Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 104 de 426.

  • CC037F26-03

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    Avoiding meat and dairy is single biggest
    way to reduce your impact on Earth 
    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

        Avoiding meat and dairy products is the single biggest way to reduce your environmental impact on the planet, according to the scientists behind the most comprehensive analysis to date of the damage farming does to the planet.
          The new research, published in the journal Science, shows that without meat and dairy consumption, global farmland use could be reduced by more than 75% – an area equivalent to the US, China, European Union and Australia combined – and still feed the world. Loss of wild areas to cattle farming is the leading cause of the current mass extinction of wildlife.
         The new analysis shows that while meat and dairy products provide just 18% of calories and 37% of protein, they use the vast majority – 83% – of farmland and produce 60% of farming greenhouse gas emissions. Other recent research shows 86% of all land mammals are now livestock or humans. The scientists also found that even the lowest impact by meat and dairy products may cause much more environmental harm than the least sustainable vegetable and cereal growing.

    (Damian Carrington. www.theguardian.com, 31.05.2018. Adaptado.)
    De acordo com o segundo parágrafo, a extinção em massa da vida selvagem
    Escolha uma alternativa para a questão cc037f26-03
  • CC008B67-03

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    Avoiding meat and dairy is single biggest
    way to reduce your impact on Earth 
    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

        Avoiding meat and dairy products is the single biggest way to reduce your environmental impact on the planet, according to the scientists behind the most comprehensive analysis to date of the damage farming does to the planet.
          The new research, published in the journal Science, shows that without meat and dairy consumption, global farmland use could be reduced by more than 75% – an area equivalent to the US, China, European Union and Australia combined – and still feed the world. Loss of wild areas to cattle farming is the leading cause of the current mass extinction of wildlife.
         The new analysis shows that while meat and dairy products provide just 18% of calories and 37% of protein, they use the vast majority – 83% – of farmland and produce 60% of farming greenhouse gas emissions. Other recent research shows 86% of all land mammals are now livestock or humans. The scientists also found that even the lowest impact by meat and dairy products may cause much more environmental harm than the least sustainable vegetable and cereal growing.

    (Damian Carrington. www.theguardian.com, 31.05.2018. Adaptado.)
    O texto afirma que, para diminuir o impacto ambiental no nosso planeta, é preciso
    Escolha uma alternativa para a questão cc008b67-03
  • CBFD9F34-03

    Português

    Coesão e coerência
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Jorge Coli para responder à questão. 

         Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única. Desse ponto de vista, a empresa é desencorajadora.
         Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona Sinfonia de Beethoven, que a Divina Comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como “arte”.
         É possível dizer, então, que arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo, isto é: nossa cultura possui uma noção que denomina solidamente algumas de suas atividades e as privilegia. Portanto, podemos ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas.

    (O que é arte, 2010. Adaptado.)
    “arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo” (3° parágrafo)

    Os dois segmentos sublinhados podem ser substituídos, com correção gramatical, por:
    Escolha uma alternativa para a questão cbfd9f34-03
  • CBFA7C33-03

    Português

    Coesão e coerência
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Jorge Coli para responder à questão. 

         Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única. Desse ponto de vista, a empresa é desencorajadora.
         Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona Sinfonia de Beethoven, que a Divina Comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como “arte”.
         É possível dizer, então, que arte são certas manifestações da atividade humana diante das quais nosso sentimento é admirativo, isto é: nossa cultura possui uma noção que denomina solidamente algumas de suas atividades e as privilegia. Portanto, podemos ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas.

    (O que é arte, 2010. Adaptado.)
    Assinale a alternativa que expressa, com correção gramatical, a ideia central do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão cbfa7c33-03
  • CBF7B1BB-03

    Literatura

    Arcadismo
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o comentário (adaptado) do crítico Sânzio de Azevedo, publicado em 2006:

    “Identificação da poesia com a escultura; correção métrica e gramatical; ausência de sentimentalismo (mas não de sentimento); ‘mot juste’, a palavra exata; gosto pelos poemas descritivos e/ou narrativos; uso do alexandrino (o que nem sempre foi seguido); apreço pela rima (raros poemas em versos brancos); predileção pela forma fixa (soneto, balada etc); presença da mitologia greco-latina; história grega ou romana; exotismo, focalizando o mundo oriental; tudo isso constitui o conjunto das principais características desse movimento.”

    O texto refere-se ao
    Escolha uma alternativa para a questão cbf7b1bb-03
  • CBF42426-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance Iracema, de José de Alencar, para responder à questão.

         Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
        Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
        O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
        Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
        Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
         Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
        A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
         Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
         Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
        Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
        De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
        O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
        A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. 

    (Iracema, 2006.)
    “Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica” (5° parágrafo)

    No contexto em que está inserida, a frase é equivalente a
    Escolha uma alternativa para a questão cbf42426-03
  • CBF0D1D2-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance Iracema, de José de Alencar, para responder à questão.

         Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
        Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
        O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
        Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
        Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
         Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
        A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
         Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
         Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
        Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
        De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
        O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
        A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. 

    (Iracema, 2006.)
    O trecho selecionado, assim como o romance, descreve a personagem Iracema de modo
    Escolha uma alternativa para a questão cbf0d1d2-03
  • CBEDA2D6-03

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance Iracema, de José de Alencar, para responder à questão.

         Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
        Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
        O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
        Mais rápida que a corça selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
        Um dia, ao pino do Sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
         Iracema saiu do banho: o aljôfar d’água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco, e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste.
        A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
         Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
         Diante dela e todo a contemplá-la está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
        Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
        De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada; mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d’alma que da ferida.
        O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
        A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada. 

    (Iracema, 2006.)
    O romance Iracema, que se inicia com o encontro entre Iracema e Martim, configura
    Escolha uma alternativa para a questão cbeda2d6-03
  • 925BFA06-02

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Natural selection gave a freediving people in Southeast Asia bigger spleens


    The Bajau people of Southeast Asia, known as Sea Nomads, spend their whole lives at sea, working eight-hour diving shifts with traditional equipment and short breaks to catch fish and shellfish for their families. In a study published April 19 in the journal Cell, researchers report that the extraordinary diving abilities of the Bajau may be thanks in part to their unusually large spleens. The adaptation, the researchers say, is a rare example of natural selection in modern humans -- and one that could provide medically relevant insight into how humans manage acute hypoxia.


    Vocabulary: Spleens – baços

    Hypoxia – hipóxia (baixa concentração de oxigênio nos tecidos)


    Story from Science Daily

    https://www.sciencedaily.com/releases/2018/04/180419131128.htm

    Published: 19 April 2018


    Segundo o estudo apresentado,

    Escolha uma alternativa para a questão 925bfa06-02
  • 925883A5-02

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Evidence mounts for Alzheimer's, suicide risks among youth in polluted cities

    A University of Montana researcher and her collaborators have published a new study that reveals increased risks for Alzheimer's and suicide among children and young adults living in polluted megacities.

    Story from Science Daily
    https://www.sciencedaily.com/releases/2018/04/180413155259.htm
    Published: 13 April 2018

    Podemos afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 925883a5-02
  • 92550EC2-02

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Digital addiction increases loneliness, anxiety and depression

    Smartphones are an integral part of most people's lives, allowing us to stay connected and in-the-know at all times. The downside of that convenience is that many of us are also addicted to the constant pings, chimes, vibrations and other alerts from our devices, unable to ignore new emails, texts and images. In a new study published in NeuroRegulation, San Francisco State University Professor of Health Education Erik Peper and Associate Professor of Health Education Richard Harvey argue that overuse of smart phones is just like any other type of substance abuse.

    Story from: Science Daily
    https://www.sciencedaily.com/releases/2018/04/180411161316.htm
    Published: 11 April 2018

    Segundo o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 92550ec2-02
  • 9232E96B-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro

    O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida

    Marcelo Baumann Burgo

     

    A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.

    O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.

                Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.

    O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.

    Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...

    Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.

    E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...

    Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...

    Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.

    Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?

    Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.

    Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.

    Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.

    O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.

    No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.

     

    Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.

    Ao longo do TEXTO, encontramos diversos trechos entre aspas, tais como “espírito de combate da tropa”, “fazer o debate” e “alguns papelotes de cocaína”. Esses trechos têm por objetivo:
    Escolha uma alternativa para a questão 9232e96b-02
  • 922F57DE-02

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro

    O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida

    Marcelo Baumann Burgo

     

    A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.

    O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.

                Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.

    O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.

    Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...

    Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.

    E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...

    Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...

    Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.

    Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?

    Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.

    Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.

    Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.

    O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.

    No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.

     

    Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.

    Em relação à coesão do TEXTO, não se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 922f57de-02
  • 922C79DD-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro

    O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida

    Marcelo Baumann Burgo

     

    A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.

    O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.

                Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.

    O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.

    Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...

    Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.

    E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...

    Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...

    Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.

    Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?

    Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.

    Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.

    Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.

    O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.

    No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.

     

    Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.

    Em “Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas" (12º Parágrafo), as palavras sublinhadas podem ser substituídas sem que haja perda de sentido, respectivamente, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 922c79dd-02
  • B0424820-02

    Português

    Regência
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere o poema de Chacal para responder à questão.


    Beijo beijos


    qual o sentido da palavra beijo?

    ato de tocar com os lábios em alguém

    ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo?

    ou aquele que o cauã reymond deu na mariana

    ximenes na novela?

    ou aquele que você deu no daniel que só você sentiu?

    que é diferente do que eu dei na dolores que nunca

    vou esquecer.

    já a gabi, sempre que sai de casa, dá em sua mãe

    um beijo automático

    parecido com os dois beijos de cumprimento que eu

    dou numa garota

    se estiver no rio, um em são paulo ou três em minas

    gerais.

    diferente ainda do beijo de despedida apaixonado que

    você deu no julinho

    quando ele foi para a austrália

    diferente do derradeiro beijo no leito de morte que o

    luís deu na laís, sua avó

    ou do beijo da traição de judas ou do beijo que a

    princesa deu no sapo.

    diante de tantos sentidos diferentes da palavra beijo,

    a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao

    assunto:

    língua pra que te quero!

    (Murundum, 2012.)

    Em “a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao assunto”, o termo sublinhado é um verbo 
    Escolha uma alternativa para a questão b0424820-02
  • EC4BD4A1-01

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão. 

        Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.
        No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.
         Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.
        Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.
       E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.
      Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…
    (O quinze, 2009.)
    No trecho selecionado, a palavra “armado” (1° parágrafo)
    Escolha uma alternativa para a questão ec4bd4a1-01
  • 4D544213-FD

    Inglês

    Preposições | Prepositions
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Theodor Seuss “Ted” Geisel was an American author, political cartoonist, poet, animator, book publisher, and artist, best known for authoring more than 60 children’s books under the pen name Doctor Seuss (abbreviated Dr. Seuss). As World War II began, he turned to political cartoons, drawing over 400 in two years as editorial cartoonist for the left-leaning New York City daily newspaper. He strongly supports US entry into the war. This is one of his creations from 1941:

    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Propaganda e Marketing 2018, Preposições | Prepositions
    The use of the prepositions “up” and “out” after “chewed” and "spit" change the original meanings of the verbs. With them, the new meaning:
    Escolha uma alternativa para a questão 4d544213-fd
  • 4D3A8C71-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    How James Brown Made Black Pride a Hit

    It’s been 50 years since he wrote “Say It Loud, I’m Black and I’m Proud,” a song that is still necessary.

    By Randall Kennedy

       In the gym at Paul Junior High School in Washington, D.C., in the spring of 1968, not that long before the assassination of the Rev. Dr. Martin Luther King Jr., I asked a buddy whether he was interested in a certain girl. He told me that he was not because she was too dark.

    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Propaganda e Marketing 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
       
       He and I were African-American. (Then we would have called ourselves Negro.) So was she. All of us supported the Civil Rights Movement and idolized Dr. King, yet I did not hold my friend’s colorstruck judgment against him. And he did not state his opinion with embarrassment. We had both internalized our society’s derogation of blackness.
        Indeed, we luxuriated in the denigration, spending hours trading silly, recycled but revealing insults: “Yo mama so black, she blend in with the chalkboard.” “Yeah, well, yo mama so black, she sweats chocolate.”
       It was precisely because of widespread colorism that James Brown’s anthem “Say It Loud, I’m Black and I’m Proud” posed a challenge, felt so exhilarating, and resonated so powerfully. It still does. Much has changed over the past half century. But, alas, the need to defend blackness against derision continues.
        Various musicians in the 1960s tapped into yearnings for black assertiveness, autonomy and solidarity. Curtis Mayfield and the Impressions sang “We’re a Winner.” Sly and the Family Stone offered “Stand.” Sam Cooke (and Aretha Franklin and Otis Redding) performed “A Change is Gonna Come.” But no entertainer equaled Brown’s vocalization of African-Americans’ newly triumphal sense of self-acceptance.
       That Brown created the song most popularly associated with the Black is Beautiful movement is ironic. He generally stayed away from protest, endorsed the presidential re-election of Richard Nixon, lavishly praised Ronald Reagan, and consistently lauded Strom Thurmond.
       His infrequent sallies into politics usually sounded in patriotic, lift-yourselfup-ism. In the song “America is My Home,” he proclaimed without embarrassment that the United States “is still the best country / And that’s without a doubt.” Alluding to his own trajectory, he challenged dissenters to name any other country in which a person could start out as a poor shoeshine boy but end up as a wealthy celebrity shaking hands with the president.
       At the very time that in “Say It Loud,” Brown seemed to be affirming Negritude, he also sported a “conk” — a distinctive hairdo that involved chemically removing kinkiness on the way to creating a bouffant of straightened hair. Many AfricanAmerican political activists, especially those with a black nationalist orientation, decried the conk as an illustration of racial self-hatred. For a brief period, Brown abandoned the conk and adopted an Afro, but that was only temporary. The conk was part of the characteristic look of “The Godfather of Soul.”
       Even though by 1968 uprisings against white supremacism had been erupting for a decade with great intensity and success — the Montgomery Bus Boycott, the Children’s’ Crusade in Birmingham, the protest against disenfranchisement in Selma — prejudice against blackness remained prevalent, including among African-Americans.
       Champions of African-American uplift in the 1960s sought to liberate blackness from the layers of contempt, fear, and hatred with which it had been smeared for centuries. Brown’s anthem poignantly reflected the psychic problem it sought to address. People secure in their status don’t feel compelled to trumpet their pride. At the same time “Say it Loud!” was a rousing instance of a reclamation that took many forms. Instead of celebrating light skin, thin lips, and “good” (i.e., straight) hair, increasing numbers of African-Americans began valorizing dark skin, thick lips and “bad” (i.e., kinky) hair.
        The reclamation of blackness in the sixties made tremendous headway quickly. By 1970 my friend would not have dared to repeat out loud what he had told me unapologetically two years before. Here, as elsewhere, however, changes wrought by the black liberation movement, though impressive, were only partial. Nearly four decades after the release of “Say It Loud,” Professors Jennifer Hochschild and Vesla Weaver, having synthesized the pertinent academic literature, declared authoritatively that compared to their lighter-skinned counterparts, dark-skinned blacks continue to be burdened by lower levels of education, income, and job status. They receive longer prison sentences and are less likely to own homes or to marry. Filmmakers, advertisers, modeling agencies, dating websites and other key gatekeepers demonstrate repeatedly the ongoing pertinence of the old saw: If you’re black get back. If you’re brown, stick around. If you’re white you’re alright.
          Intraracial colorism in Black America is often seen as a topic that should, if possible, be avoided, especially in “mixed company.” That sense of embarrassment three decades ago prompted officials at Morehouse College to demand that Spike Lee cease filming on campus once they learned that his movie was exposing, among other things, black collegiate colorism. The impulse toward avoidance remains strong.
        With racial prejudice against all African-Americans still a potent force, many would just as soon ditch the discussion of “black on black” complexional bias. Colorism, however, remains a baleful reality.
       Half a century after James Brown’s proclamation, it remains imperative to assert what should have been assumed and uncontroversial all along: that black is beautiful and as worthy of pride and care and consideration as any other hue.

    (Adapted from: www.nytimes.com, 20/07/2018)
    In the second paragraph, the boldfaced sentence: “We had both internalized our society’s derogation of blackness.” means that:
    Escolha uma alternativa para a questão 4d3a8c71-fd
  • 4CEEC3E2-FD

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A um passarinho

    Para que vieste
    Na minha janela
    Meter o nariz?
    Se foi por um verso
    Não sou mais poeta
    Ando tão feliz!
    Se é para uma prosa
    Não sou Anchieta
    Nem venho de Assis.
    Deixa-te de histórias
    Some-te daqui!

    (Vinicius de Moraes)

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Propaganda e Marketing 2018, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Os dois últimos versos trazem a forma verbal no Imperativo Afirmativo, na segunda pessoa do singular (tu). Se estivessem na segunda pessoa do plural (vós), teríamos:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ceec3e2-fd
  • 4CEB6FF6-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    A um passarinho

    Para que vieste
    Na minha janela
    Meter o nariz?
    Se foi por um verso
    Não sou mais poeta
    Ando tão feliz!
    Se é para uma prosa
    Não sou Anchieta
    Nem venho de Assis.
    Deixa-te de histórias
    Some-te daqui!

    (Vinicius de Moraes)

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Propaganda e Marketing 2018, Interpretação de Textos
    A partir da leitura do poema e da observação da imagem, assinale a afirmação correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 4ceb6ff6-fd