Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

8.516 questões encontradas. Mostrando a página 292 de 426.

  • 59753959-AC

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC-MINAS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão deve ser respondida com base na leitura dos trechos a seguir.

    TEXTO 1

    Tanto de meu estado me acho incerto,
    Que, em vivo ardor, tremendo estou de frio
    Sem causa, juntamente choro e rio,
    O mundo todo abarco, e nada aperto.

    (CAMÕES, Luís Vaz de. In: Sonetos para amar o amor. FARACO, Sergio [Org.]. Porto Alegre: L&PM, 2007, p. 15.)

    TEXTO 2

    Este inferno de amar – como eu amo! –
    Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
    Esta chama que alenta e consome,
    Que é a vida – e que a vida destrói –
    Como é que se veio a atear,
    Quando – ai quando se há-de ela apagar?

    (GARRET, Almeida. “Este inferno de amar”. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004, p. 252.)

    Almeida Garret é um dos principais nomes do Romantismo em Portugal. No Texto 2, de sua autoria, constitui uma importante característica da estética romântica:
    Escolha uma alternativa para a questão 59753959-ac
  • 53DE2215-AC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão referem-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente antes de responder a elas.

                                                                                                                        O PEIXE NEMO E O MAIS MÉDICOS

                                                                                                                                                                                                                                                      Rogério Cezar de Cerqueira Leite

    1º § A indústria farmacêutica apresenta uma característica peculiar. Ela vende para um, o doente, que é quem paga, mas quem escolhe o medicamento é outro, o médico.
    2º § Essa condição fez com que a indústria farmacêutica internacional desenvolvesse uma estratégia “sui generis” que, não obstante, imita um comportamento comum entre animais inferiores, a simbiose.
    3º § Observo em meu aquário o peixe-palhaço percola Nemo colher um vôngole e levá-lo à boca de “sua” anêmona, antes mesmo que ele próprio se alimente. Em troca, recebe da anêmona – um animal com tentáculos venenosos – proteção contra eventuais predadores. Essa troca de favores chamamos simbiose.
    4º § A promoção de medicamentos se faz de porta em porta, nos consultórios médicos. Todo mundo sabe que os inúmeros congressos médicos nos mais pitorescos locais do mundo, de Paris a Cancun, são patrocinados pelas empresas produtoras de medicamentos, inclusive com passagens e estadia pagas.
    5º § O que não era percebido até recentemente é a importância e o volume de recursos repassados diretamente a médicos como remuneração pela promoção de medicamentos. Pois bem, embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano.
    6º § E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? A prática quotidiana e a necessidade de sobrevivência geram padrões de comportamento que, por sua vez, estabelecem dogmas, tabus, que enfim são incorporados como princípios éticos à cultura de cada sociedade.
    7º § Aos poucos, os médicos acabam por sepultar sua própria percepção dos conflitos de interesse que regem essa maléfica simbiose. Três empresas multinacionais do setor farmacêutico foram há pouco multadas e 18 de seus funcionários presos na China por adotarem essa prática.
    8º § Recentemente, o médico britânico e Nobel de medicina Richard J. Roberts acusou as farmacêuticas de evitar a cura em prol da dependência, um fato já conhecido. Se você cura o doente, você deixa de faturar. Se você simplesmente o mantém vivo, você fatura indefinidamente. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. Quantas corporações médicas denunciaram essa condição maléfica?
    9º § Médicos e suas associações já se opuseram, se não publicamente, pelo menos nos bastidores, a iniciativas positivas do Estado. Isso ocorreu com a instalação do SUS e com as poucas iniciativas de produção de medicamentos em laboratórios estatais. Agora acontece com o programa Mais Médicos, que, para as condições atuais da saúde no Brasil, é imprescindível. Tudo que pareça interferir com a tradicional simbiose médico-produtoras de medicamentos, mesmo que tangencialmente, passa a ser hostilizado.
    10º § Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? Quantos colocam o interesse da sociedade brasileira acima dos seus próprios e de sua corporação?

                                                                                                                                                                                                                                        (Extraído de: Folha de S.Paulo, 19 nov. 2013.)

    O texto tem como objetivo central:
    Escolha uma alternativa para a questão 53de2215-ac
  • 7F0ED1C5-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto 1 para responder à questão.

    Texto 1

                  VIA-LÁCTEA SONETO VIII
                                VIII

                                              (Olavo Bilac)

    Em que céus mais azuis, mais puros ares,
    Voa pomba mais pura? Em que sombria
    Moita mais nívea flor acaricia,
    A noite, a luz dos límpidos luares?

    Vives assim, como a corrente fria,
    Que, intemerata, aos trêmulos olhares
    Das estrelas e à sombra dos palmares,
    Corta o seio das matas, erradia.

    E envolvida de tua virgindade,
    De teu pudor na cândida armadura,
    Foges o amor, guardando a castidade,

    - Como as montanhas, nos espaços francos
    Erguendo os altos píncaros, a alvura
    Guardam da neve que lhes cobre os flancos.


    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Interpretação de Textos


    No soneto, o eu lírico expressa-se de forma
    Escolha uma alternativa para a questão 7f0ed1c5-ab
  • 7E1D64D7-AB

    Português

    Figuras de Linguagem
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto 1 para responder à questão.

    Texto 1

                  VIA-LÁCTEA SONETO VIII
                                VIII

                                              (Olavo Bilac)

    Em que céus mais azuis, mais puros ares,
    Voa pomba mais pura? Em que sombria
    Moita mais nívea flor acaricia,
    A noite, a luz dos límpidos luares?

    Vives assim, como a corrente fria,
    Que, intemerata, aos trêmulos olhares
    Das estrelas e à sombra dos palmares,
    Corta o seio das matas, erradia.

    E envolvida de tua virgindade,
    De teu pudor na cândida armadura,
    Foges o amor, guardando a castidade,

    - Como as montanhas, nos espaços francos
    Erguendo os altos píncaros, a alvura
    Guardam da neve que lhes cobre os flancos.


    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Figuras de Linguagem


    Os recursos expressivos e o tema presentes no soneto são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 7e1d64d7-ab
  • CC5AD796-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    Relendo o terceiro parágrafo, como um todo, percebe- se que nele os argumentos apontam para a construção da imagem de um sujeito
    Escolha uma alternativa para a questão cc5ad796-ab
  • C3EF39E4-AB

    Português

    Interpretação de Textos
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O culto às marcas

    A hipervalorização de bens ditos “de marca” é uma característica das sociedades contemporâneas. Delas advém a distinção como forma de poder que fascina tanto ricos quanto pobres no cenário da dessubjetivação partilhada por todos, da loja de luxo ao came- lódromo das falsificações.

    A questão da distinção guarda em seu fundo um aspecto mais tenebroso, concernente ao presente da condição subjetiva da vida dos usuários devorados pelas antipolíticas autodestrutivas do consumismo transformado em regra.

    Zerada a intersubjetividade que se definia na interação afetiva e comunicativa entre pessoas, o que resta são as coisas - e as pessoas como coisas - que podem ser compradas. Diga-se de passagem que as pessoas não compram coisas, mas sinais que informam sobre um capital simbólico. Coisificação da consciência é o nome velho para o fenômeno em que a concretude das coisas é substituída pela abstração da insígnia.

    A fascinação de tantas pessoas por roupas, carros e até eletrodomésticos ditos “de marca” em nossa época é a declaração auto-exposta da morte do sujeito. Espantalhos de uma ordem que previu o assassinato do desejo, do pensamento e da liberdade - conjunto do que aqui chamamos de subjetividade - são incapazes de compreender seu descarado simulacro.

    A morte por assassinato da subjetividade é percebida na redução do indivíduo a uma espécie de morto-vivo em três tempos. 1 - A destituição do direito ao próprio desejo: a publicidade colonizou a capacidade de sentir e projetar a autobiografia de cada um que é apagada na encenação da “vida fashion”. 2 - A desaparição da possibilidade de pensar: a publicidade oferece os jargões e slogans a serem repetidos sob a ilusão de ideias próprias. 3 - O direito à ideia-prática da liberdade é extirpado: resta o simulacro da escolha entre uma marca e outra. A ação torna-se acomodação ao mesmo de sempre.

    A escolha entre o nada e a coisa nenhuma é bem disfarçada no poder de ostentar que promete redimir do buraco subjetivo. Não tendo mais o que expressar, alguém simplesmente “ostenta” um relógio caro, um computador moderninho, um carrão oneroso. Ou um piercing, um músculo forte. Tudo e cada coisa é reduzida à marca, emblema do capital e seu poder na era do Espetáculo.

    Disponível em: < http://revistacult.uol.com.br/home/2012/06/o-culto-as-marcas/>. Acesso em: 30 out. 2014.

    As ideias desenvolvidas ao longo do texto procuram
    Escolha uma alternativa para a questão c3ef39e4-ab
  • BF0ADF08-AB

    Português

    Gêneros Textuais
    UFG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, UFG 2014, Gêneros Textuais

    Cosplay = Comportamento que consiste em caracterizar-se de personagens fictícios de desenhos animados, mangás, filmes e/ou séries televisivas.

    O Texto 2 explora um recurso comum ao gênero discursivo a que ele pertence, a saber:
    Escolha uma alternativa para a questão bf0adf08-ab
  • 73EE401F-AB

    Inglês

    Presente simples | Simple present
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    A primeira frase do texto poderia ser expressa no presente, sem alterar o sentido do texto, como
    Escolha uma alternativa para a questão 73ee401f-ab
  • 72FDFC69-AB

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    A palavra que completa corretamente a lacuna numerada no texto é
    Escolha uma alternativa para a questão 72fdfc69-ab
  • 720D8120-AB

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

           Mr. Day was a teacher at a school in a big city in the north of England. He usually went to France or Germany for a few weeks during his summer holidays, and he spoke French and German quite well.
           But one year Mr. Day said to one of his friends, “I’m going to have a holiday in Athens. But I don’t speak Greek, so I’ll go to evening classes and have Greek lessons for a
    month before I go.”
           He studied very hard for a month, and then 10 holidays began and he went to Greece.
           When he came back a few weeks later, his friend said to him, “Did you have any trouble with your Greek when you were in Athens, Dick?”
           “No, I didn’t have any trouble with it,” answered Mr. Day. “But the Greeks did!”

                                              (L. A. Hill. Elementary Stories for Reproduction, 1977.)

    O texto permite concluir que Mr. Day
    Escolha uma alternativa para a questão 720d8120-ab
  • 6D6CF164-AB

    Português

    Sintaxe
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a letra da canção “Garota de Ipanema”, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, para responder à questão.


    Olha que coisa mais linda
    Mais cheia de graça
    É ela menina
    Que vem e que passa
    Num doce balanço
    A caminho do mar

    Moça do corpo dourado
    Do sol de lpanema
    O seu balançado é mais que um poema
    É a coisa mais linda que eu já vi passar

    Ah, por que estou tão sozinho?
    Ah, por que tudo é tão triste?
    Ah, a beleza que existe
    A beleza que não é só minha
    Que também passa sozinha

    Ah, se ela soubesse
    Que quando ela passa
    O mundo inteirinho se enche de graça
    E fica mais lindo
    Por causa do amor

                                                            (www.viniciusdemoraes.com.br)
    O predicativo do sujeito atribui uma característica ao sujeito de uma oração.

    A alternativa que traz destacado um predicativo do sujeito é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d6cf164-ab
  • EEDDB222-81

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
          Aunque me cuesta mucho trabajo y me hace sudar la gota gorda, y, como todo escritor, siento a veces la amenaza de la parálisis, de la sequía de la imaginación, nada me ha hecho gozar en la vida tanto como pasarme los meses y los años construyendo una historia, desde su incierto despuntar, esa imagen que la memoria almacenó de alguna experiencia vivida, que se volvió un desasosiego, un entusiasmo, un fantaseo que germinó luego en un proyecto y en la decisión de intentar convertir esa niebla agitada de fantasmas en una historia. “Escribir es una manera de vivir”, dijo Flaubert.

    Discurso de Mario Vargas Llosa al recibir el Premio Nobel de Literatura 2010.
          Disponível em: www.nobelprize.org. Acesso em: 7 maio 2014 (fragmento).


    O trecho apresentado trata do fazer literário, a partir da perspectiva de Vargas Llosa. Com base no fragmento “me hace sudar la gota gorda”, infere-se que o artifício da escritura, para o escritor,
    Escolha uma alternativa para a questão eeddb222-81
  • EDA14BEF-81

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
          En un año de campaña paraguaya, he visto muchas cosas tristes...

          He visto la tierra, con su fertilidad incoercible y salvaje, sofocar al hombre, que arroja una semilla y obtiene cien plantas diferentes y no sabe cuál es la suya. He visto los viejos caminos que abrió la tiranía devorados por la vegetación, desleídos por las innundaciones, borrados por el abandono.

    BARRET, R. Lo que he visto. Cuba: XX Feria Internacional del Libro de la Habana, 2011.


    Rafael Barret nasceu na Espanha e, ainda jovem, foi viver no Paraguai. O fragmento do texto Lo que he visto revela um pouco da percepção do escritor sobre a realidade paraguaia, marcada, em essência, pelo(a)
    Escolha uma alternativa para a questão eda14bef-81
  • EC600325-81

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Emigrantes

          En todo emigrante existen dos posibles actitudes vitales: una la de considerar su experiencia como aventura pasajera, vivir mental y emocionalmente en la patria de origen, cultivando su nostalgia, y definir la realidad presente por comparación con el mundo que se ha dejado; la otra es vivir el presente tal como viene dado, proyectarlo en el futuro, cortar raíces y dominar nostalgias, sumergirse en la nueva cultura, aprenderla y asimilarla. El drama personal del emigrante reside en el hecho de que casi nunca es posible esa elección en términos absolutos y, al igual que el mestizo, se siente parte de dos mundos sin integrarse por completo en uno de ellos con exclusión del otro.

    EL CASTILLO, G. C. América hispánica (1492-1892). In: DE LARA, M. T. Historia de España. Barcelona: Labor, 1985.


    O texto apresenta uma reflexão sobre a condição do imigrante, o qual, para o autor, tem de lidar com o dilema da
    Escolha uma alternativa para a questão ec600325-81
  • B87FA856-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A forte presença de palavras indígenas e africanas e de termos trazidos pelos imigrantes a partir do século XIX é um dos traços que distinguem o português do Brasil e o português de Portugal. Mas, olhando para a história dos empréstimos que o português brasileiro recebeu de línguas europeias a partir do século XX, outra diferença também aparece: com a vinda ao Brasil da família real portuguesa (1808) e, particularmente, com a Independência, Portugal deixou de ser o intermediário obrigatório da assimilação desses empréstimos e, assim, Brasil e Portugal começaram a divergir, não só por terem sofrido influências diferentes, mas também pela maneira como reagiram a elas.

    ILARI, R.; BASSO, R. O português da gente: a língua que estudamos, a língua que falamos. São Paulo: Contexto, 2006.

    Os empréstimos linguísticos, recebidos de diversas línguas, são importantes na constituição do português do Brasil porque
    Escolha uma alternativa para a questão b87fa856-7c
  • AC14752D-7C

    Português

    Gêneros Textuais
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A última edição deste periódico apresenta mais uma vez tema relacionado ao tratamento dado ao lixo caseiro, aquele que produzimos no dia a dia. A informação agora passa pelo problema do material jogado na estrada vicinal que liga o município de Rio Claro ao distrito de Ajapi. Infelizmente, no local em questão, a reportagem encontrou mais uma forma errada de destinação do lixo: material atirado ao lado da pista como se isso fosse o ideal. Muitos moradores, por exemplo, retiram o lixo de suas residências e, em vez de um destino correto, procuram dispensá-lo em outras regiões. Uma situação no mínimo incômoda. Se você sai de casa para jogar o lixo em outra localidade, por que não o fazer no local ideal? É muita falta de educação achar que aquilo que não é correto para sua região possa ser para outra. A reciclagem do lixo doméstico é um passo inteligente e de consciência. Olha o exemplo que passamos aos mais jovens! Quem aprende errado coloca em prática o errado. Um perigo!

    Disponível em: http://jornaldacidade.uol.com.br. Acesso em: 10 ago. 2012 (adaptado).

    Esse editorial faz uma leitura diferenciada de uma notícia veiculada no jornal. Tal diferença traz à tona uma das funções sociais desse gênero textual, que é
    Escolha uma alternativa para a questão ac14752d-7c
  • AA2D6178-7C

    Literatura

    Escolas Literárias
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Psicologia de um vencido

    Eu, filho do carbono e do amoníaco,
    Monstro de escuridão e rutilância,
    Sofro, desde a epigênesis da infância,
    A influência má dos signos do zodíaco.

    Profundíssimamente hipocondríaco,
    Este ambiente me causa repugnância...
    Sobe-me à boca uma ânsia análoga à ânsia
    Que se escapa da boca de um cardíaco.

    Já o verme — este operário das ruínas —
    Que o sangue podre das carnificinas
    Come, e à vida em geral declara guerra,

    Anda a espreitar meus olhos para roê-los,
    E há de deixar-me apenas os cabelos,
    Na frialdade inorgânica da terra!


    ANJOS, A. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.

    A poesia de Augusto dos Anjos revela aspectos de uma literatura de transição designada como pré-modernista. Com relação à poética e à abordagem temática presentes no soneto, identificam-se marcas dessa literatura de transição, como
    Escolha uma alternativa para a questão aa2d6178-7c
  • A38331C2-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, ENEM 2014, Interpretação de Textos

    O texto introduz uma reportagem a respeito do futuro da televisão, destacando que as tecnologias a ela incorporadas serão responsáveis por
    Escolha uma alternativa para a questão a38331c2-7c
  • 9818A5DB-7C

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O correr da vida embrulha tudo. A vida é assim: esquenta e esfria, aperta e daí afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente é coragem.

    ROSA, J . G. Grande sertão: veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.

    No romance Grande sertão: veredas, o protagonista Riobaldo narra sua trajetória de jagunço. A leitura do trecho permite identificar que o desabafo de Riobaldo se aproxima de um(a)
    Escolha uma alternativa para a questão 9818a5db-7c
  • 8F9EADF1-7C

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    ENEM · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Tall Order

    The sky isn’t the limit for an architect building the world’s first invisible skyscraper.

    Charles Wee, one of the world's leading high-rise architects, has a confession to make: he's bored with skyscrapers. After designing more than 30, most of which punctuate the skylines of rapidly expanding Asian cities, he has struck upon a novel concept: the first invisible skyscraper.
    As the tallest structure in South Korea, his Infinity Tower will loom over Seoul until somebody pushes a button and it completely disappears.
    When he entered a 2004 competition to design a landmark tower, the Korean-American architect rejected the notion of competing with Dubai, Toronto, and Shanghai to reach the summit of man-made summits. “I thought, let's not jump into this stupid race to build another ‘tallest’ tower,” he says in a phone conversation. “Let's take an opposite approach — let's make an anti-tower.”
    The result will be a 150-story building that fades from view at the flick of a switch. The tower will effectively function as an enormous television screen, being able to project an exact replica of whatever is happening behind it onto its façade. To the human eye, the building will appear to have melted away.
    It will be the most extraordinary achievement of Wee's stellar architectural career. After graduating from UCLA, he worked under Anthony Lumsden, a prolific Californian architect who helped devise the modern technique of wrapping buildings inside smooth glass skins.

    HINES, N. Disponível em: http://mag.newsweek.com. Acesso em: 13 out. 2013 (adaptado).

    No título e no subtítulo desse texto, as expressões A Tall Order e The sky isn’t the limit são usadas para apresentar uma matéria cujo tema é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8f9eadf1-7c