Questões do ENEM: Linguagens e nível médio
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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 138 de 426.
BCB454A2-B0 The InvitationIt doesn’t interest me what you do for a living, I want to know what you ache for, and if you dare to dream of meeting your heart’s longing.It doesn’t interest me how old you are. I want to know if you will risk looking like a fool for love, for your dreams, for the adventure of being alive.It doesn’t interest me what planets are squaring with your moon. I want to know if you have touched the center of your own sorrow, if you have been opened by life’s betrayals or have become shriveled and closed from fear of further pain. I want to know if you can sit with pain, mine or your own, without moving to hide it, or fade it or fix it. I want to know if you can be with joy, mine or even your own; if you can dance with the wilderness and let the ecstasy fill you to the tips of your fingers and toes without cautioning us to be careful, be realistic, or to remember the limitations of being a human.It doesn´t interest me if the story you´re telling me is true. I want to know if you can risk disappointing another to be true to yourself; if you can bear the accusation of betrayal and not betray your own soul. I want to know if you can be faithless and therefore be trustworthy. I want to know if you can see beauty even when it´s not pretty every day, and if you can source your life from its presence. I want to know if you can live with failure, yours and mine, and still stand on the edge of a lake and shout to the silver of the moon, “YES”.It doesn´t interest me to know where you live or how much money you have. I want to know if you can get up after a night of grief and despair, weary and bruised to the bone, and do what needs to be done for the children. It doesn´t matter to me who you are, how you came to be here. I want to know if you will stand in the center of the fire with me and not shrink back.It doesn´t interest me where or what or with whom you have studied. I want to know what sustains you from the inside when all else falls away. I want to know if you can be alone with yourself; and if you truly like the company you keep in the empty moments.(By Oriah Mountain Dreamer from the book THE INVITATION (c) 1999. Published by HarperONE, San Francisco. All rights reserved. Presented with permission of the author. www.oriah.org) (theunboundedspirit.com/start-living) Accessed on March 27th, 2018.
This invitation is about:62C5258E-B0 Português
Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de TextoPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosOs textos a seguir servirão de base para a realização da questão.
Texto IDesafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06
A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.
Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismoMarcus Leoni - 10.jan.2016/FolhapressÉ uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia.Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.Em relação à linguagem empregada na construção dos textos:Texto 2
Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.
Texto 3Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdadesAna Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de GeografiaInstituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro
Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa.Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais noespaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
62C0D65B-B0 Português
Coesão e coerênciaPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosOs textos a seguir servirão de base para a realização da questão.
Texto IDesafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06
A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.
Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismoMarcus Leoni - 10.jan.2016/FolhapressÉ uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia.Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.A pergunta retórica “Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista?”, presente no último parágrafo do texto 3, tem função deTexto 2
Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.
Texto 3Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdadesAna Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de GeografiaInstituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro
Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa.Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais noespaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
62BA58F3-B0 Português
ParêntesesPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosOs textos a seguir servirão de base para a realização da questão.
Texto IDesafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06
A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.
Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismoMarcus Leoni - 10.jan.2016/FolhapressÉ uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia.Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.Texto 2
Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.
Texto 3Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdadesAna Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de GeografiaInstituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro
Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa.Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais noespaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
No terceiro parágrafo do texto 3, são empregadas as seguinte notações especiais: itálico, aspas e parênteses. Indique, respectivamente, as finalidades de tais usos.62B24385-B0 Português
Interpretação de TextosPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosOs textos a seguir servirão de base para a realização da questão.
Texto IDesafio da nossa época é lidar com a abundância
Leandro Narloch, Folha de S.Paulo - 25.abr.2018 às 9h06
A abundância, quem diria, se tornou um problema. A humanidade passou milênios tentando sobreviver à fome, ao desabrigo e à escassez: hoje precisa aprender a lidar com excesso.Temos alimentos demais, bugigangas demais, roupas, carros, embalagens, papéis, remédios, drogas, livros, filmes, eletrônicos e diversões demais. Ainda estamos aprendendo a viver no meio de tantas coisas.
Artista faz intervenção na avenida Paulista sobre consumismoMarcus Leoni - 10.jan.2016/FolhapressÉ uma delícia de problema, é claro. Até o século 18, a teoria malthusiana fazia sentido. O crescimento da população levava à escassez de comida e assim à diminuição da poluição. Crises de fome ceifavam multidões todos os séculos.A Revolução Industrial nos fez escapar dessa armadilha. Produzindo mais com menos esforço, operamos um milagre: a população explodiu e a riqueza também. A fome, até então uma condição natural da humanidade, se tornou uma anomalia.Luxos que antes eram reservados a reis ou milionários (chás ou janelas com vidros e cortinas, por exemplo) entraram na casa de trabalhadores comuns.É claro que boa parte do mundo ainda enfrenta a fome e a escassez. Mas não é por falta de conhecimento que isso acontece. Pelo contrário, o caminho da prosperidade já está mais ou menos mapeado e pavimentado.A abundância é um tipo de problema chique, que todo mundo gostaria de ter. Como o da grã-fina que está cansada de passar as férias em Paris. Mas ainda assim é um problema.Muitas más notícias que os jornais publicam hoje são produtos da abundância: o trânsito, a obesidade, a poluição, o lixo, o tempo que crianças gastam em frente a telas. Não só crianças, mas os adultos — que em média tocam 2600 vezes no celular por dia.As pessoas parecem meio perdidas entre tanto conforto e atrações que desviam a atenção. Se perdem em realizações imediatas de consumo, sem foco e força de vontade para perseguir grandes desejos ou objetivos mais ousados.Se o problema já é grave hoje, imagine no futuro. O autocontrole será cada vez mais necessário. Nossos filhos e netos terão que aprender desde cedo a se controlar diante do excesso de comida, de drogas, de opções de vida e de diversão.O mundo capitalista já resolveu o problema da escassez: precisa agora de uma educação para a abundância.Leandro Narloch - Jornalista, mestre em filosofia e autor do Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, entre outros.Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/leandro-narloch/2018/04/desafio-da-nossa-epoca-e-lidar-com-a-abundancia.shtml> . Acesso em: 25 abr. 2018.Em “imagine no futuro”, a quem o autor do texto 1 se dirige no penúltimo parágrafo?Texto 2
Texto de Gilmar Machado, publicado em 8 jan. 2018.Disponível em: <https://www.humorpolitico.com.br/tag/meio-ambiente/> . Acesso em: 12 mar. 2018.
Texto 3Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdadesAna Tereza Caceres Cortez - Professora adjunta do Departamento de GeografiaInstituto de Geociências e Ciências Exatas - IGCE/Unesp, Rio Claro
Um dos símbolos do sucesso das economias capitalistas modernas é a abundância dos bens de consumo, continuamente produzidos pelo sistema industrial. Essa fartura passou a receber uma conotação negativa, sendo objeto de críticas que consideram o consumismo um dos principais problemas das sociedades industriais modernas.Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda e a publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado. Muitas vezes, as pessoas compram produtos que não têm utilidade para elas, ou até mesmo coisas desnecessárias apenas por vontade de comprar, evidenciando até uma doença.Segundo o Dicionário Houaiss, consumismo é “ato, efeito, fato ou prática de consumir (‘comprar em demasia’)” e “consumo ilimitado de bens duráveis, especialmente artigos supérfluos”.O simples “consumo” é entendido como as aquisições racionais, controladas e seletivas baseadas em fatores sociais e ambientais e no respeito pelas gerações futuras. Já o consumismo pode ser definido como uma compulsão para consumir. Mas como fazer para não aderir ao perfil consumista? A fórmula clássica e aparentemente simples é distinguir o essencial do necessário e o necessário do supérfluo. No entanto, é muito difícil estabelecer o limite entre consumo e consumismo, pois a definição de necessidades básicas e supérfluas está intimamente ligada às características culturais da sociedade e do grupo a que pertencemos. O que é básico para uns pode ser supérfluo para outros e vice-versa.Trecho de CORTEZ, Ana Tereza Caceres. Consumo e desperdício: as duas faces das desigualdades. In:CORTEZ, A.T.C.; ORTIGOZA, S.A.G. (Org.). Da produção ao consumo: impactos socioambientais noespaço urbano. São Paulo: UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica, 2009. Disponível em: <http://books.scielo.org/id/n9brm/pdf/ortigoza-9788579830075-03.pdf>. Acesso em: 20 abr. 2018. [Adaptado]
6284505C-B0 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento a seguir, extraído do primeiro capítulo de Memórias póstumas de Brás Cubas, para responder a questão.Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco.Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, rijos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! (...)(ASSIS, Machado. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê, 2001, p. 69)Memórias póstumas de Brás Cubas, obra inaugural do Realismo no Brasil, apresenta vários procedimentos literários que configuram o estilo de Machado de Assis. Dentre esses procedimentos, a leitura dos primeiros parágrafos do romance já permite identificar626AC4FC-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosResponda a questão de acordo com o texto de Lauren Camera.
Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities
By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado.

In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.
“When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”
There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.
The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.
While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress.
Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.
“The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.”
*reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.
In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018
No excerto do sexto parágrafo “whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater”, a palavra it se refere a625FC97C-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosResponda a questão de acordo com o texto de Lauren Camera.
Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities
By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado.

In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.
“When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”
There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.
The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.
While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress.
Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.
“The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.”
*reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.
In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018
De acordo com os parágrafos 4 a 6, algumas das ações tomadas pelos pais de Endrew, em razão de sua insatisfação com a escola pública em que o filho estudava, foram:625B8749-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosResponda a questão de acordo com o texto de Lauren Camera.
Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities
By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado.

In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.
“When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”
There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.
The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.
While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress.
Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.
“The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.”
*reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.
In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018
De acordo com o terceiro parágrafo, é CORRETO afirmar que, nos Estados Unidos,6255539A-B0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - SP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosResponda a questão de acordo com o texto de Lauren Camera.
Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities
By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado.

In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.
“When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”
There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.
The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.
While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress.
Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.
“The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.”
*reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.
In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018
We understand from paragraph 2 that, concerning the ‘merely more than de minimis’ education programs for the disabled, John G Roberts believes such programs62480DB8-B0 Inglês
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Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities
By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado.

In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.
“When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”
There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.
The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.
While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress.
Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.
“The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.”
*reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.
In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018
No primeiro parágrafo, o verbo must é repetidamente utilizado e indica62431590-B0 Inglês
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Supreme Court Expands Rights for Students with Disabilities
By Lauren Camera, Education Reporter - March 22, 2017. Adaptado.

In a unanimous decision with major implications for students with disabilities, the U.S. Supreme Court ruled Wednesday that schools must provide higher educational standards for children with special needs. Schools must do more than provide a ‘merely more than de minimis’ education for students with disabilities and instead must provide them with an opportunity to make "appropriately ambitious" progress in line with the federal education law.
“When all is said and done,” wrote Chief Justice John G. Roberts, “a student offered an education program providing a ‘merely more than de minimis’ progress from year to year can hardly be said to have been offered an education at all.” He continued, citing a 1982 Supreme Court ruling on special education: “For children with disabilities, receiving an instruction that aims so low would be equivalent to ‘sitting idly... awaiting the time when they were old enough to drop out.’”
There are roughly 6.4 million students with disabilities between ages 3 to 21, representing roughly 13 percent of all students, according to Institute for Education Statistics. Each year 300,000 of those students leave school and just 65 percent of students with disabilities complete high school.
The case which culminated in the Supreme Court decision originated with an autistic boy in Colorado named Endrew. His parents pulled him out of school in 5th grade because they disagreed with his individualized education plan. Under federal law, the Individuals with Disabilities Education Act (IDEA), schools must work with families to develop individualized learning plans for students with disabilities.
While Endrew had been making progress in the public schools, his parents felt his plan for that year simply replicated goals from years past. As a result, they enrolled him in a private school where, they argued, Endrew made academic and social progress.
Seeking tuition reimbursement*, they filed a complaint with the state’s department of education in which they argued that Endrew had been denied a "free appropriate public education". The school district won the suit, and when his parents filed a lawsuit in federal district court, the judge also sided with the school district. In the Supreme Court case, Endrew and his family asked for clarification about the type of education benefits the federal law requires of schools, specifically, whether it requires ‘merely more than de minimis’, or something greater.
“The IDEA demands more,” Roberts wrote in the opinion. “It requires an educational program reasonably calculated to enable a child to make progress appropriate in light of the child’s circumstances.”
*reimbursement – a sum paid to cover money that has been spent or lost.
In:<https://www.usnews.com/news/education-news/articles/2017-03-22/supreme-court-expands-rights-for-students-with-disabilities> 30.03.2018
O fato que levou à publicação deste texto em março de 2017 foi2681DA01-AF Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosDIFFERENCE BETWEEN AMERICAN AND BRITISH
VERSIONS OF HARRY POTTER SERIES
Philosopher’s vs. Sorcerer
When Scholastic was publishing Harry Potter and the Philosopher’s Stone in America, they decided to rename the book Harry Potter and the Sorcerer’s Stone. They claimed that the American and British uses of the word philosopher were a bit different, so therefore sorcerer was a more appropriate word. Any true Harry Potter fan, American or British, Australian or Hungarian, I’m sure will agree with MuggleMix when we say that decision should not have been made the reasons are:
1) J.K. Rowling said so therefore it must be true. She says that if she was in a better position, she would have disagreed at the time.
2) It belittles Americans, making it seem as if they do not understand what the word “philosopher” means. Americans are smarter than that.
3) Sorcerer is unspecific. The stone could have belonged to anybody with magical powers in the book. But the British name defines who the stone belongs to and gives the name an entirely different meaning. Sorcerer is a very different word to philosopher.
4) The stone is referred to as the “Philosopher’s Stone” throughout J.K. Rowling’s original version, never the “Sorcerer’s Stone”, so why should the most central object of the book be labeled something completely different in the book title, even if its just being published in a different place?
5) How is the word “philosopher” in Britain different from the word “sorcerer” in America?
6) Philosopher’s Stone is actually a historical object that people used to search for, while the Sorcerer’s Stone has no factual background in real life.
Ah well…
Other terminology
There are some other minor changes that occurred in case Americans got confused. Some ones, such as turning “mum” into “mom” and “trainers” into “sneakers”, J.K. Rowling refused to let happen. However, she allowed some changes to be made that, if they were not made, would befuddle the readers:
UK: Skip – US: Dumpster
UK: Minister for Magic – US: Minister of Magic
[…]
UK: Car park – US: Parking lot
[…]
Disponível em http://w w w .fanpop.com/clubs/harry-potter/articles/4309/title/difference-between-american-british-versions-harry-potter-series. Acesso em nov. 2015.
Observe os conectivos therefore, so, even if, such as, however, e assinale a alternativa correta sobre a função que eles assumem, respectivamente, no texto.267988F5-AF Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos“Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento?
Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto.”
COUTO, Mia. “Chuva: a abensonhada”. In: Estórias abensonhadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 43.
Há mais de 20 anos (a primeira edição é de 1994), Mia Couto publicou o livro Estórias abensonhadas, uma coletânea de 26 contos. As estórias transitam entre os temas de fins da guerra, de tradições moçambicanas e de utopias que povoam aquele momento do país. Neste livro, no conto Chuva: a abensonhada, o autor articula esses temas numa linguagem poética e criativa, instaurando assim uma nova realidade, desafiando a lógica que predomina na relação entre as pessoas e o mundo.
Considerando o conto Chuva: a abensonhada, assinale a alternativa correta.
267599F1-AF Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosTexto 01
Óbito do Autor
“Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.”
Texto 02
Origem, Nascimento e Batizado
“Era no tempo do rei.
Uma das quatro esquinas que formam as ruas do Ouvidor e da Quitanda, cortando-se mutuamente, chamava-se nesse tempo O canto dos meirinhos; e bem lhe assentava o nome, porque era aí o lugar de encontro favorito de todos os indivíduos dessa classe (que gozava então de não pequena consideração). Os meirinhos de hoje não são mais do que a sombra caricata dos meirinhos do tempo do rei; estes eram gente temível e temida, respeitável e respeitada; formavam um dos extremos da formidável cadeia judiciária que envolvia todo o Rio de Janeiro no tempo em que a demanda era entre nós um elemento de vida: o extremo oposto eram os desembargadores. Ora, os extremos se tocam, e estes, tocando-se, fechavam o círculo dentro do qual se passavam os terríveis combates das citações, provarás, razões principais e finais, e todos esses trejeitos judiciais que se chamava o processo. Daí sua influência moral.”
ASSIS, Machado. Memórias póstumas de Brás Cubas. 2. ed. São Paulo: Martin Claret, 2010. p. 17. (Coleção a obra-prima de cada autor).
ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. 4. ed. São Paulo: Martin Claret, 2010. p. 13. (Coleção a obra-prima de cada autor).
Com base nos trechos dos dois romances, assinale a alternativa correta.266C096C-AF Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Maurício de Sousa. Disponível em aliteranda.files.w ordpress.com. Acesso em: nov. 2015.
Na leitura da tirinha há uma quebra de expectativa que produz um efeito humorístico.
Assinale a alternativa que corresponde a este funcionamento.
2667633D-AF Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
Maurício de Sousa. Disponível em aliteranda.files.w ordpress.com. Acesso em: nov. 2015.
Considere o seguinte trecho: “[...] e então, adicionam-se duas colheres de açúcar mascavo e mexe-se a calda por dois minutos [...]”.
A partir das palavras em destaque e das noções de variação linguística, assinale a alternativa correta.
26644A45-AF Português
SintaxeUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosVELHAS PIADAS PROVOCAM DEBATE SOBRE RACISMO ENTRE DESCENDENTES DE ASIÁTICOS
Quando tinha onze anos, o cineasta Leonardo Hwan voltava da escola com um amigo em São Paulo, quando um homem de cerca de trinta anos se aproximou, deu um susto nos garotos e gritou que eles deveriam "voltar para o país deles".
"Nunca esqueci. Fiquei muito assustado", diz Leonardo, 27, que é brasileiro e descendente de tawaineses. Hoje ele conta essa história para explicar porque fazer a piada do "pastel de flango" ou gritar "abre o olho, japonês" para descendentes de asiáticos é ofensivo. E ele tem que explicar diversas vezes.
"É racista, é xenófobo. Não é 'apenas uma piada'. Você está fazendo o mesmo que o cara: está dizendo que a pessoa não pertence, que ela é estrangeira, que não é bem-vinda", diz Leonardo.
Ele critica uma postagem do prefeito de São Paulo, João Doria, que escreveu a legenda "acelela" em vez de "acelera" (seu slogan) em uma foto durante uma visita à China [...].
"Quando você diz 'acelela', está tirando sarro não dos chineses de lá, mas dos imigrantes daqui, para quem a questão da língua e da adaptação é uma dificuldade real, e para descendentes que lutam há anos para serem aceitos", afirma Leonardo.
[...]
Disponível em: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/bbc/2017/08/04/ velhas-piadas-provocam-debate-sobre-racismo-entre-descendentes-deasiaticos.htm Acesso em: ago. 2017.
No texto, em “É racista, é xenófobo”, o referente que funciona como sujeito é:26601BB1-AF Português
Interpretação de TextosUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritosVÍCIO EM INTERNET
“Poucos artigos sérios usam a palavra ‘vício’ para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como ‘compulsão’ ou ‘uso exagerado’. Vício é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista ‘Wired’ (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra ‘viciante’ (‘addictive’), da seguinte forma: ‘Facebook’, ‘Twitter’, ‘Instagram’, 'World of Warcraft', 'Angry Birds'. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".
O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro "Hooked: How to Build Habit-Forming Products" (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a "fisgar" usuários e não soltálos mais. Ele gosta de descrever sua área como "engenharia de comportamento", profissão que não faria feio nos livros de ficção científica de William Gibson ou Philip K. Dick.
Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos como B. Frederic Skinner, inventor da "caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome.
Lemos, Ronaldo. “Vício em Internet”. In Folha de São Paulo, publicada on line, em 03/02/2015. Disponível em: http://m.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/ 2015/02/1584272-vicio-em-internet.shtml?mobile Acesso em: ago. 2017.
A partir da leitura do texto Vício em internet, a revista “Wired”26594E14-AF Português
Coesão e coerênciaUNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
CJ. Politicopatas. Disponível em: http://f.i.uol.com.br/folha/cartum/images/17214223.jpeg Acesso em ago. 2017
Nas três primeiras falas das personagens da tira Politicopatas, de CJ, o verbo ir é empregado em locuções verbais, ou seja, funciona como auxiliar do verbo principal.
Considerando os verbos principais estudar, brincar, dar, assinale a alternativa que equivale à substituição das locuções verbais da tirinha pelos verbos principais, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.