos de Vinicius, “Todo amor”, organizada por Eucanaã Ferraz. Uma reunião de algumas das mais belas palavras de amor no Brasil do século XX. Porque foi Vinicius quem mais praticou e falou sobre a arte de amar por aqui.


    Às folhas tantas deste livro me deparo com uma carta do poeta para Beatriz de Moraes, com quem ele havia acabado de se casar pelo correio, por procuração. A carta é de 1938, quando o poeta estava em Oxford, usufruindo de uma bolsa de estudos. E depois de declarar a sua amada que “tu és minha vida, meu tudo (...) Eu sou teu escravo, teu criado, tua cria e tu és a minha namorada ilícita e esposa amantíssima (...)”,Vinicius arremata: “E te amo tanto que às vezes fico com vontade de dar urros de amor.”


    É o primeiro te amo por escrito que eu conheço.


    Dirá você que, no século XXI, as palavras de amor perderam muito prestígio. Serei forçado a concordar. Hoje todo o mundo diz que ama todo o mundo. Mas as pessoas, felizmente, continuam se amando. E basta que se leia a poesia de Vinicius para que as palavras ganhem de novo seu frescor original. A poesia sempre renasce. Haverá sempre um novo Romeu da Ilha do Governador que dirá, como se fosse a primeira vez, ao pé da janela de sua Julieta pós-moderna: eu te amo.

    Disponível em: <http://www.academia.org.br/artigos/eu-te-amo>. 
    No decorrer do texto, pode-se perceber construções como “sempre me perguntei”, “não me lembro”, “essa canção me deixava”, em que o pronome oblíquo átono é posicionado antes do verbo. Sobre a sintaxe da Língua Portuguesa brasileira, analise os itens e, em seguida, marque a alternativa correta.


    I - A norma padrão escrita brasileira admite o uso do pronome oblíquo átono antes do verbo.

    II - A norma padrão escrita brasileira condena o uso do pronome oblíquo átono em início de frases.

    III - A norma padrão escrita brasileira condena o uso do pronome oblíquo átono antes do verbo.
    Escolha uma alternativa para a questão 11c271ba-b3
  • 11B0D3B0-B3

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    Leia a notícia abaixo e responda à questão que se segue:

    Brasil é o país mais perigoso do mundo para
    ambientalistas
    País aparece no topo de ranking internacional pelo
    quinto ano consecutivo (Revista Caros Amigos, 13/7/2017)

                Nunca tantas pessoas foram assassinadas no mundo em defesa do meio ambiente como em 2016. A liderança do ranking que mapeia esse tipo de violência, mais uma vez, é do Brasil: foram 49 mortes no ano passado, divulgou a organização Global Witness nesta quinta-feira 13.
             "Não foi uma surpresa. O Brasil é o país mais perigoso do mundo para quem luta pelos direitos ligados à terra e à proteção do meio ambiente", afirma Billy Kyte, da organização inglesa. Em todo o mundo, 200 assassinatos de ativistas ambientais foram mapeados pela organização.                   
             "Isso é só a ponta do iceberg. Acreditamos que o número de mortes seja maior, mas nem sempre elas chegam ao conhecimento público, ou suas reais causas são relatadas", comenta Kyte.               
            A Global Witness reúne as informações desde 2002, e há cinco anos o Brasil apareceu pela primeira vez no topo da lista. Desde então, o país nunca mais perdeu a posição de "liderança".


    Amazônia: território violento
                 Rondônia, Maranhão e Pará – todos parte da Amazônia Legal – foram os estados mais violentos em 2016. Para a Comissão Pastoral da Terra (CPT), criada em 1975 e inicialmente ligada à Igreja Católica, o avanço da fronteira agrícola está por trás desse cenário.
             "A causa está na expansão do agronegócio, construção de grandes obras de infraestrutura como barragens e hidrelétricas, ferrovias", diz Thiago Valentin, da secretaria nacional da CPT. "É um problema histórico: a exploração de quem vem de fora sobre as pessoas que moram na região", acrescenta.
             Assim como a Global Winess, a CPT contabiliza assassinatos de lideranças comunitárias, indígenas, sem-terras, posseiros, trabalhadores rurais e quilombolas. Em 2016, o órgão contabilizou ainda mais mortes que a ONG: 61 vítimas.
            "Essas pessoas são muito muito mais que defensores ambientais. Estão lutando por direitos, por território, por terra, por água. Vai muito além da questão ambiental", reforça Valentin.


    Lobby do agronegócio
                O pesquisador Carlos Alberto Feliciano, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicou uma série de artigos sobre a violência no campo. Ele calcula que, desde o ano 2000, cerca de 1 milhão de famílias já sofreram ameaças em decorrência de conflitos. "Vão desde despejo, destruição da colheita e da casa e ameaças físicas", detalha Feliciano.
             A tendência é negativa, alerta o pesquisador. "O agronegócio precisa, até 2026, segundo dados divulgados pelo próprio setor, de 15 milhões de hectares. Para se expandir assim, haverá avanço sobre as terras de alguém. Então, a tendência é que essa violência aumente."
             "O lobby do agronegócio no Brasil é muito forte. E agora vemos um governo que está voltando atrás na proteção de leis ambientais, o que provoca mais mortes", critica Kyte.


    Como frear a violência
            Em todo o mundo, a luta pelos direitos da terra e pelos recursos naturais motivaram os 200 assassinatos registrados em 2016. "A imposição de projetos de mineração, hidrelétricas, exploração de madeira e agropecuária sobre o território ocupado por comunidades tradicionais, e sem o consentimento delas, impulsionam as mortes", avalia a Global Witness.
              Na Colômbia, onde o processo de paz foi negociado, o ano passado foi o mais letal da história para ativistas. Áreas até então ocupadas pelo movimento armado estão, agora, na mira de empresas extrativistas. E as comunidades que retornam para seus antigos territórios têm sido vítimas de ataques, segundo a organização.
              A Global Witness responsabiliza governos, empresas, investidores e parcerias bilaterais pelo cenário que leva às mortes. "Eles precisam atacar as causas do aumento da violência, não autorizar ou participar dos projetos. E mais: os assassinos precisam ser responsabilizados e presos", argumenta Kyte.
             No Brasil, o Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, criado em 2004, atende sete estados do país, mas não cobre os três com maior número de mortes em 2016 – Maranhão, Pará e Rondônia.
    Em todas as alternativas a seguir, a classificação morfossintática das palavras destacadas está correta, exceto em:
    Escolha uma alternativa para a questão 11b0d3b0-b3
  • F6CFAD5C-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4

    NO MEIO DO CAMINHO

    No meio do caminho tinha uma pedra

    tinha uma pedra no meio do caminho

     tinha uma pedra                                   

    no meio do caminho tinha uma pedra.


               Nunca me esquecerei desse acontecimento

        na vida de minhas retinas tão fatigadas.

                   Nunca me esquecerei que no meio do caminho

    tinha uma pedra                                  

    tinha uma pedra no meio do caminho

    no meio do caminho tinha uma pedra.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. No meio do caminho. Disponível em: http://www.algumapoesia.com.br/drummond/ drummond04.htm. Acesso: 12 out. 2017.


    TEXTO 5

    POEMA DE SETE FACES


    Quando nasci, um anjo torto           

      desses que vivem na sombra          

          disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.


    As casas espiam os homens          

    que correm atrás de mulheres.      

    A tarde talvez fosse azul,               

      não houvesse tantos desejos.          


    O bonde passa cheio de pernas:   

    pernas brancas pretas amarelas. 

                           Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu

     coração.                                         

    Porém meus olhos                        

    não perguntam nada.                   


     O homem atrás do bigode             

    é sério, simples e forte.               

    Quase não conversa.                  

        Tem poucos, raros amigos              

                o homem atrás dos óculos e do bigode. 


    Meu Deus, por que me                

    abandonaste                               

     se sabias que eu não era Deus   

         se sabias que eu era fraco.             


    Mundo mundo vasto mundo,       

     se eu me chamasse Raimundo    

    seria uma rima, não seria uma    

    solução.                                      

    Mundo mundo vasto mundo,      

    mais vasto é meu coração.        


     Eu não devia te dizer                 

     mas essa lua                             

     mas esse conhaque                  

    botam a gente comovido como

    o diabo.                                    

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Poema de sete faces. Disponível em: http://www.poesiaspoemaseversos.com.br/poema-das-sete-faces-carlos-drummond-de-andrade/. Acesso: 12 out. 2017

    Os TEXTOS 4 e 5 apresentam poemas de Carlos Drummond de Andrade, importante poeta do Modernismo brasileiro. Acerca deste significativo movimento da literatura brasileira, analise as proposições a seguir e assinale a alternativa CORRETA.


    I. Drummond integrou a 2ª Geração Modernista Brasileira, a qual, ao contrário da 1ª Geração, mostrava consolidação e amadurecimento na literatura do Brasil.

    II. Juntamente com Oswald de Andrade e Mário de Andrade, Drummond de Andrade fez parte da 1ª Geração Modernista, e os TEXTOS 4 e 5 demonstram a insatisfação e a rebeldia frente ao comportamento das pessoas no Brasil daquela época.

    III.Drummond fez parte da 3ª Geração Modernista, a “Geração de 45”, e, por se tratar de um período menos conturbado em relação ao vivenciado pelas Gerações anteriores, a produção literária tinha espaço para suscitar reflexões acerca do comportamento da sociedade.

    IV. Os poemas que constituem os TEXTOS 4 e 5 abordam temáticas cotidianas e fazem uso da linguagem coloquial, características recorrentes nas produções literárias dessa fase do Modernismo brasileiro.

    V. O uso de versos livres e brancos nos poemas dos TEXTOS 4 e 5 corresponde à tendência das produções literárias do Modernismo brasileiro nesta fase: com evidente desprendimento de formatos clássicos e limitadores para se fazer poesia.


    Estão CORRETAS, apenas, as proposições

    Escolha uma alternativa para a questão f6cfad5c-b2
  • F6CBC5DC-B2

    Português

    Coesão e coerência
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    Imagem da questão de Português, IF-PE 2017, Coesão e coerência

    Disponível em: http://www.a12.com/redacaoa12/opiniao/doses-de-altruismo. Acesso: 10 out. 2017.

    Releia o trecho abaixo, que corresponde à parte do diálogo presente no TEXTO 3, analise as proposições seguintes e assinale a alternativa CORRETA.


    “-Quando o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.”


    I. À medida que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    II. Quanto mais o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    III. Logo que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    IV. Sempre que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.

    V. Assim que o frio chegar, vou renovar meu guarda-roupa de inverno.


    O sentido do trecho está preservado, apenas, em

    Escolha uma alternativa para a questão f6cbc5dc-b2
  • F6C1EE3F-B2

    Português

    Crase
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    TEXTO 2

    “O BONZINHO SE DÁ MAL”: GENEROSIDADE E MANIPULAÇÃO


    (1) Você tenta levar sua vida direitinho. Busca ser cordial e ter empatia com o semelhante. Trata o outro bem, pois acha que é assim que qualquer criatura merece ser tratada. Com quem gosta mais, vai além. Se lhe sobra, compartilha. Quando vê o erro, o instinto de proteção passa na frente e você tenta alertar. Se cabem dois, por que ir sozinho? Isso te alegra, então eu fico contente.

    (2) A você, tudo isso parece ser natural, orgânico. E daí você se engana. De forma egoísta, acha que tem o direito de retirar do outro o direito de ser quem ele é. Quer recíproca, similaridade, espelhamento de atitudes. Vê injustiça na troca, acha que faz mais e recebe menos. “Trouxa, agora está aí cultivando mágoas. Da próxima vez, farei diferente”. E não reflete sobre tudo o que se passou.

    (3) Ser verdadeiramente generoso é uma virtude que contempla um pequeno punhado de pessoas. Em geral, emprestamos em vez de doar. E não fazemos isso por uma debilidade de caráter: a vida se mantém a partir de trocas, tudo só existe em relação.

    (4) Quando tentamos oferecer algo gratuitamente, inconscientemente esperamos alguma contrapartida: reconhecimento, carinho, atenção, prestígio, escuta, aprovação. Às vezes, buscamos apenas sermos percebidos e validados naquilo que somos, mas não cremos ser. É bem comum. Nisso, tornam-se admiráveis os que ajudam desconhecidos, sem se importarem com os problemas dos que estão próximos – a quem poderão cobrar pela generosidade?

    (5) O mesmo vale para os mercenários: aqueles que sabem dar preço às coisas mais impalpáveis, que encontram equivalência entre dois valores tão díspares, mas deixam as intenções às claras. Só nos sentimos enganados quando não deixamos às claras o preço das nossas atitudes.

    (6) A generosidade é uma das formas mais primitivas de manipulação desenvolvidas pelo ser humano. Vem do berço. Mais precisamente, do colo. A nossa primeira referência de doação vem da mãe, ou de quem exerceu esse papel. O bebê, indefeso e incapaz, estará submetido à oferta que provém dessa fonte. E aí aprendemos o que é chantagem emocional, que mais tarde se traduzirá no duelo entre o “só eu sei o que fiz por você” versus “você poderia ser melhor para mim”. Quem sai vencedor? A culpa. Justo ela, uma das emoções mais tóxicas que povoam nossa alma.

    (7) O comportamento de abuso é fruto desse eixo desestrutural, seja para o abusador ou para o abusado. Há, inclusive, uma espécie de alternância entre esses papéis. Quando o dito generoso se vê menosprezado pelo outro, diz: isso é um absurdo, depois de tudo que eu fiz. Mas não percebe o quanto esse fazer é, em si, uma atitude abusiva.

    (8) Isso não é uma ode ao egoísmo ou à ganância. Mas a partilha saudável é aquela que se dá em acordo, de forma pura. Se não consegue, melhor não ser generoso, para também não ser hipócrita. Ou, pior: emitir faturas para guardá-las na gaveta, à espera da melhor oportunidade de apresentá-la àquele que julgar devedor. Não esqueçamos: são as boas intenções que lotam o inferno.

    TORRES, João Rafael. “O bonzinho se dá mal”: generosidade e manipulação. Disponível em: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/psique/o-bonzinho-se-da-mal-generosidade-e-manipulacao. Acesso: 08 out. 2017(adaptado).

    Diversas regras definem o emprego do acento grave indicativo da crase. A esse respeito, analise as expressões destacadas nas proposições a seguir e assinale a alternativa CORRETA.


    I. Em: “sabem dar preço às coisas mais impalpáveis” e “deixam as intenções às claras” (5º parágrafo), o acento grave foi aplicado pela mesma razão.

    II. Em: “Às vezes, buscamos apenas sermos percebidos” (4º parágrafo), houve o emprego do acento grave por se tratar de uma locução adverbal feminina.

    III. No trecho: “submetido à oferta que provém dessa fonte” (6º parágrafo), a crase ocorreu pela presença de termo que exige a preposição “a” e palavra feminina determinada pelo artigo “a”.

    IV. No trecho: “à espera da melhor oportunidade” (8º parágrafo), o acento grave foi utilizado por se tratar de uma locução prepositiva.

    V. Em: “uma ode ao egoísmo ou à ganância”, (8º parágrafo) houve a ocorrência de crase, porém, nesse caso, o uso do acento grave é facultativo.


    Estão CORRETAS, apenas, as proposições

    Escolha uma alternativa para a questão f6c1ee3f-b2
  • F6BF2BA1-B2

    Português

    Emprego do hífen
    IF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2

    “O BONZINHO SE DÁ MAL”: GENEROSIDADE E MANIPULAÇÃO


    (1) Você tenta levar sua vida direitinho. Busca ser cordial e ter empatia com o semelhante. Trata o outro bem, pois acha que é assim que qualquer criatura merece ser tratada. Com quem gosta mais, vai além. Se lhe sobra, compartilha. Quando vê o erro, o instinto de proteção passa na frente e você tenta alertar. Se cabem dois, por que ir sozinho? Isso te alegra, então eu fico contente.

    (2) A você, tudo isso parece ser natural, orgânico. E daí você se engana. De forma egoísta, acha que tem o direito de retirar do outro o direito de ser quem ele é. Quer recíproca, similaridade, espelhamento de atitudes. Vê injustiça na troca, acha que faz mais e recebe menos. “Trouxa, agora está aí cultivando mágoas. Da próxima vez, farei diferente”. E não reflete sobre tudo o que se passou.

    (3) Ser verdadeiramente generoso é uma virtude que contempla um pequeno punhado de pessoas. Em geral, emprestamos em vez de doar. E não fazemos isso por uma debilidade de caráter: a vida se mantém a partir de trocas, tudo só existe em relação.

    (4) Quando tentamos oferecer algo gratuitamente, inconscientemente esperamos alguma contrapartida: reconhecimento, carinho, atenção, prestígio, escuta, aprovação. Às vezes, buscamos apenas sermos percebidos e validados naquilo que somos, mas não cremos ser. É bem comum. Nisso, tornam-se admiráveis os que ajudam desconhecidos, sem se importarem com os problemas dos que estão próximos – a quem poderão cobrar pela generosidade?

    (5) O mesmo vale para os mercenários: aqueles que sabem dar preço às coisas mais impalpáveis, que encontram equivalência entre dois valores tão díspares, mas deixam as intenções às claras. Só nos sentimos enganados quando não deixamos às claras o preço das nossas atitudes.

    (6) A generosidade é uma das formas mais primitivas de manipulação desenvolvidas pelo ser humano. Vem do berço. Mais precisamente, do colo. A nossa primeira referência de doação vem da mãe, ou de quem exerceu esse papel. O bebê, indefeso e incapaz, estará submetido à oferta que provém dessa fonte. E aí aprendemos o que é chantagem emocional, que mais tarde se traduzirá no duelo entre o “só eu sei o que fiz por você” versus “você poderia ser melhor para mim”. Quem sai vencedor? A culpa. Justo ela, uma das emoções mais tóxicas que povoam nossa alma.

    (7) O comportamento de abuso é fruto desse eixo desestrutural, seja para o abusador ou para o abusado. Há, inclusive, uma espécie de alternância entre esses papéis. Quando o dito generoso se vê menosprezado pelo outro, diz: isso é um absurdo, depois de tudo que eu fiz. Mas não percebe o quanto esse fazer é, em si, uma atitude abusiva.

    (8) Isso não é uma ode ao egoísmo ou à ganância. Mas a partilha saudável é aquela que se dá em acordo, de forma pura. Se não consegue, melhor não ser generoso, para também não ser hipócrita. Ou, pior: emitir faturas para guardá-las na gaveta, à espera da melhor oportunidade de apresentá-la àquele que julgar devedor. Não esqueçamos: são as boas intenções que lotam o inferno.

    TORRES, João Rafael. “O bonzinho se dá mal”: generosidade e manipulação. Disponível em: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/psique/o-bonzinho-se-da-mal-generosidade-e-manipulacao. Acesso: 08 out. 2017(adaptado).

    No 4º parágrafo do TEXTO 2, há o emprego da palavra contrapartida. Esse termo possui um prefixo que exige o uso do hífen em alguns casos, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que contém a grafia CORRETA de palavras com o prefixo contra-.
    Escolha uma alternativa para a questão f6bf2ba1-b2
  • C5D62DBD-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    PETTIT , Harry. Disponível em: <www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-4898204/Experts-graveyard-go-preserved-ancient-shipwrecks.html>  Acesso em: 12 out. 2017.

    About the Black Sea’s lower layer, it’s correct to say that
    Escolha uma alternativa para a questão c5d62dbd-b2
  • C5A70D9D-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Literatura, Universidade do Estado da Bahia 2017, Escolas Literárias

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro Dágua. São

    Paulo, Companhia das Letras, 2008. p. 91-92.

    Sobre o personagem central da obra de onde foi extraído o trecho acima, é correto afirmar:

    I. Quincas Berro Dágua e Joaquim Soares da Cunha correspondem a traços contrastantes de um mesmo indivíduo, sendo Quincas uma transmutação de Joaquim, que rompe com as configurações de sua vida social de teor burguês.

    II. Quincas e Joaquim, apesar de comportamentos antitéticos, são amigos e têm em comum o nome e o desejo de promover uma ruptura com tudo que represente a opressão: o funcionalismo público e o conservadorismo de suas respectivas famílias.

    III. O personagem central sintetiza uma oposição entre um ícone da ordem burguesa – o funcionário público exemplar Joaquim Soares da Cunha, esposo, pai e cidadão de bem – e a marginalidade – representada pelo boêmio e malandro Quincas Berro Dágua.

    IV. Para Joaquim, Quincas é o seu alter ego, um ser imaginário que representa seu desejo reprimido e não consumado de romper com as amarras de um emprego monótono de funcionário público e os vínculos sufocantes de uma família conservadora.

    V. Apesar do título, na obra, há três mortes do personagem: a morte moral, promovida pela família para ocultar a ruptura de Joaquim com a ordem estabelecida, a morte real, ocorrida na pocilga em que ele morava como boêmio, e a morte onírica ou fantástica, narrada pelos amigos, ocorrida nos mares da Bahia.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c5a70d9d-b2
  • C59AC12D-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    O que se afirma sobre fragmentos do texto está correto em

    I. “Por incrível que pareça” (l. 8) – enfatiza uma situação inesperada ou inusitada.
    II. “da noite para o dia” (l. 19) – expressa situação real e previsível.
    III. “Tampouco é possível” (l. 23) – reitera uma negação anterior.
    IV. “A despeito de” (l. 26) – equivale à expressão ao contrário de.
    V. “em momento algum” (l. 82) – expressa negação de circunstância temporal.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão c59ac12d-b2
  • C5956DBF-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO: 


    O FIM DO EMPREGO

    O futuro do trabalho no mundo globalizado

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos

    Figura 3 de 3 da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2017, Interpretação de Textos


    Adaptado de: MACHADO, João Luís de Almeida. O fim do emprego.
    O futuro do trabalho no mundo globalizado. Disponível em: <http:/
    /www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1069.
    Passim> . Acesso em: 24 nov. 2017.

    O “fim do emprego” (l. 36) é uma referência à
    Escolha uma alternativa para a questão c5956dbf-b2