Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 201 de 426.

  • 30EFF36E-6A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    In the last two paragraphs, the author establishes a relationship between the ideas of self-worth and one’s looks.

    This relationship is best expressed in:

    Escolha uma alternativa para a questão 30eff36e-6a
  • 30ED3005-6A

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2017, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    Though I had seen them many times, (l. 21)

    The typical use of the underlined verb form signals the following aspect of this action:

    Escolha uma alternativa para a questão 30ed3005-6a
  • 30EA982D-6A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    But I’ve been there, done that. (l. 14)

    The underlined expression refers to the author’s experiencing the situation described below:

    Escolha uma alternativa para a questão 30ea982d-6a
  • 30E7F5CF-6A

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UERJ 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    the exact number on the scale I was at that particular time in my life. (l. 5-6)

    Concerning the author’s feelings, the statement above illustrates the following fact:

    Escolha uma alternativa para a questão 30e7f5cf-6a
  • 30E2C557-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    Solicito os reparos que se digne dar-me, a mim, servo do senhor, recente amigo, mas companheiro no amor da ciência, de seus transviados acertos e de seus esbarros titubeados. Sim?

    No trecho final do conto, observa-se a ênfase de um recurso utilizado em todo o texto.

    Esse recurso produz o seguinte efeito:

    Escolha uma alternativa para a questão 30e2c557-6a
  • 30DAE4E7-6A

    Português

    Gêneros Textuais
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “O ESPELHO”, do livro PRIMEIRAS ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA.

    − Se quer seguir-me, narro-lhe; não uma aventura, mas experiência, a que me induziram, alternadamente, séries de raciocínios e intuições.

    A fala inicial do conto anuncia que a história combina gêneros textuais distintos.

    Além da narrativa, o outro gênero que se realiza nesse conto é o da:

    Escolha uma alternativa para a questão 30dae4e7-6a
  • 30D55F24-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    Guimarães Rosa afirmou, em uma entrevista, que somente renovando a língua é que se pode renovar o mundo. Visando a essa renovação, recorria a neologismos e inversões pouco usuais de termos, explorando novos sentidos em seus textos.

    Um exemplo dessas inversões encontra-se em:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d55f24-6a
  • 30D2B3B2-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A QUESTÃO REFERE-SE AO CONTO “A TERCEIRA MARGEM DO RIO”, DO LIVRO PRIMEIRA ESTÓRIAS, DE JOÃO GUIMARÃES ROSA. 

    O conto constrói uma alegoria, ou seja, uma metáfora ampliada que o organiza.

    Esse aspecto alegórico é reforçado pelo modo de identificação dos personagens, o que se faz por meio de:

    Escolha uma alternativa para a questão 30d2b3b2-6a
  • 30CD6ED6-6A

    Português

    Interpretação de Textos
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    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    A literatura pode nos ajudar a amenizar o drama da paciente francesa. (l. 22)

    No penúltimo parágrafo, a história do personagem citado pela autora reforça a seguinte tese central do texto:

    Escolha uma alternativa para a questão 30cd6ed6-6a
  • 30C5667A-6A

    Português

    Sintaxe
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    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Sintaxe

    Ocorre que o poder do espelho – esse de vidro e aço pendurado na parede (l. 12)

    O fragmento introduzido pelo travessão especifica o sentido de espelho.

    Além da função de especificar o sentido de uma palavra, esse fragmento também cumpre, no parágrafo, o papel de:

    Escolha uma alternativa para a questão 30c5667a-6a
  • 30C270E5-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos


    Na charge, o personagem formula uma pergunta cuja resposta está sugerida pela imagem refletida no espelho.

    A partir dos elementos contidos na imagem, trata-se de uma resposta que expressa o seguinte posicionamento:

    Escolha uma alternativa para a questão 30c270e5-6a
  • 30BFC5BF-6A

    Português

    Gêneros Textuais
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Gêneros Textuais

    Ao longo do texto, são mencionadas teorias que partem do princípio da unificação das forças da natureza.

    Em relação a essas teorias, Marcelo Gleiser apresenta, no último parágrafo, uma atitude de:

    Escolha uma alternativa para a questão 30bfc5bf-6a
  • 30A49CA7-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Marcelo Gleiser sustenta que a ciência descreve a realidade por meio de uma série de aproximações.

    Desse modo, ele recusa a compreensão de que o objetivo da ciência seja estabelecer:

    Escolha uma alternativa para a questão 30a49ca7-6a
  • 30A08488-6A

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

                                Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2017, Interpretação de Textos

    Star Trek ou “Jornada nas Estrelas”, um clássico da ficção científica, completou 50 anos de existência em 2016. A série mostrava as aventuras da tripulação da nave USS Enterprise no século XXIII, com mundos e raças alienígenas convivendo. Ao fazer analogias com situações da época, abordava questões sociais contemporâneas em um contexto futurista. O elenco era bem diferenciado, apresentando uma mulher negra, um asiático e um russo, que trabalhavam juntos e com papéis de destaque. O monólogo de introdução em cada episódio afirmava: “Estas são as viagens da nave estelar Enterprise. Em sua missão de cinco anos, para explorar novos mundos, para pesquisar novas vidas, novas civilizações, audaciosamente indo aonde nenhum homem jamais esteve”.

                                                                                                             Adaptado de gamehall.uol.com.br.


    O desenvolvimento dos conhecimentos no campo da astronomia amplia a visão cósmica, como lembra o texto do físico Marcelo Gleiser, e as novas possibilidades de intervenção humana repercutem na produção de textos e filmes de ficção científica, a exemplo da série televisiva “Jornada nas Estrelas”.

    De acordo com a reportagem, os episódios da série fizeram analogias com situações das décadas de 1960 e 1970 ao tematizar os seguintes tópicos:

    Escolha uma alternativa para a questão 30a08488-6a
  • C66A3AC2-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Folha – Qual é a sua maior preocupação com o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, conhecido como a “bíblia da psiquiatria”)? Corremos o risco de todos sermos considerados doentes mentais?

    Allen Frances – O DSM-5 expandiu ainda mais o que já era um sistema de diagnóstico muito vagamente definido. Tristeza normal, como o luto, por exemplo, torna-se transtorno depressivo maior; comer em excesso, torna-se transtorno da compulsão alimentar; ataques de birras de crianças podem se tornar “transtorno do temperamento irregular”; o esquecimento na velhice passa a ser transtorno neurocognitivo leve; e as crianças normais são diagnosticadas com déficit de atenção e hiperatividade.

    Folha – Qual a influência que as grandes farmacêuticas exercem nessa tendência?

    Allen Frances – As multinacionais farmacêuticas não têm qualquer influência direta sobre as decisões do DSM, mas aproveitam qualquer oportunidade para criar novas desordens psiquiátricas. Eu acredito, por exemplo, que as farmacêuticas sejam as responsáveis por essas falsas epidemias de TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade) e transtorno bipolar.

    (Cláudia Colucci. “Gastamos muito dinheiro para tratar pessoas normais, diz psiquiatra”. www.folha.uol.com.br, 11.09.2016.)

    De acordo com o texto,

    Escolha uma alternativa para a questão c66a3ac2-3b
  • C618B955-3B

    Inglês

    Verbos modais | Modal verbs
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                “One never builds something finished”:

                       the brilliance of architect Paulo Mendes da Rocha

    Oliver Wainwright

    February 4, 2017

       “All space is public,” says Paulo Mendes da Rocha. “The only private space that you can imagine is in the human mind.” It is an optimistic statement from the 88-year-old Brazilian architect, given he is a resident of São Paulo, a city where the triumph of the private realm over the public could not be more stark. The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.

       But for Mendes da Rocha, who received the 2017 gold medal from the Royal Institute of British Architects this week – an accolade previously bestowed on such luminaries as Le Corbusier and Frank Lloyd Wright – the ground is everything. He has spent his 60-year career lifting his massive concrete buildings up, in gravity-defying balancing acts, or else burying them below ground in an attempt to liberate the Earth’s surface as a continuous democratic public realm. “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.”

                                                                                        (www.theguardian.com. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “The city has to be for everybody”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão c618b955-3b
  • C61356F7-3B

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                “One never builds something finished”:

                       the brilliance of architect Paulo Mendes da Rocha

    Oliver Wainwright

    February 4, 2017

       “All space is public,” says Paulo Mendes da Rocha. “The only private space that you can imagine is in the human mind.” It is an optimistic statement from the 88-year-old Brazilian architect, given he is a resident of São Paulo, a city where the triumph of the private realm over the public could not be more stark. The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.

       But for Mendes da Rocha, who received the 2017 gold medal from the Royal Institute of British Architects this week – an accolade previously bestowed on such luminaries as Le Corbusier and Frank Lloyd Wright – the ground is everything. He has spent his 60-year career lifting his massive concrete buildings up, in gravity-defying balancing acts, or else burying them below ground in an attempt to liberate the Earth’s surface as a continuous democratic public realm. “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.”

                                                                                        (www.theguardian.com. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality”, o termo em destaque indica
    Escolha uma alternativa para a questão c61356f7-3b
  • C60D91DA-3B

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                “One never builds something finished”:

                       the brilliance of architect Paulo Mendes da Rocha

    Oliver Wainwright

    February 4, 2017

       “All space is public,” says Paulo Mendes da Rocha. “The only private space that you can imagine is in the human mind.” It is an optimistic statement from the 88-year-old Brazilian architect, given he is a resident of São Paulo, a city where the triumph of the private realm over the public could not be more stark. The sprawling megalopolis is a place of such marked inequality that its superrich hop between their rooftop helipads because they are too scared of street crime to come down from the clouds.

       But for Mendes da Rocha, who received the 2017 gold medal from the Royal Institute of British Architects this week – an accolade previously bestowed on such luminaries as Le Corbusier and Frank Lloyd Wright – the ground is everything. He has spent his 60-year career lifting his massive concrete buildings up, in gravity-defying balancing acts, or else burying them below ground in an attempt to liberate the Earth’s surface as a continuous democratic public realm. “The city has to be for everybody,” he says, “not just for the very few.”

                                                                                        (www.theguardian.com. Adaptado.)

    According to the text, São Paulo
    Escolha uma alternativa para a questão c60d91da-3b
  • C5F9B3F5-3B

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

          Quando este(a) autor(a) publicou seu primeiro livro, duas vertentes assinalavam o panorama da ficção brasileira: o regionalismo e a reação espiritualista. Sua obra vai representar uma síntese feliz das duas vertentes. Como regionalista, volta-se para os interiores do país, pondo em cena personagens plebeias e “típicas”. Leva a sério a função da literatura como documento, ao ponto de reproduzir a linguagem característica daquelas paragens. Porém, como os autores da reação espiritualista, descortina largo sopro metafísico, costeando o sobrenatural, em demanda da transcendência. No que superou a ambas, distanciando-se, foi no apuro formal, no caráter experimentalista da linguagem, na erudição poliglótica, no trato com a literatura universal de seu tempo, de que nenhuma das vertentes dispunha, ou a que não atribuíam importância. E no fato de escrever prosa como quem escreve poesia – ou seja, palavra por palavra, ou até fonema por fonema.

                                                (Walnice Nogueira Galvão. “Introdução”, 2000. Adaptado.)

    Esse comentário refere-se a

    Escolha uma alternativa para a questão c5f9b3f5-3b
  • C5EB6D6A-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho extraído do artigo “Cosmologia, 100”, de Antonio Augusto Passos Videira e Cássio Leite Vieira, para responder à questão.

          “Vou conduzir o leitor por uma estrada que eu mesmo percorri, árdua e sinuosa.” A frase – que tem algo da essência do hoje clássico A estrada não percorrida (1916), do poeta norte-americano Robert Frost (1874-1963) – está em um artigo científico publicado há cem anos, cujo teor constitui um marco histórico da civilização.

          Pela primeira vez, cerca de 50 mil anos depois de o Homo sapiens deixar uma mão com tinta estampada em uma pedra, a humanidade era capaz de descrever matematicamente a maior estrutura conhecida: o Universo. A façanha intelectual levava as digitais de Albert Einstein (1879-1955).

          Ao terminar aquele artigo de 1917, o físico de origem alemã escreveu a um colega dizendo que o que produzira o habilitaria a ser “internado em um hospício”. Mais tarde, referiu-se ao arcabouço teórico que havia construído como um “castelo alto no ar”.

          O Universo que saltou dos cálculos de Einstein tinha três características básicas: era finito, sem fronteiras e estático – o derradeiro traço alimentaria debates e traria arrependimento a Einstein nas décadas seguintes.

    Em “Considerações Cosmológicas na Teoria da Relatividade Geral”, publicado em fevereiro de 1917 nos Anais da Academia Real Prussiana de Ciências, o cientista construiu (de modo muito visual) seu castelo usando as ferramentas que ele havia forjado pouco antes: a teoria da relatividade geral, finalizada em 1915, esquema teórico já classificado como a maior contribuição intelectual de uma só pessoa à cultura humana.

          Esse bloco matemático impenetrável (mesmo para físicos) nada mais é do que uma teoria que explica os fenômenos gravitacionais. Por exemplo, por que a Terra gira em torno do Sol ou por que um buraco negro devora avidamente luz e matéria.

          Com a introdução da relatividade geral, a teoria da gravitação do físico britânico Isaac Newton (1642-1727) passou a ser um caso específico da primeira, para situações em que massas são bem menores do que as das estrelas e em que a velocidade dos corpos é muito inferior à da luz no vácuo (300 mil km/s).

          Entre essas duas obras de respeito (de 1915 e de 1917), impressiona o fato de Einstein ter achado tempo para escrever uma pequena joia, “Teoria da Relatividade Especial e Geral”, na qual populariza suas duas teorias, incluindo a de 1905 (especial), na qual mostrara que, em certas condições, o espaço pode encurtar, e o tempo, dilatar.

          Tamanho esforço intelectual e total entrega ao raciocínio cobraram seu pedágio: Einstein adoeceu, com problemas no fígado, icterícia e úlcera. Seguiu debilitado até o final daquela década.

          Se deslocados de sua época, Einstein e sua cosmologia podem ser facilmente vistos como um ponto fora da reta. Porém, a historiadora da ciência britânica Patricia Fara lembra que aqueles eram tempos de “cosmologias”, de visões globais sobre temas científicos. Ela cita, por exemplo, a teoria da deriva dos continentes, do geólogo alemão Alfred Wegener (1880-1930), marcada por uma visão cosmológica da Terra.

          Fara dá a entender que várias áreas da ciência, naquele início de século, passaram a olhar seus objetos de pesquisa por meio de um prisma mais amplo, buscando dados e hipóteses em outros campos do conhecimento.

                                                                     (Folha de S.Paulo, 01.01.2017. Adaptado.)

    Ao escrever a seu colega dizendo que “o que produzira o habilitaria a ser ‘internado em um hospício’” (3° parágrafo), Einstein reconhece, em relação ao artigo de 1917, seu caráter
    Escolha uma alternativa para a questão c5eb6d6a-3b