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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 92 de 202.

  • F27BB5D8-DE

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Federal de Sergipe · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III


    Desfiles do Carnaval do Rio para deficientes auditivos

    Em 13 de Fevereiro de 2018, às 13h42min


    Aulio Nobrega não escuta nada quando centenas de músicos começam a batucar no Sambódromo do Rio de Janeiro, ou quando os milhares de foliões cantam, nem quando o público grita. Mas ele pode sentir - literalmente - sua vibração. O brasileiro de 40 anos trabalha para a TV INES, canal destinado a deficientes auditivos, onde jornalistas reportam em LIBRAS, a língua brasileira de sinais. "As vibrações são reais, consigo senti-las", explica Nobrega, que cobriu os barulhentos desfiles desta segunda-feira. (...)


    "Não escuto nada da música, realmente nada, mas sinto as vibrações. É como se fosse uma força que sinto na minha pele", disse à AFP em LIBRAS, traduzido por uma das intérpretes da TV INES.


    O Brasil tem um longo caminho para garantir a inclusão adequada aos deficientes auditivos, garante Daniela Abreu, intérprete da TV INES, que pode ouvir, mas aprendeu LIBRAS com seus pais, que são surdos. (...) QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 A TV INES entrou no ar há cinco anos, tentando atender a este público marginalizado. Seus vídeos costumam ser vistos por entre 10 mil e 13 mil pessoas, com uma audiência crescente entre os 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil. Neste ano, eles fizeram pela primeira vez a cobertura do famoso desfile do Sambódromo. "É importante para a sociedade entender que existe essa diversidade", disse Nobrega.


    (FONTE: <https://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2018/02/13/interna_internacional,937495/desfilesdo-carnaval-do-rio-para-deficientes-auditivos.shtml> Acesso em 16 Jul. 2018, às 11h36min)

    Assinale a figura de linguagem que se apresenta na frase “É como se fosse uma força que sinto na minha pele”:
    Escolha uma alternativa para a questão f27bb5d8-de
  • F273F0A0-DE

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Sergipe · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II


    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Sergipe 2018, Interpretação de Textos


    (FONTE:<http://gilmaronline.blogspot.com/2018/03/charge-fake-news.htmll> Acesso em 21 Jul. 2018, às 10h20min)

    “Em terra de cego, quem tem um olho é rei.” A expressão popular está associada ao significado da importância do conhecimento, sendo representada na charge em relação ao contexto das redes sociais. O personagem em destaque revela um diferencial em relação às pessoas que confiam cegamente em todas as notícias. Percebemos isto, visualmente e em seu discurso falado, quando notamos que ele:
    Escolha uma alternativa para a questão f273f0a0-de
  • CE6D9207-DB

    Espanhol

    Conjunções | Conjunciones
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 


    Figura 1 de 2 da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Conjunções | Conjunciones

    Figura 2 de 2 da questão de Espanhol, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Conjunções | Conjunciones

    A função das conjunçõ s “ad más” (l. 02), “s gún” (l. 15) “sino” (l. 24), na ordem em que aparecem, é
    Escolha uma alternativa para a questão ce6d9207-db
  • 93D31D46-DB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

            Fake news can distort people’s beliefs even after being debunked. A study recently published in the journal Intelligence suggests that some people may have an especially difficult time rejecting misinformation. Asked to rate a fictitious person on a range of character traits, people who scored low on a test of cognitive ability continued to be influenced by damaging information about the person even after they were explicitly told the information was false. The study is significant because it identifies what may be a major risk factor for vulnerability to fake news.

           One possible explanation for this finding is based on the theory that a person’s cognitive ability reflects how well they can regulate the contents of working memory – their “mental workspace” for processing information. First proposed by the cognitive psychologists Lynn Hasher and Rose Zacks, this theory holds that some people are more prone to “mental clutter” than other people. In other words, some people are less able to discard (or “inhibit”) information from their working memory that is no longer relevant to the task at hand, or information that has been discredited. Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably with advancing age, suggesting that older adults may also be especially vulnerable to fake news. Another reason why cognitive ability may predict vulnerability to fake news is that it correlates highly with education. Through education, people may develop meta-cognitive skills – strategies for monitoring and regulating one’s own thinking – that can be used to combat the effects of misinformation.


    (www.scientificamerican.com, 06.02.2018. Adaptado.)

    Considere o trecho do segundo parágrafo “Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably”. O termo sublinhado é empregado com o mesmo sentido em:
    Escolha uma alternativa para a questão 93d31d46-db
  • 93CF4F46-DB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

            Fake news can distort people’s beliefs even after being debunked. A study recently published in the journal Intelligence suggests that some people may have an especially difficult time rejecting misinformation. Asked to rate a fictitious person on a range of character traits, people who scored low on a test of cognitive ability continued to be influenced by damaging information about the person even after they were explicitly told the information was false. The study is significant because it identifies what may be a major risk factor for vulnerability to fake news.

           One possible explanation for this finding is based on the theory that a person’s cognitive ability reflects how well they can regulate the contents of working memory – their “mental workspace” for processing information. First proposed by the cognitive psychologists Lynn Hasher and Rose Zacks, this theory holds that some people are more prone to “mental clutter” than other people. In other words, some people are less able to discard (or “inhibit”) information from their working memory that is no longer relevant to the task at hand, or information that has been discredited. Research on cognitive aging indicates that, in adulthood, this ability declines considerably with advancing age, suggesting that older adults may also be especially vulnerable to fake news. Another reason why cognitive ability may predict vulnerability to fake news is that it correlates highly with education. Through education, people may develop meta-cognitive skills – strategies for monitoring and regulating one’s own thinking – that can be used to combat the effects of misinformation.


    (www.scientificamerican.com, 06.02.2018. Adaptado.)

    O tema central do texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 93cf4f46-db
  • 937EFE91-DB

    Português

    Figuras de Linguagem
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema “Namorados” de Manuel Bandeira (1886-1968).


    O rapaz chegou-se para junto da moça e disse:

    – Antônia, ainda não me acostumei com o seu corpo, com

                                                                               [a sua cara.


    A moça olhou de lado e esperou.

    – Você não sabe quando a gente é criança e de repente

                                                         [vê uma lagarta listada?

    A moça se lembrava:

    – A gente fica olhando...


    A meninice brincou de novo nos olhos dela.


    O rapaz prosseguiu com muita doçura:


    – Antônia, você parece uma lagarta listada.


    A moça arregalou os olhos, fez exclamações.


    O rapaz concluiu:

    – Antônia, você é engraçada! Você parece louca.

    (Estrela da vida inteira, 2009.)




    Verifica-se a ocorrência de personificação no seguinte verso:

    Escolha uma alternativa para a questão 937efe91-db
  • 937BE09F-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a fábula “A tartaruga e a águia” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?).


        Uma tartaruga pediu a uma águia que a ensinasse a voar. A ave tentou dissuadi-la:

       – Voar é completamente contrário à sua natureza.

        Mas a tartaruga suplicou e insistiu ainda mais. Então a águia pegou a tartaruga com suas garras, levou-a até bem alto no céu e depois a soltou. A tartaruga caiu nos rochedos e se espatifou.

                                                                                       (Fábulas, 2013.)


    Depreende-se leitura da fábula a seguinte moral:

    Escolha uma alternativa para a questão 937be09f-db
  • 93703EBE-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho de uma entrevista com o cineasta francês Jean Renoir (1894-1979), filho do conhecido pintor Pierre-Auguste Renoir, datada de novembro de 1958.

    Cheguei mesmo a me perguntar se toda obra humana não é provisória – mesmo um quadro, mesmo uma estátua, mesmo uma obra arquitetônica, mesmo o Partenon. Seja qual for a solidez do Partenon, o que resta dele é muito pouco e não temos nenhuma ideia do que era quando acabara de ser construído. Mesmo o que resta vai desaparecer. Talvez se consiga, a custa de tanto colocar cimento nas colunas, mantê-lo por cem anos, duzentos anos, digamos quinhentos anos, digamos mil anos. Mas, enfim, chegará um dia em que o Partenon não existirá mais. Pergunto-me se não seria mais honesto abordar a obra de arte sabendo que ela é provisória e irá desaparecer, e que, na verdade, relativizando, não há diferença entre uma obra arquitetônica feita em mármore maciço e um artigo de jornal, impresso em papel e jogado fora no dia seguinte.


                                                       (Jean Renoir apud Jorge Coli. O que é arte, 2013. Adaptado.)



    Neste trecho da entrevista, Jean Renoir reflete sobre 

    Escolha uma alternativa para a questão 93703ebe-db
  • 936C4490-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Em “Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea.” (6o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido para o texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 936c4490-db
  • 9362AAB3-DB

    Português

    Análise sintática
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    “Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos.” (5o parágrafo)

    Em relação ao trecho que o sucede, o trecho sublinhado tem sentido de

    Escolha uma alternativa para a questão 9362aab3-db
  • 9357F128-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de Marília 2018, Interpretação de Textos

    Do questionamento da personagem Mafalda, depreende-se uma crítica

    Escolha uma alternativa para a questão 9357f128-db
  • 5A4BA71F-DB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Assinale a alternativa que apresenta o principal objetivo do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a4ba71f-db
  • 5A32E95A-DB

    Português

    Sintaxe
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Sintaxe


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Assinale a alternativa que apresenta, no texto, os sentidos, contextualmente adequados, para os n xos “Entr tanto” (l. 05), “Logo” (l. 13) e “para” (l. 19), nesta ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a32e95a-db
  • 5A293806-DB

    Português

    Pontuação
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Pontuação


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Considere as seguintes propostas de alteração de sinais de pontuação no texto.


    I - Substituição dos travessões das linhas 10 e 11 por vírgulas.

    II - Substituição do ponto final da linha 27 por vírgula, iniciando com letra minúscula a conjunção “Mas” da linha 27.

    III - Supressão da vírgula na linha 30.


    Quais propostas estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a293806-db
  • 5A20AC41-DB

    Português

    Crase
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Crase


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas nas linhas 03, 07, 12 e 25, nesta ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a20ac41-db
  • 3C9CD523-DA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Faculdade Campo Real · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.


        El Valle Sagrado de los Incas está formado por los valles que el río Urubamba conecta entre Pisac y Ollantaytambo. Precisamente estos dos lugares conforman los grupos arqueológicos más importantes de este lugar, preámbulo de Machu Picchu.
        Algunos estudiosos sostienen que para la mitología inca, este valle tenía un carácter sagrado porque el río que lo recorre (Urubamba) terminaba uniéndose a la Vía Láctea, el rio celestial. Debido a ello, en el Valle Sagrado se edificaron una serie de santuarios relacionados con la observación astronómica, que sirvieron para la consagración espiritual de las deidades incas.
        El estudio que los Incas hicieron del Universo ha quedado registrado en algunos mitos y en algunas crónicas de los conquistadores, pero la mayor parte se perdió. Sin embargo, se ha logrado esbozar una aproximación a su visión de las constelaciones, de las que se dice los incas las clasifican como: las brillantes (unieron las estrellas más brillantes para crear formas), las oscuras (formadas por las zonas oscuras del Universo) y la mescla de ambas. Las figuras que formaban tenían relación evidente con el mundo que rodeaba la cultura andina: cóndor, llama, árbol, etc.
    (La Guía Esencial Valle Sagrado de los Incas y Cusco, Ediciones Hipocampo, 2011, p. 18)
    Con relación al texto, identifica como verdaderas (V) o falsas (F) las siguientes afirmativas:


    ( ) Los conocimientos astronómicos de los Incas fueron preservados completamente en las narrativas mitológicas.
    ( ) Los conocimientos sobre astronomía de los conquistadores españoles fueron asimilados a los mitos de los pueblos andinos.
    ( ) Una parte de las descripciones estelares que realizaron los Incas forman figuras relacionadas con el ambiente donde vivían.
    ( ) El conocimiento astronómico de los Incas se debe a sus intereses científicos, sin relación con sus creencias religiosas.


    Señala la alternativa que presenta la secuencia correcta, de arriba hacia abajo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c9cd523-da
  • 3C8E217F-DA

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    Faculdade Campo Real · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.
        

        Entre un 25% y un 40% de los accidentes de coche podrían estar causados por las distracciones. Aunque resulta difícil medirlo, es evidente que la sobredosis de estímulos de nuestra vida diaria se traslada también al vehículo, donde se acumulan los dispositivos y fuentes de información. Algunos laboratorios, como el de Charles Spence, de la Universidad de Oxford, trabajan para encontrar soluciones desde la Neurociencia. “Estamos utilizando lo que hemos aprendido en los últimos 20 años sobre el cerebro para diseñar nuevas formas de alertar al conductor que no habían sido probadas antes”, explica a Quo. Su equipo ha comprobado por ejemplo, que mediante señales auditivas y táctiles se puede mejorar la velocidad de respuesta ante imprevisto, que existen variables como el sonido del coche, o el olor, que cambian la percepción de seguridad de pasajero y conductor, y que cuando vamos hablando por el móvil es mejor que salte una señal acústica que una alerta visual.
        Su trabajo, y el de otros, se centra en construir una especie de coche anti-distracciones, en que la tecnología aproveche la forma en que trabaja el cerebro. Aunque hay quien predice que el futuro son los coches automáticos, Spence cree que tardarán en conquistar el mercado porque la mayoría no quiere aún dejar en manos de una máquina decisiones que le pueden costar la vida. Los coches del futuro, predice, sonarán y registrarán algunas señales biológicas del conductor para avisar de los peligros.
    (Revista QUO.ES, octubre 2014, p. 45.)
    Con respecto a las investigaciones expuestas en el texto, considera las siguientes formulaciones:


    1. Alteraciones en el funcionamiento de los vehículos pueden ayudar a antever situaciones no esperadas.
    2. Si un conductor contesta al teléfono mientras conduce, es más eficiente darle un alerta sonoro que visual.
    3. Así como Spence, algunos científicos esperan que en 20 años los coches no necesiten de un conductor, pues la tecnología los suplantará.


    Señala la alternativa correcta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c8e217f-da
  • 3BF81DE3-DA

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Campo Real · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Com base na leitura integral dos contos de Várias Histórias, de Machado de Assis, considere as seguintes afirmativas:


    1. O conto “Um homem célebre” expõe a história de um músico que se vê diante de um conflito entre o valor da arte e a aceitação pelo mercado.
    2. O conto “A desejada das gentes” apresenta a história de uma mulher que, apesar de assediada por vários pretendentes, chega até o fim de sua vida sem se casar.
    3. O conto “Mariana” narra a história de um casal apaixonado na juventude que só se reencontra 18 anos depois e constata que o amor deles sobreviveu ao tempo.
    4. O conto “Trio em lá menor” conta a história de uma mulher dividida entre o amor de dois homens muito diferentes um do outro, o que acaba resultando em um dilema insolúvel.
    5. O conto “Um apólogo” exemplifica uma forma tradicional de narrativa breve, na qual dois objetos inanimados dialogam entre si sobre questões filosóficas centrais da existência humana.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3bf81de3-da
  • 3BE73920-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A charge ao lado tematiza:


    Imagem da questão de Português, Faculdade Campo Real 2018, Interpretação de Textos

    (<http://www.arionaurocartuns.com.br> Acesso: 12 set. 2017.)

    Escolha uma alternativa para a questão 3be73920-da
  • 65A3D5AD-D9

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Coesão e coerência

    Disponível em: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. acesso em: 16 mar. 2018.

    A palavra “pendenga” (l. 13) faz alusão à qual outra palavra ou expressão do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 65a3d5ad-d9