Questões do ENEM: Linguagens e nível médio
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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 171 de 426.
21B20822-DF Texto IIIDependência DigitalPor Gabriela CabralA dependência digital é a busca incessante pela utilização da internet que age de forma semelhante à dependência química, pois ocorre como consequência do uso prolongado da internet que, por sua vez, proporciona prazer físico à pessoa. Tal prazer está relacionado a fatos e reações simples como downloads, interatividades, e-mails, que em contato direto com o organismo originam descargas elétricas entre os neurônios através da dopamina.A dopamina é um neurotransmissor que antecede naturalmente a adrenalina e a noradrenalina que atuam no organismo como estimulantes do sistema nervoso central. A dependência digital estimula a produção da dopamina e provoca uma grande sensação de prazer resultando na busca por tais momentos. Em pesquisa realizada no ano de 1997, pela pesquisadora Diane Wieland, dos Estados Unidos, foi afirmado que o uso prolongado desta ferramenta facilitadora de buscas e pesquisas promove além do estado vicioso de dependência, relacionamentos interpessoais baseados em fatores supérfluos e sem envolvimentos. Na pesquisa, foi comprovado que pessoas que utilizam a internet em grande escala se tornam virtuais, pois aderem a relacionamentos íntimos, de amizade e de competições virtuais transformando o próprio organismo num organismo virtual.A dependência digital provoca compulsão, depressão, TOC (transtorno obsessivo-compulsivo), agitação, irritabilidade, perda de sentimentos e perturbação. A perturbação está ligada às preocupações com a rede, com o tempo em que está on-line, com a percepção de sua necessidade de permanecer na internet, o distanciamento de amigos e familiares e ainda com o refúgio que a rede lhe proporciona diante de problemas.Do ponto de vista psicológico, a dependência digital é uma patologia e ocorre em alguns casos, não acometendo todos os usuários. Quando se transforma em patologia, deve ser percebida e encaminhada para um profissional competente para que esse auxilie o indivíduo na busca do autocontrole.Fonte: DANTAS, Gabriela Cabral da Silva. "Dependência Digital"; Brasil Escola.Disponível em <https://brasilescola.uol.com.br/psicologia/dependencia-digital.htm> .Acesso em 28 de julho de 2018.ASSINALE a alternativa em que o referente da palavra que, em destaque, está corretamente indicado.21AF0360-DF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto II

Fonte: https://istoe.com.br/326665_VITIMAS+DA+DEPENDENCIA+DIGITAL/ Acesso em 8 de maio de 2018. Adaptado.
Leia estas passagens do texto II:■ “Não use o Twitter como chat”.■ “Nunca tuíte mais de 15 vezes ao dia”.■ “Não retuíte exatamente tudo, mesmo que achar interessante”■ “Compartilhe fatos de sua vida pessoal e também os links sobre outros assuntos que considerar interessantes”.Considerando as palavras sublinhadas, ASSINALE a alternativa que indica os processos de inserção dessas palavras na Língua Portuguesa, respectivamente:
21A5DAA8-DF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise esta charge para responder as questões de 1 a 3.
Texto I

Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.
Sobre o uso das variantes linguísticas no texto I, é CORRETO afirmar que:21A078C7-DF Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAnalise esta charge para responder as questões de 1 a 3.
Texto I

Fonte: www.cartunista.com.br. Acesso em 8 de maio de 2018.
O efeito de humor no texto I é produzido:F3F7F80B-DD Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
The idiomatic expression above means that
F3D808FF-DD Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão01 Acreditei que se amasse de novo
02 esqueceria outros
03 pelo menos três ou quatro rostos que amei
04 Num delírio de arquivística
05 organizei a memória em alfabetos
06 como quem conta carneiros e amansa
07 no entanto flanco aberto não esqueço
08 e amo em ti os outros rostos
09 Qual tarde de maio.
10 Como um trunfo escondido na manga
11 carrego comigo tua última carta
12 cortada
13 uma cartada.
14 Não, amor, isto não é literaturaAna Cristina Cesar, “Contagem regressiva”
Assinale a alternativa correta sobre o fragmento do poema “Contagem regressiva”.F3D443A2-DD Português
Interpretação de TextosUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão01 Acreditei que se amasse de novo
02 esqueceria outros
03 pelo menos três ou quatro rostos que amei
04 Num delírio de arquivística
05 organizei a memória em alfabetos
06 como quem conta carneiros e amansa
07 no entanto flanco aberto não esqueço
08 e amo em ti os outros rostos
09 Qual tarde de maio.
10 Como um trunfo escondido na manga
11 carrego comigo tua última carta
12 cortada
13 uma cartada.
14 Não, amor, isto não é literaturaAna Cristina Cesar, “Contagem regressiva”
A partir do texto acima, um fragmento do poema “Contagem regressiva”, de Ana Cristina Cesar, assinale a alternativa correta.F3CFEF26-DD Português
Interpretação de TextosUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística
Assinale a alternativa com relação correta entre sinônimos, tendo em vista o emprego das palavras no texto.F3C91161-DD Português
Concordância verbal, Concordância nominalUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
Assinale a alternativa correta.
Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística
F3C076F0-DD Português
Interpretação de TextosUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosTexto para a questão
Esmeralda Vailati Negrão, “A cartografia sintática”, em Novos caminhos da linguística
Observe as afirmações.
I. A linguagem humana nem sempre foi, ao longo da história, tratada de modo a considerá-la como um objeto científico.
II. A linguagem humana pode ser compreendida por uma perspectiva científica, que efetua recortes de observação, geradores, por sua vez, de diferentes modos de observação e análise.
III. A natureza humana é muito complexa, o que exige que se façam abstrações científicas que implicam desconsiderar a linguagem como um elemento possível de observação e análise.
Assinale a alternativa correta.EC0B96D6-DC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosDrinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.
One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.
Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.
Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.
Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”
(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)
De acordo com o quinto parágrafo,EC03B7B6-DC Inglês
Sinônimos | SynonymsFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosDrinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.
One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.
Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.
Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.
Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”
(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)
In the excerpt from the second paragraph “18% less likely to die”, the word in bold can be replaced, without changing the meaning of the sentence, byEBFC10C3-DC Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosDrinking coffee could help you live longer Coffee not only helps you feel full of beans, it might add years to your life as well, two major studies have shown. Scientists in Europe and the US have uncovered the clearest evidence yet that drinking coffee reduces the risk of death.
One study of more than half a million people from 10 European countries found that men who downed at least three cups of coffee a day were 18% less likely to die from any cause than non-coffee drinkers. Women drinking the same amount benefited less, but still experienced an 8% reduction in mortality over the period measured.
Similar results were reported by American scientists who conducted a separate investigation, recruiting 185855 participants from different ethnic backgrounds. Irrespective of ethnicity, people who drank two to three cups of coffee daily had an 18% reduced risk of death.
Each of the studies, both published in the journal Annals of Internal Medicine, showed no advantage from drinking either caffeinated or decaffeinated coffee. Experts believe the antioxidant plant compounds in coffee rather than caffeine are responsible for the life-extending effect. Previous research has suggested that drinking coffee can reduce the risk of heart disease, diabetes, liver disease, and some cancers.
Dr Marc Gunter, from the International Agency for Research on Cancer, who led the European study with colleagues from Imperial College London, said: “We found that higher coffee consumption was associated with a lower risk of death from any cause and specifically for circulatory diseases and digestive diseases. Importantly, these results were similar across all of the 10 European countries, with variable coffee drinking habits and customs. Our study also offers important insights into the possible mechanisms for the beneficial health effects of coffee.”
(www.huffingtonpost.co.uk, 11.07.2017. Adaptado.)
De acordo com o texto,EBAC54C0-DC Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)Faculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosEm 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).
Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?
Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)
“Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem” (2o parágrafo)
Assinale a alternativa que expressa, na voz ativa, o conteúdo dessa oração.
EBA8AF47-DC Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosEm 2010, cientistas realizaram um experimento especialmente tocante com ratos. Eles trancaram um rato numa gaiola minúscula, colocaram-na dentro de um compartimento maior e deixaram que outro rato vagasse livremente por esse compartimento. O rato engaiolado demonstrou sinais de estresse, o que fez com que o rato solto também demonstrasse sinais de ansiedade e estresse. Na maioria dos casos, o rato solto tentava ajudar seu companheiro aprisionado e, depois de várias tentativas, conseguia abrir a gaiola e libertar o prisioneiro. Os pesquisadores repetiram o experimento, dessa vez pondo um chocolate no compartimento. O rato livre tinha de escolher entre libertar o prisioneiro e ficar com o chocolate só para ele. Muitos ratos preferiram primeiro soltar o companheiro e dividir o chocolate (embora uns poucos tenham mostrado mais egoísmo, provando com isso que alguns ratos são mais maldosos que outros).
Os céticos descartaram essas conclusões, alegando que o rato livre liberta o prisioneiro não por ser movido por empatia, mas simplesmente para parar com os incomodativos sinais de estresse apresentados pelo companheiro. Os ratos seriam motivados pelas sensações desagradáveis que sentem e não buscam nada além de exterminá-las. Pode ser. Mas poderíamos dizer o mesmo sobre nós, humanos. Quando dou dinheiro a um mendigo, estou reagindo às sensações desagradáveis que sua visão provoca em mim? Realmente me importo com ele, ou só quero me sentir melhor?
Na essência, nós humanos não somos diferentes de ratos, golfinhos ou chimpanzés. Como eles, tampouco temos alma. Como nós, eles também têm consciência e um complexo mundo de sensações e emoções. É claro que todo animal tem traços e talentos exclusivos. Os humanos têm suas aptidões especiais. Não deveríamos humanizar os animais desnecessariamente, imaginando que são apenas uma versão mais peluda de nós mesmos. Isso não só configura uma ciência ruim, como igualmente nos impede de compreender e valorizar outros animais em seus próprios termos. (Homo Deus, 2016.)
Segundo os céticos, os ratosEB91F537-DC Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAo coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;
E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
(Melhores poemas, 2000.)
A alternativa que reescreve a primeira estrofe em ordem direta, mantendo a correção gramatical e o sentido original, é:EB8DCD38-DC Português
Interpretação de TextosFaculdade de Medicina de Marília · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosAo coração que sofre, separado
Do teu, no exílio em que a chorar me vejo,
Não basta o afeto simples e sagrado
Com que das desventuras me protejo.
Não me basta saber que sou amado,
Nem só desejo o teu amor: desejo
Ter nos braços teu corpo delicado,
Ter na boca a doçura de teu beijo.
E as justas ambições que me consomem
Não me envergonham: pois maior baixeza
Não há que a terra pelo céu trocar;
E mais eleva o coração de um homem
Ser de homem sempre e, na maior pureza,
Ficar na terra e humanamente amar.
(Melhores poemas, 2000.)
No poema, o eu lírico defende um amor09E2AE99-DB Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Adaptado de: <https://blogs.iadb.org/ciudadessostenibles/2017/03/31/identidad-urbana-grafiti/>. Acesso em: 12 ago. 2017
¿ De las ideas del texto, cual está INCORRECTA?09D3040A-DB Espanhol
Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017MédioEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Adaptado de: <https://blogs.iadb.org/ciudadessostenibles/2017/03/31/identidad-urbana-grafiti/>. Acesso em: 12 ago. 2017
El significado, en portugués, de las palabras “aislados” (l. 15), “alcaldía” (l. 18) y “borrar” (l. 19), en el contexto en que aparecen, es respectivamente8AD78C86-DB Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade Estadual do Sudoeste da Bahia · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
The author says that, depending on the circumstances, crocodile meat might be