Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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4.021 questões encontradas. Mostrando a página 8 de 202.

  • C5E3427F-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.


    “Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias ‘revolucionárias’ como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.”


    O emprego das aspas na palavra em destaque no trecho tem por finalidade 

    Escolha uma alternativa para a questão c5e3427f-cc
  • C5E04173-CC

    Português

    Sintaxe
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Releia o trecho a seguir.

    “A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente.

    A função da oração subordinada em destaque no período é
    Escolha uma alternativa para a questão c5e04173-cc
  • C5DD9C00-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    No artigo, os autores procuram sustentar sua tese a partir de diferentes estratégias argumentativas.

    Considerando os critérios de pertinência, relevância, coerência e consistência, pode‑se concluir que os argumentos utilizados são
    Escolha uma alternativa para a questão c5dd9c00-cc
  • C5DAC580-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A progressão dos argumentos no texto é construída principalmente a partir da
    Escolha uma alternativa para a questão c5dac580-cc
  • C5D858CA-CC

    Português

    Interpretação de Textos
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    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    Os autores destacam no artigo cinco aspectos que contrapõem a defesa de “ideias disruptivas”.


    O terceiro e o quinto aspectos relacionam‑se na medida em que

    Escolha uma alternativa para a questão c5d858ca-cc
  • C5D41014-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder à questão.


    TEXTO I


    Inovação em saúde: os caminhos da evolução



    No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta o desafio de atender mais de 140 milhões de pessoas com recursos limitados, o que impulsiona a busca por inovação. Contudo, apesar dos investimentos em tecnologias “revolucionárias” como inteligência artificial para diagnósticos ou blockchain para prontuários, muitas dessas soluções fracassam na prática.


    Esse insucesso não é exclusivo do Brasil, sendo um padrão global onde a tecnologia perfeita falha devido à implementação inadequada. Como afirmou Atul Gawande, “a maior barreira para a inovação em saúde não é a tecnologia, mas sua adoção”.


    Com base em quase uma década de experiência em tecnologia na saúde brasileira, identificamos cinco verdades ignoradas por quem propõe “ideias disruptivas”.


    A primeira delas é que a saúde avança na velocidade da confiança, não da inovação. Profissionais de saúde têm receio de errar em algo que pode custar vidas, exigindo validação científica e segurança para pacientes. No Brasil, essa barreira é maior devido ao acesso desigual à informação e à desconfiança institucional. Eric Topol resume: “Não se trata de resistência à mudança. Trata‑se de cautela diante de algo que mexe com vidas”.


    Em segundo lugar, a integração sempre vence a inovação. Uma ferramenta, por mais genial que seja, será abandonada se não se integrar aos sistemas existentes do SUS, prontuários eletrônicos ou ao fluxo de trabalho dos profissionais. Leana Wen compara: “Tecnologia que não se encaixa no dia a dia do profissional é como uma receita médica que ninguém segue”.


    O terceiro ponto é que o “fator legal” não define o sucesso, mas o uso real sim. Um aplicativo pode ser impressionante em demonstrações, mas se os usuários reais — enfermeiros, técnicos, médicos — o considerarem difícil de usar, não o adotarão. Clayton Christensen defende: “As melhores inovações não são as mais complexas, mas as que resolvem problemas reais, de forma simples e eficaz”.


    Um quarto fator a se considerar é que o reembolso define tudo. Mesmo a melhor plataforma de telemedicina será ignorada se não houver um código de cobrança reconhecido por órgãos reguladores ou operadoras de planos de saúde. David Blumenthal afirma: “Nenhuma inovação sobrevive sem um modelo financeiro claro. A saúde não é uma startup de apps sociais”.


    Por fim, as lideranças clínicas são o motor da mudança. É essencial ter aliados internos — médicos, enfermeiros, coordenadores engajados. Eles só se envolvem se a tecnologia resolver um problema real e imediato. Danielle Ofri destaca: “Os médicos não resistem à tecnologia. Resistem a tecnologias que tornam seu trabalho mais difícil”.


    A lição para o Brasil é que devemos focar em soluções evolutivas que respeitem o ritmo e as necessidades do sistema existente. Inovações devem ser construídas com os profissionais de saúde, priorizando integração e simplicidade e com um modelo de negócios sustentável.


    CERRI, Giovanni Guido; MORAES, Fabio Ynoe de. Inovação em saúde: os caminhos da evolução. Folha de S.Paulo. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/07/inovacao-em-saude-oscaminhos-da-evolucao.shtml. Acesso em: 2 set. 2025 (adaptado).

    A partir da análise dos procedimentos argumentativos empregados, pode‑se inferir que o objetivo central desse texto é
    Escolha uma alternativa para a questão c5d41014-cc
  • EC6E20AA-CC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.


    Abstract


    Rare diseases are diseases that affect fewer than 1 in 2,000 people. Due to their rarity, it can be extremely challenging for doctors to diagnose these diseases in their patients — it often takes 6 – 8 years for some patients to get a diagnosis. Even though they are uncommon, rare diseases still have a significant impact on families and communities and need greater attention. Fatal familial insomnia (FFI) is a rare disease that affects the brain and gradually reduces a person’s ability to sleep. FFI gets worse over time and causes severe complications. There is currently no cure for FFI, so more research is crucial — not only for understanding FFI but also for unlocking potential treatments for other rare diseases. Rare disease research brings hope for a better future to those living with FFI and other rare conditions.


    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/frym.2025.1523273. Accessed on: Aug 2nd, 2025.

    As used in the abstract, what is the best definition for the word diagnose?
    Escolha uma alternativa para a questão ec6e20aa-cc
  • EC6B660C-CC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUCTION: Read the following text to answer the question.


    Abstract


    Rare diseases are diseases that affect fewer than 1 in 2,000 people. Due to their rarity, it can be extremely challenging for doctors to diagnose these diseases in their patients — it often takes 6 – 8 years for some patients to get a diagnosis. Even though they are uncommon, rare diseases still have a significant impact on families and communities and need greater attention. Fatal familial insomnia (FFI) is a rare disease that affects the brain and gradually reduces a person’s ability to sleep. FFI gets worse over time and causes severe complications. There is currently no cure for FFI, so more research is crucial — not only for understanding FFI but also for unlocking potential treatments for other rare diseases. Rare disease research brings hope for a better future to those living with FFI and other rare conditions.


    Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/frym.2025.1523273. Accessed on: Aug 2nd, 2025.

    Which of the following is the best summary of the abstract?
    Escolha uma alternativa para a questão ec6b660c-cc
  • EC68BBF2-CC

    Literatura

    Escolas Literárias
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    O senhor tolere, isto é o sertão. Uns querem que não seja: que situado sertão é por os campos‑gerais a fora a dentro, eles dizem, fim de rumo, terras altas, demais do Urucúia. Toleima. Para os de Corinto e do Curvelo, então, o aqui não é dito sertão? Ah, que tem maior! Lugar sertão se divulga: é onde os pastos carecem de fechos; onde um pode torar dez, quinze léguas, sem topar com casa de morador; e onde criminoso vive seu cristo‑jesus, arredado do arrocho de autoridade. O Urucúia vem dos montões oestes. Mas, hoje, que na beira dele, tudo dá — fazendões de fazendas, almargem de vargens de bom render, as vazantes; culturas que vão de mata em mata, madeiras de grossura, até ainda virgens dessas lá há. O gerais corre em volta. Esses gerais são sem tamanho. Enfim, cada um o que quer aprova, o senhor sabe: pão ou pães, é questão de opiniães… O sertão está em toda a parte.

    ROSA, João Guimarães. Grande sertão: veredas. 22. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.

    Esse fragmento do romance exemplifica uma característica da terceira geração modernista ao
    Escolha uma alternativa para a questão ec68bbf2-cc
  • EC65E165-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Espelho

    Por acaso, surpreendo‑me no espelho: quem é esse
    Que me olha e é tão mais velho do que eu?
    Porém, seu rosto... é cada vez menos estranho...
    Meu Deus, Meu Deus... Parece
    Meu velho pai — que já morreu!
    Como pude ficarmos assim?
    Nosso olhar — duro — interroga:
    “O que fizeste de mim?!”

    QUINTANA, Mario. Disponível em: https://anfipmg.org.br/literarios/o-velho-do-espelho-mario-quintana/. Acesso em: 5 set. 2025. [Fragmento]

    A mudança da voz poética, do singular para o plural, relaciona‑se à
    Escolha uma alternativa para a questão ec65e165-cc
  • EC6325C3-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em: https://www.tumblr.com/tirasarmandinho/tagged/medicina. Acesso em: 5 set. 2025

    A tirinha apresenta uma proposta reflexiva ao
    Escolha uma alternativa para a questão ec6325c3-cc
  • EC5B48F9-CC

    Português

    Morfologia - Verbos
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

    Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
    Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
    Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
    Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
    Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
    A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
    O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

    TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
    Tendo em vista o discurso jornalístico do texto, a predominância de determinado tempo e modo verbal em sua construção tem como finalidade
    Escolha uma alternativa para a questão ec5b48f9-cc
  • EC58AA63-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

    Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
    Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
    Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
    Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
    Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
    A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
    O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

    TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
    No trecho “sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios”, a expressão em destaque poderia ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão ec58aa63-cc
  • EC537E00-CC

    Português

    Interpretação de Textos
    FAME · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista

    Se os padrões de beleza mudam ao longo da história, a busca por se encaixar nesses padrões é algo que perpassa gerações. Estar bem esteticamente não é um desejo recente. E, seja por pressão externa, por uma vontade individual ou por preocupação com a saúde, estar “dentro do peso” é uma das principais questões estéticas atualmente.
    Hoje, no Brasil, mais da metade da população sofre com excesso de peso. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do IBGE (2020), 60,3% dos brasileiros com 18 anos ou mais têm sobrepeso, e 25,9% são obesos. Esses números ajudam a explicar o apelo crescente por soluções rápidas, como canetas emagrecedoras.
    Embora tenham sido desenvolvidas para o tratamento de diabetes tipo 2, algumas dessas medicações foram aprovadas pela Anvisa também para o tratamento da obesidade.
    Esses medicamentos atuam diretamente no sistema nervoso central, reduzindo o apetite, aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago. Com isso, o paciente tende a ingerir menos calorias, o que pode resultar em uma perda de peso significativa.
    Mas, por trás dos resultados promissores, está um alerta que não pode ser ignorado: sem acompanhamento médico, o uso dessas medicações pode trazer efeitos colaterais sérios e frustrar o processo de emagrecimento. […] Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômitos, dor abdominal, constipação e até episódios de hipoglicemia. O uso sem prescrição também aumenta o risco de doses inadequadas e da falsa sensação de que o medicamento, por si só, resolve o problema.
    A medicação pode ser uma aliada, mas precisa estar inserida em um plano de tratamento completo.
    O ideal, segundo os profissionais da saúde, é contar com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médico, nutricionista, educador físico e psicólogo. Isso é especialmente importante em casos de obesidade, em que os fatores emocionais e comportamentais também impactam diretamente no peso.

    TEMPO MED. Emagrecimento rápido exige cautela e apoio profissional, alerta especialista. G1. Disponível em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/tempo-med/noticia/2025/07/11/emagrecimento-rapidoexige-cautela-e-apoio-profissional-alerta-especialista. ghtml. Acesso em: 5 set. 2025 (adaptado).
    O texto apresenta um fator de argumentatividade ao
    Escolha uma alternativa para a questão ec537e00-cc
  • 05931493-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        UNICEF reports that, for the first time, global childhood obesity has surpassed underweight rates, with one in ten school-aged children now obese, about 188 million worldwide. Meanwhile, one in five children under 19 years old globally, or 391 million, is overweight.

        Kids are considered overweight if they carry excess weight for their age, sex and height, while obesity is a more severe form that greatly increases the risk of serious health problems later in life. Between year 2000 and 2022, obesity rates among those aged 5 to 19 more than tripled from 3% to 9.4%, while underweight cases fell.

        The shift is driven by the rise of ultra-processed foods, which are replacing fruits, vegetables and proteins. Obesity hotspots are emerging worldwide, especially in low and middle-income countries still battling undernutrition, while wealthy nations like the United States, United Arab Emirates and Chile also show high rates. Pacific Island nations face the highest prevalence, with up to 40% of youth obese.

        The crisis is fueled by aggressive junk food marketing, with 75% of children exposed weekly. Obesity raises risks of diabetes, heart disease and cancer. UNICEF is calling for urgent restrictions on unhealthy food marketing and school bans, warning of severe health impacts for the next generation.

    Fox News. Deirdre Bardolf. 13 Sep 2025. Adapted.
    According to the text, how many school-aged children in the world are obese?
    Escolha uma alternativa para a questão 05931493-c4
  • 05907293-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        UNICEF reports that, for the first time, global childhood obesity has surpassed underweight rates, with one in ten school-aged children now obese, about 188 million worldwide. Meanwhile, one in five children under 19 years old globally, or 391 million, is overweight.

        Kids are considered overweight if they carry excess weight for their age, sex and height, while obesity is a more severe form that greatly increases the risk of serious health problems later in life. Between year 2000 and 2022, obesity rates among those aged 5 to 19 more than tripled from 3% to 9.4%, while underweight cases fell.

        The shift is driven by the rise of ultra-processed foods, which are replacing fruits, vegetables and proteins. Obesity hotspots are emerging worldwide, especially in low and middle-income countries still battling undernutrition, while wealthy nations like the United States, United Arab Emirates and Chile also show high rates. Pacific Island nations face the highest prevalence, with up to 40% of youth obese.

        The crisis is fueled by aggressive junk food marketing, with 75% of children exposed weekly. Obesity raises risks of diabetes, heart disease and cancer. UNICEF is calling for urgent restrictions on unhealthy food marketing and school bans, warning of severe health impacts for the next generation.

    Fox News. Deirdre Bardolf. 13 Sep 2025. Adapted.
    According to UNICEF, what important change regarding childhood obesity has recently occurred? 
    Escolha uma alternativa para a questão 05907293-c4
  • 05619EE3-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Se essa rua fosse minha...

        Era uma vez uma rua. As meninas brincavam de elástico e amarelinha. Os meninos, de gude e jogavam pelada. E todos, num pique, escondiam-se e pegavam bandeirinhas e colavam e subiam nos muros. Havia gente. O São João era uma festa. A alegria misturava-se aos mitos, aos medos, às amizades, aos namoros, às fofocas, às brigas, aos perdões.

        Então, deu na tevê que ninguém mais podia sair na rua, por causa de uma bactéria alienígena. Tudo arrefeceu, ao contrário do medo. As festas minguaram. O riso acabou. As ruas, vazias, atraíram a violência. Sem perceber, a geração seguinte passou a juventude inteira em casa, por medo da bactéria. E dizem que é assim até hoje.

    Disponível em <https://folhadabaixada.com.br/noticia/758/se-essa-ruafosse-minha>.
    No trecho “Sem perceber, a geração seguinte passou a juventude inteira em casa, por medo da bactéria”, é possível identificar claramente uma figura de linguagem conhecida como: 
    Escolha uma alternativa para a questão 05619ee3-c4
  • 2FEB543D-C4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Livre!

    Livre! Ser livre da matéria escrava,
    Arrancar os grilhões que nos flagelam
    E livre, penetrar nos Dons que selam
    A alma e lhe emprestam toda a etérea lava.

    Livre da humana, da terrestre bava
    Dos corações daninhos que regelam,
    Quando os nossos sentidos se rebelam
    Contra a Infâmia bifronte que deprava.

    Livre! bem livre para andar mais puro,
    Mais junto à Natureza e mais seguro
    Do seu Amor, de todas as justiças.

    Livre! para sentir a Natureza,
    Para gozar, na universal Grandeza,
    Fecundas e arcangélicas preguiças.

    Fonte: Últimos Sonetos / Cruz e Sousa. – 4. ed. rev. – Florianópolis: Ed. da UFSC, 2011.


    No poema “Livre!”, o escritor brasileiro Cruz e Souza, considerado o principal representante do Simbolismo no Brasil, expressa a busca pela liberdade não como algo concreto ou político, mas como um ideal ligado à alma, ao espírito e à elevação interior. Com base nessa leitura e nas características do Simbolismo, assinale a alternativa que apresenta um traço característico do movimento evidenciado no poema.
    Escolha uma alternativa para a questão 2feb543d-c4
  • 3DE6D62A-C4

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Choose the option that correctly completes the sentence: "The nurses ________ their routine check on the patients right now, and the doctors ________ available for consultations." 
    Escolha uma alternativa para a questão 3de6d62a-c4
  • 3DDF076C-C4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Municipal Professor Franco Montoro - São Paulo · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
        For over 35 years, Rush University Medical Center in Chicago, in United States of America, has been helping infant patients and their families through a volunteer cuddler program.

        When families are away from the hospital’s neonatal intensive care unit (NICU), volunteers comfort infants with cuddles. Families can’t be in the hospital all the time, but the babies had needs after they left. The staff understood these needs and volunteer cuddlers helped. A lot of the volunteers are parents whose children were in the NICU before. After undergoing extensive training, they are using their experiences and skills to provide other parents a sense of relief and security.

        Studies show that interactions like holding, rocking, singing, reading and talking to the infants reduce stress and pain, and they improve their overall physical health.

    Cuddlers help babies. News in Levels. 11 Aug 2025. Adapted. 
    Why do some volunteers have a unique perspective in supporting the infants and families?
    Escolha uma alternativa para a questão 3ddf076c-c4