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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 68 de 202.

  • 6493C6E1-FD

    Literatura

    Teoria Literária
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    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

    3 DE MAIO... Fui na feira da Rua Carlos de Campos, catar qualquer coisa. Ganhei bastante verdura. Mas ficou sem efeito, porque eu não tenho gordura. Os meninos estão nervosos por não ter o que comer.

    6 DE MAIO [...] ...O que eu aviso aos pretendentes a politica, é que o povo não tolera a fome. É preciso conhecer a fome para saber descrevê-la.

    9 DE MAIO... Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: Faz de conta que eu estou sonhando.

    10 DE MAIO... [...] O tenente interessou-se pela educação dos meus filhos. Disse-me que a favela é um ambiente propenso, que as pessoas tem mais possibilidades de delinquir do que tornar-se util a patria e ao país. Pensei: Se ele sabe disto, porque não faz um relatorio e envia para os politicos? O senhor Janio Quadros, o Kubstchek e o Dr. Adhemar de Barros? Agora falar para mim, que sou uma pobre lixeira. Não posso resolver nem as minhas dificuldades. ... O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome também é professora. Quem passa fome aprende a pensar no proximo, e nas crianças.

    16 DE MAIO Eu amanheci nervosa. Porque eu queria ficar em casa, mas eu não tinha nada para comer.
    ... Eu não ia comer porque o pão era pouco. Será que é só eu que levo esta vida? O que posso esperar do futuro? Um leito em Campos do Jordão. Eu quando estou com fome quero matar o Janio, quero enforcar o Adhemar e queimar o Juscelino. As dificuldades corta o afeto do povo pelos politicos.

    Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1983, p. 25-29. (fragmento).
    Assinale a alternativa CORRETA. No fragmento de Quarto de despejo, Carolina Maria de Jesus apresenta um olhar
    Escolha uma alternativa para a questão 6493c6e1-fd
  • 6491123C-FD

    Literatura

    Teoria Literária
    UFT · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

           Corpo meu corpo corpo
    que tem um nariz assim uma boca
    dois olhos
    e um certo jeito de sorrir
    de falar
    que minha mãe identifica como sendo de seu filho
    que meu filho identifica
    como sendo de seu pai

    corpo que se para de funcionar provoca
    um grave acontecimento na família:
    sem ele não há José Ribamar Ferreira
    não há Ferreira Gullar

    e muitas pequenas coisas acontecidas no planeta
    estarão esquecidas para sempre

    corpo-facho corpo-fátuo corpo-fato
    [...]
    meu corpo nascido numa porta-e-janela da Rua dos Prazeres
    ao lado de uma padaria
    sob o signo de Virgo
    sob as balas do 24º BC
    na revolução de 30
    e que desde então segue pulsando como um relógio
    num tic tac que não se ouve
    (senão quando se cola o ouvido à altura do meu coração)
    tic tac tic tac

    Fonte: GULLAR, Ferreira. Poema Sujo. São Paulo: Círculo do Livro, 1980, p. 11-
    13. (fragmento). 
    Sobre o fragmento do Poema Sujo, de Ferreira Gullar, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 6491123c-fd
  • 647BD570-FD

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Funções morfossintáticas da palavra QUE



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Considere a assertiva: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer'' (6º parágrafo). O elemento, em destaque, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 647bd570-fd
  • 64788E0F-FD

    Português

    Morfologia - Pronomes
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Morfologia - Pronomes



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Sobre o emprego dos pronomes, analise as afirmativa.


    I. Em: "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter [...]‖, ocorre próclise, pois o elemento destacado pode ser empregado no início da frase, em função da linguagem coloquial.

    II. Em: "[...] afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]", o elemento destacado é pronome indefinido e equivale a "em que, no qual" .

    III. Em: "Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada [...]" , ocorre ênclise, já que o pronome está após o verbo.

    IV. Em: "Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá" , o elemento destacado é pronome indefinido.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 64788e0f-fd
  • 6475BFCD-FD

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Sobre os vocábulos: ''incomum'' e ''insegurança'', presentes no texto II, analise as afirmativas.


    I. Nos vocábulos, o prefixo "in-" denota sentido de negação.

    II. Os vocábulos passaram por derivação parassintética, com a anexação concomitante de afixos aos substantivos.

    III. Os vocábulos são formados pelo processo de derivação, ou seja, quando se obtém uma palavra nova (derivada), pela anexação de afixos à palavra primitiva.

    IV. Na formação dos vocábulos, ambos sofreram alterações em sua estrutura pelos prefixos, provocadas pelo fenômeno da assimilação.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 6475bfcd-fd
  • 64713802-FD

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

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    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Sobre as temáticas retratadas nos textos I e II, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 64713802-fd
  • 646E6397-FD

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 646e6397-fd
  • 646A74E9-FD

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 646a74e9-fd
  • 6464D6A3-FD

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa CORRETA sobre as informações apresentadas no texto I.
    Escolha uma alternativa para a questão 6464d6a3-fd
  • F5D2C4E6-FC

    Inglês

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    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “largely due to a ‘social comparison’ phenomenon”, a expressão sublinhada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão f5d2c4e6-fc
  • F5CAFCA1-FC

    Inglês

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    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    According to the second paragraph, the paper published by researchers of the University of Pennsylvania showed that
    Escolha uma alternativa para a questão f5cafca1-fc
  • F5C7F1F7-FC

    Inglês

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    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    According to the second paragraph, the excessive use of social-media raises questions about
    Escolha uma alternativa para a questão f5c7f1f7-fc
  • F5B62CB6-FC

    Inglês

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    Examine o quadrinho de Peter Steiner para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (https://condenaststore.com)

    The cartoon means that
    Escolha uma alternativa para a questão f5b62cb6-fc
  • F5959AB9-FC

    Português

    Interpretação de Textos
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    O lema do carpe diem sintetiza expressivamente o motivo de se aproveitar o presente, já que o futuro é incerto. Tal lema manifesta-se mais explicitamente nos seguintes versos de Tomás Antônio Gonzaga:
    Escolha uma alternativa para a questão f5959ab9-fc
  • 3F9236EA-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    PRAY WITH THE POPE, FROM YOUR IPHONE
        "Click to pray" are not words you'd expect to come out of the pope's mouth.
        But that's what onlookers heard during the traditional Sunday address from Pope Francis, as he introduced ClickToPray, an app for communal prayer aimed at young people.
       "The Internet and social media are a resource of our time," the pope said. From a balcony overlooking St. Peter's Square, Francis then gestured to a tablet. Father Frédéric Fornos, international director of the pope's Worldwide Prayer Network, held up the device for the crowd to see.
        "Here," Francis said, "I'll insert the intentions and the prayer requests for the mission of the Church." He tapped the screen several times before glancing up at Fornos.
        "Did I do it?" he asked.
        The pope has made earnest efforts to embrace technology, tweeting frequently and calling the Web "a gift from God." Now he's given his followers a convenient way to turn on their smart devices and see what the leader of the Catholic Church is praying for at any given time.
        "Pray every day," reads the app when it opens. "Pray together with others. Give to the community."
          More than 18,000 people have clicked on the pope's prayer intention for January. The prayer, "Young People and the Example of Mary," focuses on young Catholics, especially in Latin America.         But the app is more democratic than the pope's Sunday address, with a timeline of prayers from other users that you can scroll through, similar to a social media feed. People write prayers for weddings, celebrations, illnesses and more, and others can click to pray with them or leave a comment.
           A prayer in English asks for employment "where I can make a difference," while another in Italian seeks an end to international borders. Prayers in Spanish, French, Portuguese and German have also been posted to the app, ranging from precise requests to generic expressions of love and fraternity.
           In his address, Pope Francis specifically called on young people to download the app. The pope has long sought to make the Church relevant for younger generations, as the proportion of Catholics declines across the world. […]

    Available at: https://www.npr.org/2019/01/20/687001314/pray-with-the-pope-fromyour-iphone 
    According to the text, it is INCORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f9236ea-fc
  • 3F8C71A5-FC

    Inglês

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    PRAY WITH THE POPE, FROM YOUR IPHONE
        "Click to pray" are not words you'd expect to come out of the pope's mouth.
        But that's what onlookers heard during the traditional Sunday address from Pope Francis, as he introduced ClickToPray, an app for communal prayer aimed at young people.
       "The Internet and social media are a resource of our time," the pope said. From a balcony overlooking St. Peter's Square, Francis then gestured to a tablet. Father Frédéric Fornos, international director of the pope's Worldwide Prayer Network, held up the device for the crowd to see.
        "Here," Francis said, "I'll insert the intentions and the prayer requests for the mission of the Church." He tapped the screen several times before glancing up at Fornos.
        "Did I do it?" he asked.
        The pope has made earnest efforts to embrace technology, tweeting frequently and calling the Web "a gift from God." Now he's given his followers a convenient way to turn on their smart devices and see what the leader of the Catholic Church is praying for at any given time.
        "Pray every day," reads the app when it opens. "Pray together with others. Give to the community."
          More than 18,000 people have clicked on the pope's prayer intention for January. The prayer, "Young People and the Example of Mary," focuses on young Catholics, especially in Latin America.         But the app is more democratic than the pope's Sunday address, with a timeline of prayers from other users that you can scroll through, similar to a social media feed. People write prayers for weddings, celebrations, illnesses and more, and others can click to pray with them or leave a comment.
           A prayer in English asks for employment "where I can make a difference," while another in Italian seeks an end to international borders. Prayers in Spanish, French, Portuguese and German have also been posted to the app, ranging from precise requests to generic expressions of love and fraternity.
           In his address, Pope Francis specifically called on young people to download the app. The pope has long sought to make the Church relevant for younger generations, as the proportion of Catholics declines across the world. […]

    Available at: https://www.npr.org/2019/01/20/687001314/pray-with-the-pope-fromyour-iphone 
    In accordance with the text, it is CORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f8c71a5-fc
  • 3F836E6A-FC

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia os três poemas da obra As tocantinas, de Célio Pedreira, para responder a QUESTÃO.

    Meio dia

    Melhor trilha de morrência
    nessa beira do rio
    é estar-se rede
    de quieto balançar.

    Os calangos no quintal
    a rala sombra do pé de mamona
    imóveis a pulsar a terra.

    A vida esconde
    numa pausa morna
    breve e boa.

    Silêncio melhor para o nada
    feito querer ausente
    e a cidade dizendo um solapino.


    Canoeiro

    Um olhar
    fica na margem do rio.
    Outro olhar vai
    alcançar a possibilidade
    de semear estrelas
    acordar horizontes.


    Pinguela

    Antes da gente
    era a curva do rio
    cuidando as lonjuras.

    E a gente
    simples andorinhas
    passíveis de azul
    na tarde veloz.

    Bulindo em correntezas
    como fosse hábeis sem rumo
    ou esquecidos dele.

    Ainda dissipa o dia
    e seu aroma desenterra-me
    em conta-gotas
    nas inumeráveis utopias
    que descuidei nosso rio.

    Fonte: PEDREIRA, Célio. As tocantinas. Palmas, TO: Universidade Federal do Tocantins/EDUFT, 2014.


    A partir da leitura dos três poemas, analise as alternativas e assinale a opção INCORRETA. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3f836e6a-fc
  • 3F7FA275-FC

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o fragmento de Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, e observe a imagem para responder a QUESTÃO.


    ...As oito e meia da noite eu já estava na favela respirando o odor dos excrementos que mescla com o barro podre. Quando estou na cidade tenho a impressão que estou na sala de visita com seus lustres de cristais, seus tapetes de viludos, almofadas de sitim. E quando estou na favela tenho a impressão que sou um objeto fora de uso, digno de estar num quarto de despejo.
    (...)

    Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, Ática, 2000, p. 33.

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos

    Em relação ao fragmento do romance de Carolina Maria de Jesus e à imagem, é CORRETO afirmar que ambos:
    Escolha uma alternativa para a questão 3f7fa275-fc
  • 3F7B17EA-FC

    Português

    Interpretação de Textos
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    Leia o fragmento do início da parte II de O tronco, do goiano Bernardo Élis, para responder a QUESTÃO.


    (...) O sertão é triste e feio em julho, as queimadas borrando o céu de fumaça, a vegetação já amarelecida, crestada pelo sol e pelo fogo, as árvores despidas de suas folhas pelo rigor da seca. Pelos ermos e descampados o vento galopa seu febrento bafo de morte, arrastando folhas secas, levantando a poeira fina, erguendo-a nos espaços em funis de redemunhos. (...)


    Fonte: ÉLIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 61.


    De acordo com o fragmento de O tronco, é CORRETO afirmar que o autor apresenta

    Escolha uma alternativa para a questão 3f7b17ea-fc