Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 154 de 202.

  • 109F0415-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    vai ter que voltar antes de meia-noite, o seu irmão é diferente, menino é outra coisa, (l. 18-19) O fragmento reproduz falas que apontam uma diferença entre meninos e meninas.

    Essa diferença se verifica em relação ao seguinte aspecto:

    Escolha uma alternativa para a questão 109f0415-4a
  • 107BC67C-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    O poeta emprega dois termos diferentes para se aproximar do leitor: a gente (v. 3) e nossos (v. 4). O emprego de tais termos produz, em relação à percepção de mundo, o sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão 107bc67c-4a
  • 10646187-4A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2014, Interpretação de Textos

    Caso tenha uma aranha na sua perna, é melhor não se mexer.”

    No quadrinho seguinte, o próprio personagem analisa essa fala como hipotética.

    A construção de hipótese está marcada na frase do personagem pelo seguinte traço linguístico:

    Escolha uma alternativa para a questão 10646187-4a
  • 5B7FF8BB-3C

    Português

    Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considerando-se a grafia e a acentuação das palavras, assinale a alternativa na qual o enunciado, extraído e adaptado do editorial Trânsito parado (Folha de S.Paulo, 21.08.2014), está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b7ff8bb-3c
  • 5B3F04CF-3C

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    No texto, são exemplos de palavras formadas por derivação prefixal e por derivação sufixal, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b3f04cf-3c
  • 5B348E7E-3C

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os quadrinhos.

    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo

    Nos quadrinhos, a sequência macroeconomia-microeconomia-nanoeconomia é empregada para

    Escolha uma alternativa para a questão 5b348e7e-3c
  • 5A768BED-3C

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Argentina defaults – Eighth time unlucky

    Cristina Fernández argues that her country's latest default is different. She is missing the point.

    Aug 2nd 2014

         ARGENTINA'S first bond, issued in 1824, was supposed to have had a lifespan of 46 years. Less than four years later, the government defaulted. Resolving the ensuing stand-off with creditors took 29 years. Since then seven more defaults have followed, the most recent this week, when Argentina failed to make a payment on bonds issued as partial compensation to victims of the previous default, in 2001.

         Most investors think they can see a pattern in all this, but Argentina’s president, Cristina Fernández de Kirchner, insists the latest default is not like the others. Her government, she points out, had transferred the full $539m it owed to the banks that administer the bonds. It is America’s courts (the bonds were issued under American law) that blocked the payment, at the behest of the tiny minority of owners of bonds from 2001 who did not accept the restructuring Argentina offered them in 2005 and again in 2010. These “hold-outs”, balking at the 65% haircut the restructuring entailed, not only persuaded a judge that they should be paid in full but also got him to freeze payments on the restructured bonds until Argentina coughs up.

        Argentina claims that paying the hold-outs was impossible. It is not just that they are “vultures" as Argentine officials often put it, who bought the bonds for cents on the dollar after the previous default and are now holding those who accepted the restructuring (accounting for 93% of the debt) to ransom. The main problem is that a clause in the restructured bonds prohibits Argentina from offering the hold-outs better terms without paying everyone else the same. Since it cannot afford to do that, it says it had no choice but to default.

         Yet it is not certain that the clause requiring equal treatment of all bondholders would have applied, given that Argentina would not have been paying the hold-outs voluntarily, but on the courts' orders. Moreover, some owners of the restructured bonds had agreed to waive their rights; had Argentina made a concerted effort to persuade the remainder to do the same, it might have succeeded. Lawyers and bankers have suggested various ways around the clause in question, which expires at the end of the year. But Argentina's government was slow to consider these options or negotiate with the hold-outs, hiding instead behind indignant nationalism.

         Ms Fernández is right that the consequences of America's court rulings have been perverse, unleashing a big financial dispute in an attempt to solve a relatively small one. But hers is not the first government to be hit with an awkward verdict. Instead of railing against it, she should have tried to minimise the harm it did. Defaulting has helped no one: none of the bondholders will now be paid, Argentina looks like a pariah again, and its economy will remain starved of loans and investment.

         Happily, much of the damage can still be undone. It is not too late to strike a deal with the hold-outs or back an ostensibly private effort to buy out their claims. A quick fix would make it easier for Argentina to borrow again internationally. That, in turn, would speed development of big oil and gas deposits, the income from which could help ease its money troubles.

       More important, it would help to change perceptions of Argentina as a financial rogue state. Over the past year or so Ms Fernández seems to have been trying to rehabilitate Argentina's image and resuscitate its faltering economy. She settled financial disputes with government creditors and with Repsol, a Spanish oil firm whose Argentine assets she had expropriated in 2012. This week's events have overshadowed all that. For its own sake, and everyone else's, Argentina should hold its nose and do a deal with the hold-outs.

    (http://www.economist.com/news/leaders/21610263. Adapted)


    According to the sixth paragraph,
    Escolha uma alternativa para a questão 5a768bed-3c
  • 7DF382F8-3C

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    PUC - RJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions 

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions 

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    The expression in bold and the item in italics convey equivalent ideas in.
    Escolha uma alternativa para a questão 7df382f8-3c
  • B01CB998-3C

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    PUC - RJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2014, Sinônimos | Synonyms

    The word nudge, in the fragment “how elements of presentation and design can serve as signals to nudge the reader into the mental activities that do justice to the text.” (lines 67-70), is closest in meaning to
    Escolha uma alternativa para a questão b01cb998-3c
  • FBB0778E-3B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
          Between now and 2050 the number of people living in cities will grow from 3.9 billion to 6.3 billion. The proportion of urban dwellers will swell from 54% to 67% of the world's population, according to the UN. In other words, for the next 36 years the world's cities will expand by the equivalent of six São Paulos every year. This growth will largely occur in developing countries. But most governments there are ignoring the problem, says William Cobbett of the Cities Alliance, an NGO that supports initiatives such as the one launched by New York University to help cities make long-term preparations for their growth. “Whether we want it or not, urbanisation is inevitable," say specialists. “The real question is: how can we improve its quality?"


                                                                                     The Economist, June 21st 2014. Adaptado.



    Segundo William Cobbett,

    Escolha uma alternativa para a questão fbb0778e-3b
  • FBAB84E4-3B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
          Between now and 2050 the number of people living in cities will grow from 3.9 billion to 6.3 billion. The proportion of urban dwellers will swell from 54% to 67% of the world's population, according to the UN. In other words, for the next 36 years the world's cities will expand by the equivalent of six São Paulos every year. This growth will largely occur in developing countries. But most governments there are ignoring the problem, says William Cobbett of the Cities Alliance, an NGO that supports initiatives such as the one launched by New York University to help cities make long-term preparations for their growth. “Whether we want it or not, urbanisation is inevitable," say specialists. “The real question is: how can we improve its quality?"


                                                                                     The Economist, June 21st 2014. Adaptado.


    De acordo com o texto,


    Escolha uma alternativa para a questão fbab84e4-3b
  • FB60CF38-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

                                                     Capítulo CVII

                                                          Bilhete


          “Não houve nada, mas ele suspeita alguma cousa; está muito sério e não fala; agora saiu. Sorriu uma vez somente, para Nhonhô, depois de o fitar muito tempo, carrancudo. Não me tratou mal nem bem. Não sei o que vai acontecer; Deus queira que isto passe. Muita cautela, por ora, muita cautela.”


                                                         Capítulo CVIII

                                                    Que se não entende


          Eis aí o drama, eis aí a ponta da orelha trágica de Shakespeare. Esse retalhinho de papel, garatujado em partes, machucado das mãos, era um documento de análise, que eu não farei neste capítulo, nem no outro, nem talvez em todo o resto do livro. Poderia eu tirar ao leitor o gosto de notar por si mesmo a frieza, a perspicácia e o ânimo dessas poucas linhas traçadas à pressa; e por trás delas a tempestade de outro cérebro, a raiva dissimulada, o desespero que se constrange e medita, porque tem de resolver-se na lama, ou no sangue, ou nas lágrimas?


                                                               Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.

    Atente para o excerto, considerando-o no contexto da obra a que pertence. Nele, figura, primeiramente, o bilhete enviado a Brás Cubas por Virgília, na ocasião em que se torna patente que o marido da dama suspeita de suas relações adúlteras. Segue-se ao bilhete um comentário do narrador (cap. CVIII). Feito isso, considere a afirmação que segue:


    No excerto, o narrador frisa aspectos cuja presença se costuma reconhecer no próprio romance machadiano da fase madura, entre eles,


    I. o realce da argúcia, da capacidade de exame acurado das situações e da firmeza de propósito, ainda quando impliquem malignidade;


    II. a relevância da observação das relações interpessoais e dos funcionamentos mentais correspondentes;

    III. a operação consciente dos elementos envolvidos no processo de composição literária: narração, personagens, motivação, trama, intertextualidade, recepção etc.


    Está correto o que se indica em

    Escolha uma alternativa para a questão fb60cf38-3b
  • FB52D8CA-3B

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

                          Imagem da questão de Português, USP 2014, Conjunções: Relação de causa e consequência

    Considerada no contexto, a palavra sublinhada no trecho “mal seus olhos descobriram entre os utensílios a enxada” (L. 17-18) expressa ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão fb52d8ca-3b
  • FB437B91-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
          Como sabemos, o efeito de um livro sobre nós, mesmo no que se refere à simples informação, depende de muita coisa além do valor que ele possa ter. Depende do momento da vida em que o lemos, do grau do nosso conhecimento, da finalidade que temos pela frente. Para quem pouco leu e pouco sabe, um compêndio de ginásio pode ser a fonte reveladora. Para quem sabe muito, um livro importante não passa de chuva no molhado. Além disso, há as afinidades profundas, que nos fazem afinar com certo autor (e portanto aproveitá-lo ao máximo) e não com outro, independente da valia de ambos.


                                                                        Antonio Candido, “Dez livros para entender o Brasil".

                                                                                                Teoria e debate. Ed. 45, 01/07/2000. 


    Traduz uma ideia presente no texto a seguinte afirmação:


    Escolha uma alternativa para a questão fb437b91-3b
  • FB3E5088-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Examine a figura.


                                Imagem da questão de Português, USP 2014, Interpretação de Textos

                                                                             http://www.quino.com.ar/


    Os versos de Carlos Drummond de Andrade que mais adequadamente traduzem a principal mensagem da figura acima são:


    Escolha uma alternativa para a questão fb3e5088-3b
  • 00928100-39

    Português

    Grafia e Emprego de Iniciais Maiúsculas
    PUC - RJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um projeto liderado por um senador brasileiro quer colocar em prática uma nova reforma ortográfica nos países falantes da língua portuguesa. Dentre as mudanças propostas, estão a extinção da letra “h” no início de palavras e a troca de “ch” por “x”.

    A respeito disso um linguista – Carlos A. Faraco – publicou um artigo no qual manifesta seu ponto de vista sobre o fato. As frases abaixo são excertos do artigo do linguista. Avalie a relação proposta entre ambas, depois marque a alternativa CORRETA.

    A) É vandalismo ortográfico o que propõem os “simplificadores” da ortografia que contam com a simpatia de senadores da Comissão de Educação do Senado.

                                                                                    PORQUE

    B) (...) tal reforma, que afeta um volume grande de palavras, teria custos astronômicos (pense-se só na adaptação de um dicionário como o Houaiss) e efeitos educacionais e culturais desagregadores.

    I. A frase A indica que o linguista é contrário à proposta, mas B não serve de argumento para a defesa dessa tese.

    II. A frase A revela que o linguista é contrário à proposta, e a frase B serve de argumento para justificar o ponto de vista que ele defende.

    III. A frase A denota que o linguista é contrário à reforma, por isso ela funciona como argumento para defesa do ponto de vista apresentado em B.
    Assinale a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 00928100-39
  • 994B5FD6-35

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à  questão.


                                                 Urban Development – Solid Waste Management


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Ask a mayor of a developing country city about his or her most pressing problems, and solid waste management generally will be high on the list. For many cities, solid waste management is their single largest budget item and largest employer.

       It is also a critical matter of public health, environmental quality, quality of life, and economic development. A city that cannot effectively manage its waste is rarely able to manage more complex services such as health, education or transportation. And no one wants to live in a city surrounded by garbage.

       As the world urbanizes, the situation is becoming more acute. More people mean more garbage, especially in fastgrowing cities where the bulk of waste is generated. We estimate that cities currently generate roughly 1.3 billion tonnes of solid waste per year; with current urbanization trends, this figure will grow to 2.2 billion tonnes per year by 2025 – an increase of 70 percent.

       Managing waste will also become more expensive. Expenditures that today total $205 billion will grow to $375 billion. The cost impacts will be most severe in low income countries already struggling to meet basic social and infrastructure needs, particularly for their poorest residents.

           Because it is such a major issue, waste management also represents a great opportunity for cities. Managed well, solid waste management practices can reduce greenhouse gas emission levels in a city, including short-lived climate pollutants that are far more potent than carbon dioxide. A city's ability to keep solid waste out of drainage ditches can also influence whether a neighborhood floods after a heavy storm.

                                                                                                                             (www.worldbank.org. Adaptado.)

    No trecho do terceiro parágrafo – this figure will grow –, a palavra figure refere-se, no texto, a
    Escolha uma alternativa para a questão 994b5fd6-35
  • 99404266-35

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à  questão.


                                                 Urban Development – Solid Waste Management


    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Ask a mayor of a developing country city about his or her most pressing problems, and solid waste management generally will be high on the list. For many cities, solid waste management is their single largest budget item and largest employer.

       It is also a critical matter of public health, environmental quality, quality of life, and economic development. A city that cannot effectively manage its waste is rarely able to manage more complex services such as health, education or transportation. And no one wants to live in a city surrounded by garbage.

       As the world urbanizes, the situation is becoming more acute. More people mean more garbage, especially in fastgrowing cities where the bulk of waste is generated. We estimate that cities currently generate roughly 1.3 billion tonnes of solid waste per year; with current urbanization trends, this figure will grow to 2.2 billion tonnes per year by 2025 – an increase of 70 percent.

       Managing waste will also become more expensive. Expenditures that today total $205 billion will grow to $375 billion. The cost impacts will be most severe in low income countries already struggling to meet basic social and infrastructure needs, particularly for their poorest residents.

           Because it is such a major issue, waste management also represents a great opportunity for cities. Managed well, solid waste management practices can reduce greenhouse gas emission levels in a city, including short-lived climate pollutants that are far more potent than carbon dioxide. A city's ability to keep solid waste out of drainage ditches can also influence whether a neighborhood floods after a heavy storm.

                                                                                                                             (www.worldbank.org. Adaptado.)

    Segundo o texto, a gestão de resíduos sólidos
    Escolha uma alternativa para a questão 99404266-35