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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 136 de 202.

  • 22F4F565-84

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Em qual dos excertos a seguir, o pronome destacado NÃO corresponde à classificação dada?
    Escolha uma alternativa para a questão 22f4f565-84
  • 22EB04D6-84

    Português

    Pontuação
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Em “Não, não é preciso tolerar.”, se fosse colocada outra vírgula após a segunda palavra “não”, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 22eb04d6-84
  • 22DC31F8-84

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2. 

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Após a leitura do texto, depreende-se do título Contra a mera “tolerância” das diferenças, depreende-se que o autor considera o termo “tolerância”
    Escolha uma alternativa para a questão 22dc31f8-84
  • 53790766-36

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O TEXTO 2, como um todo, tem por objetivo primordial mostrar:

    Escolha uma alternativa para a questão 53790766-36
  • 536D58CB-36

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

     TEXT 1

      Houston’s Poor Neighborhoods Could Be Prime Zika Real Estate


    The World Health Organization (WHO) has warned of the potential for the explosive spread of the Zika virus through the Americas. Margaret Chan, the director of the WHO, advised that the Americas could be hit by 4 million cases of Zika this year. The outbreak of Zika virus now centered in Brazil has been linked to a sudden increase in severe birth defects including microcephaly, babies born with smaller heads and brains. The National Public Radio – USA (NPR) recently reported that other neurological problems, such as babies born blind, may also be linked to Zika. Researchers do not fully understand Zika or have not yet proven causality, but the circumstantial evidence connecting the Zika outbreak to the sudden, large increase in birth defects is very strong.

    Reports quoted experts who said that Zika was a low risk to the United States because the U.S. doesn’t have the poverty and high population densities that have caused the explosive spread of Zika in Brazil. However, Dr. Peter Hotez, a tropical disease researcher who lives in Texas, has warned that poverty and high population density makes Houston highly vulnerable to a Zika outbreak. He warned that the whole Mexican Gulf coast is already suffering from increasing levels of tropical diseases spread by mosquitoes, in particular dengue fever. Because Zika virus is related to dengue fever and has the same mosquito vector, the expansion of dengue in the Gulf coast region is a good indicator of the potential spread of Zika virus.

     Adapted from: <http://www.democraticunderground.com/

    112796307>

    In TEXT 1, Margareth Chan has called people´s attention
    Escolha uma alternativa para a questão 536d58cb-36
  • 536A37BC-36

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

     TEXT 1

      Houston’s Poor Neighborhoods Could Be Prime Zika Real Estate


    The World Health Organization (WHO) has warned of the potential for the explosive spread of the Zika virus through the Americas. Margaret Chan, the director of the WHO, advised that the Americas could be hit by 4 million cases of Zika this year. The outbreak of Zika virus now centered in Brazil has been linked to a sudden increase in severe birth defects including microcephaly, babies born with smaller heads and brains. The National Public Radio – USA (NPR) recently reported that other neurological problems, such as babies born blind, may also be linked to Zika. Researchers do not fully understand Zika or have not yet proven causality, but the circumstantial evidence connecting the Zika outbreak to the sudden, large increase in birth defects is very strong.

    Reports quoted experts who said that Zika was a low risk to the United States because the U.S. doesn’t have the poverty and high population densities that have caused the explosive spread of Zika in Brazil. However, Dr. Peter Hotez, a tropical disease researcher who lives in Texas, has warned that poverty and high population density makes Houston highly vulnerable to a Zika outbreak. He warned that the whole Mexican Gulf coast is already suffering from increasing levels of tropical diseases spread by mosquitoes, in particular dengue fever. Because Zika virus is related to dengue fever and has the same mosquito vector, the expansion of dengue in the Gulf coast region is a good indicator of the potential spread of Zika virus.

     Adapted from: <http://www.democraticunderground.com/

    112796307>

    According to TEXT 1, several birth defects may be linked to the Zika virus. These include
    Escolha uma alternativa para a questão 536a37bc-36
  • 52EB4BC1-36

    Português

    Figuras de Linguagem
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                                                       Texto 2                                             
                                                   Aparências
                                                                               Antonio Cícero             
     Imagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Figuras de Linguagem
    Observe:

    “eu viveria tantas mortes
    morreria tantas vidas
    jamais me queixaria
    jamais”. (linhas 9-12)

    A figura de linguagem empregada na estrofe em destaque é a
    Escolha uma alternativa para a questão 52eb4bc1-36
  • 52E4758C-36

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                             Texto 1                   
                                   Línguas que não sabemos que sabíamos
                                                        (fragmento)1
                                                                                     Mia CoutoImagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Conjunções: Relação de causa e consequência 
    1 Foi mantido o texto original. Mia Couto é um renomado escritor moçambicano, com obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas.
    No enunciado: “Na primeira reunião com a população surgiram curiosos mal-entendidos que revelam a dificuldade de tradução não de palavras, mas de pensamento”. (linhas 28-30), a conjunção sublinhada dá ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 52e4758c-36
  • 52E10263-36

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                             Texto 1                   
                                   Línguas que não sabemos que sabíamos
                                                        (fragmento)1
                                                                                     Mia CoutoImagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Figuras de Linguagem 
    1 Foi mantido o texto original. Mia Couto é um renomado escritor moçambicano, com obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas.
    Para obter efeitos de sentido, os autores costumam valer-se de diferentes recursos semânticos, como a metáfora em:
    Escolha uma alternativa para a questão 52e10263-36
  • BD05E800-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    Na verdade, para a maior parte da humanidade, a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. (l. 16-17)

    No terceiro parágrafo, as frases posteriores ao trecho citado desenvolvem a argumentação do autor por meio da apresentação de:
    Escolha uma alternativa para a questão bd05e800-31
  • BD02A3EE-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    A partir desse mito e do encurtamento das distâncias – para aqueles que realmente podem viajar – também se difunde a noção de tempo e espaço contraídos. (l. 9-11)

    O comentário introduzido entre travessões apresenta um ponto de vista do autor que se sustenta em um elemento subentendido.

    Esse elemento está associado à existência, na sociedade, de:
    Escolha uma alternativa para a questão bd02a3ee-31
  • BCE1046E-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    No poema, há marcas de linguagem que remetem tanto à poeta quanto a seus leitores. Uma dessas marcas, referindo-se unicamente ao leitor, está presente no seguinte verso:
    Escolha uma alternativa para a questão bce1046e-31
  • BCD4EE33-31

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Figuras de Linguagem

    Ao fugir para o Brasil, metade dos Brun ganhou uma perna a mais. O “n” virou “m”. Mas essa perna a mais era um membro fantasma, um ganho que revelava uma perda. (l. 26-27)

    A autora associa a troca de letras no registro do sobrenome de seu tetravô à expressão um membro fantasma.

    Essa associação constrói um exemplo da figura de linguagem denominada:

    Escolha uma alternativa para a questão bcd4ee33-31
  • BCB32256-31

    Português

    Gêneros Textuais
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Gêneros Textuais

    No texto, a autora narra fatos e expõe suas opiniões relacionados à vinda de sua família para o Brasil.
    Escolha uma alternativa para a questão bcb32256-31
  • CE462018-29

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge para responder à questão.

                      Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Na charge, o médico
    Escolha uma alternativa para a questão ce462018-29
  • CE38123C-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de um poema de Álvaro de Campos, heterônimo do escritor Fernando Pessoa (1888-1935), para responder à questão.

    Esta velha angústia,

    Esta angústia que trago há séculos em mim,

    Transbordou da vasilha,

    Em lágrimas, em grandes imaginações,

    Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,

    Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.

    Transbordou.

    Mal sei como conduzir-me na vida

    Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!

    Se ao menos endoidecesse deveras!

    Mas não: é este estar entre,

    Este quase,

    Este poder ser que...,

    Isto.

    Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,

    Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.

    Estou doido a frio,

    Estou lúcido e louco,

    Estou alheio a tudo e igual a todos:

    Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura

    Porque não são sonhos.

    Estou assim...

    Pobre velha casa da minha infância perdida!

    Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!

    Que é do teu menino? Está maluco.

    Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?

    Está maluco.

    Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.

                                                                                               (Obra poética, 1965.)

    “Pobre velha casa da minha infância perdida! / Quem te diria que eu me desacolhesse tanto! / Que é do teu menino? Está maluco. / Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano? / Está maluco. / Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.” (4ª estrofe)

    O tom predominante nesta estrofe é de

    Escolha uma alternativa para a questão ce38123c-29
  • CE1DB232-29

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Outro traço importante da poesia de Álvares de Azevedo é o gosto pelo prosaísmo e o humor, que formam a vertente para nós mais moderna do Romantismo. A sua obra é a mais variada e complexa no quadro da nossa poesia romântica; mas a imagem tradicional de poeta sofredor e desesperado atrapalhou a reconhecer a importância de sua veia humorística.

    (Antonio Candido. “Prefácio”. In: Álvares de Azevedo. Melhores poemas, 2003. Adaptado.)

    A veia humorística ressaltada pelo crítico Antonio Candido na poesia de Álvares de Azevedo está bem exemplificada em:

    Escolha uma alternativa para a questão ce1db232-29