Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 221 de 426.

  • E987044A-B3

    Português

    Pontuação
    IF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2016, Pontuação

    A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.

    Sobre o uso da vírgula, leia as regras entre parênteses e assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas.

    ( ) “Lembrou-se da mulher, mas repeliu logo esta ideia com escrupulosa repugnância” (O uso da vírgula se justifica, por se tratar de uma oração coordenada sindética adversativa).

    ( ) “Não teve ânimo de dar palavra, e retirou-se tristonho e murcho para o seu quarto de desquitado.” (A vírgula está inadequada, pois está sendo usada antes da conjunção aditiva e).

    ( ) “...o Miranda, que era homem de sangue esperto e orçava então pelos seus trinta e cinco anos, sentiu-se em insuportável estado de lubricidade. (O uso da vírgula se justifica, porque foi utilizada para separar oração subordinada adjetiva explicativa)

    ( ) “E deixou-se empolgar pelos rins, de olhos fechados, fingindo que continuava a dormir, sem a menor consciência de tudo aquilo. (As vírgulas foram usadas para separar orações intercaladas)

    Assinale a alternativa correta

    Escolha uma alternativa para a questão e987044a-b3
  • E984390B-B3

    Português

    Figuras de Linguagem
    IF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2016, Figuras de Linguagem

    A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.

    Nessa descrição, “Eram cinco horas da manhã e o cortiço acordava, abrindo, não os olhos, mas a sua infinidade de portas e janelas alinhadas”, o autor recorreu
    Escolha uma alternativa para a questão e984390b-b3
  • E97E77C8-B3

    Português

    Advérbios
    IF-MT · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-MT 2016, Advérbios

    A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.

    Em relação aos aspectos linguísticos, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e97e77c8-b3
  • A63C24BA-B2

    Inglês

    Verbos modais | Modal verbs
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos 6, 7 e 8 e complete as lacunas com verbos auxiliares modais. Atenção para o contexto e o uso da língua, conforme a gramática.

    Imagem da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Verbos modais | Modal verbs

    A sequência CORRETA que completa as lacunas dos textos 6, 7 e 8 está indicada na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão a63c24ba-b2
  • A6334548-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Text 3

    CHIANG MAI, THAILAND

    Care for Elephants

    Asian elephants face many threats – especially loss of habitat due to encroaching development, which can lead to conflict with humans. Today the elephant population in Thailand is estimated at only 3,000 to 4,000. Lend a hand with the least fortune of these animals at the Elephant Nature Park outside Chiang Mai. As a sanctuary for orphaned and disabled elephants, some of which have been abused as work animals, the center invites visitors to help feed and bathe the gentle giants, as well as assist with general maintenance around the park.[…]


    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Text 4

    SOUTH DAKOTA

    Explore the Badlands

    Over the past half million years, erosion has sculpted sediment deposited by the ancient sea that once stretched across the Great Plains into buttes, spires, and pinnacle formations, leaving us the Badlands. Named by the Lakota for its unwelcoming terrain that they believed was riddled with the remains of a mythological horned serpent, the striking landscape inspires awe among visitors today, especially during the magic hours of sunrise and sunset, and under a full moon.[…] 


    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Text 5

    COSTA RICA

    Rescue Sea Turtles

    Commercial fishing, coastal development, humans harvesting eggs, marine debris, oil spills: The threats to sea turtles are staggering. Only an estimated one in 1,000 to 10,000 survives to adulthood, which is why conservationists around the world depend on volunteers to give these primordial creatures the best shot possible. Help conduct nightly patrols along the black-sand beaches of Tortuguero National Park on Costa Rica’s Caribbean coast, one of the most important nesting sites in the Western Hemisphere.[…] 

    (In: Places That Will Change Your Life. Produced by National Geographic Partners, Washington, DC: 2016. Adaptado.)

    No texto 5, em: ‘Commercial fishing, coastal development, humans harvesting eggs, marine debris, oil spills: the threats to sea turtles are staggering.’, há
    Escolha uma alternativa para a questão a6334548-b2
  • A62FA390-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 3 da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Text 3

    CHIANG MAI, THAILAND

    Care for Elephants

    Asian elephants face many threats – especially loss of habitat due to encroaching development, which can lead to conflict with humans. Today the elephant population in Thailand is estimated at only 3,000 to 4,000. Lend a hand with the least fortune of these animals at the Elephant Nature Park outside Chiang Mai. As a sanctuary for orphaned and disabled elephants, some of which have been abused as work animals, the center invites visitors to help feed and bathe the gentle giants, as well as assist with general maintenance around the park.[…]


    Figura 2 de 3 da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Text 4

    SOUTH DAKOTA

    Explore the Badlands

    Over the past half million years, erosion has sculpted sediment deposited by the ancient sea that once stretched across the Great Plains into buttes, spires, and pinnacle formations, leaving us the Badlands. Named by the Lakota for its unwelcoming terrain that they believed was riddled with the remains of a mythological horned serpent, the striking landscape inspires awe among visitors today, especially during the magic hours of sunrise and sunset, and under a full moon.[…] 


    Figura 3 de 3 da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Text 5

    COSTA RICA

    Rescue Sea Turtles

    Commercial fishing, coastal development, humans harvesting eggs, marine debris, oil spills: The threats to sea turtles are staggering. Only an estimated one in 1,000 to 10,000 survives to adulthood, which is why conservationists around the world depend on volunteers to give these primordial creatures the best shot possible. Help conduct nightly patrols along the black-sand beaches of Tortuguero National Park on Costa Rica’s Caribbean coast, one of the most important nesting sites in the Western Hemisphere.[…] 

    (In: Places That Will Change Your Life. Produced by National Geographic Partners, Washington, DC: 2016. Adaptado.)

    No trechoLend a hand with the least fortune of these animals at the Elephant Nature Park outside Chiang Mai …’ (texto 3), a expressão grifada corresponde, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão a62fa390-b2
  • A62923C6-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Complete the text 2, considering both context and grammar rules.

    MY STUDENT LIFE 

    (A) I live in the __________of Seville with my family in a nice apartment. It’s got a large living room, kitchen and a study. There are three bedrooms, two __________ and a balcony. We live near a park and I often take the dog for a walk there.
    (B) I study maths at Seville University. It’s an old building and it’s really __________. I’m in my second year and I love it.
    (C) Seville is a fantastic city. It’s quite small but it’s very lively. _________ are outdoors concerts during the spring and summer. Summers are hot in the south of Spain but I __________ it.
    (D) I get up quiet early, about 7 a.m. and I __________ a shower. I usually have breakfast at home. I have coffee with milk and toast and jam. But I sometimes have breakfast on my way to __________ with my friends.
    (E) I often go home for lunch. We __________ at about 2 p.m. We usually have fish or meat and vegetables.

    (In: Sure. HOBBS, M. and KEDDLE, J. S. Helbling Languages, 2015. (Adaptado)
    Match the paragraphs A – E (text 2) with the questions 1 – 5 below.

    1. What do you do in the morning?
    2. Do you like Seville?
    3. Where do you live?
    4. What do you study?
    5. What do you have for lunch?

    The CORRECT sequence is
    Escolha uma alternativa para a questão a62923c6-b2
  • A62526A7-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Complete the text 2, considering both context and grammar rules.

    MY STUDENT LIFE 

    (A) I live in the __________of Seville with my family in a nice apartment. It’s got a large living room, kitchen and a study. There are three bedrooms, two __________ and a balcony. We live near a park and I often take the dog for a walk there.
    (B) I study maths at Seville University. It’s an old building and it’s really __________. I’m in my second year and I love it.
    (C) Seville is a fantastic city. It’s quite small but it’s very lively. _________ are outdoors concerts during the spring and summer. Summers are hot in the south of Spain but I __________ it.
    (D) I get up quiet early, about 7 a.m. and I __________ a shower. I usually have breakfast at home. I have coffee with milk and toast and jam. But I sometimes have breakfast on my way to __________ with my friends.
    (E) I often go home for lunch. We __________ at about 2 p.m. We usually have fish or meat and vegetables.

    (In: Sure. HOBBS, M. and KEDDLE, J. S. Helbling Languages, 2015. (Adaptado)
    The CORRECT order is
    Escolha uma alternativa para a questão a62526a7-b2
  • A6214FA8-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Countries band together to promote trade, defend human rights, protect the environment and repel threats. They sign treaties and join international groups, and each time they do, they give up a bit of independence. That happened in a big way with the creation of the European Union, a freetrade zone and global political force forged from the fractious states of Europe. The question always was, could this extraordinary experiment hold together? Faced with the choice in a June 23 referendum, the U.K. shocked the world by voting to leave the bloc it joined in 1973. The way many Britons saw it, the trade-offs they'd made to be part of the club — notably control over immigration — no longer served their interests. They chose what's become known as Brexit. 

         Voters supported the split by 52 percent to 48 percent after a rancorous 10-week campaign that divided the nation. The result prompted Prime Minister David Cameron, who had pushed for the U.K. to remain in the 28-nation bloc, to say he'll resign by October. The vote jolted financial markets, sending the U.K. currency tumbling. As the vote plunged the country into political turmoil, Scotland's devolved government paved the way for a second referendum on breaking away so it can remain part of the EU. The U.K. will have two years to negotiate the terms of an exit once it takes the legal steps to leave the bloc, with talks to unwind agreements in areas as diverse as fishing quotas, financial services and health and safety standards. Cameron had warned that a withdrawal would trigger a recession and a decade of uncertainty for jobs, trade and the broader economy. Advocates of a split, including the country’s leading tabloid newspapers, want Britain to regain control of its borders, laws and finances. Because the free movement of citizens is a basic tenet of EU law, leaving the bloc is the only sure way to stem a larger-than-expected influx of immigrants. Young voters were keen to remain in the EU, while older ones preferred to leave.

    (In: http://www.bloomberg.com/quicktake/will-uk-leave-eu. Adaptado)

    Mark T (true) or F (False) for each sentence below.

    David Cameron ( ) is a prime minister.

    ( ) pushed for the UK to continue in the EU.
    ( ) pushed for the UK to leave the EU.
    ( ) will resign by October.
    ( ) warned about some troubles UK will have.

    Mark the alternative that contains the CORRECT sequence.
    Escolha uma alternativa para a questão a6214fa8-b2
  • A61D5F31-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Imagem da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Countries band together to promote trade, defend human rights, protect the environment and repel threats. They sign treaties and join international groups, and each time they do, they give up a bit of independence. That happened in a big way with the creation of the European Union, a freetrade zone and global political force forged from the fractious states of Europe. The question always was, could this extraordinary experiment hold together? Faced with the choice in a June 23 referendum, the U.K. shocked the world by voting to leave the bloc it joined in 1973. The way many Britons saw it, the trade-offs they'd made to be part of the club — notably control over immigration — no longer served their interests. They chose what's become known as Brexit. 

         Voters supported the split by 52 percent to 48 percent after a rancorous 10-week campaign that divided the nation. The result prompted Prime Minister David Cameron, who had pushed for the U.K. to remain in the 28-nation bloc, to say he'll resign by October. The vote jolted financial markets, sending the U.K. currency tumbling. As the vote plunged the country into political turmoil, Scotland's devolved government paved the way for a second referendum on breaking away so it can remain part of the EU. The U.K. will have two years to negotiate the terms of an exit once it takes the legal steps to leave the bloc, with talks to unwind agreements in areas as diverse as fishing quotas, financial services and health and safety standards. Cameron had warned that a withdrawal would trigger a recession and a decade of uncertainty for jobs, trade and the broader economy. Advocates of a split, including the country’s leading tabloid newspapers, want Britain to regain control of its borders, laws and finances. Because the free movement of citizens is a basic tenet of EU law, leaving the bloc is the only sure way to stem a larger-than-expected influx of immigrants. Young voters were keen to remain in the EU, while older ones preferred to leave.

    (In: http://www.bloomberg.com/quicktake/will-uk-leave-eu. Adaptado)

    How long did UK stay as a member of EU?
    Escolha uma alternativa para a questão a61d5f31-b2
  • A61A30F1-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Countries band together to promote trade, defend human rights, protect the environment and repel threats. They sign treaties and join international groups, and each time they do, they give up a bit of independence. That happened in a big way with the creation of the European Union, a freetrade zone and global political force forged from the fractious states of Europe. The question always was, could this extraordinary experiment hold together? Faced with the choice in a June 23 referendum, the U.K. shocked the world by voting to leave the bloc it joined in 1973. The way many Britons saw it, the trade-offs they'd made to be part of the club — notably control over immigration — no longer served their interests. They chose what's become known as Brexit. 

         Voters supported the split by 52 percent to 48 percent after a rancorous 10-week campaign that divided the nation. The result prompted Prime Minister David Cameron, who had pushed for the U.K. to remain in the 28-nation bloc, to say he'll resign by October. The vote jolted financial markets, sending the U.K. currency tumbling. As the vote plunged the country into political turmoil, Scotland's devolved government paved the way for a second referendum on breaking away so it can remain part of the EU. The U.K. will have two years to negotiate the terms of an exit once it takes the legal steps to leave the bloc, with talks to unwind agreements in areas as diverse as fishing quotas, financial services and health and safety standards. Cameron had warned that a withdrawal would trigger a recession and a decade of uncertainty for jobs, trade and the broader economy. Advocates of a split, including the country’s leading tabloid newspapers, want Britain to regain control of its borders, laws and finances. Because the free movement of citizens is a basic tenet of EU law, leaving the bloc is the only sure way to stem a larger-than-expected influx of immigrants. Young voters were keen to remain in the EU, while older ones preferred to leave.

    (In: http://www.bloomberg.com/quicktake/will-uk-leave-eu. Adaptado)

    After reading the text, mark T (true) or F (false).

    ( ) Countries join to make war against other countries.
    ( ) UK left EU in 1973.
    ( ) UK joined EU on June 23.
    ( ) UK’s exit from EU is called Brexit.
    ( ) 52 percent voted for leaving the EU.

    Mark the alternative that contains the CORRECT sequence.
    Escolha uma alternativa para a questão a61a30f1-b2
  • A5ECC2F9-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 8

    Meu pai

    meu pai foi
    ao Rio se tratar de
    um câncer (que
    o mataria) mas
    perdeu os óculos
    na viagem

    quando lhe levei
    os óculos novos
    comprados na Ótica
    Fluminense ele
    examinou o estojo com
    o nome da loja dobrou
    a nota de compra guardou-a
    no bolso e falou:
    quero ver
    agora qual é o
    sacana que vai dizer
    que eu nunca estive
    no Rio de Janeiro

    (Ferreira Gullar) 

    Texto 9

    O mapa

    Olho o mapa da cidade
    Como quem examinasse
    A anatomia de um corpo...

    (E nem que fosse o meu corpo!)

    Sinto uma dor infinita
    Das ruas de Porto Alegre
    Onde jamais passarei...

    Há tanta esquina esquisita,
    Tanta nuança de paredes,
    Há tanta moça bonita
    Nas ruas que não andei
    (E há uma rua encantada
    Que nem em sonhos sonhei...)
    Quando eu for, um dia desses,
    Poeira ou folha levada
    No vento da madrugada,
    Serei um pouco do nada
    Invisível, delicioso
    Que faz com que o teu ar
    Pareça mais um olhar,
    Suave mistério amoroso,
    Cidade de meu andar
    (Deste já tão longo andar!)

    E talvez de meu repouso...

    (Mário Quintana)

    Texto 10

    Impressionista

    Uma ocasião,
    meu pai pintou a casa toda
    de alaranjado brilhante.
    Por muito tempo moramos numa casa,
    como ele mesmo dizia,
    constantemente amanhecendo.

    (Adélia Prado)

    Imagem da questão de Português, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de Textos


    Considerando os Textos 8, 9, 10 e 11 bem como os autores e seus respectivos contextos históricos e literários, analise as proposições a seguir.

    I. O Texto 8 apresenta um eu lírico ligado ao cotidiano, pois Ferreira Gullar, poeta também neoconcretista, tem como um de seus temas a realidade social.
    II. No Texto 9, encontra-se um eu lírico que tematiza o cotidiano, situações corriqueiras, com uma percepção aguda das coisas simples da vida; no entanto, há um certo pessimismo em relação à cidade que o faz evadir-se, criando, em sonho, outra cidade.
    III. Adélia Prado é dona de uma linguagem simples, e preocupada com uma temática feminina, ligada à família e à religiosidade. No Texto 10, percebe-se um eu lírico que se mostra incompatível com o clima da imagem da casa desejada, a ponto de não se sentir bem com a cor alaranjada de suas paredes.
    IV. Pignatari possui uma linguagem que valoriza os esquemas e diagramas, fazendo de seus versos um projeto de designer. No poema, há um texto duplo, uma fusão de imagens, cujos significados se revelam por essa duplicidade, como um espelho que projeta uma imagem invertida.

    Estão CORRETAS:
    Escolha uma alternativa para a questão a5ecc2f9-b2
  • A5E9B4BE-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 5

    Mapa de anatomia: O Olho

    O Olho é uma espécie de globo,
    é um pequeno planeta
    com pinturas do lado de fora.
    Muitas pinturas:
    azuis, verdes, amarelas.
    É um globo brilhante:
    parece cristal,
    é como um aquário com plantas
    finamente desenhadas: algas, sargaços,
    miniaturas marinhas, areias, rochas,
    naufrágios e peixes de ouro.

    Mas por dentro há outras pinturas,
    que não se veem:
    umas são imagens do mundo,
    outras são inventadas.

    O Olho é um teatro por dentro.
    E às vezes, sejam atores, sejam cenas,
    e às vezes, sejam imagens, sejam ausências,
    formam, no Olho, lágrimas.
    (Cecília Meireles)

    Texto 6

    A um ausente

    Tenho razão de sentir saudade,
    tenho razão de te acusar.
    Houve um pacto implícito que rompeste
    e sem te despedires foste embora.
    Detonaste o pacto.
    Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
    de viver e explorar os rumos de obscuridade
    sem prazo sem consulta sem provocação
    até o limite das folhas caídas na hora de cair.

    Antecipaste a hora.
    Teu ponteiro enlouqueceu,
    enlouquecendo nossas horas.
    Que poderias ter feito de mais grave
    do que o ato sem continuação, o ato em si,
    o ato que não ousamos nem sabemos ousar
    porque depois dele não há nada?

    Tenho razão para sentir saudade de ti,
    de nossa convivência em falas camaradas,
    simples apertar de mãos, nem isso, voz
    modulando sílabas conhecidas e banais
    que eram sempre certeza e segurança.

    Sim, tenho saudades.
    Sim, acuso-te porque fizeste
    o não previsto nas leis da amizade e da natureza
    nem nos deixaste sequer o direito de indagar
    porque o fizeste, porque te foste.
    (Carlos Drummond de Andrade)

    Texto 7

    Ausência

    Eu deixarei que morra em mim o desejo
    de amar os teus olhos que são doces.
    Porque nada te poderei dar senão a mágoa de
    me veres eternamente exausto
    No entanto a tua presença é qualquer
    coisa como a luz e a vida
    E eu sinto que em meu gesto existe o teu gesto e
    em minha voz a tua voz.
    Não te quero ter porque em meu ser tudo estaria
    terminado.
    Quero só que surjas em mim como a fé nos
    desesperados
    Para que eu possa levar uma gota de orvalho
    nesta terra amaldiçoada.
    Que ficou sobre a minha carne como nódoa do
    passado.

    Eu deixarei... tu irás e encostarás a tua face em
    outra face.
    Teus dedos enlaçarão outros dedos e tu
    desabrocharás para a madrugada.
    Mas tu não saberás que quem te colheu fui eu,
    porque eu fui o grande íntimo da noite.
    Porque eu encostei minha face na face da
    noite e ouvi a tua fala amorosa.
    Porque meus dedos enlaçaram os dedos da
    névoa suspensos no espaço.
    E eu trouxe até mim a misteriosa essência do
    teu abandono desordenado.
    Eu ficarei só como os veleiros nos pontos
    silenciosos.
    Mas eu te possuirei como ninguém porque
    poderei partir.
    E todas as lamentações do mar, do vento, do
    céu, das aves, das estrelas. Serão a tua voz presente, a
    tua voz ausente, a
    tua voz serenizada.
    (Vinícius de Moraes) 
    Após a leitura dos poemas, analise as proposições a seguir.

    I. O Texto 5 é um poema, cujo eu lírico trata das ausências, recorrendo aos sentidos, e fala de seus sentimentos, valendo-se da forma e da cor que as imagens poéticas sugerem.
    II. Os três poemas falam de ausência ou de saudade na mesma proporção, como também de relações amorosas frustradas.
    III. No Texto 6, o eu lírico questiona a ausência de quem partiu, sem sequer anunciar sua partida. Percebe-se que a morte foi o motivo da ausência da amizade sugerida pelas imagens poéticas.
    IV. Vinícius de Moraes é dono de um lirismo de caráter confidencial, com uma visão familiar do mundo; é um poeta singular. No Texto 7, percebe-se um eu lírico carregado de sentimentos de afeto por uma amada, entre o universo espiritual e físico.

    Estão CORRETAS:
    Escolha uma alternativa para a questão a5e9b4be-b2
  • A5DEDAC5-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade de Pernambuco 2016, Interpretação de Textos

    Dentre os valores e/ou opiniões veiculados pelo Texto 2, encontra-se a defesa de que
    Escolha uma alternativa para a questão a5dedac5-b2
  • A5D8F179-B2

    Português

    Colocação Pronominal
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    COMPREENDER O BRASIL É DIFÍCIL, MAS NÃO IMPOSSÍVEL

         Ouvimos muitos comentários de analistas sociais e também do senso comum (sobretudo) de que o grande mal do Brasil é o “jeitinho brasileiro”, que é atrelado à corrupção. Pois bem, a observação não é de todo errada, mas esconde outro truísmo aparente. Os males do Brasil enquanto nação e enquanto Estado assentam-se em dois pilares: o genocídio indígena e a escravidão africana.
         Advém daí o machismo e a cultura do estupro: as índias foram as primeiras a serem violentadas pelo colonizador europeu, o que acabou naturalizando essa abominável prática de invasão do corpo do outro, tempos depois aplicando-se o mesmo “método” no corpo da mulher negra e da mulher branca. Os escravocratas, em uma sociedade patriarcal, tornaram legítima também a decisão sobre o corpo da mulher, inclusive da sua esposa: bela, recatada e do lar, e da sua ama de leite (a mãe preta), cujo leite afro acalentava seu filho branco.
         Advém daí o racismo: o colonizador branco, com a chancela da religião cristã e da ciência, arrogou para si a superioridade racial branca, em detrimento do negro, do indígena e do asiático. Nem o questionável 13 de maio nem o estado democrático de direito superou isso. Isso é reproduzido hoje em nível societário. Quem mais morre nas periferias das cidades brasileiras são negros. Alguém cantou num passado recente “todo camburão tem um pouco de navio negreiro”.
         Advém daí o paternalismo: transplantamos para nossas relações humanas as antigas relações típicas de senhor escravo, não na acepção nietzschiana (moral do senhor/moral do escravo), mas na acepção eugênica herdada do darwinismo social de Spencer, que hierarquizou as raças, estando essas associadas ao processo civilizatório de aculturação do indígena, método descrito de forma primorosa por Alfredo Bosi em “As flechas do Sagrado”. Os jesuítas arrogaram para si a responsabilidade por “cuidar do indígena”, inculcando no colonizado a dependência contínua na esteira da “benevolência” mal intencionada. Mal sabiam os colonizadores que as etnias também negociavam, como enunciou Eduardo Viveiros de Castro em “A inconstância da alma selvagem”: os tupinambás jamais abriram mão do que lhes era essencial, a guerra.
         Advém daí o genocídio negro: desde 1982 até 2014 foram 1,2 milhões de negros mortos pela polícia nas periferias, dados da Anistia Internacional. O negro de hoje é o escravizado de ontem e o corpo reificado de anteontem. Na imprensa de hoje, a morte de um jovem branco de classe média suscita debates em torno da violência, ao passo que a morte de um negro é mais uma estatística. Do mesmo modo que a violência contra a mulher é naturalizada e contra a mulher negra duas vezes mais, pois aprendemos com a “globeleza” que o corpo negro feminino é o veículo do pecado e que o corpo feminino deve ser submetido à vontade do corpo masculino, estando apto desde sempre a servi-lo.
         Advém daí o genocídio indígena, ainda em curso. Ruralistas e posseiros o fazem à luz do dia no Norte e Centro-Oeste do país. A imprensa fala pouco, o silêncio cemiterial em torno do tema é um crime confesso, típico de quem consente porque se cala.
         Advém daí a corrupção, pois, no processo colonizatório, legitimou-se a prática de que tudo tem seu preço, quando até mesmo o corpo do outro poderia ser negociado, outrora o escravizado, tempos depois o trabalhador fabril, hoje qualquer alma vulnerável ao consumismo em busca de status.
         Resumo da ópera: a corrupção é um subciclo de dois ciclos maiores: genocídio e escravidão. Por isso esses dois temas interessam a todos os brasileiros. Enquanto não encararmos isso, não avançaremos como povo ou como nação.

    Victor Martins. Disponível em: http://www.circulopalmarino.org.br/2016/05/compreender-o-brasil-e-dificil-mas-nao-impossivel. Acesso em: 14/07/16. Adaptado.
    No que se refere a alguns aspectos formais presentes no Texto 1, analise as proposições a seguir.

    I. No trecho: “(...) e da sua ama de leite (a mãe preta), cujo leite afro acalentava seu filho branco.” (2º parágrafo), a substituição da forma verbal ‘acalentava’ por ‘nutria’ acarretará a seguinte alteração na regência: ‘(...) e da sua ama de leite (a mãe preta), em cujo leite afro nutria seu filho branco.’.
    II. No trecho: “Quem mais morre nas periferias das cidades brasileiras são negros.” (3º parágrafo), a forma verbal destacada está no plural em concordância com o predicativo plural ‘negros’.
    III. No trecho: “Ouvimos muitos comentários (...) de que o grande mal do Brasil é o ‘jeitinho brasileiro’, que é atrelado à corrupção.” (1º parágrafo), o sinal indicativo de crase é opcional, já que o verbo ‘atrelar’, no contexto em que se insere, pode também ser transitivo direto.
    IV. O segmento destacado no trecho: “Ruralistas e posseiros o fazem à luz do dia no Norte e Centro-Oeste do país.” (6º parágrafo) exemplifica um caso de próclise; a forma enclítica correspondente é ‘fazem-no’.

    Estão CORRETAS:
    Escolha uma alternativa para a questão a5d8f179-b2
  • A5D57727-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade de Pernambuco · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

    COMPREENDER O BRASIL É DIFÍCIL, MAS NÃO IMPOSSÍVEL

         Ouvimos muitos comentários de analistas sociais e também do senso comum (sobretudo) de que o grande mal do Brasil é o “jeitinho brasileiro”, que é atrelado à corrupção. Pois bem, a observação não é de todo errada, mas esconde outro truísmo aparente. Os males do Brasil enquanto nação e enquanto Estado assentam-se em dois pilares: o genocídio indígena e a escravidão africana.
         Advém daí o machismo e a cultura do estupro: as índias foram as primeiras a serem violentadas pelo colonizador europeu, o que acabou naturalizando essa abominável prática de invasão do corpo do outro, tempos depois aplicando-se o mesmo “método” no corpo da mulher negra e da mulher branca. Os escravocratas, em uma sociedade patriarcal, tornaram legítima também a decisão sobre o corpo da mulher, inclusive da sua esposa: bela, recatada e do lar, e da sua ama de leite (a mãe preta), cujo leite afro acalentava seu filho branco.
         Advém daí o racismo: o colonizador branco, com a chancela da religião cristã e da ciência, arrogou para si a superioridade racial branca, em detrimento do negro, do indígena e do asiático. Nem o questionável 13 de maio nem o estado democrático de direito superou isso. Isso é reproduzido hoje em nível societário. Quem mais morre nas periferias das cidades brasileiras são negros. Alguém cantou num passado recente “todo camburão tem um pouco de navio negreiro”.
         Advém daí o paternalismo: transplantamos para nossas relações humanas as antigas relações típicas de senhor escravo, não na acepção nietzschiana (moral do senhor/moral do escravo), mas na acepção eugênica herdada do darwinismo social de Spencer, que hierarquizou as raças, estando essas associadas ao processo civilizatório de aculturação do indígena, método descrito de forma primorosa por Alfredo Bosi em “As flechas do Sagrado”. Os jesuítas arrogaram para si a responsabilidade por “cuidar do indígena”, inculcando no colonizado a dependência contínua na esteira da “benevolência” mal intencionada. Mal sabiam os colonizadores que as etnias também negociavam, como enunciou Eduardo Viveiros de Castro em “A inconstância da alma selvagem”: os tupinambás jamais abriram mão do que lhes era essencial, a guerra.
         Advém daí o genocídio negro: desde 1982 até 2014 foram 1,2 milhões de negros mortos pela polícia nas periferias, dados da Anistia Internacional. O negro de hoje é o escravizado de ontem e o corpo reificado de anteontem. Na imprensa de hoje, a morte de um jovem branco de classe média suscita debates em torno da violência, ao passo que a morte de um negro é mais uma estatística. Do mesmo modo que a violência contra a mulher é naturalizada e contra a mulher negra duas vezes mais, pois aprendemos com a “globeleza” que o corpo negro feminino é o veículo do pecado e que o corpo feminino deve ser submetido à vontade do corpo masculino, estando apto desde sempre a servi-lo.
         Advém daí o genocídio indígena, ainda em curso. Ruralistas e posseiros o fazem à luz do dia no Norte e Centro-Oeste do país. A imprensa fala pouco, o silêncio cemiterial em torno do tema é um crime confesso, típico de quem consente porque se cala.
         Advém daí a corrupção, pois, no processo colonizatório, legitimou-se a prática de que tudo tem seu preço, quando até mesmo o corpo do outro poderia ser negociado, outrora o escravizado, tempos depois o trabalhador fabril, hoje qualquer alma vulnerável ao consumismo em busca de status.
         Resumo da ópera: a corrupção é um subciclo de dois ciclos maiores: genocídio e escravidão. Por isso esses dois temas interessam a todos os brasileiros. Enquanto não encararmos isso, não avançaremos como povo ou como nação.

    Victor Martins. Disponível em: http://www.circulopalmarino.org.br/2016/05/compreender-o-brasil-e-dificil-mas-nao-impossivel. Acesso em: 14/07/16. Adaptado.
    Acerca das relações lógico-discursivas que se identificam no Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão a5d57727-b2
  • 616E4D34-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e observe a imagem.

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2016, Interpretação de Textos

    Numa guerra não se matam milhares de pessoas.
    Mata-se alguém que adora espaguete, outro que é
    gay, outro que tem uma namorada. Uma
    acumulação de pequenas memórias...


    Nós que aqui estamos, por vós esperamos.
    Direção de Marcelo Masagão.
    Brasil, 19996.


    A partir do texto e da imagem, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 616e4d34-b2
  • 612907EF-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Se pudesse muda-se, gritaria bem alto que o roubavam. Aparentemente resignado, sentia um ódio imenso a qualquer coisa que era ao mesmo tempo a campina seca, o patrão, os soldados e os agentes da prefeitura. Tudo na verdade era contra ele. Estava acostumado, tinha a casca muito grossa, mas às vezes se arreliava. Não havia paciência que suportasse tanta coisa.


    - Um dia um homem faz besteira e se desgraça.

    Graciliano Ramos, Vidas secas.


    Tendo em vista as causas que a provocam, a revolta que vem à consciência de Fabiano, apresentada no texto como ainda contida e genérica, encontrará foco e uma expressão coletiva militante e organizada, em época posterior à publicação de Vidas secas, no movimento.
    Escolha uma alternativa para a questão 612907ef-b2
  • 61240489-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, FUVEST 2016, Interpretação de Textos
    Dentre os recursos expressivos empregados no texto, tem papel preponderante a
    Escolha uma alternativa para a questão 61240489-b2
  • 54FFC442-B1

    Inglês

    Preposições | Prepositions
    Universidade Federal de Roraima · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2016, Preposições | Prepositions

    Disponível em: < http://www.sumauma.net/amazonian/legends/ legends-pirarucu.html> CELEMENT, Rosa. Acesso em: 31 jul. 16 (Adaptado).

    Read the second sentence highlighted in the text (lines 30/31/32) and choose the only CORRECT alternative about the preposition into:
    Escolha uma alternativa para a questão 54ffc442-b1