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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 123 de 202.

  • 6775038B-CB

    Português

    Gêneros Textuais
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Romanos usavam redes sociais há dois mil anos, diz livro


    Ao tuitar ou comentar embaixo do post de um de seus vários amigos no Facebook, você provavelmente se sente privilegiado por viver em um tempo na história em que é possível alcançar de forma imediata uma vasta rede de contatos por meio de um simples clique no botão “enviar”. Você talvez também reflita sobre como as gerações passadas puderam viver sem mídias sociais, desprovidas da capacidade de verem e serem vistas, de receber, gerar e interagir com uma imensa carga de informações. Mas o que você talvez não saiba é que os seres humanos usam ferramentas de interação social há mais de dois mil anos. É o que afirma Tom Standage, autor do livro Writing on the Wall — Social Media, The first 2 000 Years (Escrevendo no mural — mídias sociais, os primeiros 2 mil anos, em tradução livre).

    Segundo Standage, Marco Túlio Cícero, filósofo e político romano, teria sido, junto com outros membros da elite romana, precursor do uso de redes sociais. O autor relata como Cícero usava um escravo, que posteriormente tornou-se seu escriba, para redigir mensagens em rolos de papiro que eram enviados a uma espécie de rede de contatos. Estas pessoas, por sua vez, copiavam seu texto, acrescentavam seus próprios comentários e repassavam adiante. “Hoje temos computadores e banda larga, mas os romanos tinham escravos e escribas que transmitiam suas mensagens”, disse Standage à BBC Brasil. “Membros da elite romana escreviam entre si constantemente, comentando sobre as últimas movimentações políticas e expressando opiniões.”

    Além do papiro, outra plataforma comumente utilizada pelos romanos era uma tábua de cera do tamanho e da forma de um tablet moderno, em que escreviam recados, perguntas ou transmitiam os principais pontos da acta diurna, um “jornal” exposto diariamente no Fórum de Roma. Essa tábua, o “iPad da Roma Antiga”, era levada por um mensageiro até o destinatário, que respondia embaixo da mensagem.

    NIDECKER, F. Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 7 nov. 2013 (adaptado).


    Na reportagem, há uma comparação entre tecnologias de comunicação antigas e atuais. Quanto ao gênero mensagem, identifica-se como característica que perdura ao longo dos tempos o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 6775038b-cb
  • 67670B64-CB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    ENEM · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    One of the things that made an incredible impression on me in the film was Frida’s comfort in and celebration of her own unique beauty. She didn’t try to fit into conventional ideas or images about womanhood or what makes someone or something beautiful. Instead, she fully inhabited her own unique gifts, not particularly caring what other people thought. She was magnetic and beautiful in her own right. She painted for years, not to be a commercial success or to be discovered, but to express her own inner pain, joy, family, love and culture. She absolutely and resolutely was who she was. The trueness of her own unique vision and her ability to stand firmly in her own truth was what made her successful in the end.

    HUTZLER, L. Disponível em: www.etbscreenwriting.com. Acesso em: 6 maio 2013.


    A autora desse comentário sobre o filme Frida mostra-se impressionada com o fato de a pintora

    Escolha uma alternativa para a questão 67670b64-cb
  • D3C4B801-9C

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Human populations differ in various phenotypes (l. 5)


    In relation to these phenotypes, scientists have reached the following conclusion:

    Escolha uma alternativa para a questão d3c4b801-9c
  • D3BEAB80-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE A HORA DA ESTRELA , DE CLARICE LISPECTOR.


    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Quando o narrador do romance afirma que a história é verdadeira embora inventada, ele faz alusão a um conceito importante em literatura.


    Esse conceito é denominado:

    Escolha uma alternativa para a questão d3beab80-9c
  • D3BBD9C0-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE A HORA DA ESTRELA , DE CLARICE LISPECTOR.


    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Estrela é uma palavra que faz parte do título do romance, além de ser o símbolo do carro da marca Mercedes, decisivo para o final da história.


    Considerando esse final, o título do livro expressa o sentido de:

    Escolha uma alternativa para a questão d3bbd9c0-9c
  • D3AE809C-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    A QUESTÃO REFERE-SE AO ROMANCE A HORA DA ESTRELA , DE CLARICE LISPECTOR.


    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Um outro escritor, sim, mas teria que ser homem porque escritora mulher pode lacrimejar piegas.


    Considerando que o romance é de Clarice Lispector, pode-se inferir que a frase do narrador é irônica. Essa ironia está baseada na:

    Escolha uma alternativa para a questão d3ae809c-9c
  • D392312A-9C

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos


    Um exemplo de metalinguagem, que é o uso de uma linguagem para descrever a si mesma, encontra-se em:
    Escolha uma alternativa para a questão d392312a-9c
  • 30E56B73-6A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The texts “O poder criativo da imperfeição” and “Our (im)perfect bodies” discuss the concept of perfection, using examples from their respective areas.

    The sentence that best represents the idea discussed in both texts is:

    Escolha uma alternativa para a questão 30e56b73-6a
  • 30E0160F-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    Que amedrontadora visão seria então aquela? Quem o Monstro?

    Com base na leitura do conto, a visão retratada na pergunta desencadeia o seguinte sentimento:

    Escolha uma alternativa para a questão 30e0160f-6a
  • 30DD7746-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    Marcelo Gleiser, em “O poder criativo da imperfeição”, formula uma tese a respeito da relação entre ciência e realidade. O narrador do conto estabelece reflexões acerca do conhecimento que dialogam com essa tese.

    O trecho do conto que melhor sintetiza esse diálogo é:

    Escolha uma alternativa para a questão 30dd7746-6a
  • 30D01123-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    Considere a hipótese de que o título “A terceira margem do rio” se refere também à própria ficção, que se desenvolve entre duas margens: a da realidade e a da imaginação.

    O trecho do conto que melhor comprova essa hipótese de leitura é:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d01123-6a
  • 30CABE08-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    É que o rosto não se reduz à dimensão da imagem: ele é a própria presentificação de um ser humano, em sua singularidade irrecusável. (l. 18-20)

    Em relação à declaração feita antes dos dois-pontos, o trecho sublinhado possui valor de:

    Escolha uma alternativa para a questão 30cabe08-6a
  • 30C83182-6A

    Português

    Sintaxe
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Sintaxe

    o espelho do humano é, antes de mais nada, o olhar do semelhante. (l. 15)

    No trecho, a expressão sublinhada enfatiza uma ideia, tal como se observa em:

    Escolha uma alternativa para a questão 30c83182-6a
  • 30AA1D1E-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    O mapa milenar chinês “Yu Gong” fazia uma divisão esquemática de todo o mundo em cinco zonas retilíneas, organizadas de acordo com os quatro pontos cardeais baseados nos ventos. A civilização encontra-se no núcleo da imagem, destacando o domínio imperial. O grau de barbárie aumenta a cada quadrado que se afasta desse núcleo: governantes tributários, as regiões fronteiriças, os bárbaros “aliados” e, finalmente, a zona selvagem, sem cultura, que incluía a Europa.

    Adaptado de BROTTON, J. Uma história do mundo em doze mapas. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.


    Tal como as teorias científicas, as concepções de mundo expressas através da cartografia também são aproximações passíveis de ajustes e revisões.

    No texto, a descrição do referencial utilizado para a criação de um mapa milenar chinês aponta para o seguinte aspecto, igualmente presente em documentos cartográficos de outras culturas:

    Escolha uma alternativa para a questão 30aa1d1e-6a
  • 30A75509-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

                 Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos


    Os zoólogos em seus museus de História Natural, sem se deslocarem mais do que poucos metros e abrindo apenas algumas gavetas, puderam viajar através de todos os continentes. Muitos aspectos comuns, que não podiam ser vistos em espécies perigosas distantes no tempo e no espaço, passaram a aparecer facilmente entre o conteúdo de uma vitrina e o da próxima.


    Adaptado de LOPES, M. O Brasil descobre a pesquisa científica:os museus e as ciências naturais no século XIX.

                                                                                             São Paulo: HUCITEC; Brasília: UnB, 2009.


    No decorrer dos séculos XIX e XX, museus de História Natural foram criados em diversos países. Esses espaços buscavam não só expor curiosidades, como também promover, em novas bases, o conhecimento científico de fenômenos e seres vivos.

    A promoção dessa forma de conhecimento sobre a natureza se relacionava com a seguinte sequência de procedimentos:

    Escolha uma alternativa para a questão 30a75509-6a
  • C61605B4-3B

    Inglês

    Tradução | Translation
    UNESP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

                                “One never builds something finished”:

                       the brilliance of architect Paulo Mendes da Rocha

    Oliver Wainwright

    February 4, 2017

       “All space is public,” says Paulo Mendes da Rocha. “The only private space that you can imagine is in the human mind.” It is an optimistic statement from the 88-year-old Brazilian architect, given he is a resident of São Paulo, a city where the triumph of the private realm over the public could not be more stark. The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.

       But for Mendes da Rocha, who received the 2017 gold medal from the Royal Institute of British Architects this week – an accolade previously bestowed on such luminaries as Le Corbusier and Frank Lloyd Wright – the ground is everything. He has spent his 60-year career lifting his massive concrete buildings up, in gravity-defying balancing acts, or else burying them below ground in an attempt to liberate the Earth’s surface as a continuous democratic public realm. “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.”

                                                                                        (www.theguardian.com. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “the triumph of the private realm over the public could not be more stark”, o termo em destaque tem sentido equivalente, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão c61605b4-3b
  • C61061D3-3B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

                                “One never builds something finished”:

                       the brilliance of architect Paulo Mendes da Rocha

    Oliver Wainwright

    February 4, 2017

       “All space is public,” says Paulo Mendes da Rocha. “The only private space that you can imagine is in the human mind.” It is an optimistic statement from the 88-year-old Brazilian architect, given he is a resident of São Paulo, a city where the triumph of the private realm over the public could not be more stark. The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.

       But for Mendes da Rocha, who received the 2017 gold medal from the Royal Institute of British Architects this week – an accolade previously bestowed on such luminaries as Le Corbusier and Frank Lloyd Wright – the ground is everything. He has spent his 60-year career lifting his massive concrete buildings up, in gravity-defying balancing acts, or else burying them below ground in an attempt to liberate the Earth’s surface as a continuous democratic public realm. “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.”

                                                                                        (www.theguardian.com. Adaptado.)

    Conforme o texto, Paulo Mendes da Rocha
    Escolha uma alternativa para a questão c61061d3-3b
  • C60ADE76-3B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

                                 Imagem da questão de Inglês, UNESP 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

          It is essential to promote social inclusion by providing spaces for people of all socio-economic backgrounds to use and enjoy. Quality public spaces such as libraries and parks can supplement housing as study and recreational spaces for the urban poor.

          There is a need to ensure that there is an equitable distribution of public spaces within cities. Through the provision of quality public spaces in cities can reduce the economic and social segregation that is prevalent in many developed and developing cities. By ensuring the distribution, coverage and quality of public spaces, it is possible to directly influence the dynamics of urban density, to combine uses and to promote the social mixture of cities’ inhabitants.

          Rights and duties of all the public space stakeholders should be clearly defined. Public spaces are public assets as a public space is by definition a place where all citizens are legitimate to be and discrimination should be tackled there. Public space has the capacity to gather people and break down social barriers. Protecting the inclusiveness of public space is a key prerequisite for the right to the city and an important asset to foster tolerance, conviviality and dialogue.

          Public spaces in slums are only used to enable people to move. There is a lack of public space both in quantity and quality, leading to high residential density, high crime rates, lack of public facilities such as toilets or water, difficulties to practice outdoor sports and other recreational activities among others.

                                                                                                        (www.learning.uclg.org)

    In the fourth paragraph, an example of public facilities is
    Escolha uma alternativa para a questão c60ade76-3b
  • C5F123FA-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho extraído do artigo “Cosmologia, 100”, de Antonio Augusto Passos Videira e Cássio Leite Vieira, para responder à questão.

          “Vou conduzir o leitor por uma estrada que eu mesmo percorri, árdua e sinuosa.” A frase – que tem algo da essência do hoje clássico A estrada não percorrida (1916), do poeta norte-americano Robert Frost (1874-1963) – está em um artigo científico publicado há cem anos, cujo teor constitui um marco histórico da civilização.

          Pela primeira vez, cerca de 50 mil anos depois de o Homo sapiens deixar uma mão com tinta estampada em uma pedra, a humanidade era capaz de descrever matematicamente a maior estrutura conhecida: o Universo. A façanha intelectual levava as digitais de Albert Einstein (1879-1955).

          Ao terminar aquele artigo de 1917, o físico de origem alemã escreveu a um colega dizendo que o que produzira o habilitaria a ser “internado em um hospício”. Mais tarde, referiu-se ao arcabouço teórico que havia construído como um “castelo alto no ar”.

          O Universo que saltou dos cálculos de Einstein tinha três características básicas: era finito, sem fronteiras e estático – o derradeiro traço alimentaria debates e traria arrependimento a Einstein nas décadas seguintes.

    Em “Considerações Cosmológicas na Teoria da Relatividade Geral”, publicado em fevereiro de 1917 nos Anais da Academia Real Prussiana de Ciências, o cientista construiu (de modo muito visual) seu castelo usando as ferramentas que ele havia forjado pouco antes: a teoria da relatividade geral, finalizada em 1915, esquema teórico já classificado como a maior contribuição intelectual de uma só pessoa à cultura humana.

          Esse bloco matemático impenetrável (mesmo para físicos) nada mais é do que uma teoria que explica os fenômenos gravitacionais. Por exemplo, por que a Terra gira em torno do Sol ou por que um buraco negro devora avidamente luz e matéria.

          Com a introdução da relatividade geral, a teoria da gravitação do físico britânico Isaac Newton (1642-1727) passou a ser um caso específico da primeira, para situações em que massas são bem menores do que as das estrelas e em que a velocidade dos corpos é muito inferior à da luz no vácuo (300 mil km/s).

          Entre essas duas obras de respeito (de 1915 e de 1917), impressiona o fato de Einstein ter achado tempo para escrever uma pequena joia, “Teoria da Relatividade Especial e Geral”, na qual populariza suas duas teorias, incluindo a de 1905 (especial), na qual mostrara que, em certas condições, o espaço pode encurtar, e o tempo, dilatar.

          Tamanho esforço intelectual e total entrega ao raciocínio cobraram seu pedágio: Einstein adoeceu, com problemas no fígado, icterícia e úlcera. Seguiu debilitado até o final daquela década.

          Se deslocados de sua época, Einstein e sua cosmologia podem ser facilmente vistos como um ponto fora da reta. Porém, a historiadora da ciência britânica Patricia Fara lembra que aqueles eram tempos de “cosmologias”, de visões globais sobre temas científicos. Ela cita, por exemplo, a teoria da deriva dos continentes, do geólogo alemão Alfred Wegener (1880-1930), marcada por uma visão cosmológica da Terra.

          Fara dá a entender que várias áreas da ciência, naquele início de século, passaram a olhar seus objetos de pesquisa por meio de um prisma mais amplo, buscando dados e hipóteses em outros campos do conhecimento.

                                                                     (Folha de S.Paulo, 01.01.2017. Adaptado.)

    Em “A façanha intelectual levava as digitais de Albert Einstein (1879-1955).” (2°parágrafo), o termo destacado pode ser substituído de modo mais adequado, tendo em vista o contexto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão c5f123fa-3b
  • C5E88BA4-3B

    Literatura

    Escolas Literárias
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          Desde já a ciência entra, portanto, no nosso domínio de romancistas, nós que somos agora analistas do homem, em sua ação individual e social. Continuamos, pelas nossas observações e experiências, o trabalho do fisiólogo que continuou o do físico e o do químico. Praticamos, de certa forma, a Psicologia científica, para completar a Fisiologia científica; e, para acabar a evolução, temos tão somente que trazer para nossos estudos sobre a natureza e o homem o instrumento decisivo do método experimental. Em uma palavra, devemos trabalhar com os caracteres, as paixões, os fatos humanos e sociais, como o químico e o físico trabalham com os corpos brutos, como o fisiólogo trabalha com os corpos vivos. O determinismo domina tudo. É a investigação científica, é o raciocínio experimental que combate, uma por uma, as hipóteses dos idealistas, e substitui os romances de pura imaginação pelos romances de observação e de experimentação.

                                                  (Émile Zola. O romance experimental, 1982. Adaptado.)

    Depreendem-se do comentário do escritor francês Émile Zola preceitos que orientam a corrente literária

    Escolha uma alternativa para a questão c5e88ba4-3b