Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 126 de 426.

  • 9715FC26-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question.


    Do tweens and teens believe “fake news”?


    Let's be clear: "Fake news" has always existed. From P.T. Barnum to Ripley's Believe It or Not to supermarket tabloids, selling outrageous ideas has long been a part of our culture. Most kids can tell the difference between the shocking stories they see in the checkout line and the more evenhanded reporting they see on the local TV news.

    But today's fake online news sources so closely mimic real news that it's challenging even for adults to discern what's real and what's fake. Also, kids have less experience in and context for evaluating news sources, so certain words or images that might immediately tell an adult that something is fake or biased might not have the same effect on kids.

    According to Common Sense Media's report, News and America's Kids: How Young People Perceive and Are Impacted by the News, less than half of kids agree that they know how to tell fake news stories from real ones. When it comes to online news, the stats reveal a serious lack of faith:

    Only about one in four kids who gets news online think that news posted online is "very accurate."

    Only seven percent think news by people they don't know well is "very accurate."

    Tweens are more likely than teens to think that news posted online is "very accurate."

    The good news is that kids who get news from social media sites are trying to be careful readers. Most kids who get their news from social media say they pay "a lot" or "some" attention to the source the link on social media takes them to. And the majority who get news online say that when they come across information in a news story that they think is wrong, they "sometimes" or "often" try to figure out whether or not it's true.

    Adaptado de: < https://www.commonsensemedia.org/news-andmedia-literacy/do-tweens-and-teens-believe-fake-news> Acessado em 19 de outubro de 2018. 
    Children and adults
    Escolha uma alternativa para a questão 9715fc26-d5
  • 9710108A-D5

    Literatura

    Gênero Épico ou Narrativo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerado o “príncipe dos poetas de Alagoas”, Jorge de Lima começou a sua vida escrevendo poemas parnasianos. Depois, enamorou-se pelo regionalismo de Gilberto Freyre e, a partir dos anos de 1930, buscou, junto com o poeta mineiro Murilo Mendes, “restaurar a poesia em Cristo”. No entanto, em 1952, Jorge de Lima escreveu aquele que é considerado o seu mais importante poema: “Invenção de Orfeu”. Esse poema é:
    Escolha uma alternativa para a questão 9710108a-d5
  • 970CB038-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Graciliano Ramos versou em sua obra literária sobre vários temas. Um deles, diz respeito especificamente às perseguições políticas que ele e muitos dos seus contemporâneos sofreram durante os anos em que Getúlio Vargas governou o Brasil pela primeira vez: 1930-1945. Em qual obra Graciliano declina sobre esse período da vida brasileira?
    Escolha uma alternativa para a questão 970cb038-d5
  • 97030972-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um dos principais temas do Romantismo brasileiro foi o indigenismo. Poetas e prosadores como Gonçalves Dias, Machado de Assis e José de Alencar exploraram em suas obras, dentro de uma perspectiva mítica, a figura do índio. No caso de José de Alencar, quais dos seus romances versam sobre a temática indigenista?
    Escolha uma alternativa para a questão 97030972-d5
  • 96FBD6A1-D5

    Literatura

    Barroco
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considerado o mais prolífico poeta do Barroco brasileiro, Gregório de Matos criticou e satirizou tanto os fidalgos “caramurus” quanto os mestiços e as mulatas. No entanto, a sua obra poética não só se compõe de críticas e de sátiras, mas explora também temas como:


    1) A devoção religiosa.
    2) A crítica ao papado.
    3) A fugacidade da vida.
    4) A crítica aos senhores de engenho.
    5) A defesa de uma República federalista.


    Estão corretas, apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 96fbd6a1-d5
  • 96F88F16-D5

    Português

    Coesão e coerência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2

    Tempos ansiosos


    (1) Saber lidar com as preocupações se tornou uma característica desejada, porque a ansiedade foi relegada ao posto de vilã do mundo moderno. Apesar de ser essencial para a sobrevivência, ela ganhou o estigma de atrapalhar as relações pessoais, a competência no trabalho e todo tipo de situação delicada.

    “Se o candidato não consegue dominar a ansiedade na hora da seleção de emprego, já questionamos como ele agirá no ambiente de trabalho”, diz Adriana Vilela, analista de recursos humanos da RHBrasil, empesa que recruta candidatos para o mercado de trabalho. É muito comum, aliás, as pessoas reclamarem que são ansiosas demais e os especialistas chamarem os nossos tempos de “era da ansiedade”.

    (2) Mas essa noção de que vivemos numa época especialmente estressante é coisa ultrapassada, na verdade. A ideia de “era da ansiedade” nasceu antes da internet e do computador. Apareceu pela primeira vez em 1947, num poema do inglês Hugh Auden, que, desiludido com a humanidade depois da 2ª. Guerra Mundial, criticou o homem e sua busca sem sentido por significado.

    Desde então, há pelo menos uma obra por década que afirma que o ser humano está passando pelos tempos mais difíceis de sua história e que, coitados de nós, sofremos demais com a ansiedade.
    (Hueck, Karin. Sobre a ansiedade. Revista Superinteressante. São Paulo: Abril, nov. 2008. Adaptado)
    Analisando os recursos da coesão textual no primeiro parágrafo do Texto 2, vemos que ocorreram conectivos que, respectivamente, expressam relações semânticas de:
    Escolha uma alternativa para a questão 96f88f16-d5
  • 96F1C4EE-D5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
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    TEXTO 1

    A valorização da ética


    (1) Há um paradoxo na nossa relação com a ética. Pais, filósofos e educadores concordam quanto aos valores a serem transmitidos e preservados. A questão é que a crença nos valores se dá no atacado e no abstrato, enquanto sua transmissão se faz no concreto das relações cotidianas. Aí se instala a contradição.
    (2) Ficam desacreditadas as solenes exposições pedagógicas sobre disciplina e respeito aos direitos do outro quando a escola é conivente com brincadeiras agressivas. Os repetidos sermões sobre limites ficam sob suspeita se os pais passam pelo acostamento quando a estrada está congestionada ou param em fila dupla na frente da escola. Nossas conversas sobre integridade ficam comprometidas quando compramos vídeos e discos pirateados ou fazemos ligações clandestinas de TV a cabo.
    (3) Talvez a coerência não seja um atributo dos humanos: sentimentos contraditórios convivem tranquilamente dentro de nós. Infelizmente, também somos muito distraídos: a maior parte do tempo, funcionamos sob o comando de um ‘piloto automático’, que nos empurra para o caminho mais fácil, esquecidos dos valores que deveriam nortear nossas escolhas.
    (4) Mas a hipocrisia está a um passo à frente do cinismo, na medida em que o hipócrita sabe qual é o caminho do bem, reconhece que deveria percorrê-lo, mas não consegue pôr em prática sua crença teórica. Diferentemente do cínico, que nega a validade de qualquer escolha e adota o princípio do “não tenho nada com isso”, com um alienado encolher de ombros.
    (5) Talvez seja essa a verdadeira ameaça a nos desviar do caminho de um futuro melhor. Uma geração de jovens cínicos e alienados poderia, de fato, pôr tudo a perder. O mundo será melhor quando cuidarmos para que nosso comportamento reflita nossos princípios e transformarmos os discursos sobre fraternidade em gestos de solidariedade. Aí, então, a opção pelo caminho da ética se fará não por temor à punição ou à censura, mas como exercício de amor-próprio, como um componente da dignidade.
    (Aratangy, Lídia Rosenberg. Claudia. São Paulo: Abril, jun. 2004, p. 148-151. Adaptado)
    As normas da concordância verbal são, socialmente, bastante valorizadas na definição da língua portuguesa ‘’culta’. Está conforme tais normas a seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 96f1c4ee-d5
  • 96EEE99D-D5

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1

    A valorização da ética


    (1) Há um paradoxo na nossa relação com a ética. Pais, filósofos e educadores concordam quanto aos valores a serem transmitidos e preservados. A questão é que a crença nos valores se dá no atacado e no abstrato, enquanto sua transmissão se faz no concreto das relações cotidianas. Aí se instala a contradição.
    (2) Ficam desacreditadas as solenes exposições pedagógicas sobre disciplina e respeito aos direitos do outro quando a escola é conivente com brincadeiras agressivas. Os repetidos sermões sobre limites ficam sob suspeita se os pais passam pelo acostamento quando a estrada está congestionada ou param em fila dupla na frente da escola. Nossas conversas sobre integridade ficam comprometidas quando compramos vídeos e discos pirateados ou fazemos ligações clandestinas de TV a cabo.
    (3) Talvez a coerência não seja um atributo dos humanos: sentimentos contraditórios convivem tranquilamente dentro de nós. Infelizmente, também somos muito distraídos: a maior parte do tempo, funcionamos sob o comando de um ‘piloto automático’, que nos empurra para o caminho mais fácil, esquecidos dos valores que deveriam nortear nossas escolhas.
    (4) Mas a hipocrisia está a um passo à frente do cinismo, na medida em que o hipócrita sabe qual é o caminho do bem, reconhece que deveria percorrê-lo, mas não consegue pôr em prática sua crença teórica. Diferentemente do cínico, que nega a validade de qualquer escolha e adota o princípio do “não tenho nada com isso”, com um alienado encolher de ombros.
    (5) Talvez seja essa a verdadeira ameaça a nos desviar do caminho de um futuro melhor. Uma geração de jovens cínicos e alienados poderia, de fato, pôr tudo a perder. O mundo será melhor quando cuidarmos para que nosso comportamento reflita nossos princípios e transformarmos os discursos sobre fraternidade em gestos de solidariedade. Aí, então, a opção pelo caminho da ética se fará não por temor à punição ou à censura, mas como exercício de amor-próprio, como um componente da dignidade.
    (Aratangy, Lídia Rosenberg. Claudia. São Paulo: Abril, jun. 2004, p. 148-151. Adaptado)
    Analise a formulação do seguinte trecho: “Ficam desacreditadas as solenes exposições pedagógicas sobre disciplina e respeito aos direitos do outro quando a escola é conivente com brincadeiras agressivas. Os repetidos sermões sobre limites ficam sob suspeita se os pais passam pelo acostamento quando a estrada está congestionada ou param em fila dupla na frente da escola. Nossas conversas sobre integridade ficam comprometidas quando compramos vídeos e discos pirateados ou fazemos ligações clandestinas de TV a cabo”. Pode-se perceber nesse trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão 96eee99d-d5
  • 8E31906D-D5

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.


    Loneliness may harm sleep quality for young adults

    Researchers from King's College London have found that young adults who reported feeling lonely were more likely to experience poor sleep quality, daytime tiredness, and poor concentration than their non-lonely counterparts.
    Although loneliness is often perceived as a problem that primarily affects older adults, recent research has suggested that this is not the case.
    However, according to the researchers of the new study, less is known about how loneliness affects the health of young adults - in particular, how it impacts sleep quality.
    "In the present study, we tested associations between loneliness and sleep quality in a nationally representative sample of young adults," say Prof. Louise Arseneault, of the Institute of Psychiatry, Psychology & Neuroscience at King's, and colleagues.
    The researchers analyzed the data of 2,232 young adults aged 18 to 19 years. They asked the participants four questions to measure their feelings of loneliness, including, "How often do you feel that you lack companionship?" and "How often do you feel alone?"
    Additionally, the researchers gathered information on the participants' sleep quality over the past month, including sleep duration, sleep disturbances, and how long it takes them to fall asleep.
    The analysis revealed that the lonely participants were 10 percent more likely to have poor sleep quality than subjects who did not report loneliness, and they were 24 percent more likely to experience daytime tiredness and problems with concentration.
    These findings remained after accounting for a number of possible confounding factors, including symptoms of anxiety, depression, and other mental health disorders.
    Although the study was not designed to investigate the mechanisms underlying the link between loneliness and poor sleep quality, the researchers have some theories.
    For example, they point to previous studies that have identified a link between loneliness and an increase in the "stress hormone" cortisol, which could lead to sleep disruption.
    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/317563.php?sr> Acessado em 02 de abril de 2018. 
    In the sentence "...the lonely participants were 10 percent more likely to have poor sleep quality than subjects who did not report loneliness..." a synonym for likely is
    Escolha uma alternativa para a questão 8e31906d-d5
  • 8E2A39D9-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.


    Loneliness may harm sleep quality for young adults

    Researchers from King's College London have found that young adults who reported feeling lonely were more likely to experience poor sleep quality, daytime tiredness, and poor concentration than their non-lonely counterparts.
    Although loneliness is often perceived as a problem that primarily affects older adults, recent research has suggested that this is not the case.
    However, according to the researchers of the new study, less is known about how loneliness affects the health of young adults - in particular, how it impacts sleep quality.
    "In the present study, we tested associations between loneliness and sleep quality in a nationally representative sample of young adults," say Prof. Louise Arseneault, of the Institute of Psychiatry, Psychology & Neuroscience at King's, and colleagues.
    The researchers analyzed the data of 2,232 young adults aged 18 to 19 years. They asked the participants four questions to measure their feelings of loneliness, including, "How often do you feel that you lack companionship?" and "How often do you feel alone?"
    Additionally, the researchers gathered information on the participants' sleep quality over the past month, including sleep duration, sleep disturbances, and how long it takes them to fall asleep.
    The analysis revealed that the lonely participants were 10 percent more likely to have poor sleep quality than subjects who did not report loneliness, and they were 24 percent more likely to experience daytime tiredness and problems with concentration.
    These findings remained after accounting for a number of possible confounding factors, including symptoms of anxiety, depression, and other mental health disorders.
    Although the study was not designed to investigate the mechanisms underlying the link between loneliness and poor sleep quality, the researchers have some theories.
    For example, they point to previous studies that have identified a link between loneliness and an increase in the "stress hormone" cortisol, which could lead to sleep disruption.
    Adaptado de: < https://www.medicalnewstoday.com/articles/317563.php?sr> Acessado em 02 de abril de 2018. 
    Loneliness and poor sleep quality
    Escolha uma alternativa para a questão 8e2a39d9-d5
  • 8E1F427D-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Durante séculos, os jornais impressos eram o único meio regular de divulgação de notícias. Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado.
    Um exemplo ilustra bem essa transformação. Em 11 de setembro de 2001, quando terroristas lançaram aviões contra alvos americanos, matando milhares de pessoas, a opinião pública acompanhou, pelas telas de computador e televisão, os dramáticos acontecimentos.
    Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo.
    Essa constatação nos obriga a concluir algo importante: a depender do meio em que circulam as notícias, elas assumem configurações diferentes. Uma notícia redigida para ser postada em um portal da internet provavelmente contará com menos informações do que a notícia equivalente que será publicada na edição do jornal no dia seguinte. Isso ocorre porque, com a necessidade de informar os fatos no exato instante em que acontecem, os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração mais minuciosa dos detalhesdo fato noticiado.
    É comum, inclusive, algumas das notícias veiculadas nesses portais serem atualizadas ao longo do dia, para acréscimo de detalhes e correção das informações iniciais que se mostram inexatas. Os jornais impressos não enfrentam essas dificuldades, porque dispõem de mais tempo e podem, assim, trazer informações mais completas e bem elaboradas.
    Maria Luiza Abaurre e Maria Bernadete Abaurre. Produção de Textointerlocução e gêneros. São Paulo: Editora Moderna, 2007, p. 69. (Adaptado). 
    As tendências defendidas por cada período literário estão coerentemente sintetizadas na seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e1f427d-d5
  • 8E1C37A6-D5

    Literatura

    Arcadismo
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Durante séculos, os jornais impressos eram o único meio regular de divulgação de notícias. Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado.
    Um exemplo ilustra bem essa transformação. Em 11 de setembro de 2001, quando terroristas lançaram aviões contra alvos americanos, matando milhares de pessoas, a opinião pública acompanhou, pelas telas de computador e televisão, os dramáticos acontecimentos.
    Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo.
    Essa constatação nos obriga a concluir algo importante: a depender do meio em que circulam as notícias, elas assumem configurações diferentes. Uma notícia redigida para ser postada em um portal da internet provavelmente contará com menos informações do que a notícia equivalente que será publicada na edição do jornal no dia seguinte. Isso ocorre porque, com a necessidade de informar os fatos no exato instante em que acontecem, os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração mais minuciosa dos detalhesdo fato noticiado.
    É comum, inclusive, algumas das notícias veiculadas nesses portais serem atualizadas ao longo do dia, para acréscimo de detalhes e correção das informações iniciais que se mostram inexatas. Os jornais impressos não enfrentam essas dificuldades, porque dispõem de mais tempo e podem, assim, trazer informações mais completas e bem elaboradas.
    Maria Luiza Abaurre e Maria Bernadete Abaurre. Produção de Textointerlocução e gêneros. São Paulo: Editora Moderna, 2007, p. 69. (Adaptado). 
    Podemos relacionar os períodos literários com marcos históricos de nossa trajetória política e social. É natural que possamos juntar os dois itens, pois a produção literária, como outras de caráter cultural, assume as formas que predominam no contexto político-social em que acontecem. Assim:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e1c37a6-d5
  • 8E190340-D5

    Português

    Análise sintática
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    TEXTO 3

    Durante séculos, os jornais impressos eram o único meio regular de divulgação de notícias. Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado.
    Um exemplo ilustra bem essa transformação. Em 11 de setembro de 2001, quando terroristas lançaram aviões contra alvos americanos, matando milhares de pessoas, a opinião pública acompanhou, pelas telas de computador e televisão, os dramáticos acontecimentos.
    Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo.
    Essa constatação nos obriga a concluir algo importante: a depender do meio em que circulam as notícias, elas assumem configurações diferentes. Uma notícia redigida para ser postada em um portal da internet provavelmente contará com menos informações do que a notícia equivalente que será publicada na edição do jornal no dia seguinte. Isso ocorre porque, com a necessidade de informar os fatos no exato instante em que acontecem, os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração mais minuciosa dos detalhesdo fato noticiado.
    É comum, inclusive, algumas das notícias veiculadas nesses portais serem atualizadas ao longo do dia, para acréscimo de detalhes e correção das informações iniciais que se mostram inexatas. Os jornais impressos não enfrentam essas dificuldades, porque dispõem de mais tempo e podem, assim, trazer informações mais completas e bem elaboradas.
    Maria Luiza Abaurre e Maria Bernadete Abaurre. Produção de Textointerlocução e gêneros. São Paulo: Editora Moderna, 2007, p. 69. (Adaptado). 
    Existem normas que regulam a combinação sintática das palavras, em função da expressão de sentidos. No trecho a seguir, o arranjo das palavras dificultou o entendimento dos sentidos pretendidos na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e190340-d5
  • 8E15D2F4-D5

    Português

    Análise sintática
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Durante séculos, os jornais impressos eram o único meio regular de divulgação de notícias. Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado.
    Um exemplo ilustra bem essa transformação. Em 11 de setembro de 2001, quando terroristas lançaram aviões contra alvos americanos, matando milhares de pessoas, a opinião pública acompanhou, pelas telas de computador e televisão, os dramáticos acontecimentos.
    Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo.
    Essa constatação nos obriga a concluir algo importante: a depender do meio em que circulam as notícias, elas assumem configurações diferentes. Uma notícia redigida para ser postada em um portal da internet provavelmente contará com menos informações do que a notícia equivalente que será publicada na edição do jornal no dia seguinte. Isso ocorre porque, com a necessidade de informar os fatos no exato instante em que acontecem, os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração mais minuciosa dos detalhesdo fato noticiado.
    É comum, inclusive, algumas das notícias veiculadas nesses portais serem atualizadas ao longo do dia, para acréscimo de detalhes e correção das informações iniciais que se mostram inexatas. Os jornais impressos não enfrentam essas dificuldades, porque dispõem de mais tempo e podem, assim, trazer informações mais completas e bem elaboradas.
    Maria Luiza Abaurre e Maria Bernadete Abaurre. Produção de Textointerlocução e gêneros. São Paulo: Editora Moderna, 2007, p. 69. (Adaptado). 
    Com base em relações gramaticais, pode-se perceber nexos semânticos que sinalizam a coesão esperada para o texto. Por exemplo, o segmento destacado:


    1) em: “Com o avanço das tecnologias de transmissão de informação (rádio, televisão, internet), o contexto de circulação das notícias foi radicalmente alterado”, expressa um sentido de causalidade.
    2) em: Jornais impressos não teriam condições de levar as notícias a milhões de pessoas em todo o mundo à medida que os fatos iam acontecendo”, expressa um sentido de concessão.
    3) em: “os portais da internet não têm como garantir o tempo necessário para a apuração dos detalhes do fato noticiado”, expressa um sentido de comparação.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 8e15d2f4-d5
  • 8E0FAC1A-D5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    A “A língua dos índios é muito rudimentar”


    Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.

    Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.

    Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.

    Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.

    Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.

    Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado). 

    Observe as opções de concordância verbal admitidas nas seguintes alternativas e assinale aquela que está conforme a norma padrão do português escrito culto.
    Escolha uma alternativa para a questão 8e0fac1a-d5
  • 8E05316C-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    A “A língua dos índios é muito rudimentar”


    Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.

    Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.

    Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.

    Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.

    Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.

    Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado). 

    O problema tratado no Texto 2 recebe uma abordagem mais ampla, mais relevante e mais humana, pois considera que:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e05316c-d5
  • 8E00943E-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    A “A língua dos índios é muito rudimentar”


    Assim como outros mitos, esse aqui já começa completamente equivocado. Sua formulação já é, de saída, imprópria: não há uma “língua dos índios”. Há, na verdade, diversas línguas indígenas, faladas por diferentes comunidades indígenas. E nenhuma dessas línguas é “rudimentar”, em qualquer sentido que se possa pensar. As línguas indígenas são extremamente complexas – tão complexas quanto qualquer outra língua natural, como o português, o francês, o chinês ou o japonês.

    Para tentar desconstruir a primeira parte deste mito (sobre haver apenas uma única “língua dos índios”), precisamos falar um pouco sobre a variedade linguística reinante entre as populações indígenas brasileiras.

    Hoje, no Brasil, são faladas cerca de 180 línguas indígenas, por cerca de 220 povos indígenas. Por trás desse número, devo fazer algumas ressalvas. Em primeiro lugar, todo e qualquer método de contagem de línguas é impreciso por natureza, já que os limites entre língua e dialeto são corredios. O critério normalmente utilizado para afirmar que determinada língua é, de fato, uma língua e não um dialeto de uma outra – não é um critério de natureza estritamente linguística, mas de viés marcadamente político. Daí por que, entre os sociolinguistas, se diz que “uma língua é um dialeto com um exército e uma marinha”.

    Além de o critério de contagem das línguas, em especial o de línguas indígenas, não ser preciso e uniforme, há ainda a questão que envolve a destruição das culturas indígenas, e, consequentemente, o desaparecimento de suas línguas. Se hoje temos cerca de 180 línguas indígenas faladas no Brasil, estima-se que, em 1500, à época da chegada portuguesa em terras brasileiras, o número era de 1.270 línguas, ou seja, um número sete vezes maior. Além de o número total de línguas ter sido drasticamente reduzido – e, com isso, o número de populações indígenas – todas as línguas indígenas brasileiras podem hoje ser consideradas línguas ameaçadas.

    Isso significa que, a cada ano que passa, podemos perder uma língua no país. É uma perda terrível, não só para a linguística, mas para o patrimônio mundial cultural e humano. Quando uma língua deixa de existir, perdemos mais do que um sistema de comunicação complexo e estruturado; perdemos uma maneira de ver e de compreender o mundo.

    Gabriel de Ávila Othero. Mitos de Linguagem. São Paulo: Editora Parábola, 2017, p. 109-111. (Adaptado). 

    O Texto 2 aborda um tema que tem implicações interdisciplinares, como se mostra a seguir. Interessa à:
    Escolha uma alternativa para a questão 8e00943e-d5
  • 8DFAA24B-D5

    Português

    Análise sintática
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1


    A realidade da saúde no Brasil.


    (1) A crise da saúde no Brasil vem de longa data e continua presente. Frequentemente, nos deparamos com notícias de filas de pacientes nos hospitais públicos, além da falta de leitos, equipamentos etc. E, no meio da crise, está a população que precisa de atendimento, e estão os médicos que, quase sempre, atuam em condições precárias.
    (2) Independente do jogo de empurra-empurra, há escassez de recursos financeiros, materiais e humanos, para manter os serviços de saúde operando com eficiência. Problemas, como atraso no repasse dos pagamentos do Ministério da Saúde, baixos valores pagos pelo SUS aos procedimentos médico-hospitalares consolidam o entrave no setor. O mundo econômico da saúde é cruel. Segundo estatísticas oficiais, são gastos R$ 31 bilhões para cuidar de 35 milhões de segurados, enquanto todo o SUS, para suprir o direito à saúde de mais de 145 milhões de brasileiros, gasta quase a mesma quantia. Por essas razões, nos encontramos no 124º lugar no ranking da OMS em qualidade de saúde.
    (3) É difícil para qualquer especialista apontar apenas um motivo para tal crise. Mesmo com a evolução do contexto político-social pelo qual o Brasil passou, pouco mudou. Na realidade, em 500 anos de Brasil, independentemente do regime vigente, a saúde nunca ocupou lugar de destaque. Só se olhou atentamente para o setor quando certas epidemias representaram eminentes ameaças à sociedade.
    (4) É assim desde o Brasil Colônia, quando o país não dispunha de um modelo de atenção à saúde e nem mesmo do interesse em criá-lo, por parte do governo colonizador. As noções empíricas (a cargo dos curandeiros) eram a opção. Com a vinda da família real ao Brasil, se fez necessária a organização de uma estrutura sanitária mínima, capaz de dar suporte ao poder que se instalava no Rio de Janeiro. A carência de médicos no Brasil Colônia e no Brasil Império era enorme. Para se ter uma ideia, no Rio, em 1789, só existiam quatro médicos exercendo a profissão. Em outros estados, eram mesmo inexistentes, o que fez com que proliferassem pelo país os Boticários, a quem cabia a manipulação das fórmulas prescritas pelos médicos.
    (5) Veio a República, e o Brasil continuou o mesmo. No início do século passado, a cidade do Rio apresentava um quadro sanitário caótico, com doenças graves que acometiam a população, como varíola, malária e febre amarela. Isso gerou sérias consequências tanto para a saúde coletiva quanto para o comércio exterior, já que navios estrangeiros evitavam atracar no porto do Rio. Poderíamos escrever muito mais sobre o tema e chegaríamos à mesma conclusão: em pleno século XXI, no Brasil, pouco se evoluiu em política de saúde.
    (6) Dados do Conselho Federal de Medicina revelam que a má distribuição de médicos no país ainda persiste. São 65,9% deles atuando nas regiões Sul e Sudeste, onde se concentra apenas cerca de 25% da população.
    (7) É a saúde continuando um sistema embrionário e contraditório, pois nos destacamos mundialmente por nossas pesquisas pioneiras, no combate a Aids, por exemplo, mas não conseguimos dar atendimento básico à maioria do povo.
    Disponível em: https://www.boletimjuridico.com.br/doutrina/artigo/1466/a-realidadesaude-brasil.
    A coesão entre segmentos do texto acontece graças a recursos que criam sua continuidade semântica. A esse propósito, analise os comentários em relação ao seguinte trecho: “É assim desde o Brasil Colônia, quando o país não dispunha de um modelo de atenção à saúde e nem mesmo do interesse em criálo, por parte do governo colonizador.”


    1) Os termos em destaque têm sua compreensão dependente de informações dadas em segmentos anteriores do texto.
    2) Em: “o país não dispunha de um modelo de atenção à saúde e nem mesmo do interesse em criá-lo”, o pronome ‘lo’ retoma a referência a ‘pais’.
    3) Há uma continuidade semântica entre os termos ‘Brasil Colônia’ e ‘governo colonizador’.
    4) O trecho em análise ilustra o princípio de que a arrumação sintática das palavras é fundamental à sua interpretação semântica.


    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 8dfaa24b-d5
  • FDAE64EA-D1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Claire Marshall. www.bbc.com, 15.05.2019. Adaptado.)

    In the excerpt from the fourth paragraph “without penetrating them”, the underlined word refers to
    Escolha uma alternativa para a questão fdae64ea-d1
  • FDA9C376-D1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEA · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Claire Marshall. www.bbc.com, 15.05.2019. Adaptado.)

    O trecho do terceiro parágrafo “Just like an Magnetic Resonance Imaging scan of the brain helps us to understand how the brain works, this global map of the fungi beneath the soil helps us to understand how global ecosystems work” estabelece uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão fda9c376-d1