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Questões do ENEM: Linguagens e nível fácil

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Resultados

4.021 questões encontradas. Mostrando a página 97 de 202.

  • 1E8607CE-B5

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto II

    Marketing sonhático


    Produtos com ingredientes orgânicos e fabricados respeitando as tradições locais tendem a ganhar pontos. Por isso, um número crescente de empresas exagera um tantinho na hora de se "vender". A fabricante carioca de sucos Do Bem, criada em 2007, publica verdadeiros manifestos em suas caixinhas.

    A Do Bem não usa açúcar, corantes ou conservantes para fazer uma "bebida verdadeira". Um desses manifestos diz que suas laranjas, "colhidas fresquinhas todos os dias, vêm da fazenda do senhor Francesco do interior de São Paulo, um esconderijo tão secreto que nem o Capitão Nascimento poderia descobrir"

    Os sucos custam cerca de 10% mais do que os da concorrência. Mas as laranjas não são tão especiais assim. Na verdade, quem fornece o suco para a Do Bem não é seu Francesco, que jamais existiu, mas empresas como a Brasil Citrus, que vende o mesmo produto para as marcas próprias de supermercados.

    Em nota, a empresa disse que não comenta a política de fornecedores e que o personagem Francesco é "inspirado em pessoas reais". Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático. A Coca-Cola, por exemplo, lançou em 2011 no Brasil um suco chamado Limão & Nada.

    A promessa, a julgar pelo nome, era que aquele fosse um suco natural de limão. Mas a bebida tinha outros ingredientes na formulação, açúcar entre eles, e acabou saindo de linha no ano passado [2013]. A CocaCola diz, em nota, que os ingredientes eram informados na embalagem e que o nome não pretendia confundir o consumidor. 

    Nos Estados Unidos, uma reportagem desmascarou dezenas de destilarias de uísque ditas artesanais. Algumas delas, criadas há poucos anos, vendiam bebidas envelhecidas 15 anos, o que chamou a atenção de consumidores mais desconfiados. Descobriu-se que mais de 40 marcas compravam uísque de um mesmo fornecedor, a fábrica MGP, uma das maiores do país, localizada no estado de Indiana.

    Entre as desmascaradas está a Breaker Bourbon, que afirmava produzir sua bebida numa destilaria nas montanhas douradas da costa californiana. "Todo mundo tem uma história boa e verdadeira para contar. As empresas não precisam ser desonestas com seus clientes", diz Mauricio Mota, sócio da agência de conteúdo The Alchemists.

    Para o publicitário Washington Olivetto, presidente da WMcCann, que ajudou na criação da Diletto, "um lindo produto merece uma linda história". Se a história for verdadeira, tanto melhor.

    Fonte: Adaptado de: Leal, Ana Luiza. Toda empresa quer ter uma boa história. Algumas são mentira. Revista Exame, 23/10/14. Acesso em: 23/10/17.
    Disponível em: https://exame.abril.com.br/revista-exame/marketing-ou-mentira/
    Em relação ao termo sonhático, utilizado na frase 'Até grandes empresas estão enveredando para esse marketing mais, digamos, sonhático", é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1e8607ce-b5
  • 1E7CFDB3-B5

    Português

    Fonologia
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto I

    Este quadro, retirado do livro "A Língua de Eulália", de Marcos Bagno, apresenta uma comparação entre termos em Latim e suas formas correspondentes no Português-padrão moderno. Utilize-o como base para responder a questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Viçosa 2018, Fonologia

    Fonte: Bagno, M. A língua de Eulália: novela sociolinguística. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2001

    ASSINALE a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 1e7cfdb3-b5
  • C65A51ED-B4

    Português

    Morfologia
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A terceira parte de Um livro de instruções e desenhos de Yoko Ono, da artista plástica, compositora e escritora Yoko Ono (Tóquio, 1933-), é intitulada “Evento”. Nele, Yoko Ono fornece “instruções” para que seus leitores produzam eventos. 


    Texto 4:

    Evento do cheiro I

    Envie o cheiro da Lua.


    Evento do cheiro II

    Envie um cheiro para a Lua.

    (ONO, Yoko. Grapefruit – A Book of Instruction and Drawings by Yoko Ono. Nova Iorque: Simon & Schuster, 2000[1964].). 

    No Texto 4, há uma mudança de preposições do Evento I para o II, em que o “da” passa a ser “para”. Sobre essas preposições podemos dizer que:
    Escolha uma alternativa para a questão c65a51ed-b4
  • B72F4636-B4

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão que a ele se referem ou que o tomam como ponto de partida.

    Sem os jovens, futuro da política é sombrio

    (Marcos da Costa, O Estadão)  

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2018, Concordância verbal, Concordância nominal


    Disponível em: <https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/sem-os-jovens-futuro-da-politica-e-sombrio/>. Publicado em: 6 jun. 2018. Acesso em: 26 jun. 2018. 

    Leia o trecho que se segue, retirado do texto (linhas 26-29), observe e analise como a compreensão gerada por determinada palavra está vinculada ao contexto e relacionada a aspectos sintáticos e semânticos que produzem sentidos específicos no ambiente de uso linguístico.
    “Entre os pesquisados não estão, obviamente, jovens hoje ocupando vaga nas casas congressuais e que, em sua maioria, são filhos e netos da oligarquia que sempre comandou a política brasileira, carregando desde o berço a marca de vícios como caciquismo, patrimonialismo, mandonismo, familismo, grupismo, fisiologismo, corporativismo.”  

    A partir desse trecho, considere as alternativas a seguir e assinale apenas a que estiver CORRETA. 
    Escolha uma alternativa para a questão b72f4636-b4
  • B715E6EB-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir e responda a questão que a ele se referem ou que o tomam como ponto de partida.

    Sem os jovens, futuro da política é sombrio

    (Marcos da Costa, O Estadão)  

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2018, Interpretação de Textos


    Disponível em: <https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/sem-os-jovens-futuro-da-politica-e-sombrio/>. Publicado em: 6 jun. 2018. Acesso em: 26 jun. 2018. 

    O autor faz uma crítica a determinados jovens políticos. Eles
    Escolha uma alternativa para a questão b715e6eb-b4
  • 86DA96D2-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto II

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Viçosa 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    How to make chocolate cookies

    1. Melt chocolate in the microwave, stir until smooth.
    2. Sift together baking powder, flour, cocoa and salt; set aside.
    3. In a bowl, cream butter with brown sugar and white sugar until smooth.
    4. Beat in eggs taking one at a time, then stir in vanilla and coffee granules until well blended.
    5. Using a wooden spoon, stir in melted chocolate.
    6. Then stir in the dry ingredients until it blends well.
    7. Cover, and allow it to stand for half an hour.
    8. Preheat the oven to 350 degrees F.
    9. Place two cookie sheets with parchment paper.
    10. Roll dough into walnut sized balls onto the prepared cookie sheets.
    11. Then, bake it for ten minutes in the preheated oven. Cookies will still be very soft because of the chocolate.
    12. Let the cookies cool for ten minutes before transferring to wire racks to cool completely.

    Fonte: Disponível em:<http://www.indobase.com/recipes/details/chocolate-cookies.php>.Acesso em: 28 set. de 2018. (Adaptado)
    De acordo com a receita apresentada no texto II,
    Escolha uma alternativa para a questão 86da96d2-b4
  • 86D47536-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto I

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Viçosa 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    What brain foods are good for remembering what you studied?

      Need help remembering what you've just studied? Head to your kitchen. Research suggests certain foods are good for the brain and may boost your memory. Along with getting enough sleep and developing other healthy habits, eating brain foods can be an effective study aid. 
       Eggs: Eggs are good for your memory because they are a good source of protein, a nutrient that helps you concentrate, according to registered dietitian Elisa Zied, author of “Nutrition at Your Fingertips.” Eggs also contain choline, a precursor to a neurotransmitter needed for good memory.
       Cereal: Cereal provides carbohydrates, which help you remember what you studied by boosting your mental energy. Carbs turn into glucose, a sugar your brain needs to think clearly. Cereals with whole grains also provide B vitamins, nutrients the nerves in your brain need to communicate, Zied says.
       Fish: Salmon, tuna and other varieties of oily fish are rich in omega-3 fatty acids, also known as polyunsaturated fatty acids. A symptom for someone low in omega-3s is poor memory. In addition to omega3 fatty acids, fish contains vitamin B-12, which is important for good memory, according to the NIH’s Office of Dietary Supplements. 
      Getting a good night’s sleep and eating a healthy breakfast will also help you remember what you studied. Research shows eating breakfast improves attention and boosts academic achievement. Additionally, keeping your cholesterol and blood pressure in check and avoiding smoking will help your brain health and may sharpen your memory, according to an article by nutritionist Joy Bauer on NBCNews.com. 

    Fonte: Disponível em:<http:// https://healthyeating.sfgate.com/brain-foods-good-remembering-studied-5381.html>.Acesso em: 28 set. de 2018. (Adaptado)
    Segundo o texto I, a ingestão dos alimentos apresentados e destacados auxilia nos estudos, pois esses alimentos:
    Escolha uma alternativa para a questão 86d47536-b4
  • 86C21572-B4

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o texto II.

    Texto II

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Viçosa 2018, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação

    Fonte: https://istoe.com.br/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL/ Acesso em 8 de maio de 2018. Adaptado.

    Leia estas passagens do texto II:

    • “Não use o Twitter como chat”.
    • “Nunca tuíte mais de 15 vezes ao dia”.
    • “Não retuíte exatamente tudo, mesmo que achar interessante”
    • “Compartilhe fatos de sua vida pessoal e também os links sobre outros assuntos que considerar interessantes”.

    Considerando as palavras sublinhadas, ASSINALE a alternativa que indica os processos de inserção dessas palavras na Língua Portuguesa, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 86c21572-b4
  • 86BBB97D-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    Figura 1 de 2 da questão de Português, Universidade Federal de Viçosa 2018, Interpretação de Textos

    Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.

    TEXTO II

    Figura 2 de 2 da questão de Português, Universidade Federal de Viçosa 2018, Interpretação de Textos

    Fonte: https://istoe.com.br/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL/ Acesso em 8 de maio de 2018. Adaptado. 

    Identifica-se como função dos textos I e II, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão 86bbb97d-b4
  • 86B86DFA-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Viçosa · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Analise esta charge para responder a questão.

    Texto I
    Imagem da questão de Português, Universidade Federal de Viçosa 2018, Interpretação de Textos

    Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018. 
    Sobre o uso das variantes linguísticas no texto I, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 86b86dfa-b4
  • 7C126B22-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Psychopaths can’t tell if a person is genuinely sad or afraid, study suggests

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Estadual de Montes Claros - MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fonte: GANDER, Kashmira. Psychopaths can’t tell if a person is genuinely sad or afraid, study sugests. Disponível em:<http://www.newsweek.com/psychopaths-cant-tell-if-person-genuinely-sad-or-afraid-study-suggests-1055599>. Publicado em: 8 março 2018. Acesso em: 14 out. 2018.
    Considerando o assunto sobre a psicopatia, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 7c126b22-b4
  • E14F2AB0-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Montes Claros - MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

     Leia o texto a seguir e responda à questão de que a ele se referem ou que o tomam como ponto de partida. 

    ;

    Para os pesquisadores australianos, redefinir a idade considerada “a adolescência” é uma necessidade para que
    Escolha uma alternativa para a questão e14f2ab0-b4
  • 7C49DFA7-B3

    Português

    Coesão e coerência
    IF Sul - MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A questão se refere ao texto I.

    Texto I
    Autismo

    Ludwig Wittgenstein, gênio da filosofia, começou a falar só aos 4 anos. Estudou com tutores particulares em sua casa, em Viena, até os 14 anos. Sem conseguir passar no vestibulinho do colegial, foi parar em 1903 na escola técnica de Linz (a mesma de Adolf Hitler, de quem não foi colega, pois o futuro ditador estava dois anos atrasado nos estudos). Mas ele simplesmente não se interessava pelos colegas. A solidão e a dislexia fizeram dele um perfeito alvo de bullying. “Nunca consegui expressar metade do que queria. Na verdade, não mais que um décimo”, contou em suas memórias.

    Assim foi o jovem Wittgenstein. Mas sua excentricidade e o fato de ter revolucionado a filosofia no século 20 não são uma contradição, segundo o professor Michael Fitzgerald, do Trinity College, em Dublin. O psiquiatra vê em sua biografia sintomas que caracterizam a síndrome de Asperger – um tipo de autismo que, aliado a um intelecto avantajado, pode ser a base da genialidade.

    Todo autista se foca obsessivamente em interesses muito específicos, tem comportamentos repetitivos e não se interessa em interagir com outras pessoas. Mas, enquanto a imagem mais comum é a da criança ensimesmada balançando para a frente e para trás, o espectro do autismo vai desde o atraso mental até o desenvolvimento linguístico e cognitivo completo – caso da síndrome de Asperger. Quem tem essa síndrome não se interessa em dividir experiências e emoções, tem padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento e de interesses e não abre mão de sua rotina. Isso torna o convívio difícil – mas pode ter um efeito colateral inesperado.

    “Muitas características da síndrome de Asperger aumentam a criatividade”, escreve Fitzgerald em Autism and Creativity (Autismo e Criatividade). “Pessoas assim têm uma capacidade extraordinária para focar-se em um tópico por um longo período – dias, sem interrupção nem mesmo para as refeições. Não desistem diante de obstáculos.” E não é apenas a concentração. A forma como entendem o mundo é diferente. Quando veem uma coisa, apreendem o detalhe para então sistematizar como funciona o geral – enquanto a maioria das pessoas apreende o geral para depois se afunilar em detalhes. Isso é um enorme ponto positivo para engenheiros, físicos, matemáticos, músicos.

    Não que não haja um lado negativo. Portadores da síndrome de Asperger também têm dificuldade em aceitar e adotar regras sociais. Por isso, muitas vezes parecem ter personalidade infantil. Quando entrou para a faculdade de engenharia, Wittgenstein se fascinou pela obra Os Princípios da Matemática, de Bertrand Russell. Em 1911, mudou-se para a Universidade de Cambridge para estudar com Russell. Nos primeiros dias, chegava à sala do mestre à noite e seguia até a manhãzinha desdobrando suas ideias como que em um monólogo. Em 1926, quando terminou a defesa oral de sua tese de doutorado, deu um tapinha nos ombros dos examinadores. “Não se preocupem. Eu sei que vocês nunca conseguirão entender”, disse. Wittgenstein começou então a dar aulas. Em seus seminários, era como se não houvesse uma audiência. Lutava com seus pensamentos e volta e meia caía em silêncios que nenhum estudante ousava interromper. Qualquer comentário que considerasse estúpido era retrucado brutalmente.

    Para escrever Investigações Filosóficas, sua maior obra, ficou isolado numa cabana na Irlanda. Certa vez, o caseiro, que o havia visto conversando, perguntou-lhe se tivera uma boa companhia. A resposta foi: “Sim, falei muito com um ótimo amigo – eu mesmo”. Numa carta a Bertrand Russell, escreveu: “Estar sozinho me faz um bem infinito, e não acho que agora poderia suportar a vida entre pessoas”. O único grande prazer social do filósofo era discutir seus interesses – lógica, linguística e música. O mundo real pouco lhe importava.

    HORTA, Maurício. “O lado bom das coisas ruins”, Superinteressante, São Paulo, nº 302, março 2012. Disponível em: https:// super.abril.com.br/comportamento/o-lado-bom-das-coisas-ruins/. Acesso em: 23 set.2018.
    Releia o primeiro parágrafo do texto, reproduzido abaixo:

    "Ludwig Wittgenstein, gênio da filosofia, começou a falar só aos 4 anos. Estudou com tutores particulares em sua casa, em Viena, até os 14 anos. Sem conseguir passar no vestibulinho do colegial, foi parar em 1903 na escola técnica de Linz (a mesma de Adolf Hitler, de quem não foi colega, pois o futuro ditador estava dois anos atrasado nos estudos). Mas ele simplesmente não se interessava pelos colegas. A solidão e a dislexia fizeram dele um perfeito alvo de bullying. “Nunca consegui expressar metade do que queria. Na verdade, não mais que um décimo”, contou em suas memórias."

    Nesse trecho, os termos em destaque constituem recursos anafóricos, utilizados para retomar palavras ou expressões anteriores. Assinale a alternativa que NÃO indica um recurso anafórico utilizado para fazer referência a Ludwig Wittgenstein:
    Escolha uma alternativa para a questão 7c49dfa7-b3
  • DC41181E-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A obra Quarto de Despejo de Carolina Maria de Jesus é escrita na forma de diário, que se inicia em 15 de julho de 1955 e termina em 1º de janeiro de 1960.

    Sobre essa forma, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc41181e-b2
  • DC18A447-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 

    Em relação à partícula “que” em “Eu estou fazendo uma coisa que amo” e “eu digo que estou no período fetal”, considere as afirmativas a seguir.


    I. O primeiro “que” é um pronome relativo e retoma o termo “coisa”.

    II. O segundo “que” é uma conjunção subordinativa substantiva objetiva direta.

    III. O primeiro “que” inicia uma oração subordinada adverbial causal.

    IV. O segundo “que” é um pronome relativo e retoma a forma verbal “estou”.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc18a447-b2
  • DC141D17-B2

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 
    Em “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle”, assinale a alternativa que remete ao sentido da palavra “só”, neste contexto.
    Escolha uma alternativa para a questão dc141d17-b2
  • DC0D41C0-B2

    Português

    Crase
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 

    Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.

    I. Na oração “Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana”, a presença da preposição a deve-se à exigência feita pelo verbo.

    II. Em “O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta”, não se emprega a crase porque o a é uma mera preposição.

    III. Em “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante”, o conectivo “mas” estabelece uma relação de oposição com a ideia expressa anteriormente.

    IV. Em “Então, os avós e pais construíam os brinquedos de forma artesanal” a partícula “então” estabelece uma relação de alternância.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc0d41c0-b2
  • DC002EBE-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge a seguir

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Norte do Paraná 2018, Interpretação de Textos

    A charge acima traz implícita uma máxima, ou seja, uma frase sentenciosa, concisa, de verdade comprovada, baseada na secular experiência do povo. Com base nesse pressuposto, assinale a alternativa que melhor define esse princípio.

    Escolha uma alternativa para a questão dc002ebe-b2
  • DBF4CFB8-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

    Mais que farinha, água e sal

    De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

    “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

    O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

    Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

    Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

    (Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.) 

    Leia o trecho a seguir.

    “Um dia o padeiro faltou e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão”.


    Com base no trecho, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o referente do pronome oblíquo átono sublinhado.

    Escolha uma alternativa para a questão dbf4cfb8-b2
  • DBF14851-B2

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

    Mais que farinha, água e sal

    De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

    “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

    O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

    Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

    Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

    (Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.) 

    Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Em “trabalhando no ramo da panificação” e “continuou na área de panificação e confeitaria”, os termos “ramo” e “área” estão empregados como sinônimos.
    II. Em “Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa”, temos um caso de derivação imprópria em “o acordar”.
    III. Em “paixão inexplicável”, o prefixo in-, na palavra “inexplicável”, indica negação.
    IV. Em “quem viu no ofício sua maior paixão” e “era preciso que o menino aprendesse alguma função” as palavras “ofício” e “função” estão sendo empregadas em sentido diverso.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dbf14851-b2