Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 61 de 202.

  • 793474EE-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    According to the first paragraph, the author reveals that he first got interested in the literary fantasy genre
    Escolha uma alternativa para a questão 793474ee-06
  • 78DA6D11-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Para o autor do texto, a comparação à literatura configura
    Escolha uma alternativa para a questão 78da6d11-06
  • 78C402E8-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    Em seu conjunto, a terceira estrofe revela uma preocupação de natureza
    Escolha uma alternativa para a questão 78c402e8-06
  • 78B92B1B-06

    Português

    Denotação e Conotação
    Centro Universitário São Camilo · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    No contexto do poema, o verso “Parodiar o sol e associar-se à lua” (1a estrofe) expressa,
    Escolha uma alternativa para a questão 78b92b1b-06
  • CB72D973-02

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read the comic strip bellow and answer question:

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


    According to the comic strip, choose the best alternative:



    Escolha uma alternativa para a questão cb72d973-02
  • CB576F10-02

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão

    Imagem da questão de Literatura, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Escolas Literárias

    Considere as afirmações abaixo.


    I. Os estados subjetivos da consciência, as impressões sombrias da alma, o hermetismo, o apelo aos sentidos e uma atmosfera permeada por fortes símbolos religiosos ajudam a definir o tom simbolista do poema.

    II. A referência a elementos religiosos no poema é sem dúvida uma impregnação do nacionalismo tardo-romântico na obra de Cruz e Sousa, pois tais referências são uma forma de fixar a identidade nacional nos versos de “Siderações”.

    III. A visão de mundo em “Siderações” se baseia no conhecimento mais avançado da astronomia da sua época, fundamentando a vertente simbolista brasileira com a objetividade do discurso especializado da ciência do final do século XIX.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão cb576f10-02
  • CB4EC4ED-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb4ec4ed-02
  • CB4BC260-02

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Coesão e coerência

    Considere as seguintes afirmações sobre o texto.

    I. O pronome isso (linha 03) refere-se ao que é afirmado anteriormente.
    II. A forma verbal sustentariam (linha 08) apresenta um tempo que denota ideia de possibilidade, de algo possível, mas não efetivamente certo.
    III. A partícula si (linha 13) refere-se à expressão inteligência artificial.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb4bc260-02
  • CB42E428-02

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Figuras de Linguagem

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cb42e428-02
  • CB401137-02

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    Sobre o texto é correto afirmar que a função da linguagem predominante é a:
    Escolha uma alternativa para a questão cb401137-02
  • 6B4C5E24-01

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Read the following strip and answer question:



    SOURCE: http://www.englishact.com.br/2018/04/calvin-and-hobbes-comic-strips.html access on Oct 7th, 2019.

    From the strip we can infer that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6b4c5e24-01
  • 6B3992D6-01

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho abaixo é um fragmento do capítulo de abertura do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.

    A partir da leitura do trecho de abertura do romance Memórias Póstumas de Brás Cubas, indique qual característica elencada abaixo está completamente ausente do trecho.
    Escolha uma alternativa para a questão 6b3992d6-01
  • 6B22E7D0-01

    Português

    Artigos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Artigos

    Assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão 6b22e7d0-01
  • 6B1BC137-01

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa correta sobre o texto
    Escolha uma alternativa para a questão 6b1bc137-01
  • 6B101098-01

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Presbiteriana Mackenzie 2019, Interpretação de Textos

    Depreende-se corretamente da leitura do texto que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6b101098-01
  • 82D28F99-FF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Science Education in the United States of America

    (Audrey B. Champagne.)

        Science education in the United States of America is in the midst of an unprecedented reform movement-unprecedented because the movement is driven by national standards developed with support from the federal government. The standards for science education are redefining the character of science education from kindergarten to the postgraduate education of scientists and science teachers. Unlike the education in most countries of the world, education of students in kindergarten through grade twelve in the United States is not the responsibility of the federal government but is controlled by the individual states. States have the right to regulate all elements of the curriculum-the content all students are expected to learn, the structural organization of programs across all grades, the structural organization of the yearly curriculum in each subject, teaching methods, and textbooks. Historically, and even now, the states jealously guard all their rights and resist efforts by the federal government to exercise control over matters that are the responsibility of the states. The federal government's involvement in education has been to identify matters of national priority and to provide funds and other resources to the states to meet the national priorities. So, for instance, in the late 1960s and early 1970s, when the United States felt that its perceived preeminence in scientific research and its national safety were threatened, science education was identified as a national priority. The primary purpose of the federal government's initiatives was to encourage and upgrade the science education of young people who would become practicing scientists. This effort was not perceived by the states as an erosion of their rights because it was a response to a threat to the nation and was targeted on the science education of a relatively few students. The current situation is quite different.
        The federal government's underwriting of the development of national standards for education has the potential for shifting the control of the curriculum from the states to the federal government. This initiative, supported by the National Association of Governors, is the result of the concern of political, business and industrial leaders with the poor quality of education across the nation and with the effect this poor quality has on the U.S. position in the world economy. The goal of the standards movement from the prospective of political, business, and industrial leaders is to strengthen education so that the schools will produce graduates with the knowledge and skills required of them to be productive in the workplace.
       The pedagogy and attitudes of many teachers and professors alike has been that science is for the few. So little concern or effort was applied to make science interesting or to make learning it easy. Consequently, only highly motivated and highly intelligent students survived science courses. Thus it appears education in the natural sciences develops individuals who reason well, are critical thinkers, are creative problem solvers-in short, are intelligent. But, we must ask, does education in the natural sciences produce smarter people or do smart people survive science as it is taught? While historically the answer to the question may well have been survival, the national standards are based on the beliefs that science is for all and can produce smarter people.

    (Available: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ608194.pdf. Adapted.)
    The goal of the standards movement is to:
    Escolha uma alternativa para a questão 82d28f99-ff
  • 82C7052D-FF

    Inglês

    Palavras conectivas | Connective words
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Science Education in the United States of America

    (Audrey B. Champagne.)

        Science education in the United States of America is in the midst of an unprecedented reform movement-unprecedented because the movement is driven by national standards developed with support from the federal government. The standards for science education are redefining the character of science education from kindergarten to the postgraduate education of scientists and science teachers. Unlike the education in most countries of the world, education of students in kindergarten through grade twelve in the United States is not the responsibility of the federal government but is controlled by the individual states. States have the right to regulate all elements of the curriculum-the content all students are expected to learn, the structural organization of programs across all grades, the structural organization of the yearly curriculum in each subject, teaching methods, and textbooks. Historically, and even now, the states jealously guard all their rights and resist efforts by the federal government to exercise control over matters that are the responsibility of the states. The federal government's involvement in education has been to identify matters of national priority and to provide funds and other resources to the states to meet the national priorities. So, for instance, in the late 1960s and early 1970s, when the United States felt that its perceived preeminence in scientific research and its national safety were threatened, science education was identified as a national priority. The primary purpose of the federal government's initiatives was to encourage and upgrade the science education of young people who would become practicing scientists. This effort was not perceived by the states as an erosion of their rights because it was a response to a threat to the nation and was targeted on the science education of a relatively few students. The current situation is quite different.
        The federal government's underwriting of the development of national standards for education has the potential for shifting the control of the curriculum from the states to the federal government. This initiative, supported by the National Association of Governors, is the result of the concern of political, business and industrial leaders with the poor quality of education across the nation and with the effect this poor quality has on the U.S. position in the world economy. The goal of the standards movement from the prospective of political, business, and industrial leaders is to strengthen education so that the schools will produce graduates with the knowledge and skills required of them to be productive in the workplace.
       The pedagogy and attitudes of many teachers and professors alike has been that science is for the few. So little concern or effort was applied to make science interesting or to make learning it easy. Consequently, only highly motivated and highly intelligent students survived science courses. Thus it appears education in the natural sciences develops individuals who reason well, are critical thinkers, are creative problem solvers-in short, are intelligent. But, we must ask, does education in the natural sciences produce smarter people or do smart people survive science as it is taught? While historically the answer to the question may well have been survival, the national standards are based on the beliefs that science is for all and can produce smarter people.

    (Available: https://files.eric.ed.gov/fulltext/EJ608194.pdf. Adapted.)
    “Thus” (L52) introduces a/an:
    Escolha uma alternativa para a questão 82c7052d-ff
  • 82283F97-FF

    Literatura

    Barroco
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considerando os estilos literários e as informações correspondentes, relacione adequadamente as colunas a seguir.

    I. Barroco.
    II. Realismo.
    III. Classicismo.
    IV. Romantismo.
    V. Modernismo.

    ( ) Predomina o determinismo: o indivíduo de nada vale, existem leis universais que regem a história, a sociedade e o homem.
    ( ) Tem como características, dentre outras, a defesa da pátria e da liberdade, o mal do século e o sentimentalismo.
    ( ) Termina junto com a 2ª Guerra; tem como características o ataque à arte tradicional, o desejo de renovar e nacionalizar a arte brasileira.

    A sequência está correta em
    Escolha uma alternativa para a questão 82283f97-ff
  • 82205DEF-FF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Capítulo XXXVIII: Que Susto, Meu Deus!

    Quando Pádua, vindo pelo interior, entrou na sala de visitas, Capitu, em pé, de costas para mim, inclinada sobre a costura, como a recolhê-la, perguntava em voz alta:
    — Mas, Bentinho, que é protonotário apostólico?
    — Ora, vivam! exclamou o pai.
    — Que susto, meu Deus!
    Agora é que o lance é o mesmo; mas se conto aqui, tais quais, ou dois lances de há quarenta anos, é para mostrar que Capitu não se dominava só em presença da mãe; o pai não lhe meteu mais medo. No meio de uma situação que me atava a língua, usava da palavra com a maior ingenuidade deste mundo. A minha persuasão é que o coração não lhe batia mais nem menos. Alegou susto, e deu à cara um ar meio enfiado; mas eu, que sabia tudo, vi que era mentira e fiquei com inveja. Foi logo falar ao pai, que apertou a minha mão, e quis saber por que a filha falava em protonotário apostólico. Capitu repetiu-lhe o que ouvira de mim, e opinou logo que o pai devia ir cumprimentar o padre em casa dele; ela iria à minha. E coligindo os petrechos da costura, enfiou pelo corredor, bradando infantilmente:
    — Mamãe, jantar, papai chegou!

    (Machado de Assis – Dom Casmurro.)

    O romance realista machadiano alcançou grande destaque na literatura, sendo Machado de Assis reconhecido como o autor que marcou o início do Realismo no Brasil, em 1881.

    De acordo com o trecho, é possível reconhecer em sua obra:
    Escolha uma alternativa para a questão 82205def-ff
  • 820F1650-FF

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    De acordo com o contexto, o elemento destacado em “Mas inócuo para prevenção de fato.” (2º§) tem o seu significado corretamente expresso em:
    Escolha uma alternativa para a questão 820f1650-ff