Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 198 de 426.

  • E2DCA403-38

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A fim de dar exemplos de sua teoria da “alma exterior”, o narrador-personagem do conto “O espelho”, de Machado de Assis, refere-se a uma senhora conhecida sua “que muda de alma exterior cinco, seis vezes por ano”.

    E, questionado sobre a identidade dessa mulher, afirma: “Essa senhora é parenta do diabo, e tem o mesmo nome: chama-se Legião...” Considerando o contexto dessa frase no conto, pode-se dizer que ela constitui

    Escolha uma alternativa para a questão e2dca403-38
  • E2D9B3E9-38

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    “Sapo não pula por boniteza, mas porém por percisão.”

     (“Provérbio capiau” citado em epígrafe no conto “A hora e a vez de Augusto Matraga”, em João Guimarães Rosa, Sagarana. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2015, p.287.)

    Elementos textuais que antecedem a narrativa como, por exemplo, o provérbio citado, funcionam, em alguns autores, como pista para se entender o sentido das ações ficcionais. No excerto acima, as ideias de beleza e necessidade são contrapostas com vistas à produção de um sentido de ordem moral. Considerando-se a jornada heroica de Augusto Matraga, é correto afirmar que a narrativa

    Escolha uma alternativa para a questão e2d9b3e9-38
  • E2C4BA55-38

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia, a seguir, um excerto de “Terrorismo Literário”, um manifesto do escritor Ferréz.

    A capoeira não vem mais, agora reagimos com a palavra,porque pouca coisa mudou, principalmente para nós. A literatura marginal se faz presente para representar a cultura de um povo composto de minorias, mas em seu todo uma maioria.

    A Literatura Marginal, sempre é bom frisar, é uma literatura feita por minorias, sejam elas raciais ou socioeconômicas.Literatura feita à margem dos núcleos centrais do saber e da grande cultura nacional, isto é, de grande poder aquisitivo. Mas alguns dizem que sua principal característica é a linguagem, é o jeito que falamos, que contamos a história, bom, isso fica para os estudiosos.

    Cansei de ouvir:— “Mas o que cês tão fazendo é separar a literatura, a do gueto e a do centro”. E nunca cansarei de responder: — “O barato já tá separado há muito tempo, foi feito todo um mundo de teses e de estudos do lado de lá, e do de cá mal terminamos o ensino dito básico.”

    (Adaptado de Ferréz, “Terrorismo literário”, em Ferréz (Org.), Literatura marginal: talentos da escrita periférica. Rio de Janeiro: Agir, 2005, p. 9,12,13.)


    Ferréz defende sua proposta literária como uma

    Escolha uma alternativa para a questão e2c4ba55-38
  • E2C15552-38

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UNICAMP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Estrangeirismos são palavras e expressões de outras línguas usadas correntemente em nosso cotidiano. Sobre o emprego de palavras estrangeiras no português, o linguista Sírio Possenti comenta:

    Tomamos alguns verbos do inglês e os adaptamos a nosso sistema verbal exclusivamente segundo regras do português. Se adotarmos start, logo teremos estartar (e todas as suas flexões), pois nossa língua não tem sílabas iniciais como st-, que imediatamente se tornam est-. A forma nunca será startar, nem ostartar ou ustartar, nem estarter ou estartir, nem printer ou printir, nem atacher ou atachir etc., etc., etc. 

    (Adaptado de Sírio Possenti, “A questão dos estrangeirismos”, em Carlos Alberto Faraco, Estrangeirismos: guerras em torno da língua. São Paulo: Parábola, 2001, p. 173-174.)

    As alternativas abaixo reproduzem trechos de um fórum de discussão na Internet sobre um jogo eletrônico. Nessa discussão, um jogador queixa-se por não ter conseguido se conectar a uma partida e ter perdido pontos. Escolha a alternativa que contém um exemplo do processo de adaptação de verbos do inglês para o sistema verbal do português, como descreve Sírio Possenti.

    (Adaptado de http://forums.br.leagueoflegends.com/board/showthread.php?t=187120. Acessado em 15/07/2017.)

    Imagem da questão de Português, UNICAMP 2017, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação

    Escolha uma alternativa para a questão e2c15552-38
  • 7ADEF7A7-2D

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Como se apresentam os atos de ler e escrever no contexto dos canais de chat da internet? O próprio nome que designa estes espaços no meio virtual elucida que os leitores-escritores ali estão empenhados em efetivar uma conversação. Porém, não se trata de uma conversação nos moldes tradicionais, mas de um projeto discursivo que se realiza só e através das ferramentas do computador via canal eletrônico mediado por um software específico. A dimensão temporal deste tipo de interlocução caracteriza-se pela sincronicidade em tempo real, aproximando-se de uma conversa telefônica, porém, devido às especificidades do meio que põe os interlocutores em contato, estes devem escrever suas mensagens. Apesar da sensação de estarem falando, os enunciados que produzem são construídos num “texto falado por escrito”, numa “conversação com expressão gráfica”. A interação que se dá “tela a tela”, para que seja bem-sucedida, exige, além das habilidades técnicas anteriormente descritas, muito mais do que a simples habilidade linguística de seus interlocutores. No interior de uma enorme coordenação de ações, o fenômeno chat também envolve conhecimentos paralinguísticos e socioculturais que devem ser partilhados por seus usuários. Isso significa dizer que esta atividade comunicacional, assim como as demais, também apresenta uma vinculação situacional, ou seja, não pode a língua, nesta esfera específica da comunicação humana, ser separada do contexto em que se efetiva.

    BERNARDES, A. S.; VIEIRA, P M. T Disponível em: www.anped.org.br. Acesso em: 14 ago. 2012.


    No texto, descreve-se o chat como um tipo de conversação “tela a tela” por meio do computador e enfatiza-se a necessidade de domínio de diversas habilidades. Uma característica desse tipo de interação é a

    Escolha uma alternativa para a questão 7adef7a7-2d
  • 7AB612BC-2D

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    O jornal vai morrer. É a ameaça mais constante dos especialistas. E essa nem é uma profecia nova. Há anos a frase é repetida. Experiências são feitas para atrair leitores na era da comunicação nervosa, rápida, multicolorida, performática. Mas o que é o jornal? Onde mora seu encanto?

    O que é sedutor no jornal é ser ele mesmo e nenhum outro formato de comunicação de ideias, histórias, imagens e notícias. No tempo das muitas mídias, o que precisa ser entendido é que cada um tem um espaço, um jeito, uma personalidade.

    Quando surge uma nova mídia, há sempre os que a apresentam como tendência irreversível, modeladora do futuro inevitável e fatal. Depois se descobre que nada é substituído e o novo se agrega ao mesmo conjunto de seres através dos quais nos comunicamos.

    Os jornais vão acabar, garantem os especialistas. E, por isso, dizem que é preciso fazer jornal parecer com as outras formas da comunicação mais rápida, eletrônica, digital. Assim, eles morrerão mais rapidamente. Jornal tem seu jeito. É imagem, palavra, informação, ideia, opinião, humor, debate, de uma forma só dele.

    Nesse tempo tão mutante em que se tuíta para milhares, que retuítam para outros milhares o que foi postado nos blogs, o que está nos sites dos veículos on-line, que chance tem um jornal de papel que traz uma notícia estática, uma foto parada, um infográfico fixo?

    Terá mais chance se continuar sendo jornal.

    LEITÃO, M. Jornal de papel. O Tempo, n. 5 684, 8 jul. 2012 (adaptado).


    Muito se fala sobre o impacto causado pelas tecnologias da comunicação e da informação nas diferentes mídias. A partir da análise do texto, conclui-se que essas tecnologias

    Escolha uma alternativa para a questão 7ab612bc-2d
  • 7A9D1E1D-2D

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Sou um homem comum

    brasileiro, maior, casado, reservista,

    e não vejo na vida, amigo

    nenhum sentido, senão

    lutarmos juntos por um mundo melhor.

    Poeta fui de rápido destino

    Mas a poesia é rara e não comove

    nem move o pau de arara.

    Quero, por isso, falar com você

    de homem para homem,

    apoiar-me em você

    oferecer-lhe meu braço

    que o tempo é pouco

    e o latifúndio está aí matando

    [...]

    Homem comum, igual

    a você,

    [...]

    Mas somos muitos milhões de homens

    comuns

    e podemos formar uma muralha

    com nossos corpos de sonhos e margaridas.

    FERREIRA GULLAR. Dentro da noite veloz. Rio de Janeiro: José Olympio, 2013 (fragmento).


    No poema, ocorre uma aproximação entre a realidade social e o fazer poético, frequente no Modernismo. Nessa aproximação, o eu lírico atribui à poesia um caráter de

    Escolha uma alternativa para a questão 7a9d1e1d-2d
  • 6164FF7C-2D

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Un gran disco rojo, siluetas de manos y figuras animales que decoran las paredes de diferentes cuevas del norte de España son las pinturas rupestres más antiguas jamás halladas.

    Hasta ahora se creia que - con una antigüedad de 20 000 y 25 000 años - las pinturas rupestres más antiguas estaban en cuevas de Francia y Portugual.

    Las fechas en las que, según el nuevo hallazgo, se dibujaron estas pinturas coinciden con la primera migración conocida de los humanos modernos (los Homo sapiens) a Europa desde África. Pero hace 40 000 años, sus primos los neandertales todavía vivían en lo que hoy es España.

    En estas pinturas pueden estar alguna de las claves para entender el desarrollo de la historia humana. Pero si, por el contrario, se comprueba que los artistas fueron los neandertales, el hallazgo “añade un nuevo elemento a nuestro conocimiento sobre sus capacidades y su sofisticación". Eso indicaria que el pensamiento humano, abstracto y avanzado, y probablemente también el lenguaje, surgieron cientos de miles de años antes de lo que se creía.

    Disponível em: www.bbc.co.uk. Acesso em: 15 jun. 2012 (adaptado).


    A pintura rupestre é uma arte pré-histórica por meio da qual nossos ancestrais retratavam seu entorno, seu cotidiano, suas crenças. O achado arqueológico apresentado no texto pode ser de grande relevância por

    Escolha uma alternativa para a questão 6164ff7c-2d
  • 615E53CA-2D

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    En la República Democrática del Congo menos del 29% de la población rural tiene acceso al agua potable, y menos del 31% cuenta con servicios de saneamiento adecuados. En un país cuya situación ha sido calificada como “la peor emergencia posible de África en las últimas décadas", las enfermedades hacen estragos entre la población. La diarrea provoca cada año la muerte del 14% de los niños menores de cinco años, y los brotes epidémicos de cólera causan más de 20 000 muertes anuales, sobre todo en las provincias de katanga Oriental, Kivu del Norte y del Sur. Con el objetivo de paliar esta situación, la Fundación We Are Water ha llevado a cabo un proyecto de Unicef en los distritos del sur y el este del país para mejorar el acceso al agua potable, la higiene y el saneamiento en las comunidades rurales y semirrurales donde el cólera es endémico.Gracias a la excavación de pozos, el establecimiento de instalaciones para la extracción de agua y la formación de agentes de salud para mejorar las prácticas de higiene de estas comunidades, 10 000 niños, 5 000 mujeres y 5 000 hombres de 30 aldeas y áreas cercanas a las ciudades han mejorado su acceso al agua potable y se verán libres de la amenaza del cólera.

    VAN DEN BERG.E. Disponível em: www.nationalgeographic.com.es.Acesso em: 27 jul. 2012.


    A partir das informações sobre as condições de saneamento básico na República Democrática do Congo e do gênero escolhido para veiculá-las, a função do texto é

    Escolha uma alternativa para a questão 615e53ca-2d
  • 615B47FC-2D

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, ENEM 2017, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura


    É comum fazer trocadilhos com ditos populares para recriar sentidos. Na reflexão do personagem Felipe, a expressão " tratar de encajarle" significa

    Escolha uma alternativa para a questão 615b47fc-2d
  • 6157EB55-2D

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    CIUDAD DE MÉXICO - José Rodriguez camina junto a su nieto frente al altar gigante con ofrendas del Día de los Muertos en el Zócalo de la capital mexicana, una tradición prehispánica que ocurre el 1 y 2 de noviembre de cada año. “Vengo con mi nieto porque quiero que vea que en México la muerte no sólo es lo que ve en los noticieros" , comenta.

    México consagra los dos primeros días de noviembre a homenajear a sus muertos. Las familias disponen coloridas mesas con las bebidas, platillos, frutas o cigarrillos favoritos de sus difuntos. Algunas incluso lo hacen directamente en los cementerios, a cuyas puertas se agolpan músicos para llevar serenatas a los muertos. Toneladas de cempazuchitl, una flor amarilla, son usadas para tapizar los panteones.

    Es una fiesta para celebrar a quienes se han ido. Aunque cada vez es más palpeble la influencia de Halloween, México se resiste a las tendencias que llegan del vecino Estados Unidos y conserva una de las fiestas más coloristas de su calendario, el Día de los Muertos.

    Un estudio de la Procuraduría de Defensa del Consumidor (Profeco) elaborado en octubre de 2009 reveló que el 81 por ciento de los casi 300 encuestados en 29 de los 32 estados mexicanos celebran el Día de los Muertos, frente al cuatro por ciento que se decantó por Halloween.

    SANTACRUZ, L. A. Disponível em: http://noticias.univision.com. Acesso em: 16 jan. 2011 (adaptado).


    O Día de los Muertos é uma tradicional manifestação cultural do México. De acordo com a notícia, essa festa perdura devido

    Escolha uma alternativa para a questão 6157eb55-2d
  • 336F2932-1B

    Inglês

    Tradução | Translation
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                            When does the brain work best?

                         The peak times and ages for learning

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2017, Tradução | Translation

          What’s your ideal time of the day for brain performance? Surprisingly, the answer to this isn’t as simple as being a morning or a night person. New research has shown that certain times of the day are best for completing specific tasks, and listening to your body’s natural clock may help you to accomplish more in 24 hours.

          Science suggests that the best time for our natural peak productivity is late morning. Our body temperatures start to rise just before we wake up in the morning and continue to increase through midday, Steve Kay, a professor of molecular and computational biology at the University of Southern California told The Wall Street Journal. This gradual increase in body temperature means that our working memory, alertness, and concentration also gradually improve, peaking at about mid morning. Our alertness tends to dip after this point, but one study suggested that midday fatigue may actually boost our creative abilities. For a 2011 study, 428 students were asked to solve a series of two types of problems, requiring either analytical or novel thinking. Results showed that their performance on the second type was best at non-peak times of day when they were tired.

          As for the age where our brains are at peak condition, science has long held that fluid intelligence, or the ability to think quickly and recall information, peaks at around age 20. However, a 2015 study revealed that peak brain age is far more complicated than previously believed and concluded that there are about 30 subsets of intelligence, all of which peak at different ages for different people. For example, the study found that raw speed in processing information appears to peak around age 18 or 19, then immediately starts to decline, but short-term memory continues to improve until around age 25, and then begins to drop around age 35, Medical Xpress reported. The ability to evaluate other people’s emotional states peaked much later, in the 40s or 50s. In addition, the study suggested that out our vocabulary may peak as late as our 60s’s or 70’s.

          Still, while working according to your body’s natural clock may sound helpful, it’s important to remember that these times may differ from person to person. On average, people can be divided into two distinct groups: morning people tend to wake up and go to sleep earlier and to be most productive early in the day. Evening people tend to wake up later, start more slowly and peak in the evening. If being a morning or evening person has been working for you the majority of your life, it may be best to not fix what’s not broken.

               (Dana Dovey. www.medicaldaily.com, 08.08.2016. Adaptado.)

    O trecho do quarto parágrafo “it may be best to not fix what’s not broken” equivale, em português, à seguinte ideia:
    Escolha uma alternativa para a questão 336f2932-1b
  • 33690512-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                            When does the brain work best?

                         The peak times and ages for learning

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

          What’s your ideal time of the day for brain performance? Surprisingly, the answer to this isn’t as simple as being a morning or a night person. New research has shown that certain times of the day are best for completing specific tasks, and listening to your body’s natural clock may help you to accomplish more in 24 hours.

          Science suggests that the best time for our natural peak productivity is late morning. Our body temperatures start to rise just before we wake up in the morning and continue to increase through midday, Steve Kay, a professor of molecular and computational biology at the University of Southern California told The Wall Street Journal. This gradual increase in body temperature means that our working memory, alertness, and concentration also gradually improve, peaking at about mid morning. Our alertness tends to dip after this point, but one study suggested that midday fatigue may actually boost our creative abilities. For a 2011 study, 428 students were asked to solve a series of two types of problems, requiring either analytical or novel thinking. Results showed that their performance on the second type was best at non-peak times of day when they were tired.

          As for the age where our brains are at peak condition, science has long held that fluid intelligence, or the ability to think quickly and recall information, peaks at around age 20. However, a 2015 study revealed that peak brain age is far more complicated than previously believed and concluded that there are about 30 subsets of intelligence, all of which peak at different ages for different people. For example, the study found that raw speed in processing information appears to peak around age 18 or 19, then immediately starts to decline, but short-term memory continues to improve until around age 25, and then begins to drop around age 35, Medical Xpress reported. The ability to evaluate other people’s emotional states peaked much later, in the 40s or 50s. In addition, the study suggested that out our vocabulary may peak as late as our 60s’s or 70’s.

          Still, while working according to your body’s natural clock may sound helpful, it’s important to remember that these times may differ from person to person. On average, people can be divided into two distinct groups: morning people tend to wake up and go to sleep earlier and to be most productive early in the day. Evening people tend to wake up later, start more slowly and peak in the evening. If being a morning or evening person has been working for you the majority of your life, it may be best to not fix what’s not broken.

               (Dana Dovey. www.medicaldaily.com, 08.08.2016. Adaptado.)

    As informações apresentadas no quarto parágrafo
    Escolha uma alternativa para a questão 33690512-1b
  • 335FAA1A-1B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                            When does the brain work best?

                         The peak times and ages for learning

                          Imagem da questão de Inglês, UNESP 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

          What’s your ideal time of the day for brain performance? Surprisingly, the answer to this isn’t as simple as being a morning or a night person. New research has shown that certain times of the day are best for completing specific tasks, and listening to your body’s natural clock may help you to accomplish more in 24 hours.

          Science suggests that the best time for our natural peak productivity is late morning. Our body temperatures start to rise just before we wake up in the morning and continue to increase through midday, Steve Kay, a professor of molecular and computational biology at the University of Southern California told The Wall Street Journal. This gradual increase in body temperature means that our working memory, alertness, and concentration also gradually improve, peaking at about mid morning. Our alertness tends to dip after this point, but one study suggested that midday fatigue may actually boost our creative abilities. For a 2011 study, 428 students were asked to solve a series of two types of problems, requiring either analytical or novel thinking. Results showed that their performance on the second type was best at non-peak times of day when they were tired.

          As for the age where our brains are at peak condition, science has long held that fluid intelligence, or the ability to think quickly and recall information, peaks at around age 20. However, a 2015 study revealed that peak brain age is far more complicated than previously believed and concluded that there are about 30 subsets of intelligence, all of which peak at different ages for different people. For example, the study found that raw speed in processing information appears to peak around age 18 or 19, then immediately starts to decline, but short-term memory continues to improve until around age 25, and then begins to drop around age 35, Medical Xpress reported. The ability to evaluate other people’s emotional states peaked much later, in the 40s or 50s. In addition, the study suggested that out our vocabulary may peak as late as our 60s’s or 70’s.

          Still, while working according to your body’s natural clock may sound helpful, it’s important to remember that these times may differ from person to person. On average, people can be divided into two distinct groups: morning people tend to wake up and go to sleep earlier and to be most productive early in the day. Evening people tend to wake up later, start more slowly and peak in the evening. If being a morning or evening person has been working for you the majority of your life, it may be best to not fix what’s not broken.

               (Dana Dovey. www.medicaldaily.com, 08.08.2016. Adaptado.)

    According to the second paragraph, the 2011 study showed that
    Escolha uma alternativa para a questão 335faa1a-1b
  • 334C0DB6-1B

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Bem-vindo ao deserto do real!, de Slavoj Žižek, para responder à questão.


       Numa antiga anedota que circulava na hoje falecida República Democrática Alemã, um operário alemão consegue um emprego na Sibéria; sabendo que toda correspondência será lida pelos censores, ele combina com os amigos: “Vamos combinar um código: se uma carta estiver escrita em tinta azul, o que ela diz é verdade; se estiver escrita em tinta vermelha, tudo é mentira.” Um mês depois, os amigos recebem uma carta escrita em tinta azul: “Tudo aqui é maravilhoso: as lojas vivem cheias, a comida é abundante, os apartamentos são grandes e bem aquecidos, os cinemas exibem filmes do Ocidente, há muitas garotas, sempre prontas para um programa – o único senão é que não se consegue encontrar tinta vermelha.” Neste caso, a estrutura é mais refinada do que indicam as aparências: apesar de não ter como usar o código combinado para indicar que tudo o que está dito é mentira, mesmo assim ele consegue passar a mensagem. Como? Pela introdução da referência ao código, como um de seus elementos, na própria mensagem codificada.

                                                                  (Bem-vindo ao deserto do real!, 2003.)

    “Um mês depois, os amigos recebem uma carta escrita em tinta azul [...].”


    Assinale a alternativa que expressa, na voz passiva, o conteúdo dessa oração.

    Escolha uma alternativa para a questão 334c0db6-1b
  • 332E61DD-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do conto “Pai contra mãe”, de Machado de Assis (1839-1908), para responder à questão.


          A escravidão levou consigo ofícios e aparelhos, como terá sucedido a outras instituições sociais. Não cito alguns aparelhos senão por se ligarem a certo ofício. Um deles era o ferro ao pescoço, outro o ferro ao pé; havia também a máscara de folha de flandres. A máscara fazia perder o vício da embriaguez aos escravos, por lhes tapar a boca. Tinha só três buracos, dois para ver, um para respirar, e era fechada atrás da cabeça por um cadeado. Com o vício de beber, perdiam a tentação de furtar, porque geralmente era dos vinténs do senhor que eles tiravam com que matar a sede, e aí ficavam dois pecados extintos, e a sobriedade e a honestidade certas. Era grotesca tal máscara, mas a ordem social e humana nem sempre se alcança sem o grotesco, e alguma vez o cruel. Os funileiros as tinham penduradas, à venda, na porta das lojas. Mas não cuidemos de máscaras.

          O ferro ao pescoço era aplicado aos escravos fujões. Imaginai uma coleira grossa, com a haste grossa também, à direita ou à esquerda, até ao alto da cabeça e fechada atrás com chave. Pesava, naturalmente, mas era menos castigo que sinal. Escravo que fugia assim, onde quer que andasse, mostrava um reincidente, e com pouco era pegado.

          Há meio século, os escravos fugiam com frequência. Eram muitos, e nem todos gostavam da escravidão. Sucedia ocasionalmente apanharem pancada, e nem todos gostavam de apanhar pancada. Grande parte era apenas repreendida; havia alguém de casa que servia de padrinho, e o mesmo dono não era mau; além disso, o sentimento da propriedade moderava a ação, porque dinheiro também dói. A fuga repetia-se, entretanto. Casos houve, ainda que raros, em que o escravo de contrabando, apenas comprado no Valongo, deitava a correr, sem conhecer as ruas da cidade. Dos que seguiam para casa, não raro, apenas ladinos, pediam ao senhor que lhes marcasse aluguel, e iam ganhá-lo fora, quitandando.

          Quem perdia um escravo por fuga dava algum dinheiro a quem lho levasse. Punha anúncios nas folhas públicas, com os sinais do fugido, o nome, a roupa, o defeito físico, se o tinha, o bairro por onde andava e a quantia de gratificação. Quando não vinha a quantia, vinha promessa: “gratificar-se-á generosamente” – ou “receberá uma boa gratificação”. Muita vez o anúncio trazia em cima ou ao lado uma vinheta, figura de preto, descalço, correndo, vara ao ombro, e na ponta uma trouxa. Protestava-se com todo o rigor da lei contra quem o acoitasse.

          Ora, pegar escravos fugidios era um ofício do tempo. Não seria nobre, mas por ser instrumento da força com que se mantêm a lei e a propriedade, trazia esta outra nobreza implícita das ações reivindicadoras. Ninguém se metia em tal ofício por desfastio ou estudo; a pobreza, a necessidade de uma achega, a inaptidão para outros trabalhos, o acaso, e alguma vez o gosto de servir também, ainda que por outra via, davam o impulso ao homem que se sentia bastante rijo para pôr ordem à desordem.

                                                                             (Contos: uma antologia, 1998.)

    A perspectiva do narrador diante das situações e dos fatos relacionados à escravidão é marcada, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 332e61dd-1b
  • 33214465-1B

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o excerto do “Sermão do bom ladrão”, de Antônio Vieira (1608-1697), para responder à questão..


          Navegava Alexandre [Magno] em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: “Basta, Senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?”. Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza: o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. Mas Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades, e interpretar as significações, a uns e outros, definiu com o mesmo nome: [...] Se o rei de Macedônia, ou qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata; o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.

          Quando li isto em Sêneca, não me admirei tanto de que um filósofo estoico se atrevesse a escrever uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero; o que mais me admirou, e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em tempo de príncipes católicos, ou para a emenda, ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina. Saibam estes eloquentes mudos que mais ofendem os reis com o que calam que com o que disserem; porque a confiança com que isto se diz é sinal que lhes não toca, e que se não podem ofender; e a cautela com que se cala é argumento de que se ofenderão, porque lhes pode tocar. [...]

    Suponho, finalmente, que os ladrões de que falo não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza e vileza de sua fortuna condenou a este gênero de vida, porque a mesma sua miséria ou escusa ou alivia o seu pecado [...]. O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao Inferno: os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os ladrões de maior calibre e de mais alta esfera [...]. Não são só ladrões, diz o santo [São Basílio Magno], os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor, nem perigo: os outros, se furtam, são enforcados: estes furtam e enforcam.

                                                                                                  (Essencial, 2011.)

    Em um trecho do “Sermão da Sexagésima”, Antônio Vieira critica o chamado estilo cultista de alguns oradores sacros de sua época nos seguintes termos: “Basta que não havemos de ver num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em fronteira com o seu contrário?”


    Palavras “em fronteira com o seu contrário”, contudo, também foram empregadas por Vieira, conforme se verifica na expressão destacada em:

    Escolha uma alternativa para a questão 33214465-1b
  • 331E4581-1B

    Português

    Pontuação
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    Leia o excerto do “Sermão do bom ladrão”, de Antônio Vieira (1608-1697), para responder à questão..


          Navegava Alexandre [Magno] em uma poderosa armada pelo Mar Eritreu a conquistar a Índia; e como fosse trazido à sua presença um pirata, que por ali andava roubando os pescadores, repreendeu-o muito Alexandre de andar em tão mau ofício; porém ele, que não era medroso nem lerdo, respondeu assim: “Basta, Senhor, que eu, porque roubo em uma barca, sou ladrão, e vós, porque roubais em uma armada, sois imperador?”. Assim é. O roubar pouco é culpa, o roubar muito é grandeza: o roubar com pouco poder faz os piratas, o roubar com muito, os Alexandres. Mas Sêneca, que sabia bem distinguir as qualidades, e interpretar as significações, a uns e outros, definiu com o mesmo nome: [...] Se o rei de Macedônia, ou qualquer outro, fizer o que faz o ladrão e o pirata; o ladrão, o pirata e o rei, todos têm o mesmo lugar, e merecem o mesmo nome.

          Quando li isto em Sêneca, não me admirei tanto de que um filósofo estoico se atrevesse a escrever uma tal sentença em Roma, reinando nela Nero; o que mais me admirou, e quase envergonhou, foi que os nossos oradores evangélicos em tempo de príncipes católicos, ou para a emenda, ou para a cautela, não preguem a mesma doutrina. Saibam estes eloquentes mudos que mais ofendem os reis com o que calam que com o que disserem; porque a confiança com que isto se diz é sinal que lhes não toca, e que se não podem ofender; e a cautela com que se cala é argumento de que se ofenderão, porque lhes pode tocar. [...]

    Suponho, finalmente, que os ladrões de que falo não são aqueles miseráveis, a quem a pobreza e vileza de sua fortuna condenou a este gênero de vida, porque a mesma sua miséria ou escusa ou alivia o seu pecado [...]. O ladrão que furta para comer não vai nem leva ao Inferno: os que não só vão, mas levam, de que eu trato, são os ladrões de maior calibre e de mais alta esfera [...]. Não são só ladrões, diz o santo [São Basílio Magno], os que cortam bolsas, ou espreitam os que se vão banhar, para lhes colher a roupa; os ladrões que mais própria e dignamente merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais já com manha, já com força, roubam e despojam os povos. Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos: os outros furtam debaixo do seu risco, estes sem temor, nem perigo: os outros, se furtam, são enforcados: estes furtam e enforcam.

                                                                                                  (Essencial, 2011.)

    Verifica-se o emprego de vírgula para indicar a elipse (supressão) do verbo em:
    Escolha uma alternativa para a questão 331e4581-1b
  • 825E22D2-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UECE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                               T E X T


          As growth slows in wealthy countries, Western food companies are aggressively expanding in developing nations, contributing to obesity and health problems.

          FORTALEZA, Brazil — Children’s squeals rang through the muggy morning air as a woman pushed a gleaming white cart along pitted, trash-strewn streets. She was making deliveries to some of the poorest households in this seaside city, bringing pudding, cookies and other packaged foods to the customers on her sales route.

          Celene da Silva, 29, is one of thousands of door-to-door vendors for Nestlé, helping the world’s largest packaged food conglomerate expand its reach into a quarter-million households in Brazil’s farthestflung corners.

          As she dropped off variety packs of Chandelle pudding, Kit-Kats and Mucilon infant cereal, there was something striking about her customers: Many were visibly overweight, even small children.

          She gestured to a home along her route and shook her head, recalling how its patriarch, a morbidly obese man, died the previous week. “He ate a piece of cake and died in his sleep,” she said.

          Mrs. da Silva, who herself weighs more than 200 pounds, recently discovered that she had high blood pressure, a condition she acknowledges is probably tied to her weakness for fried chicken and the Coca-Cola she drinks with every meal, breakfast included.

          Nestlé’s direct-sales army in Brazil is part of a broader transformation of the food system that is delivering Western-style processed food and sugary drinks to the most isolated pockets of Latin America, Africa and Asia. As their growth slows in the wealthiest countries, multinational food companies like Nestlé, PepsiCo and General Mills have been aggressively expanding their presence in developing nations, unleashing a marketing juggernaut that is upending traditional diets from Brazil to Ghana to India.

          A New York Times examination of corporate records, epidemiological studies and government reports — as well as interviews with scores of nutritionists and health experts around the world — reveals a sea change in the way food is produced, distributed and advertised across much of the globe. The shift, many public health experts say, is contributing to a new epidemic of diabetes and heart disease, chronic illnesses that are fed by soaring rates of obesity in places that struggled with hunger and malnutrition just a generation ago.

          The new reality is captured by a single, stark fact: Across the world, more people are now obese than underweight. At the same time, scientists say, the growing availability of high-calorie, nutrient-poor foods is generating a new type of malnutrition, one in which a growing number of people are both overweight and undernourished.

          “The prevailing story is that this is the best of all possible worlds — cheap food, widely available. If you don’t think about it too hard, it makes sense,” said Anthony Winson, who studies the political economics of nutrition at the University of Guelph in Ontario. A closer look, however, reveals a much different story, he said. “To put it in stark terms: The diet is killing us.”

          Even critics of processed food acknowledge that there are multiple factors in the rise of obesity, including genetics, urbanization, growing incomes and more sedentary lives. Nestlé executives say their products have helped alleviate hunger, provided crucial nutrients, and that the company has squeezed salt, fat and sugar from thousands of items to make them healthier. But Sean Westcott, head of food research and development at Nestlé, conceded obesity has been an unexpected side effect of making inexpensive processed food more widely available.

          “We didn’t expect what the impact would be,” he said.

          Part of the problem, he added, is a natural tendency for people to overeat as they can afford more food. Nestlé, he said, strives to educate consumers about proper portion size and to make and market foods that balance “pleasure and nutrition.”

          There are now more than 700 million obese people worldwide, 108 million of them children, according to research published recently in The New England Journal of Medicine. The prevalence of obesity has doubled in 73 countries since 1980, contributing to four million premature deaths, the study found. 

                                                                                   By ANDREW JACOBS and MATT RICHTEL

                                                      The New York Times SEPT. 16, 2017 https://www.nytimes.com

    According to the text, a striking feature of Celene da Silva's customers is that many of them
    Escolha uma alternativa para a questão 825e22d2-e5