Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 139 de 426.

  • 087849EC-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Animals' popularity 'a disadvantage'

    By Mary HaltonScience reporter, BBC News
    13 April 2018

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Retrieved from http://www.bbc.com/news/science-environment-43742646
    According to Dr Sarah Durant, in paragraph 9 (lines 27-30), it is INCORRECT to state that
    Escolha uma alternativa para a questão 087849ec-af
  • 08709864-AF

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Animals' popularity 'a disadvantage'

    By Mary HaltonScience reporter, BBC News
    13 April 2018

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Sinônimos | Synonyms

    Retrieved from http://www.bbc.com/news/science-environment-43742646
    In the fragment “Despite their abundant media representation, nine of the animals on the list are classed as vulnerable, endangered or critically endangered…” (lines 22-23), “despite” can be substituted, without change in meaning, by
    Escolha uma alternativa para a questão 08709864-af
  • 0869BDC9-AF

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    PUC - RJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Animals' popularity 'a disadvantage'

    By Mary HaltonScience reporter, BBC News
    13 April 2018

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RJ 2018, Vocabulário | Vocabulary

    Retrieved from http://www.bbc.com/news/science-environment-43742646
    In the fragment “Dr Courchamp and his team set out to determine exactly which species these might be.” (line 10), “might” expresses an idea of
    Escolha uma alternativa para a questão 0869bdc9-af
  • 620AA52E-16

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    According to the information in the article, the Black Death
    Escolha uma alternativa para a questão 620aa52e-16
  • 62004005-16

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    GERMANY IN THE MIDDLE AGES
    By Simon Winder

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Chapter 3 of the book Germania.
    With respect to the memorials that can still be found in many local churches in Germany, the information in the article most supports which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão 62004005-16
  • 61E6C1AC-16

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    With respect to countries in which polygamy is practiced, the information in the article supports all of the following except
    Escolha uma alternativa para a questão 61e6c1ac-16
  • 61DFEA5E-16

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    THE PERILS OF POLYGAMY

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from The Economist, December 23, 2017.
    Which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 61dfea5e-16
  • 61D6239E-16

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    Remissão


    Tua memória, pasto de poesia,

    tua poesia, pasto dos vulgares,

    vão se engastando numa coisa fria

    a que tu chamas: vida, e seus pesares.


    Mas, pesares de quê? perguntaria,

    se esse travo de angústia nos cantares,

    se o que dorme na base da elegia

    vai correndo e secando pelos ares,


    e nada resta, mesmo, do que escreves

    e te forçou ao exílio das palavras,

    senão contentamento de escrever,


    enquanto o tempo, em suas formas breves

    ou longas, que sutil interpretavas,

    se evapora no fundo de teu ser?


    Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.

    Nesse poema de Carlos Drummond de Andrade, encontram-se presentes, entre outras, as seguintes linhas formais e temáticas bastante características de Claro enigma:

    I o emprego de modalidades tradicionais de composição, como, no caso, o verso decassílabo, com rimas cruzadas;
    II a desilusão quanto à integração entre a poesia e o mundo exterior;
    III a madureza, como consciência crescente da finitude do ser;
    IV o recurso à forma fixa do soneto.

    Completa de maneira adequada o que se afirma no início da questão o que está em
    Escolha uma alternativa para a questão 61d6239e-16
  • 61C88B77-16

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão 

        Vindos do norte, da fronteira velha-de-guerra, bem montados, bem enroupados, bem apessoados, chegaram uns oito homens, que de longe se via que eram valentões: primeiro surgiu um, dianteiro, escoteiro, que percorreu, de ponta a ponta, o povoado, pedindo água à porta de uma casa, pedindo pousada em outra, espiando muito para tudo e fazendo pergunta e pergunta; depois, então, apareceram os outros, equipados com um despropósito de armas – carabinas, novinhas quase; garruchas, de um e de dois canos; revólveres de boas marcas; facas, punhais, quicés de cabos esculpidos; porretes e facões, – e transportando um excesso de breves nos pescoços.
        O bando desfilou em formação espaçada, o chefe no meio. E o chefe – o mais forte e o mais alto de todos, com um lenço azul enrolado no chapéu de couro, com dentes brancos limados em acume, de olhar dominador e tosse rosnada, mas sorriso bonito e mansinho de moça – era o homem mais afamado dos dois sertões do rio: célebre do Jequitinhonha à Serra das Araras, da beira do Jequitaí à barra do Verde Grande, do Rio Gavião até nos Montes Claros, de Carinhanha até Paracatu; maior do que Antônio Dó ou Indalécio; o arranca-toco, o treme-terra, o come-brasa, o pega-à-unha, o fecha-treta, o tira-prosa, o parte-ferro, o rompe-racha, o rompe-e-arrasa: Seu Joãozinho Bem-Bem.

    João Guimarães Rosa, “A hora e vez de Augusto Matraga”, in Sagarana.
    Os “valentões armados”, que figuram no texto, atuando isoladamente ou em bando, constituem fenômeno geral,
    Escolha uma alternativa para a questão 61c88b77-16
  • 61AFA1FC-16

    Português

    Análise sintática
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão

    PARDAIS NOVOS

        Um dia o meu telefone, instalado à cabeceira de minha cama, retiniu violentamente às sete da manhã. Estremunhado tomei do receptor e ouvi do outro lado uma voz que dizia: “Mestre, sou um pardal novo. Posso ler-lhe uns versos para que o senhor me dê a sua opinião?” Ponderei com mau humor ao pardal que aquilo não eram horas para consultas de tal natureza, que ele me telefonasse mais tarde. O pardal não telefonou de novo: veio às nove e meia ao meu apartamento.
        Mal o vi, percebi que não se tratava de pardal novo. Ele mesmo como que concordou que o não era, pois perguntando-lhe eu a idade, hesitou contrafeito para responder que tinha 35 anos. Ainda por cima era um pardal velho!
        Desde esse dia passei a chamar de pardais novos os rapazes que me procuram para mostrar-me os seus primeiros ensaios de voo no céu da poesia. Dizem eles que desejam saber se têm realmente queda para o ofício, se vale a pena persistir etc. Fico sempre embaraçado para dar qualquer conselho. A menos que se seja um Rimbaud ou, mais modestamente, um Castro Alves, que poesia se pode fazer antes dos vinte anos? Como Mallarmé afirmou certa vez que todo verso é um esforço para o estilo, acabo aconselhando ao pardal que vá fazendo os seus versinhos, sem se preocupar com a opinião de ninguém, inclusive a minha. (...)

    Manuel Bandeira, Melhores crônicas. Global Editora.
    A oração sublinhada no trecho “Mal o vi, percebi que não se tratava de pardal novo.” tem valor
    Escolha uma alternativa para a questão 61afa1fc-16
  • 61A07ED2-16

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão


    “PIMBA NA GORDUCHINHA”* DATOU


        Empolgação já não basta. Comentaristas usam cada vez mais estatísticas e termos técnicos para traduzir o que acontece em campo.

        Por tradição, a tarefa de comentar uma partida de futebol sempre foi o oposto disso. A “crônica esportiva” pontificada por lendas como Nelson Rodrigues e Armando Nogueira, entre muitos outros, evocava heróis em campo e fazia da genialidade individual, do empenho coletivo e do imponderável instituições que comandavam o jogo. O belo texto valia tanto quanto – ou mais – que a observação de treinos e jogos. “O padrão para falar de futebol no Brasil costumava abordar aspectos como a qualidade individual do jogador e fatores emocionais”, afirma Carlos Eduardo Mansur, do jornal O Globo. “O desafio hoje é estudar o jogo taticamente.” Não havia no passado, obviamente, a ideia nem os recursos técnicos para compilar dados, que hoje sustentam as análises feitas durante os 90 minutos.

        O uso de softwares que ajudam a dissecar partidas em números se difundiu nos clubes e transbordou para as redações. Crescem grupos dedicados à tabulação e análise de dados. Estatísticas individuais e coletivas, como o número de finalizações de um atacante e a média de posse de bola de uma equipe, são dados prosaicos em palestras de treinadores e programas de TV, blogs ou jornais.

        Detratores desse modelo, no entanto, consideram essa tendência um modismo, uma chatice. “Há preconceito de quem ouve e exagero de quem usa”, afirma o comentarista PVC [Paulo Vinícius Coelho]. Excessos ou modismos à parte, não há como fugir da realidade. O uso de dados e estatísticas por clubes europeus para elaborar estratégias e jogadas é antigo e há anos chegou aos brasileiros, com maior ou menor simpatia. Não existe futebol bem jogado, em alto nível, sem isso.

        A tarefa de dissecar o jogo por números e dados ajuda a entender, mas não esgota o futebol, que, por sua dinâmica, segue como um esporte dos mais imprevisíveis.


    Rafael Oliveira, Época, 29.01.2018. Adaptado.

    * "ripa na chulipa e pimba na gorduchinha": bordão criado pelo narrador de futebol Osmar Santos e popularizado nos anos 1980.
    Segundo o texto, a análise de dados sobre uma partida colhidos por meio de recursos tecnológicos
    Escolha uma alternativa para a questão 61a07ed2-16
  • B11866BD-15

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    With respect to the exclusively financial aspects of the brideprice, a South Sudanese cattle farmer would most likely get the biggest benefit from which of the following situations?
    Escolha uma alternativa para a questão b11866bd-15
  • B0AC3863-15

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                             Imagem da questão de Português, FGV 2018, Interpretação de Textos


          À hora do primeiro almoço, como prometera, Aristarco mostrou-se em toda a grandeza fúnebre dos justiçadores. De preto. Calculando magnificamente os passos pelos do diretor, seguiam-no em guarda de honra muitos professores. À porta fronteira, mais professores de pé e os bedéis ainda, e a multidão bisbilhoteira dos criados.

          Tão grande a calada, que se distinguia nítido o tique-taque do relógio, na sala de espera, palpitando os ansiados segundos.

          Aristarco soprou duas vezes através do bigode, inundando o espaço com um bafejo de todo-poderoso.

          E, sem exórdio:

          “Levante-se, Sr. Cândido Lima! “Apresento-lhes, meus senhores, a Sra. D. Cândida”, acrescentou com uma ironia desanimada.

          “Para o meio da casa! e curve-se diante dos seus colegas!”

          Cândido era um grande menino, beiçudo, louro, de olhos verdes e maneiras difíceis de indolência e enfado. Atravessou devagar a sala, dobrando a cabeça, cobrindo o rosto com a manga, castigado pela curiosidade pública.

          “Levante-se, Sr. Emílio Tourinho...

           Este é o cúmplice, meus senhores!”

          Tourinho era um pouco mais velho que o outro, porém mais baixo; atarracado, moreno, ventas arregaladas, sobrancelhas crespas, fazendo um só arco pela testa. Nada absolutamente conformado para galã; mas era com efeito o amante.

          “Venha ajoelhar-se com o companheiro.”

          “Agora, os auxiliares...”

          Desde as cinco horas da manhã trabalhava Aristarco no processo. O interrogatório, com o apêndice das delações da polícia secreta e dos tímidos, comprometera apenas dez alunos.

          A chamado do diretor, foram deixando os lugares e postando-se de joelhos em seguimento dos principais culpados.

          “Estes são os acólitos da vergonha, os corréus do silêncio!”

          Cândido e Tourinho, braço dobrado contra os olhos, espreitavam-se a furto, confortando-se na identidade da desgraça, como Francesca e Paolo* no inferno.

          Prostrados os doze rapazes perante Aristarco, na passagem alongada entre as cabeceiras das mesas, parecia aquilo um ritual desconhecido de noivado: a espera da bênção para o casal à frente.

          Em vez da bênção chovia a cólera.

                                                                                                    Raul Pompeia, O Ateneu.

    * Francesca e Paolo: personagens de A Divina Comédia, de Dante Alighieri. 

    No contexto da obra O Ateneu, a homossexualidade, tematizada no trecho aqui reproduzido, configura-se como
    Escolha uma alternativa para a questão b0ac3863-15
  • B0959B0B-15

    Português

    Figuras de Linguagem
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                            PARDAIS NOVOS


          Um dia o meu telefone, instalado à cabeceira de minha cama, retiniu violentamente às sete da manhã. Estremunhado tomei do receptor e ouvi do outro lado uma voz que dizia: “Mestre, sou um pardal novo. Posso ler-lhe uns versos para que o senhor me dê a sua opinião?” Ponderei com mau humor ao pardal que aquilo não eram horas para consultas de tal natureza, que ele me telefonasse mais tarde. O pardal não telefonou de novo: veio às nove e meia ao meu apartamento.

          Mal o vi, percebi que não se tratava de pardal novo. Ele mesmo como que concordou que o não era, pois perguntando-lhe eu a idade, hesitou contrafeito para responder que tinha 35 anos. Ainda por cima era um pardal velho!

          Desde esse dia passei a chamar de pardais novos os rapazes que me procuram para mostrar-me os seus primeiros ensaios de voo no céu da poesia. Dizem eles que desejam saber se têm realmente queda para o ofício, se vale a pena persistir etc. Fico sempre embaraçado para dar qualquer conselho. A menos que se seja um Rimbaud ou, mais modestamente, um Castro Alves, que poesia se pode fazer antes dos vinte anos? Como Mallarmé afirmou certa vez que todo verso é um esforço para o estilo, acabo aconselhando ao pardal que vá fazendo os seus versinhos, sem se preocupar com a opinião de ninguém, inclusive a minha.

          (...)

                                                     Manuel Bandeira, Melhores crônicas. Global Editora. 

    Sabendo-se que “alegoria consiste em uma metáfora que, em um dado contexto, desdobra-se em outras”, pode-se apontar o emprego desse recurso, sobretudo, no seguinte trecho do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão b0959b0b-15
  • B090B553-15

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                           “PIMBA NA GORDUCHINHA”* DATOU


          Empolgação já não basta. Comentaristas usam cada vez mais estatísticas e termos técnicos para traduzir o que acontece em campo.

          Por tradição, a tarefa de comentar uma partida de futebol sempre foi o oposto disso. A “crônica esportiva” pontificada por lendas como Nelson Rodrigues e Armando Nogueira, entre muitos outros, evocava heróis em campo e fazia da genialidade individual, do empenho coletivo e do imponderável instituições que comandavam o jogo. O belo texto valia tanto quanto – ou mais – que a observação de treinos e jogos. “O padrão para falar de futebol no Brasil costumava abordar aspectos como a qualidade individual do jogador e fatores emocionais”, afirma Carlos Eduardo Mansur, do jornal O Globo. “O desafio hoje é estudar o jogo taticamente.” Não havia no passado, obviamente, a ideia nem os recursos técnicos para compilar dados, que hoje sustentam as análises feitas durante os 90 minutos.

          O uso de softwares que ajudam a dissecar partidas em números se difundiu nos clubes e transbordou para as redações. Crescem grupos dedicados à tabulação e análise de dados. Estatísticas individuais e coletivas, como o número de finalizações de um atacante e a média de posse de bola de uma equipe, são dados prosaicos em palestras de treinadores e programas de TV, blogs ou jornais.

          Detratores desse modelo, no entanto, consideram essa tendência um modismo, uma chatice. “Há preconceito de quem ouve e exagero de quem usa”, afirma o comentarista PVC [Paulo Vinícius Coelho]. Excessos ou modismos à parte, não há como fugir da realidade. O uso de dados e estatísticas por clubes europeus para elaborar estratégias e jogadas é antigo e há anos chegou aos brasileiros, com maior ou menor simpatia. Não existe futebol bem jogado, em alto nível, sem isso.

          A tarefa de dissecar o jogo por números e dados ajuda a entender, mas não esgota o futebol, que, por sua dinâmica, segue como um esporte dos mais imprevisíveis.

                                                                    Rafael Oliveira, Época, 29.01.2018. Adaptado.

    * "ripa na chulipa e pimba na gorduchinha": bordão criado pelo narrador de futebol Osmar Santos e popularizado nos anos 1980.  

    Considerada no contexto, a substituição proposta para a frase citada no início de cada alternativa mantém o sentido mas NÃO a correção gramatical em:
    Escolha uma alternativa para a questão b090b553-15
  • 757053C8-51

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Compared to the previous text “Why so few nurses are men”, the cartoon

    Escolha uma alternativa para a questão 757053c8-51
  • 7565BC9B-51

    Inglês

    Palavras conectivas | Connective words
    UNIFESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Palavras conectivas | Connective words

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    No trecho do quarto parágrafo “Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled”, o termo sublinhado pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 7565bc9b-51
  • 75607F85-51

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    UNIFESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    No trecho do terceiro parágrafo “To dispel myths, nurse-recruitment campaigns”, o termo sublinhado indica
    Escolha uma alternativa para a questão 75607f85-51
  • 75577807-51

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    UNIFESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Vocabulário | Vocabulary

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “did not even admit men as members until 1960”, o termo sublinhado indica
    Escolha uma alternativa para a questão 75577807-51
  • 75538C1F-51

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

                                      Why so few nurses are men


                       Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

          Ask health professionals in any country what the biggest problem in their health-care system is and one of the most common answers is the shortage of nurses. In ageing rich countries, demand for nursing care is becoming increasingly insatiable. Britain’s National Health Service, for example, has 40,000-odd nurse vacancies. Poor countries struggle with the emigration of nurses for greener pastures. One obvious solution seems neglected: recruit more men. Typically, just 5-10% of nurses registered in a given country are men. Why so few?

          Views of nursing as a “woman’s job” have deep roots. Florence Nightingale, who established the principles of modern nursing in the 1860s, insisted that men’s “hard and horny” hands were “not fitted to touch, bathe and dress wounded limbs”. In Britain the Royal College of Nursing, the profession’s union, did not even admit men as members until 1960. Some nursing schools in America started admitting men only in 1982, after a Supreme Court ruling forced them to. Senior nurse titles such as “sister” (a ward manager) and “matron” (which in some countries is used for men as well) do not help matters. Unsurprisingly, some older people do not even know that men can be nurses too. Male nurses often encounter patients who assume they are doctors.

          Another problem is that beliefs about what a nursing job entails are often outdated – in ways that may be particularly off-putting for men. In films, nurses are commonly portrayed as the helpers of heroic male doctors. In fact, nurses do most of their work independently and are the first responders to patients in crisis. To dispel myths, nurse-recruitment campaigns display nursing as a professional job with career progression, specialisms like anaesthetics, cardiology or emergency care, and use for skills related to technology, innovation and leadership. However, attracting men without playing to gender stereotypes can be tricky. “Are you man enough to be a nurse?”, the slogan of an American campaign, was involved in controversy.

          Nursing is not a career many boys aspire to, or are encouraged to consider. Only two-fifths of British parents say they would be proud if their son became a nurse. Because of all this, men who go into nursing are usually already closely familiar with the job. Some are following in the career footsteps of their mothers. Others decide that the job would suit them after they see a male nurse care for a relative or they themselves get care from a male nurse when hospitalised. Although many gender stereotypes about jobs and caring have crumbled, nursing has, so far, remained unaffected.

                                                  (www.economist.com, 22.08.2018. Adaptado.)

    De acordo com o segundo parágrafo,
    Escolha uma alternativa para a questão 75538c1f-51