Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 228 de 426.

  • 36770190-42

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

           Por que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração!

          Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”.

                                                         Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015. 


    Está de acordo com o texto a seguinte afirmação:  
    Escolha uma alternativa para a questão 36770190-42
  • 36744D52-42

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

                                      Geração Z desafia mercado

          Eles já nasceram plugados e não conhecem a vida off-line. São generalistas, não gostam de hierarquia e querem fazer o próprio horário. Diferentes dos profissionais das gerações X e Y, valorizam mais a qualidade de vida ao poder aquisitivo. Empresas têm grande desafio para se adaptar e reter essa mão de obra.

          Esse é o perfil dos jovens que nasceram depois de 1995 e começam a entrar agora no mercado de trabalho.


                                                                                           Destak. 22.02.2016. Adaptado. 


    Pode-se corrigir o erro gramatical presente na frase “valorizam mais a qualidade de vida ao poder aquisitivo”, substituindo o verbo “valorizar” por “preferir” e fazendo as adaptações necessárias, como ocorre em: 

    Escolha uma alternativa para a questão 36744d52-42
  • 367192AA-42

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

                                      Geração Z desafia mercado

          Eles já nasceram plugados e não conhecem a vida off-line. São generalistas, não gostam de hierarquia e querem fazer o próprio horário. Diferentes dos profissionais das gerações X e Y, valorizam mais a qualidade de vida ao poder aquisitivo. Empresas têm grande desafio para se adaptar e reter essa mão de obra.

          Esse é o perfil dos jovens que nasceram depois de 1995 e começam a entrar agora no mercado de trabalho.


                                                                                           Destak. 22.02.2016. Adaptado. 


    Considere as seguintes afirmações sobre o texto:

    I Ocorre oposição de sentido entre as expressões “plugados” e “off-line” bem como entre as palavras “generalistas” e “hierarquia”.

    II A ordem alfabética de que se vale o texto corresponde à ordem cronológica.

    III Para caracterizar sociologicamente a geração Y, o redator se vale de um subentendido.

    Está totalmente correto apenas o que se afirma em 

    Escolha uma alternativa para a questão 367192aa-42
  • 34921EAB-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Por que a cultura do sul ficou de fora do retrato do Brasil nas olimpíadas?
    Depois de uma abertura que falou das etnias que formaram o povo brasileiro, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, realizada neste domingo (21), teve mais cara de carnaval. A ideia da diretora criativa da festa, Rosa Magalhães, era mostrar “o sentimento de brasilidade”, conforme ela explicou ao jornal “O Globo” dias antes da cerimônia.
    Carnavalesca da escola de samba carioca São Clemente, Rosa usou elementos alegóricos para mostrar a arte feita pelo povo do país – para ela, “marca da nossa identidade cultural”. Teve menção a choro, samba carioca, Carmem Miranda, mulheres rendeiras da Bahia, bonecos de cerâmica do pernambucano Vitalino, Heitor Villa-Lobos, carnaval.
    Entre as ausências, as expressões culturais do Sul do Brasil – o que alimentou algum debate em redes sociais: se a ideia era representar o país todo, por que ficamos de fora?
    Para a antropóloga Selma Baptista, professora-doutora aposentada da UFPR, a pergunta deveria ser outra: por que as expressões culturais do Sul participariam do recorte da carnavalesca carioca se elas não estão presentes nem em nossas próprias festas? “Essa questão da representação de identidades regionais se dá a partir da construção da identidade dentro de seus próprios redutos. Cabe perguntar até que ponto nossas representações da cultura popular têm expressividade entre nós mesmos para que alcancem uma representatividade nacional”, questiona.
    Patrícia Martins, antropóloga e docente do Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Paranaguá, lembra que o Sul tende inclusive a negar o tipo de “brasilidade” representada na cerimônia de encerramento, mais ligada à cultura indígena e afro-brasileira. “Aqui há uma autorrepresentação que passa por uma cultura europeia”, diz. Para ela, o recorte mostrado na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos tem ligações com uma identidade brasileira que vem sendo construída desde o Estado Novo (1937-1945), que incorporou o samba carioca. “Existe um patrimônio rico no Sul – há os batuques do Rio Grande do Sul, o fandango caiçara. Teria muita coisa a mostrar, mas nem nós sabemos que existe isso em nossa região”.
    Na opinião de Tau Golin, jornalista, historiador e professor do curso de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), esse tipo de questionamento sobre representações regionais é uma “briga simbólica” já bem conhecida – principalmente dos gaúchos. “É uma briga de poder pela representatividade, por quem representa mais a nação”, diz. “Como é um país com regiões que se formaram antes da nação, as regionalidades querem estar presentes em tudo o que acontece no país. Se fosse insignificante, não brigariam. Mas, como é para se mostrar para o exterior, a briga é compreensível historicamente”. Para ele, o desejo do Sul de estar presente nesse tipo de representação, dada a relação difícil da região com a “brasilidade”, é um fator surpreendente. “É uma novidade, que merece estudos daqui para a frente”, diz. (Rafael Rodrigues Costa, Gazeta do Povo, Curitiba, 22/08/2016.) 
    Em relação à organização do texto de Rafael Rodrigues Costa, considere as seguintes afirmativas:

    1. O texto parte de uma tese que é endossada pelos entrevistados.
    2. A opinião do autor prevalece na conclusão do texto.
    3. O autor usa tanto discurso direto como indireto para relatar a opinião dos entrevistados.
    4. O autor redimensiona a abordagem da questão expressa no título a partir da opinião dos entrevistados.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 34921eab-3b
  • 348F5626-3B

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Por que a cultura do sul ficou de fora do retrato do Brasil nas olimpíadas?
    Depois de uma abertura que falou das etnias que formaram o povo brasileiro, a cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, realizada neste domingo (21), teve mais cara de carnaval. A ideia da diretora criativa da festa, Rosa Magalhães, era mostrar “o sentimento de brasilidade”, conforme ela explicou ao jornal “O Globo” dias antes da cerimônia.
    Carnavalesca da escola de samba carioca São Clemente, Rosa usou elementos alegóricos para mostrar a arte feita pelo povo do país – para ela, “marca da nossa identidade cultural”. Teve menção a choro, samba carioca, Carmem Miranda, mulheres rendeiras da Bahia, bonecos de cerâmica do pernambucano Vitalino, Heitor Villa-Lobos, carnaval.
    Entre as ausências, as expressões culturais do Sul do Brasil – o que alimentou algum debate em redes sociais: se a ideia era representar o país todo, por que ficamos de fora?
    Para a antropóloga Selma Baptista, professora-doutora aposentada da UFPR, a pergunta deveria ser outra: por que as expressões culturais do Sul participariam do recorte da carnavalesca carioca se elas não estão presentes nem em nossas próprias festas? “Essa questão da representação de identidades regionais se dá a partir da construção da identidade dentro de seus próprios redutos. Cabe perguntar até que ponto nossas representações da cultura popular têm expressividade entre nós mesmos para que alcancem uma representatividade nacional”, questiona.
    Patrícia Martins, antropóloga e docente do Instituto Federal do Paraná (IFPR) em Paranaguá, lembra que o Sul tende inclusive a negar o tipo de “brasilidade” representada na cerimônia de encerramento, mais ligada à cultura indígena e afro-brasileira. “Aqui há uma autorrepresentação que passa por uma cultura europeia”, diz. Para ela, o recorte mostrado na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos tem ligações com uma identidade brasileira que vem sendo construída desde o Estado Novo (1937-1945), que incorporou o samba carioca. “Existe um patrimônio rico no Sul – há os batuques do Rio Grande do Sul, o fandango caiçara. Teria muita coisa a mostrar, mas nem nós sabemos que existe isso em nossa região”.
    Na opinião de Tau Golin, jornalista, historiador e professor do curso de Pós-Graduação em História da Universidade de Passo Fundo (UPF), esse tipo de questionamento sobre representações regionais é uma “briga simbólica” já bem conhecida – principalmente dos gaúchos. “É uma briga de poder pela representatividade, por quem representa mais a nação”, diz. “Como é um país com regiões que se formaram antes da nação, as regionalidades querem estar presentes em tudo o que acontece no país. Se fosse insignificante, não brigariam. Mas, como é para se mostrar para o exterior, a briga é compreensível historicamente”. Para ele, o desejo do Sul de estar presente nesse tipo de representação, dada a relação difícil da região com a “brasilidade”, é um fator surpreendente. “É uma novidade, que merece estudos daqui para a frente”, diz. (Rafael Rodrigues Costa, Gazeta do Povo, Curitiba, 22/08/2016.) 
    O último entrevistado, Tau Golin, faz alusão a uma “briga simbólica”, que poderia ser resumida da seguinte maneira: 
    Escolha uma alternativa para a questão 348f5626-3b
  • 34899FA6-3B

    Português

    Colocação Pronominal
    UFPR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Vós, diz Cristo, Senhor nosso, falando com os pregadores, sois o sal da terra: e chama-lhes sal da terra, porque quer que façam na terra o que faz o sal. O efeito do sal é impedir a corrupção; mas quando a terra se vê tão corrupta como está a nossa, havendo tantos nela que têm ofício de sal, qual será, ou qual pode ser a causa desta corrupção? Ou é porque o sal não salga, ou porque a terra se não deixa salgar. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; ou porque a terra se não deixa salgar e os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhes dão, a não querem receber. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores dizem uma cousa e fazem outra; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes querem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem. Ou é porque o sal não salga, e os pregadores se pregam a si e não a Cristo; ou porque a terra se não deixa salgar, e os ouvintes, em vez de servir a Cristo, servem a seus apetites. Não é tudo isto verdade? Ainda mal!
    (Antônio Vieira, Sermão de Santo Antônio, em: .)
    Vieira é um homem do século XVII. É possível detectar, no texto de Vieira, características da língua portuguesa que divergem de seu uso contemporâneo. Pensando nessa diferença entre o português atual e o português usado por Vieira, considere as seguintes afirmativas:

    1. Diferentemente de hoje, o pronome pessoal oblíquo átono antecedia a negação.
    2. O “porque” é empregado no texto como conjunção explicativa e sua grafia é a mesma usada atualmente.
    3. A conjunção “ou” tem no texto um uso que não é o de alternância.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 34899fa6-3b
  • 612A3F78-30

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    PUC - RS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2016, Adjetivos | Adjectives

    Comparative forms, such as “better” and “brighter” (picture 2), can be used in different constructions to convey different ideas. In which alternative below is the comparative form being used to express parallel increase?
    Escolha uma alternativa para a questão 612a3f78-30
  • 60E747E3-30

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia um trecho do poema “Um novo Jó”, de Manoel de Barros, e preencha os parênteses com V para verdadeiro e F para falso.

    Desfrutado entre bichos

    raízes, barro e água

    o homem habitava

    sobre um montão de pedras.

    (...)

    Convivência de murta

    e rãs... A boca de raiz

    e água escorria barro...

    Bom era

    sobre um pedregal frio

    e limoso dormir!

    Ao gume de uma adaga

    tudo dar.

    Bom era ser bicho

    que rasteja nas pedras;

    ser raiz de vegetal

    ser água.

    Bom era caminhar sem dono

    na tarde

    com pássaros em torno

    e os ventos nas vestes amarelas.

    Não ter nunca chegada

    nunca optar por nada

    Ir andando pequeno sob a chuva

    torto como um pé de maçãs (...)

    ( ) Ainda que valorize a simplicidade do meio rural, o poema manifesta a superioridade do homem frente à natureza.

    ( ) O poeta brinca com as palavras, dando-lhes novos sentidos e causando estranhezas no leitor.

    ( ) No poema, bichos, plantas e minerais convivem em harmonia e simbiose.

    ( ) O eu lírico destaca a necessidade de um destino, de um objetivo a ser traçado pelo homem.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 60e747e3-30
  • 60E4817F-30

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia a passagem a seguir, referente a uma marcante personagem da literatura brasileira, e preencha as lacunas do texto relacionado ao excerto.

    Examinou o terreiro, viu Baleia coçando-se a esfregar as peladuras no pé de turco, levou a espingarda ao rosto. A cachorra espiou o dono desconfiada, enroscou-se no tronco e foi-se desviando, até ficar no outro lado da árvore, agachada e arisca, mostrando apenas as pupilas negras. Aborrecido com esta manobra, Fabiano saltou a janela, esgueirou-se ao longo da cerca do curral, deteve-se no mourão do canto e levou de novo a arma ao rosto. Como o animal estivesse de frente e não apresentasse bom alvo, adiantou-se mais alguns passos. Ao chegar às catingueiras, modificou a pontaria e puxou o gatilho. A carga alcançou os quartos traseiros e inutilizou uma perna de Baleia, que se pôs a latir desesperadamente. (...) Dirigiu-se ao copiar, mas temeu encontrar Fabiano e afastou-se para o chiqueiro das cabras. Demorou-se aí um instante, meio desorientada, saiu depois sem destino, aos pulos.

    Na famosa cena da morte de Baleia, personagem do romance _________, de _________, é nítida a _________ da cadela numa cena extremamente _________.

    Escolha uma alternativa para a questão 60e4817f-30
  • 2272B4BF-30

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC - Campinas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    A regra de proporção é um princípio da pintura cujo equivalente, na literatura, estaria no cuidado do escritor em manter os aspectos naturais das pessoas e coisas que descreve com fidedignidade. Essa é uma das preocupações de um autor como
    Escolha uma alternativa para a questão 2272b4bf-30
  • 1AA7F8FE-30

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe o cartum.

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A alternativa que completa corretamente a lacuna do número 4 do cartum, sem prejuízo de sentido, é

    Escolha uma alternativa para a questão 1aa7f8fe-30
  • 1AA4FA75-30

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    De acordo com o terceiro parágrafo, o relógio cerebral que regula o ciclo de sono e de vigília pode ficar alterado devido
    Escolha uma alternativa para a questão 1aa4fa75-30
  • 1A9EE5DB-30

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    According to the information presented in the second paragraph, one can say that
    Escolha uma alternativa para a questão 1a9ee5db-30
  • 1A98D884-30

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Sinônimos | Synonyms

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “We might feel that we’re getting by fine on less sleep”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 1a98d884-30
  • 1A960E0E-30

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Question: Is there anything I can do to train my body to need less sleep?

    Karen Weintraub

    June 17, 2016

    Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

       Many people think they can teach themselves to need less sleep, but they’re wrong, said Dr. Sigrid Veasey, a professor at the Center for Sleep and Circadian Neurobiology at the University of Pennsylvania’s Perelman School of Medicine. We might feel that we’re getting by fine on less sleep, but we’re deluding ourselves, Dr. Veasey said, largely because lack of sleep skews our self-awareness. “The more you deprive yourself of sleep over long periods of time, the less accurate you are of judging your own sleep perception,” she said.

       Multiple studies have shown that people don’t functionally adapt to less sleep than their bodies need. There is a range of normal sleep times, with most healthy adults naturally needing seven to nine hours of sleep per night, according to the National Sleep Foundation. Those over 65 need about seven to eight hours, on average, while teenagers need eight to 10 hours, and school-age children nine to 11 hours. People’s performance continues to be poor while they are sleep deprived, Dr. Veasey said.

       Health issues like pain, sleep apnea or autoimmune disease can increase people’s need for sleep, said Andrea Meredith, a neuroscientist at the University of Maryland School of Medicine. A misalignment of the clock that governs our sleep-wake cycle can also drive up the need for sleep, Dr. Meredith said. The brain’s clock can get misaligned by being stimulated at the wrong time of day, she said, such as from caffeine in the afternoon or evening, digital screen use too close to bedtime, or even exercise at a time of day when the body wants to be winding down.

    (http://well.blogs.nytimes.com. Adaptado.)

    No primeiro parágrafo, a resposta da Dra. Sigrid Veasey à questão “Is there anything I can do to train my body to need less sleep?” indica que
    Escolha uma alternativa para a questão 1a960e0e-30
  • 1A87395E-30

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Carpe diem: Esse conhecido lema, extraído das Odes do poeta latino Horácio (65 a.C.- 8 a.C.), sintetiza expressivamente o seguinte motivo: saber aproveitar tudo o que se apresente de positivo (mesmo que pouco) e transitório.
    (Renzo Tosi. Dicionário de sentenças latinas e gregas, 2010. Adaptado.)
    Das estrofes extraídas da produção poética de Fernando Pessoa (1888-1935), aquela em que tal motivo se manifesta mais explicitamente é:
    Escolha uma alternativa para a questão 1a87395e-30
  • 1A7B5B02-30

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o excerto do livro Violência urbana, de Paulo Sérgio Pinheiro e Guilherme Assis de Almeida, para responder a questão.

        De dia, ande na rua com cuidado, olhos bem abertos. Evite falar com estranhos. À noite, não saia para caminhar, principalmente se estiver sozinho e seu bairro for deserto. Quando estacionar, tranque bem as portas do carro [...]. De madrugada, não pare em sinal vermelho. Se for assaltado, não reaja – entregue tudo.
       É provável que você já esteja exausto de ler e ouvir várias dessas recomendações. Faz tempo que a ideia de integrar uma comunidade e sentir-se confiante e seguro por ser parte de um coletivo deixou de ser um sentimento comum aos habitantes das grandes cidades brasileiras. As noções de segurança e de vida comunitária foram substituídas pelo sentimento de insegurança e pelo isolamento que o medo impõe. O outro deixa de ser visto como parceiro ou parceira em potencial; o desconhecido é encarado como ameaça. O sentimento de insegurança transforma e desfigura a vida em nossas cidades. De lugares de encontro, troca, comunidade, participação coletiva, as moradias e os espaços públicos transformam-se em palco do horror, do pânico e do medo.
       A violência urbana subverte e desvirtua a função das cidades, drena recursos públicos já escassos, ceifa vidas – especialmente as dos jovens e dos mais pobres –, dilacera famílias, modificando nossas existências dramaticamente para pior. De potenciais cidadãos, passamos a ser consumidores do medo. O que fazer diante desse quadro de insegurança e pânico, denunciado diariamente pelos jornais e alardeado pela mídia eletrônica? Qual tarefa impõe-se aos cidadãos, na democracia e no Estado de direito?
    (Violência urbana, 2003.)
    O modo de organização do discurso predominante no excerto é
    Escolha uma alternativa para a questão 1a7b5b02-30
  • 1A67185F-30

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, leia o excerto de Auto da Barca do Inferno do escritor português Gil Vicente (1465?-1536?). A peça prefigura o destino das almas que chegam a um braço de mar onde se encontram duas barcas (embarcações): uma destinada ao Paraíso, comandada pelo anjo, e outra destinada ao Inferno, comandada pelo diabo.

     Vem um Frade com uma Moça pela mão […]; e ele
    mesmo fazendo a baixa1  começou a dançar, dizendo
    Frade: Tai-rai-rai-ra-rã ta-ri-ri-rã;
                Tai-rai-rai-ra-rã ta-ri-ri-rã;
                Tã-tã-ta-ri-rim-rim-rã, huha!
    Diabo: Que é isso, padre? Quem vai lá?
    Frade: Deo gratias2 ! Sou cortesão.
    Diabo: Danças também o tordião3 ?
    Frade: Por que não? Vê como sei.
    Diabo: Pois entrai, eu tangerei4
                e faremos um serão.
                E essa dama, porventura?
    Frade: Por minha a tenho eu,
                e sempre a tive de meu.
    Diabo: Fizeste bem, que é lindura!
                Não vos punham lá censura
                no vosso convento santo?
    Frade: E eles fazem outro tanto!
    Diabo: Que preciosa clausura5!
    Entrai, padre reverendo!
    Frade: Para onde levais gente?
    Diabo: Para aquele fogo ardente
                que não temestes vivendo.
    Frade: Juro a Deus que não te entendo!
                E este hábito6não me val7?
    Diabo: Gentil padre mundanal8
                a Belzebu vos encomendo!
    Frade: Corpo de Deus consagrado!
                Pela fé de Jesus Cristo,
                que eu não posso entender isto!
                Eu hei de ser condenado?
                Um padre tão namorado
                e tanto dado à virtude?
                Assim Deus me dê saúde,
                que eu estou maravilhado!
    Diabo: Não façamos mais detença9
                embarcai e partiremos;
                tomareis um par de remos.
    Frade: Não ficou isso na avença10.
    Diabo: Pois dada está já a sentença!
    Frade: Por Deus! Essa seria ela?
                Não vai em tal caravela
                minha senhora Florença?
                Como? Por ser namorado
                e folgar c’uma mulher?
                Se há um frade de perder,
                com tanto salmo rezado?!
    Diabo: Ora estás bem arranjado!
    Frade: Mas estás tu bem servido.
    Diabo: Devoto padre e marido,
                haveis de ser cá pingado11

    (Auto da Barca do Inferno, 2007.)

     1 baixa: dança popular no século XVI.
    2 Deo gratias: graças a Deus.
    3 tordião: outra dança popular no século XVI.
    4 tanger: fazer soar um instrumento.
    5 clausura: convento.
    6 hábito: traje religioso.
    7 val: vale.
    8 mundanal: mundano.
    9 detença: demora.
    10 avença: acordo.
    11 ser pingado: ser pingado com gotas de gordura fervendo (segundo o imaginário popular, processo de tortura que ocorreria no inferno)
    No excerto, o escritor satiriza, sobretudo,
    Escolha uma alternativa para a questão 1a67185f-30