Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 316 de 426.

  • 8AF7B84F-F3

    Literatura

    Escolas Literárias
    FGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão.



    CAPÍTULO 73 - O Luncheon*


            O despropósito fez-me perder outro capítulo. Que melhor não era dizer as coisas lisamente, sem todos estes solavancos! Já comparei o meu estilo ao andar dos ébrios. Se a ideia vos parece indecorosa, direi que ele é o que eram as minhas refeições com Virgília, na casinha da Gamboa, onde às vezes fazíamos a nossa patuscada, o nosso luncheon. Vinho, frutas, compotas. Comíamos, é verdade, mas era um comer virgulado de palavrinhas doces, de olhares ternos, de criancices, uma infinidade desses apartes do coração, aliás o verdadeiro, o ininterrupto discurso do amor. Às vezes vinha o arrufo temperar o nímio adocicado da situação. Ela deixava-me, refugiava-se num canto do canapé, ou ia para o interior ouvir as denguices de Dona Plácida. Cinco ou dez minutos depois, reatávamos a palestra, como eu reato a narração, para desatá-la outra vez. Note-se que, longe de termos horror ao método, era nosso costume convidá-lo, na pessoa de Dona Plácida, a sentar-se conosco à mesa; mas Dona Plácida não aceitava nunca.

    Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas.


    (*) Luncheon (Ing.): lanche, refeição ligeira, merenda.

    Considere as seguintes afirmações sobre o excerto das Memórias póstumas de Brás Cubas, obra fundamental da literatura brasileira:


    I Depois de haver comparado seu estilo ao andar dos ébrios, o narrador resolve compará-lo também ao "luncheon", penitenciando-se, assim, dos vícios que praticara em vida - entre eles, o do alcoolismo.

    II Nas comparações com o "luncheon", presentes no excerto, o narrador revela ser o capricho (ou arbítrio) o móvel dominante tanto de seu estilo quanto das ações que relata.

    III Na autocrítica do narrador, realizada com ingenuidade no excerto, oculta-se a crítica do realista Machado de Assis ao Naturalismo dominante em sua época.


    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 8af7b84f-f3
  • 8AE2F8EE-F3

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão.


    BOCAGE NO FUTEBOL


    Imagem da questão de Português, FGV 2012, Interpretação de Textos


    Leia também este texto, para responder às questão.


             Quando Bauer, o de pés ligeiros, se apoderou da cobiçada esfera, logo o suspeitoso Naranjo lhe partiu ao encalço, mas já Brandãozinho, semelhante à chama, lhe cortou a avançada. A tarde de olhos radiosos se fez mais clara para contemplar aquele combate, enquanto os agudos gritos e imprecações em redor animavam os contendores. A uma investida de Cárdenas, o de fera catadura, o couro inquieto quase se foi depositar no arco de Castilho, que com torva face o repeliu. Eis que Djalma, de aladas plantas, rompe entre os adversários atônitos, e conduz sua presa até o solerte Julinho, que a transfere ao valoroso Didi, e este por sua vez a comunica ao belicoso Pinga. (...)

    Assim gostaria eu de ouvir a descrição do jogo entre brasileiros e mexicanos, e a de todos os jogos: à maneira de Homero. Mas o estilo atual é outro, e o sentimento dramático se orna de termos técnicos.

    Carlos Drummond de Andrade, Quando é dia de futebol. Rio: Record, 2002

    Referem-se apenas aos inimigos, e não aos heróis, as seguintes caracterizações presentes no texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão 8ae2f8ee-f3
  • 8ADD69B0-F3

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão.


    BOCAGE NO FUTEBOL


    Imagem da questão de Português, FGV 2012, Interpretação de Textos

    Considere os seguintes elementos de composição textual:


    I interação com o leitor;

    II incorporação de uma fala em discurso indireto;

    III procedimento intertextual;

    IV mistura de gêneros discursivos.


    É correto afirmar que, no texto, ocorre apenas o que foi indicado em

    Escolha uma alternativa para a questão 8add69b0-f3
  • 3C74510C-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Tanto a exposição crua das mazelas sociais presente na obra de Aluísio Azevedo, como a tentativa de representar literariamente as contradições de tal sociedade, desenvolvida por Machado, evidenciavam, porém, que a literatura produzida no Brasil tomara definitivamente novo rumo (...). Fosse por choque ou reflexão, ficava claro que os literatos brasileiros ostensivamente voltavam seu olhar para as ruas, tirando delas matéria para sua arte”. Leonardo Affonso Pereira. A realidade como vocação. In: Keila Grinberg & Ricardo Salles [orgs.] O Brasil imperial v.III. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

    As “mazelas sociais”, assim como as “contradições de tal sociedade” às quais o texto se refere têm, dentre seus denominadores comuns:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c74510c-ed
  • 3C68B5F3-ED

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Assinale a opção que caracteriza corretamente a regra de concordância nominal empregada em “garotos e garotas negros”:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c68b5f3-ed
  • 3C5A05C6-ED

    Português

    Gêneros Textuais
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Quanto ao texto, trata-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5a05c6-ed
  • 3C237730-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o naturalismo brasileiro, escola literária a que se filia O cortiço, de Aluísio Azevedo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c237730-ed
  • 3C1FF48E-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre O cortiço, de Aluísio Azevedo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c1ff48e-ed
  • 3C15B92A-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c15b92a-ed
  • 3C0C56D5-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Til, de José de Alencar, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c0c56d5-ed
  • 3C08E4C8-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que caracteriza corretamente Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c08e4c8-ed
  • 4200E345-EA

    Literatura

    Estilística
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento de um dos poemas de cordel, da obra Vida e obra de Gonzagão, de Cacá Lopes, e o poema Asa Brancade Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira e responda à questão . 



    TEXTO 1 


    Foi voando nas asas da Asa Branca

    Que Gonzaga escreveu a sua história.


    Dos acordes de um grande brasileiro,

    Um intérprete da alma de seu povo,

    Sai um canto que sempre será novo,

    Amoroso, sincero, alvissareiro.

    Entre os hinos do seu cancioneiro,

    O que fala duma ave migratória

    Conferiu a Luiz eterna glória

    Para além desta vida que se estanca. 



    http://marcohaurelio.blogspot.com.br/2012/06/o-maiscompleto-cordel-sobre-o-rei-do_11.html. 




    TEXTO 2  


    Quando olhei a terra ardendo

    Qual fogueira de São João

    Eu perguntei a Deus do Céu, ai

    Por que tamanha judiação


    Que braseiro que fornalha

    Nenhum pé de plantação

    Por falta d’água perdi meu gado

    Morreu de sede meu alazão


    Inté mesmo a asa branca

    Bateu asas do sertão

    Então eu disse, adeus Rosinha

    Guarda contigo meu coração


    Hoje longe muitas léguas

    Nessa triste solidão

    Espero a chuva cair de novo

    Pra mim voltar pro meu sertão


    Quando o verde dos teus olhos

    Se espalhar na plantação

    Eu te asseguro não chore, não, viu

    Que eu voltarei, viu, meu coração 



    Assinale a alternativa correta.


    I – A literatura canônica, representada pelo cordel, tem maior abrangência do que a literatura escrita, porque todas as pessoas, mesmo não alfabetizadas, têm acesso a ela.

    II – As rimas e aliterações são recursos que auxiliam a memorização.

    III – O mote do texto 1 é a glosa presente no texto 2.

    IV – Cordel são os poemas narrativos compostos por homens do povo, que contam fatos ou lendas relacionados com a comunidade em que vivem.


    Está (ão) correta (s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4200e345-ea
  • 41FDB655-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão refere-se à tira abaixo, disponível no site: http://search.babylon.com/?s= img&babsrc=HP_ss&rlz=0&q=radicci+-+tiras+de+humor&start=24.


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Interpretação de Textos
    Qual é a linguagem predominante nos quadrinhos acima?
    Escolha uma alternativa para a questão 41fdb655-ea
  • 41FB09FD-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão refere-se à tira abaixo, disponível no site: http://search.babylon.com/?s= img&babsrc=HP_ss&rlz=0&q=radicci+-+tiras+de+humor&start=24.


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Interpretação de Textos
    Os quadrinhos apresentam sentido humorístico e contêm uma informação implícita. Qual das alternativas abaixo expressa essa informação?
    Escolha uma alternativa para a questão 41fb09fd-ea
  • 41F82A33-EA

    Português

    Análise sintática
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Análise sintática

    Leia o fragmento a seguir, as afirmações abaixo e marque a resposta correta.


    “O título do manifesto, a propósito, é uma alusão à participação do Brasil na XIX Conferência Internacional de Aids, realizada em Washington, nos Estados Unidos, no final de julho”. (l. 16-17)


    I – “Uma alusão” consiste no complemento nominal de manifesto.

    II – “À participação do Brasil...” constitui-se em complemento nominal ao termo alusão.

    III – Em “À participação” o acento indicativo de crase justifica-se simplesmente pela presença da palavra feminina “alusão”.

    IV – Em “Realizada em Washington, nos Estados Unidos, no final de julho.” todos os elementos sublinhados são adjuntos adnominais, por isso separados por vírgulas.


    Está (ão) correta (s):

    Escolha uma alternativa para a questão 41f82a33-ea
  • 41F4D77C-EA

    Português

    Pontuação
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Pontuação

    Marque a alternativa que justifica corretamente o emprego da vírgula no seguinte período:


    “No final de agosto, um manifesto de instituições e pesquisadores passou quase despercebido do grande público e teve pouca repercussão na imprensa”. (l. 1-2)
    Escolha uma alternativa para a questão 41f4d77c-ea
  • 41EB5727-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão refere-se ao fragmento da reportagem Aids: tendência de aumento entre jovens, de Flavia Bemfica, disponível no site: http://www.sinprors.org.br/extraclasse/set12/ imprimir.asp?id_conteudo=436.  


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Interpretação de Textos

    Assinale a única alternativa que expressa uma informação veiculada pelo documento “O que nos tira o sono?”.
    Escolha uma alternativa para a questão 41eb5727-ea
  • 41D3A181-EA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Luterana do Brasil · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    A questão está baseada no fragmento do conto O Alienista, da Machado de Assis, disponível no site: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000231.pdf.


    Imagem da questão de Português, Universidade Luterana do Brasil 2012, Interpretação de Textos

    Assinale a única alternativa que contém informação encontrada no texto de Machado de Assis.
    Escolha uma alternativa para a questão 41d3a181-ea
  • 10F129D1-E6

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFRN · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leer un libro puede cambiar nuestra realidad

    Elena Sanz
    09/05/2012


    Imagem da questão de Espanhol, UFRN 2012, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Cuando nos sumergimos en la historia de un personaje de ficción mientras leemos un libro, podemos cambiar nuestro pensamiento, nuestras emociones e incluso nuestra forma de pensar para parecernos al personaje, según acaba de demostrar un estudio de la Universidad de Ohio (EE UU) que se publica en la revista Journal of Personality and Social Psychology. El fenómeno es espontáneo e inconsciente, y recibe el nombre de “experiencia tomada”. Los cambios que produce son normalmente temporales.
    En uno de los experimentos llevados a cabo por Lisa Libby y sus colegas, los investigadores detectaron que si una persona lee una historia en la que existe un personaje que participa activamente en política y acude a votar, quien lee estará más dispuesto a votar si hay elecc iones después. Además, en otro experimento comprobaron que los lectores que leyeron libros sobre personajes de distinta raza y orientación sexual desarrollan actitudes más favorables hacia grupos diferentes al estereotipo.
    No obstante, el fenómeno de la "experiencia tomada" no ocurre siempre que leemos. Solo aparece cuando las personas son capaces de olvidarse de sí mismas mientras leen. De hecho, en otro de los experimentos los científicos impidieron que los lectores se identificaran con los personajes haciendo que leyeran dentro de un cubículo con un espejo en el que veían su imagen reflejada todo el tiempo. 


    Disponível em: <http://www.muyinteresante.es/leer-un-libro-puede-cambiar-nuestra-realidad.> Acesso em: 09 maio 2012.

    Esse estudo indica que, quando lemos um livro, podemos mudar nosso pensamento se, durante a leitura,

    Escolha uma alternativa para a questão 10f129d1-e6