Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 105 de 426.

  • 4CE49E9E-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O trecho que segue é da personagem Olga, de Triste Fim de Policarpo Quaresma, romance de Lima Barreto.

        O que mais a impressionou no passeio foi a miséria geral, a falta de cultivo, a pobreza das casas, o ar triste, abatido da gente pobre. (...) Havendo tanto barro, tanta água, por que as casas não eram de tijolos e não tinham telhas? Era sempre aquele sapê sinistro e aquele “sopapo” que deixava ver a trama de varas, como o esqueleto de um doente. Por que ao redor dessas casas não havia culturas, uma horta, um pomar? (...) Não podia ser preguiça só ou indolência. Para o seu gasto, para uso próprio, o homem tem sempre energia para trabalhar relativamente. (...) Seria a terra? Que seria? E todas essas questões desafiavam a sua curiosidade, o seu desejo de saber, e também a sua piedade e simpatia por aqueles párias, maltrapilhos, mal alojados, talvez com fome, sorumbáticos!...

    (Lima Barreto, Triste Fim de Policarpo Quaresma)
    Em Lima Barreto, a sequência grande de perguntas ao longo do texto configura o:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ce49e9e-fd
  • 4CDA2F58-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere os textos que seguem.

    Eu tenho um coração maior que o mundo,
    tu, formosa Marília, bem o sabes;
    um coração, e basta,
    onde tu mesma cabes.

    (Tomás Antônio Gonzaga, Marília de Dirceu)

    Não, meu coração não é maior que o mundo. É muito menor. Nele não cabem sequer as minhas dores.

    (Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do Mundo)

    Assinale a afirmação correta sobre os dois textos:
    Escolha uma alternativa para a questão 4cda2f58-fd
  • 4CD39B9E-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Quando se conversa, deve-se evitar as frases feitas que são verdadeiras chapas. Exemplos: em um enterro, dizer “que não se morre senão uma vez”, que “basta estar vivo para morrer”, que “o morto é feliz porque deixou de sofrer”, que “Deus sabe o que faz e escreve certo por linhas tortas” ou que “as grandes dores são mudas”. Quando se visita um doente, não há necessidade de levar no bolso sentenças desse jaez: “a saúde é a maior das fortunas”, “somos nós que pagamos pelos excessos de nossos pais” ou “a ciência, que tudo pode, ainda não encontrou remédio para os pequenos males”. Em todos os setores das atividades sociais, há frases no mesmo estilo e que convém deixar ao cuidado do Conselheiro Acácio que nelas se esmerou.

    (Marcelino de Carvalho, Guia de Boas Maneiras)
    Personagem da obra O Primo Basílio, a figura fictícia Conselheiro Acácio, citada no texto, tornou-se célebre como:
    Escolha uma alternativa para a questão 4cd39b9e-fd
  • 4CCEDE86-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Quando se conversa, deve-se evitar as frases feitas que são verdadeiras chapas. Exemplos: em um enterro, dizer “que não se morre senão uma vez”, que “basta estar vivo para morrer”, que “o morto é feliz porque deixou de sofrer”, que “Deus sabe o que faz e escreve certo por linhas tortas” ou que “as grandes dores são mudas”. Quando se visita um doente, não há necessidade de levar no bolso sentenças desse jaez: “a saúde é a maior das fortunas”, “somos nós que pagamos pelos excessos de nossos pais” ou “a ciência, que tudo pode, ainda não encontrou remédio para os pequenos males”. Em todos os setores das atividades sociais, há frases no mesmo estilo e que convém deixar ao cuidado do Conselheiro Acácio que nelas se esmerou.

    (Marcelino de Carvalho, Guia de Boas Maneiras)
    O autor defende a ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ccede86-fd
  • 4CCBA5C4-FD

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Aborto, porte de armas e o presidente Donald Trump foram alguns dos assuntos que dominaram a primeira audiência de confirmação do juiz conservador Brett Kavanaugh  para a Suprema Corte dos Estados Unidos, realizada em meio a protestos de ativistas e tentativas de adiamento do processo por parte de democratas.
        Kavanaugh passará por mais dois dias de sabatina, na quarta e na quinta, e testemunhas contra e a favor do juiz devem ser ouvidas na sexta.

    (Folha de S.Paulo, 04/09/2018)
    Assinale a afirmação correta sobre o trecho: “... testemunhas contra e a favor do juiz devem ser ouvidas na sexta...” A frase está:
    Escolha uma alternativa para a questão 4ccba5c4-fd
  • 4CC489A0-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Propaganda e Marketing 2018, Interpretação de Textos


    A graça da tira decorre:

    Escolha uma alternativa para a questão 4cc489a0-fd
  • 4CC0F79E-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Afora espíritos essencialmente satíricos e caricatos como Emílio de Menezes, outros havia, como Lima Barreto, que parece se vingavam das desditas da existência transbordando o fel da maledicência travestido em constantes ataques a tudo e a todos. (...) Raro era o homem de letras e, até mesmo, o homem público que tivesse passado a vida sem experimentar a vivência belicosa da polêmica. Tal era a frequência, que tinha foros de gênero literário que alguém poderia cultivar e no qual fosse, por assim dizer, um especialista. As biografias dos grandes homens da época são, a esse respeito, bastante instrutivas. Não são poucos aqueles cujos biógrafos qualificam de polemista como poderiam qualificar de publicista, romancista ou polígrafo.

    (Antonio Luís Machado Neto, Estrutura social da república das Letras: sociologia da vida intelectual brasileira 1870-1930, Edusp) 
    No texto, é possível substituir os termos caricato / foros / polígrafo, sem prejuízo semântico, respectivamente por:
    Escolha uma alternativa para a questão 4cc0f79e-fd
  • 4CB95FCA-FD

    Português

    Coesão e coerência
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
        Afora espíritos essencialmente satíricos e caricatos como Emílio de Menezes, outros havia, como Lima Barreto, que parece se vingavam das desditas da existência transbordando o fel da maledicência travestido em constantes ataques a tudo e a todos. (...) Raro era o homem de letras e, até mesmo, o homem público que tivesse passado a vida sem experimentar a vivência belicosa da polêmica. Tal era a frequência, que tinha foros de gênero literário que alguém poderia cultivar e no qual fosse, por assim dizer, um especialista. As biografias dos grandes homens da época são, a esse respeito, bastante instrutivas. Não são poucos aqueles cujos biógrafos qualificam de polemista como poderiam qualificar de publicista, romancista ou polígrafo.

    (Antonio Luís Machado Neto, Estrutura social da república das Letras: sociologia da vida intelectual brasileira 1870-1930, Edusp) 
    Parafraseando o trecho: “vingavam das desditas da existência transbordando o fel da maledicência travestido em constantes ataques a tudo e a todos.”, tem-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 4cb95fca-fd
  • 4CABC12A-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    “É Brasileiro, já passou de Português...”

    Imagem da questão de Português, Escola Superior de Propaganda e Marketing 2018, Interpretação de Textos
     
      A ideia de uma língua única, que não se altera, é um mito, pois a heterogeneidade social e cultural implica a heterogeneidade linguística.
        (...)
       Embora Brasil e Portugal tenham uma língua comum, é nítido a qualquer falante do português que existem diferenças entre o português falado nos dois países – claro que elas também existem com relação aos demais países de língua portuguesa. (...) Essas diferenças são tão grandes que podemos afirmar que no Brasil se fala uma língua diferente da de Portugal, que os linguistas denominaram de português brasileiro. Isso é tão evidente que, se você observar um processador de textos, o Word, por exemplo, na ferramenta idiomas há as opções português e português brasileiro ou português (Brasil). Por quê? Como são línguas diferentes, o corretor automático do processador precisa saber em que “língua” está sendo escrito o documento, pois o português europeu e o brasileiro seguem regras diferentes.
     Quando ouvimos um habitante de Portugal falando, percebemos imediatamente um uso diverso da língua. A diferença mais perceptível é de ordem fonológica, ou seja, na maneira de produzir os sons da língua. Identificamos rapidamente que ele fala português, porém com “sotaque ou acento lusitano”. Se atentarmos com mais cuidado, perceberemos, entretanto, que as diferenças não são apenas de ordem fonológica. Há também diferenças sintáticas (poucas) e lexicais. Um mesmo conceito é designado por significantes diferentes, o que prova o caráter imotivado do signo linguístico. (...)

    (Ernani Terra, Revista Língua Portuguesa, adaptado, julho/2018)
    Um argumento concreto para corroborar a ideia de que “língua única, que não se altera, é um mito”, exposta no primeiro período, é o trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 4cabc12a-fd
  • C6155DAE-9E

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Luterana do Brasil · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se à tira abaixo, disponível em https://i1.wp.com/www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2018/01/fakenews.jpg?resize=580%2C420&ssl=1

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2018, Conjunções: Relação de causa e consequência

    Leia as afirmações abaixo e marque “V” para verdadeiro e “F” para falso, entre os parênteses. Depois, assinale a alternativa correspondente.


    ( ) Primeiro balão: a expressão “no face” é um adjunto adverbial.

    ( ) Primeiro balão: a palavra “se” é uma conjunção de condição.

    ( ) Segundo balão: a locução verbal “vão ter” corresponde ao futuro do presente do indicativo.

    ( ) Segundo balão: o termo “se” poderia ser substituído, com o mesmo sentido, por “caso”, sem a necessidade de alteração na conjugação dos verbos.

    Escolha uma alternativa para a questão c6155dae-9e
  • C5FA702C-9E

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Luterana do Brasil · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2018, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Assinale a alternativa correta.


    “Vai aí uma dica. Não redistribua nada de forma indiscriminada.” (l. 39)

    Escolha uma alternativa para a questão c5fa702c-9e
  • C5E4DF50-9E

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Universidade Luterana do Brasil · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão refere-se ao texto Você anda espalhando mentiras por aí, de Eugênio Bucci, disponível em https://epoca.globo.com/politica/eugenio-bucci/noticia/2017/08/voce-anda-espalhando-mentiras-por-ai.html

    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2018, Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.

    O texto de Eugênio Bucci:


    I – é uma crônica.

    II – é um miniconto.

    III – apresenta função predominantemente fática.


    Está (ão) correta (s):

    Escolha uma alternativa para a questão c5e4df50-9e
  • DAC57308-76

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    No trecho do quarto parágrafo unless the last two practices result in forced labour – o termo em destaque indica ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão dac57308-76
  • DAC06DC0-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    De acordo com o quarto parágrafo, a ILO estima que
    Escolha uma alternativa para a questão dac06dc0-76
  • DABB6FC9-76

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    No trecho do terceiro parágrafo As contemporary systems of slavery have evolved – o termo em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão dabb6fc9-76
  • DAB4DB6D-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    De acordo com o terceiro parágrafo, a Convenção Suplementar das Nações Unidas de 1956 inclui como escravidão moderna
    Escolha uma alternativa para a questão dab4db6d-76
  • DAAF7CC8-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    No trecho do terceiro parágrafo – all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily – o termo em destaque se refere a
    Escolha uma alternativa para a questão daaf7cc8-76
  • DAAB200C-76

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder a questão.

    Modern-day slavery: an explainer
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Virtual de São Paulo 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Photograph: Mario Tama/Getty

    What is modern-day slavery?
       About 150 years after most countries banned slavery – Brazil was the last to abolish its participation in the transatlantic slave trade, in 1888 – millions of men, women and children are still enslaved. Contemporary slavery takes many forms, from women forced into prostitution, to child slavery in agriculture supply chains or whole families working for nothing to pay off generational debts. Slavery thrives on every continent and in almost every country. Forced labour, people trafficking, debt bondage and child marriage are all forms of modern-day slavery that affect the world’s most vulnerable people.

    How is slavery defined?
      Slavery is prohibited under the 1948 Universal Declaration of Human Rights, which states: “No one shall be held in slavery or servitude: slavery and the slave trade shall be prohibited in all their forms.”
      Definitions of modern-day slavery are mainly taken from the 1956 UN supplementary convention, which says: “debt bondage, serfdom, forced marriage and the delivery of a child for the exploitation of that child are all slavery-like practices and require criminalisation and abolishment”. The 1930 Forced Labour Convention defines forced labour as “all work or service which is exacted from any person under the menace of any penalty and for which the said person has not offered himself voluntarily”. As contemporary systems of slavery have evolved, new definitions, including trafficking and distinguishing child slavery from child labour, have developed. 

    How many people are enslaved across the world?
      Due to its illegality, data on modern-day slavery is difficult to collate. The UN’s International Labour Organisation (ILO) estimates that about 21 million people are in forced labour at any point in time. The ILO says this estimate includes trafficking and other forms of modern slavery. The only exceptions are trafficking for organ removal, forced marriage and adoption, unless the last two practices result in forced labour. The ILO calculates that 90% of the 21 million are exploited by individuals or companies, while 10% are forced to work by the state, rebel military groups, or in prisons under conditions that violate ILO standards. Sexual exploitation accounts for 22% of slaves.

    (www.theguardian.com/global-development/2013/apr/03/modern-day-slavery-explainer. Adaptado)
    Leia o primeiro parágrafo, em que se responde à pergunta “What is modern-day slavery?”. De acordo com esse parágrafo, uma das formas que a escravidão moderna assume é
    Escolha uma alternativa para a questão daab200c-76
  • DAA1FECB-76

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de A rosa do povo, livro de Carlos Drummond de Andrade publicado em 1945, para responder a questão.

    Notícias
    Entre mim e os mortos há o mar
    e os telegramas.
    Há anos que nenhum navio parte
    nem chega. Mas sempre os telegramas
    frios, duros, sem conforto.

    Na praia, e sem poder sair.
    Volto, os telegramas vêm comigo.
    Não se calam, a casa é pequena
    para um homem e tantas notícias.

    Vejo-te no escuro, cidade enigmática.
    Chamas com urgência, estou paralisado.
    De ti para mim, apelos,
    de mim para ti, silêncio.
    Mas no escuro nos visitamos.

    Escuto vocês todos, irmãos sombrios.
    No pão, no couro, na superfície
    macia das coisas sem raiva,
    sinto vozes amigas, recados
    furtivos, mensagens em código.

    Os telegramas vieram no vento.
    Quanto sertão, quanta renúncia atravessaram!
    Todo homem sozinho devia fazer uma canoa
    e remar para onde os telegramas estão chamando.

    (Poesia 1930-62. São Paulo, Cosac Naif, 2012)
    No poema, os telegramas equivalem
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  • DA942CCA-76

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Virtual de São Paulo · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho de Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder a questão.

        Ezequiel, quando começou o capítulo anterior, não era ainda gerado; quando acabou era cristão e católico. Este outro é destinado a fazer chegar o meu Ezequiel aos cinco anos, um rapagão bonito, com os seus olhos claros, já inquietos, como se quisessem namorar todas as moças da vizinhança, ou quase todas.
       Agora, se considerares que ele foi único, que nenhum outro veio, certo nem incerto, morto nem vivo, um só e único, imaginarás os cuidados que nos deu, os sonos que nos tirou, e que sustos nos meteram as crises dos dentes e outras, a menor febrícula, toda a existência comum das crianças. A tudo acudíamos, segundo cumpria e urgia, cousa que não era necessário dizer, mas há leitores tão obtusos, que nada entendem, se lhes não relata tudo e o resto. Vamos ao resto. (Dom Casmurro. São Paulo, Globo, 1997) 
    Condizente com a estética do realismo brasileiro, a linguagem de Dom Casmurro caracteriza-se por
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