Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 136 de 426.

  • DC332186-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema a seguir.

    tua mão

    no meu seio

    sim não

    não sim

    não é assim

    que se mede

    um coração

    (RUIZ S., Alice. Dois em um. São Paulo: Iluminuras, 2018. p. 30.)


    Sobre o poema, considere as afirmativas a seguir.

    I. A referência ao corpo significa uma predisposição do sujeito lírico para o amor físico.

    II. O terceiro e o quarto versos apontam para a ideia de dúvida quanto ao consentimento da carícia.

    III. O quinto verso, apesar de proporcionar jogo de palavras com o verso anterior, representa um modo diferente de interpretar o gesto da mão no seio.

    IV. Nos dois versos finais, a ideia de medir o coração é utilizada em linguagem figurada para remeter à avaliação de sentimentos.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc332186-b2
  • DC2FD707-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho a seguir, extraído do conto “Os laços de família”, do livro Laços de família, e responda à questão.

    Não, não se podia dizer que amava sua mãe. Sua mãe lhe doía, era isso. A velha guardara o espelho na bolsa, e fitava-a sorrindo. O rosto usado e ainda bem esperto parecia esforçar-se por dar aos outros alguma impressão da qual o chapéu faria parte. A campainha da Estação tocou de súbito, houve um movimento geral de ansiedade, várias pessoas correram pensando que o trem já partia: mamãe! disse a mulher. Catarina! disse a velha. Ambas se olhavam espantadas, a mala na cabeça de um carregador interrompeu-lhes a visão e um rapaz correndo segurou de passagem o braço de Catarina, deslocando-lhe a gola do vestido. Quando puderam ver-se de novo, Catarina estava sob a iminência de lhe perguntar se não esquecera de nada...
    – ... Não esqueci de nada? perguntou a mãe.
    Também a Catarina parecia que haviam esquecido de alguma coisa, e ambas se olhavam atônitas – porque se realmente haviam esquecido, agora era tarde demais. Uma mulher arrastava uma criança, a criança chorava, novamente a campainha da Estação soou... Mamãe, disse a mulher. Que coisa tinham esquecido de dizer uma a outra, e agora era tarde demais. Parecia-lhe que deveriam um dia ter dito assim: sou tua mãe, Catarina. E ela deveria ter respondido: e eu sou tua filha.
    – Não vá pegar corrente de ar! Gritou Catarina.
    – Ora menina, sou lá criança, disse a mãe sem deixar porém de se preocupar com a própria aparência.
    (LISPECTOR, C. Laços de família. 11. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979. p. 112-113.)

    Quanto à relação entre o conto “Os laços de família” e os demais contos do livro, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc2fd707-b2
  • DC27A25C-B2

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho a seguir, extraído do conto “Preciosidade”, do livro Laços de família, e responda à questão.

    Não, ela não estava sozinha. Com os olhos franzidos pela incredulidade, no fim longínquo de sua rua, de dentro do vapor, viu dois homens. Dois rapazes vindo. Olhou ao redor como se pudesse ter errado de rua ou de cidade. Mas errara os minutos: saíra de casa antes que a estrela e dois homens tivessem tempo de sumir. Seu coração se espantou.

    O primeiro impulso, diante de seu erro, foi o de refazer para trás os passos dados e entrar em casa até que eles passassem: “Eles vão olhar para mim, eu sei, não há mais ninguém para eles olharem e eles vão me olhar muito!” Mas como voltar e fugir, se nascera para a dificuldade. Se toda a sua lenta preparação tinha o destino ignorado a que ela, por culto, tinha que aderir. Como recuar, e depois nunca esquecer a vergonha de ter esperado em miséria atrás de uma porta?

    (LISPECTOR, C. Laços de família. 11. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979. p. 101-102.)

    Com base no trecho do conto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dc27a25c-b2
  • DC1F388A-B2

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Norte do Paraná 2018, Colocação Pronominal

    Com base na tira, considere as afirmativas a seguir.
    I. Nos dois primeiros quadros, a próclise deve ser priorizada.
    II. O uso da próclise se deve ao fato de os verbos estarem no presente.
    III. O pronome pessoal oblíquo átono posposto ao verbo caracteriza a ênclise.
    IV. O emprego da ênclise é a forma adequada para as falas em questão.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dc1f388a-b2
  • DC1BA493-B2

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha a seguir e responda à questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Norte do Paraná 2018, Colocação Pronominal

    Com base na tira, em relação ao emprego do pronome oblíquo átono anteposto ao verbo, nos dois primeiros quadros, considere as afirmativas a seguir.

    I. Está de acordo com a norma culta.

    II. Demonstra a formalidade do discurso.

    III. Marca a informalidade na linguagem.

    IV. Está de acordo com o uso previsto para o registro oral da língua.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão dc1ba493-b2
  • DC109152-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Em “[...] após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado”, a locução “tinha chegado” caracteriza-se como um gerundismo que enfatiza o objetivo alcançado pelo artesão.
    II. Em “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle”, o pronome “aquelas” se refere ao termo “madeiras”.
    III. As aspas utilizadas ao longo do texto marcam o discurso direto do artesão José Belaque.
    IV. No título do texto “Entalhando a felicidade”, a palavra “entalhando” se ajusta ao tema da reportagem.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dc109152-b2
  • DC088C64-B2

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 
    Em “As peças são criadas para discursar”, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, a figura de linguagem utilizada.
    Escolha uma alternativa para a questão dc088c64-b2
  • DC045E0E-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão. 
    Entalhando a felicidade
    “Madeira é um elemento que tem que ser respeitado. Eu nasci numa casa de madeira, me criei numa casa de madeira. Ela era feita com árvores retiradas dali, da região”, conta José Belaque, 63. O artesão expõe suas peças no Calçadão de Londrina, esquina com Hugo Cabral, de segunda a sexta. Após uma vida dedicada ao trabalho contínuo e sistemático, Belaque parece ter encontrado, na madeira, a felicidade.
    As peças são criadas para discursar. Os móveis para bonecas obedecem à arte vitoriana, período que estudou em um trabalho como guia turístico. Formas, desenhos, cores, tudo leva ao passado. “A minimização, ou seja, a cozinha do adulto que tinha nas fazendas, agora é feita para as bonecas. A criança vai aprendendo, por meio do brinquedo, a história”, afirma.
    História na expressão e na própria madeira. “Isso tudo é um resgate. Foi uma árvore que deu frutos, sombra, conforto e de repente ela se torna um elemento positivo”, defende. “Quando eu era criança, não tinha indústria de brinquedos e a gente queria brincar. Então, os avós e pais construíam os brinquedos de uma forma artesanal. Eu quis voltar num tempo em que se construíam os brinquedos, elementos decorativos e móveis dentro de casa”, afirma.
    Há quatro anos, tomou a decisão de viver da arte após a constatação de ter realizado bons trabalhos em sua carreira, já satisfeito com o ponto aonde tinha chegado. A oficina funciona no fundo da casa de Belaque. “Eu estou fazendo uma coisa que amo fazer, na hora em que tenho interesse, então eu digo que estou no período fetal. Eu almoço quando tenho fome, levanto quando o corpo pede, trabalho e me estendo até de madrugada quando estou empolgado”, sorri.
    E vai criando conforme suas crenças e constatações expressas na madeira. Recicladas e não recicladas, afirma usar mais o pínus por questão de respeito e custo. As madeiras de primeira linha que possui são controladas e faz questão de afirmar: “Eu só trabalho com aquelas que têm o selo de controle, se não tiver eu não aceito, não compro. Não dou força para criar-se esse comércio”, argumenta.
    No fim, o resultado é a felicidade baseada no respeito pela natureza, pela arte e pela sua história. “Dinheiro é maravilhoso, mas chega um período em que ele não é mais tão importante, porque a felicidade não é o dinheiro que traz. É você realizar aquilo que gosta de fazer. Isso é felicidade”, acredita.
    (Adaptado de: GONÇALVES, É. Entalhando a felicidade. Londrina: Folha de Londrina, Folha Mais, 26 e 27 de maio de 2018, p. 1). 
    A partir da leitura do texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Os móveis construídos pelo artesão resgatam a história da movelaria esculpida em miniatura.
    II. O texto desestimula a utilização não controlada de madeiras nobres na manufatura de brinquedos.
    III. Trata-se de um texto essencialmente técnico e parcial, o que caracteriza o texto jornalístico.
    IV. Por se tratar de um texto jornalístico, a linguagem utilizada é rebuscada, direta e subjetiva.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dc045e0e-b2
  • DBFBF5FB-B2

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

    Mais que farinha, água e sal

    De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

    “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

    O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

    Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

    Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

    (Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.) 

    Com base no texto, assinale a alternativa que pode substituir, corretamente, a expressão destacada no trecho: “A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro”.
    Escolha uma alternativa para a questão dbfbf5fb-b2
  • DBF84F29-B2

    Português

    Advérbios
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

    Mais que farinha, água e sal

    De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

    “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

    O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

    Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

    Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

    (Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.) 

    Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Em “Dormia pouco, trabalhava e estudava muito”, as palavras sublinhadas denotam uma circunstância de modo.
    II. Em “De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, o emprego da crase é obrigatório por se tratar de locuções adverbiais femininas.
    III. Em “Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito”, a expressão grifada indica um limite de tempo.
    IV. Em “Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses”, a expressão grifada pode ser substituída por realmente, sem prejuízo de significação.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dbf84f29-b2
  • DBED10A5-B2

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

    Mais que farinha, água e sal

    De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

    “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

    O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

    Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

    Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

    (Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.) 

    Em relação aos recursos linguístico-semânticos presentes no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Em “Também sabe onde há padarias modernizadas”, o advérbio “também” pode ser substituído pela conjunção “mas”, sem prejuízo de significação.
    II. Em “Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador”, a expressão grifada está sendo empregada em seu sentido literal.
    III. Em “Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, a sucessão de sons verbais organizados provoca a sensação de ritmo e musicalidade, ou seja, a poetização da prosa.
    IV. Em “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30”, as vírgulas foram empregadas para marcar uma enumeração de ações.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dbed10a5-b2
  • DBE90F3E-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir e responda às questões de 6 a 11.

    Mais que farinha, água e sal

    De ajudante de padaria ao título de melhor chef do Paraná. Uma história de determinação e simplicidade de quem viu no primeiro ofício sua maior paixão. Do trabalho na pouca idade, o acordar de madrugada para colocar o pão fresco na mesa de muitos londrinenses à experiência e estudo. Foi preciso colocar muito a mão na massa para que Rodrigo Bernardes, 36, chegasse a ser embaixador da gastronomia paranaense trabalhando no ramo da panificação.

    “Eu acordava às 3h30 da manhã, adiantava o trabalho na padaria, saía por volta das 11h30 e 12h00. De lá eu ia dar aula e à tarde e à noite fazia faculdade”, conta Bernardes. Dormia pouco, trabalhava e estudava muito. Com formação em gastronomia e tecnologia de alimentos e pós-graduação em gastronomia fina, continuou na área de panificação e confeitaria, paixão inexplicável.

    O trabalho veio aos 10 anos. Filho mais velho de três irmãos, família humilde, era preciso que o menino aprendesse alguma função. Varrer o chão, lavar formas, carregar sacos, um olho no próprio trabalho e outro no padeiro. “Eu queria aprender, mas naquela época era difícil passarem as receitas até por medo de perder o emprego”, recorda.

    Até que um padeiro, vendo os desejos do garoto, foi mostrando o que era feito no processo. Observando, Bernardes foi guardando tudo na memória. “Um dia faltou o padeiro e o proprietário não tinha ninguém para substituí-lo, só aí meu chefe me deu a chance de tentar fazer o pão. Ali eu agarrei a oportunidade com as duas mãos e deu certo. Aquele dia eu percebi que tinha futuro. Eu saí da padaria e não sabia se eu chorava, se eu ria”, enfatiza. A partir de então, Bernardes se tornou assistente de padeiro, trabalhando junto com o mestre.

    Casado e com uma filha de 4 anos, conta que na casa quem faz a comida é a mulher. “Em casa de ferreiro, espeto é de pau”, revela. Observador, Bernardes sabe mesmo sobre as padarias londrinenses. “Você já comeu pão na padaria X ?”, ele pergunta. Também sabe onde há padarias modernizadas, administradas por fulano, que fez história no segmento na cidade e que agora está com loja nova. Sabe sobre os padeiros, aqueles que o ensinaram e aqueles a quem ensinou.

    (Adaptado de: TAINE, L. Mais que farinha, água e sal. Londrina: Folha de Londrina. Folha Gente. 21 e 22 abr. 2018, p. 1.) 

    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Histórias como a do chef londrinense mostram que o sucesso profissional está atrelado ao esforço e à determinação.
    II. O ofício de padeiro foi consequência da curiosidade do garoto pela função, desde tenra idade.
    III. A frase “um olho no próprio trabalho e o outro no padeiro” demonstra a irresponsabilidade do garoto com a sua função.
    IV. Ao utilizar a expressão “Em casa de ferreiro, o espeto é de pau”, o chef corrobora a sua participação no preparo das refeições familiares.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dbe90f3e-b2
  • DBE0537B-B2

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.
    Racismo em tempos modernos
    Democracia racial costuma ser um termo utilizado no Brasil por quem, infelizmente, acredita na inexistência de preconceito de cor. Atualmente, as redes sociais são, por excelência, uma amostragem da presença dessa crença muito debatida no século anterior. Dentro da lenda da democracia racial, seus adeptos, consciente ou inconscientemente, reclamam que a ausência de preconceito é justificada pela atmosfera pacífica da convivência social, sem guerras civis, onde quem diz ter um “amigo negro” é absolvido automaticamente após qualquer piada racista ou comentário degradante. E assim foi argumentada por homens como Florestan Fernandes, décadas atrás, ao responder a muitas das questões postas hoje, mas que aparentemente são ignoradas pelos paladinos da negação do racismo sob os interesses dos mais obscuros.
    No habitat virtual emerge um antigo modelo de discurso que, se antes estava reservado a lugares próprios e passíveis de camuflagens, agora está despido para quem quiser ver. Basta uma notícia de constatação de preconceito racial, que uma burricada surge para reafirmar que o racismo é uma ilusão confeccionada por elementos X ou Y. Isso, é claro, quando não sentenciam os próprios negros por sofrerem racismo. É como acusar os judeus pelo holocausto ou grupos indígenas pelo seu próprio extermínio. Mas há quem faça.
    Em suas mastodônticas moralidades, acham que cotas raciais, por exemplo, legitimam o preconceito. Ignoram a estrutura das relações do pós-Abolição, que fortificou uma sociedade desigual não apenas socioeconômica, mas pela cor, como subterfúgio da manutenção das divisões sociais. Divisões que sobrevivem.
    Em uma sociedade em que, segundo o IBGE (2014), mais de 53% se declaram negros ou pardos, as tentativas de destacar as exceções confirmam o grau de disparidade. Enquanto o acesso profissional e universitário não representar o cotidiano, qualquer discurso de meritocracia é vazio. Não tão distante, ainda sobrevive a frase de George Bernard Shaw: “Faz-se o negro passar a vida a engraxar sapatos e depois prova-se a inferioridade do negro pelo fato de ele ser engraxate”.
    (Adaptado de: <https://oglobo.globo.com/opiniao/racismo-em-tempos-modernos-18605034. Acesso em: 22 jun. 2018.)
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. Em “quem diz ter um ‘amigo negro’ é absolvido automaticamente”, as aspas empregadas em “amigo negro” indicam ironia por parte do autor do texto.
    II. As palavras “inexistência”, “comentário” e “próprios”, retiradas do texto, são acentuadas pela mesma razão.
    III. Em “É como acusar os judeus pelo holocausto ou grupos indígenas pelo seu próprio extermínio”, temos uma comparação.
    IV. Em “Mas há quem faça”, o verbo “haver” é impessoal e se refere a tempo passado.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dbe0537b-b2
  • DBDC7551-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.
    Racismo em tempos modernos
    Democracia racial costuma ser um termo utilizado no Brasil por quem, infelizmente, acredita na inexistência de preconceito de cor. Atualmente, as redes sociais são, por excelência, uma amostragem da presença dessa crença muito debatida no século anterior. Dentro da lenda da democracia racial, seus adeptos, consciente ou inconscientemente, reclamam que a ausência de preconceito é justificada pela atmosfera pacífica da convivência social, sem guerras civis, onde quem diz ter um “amigo negro” é absolvido automaticamente após qualquer piada racista ou comentário degradante. E assim foi argumentada por homens como Florestan Fernandes, décadas atrás, ao responder a muitas das questões postas hoje, mas que aparentemente são ignoradas pelos paladinos da negação do racismo sob os interesses dos mais obscuros.
    No habitat virtual emerge um antigo modelo de discurso que, se antes estava reservado a lugares próprios e passíveis de camuflagens, agora está despido para quem quiser ver. Basta uma notícia de constatação de preconceito racial, que uma burricada surge para reafirmar que o racismo é uma ilusão confeccionada por elementos X ou Y. Isso, é claro, quando não sentenciam os próprios negros por sofrerem racismo. É como acusar os judeus pelo holocausto ou grupos indígenas pelo seu próprio extermínio. Mas há quem faça.
    Em suas mastodônticas moralidades, acham que cotas raciais, por exemplo, legitimam o preconceito. Ignoram a estrutura das relações do pós-Abolição, que fortificou uma sociedade desigual não apenas socioeconômica, mas pela cor, como subterfúgio da manutenção das divisões sociais. Divisões que sobrevivem.
    Em uma sociedade em que, segundo o IBGE (2014), mais de 53% se declaram negros ou pardos, as tentativas de destacar as exceções confirmam o grau de disparidade. Enquanto o acesso profissional e universitário não representar o cotidiano, qualquer discurso de meritocracia é vazio. Não tão distante, ainda sobrevive a frase de George Bernard Shaw: “Faz-se o negro passar a vida a engraxar sapatos e depois prova-se a inferioridade do negro pelo fato de ele ser engraxate”.
    (Adaptado de: <https://oglobo.globo.com/opiniao/racismo-em-tempos-modernos-18605034. Acesso em: 22 jun. 2018.)
    Com base nos trechos a seguir, assinale a alternativa em que o termo sublinhado exprime, explicitamente, posicionamento por parte do autor.
    Escolha uma alternativa para a questão dbdc7551-b2
  • DBD7CA3E-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.
    Racismo em tempos modernos
    Democracia racial costuma ser um termo utilizado no Brasil por quem, infelizmente, acredita na inexistência de preconceito de cor. Atualmente, as redes sociais são, por excelência, uma amostragem da presença dessa crença muito debatida no século anterior. Dentro da lenda da democracia racial, seus adeptos, consciente ou inconscientemente, reclamam que a ausência de preconceito é justificada pela atmosfera pacífica da convivência social, sem guerras civis, onde quem diz ter um “amigo negro” é absolvido automaticamente após qualquer piada racista ou comentário degradante. E assim foi argumentada por homens como Florestan Fernandes, décadas atrás, ao responder a muitas das questões postas hoje, mas que aparentemente são ignoradas pelos paladinos da negação do racismo sob os interesses dos mais obscuros.
    No habitat virtual emerge um antigo modelo de discurso que, se antes estava reservado a lugares próprios e passíveis de camuflagens, agora está despido para quem quiser ver. Basta uma notícia de constatação de preconceito racial, que uma burricada surge para reafirmar que o racismo é uma ilusão confeccionada por elementos X ou Y. Isso, é claro, quando não sentenciam os próprios negros por sofrerem racismo. É como acusar os judeus pelo holocausto ou grupos indígenas pelo seu próprio extermínio. Mas há quem faça.
    Em suas mastodônticas moralidades, acham que cotas raciais, por exemplo, legitimam o preconceito. Ignoram a estrutura das relações do pós-Abolição, que fortificou uma sociedade desigual não apenas socioeconômica, mas pela cor, como subterfúgio da manutenção das divisões sociais. Divisões que sobrevivem.
    Em uma sociedade em que, segundo o IBGE (2014), mais de 53% se declaram negros ou pardos, as tentativas de destacar as exceções confirmam o grau de disparidade. Enquanto o acesso profissional e universitário não representar o cotidiano, qualquer discurso de meritocracia é vazio. Não tão distante, ainda sobrevive a frase de George Bernard Shaw: “Faz-se o negro passar a vida a engraxar sapatos e depois prova-se a inferioridade do negro pelo fato de ele ser engraxate”.
    (Adaptado de: <https://oglobo.globo.com/opiniao/racismo-em-tempos-modernos-18605034. Acesso em: 22 jun. 2018.)
    A partir da leitura do texto, considere as afirmativas a seguir.
    I. O objetivo principal do texto é denunciar o preconceito, bem como a falta de democracia racial no Brasil.
    II. O autor do texto critica os órgãos governamentais e cobra políticas públicas para o combate ao racismo.
    III. Segundo o autor, as divisões sociais não têm relação com o preconceito de cor. IV. Ao dizer “Mas há quem faça”, o autor demonstra indignação com aquilo que expõe em seu texto.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão dbd7ca3e-b2
  • 88F5CA18-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do poema A Flor e a Náusea.

    Preso à minha classe e a algumas roupas,

    vou de branco pela rua cinzenta.

    Melancolias, mercadorias, espreitam-me.

    Devo seguir até o enjoo?

    Posso, sem armas, revoltar-me?


    Olhos sujos no relógio da torre:

    Não, o tempo não chegou de completa justiça.

    O tempo é ainda de fezes, maus poemas,

    alucinações e espera.

    O tempo pobre, o poeta pobre

    fundem-se no mesmo impasse.


    [....]

    Uma flor nasceu na rua!

    Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.

    Uma flor ainda desbotada

    ilude a polícia, rompe o asfalto.

    Façam completo silêncio, paralisem os negócios,

    garanto que uma flor nasceu.


    Sua cor não se percebe.

    Suas pétalas não se abrem.

    Seu nome não está nos livros.

    É feia. Mas é realmente uma flor.


    Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde

    E lentamente passo a mão nessa forma insegura.

    Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.

    Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.

    É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.


    ANDRADE, C. D. Antologia Poética. Rio de Janeiro. José Olympio, 1978




    A partir da leitura do trecho de A Flor e a Náusea, poema do modernista Carlos Drummond de Andrade, assinale a alternativa em que o conceito é adequado à temática apresentada nos versos.

    Escolha uma alternativa para a questão 88f5ca18-b2
  • 88963782-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    eia o texto para responder à questão.

    5 Ways to Boost Your Resilience at Work

        Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

        Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

        The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

        Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

        Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

        Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

        Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

        Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

    <https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

    Glossário:
    (1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
    (2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

    Assinale a alternativa que apresenta a sugestão ligada aos benefícios das pausas durante o trabalho.
    Escolha uma alternativa para a questão 88963782-b2
  • 888E8E7F-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    eia o texto para responder à questão.

    5 Ways to Boost Your Resilience at Work

        Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

        Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

        The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

        Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

        Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

        Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

        Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

        Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

    <https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

    Glossário:
    (1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
    (2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

    De acordo com o texto, a resiliência no mundo do trabalho
    Escolha uma alternativa para a questão 888e8e7f-b2
  • 888A949F-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FATEC · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    eia o texto para responder à questão.

    5 Ways to Boost Your Resilience at Work

        Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

        Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

        The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

        Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

        Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

        Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

        Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

        Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

    <https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

    Glossário:
    (1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
    (2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

    No segundo parágrafo do texto, o trecho “.... can be extremely onerous.” refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 888a949f-b2
  • 88875A80-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    eia o texto para responder à questão.

    5 Ways to Boost Your Resilience at Work

        Since the pace and intensity of contemporary work culture are not likely to change, it’s more important than ever to build resilience skills to effectively navigate your worklife. While working as a CEO I’ve seen over and over again that the most resilient individuals aren’t the ones that don’t fail, but rather the ones that fail, learn and thrive1 because of it.

        Resilience is built by attitudes, behaviors and social supports that can be adopted and cultivated by anyone. Factors that lead to resilience include optimism and the ability to stay balanced and manage difficult emotions. To build resilience skills at work it’s important to understand and manage some of the factors that cause us to feel so stressed at work. Being hyperconnected and responsive to work anytime, anywhere, can be extremely onerous.

        The current and rising levels of stress in the workplace should be cause for concern, as there is a direct and adverse relationship between negative stress, wellness and productivity. Stress that causes us to experience difficulty or unhealthy strain is a major cause for concern as it directly and adversely affects personal and business success. Here are some tips on how to develop resilience and stay motivated:

        Exercise mindfulness – Turn your attention to mental training practices associated with mindfulness to improve your judgment accuracy and problem solving, job performance and cognitive flexibility.

        Compartmentalize your cognitive load – Create dedicated times in the day to do specific work-related activities and not others.

        Take detachment2 breaks – Step away from work for even a few minutes to reset energy and attention. Balancing work activity can promote greater energy, mental clarity, creativity and focus.

        Develop mental agility – Decenter stress: step back, reflect, shift perspectives, create options and choose wisely.

        Cultivate compassion – Create positive work relationships, increase cooperation and collaboration, happiness and well-being to decrease stress.

    <https://tinyurl.com/ycvtxc4v> Acesso em: 04.03.2018. Adaptado.

    Glossário:
    (1) Thrive: prosperar, desenvolver, ter sucesso.
    (2) Detachment: descolamento, distanciamento, separação.

    Na frase, “I’ve seen over and over again ....”, presente no primeiro parágrafo do texto, o autor refere-se a uma ação que
    Escolha uma alternativa para a questão 88875a80-b2