Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

8.516 questões encontradas. Mostrando a página 269 de 426.

  • DF16802D-F1

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the questions. Look at the return-and-refund policy. Circle the answers. Return-and-Refund Policy

    Full refunds:

    We will refund 100% of the price for all books and for other new,

    Unopened merchandise that is returned within 30 days. Items should be returned in their original product packaging. You will receive your refund check in six weeks.

    Partial refunds:

    We will refund less than 100% of the price for:

    •  Any items that are returned after more than 30 days.
    •  Any CD, DVD, or video game that is not in its plastic wrapping.
    •  Any item not in perfect condition.
    How to send your return:


    1.Call 1-800-555-3132 and ask for a shipping label.
    2.Pack the items along with the receipt in a box. You can use the box that the arrived in or another box.
    3.Put the shipping label on the outside of the box.
    4.Bring the package to the post office.


    Leia o texto e responda a questão, apenas uma alternativa.
    I’d rather____________the movie. It’s supposed to be good.
    Escolha uma alternativa para a questão df16802d-f1
  • DF102A5B-F1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the questions. Look at the return-and-refund policy. Circle the answers. Return-and-Refund Policy

    Full refunds:

    We will refund 100% of the price for all books and for other new,

    Unopened merchandise that is returned within 30 days. Items should be returned in their original product packaging. You will receive your refund check in six weeks.

    Partial refunds:

    We will refund less than 100% of the price for:

    •  Any items that are returned after more than 30 days.
    •  Any CD, DVD, or video game that is not in its plastic wrapping.
    •  Any item not in perfect condition.
    How to send your return:


    1.Call 1-800-555-3132 and ask for a shipping label.
    2.Pack the items along with the receipt in a box. You can use the box that the arrived in or another box.
    3.Put the shipping label on the outside of the box.
    4.Bring the package to the post office.


    Leia o texto e responda a questão, apenas uma alternativa.
    Read the numbered sentence. Then circle the letter of the two sentences that have a similar meaning.
    Amber will open her own business when she finishes school.
    Escolha uma alternativa para a questão df102a5b-f1
  • DEA1754C-F1

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO


    Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.
    (...)
    Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.
    (...)
    Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.
    (...)
    Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.
    (...)
    Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.
    (...)
    O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.
    Porque há o direito ao grito.
    Então eu grito.
    Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.
    (...)
    Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.
    (Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)
    http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.html
    acesso em 20 de setembro de 2014
    A Hora da Estrela é o penúltimo romance e último livro publicado em vida pela escritora brasileira Clarice Lispector. O romance narra a história da datilógrafa alagoana Macabéa, que migra para o Rio de Janeiro, tendo sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.


    Sobre a composição da obra, pode-se afirmar que se trata de uma obra cuja função da linguagem predominante seja:
    Escolha uma alternativa para a questão dea1754c-f1
  • DE9EB776-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO


    Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.
    (...)
    Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.
    (...)
    Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.
    (...)
    Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.
    (...)
    Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.
    (...)
    O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.
    Porque há o direito ao grito.
    Então eu grito.
    Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.
    (...)
    Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.
    (Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)
    http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.html
    acesso em 20 de setembro de 2014
    A Hora da Estrela é um romance social que denuncia, ainda que poeticamente, uma realidade social. Pode-se afirmar que Macabéa, protagonista da obra, representa, essencial e majoritariamente:
    Escolha uma alternativa para a questão de9eb776-f1
  • DE9883AC-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO


    Gravidez indesejada e violência urbana
    DRAUZIO VARELLA


    A irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.
    O planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.

    Há pouco tempo, afirmei numa entrevista para o jornal "O Globo" que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos 20 anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.

    Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos 20 anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.
    Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.
    É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.
    (...)
    Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.
    Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.
    Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.
    O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.
    http://drauziovarella.com.br/mulher-2/planejamento-familiar/
    acesso em 15 de agosto de 2014.
    Pode-se afirmar, baseado no texto, que:
    Escolha uma alternativa para a questão de9883ac-f1
  • DE8E8E7A-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO


    Gravidez indesejada e violência urbana
    DRAUZIO VARELLA


    A irresponsabilidade brasileira diante das mulheres pobres que engravidam por acidente é caso de polícia literalmente.
    O planejamento familiar no Brasil é inacessível aos que mais necessitam dele. Os casais da classe média e os mais ricos, que podem criar os filhos por conta própria, têm acesso garantido a preservativos de qualidade, pílula, injeções e adesivos anticoncepcionais, DIU, laqueadura, vasectomia e, em caso de falha, ao abortamento; porque, deixando a falsidade de lado, estamos cansados de saber que aborto no Brasil só é proibido para a mulher que não tem dinheiro.

    Há pouco tempo, afirmei numa entrevista para o jornal "O Globo" que a falta de planejamento familiar era uma das causas mais importantes da explosão de violência urbana ocorrida nos últimos 20 anos em nosso país. A afirmação era baseada em minha experiência na Casa de Detenção de São Paulo: é difícil achar na cadeia um preso criado por pai e mãe. A maioria é fruto de lares desfeitos ou que nunca chegaram a existir. O número daqueles que têm muitos irmãos, dos que não conheceram o pai e dos que foram concebidos por mães solteiras, ainda adolescentes, é impressionante.

    Procurados pelos jornalistas, um cardeal e uma autoridade do primeiro escalão federal responderam incisivamente que não concordavam com essa afirmação. O religioso, porque considerava "muito triste ser filho único", e que "o ideal seria cada família brasileira ter cinco filhos". O outro discordava baseado nos dados que mostravam queda progressiva dos índices de natalidade nos últimos 20 anos, enquanto a violência em nossas cidades explodia.
    Cito essa discussão, porque encerra o nó de nossa paralisia diante do crescimento populacional insensato que fez o número de brasileiros saltar dos célebres 90 milhões em ação do ano de 1970 para os 180 milhões atuais: de um lado, a cúpula da Igreja Católica, que não aceita sequer o uso da camisinha em plena epidemia de uma doença sexualmente transmissível como a Aids. De outro, os responsáveis pelas políticas públicas, que, para fugir da discussão sobre as taxas inaceitáveis de natalidade da população mais pobre, usam a queda progressiva dos valores médios dos índices ocorrida nas últimas décadas. Dizem: cada brasileira tinha seis filhos em 1950; hoje esse número não chega a três.
    É provável que o argumento ajude a aplacar-lhes a consciência pública, especialmente quando se esquecem de dizer que, enquanto as mulheres de nível universitário hoje têm em média 1,4 filho, as analfabetas têm 4,4.
    (...)
    Nem haveria necessidade de números tão contundentes para tomarmos consciência da associação de pobreza com falta de planejamento familiar e violência urbana: o número de crianças pequenas nas ruas dos bairros mais violentos fala por si. O de meninas em idade de brincar com boneca aguardando atendimento nas filas das maternidades públicas também.
    Basta passarmos na frente de qualquer cadeia brasileira em dia de visita para nos darmos conta do número de adolescentes com bebês de colo na fila de entrada.
    Todos nós sabemos quanto custa criar um filho. Cada criança concebida involuntariamente por casais que não têm condições financeiras para criá-las empobrece ainda mais a família e o país, obrigado a investir em escolas, postos de saúde, hospitais, merenda escolar, vacinas, medicamentos, habitação, Fome Zero e, mais tarde, na construção de cadeias para trancar os malcomportados.
    O que o pensamento religioso medieval e as autoridades públicas que se acovardam diante dele fingem não perceber é que, ao negar o acesso dos casais mais pobres aos métodos modernos de contracepção, comprometemos o futuro do país, porque aprofundamos perversamente a desigualdade social e criamos um caldo de cultura que contém os três fatores de risco indispensáveis à explosão da violência urbana: crianças maltratadas na primeira infância e descuidadas na adolescência, que vão conviver com pares violentos quando crescerem.
    http://drauziovarella.com.br/mulher-2/planejamento-familiar/
    acesso em 15 de agosto de 2014.
    Tese é a ideia central, principal do texto, defendida pelo autor, resumindo a razão de todo ele ter sido produzido.
    No texto Gravidez indesejada e violência urbana, a tese defendida é:
    Escolha uma alternativa para a questão de8e8e7a-f1
  • EF89780C-EF

    Inglês

    Tradução | Translation
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2014, Tradução | Translation

    Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, de forma a obter a tradução dos vocábulos.


    (1) trade (linha 02)

    (2) devices ((linha 02)

    (3) cross-pollinate (linha 03)

    (4) swamps (linha 04)

    (5) fast-reproducing weed (linha 04)



    ( ) influenciam-se mutuamente

    ( ) comércio

    ( ) abafa

    ( ) erva daninha

    ( ) aparelhos



    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão ef89780c-ef
  • EF8392ED-EF

    Inglês

    Preposições | Prepositions
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2014, Preposições | Prepositions

    Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas das linhas 1, 2, e 6.
    Escolha uma alternativa para a questão ef8392ed-ef
  • EF808A0D-EF

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2014, Adjetivos | Adjectives

    Em distant cultures (linha 06), a classe gramatical das palavras, na ordem em que aparecem no sintagma, é a mesma que em
    Escolha uma alternativa para a questão ef808a0d-ef
  • EF7A3867-EF

    Português

    Sintaxe
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    Todos os vocábulos e expressões a seguir representam, no texto, relação de temporalidade, MENOS
    Escolha uma alternativa para a questão ef7a3867-ef
  • EF6E2FB5-EF

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    Qual a única alternativa em que se encontra um sinônimo adequado, conforme o sentido do texto, para “revés”, no último parágrafo?
    Escolha uma alternativa para a questão ef6e2fb5-ef
  • EF6B3172-EF

    Português

    Pontuação
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    As vírgulas do segundo parágrafo foram propositalmente suprimidas. Assinale a única alternativa correta quanto ao uso das vírgulas.
    Escolha uma alternativa para a questão ef6b3172-ef
  • FEB16BB3-E7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A brief survey of the short story part 47: Machado de Assis
    Still neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern era

    The Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.
    The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.
    (...)
    Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.
    (...)
    At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.
    This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.
    Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.
    Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014

    The references to other writers on the text were, for Chris Power,
    Escolha uma alternativa para a questão feb16bb3-e7
  • FEACD1A0-E7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A brief survey of the short story part 47: Machado de Assis
    Still neglected by English readers, the Brazilian writer is one of the very greatest of the early modern era

    The Brazilian Joaquim Maria Machado de Assis is, to English-language readers, perhaps the most obscure of world literature’s great short-story writers. Producing work between 1869 and 1908, Machado wrote nine novels and more than 200 hundred stories, more than 60 of the latter appearing after 1880. This date marks the point at which Machado metamorphosed from a writer of romantic trifles into a master of psychological realism, seemingly overnight. The Brazilian poet and critic Augusto Meyer compared the shift to the one between Herman Melville’s earlier works and Moby-Dick.
    The evolutionary leap is unquestionable, although the precise reasons for it are unclear. Indeed, many uncertainties surround the biography of Machado, who was an intensely private person. Perhaps it’s no surprise that such a man should create a body of work that prizes the puzzle above the certainty. Meyer called ambiguity Machado’s most prominent theme and the translators Jake Schmitt and Lorie Ishimatsu agree, seeing it as being “in part the result of his subjective, relativistic world view, in which truth and reality, which are never absolutes, can only be approximated; no character relationships are stable, no issues are clear-cut, and the nature of everything is tenuous.” Machado writes with pleasurable clarity – he worked as a journalist for a time – but the straightforwardness of his stories is a camouflage for less obvious, more troubling cargo.
    (...)
    Machado’s most recent English translator, John Gledson, says the difficulty of translating him is capturing the right balance of distance, understanding and sympathy. Trapdoors to the unexpected open constantly in his work, from the sadism of “The Hidden Cause”, or the bleak violence of “Father versus Mother”, to the subtle play of what Michael Wood terms his “quiet, complicated humour”. Reading him prompts thoughts of so many different writers that he can only be unique. Poe’s chilling shadow falls across “The Hidden Cause” and “The Fortune-Teller”. “The Alienist” glitters with Swiftian satire. Machado’s shrewd, even devious work with the point of view of his narrators positions him alongside Henry James. Numerous stories anticipate the moral ambiguity of Chekhov’s mature work, in particular “A Singular Occurrence”. Machado’s literary mapping of Rio reaches back to the St Petersburg of Gogol and Dostoevsky, and anticipates the Dublin of Joyce. Finally, some of his more obviously strange works (nearly all of it is strange to some degree, which is part of its brilliance) evoke Borges and Kafka. Given all this, it’s little wonder that writer and critic Kevin Jackson would feel confident enough to claim that Machado “invented literary modernity, sui generis”.
    (...)
    At its most pessimistic, as at the conclusion of “Dona Paula”, all pleasure lies in a past that proves impossible to meaningfully access.
    This conception of a hollow, unreal present tied to a genuine but obliterated past finds a binary in Machado’s interest in the duality of the self, and the exploration of characters whose outer and inner personae differ radically. In “The Diplomat” this idea is expressed through the description of a man’s unexpressed passion for a friend’s daughter. In “A Famous Man” a hugely successful composer of polkas is wracked by his inability to compose ‘serious’ music. But it is in an earlier treatment of this theme, 1882’s “The Mirror”, that Machado captures the phenomenon most memorably. Alone in a desolate plantation house, Jacobina, a sub-lieutenant in the National Guard, finds his reflection growing dimmer and less distinct. The only way to bring it back into focus, and thus cling to reality, is to spend a period several hours each day standing before the mirror in his uniform. Jacobina steps out of this strange, haunting story to take his place alongside Chekhov’s Dmitri Gurov and Joyce’s Gabriel Conroy, men whose fatally divided selves leave them trapped in a limbo between their public and private personae. Just as the characters belong together, so do their creators; writing about Machado in 2002 Michael Wood complained, “Everyone who reads him thinks he is a master, but who reads him, and who has heard of him?” Not nearly so many as he deserves.
    Quotations from the stories are translated by John Gledson, Jack Schmitt and Lorie Ishimatsu.
    Source:POWER, Chris,The Guardian, Books Blog, Posted by Chris Power on Friday 1 March 2013 15.28 GMT http://www.theguardian.com/books/booksblog/2013/mar/01/survey-short-story-machado (Adapted) Access November, 2014

    On the post, the phenomenon described as to have been captured most memorably by Machado
    Escolha uma alternativa para a questão feacd1a0-e7
  • FE5BE75F-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Poema 1

    o bicho alfabeto

    tem vinte e três patas

    ou quase


    por onde ele passa

    nascem palavras

    e frases


    com frases

    se fazem asas

    palavras

    o vento leve


    o bicho alfabeto

    passa

    fica o que não se escreve


    Poema 2

    operação de vista

    De uma noite, vim.

    Para uma noite, vamos,

    uma rosa de Guimarães

    nos ramos de Graciliano.


    Finnegans Wake à direita

    un coup de dés à esquerda

    que coisa pode ser feita

    que não seja pura perda?


    Poema 3

    Um bom poema

    leva anos cinco jogando bola,

    mais cinco estudando sânscrito,

    seis carregando pedra,

    nove namorando a vizinha,

    sete levando porrada,

    quatro andando sozinho,

    três mudando de cidade,

    dez trocando de assunto,

    uma eternidade, eu e você,

    caminhando junto

    Os três poemas de Paulo Leminski reproduzidos acima apresentam um forte conteúdo:
    Escolha uma alternativa para a questão fe5be75f-e7
  • FE54ADB3-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Tropicália, de Marcelo Machado, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão fe54adb3-e7
  • FE50C30A-E7

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica de Capitães da areia, de Jorge Amado.
    Escolha uma alternativa para a questão fe50c30a-e7
  • FE46DB8F-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O stress hídrico virou pauta de diferentes fóruns sociais e, nesse momento, aflige de forma inédita a população do Sudeste brasileiro.
    Os dados apresentados nos gráficos da ANA (Agência Nacional das Águas) retratam a distribuição da água no mundo e o consumo brasileiro. Com base na análise dos dados, conclui-se que

    Imagem da questão de Português, Faculdade Cásper Líbero 2014, Interpretação de Textos


    Escolha uma alternativa para a questão fe46db8f-e7
  • FE3FFD1D-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Desde quando seus antepassados foram trazidos da África, o menino negro sabe quem manda e quem obedece. O tronco e a chibata no lombo de seus antepassados surraram também sua memória e lhe ensinaram as lições que sobrevivem 125 anos depois da liberdade sem conteúdo da Lei Áurea. Esse menino descende de homens livres há mais de um século. Mas a chibata ficou lá dentro da alma, ferindo, dobrando, humilhando, criando desconfiança, ensinando artimanhas de quilombo para sobreviver.” (José de Souza Martins. Estadão).
    Segundo o texto do sociólogo José de Souza Martins, o processo social após a abolição da escravatura no Brasil
    Escolha uma alternativa para a questão fe3ffd1d-e7
  • FE3C871C-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    No brilhante artigo “Dos canibais”, Montaigne demonstra ter compreendido bem o significado do canibalismo tupinambá, que horrorizava os europeus: os inimigos aprisionados são honrados como grandes guerreiros ao serem mortos e devorados, transmitindo sua coragem aos vencedores. Sorrateiramente, compara a prática com as guerras civis que estavam ocorrendo entre huguenotes e católicos franceses, e seus horrendos métodos para obter informações, castigar ou simplesmente torturar os inimigos mútuos – todos franceses. (Mércio Pereira Gomes. Adaptado).
    No artigo, o escritor francês faz alusão ao comportamento cultural que, posteriormente, seria classificado pela antropologia como
    Escolha uma alternativa para a questão fe3c871c-e7