Questões do ENEM: Linguagens e nível médio
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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 244 de 426.
35241DE6-FC Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo destacado em: Há folhas no meu coração (verso 13).
34F9DE17-FC Português
Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)Universidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que a palavra sublinhada é um pronome apassivador.
34F2229F-FC Português
MorfologiaUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que o plural dos nomes compostos está correto.34C4680E-FC Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD.
Com base no texto 2, responda à questão.
Em relação ao amor, a atitude do tempo configura-se como a de alguém que:34C116C2-FC Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD.
Com base no texto 2, responda à questão.
O ditado cujo sentido condiz com o do verso "Sussurra que apaga os caminhos" (v.22) é:
34B85E4C-FC Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD.
Com base no texto 2, responda à questão.
Segundo o tempo, ele e o eu lírico são semelhantes, porque ambos:34B45147-FC Português
Coesão e coerênciaUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
BASTOS, Cristóvão; BLANC, Aldir. Resposta ao tempo. Intérprete Nana Caymmi. 1998. 1 CD.
Com base no texto 2, responda à questão.
Na terceira estrofe, folhas (verso 13) faz alusão a:34A9B2AF-FC Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014.
Com base no texto 1, responda à questão.Conforme o contexto, depreende-se que "danação" (linha 36) significa:34A3724A-FC Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014.
Com base no texto 1, responda à questão.Segundo o texto, é correto afirmar que, para a autora, as pessoas felizes e saltitantes são:34A088B2-FC Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal do Ceará · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
Trecho de: BRUM, Eliane. Antiautoajuda. Disponível em http://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/22/opinion/1419251053_272392.html. Acesso em 22 dez.2014.
Com base no texto 1, responda à questão.Com a frase "sentir-se mal pode ser um sinal claro de excelente saúde mental" (linhas 17-18), a autora:
0BB042F5-F0 Inglês
Presente simples | Simple presentFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto abaixo para a questão.
Friendship Day HistoryThere is not much literature on Friendship Day history as we celebrate today. However, there are numerous folktales and several instance in mythological legends that shows that friends and friendship have been valued since the beginning of civilized world. As an intrinsically social creature, men love to make friends to further this process of socialization.History of Friendship Day in USConsidering the valuable role friends play in our life it was deemed to fit to have a day dedicated to friends and friendship. The United States Congress, in 1935, proclaimed first Sunday of August as the National Friendship Day. Since then, celebration of National Friendship Day became an annual event. The noble idea of honoring the beautiful relationship of friendship caught on with the people and soon Friendship Day became a hugely popular festival. Following the popularity and success of Friendship Day in US, several other countries adopted the tradition of dedicating a day to friends. Today, Friendship Day is enthusiastically celebrated by several countries across the world including India. In 1997, the United Nations named Winnie - the Pooh as the world's Ambassador of Friendship.Importance of Friendship in BibleThe Bible, the primary text of the western civilization, reflects upon friendship as the bond that forms the foundation to human faith, trust and companionship. Following verses from the bible aptly portray the importance of friends:"Ask and it will be given to you; seek and you will find; knock and the door will be opened to you.”Matthew 7:7“Greater love hath no man than this that a man lay down his life for his friends.”John 15:13-15http://www.friendshipday.org/friendship-day-history.html ≥ Acesso em 09/06/2015Podemos obter um exemplo correto de uma frase no Simple Present Tense em:
0BAA9E49-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o texto abaixo para a questão.
Friendship Day HistoryThere is not much literature on Friendship Day history as we celebrate today. However, there are numerous folktales and several instance in mythological legends that shows that friends and friendship have been valued since the beginning of civilized world. As an intrinsically social creature, men love to make friends to further this process of socialization.History of Friendship Day in USConsidering the valuable role friends play in our life it was deemed to fit to have a day dedicated to friends and friendship. The United States Congress, in 1935, proclaimed first Sunday of August as the National Friendship Day. Since then, celebration of National Friendship Day became an annual event. The noble idea of honoring the beautiful relationship of friendship caught on with the people and soon Friendship Day became a hugely popular festival. Following the popularity and success of Friendship Day in US, several other countries adopted the tradition of dedicating a day to friends. Today, Friendship Day is enthusiastically celebrated by several countries across the world including India. In 1997, the United Nations named Winnie - the Pooh as the world's Ambassador of Friendship.Importance of Friendship in BibleThe Bible, the primary text of the western civilization, reflects upon friendship as the bond that forms the foundation to human faith, trust and companionship. Following verses from the bible aptly portray the importance of friends:"Ask and it will be given to you; seek and you will find; knock and the door will be opened to you.”Matthew 7:7“Greater love hath no man than this that a man lay down his life for his friends.”John 15:13-15http://www.friendshipday.org/friendship-day-history.html ≥ Acesso em 09/06/2015Sobre o texto supracitado, marque a alternativa INCORRETA.
0BA7B69B-F0 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAinda sobre a tirinha cômica supracitada, é correto afirmar que:0BA4C5F4-F0 Inglês
Futuro simples | Simple futureFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia a tirinha abaixo e marque a alternativa correta.

Qual é o tempo verbal predominante nos dois primeiros quadrinhos?
0B4ADD3C-F0 Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosSobre os trechos abaixo, marque a alternativa que apresenta a informação correta:"Quando o Nordeste tiver açudes para sanar sua falta de água, quando for mais alfabetizado, quando terminar essa semiescravidão em que o trabalhador vive, verás, Justino, tua terra florescer, dar frutos, as crianças felizes crescerem e se tornarem adultos conscientes de suas responsabilidades, como elos da nossa corrente humana." (MOTT, Odette de Barros; Justino, o retirante p. 134.)“E andavam para o Sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinhá Vitória e os dois meninos." (Graciliano Ramos - Vidas secas, pág. 134)0B41ED83-F0 Português
Colocação PronominalFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOMARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)No segundo quadro da tirinha, uma das cobras apresenta um desvio da norma padrão, quando usa o pronome pessoal do caso reto no lugar do pronome pessoal do caso oblíquo. Assinale a alternativa que melhor explica o desvio, segundo a norma padrão:
VERÍSSIMO, LF. As cobras em: Se Deus existe que eu seja atingido por um raio. Porto Alegre: L&PM, 1997.0B3F17AF-F0 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOMARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)Segundo o texto:0B3C65FA-F0 Português
Interpretação de TextosFaculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO PARA A QUESTÃOMARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.“Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)Do trecho “Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão, também, dobrados por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos”, entende-se que:8D5E5462-EF Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLeia os dois textos que seguem.TEXTO INas últimas décadas do século XIX, as pessoas consideradas loucas eram equiparadas aos indivíduos classificados como desordeiros, unindo-se ao grupo dos incômodos e perigosos, que deveriam ser postos longe da dita boa sociedade. A loucura adquiria ares de moléstia social.Fonte: SOUSA, Fábio Henrique Gonçalves. A loucura no século XIX: questão de saúde ou moléstia social? http://www.outrostempos.uema.br/curso/anaisampuh/anaisfabio.htm Acesso 17-09-2015.TEXTO IINa obra, O Alienista, Machado de Assis narra a história do Dr. Simão Bacamarte. Leia a paráfrase a seguir:Após conquistar respeito em sua carreira de médico na Europa e no Brasil, o Dr. Simão Bacamarte retorna à sua terra-natal, Itaguaí, para se dedicar ainda mais a sua profissão. Certo dia, o Dr. Bacamarte resolve se dedicar aos estudos da psiquiatria e constrói na cidade um manicômio chamado Casa Verde, para abrigar todos os loucos da cidade e região.Fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/alienista-resumo-analise-conto-machado-assis-701990.shtml Adaptado. Acesso 17-09-2015Os textos referem-se ao contexto histórico do final do século XIX. A partir desse cenário e da obra de Machado de Assis, é possível afirmar que a sociedade dessa época
8D57E8B5-EF Literatura
Escolas LiteráriasFaculdade Cásper Líbero · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos“Aqui jaz um grande poeta. / Nada deixou escrito. / Este silêncio, acredito, / são suas obras completas”. Autoepitáfio. Paulo Leminski.Pouco antes de morrer, em 1989, aos 44 anos, Leminski já se sabia, como poeta, um peixe fora d’água no panorama cultural brasileiro, um sobrevivente de uma época. Morreu cercado de um quase-silêncio, com uma aura de dinossauro porra-louca.Fonte: TRIGO, Luciano. Máquina de Escrever, um olhar crítico sobre literatura, cinema e artes plásticas. http://g1.globo.com/ platb/maquinadeescrever/2013/03/30/toda-poesia-mostra-a-forca-e-a-fraqueza-de-paulo-leminski/ Adaptado. Publicado em 30-03-2013. Acesso 17-09-2015.O autoepitáfio de Leminski, publicado na obra Toda Poesia, relaciona a sua produção com a (o):