Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 324 de 426.

  • EF94AA8E-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    As questões de números 16 a 20 tomam por base uma reportagem de Antônio Gois publicada em 03.02.2012 pelo jornal Folha de S.Paulo.

    Laptop de aluno de escola pública tem problemas

       Estudo feito pela UFRJ para o governo federal mostra que o programa UCA (Um Computador por Aluno), implementado em 2010 em seis municípios, esbarrou em problemas de coordenação, capacitação de professores e adequação de infraestrutura.

        O programa piloto do MEC forneceu 150 mil laptops de baixo custo a professores e alunos de cerca de 300 escolas públicas. Às cidades foram prometidas infraestrutura para acesso à internet e capacitação de gestores e professores.

        Uma das conclusões do estudo foi que a infraestrutura de rede foi inadequada. Em cinco cidades, os avaliadores identificaram que os sinais de internet eram fracos e instáveis tanto nas escolas quanto nas casas e locais públicos.

        A pesquisa mostra que os professores se mostravam entusiasmados no início, mas, um ano depois, 70% relataram não ter contado com apoio para resolver problemas técnicos e 42% disseram usar raramente ou nunca os laptops em tarefas pedagógicas.

         Em algumas cidades, os equipamentos que davam defeito ficaram guardados por falta de técnicos que soubessem consertá-los.

        Além disso, um quinto dos docentes ainda não havia recebido capacitação, e as escolas não tinham incorporado o programa em seus projetos pedagógicos.

           Um dos pontos positivos foi que os alunos passaram a ter mais domínio de informática. O programa foi mais eficiente quando as escolas que permitiram levar o laptop para casa.

        Foram avaliadas Barra dos Coqueiros (SE), Santa Cecília do Pavão (PR), São João da Ponta (PA), Terenos (MS) e Tiradentes (MG). Os autores do estudo não deram entrevista.

    O programa foi mais eficiente quando as escolas que permitiram levar o laptop para casa.

    Assinale a alternativa que indica a falha de revisão verificada na passagem destacada.

    Escolha uma alternativa para a questão ef94aa8e-36
  • EF8E9B51-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    As questões de números 16 a 20 tomam por base uma reportagem de Antônio Gois publicada em 03.02.2012 pelo jornal Folha de S.Paulo.

    Laptop de aluno de escola pública tem problemas

       Estudo feito pela UFRJ para o governo federal mostra que o programa UCA (Um Computador por Aluno), implementado em 2010 em seis municípios, esbarrou em problemas de coordenação, capacitação de professores e adequação de infraestrutura.

        O programa piloto do MEC forneceu 150 mil laptops de baixo custo a professores e alunos de cerca de 300 escolas públicas. Às cidades foram prometidas infraestrutura para acesso à internet e capacitação de gestores e professores.

        Uma das conclusões do estudo foi que a infraestrutura de rede foi inadequada. Em cinco cidades, os avaliadores identificaram que os sinais de internet eram fracos e instáveis tanto nas escolas quanto nas casas e locais públicos.

        A pesquisa mostra que os professores se mostravam entusiasmados no início, mas, um ano depois, 70% relataram não ter contado com apoio para resolver problemas técnicos e 42% disseram usar raramente ou nunca os laptops em tarefas pedagógicas.

         Em algumas cidades, os equipamentos que davam defeito ficaram guardados por falta de técnicos que soubessem consertá-los.

        Além disso, um quinto dos docentes ainda não havia recebido capacitação, e as escolas não tinham incorporado o programa em seus projetos pedagógicos.

           Um dos pontos positivos foi que os alunos passaram a ter mais domínio de informática. O programa foi mais eficiente quando as escolas que permitiram levar o laptop para casa.

        Foram avaliadas Barra dos Coqueiros (SE), Santa Cecília do Pavão (PR), São João da Ponta (PA), Terenos (MS) e Tiradentes (MG). Os autores do estudo não deram entrevista.

    Uma das conclusões do estudo foi que a infraestrutura de rede foi inadequada.

    Examine as quatro possibilidades de reescrever a frase destacada para evitar a repetição desnecessária da forma verbal foi.

    I. Uma das conclusões do estudo aponta que a infraestrutura de rede foi inadequada.

    II. Uma das conclusões do estudo foi a inadequação da estrutura de rede.

    III. A estrutura de rede foi inadequada, conforme uma das conclusões do estudo.

    IV. Uma das conclusões do estudo foi que a infraestrutura de rede foi considerada inadequada. As frases que evitam a repetição da forma verbal foi estão contidas apenas em

    Escolha uma alternativa para a questão ef8e9b51-36
  • EF78EF17-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 11 a 15 tomam por base os parágrafos iniciais e alguns fragmentos de um artigo assinado por Wilson Weigl na revista Conhecer, edição de número 20, de 2011.

        Raça, suor e tecnologia

        Quem é o maior craque do mundo na sua opinião? O argentino Messi? O português Cristiano Ronaldo? Xavi, do Barcelona? Ou você elege a prata da casa, como Kaká, Neymar ou Ganso? São jogadores que esbanjam talento, forma física e técnica. Mas o momento em que esses ídolos entram em campo representa a finalização de um processo envolvendo milhões de dólares em pesquisas de ponta. Porque, além da qualidade individual e do nível tático da equipe, hoje também os uniformes e a bola podem influir no placar final.

        Não é exagero. Grandes empresas fabricantes de material esportivo trabalham em parceria com universidades e laboratórios em todo o mundo para desenvolver e aplicar as mais inovadoras tecnologias em chuteiras, camisetas, calções, meias e luvas, visando melhorar o rendimento dos jogadores. O objetivo é amplo: maximizar a performance dos atletas durante os 90 minutos da partida, diminuir o impacto do esforço e encurtar o tempo de recuperação após o jogo. “Os craques da elite do futebol mundial não são apenas garotos-propaganda, mas pilotos de testes no desenvolvimento dos produtos que podem demorar até dois anos antes de chegar às prateleiras das lojas”, diz Daniel Schmidt, gerente de futebol da Adidas no Brasil. E, como não poderia deixar de ser, os grandes campeonatos internacionais são as principais vitrines desses novos produtos.

         Entretanto, nenhuma chuteira ou camisa proporcionaria significativo aumento de rendimento dos atletas não fossem as recentes descobertas médicas sobre os processos fisiológicos e as variáveis que influenciam o desempenho esportivo. Conceitos que hoje estão na boca de todos os frequentadores de academia — como biótipo, zona de frequência cardíaca e índice de massa corporal, por exemplo — surgiram nos estudos dos profissionais de medicina esportiva. “Essas descobertas se aceleraram a partir dos anos 80”, conta Miguel de Arruda, diretor associado da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas (Unicamp), que presta assessoria para times de futebol. Hoje, já é corriqueiro o treinamento de atletas levar em conta informações sobre a influência de marcadores bioquímicos (como atividade hormonal e concentração enzimática). Nada disso era conhecido na época dos gloriosos dias de Garrincha, Pelé e Ademir da Guia.

         Produtos desenvolvidos pelas grandes marcas vão chegar primeiro às mãos (ou aos pés) dos astros do esporte.

    [...]

         Os uniformes atuais, por exemplo, são capazes de baixar a temperatura corporal, facilitar a evaporação do suor e tonificar a musculatura, melhorando a força. Pois tanto o tecido quanto a modelagem das camisetas e dos calções influem no melhor aproveitamento de energia pelo jogador ou, por outro lado, no desperdício dela.

    [...]

    Há chuteiras que proporcionam mais potência nos chutes, maior controle da bola ou precisão nos passes.

        Os modelos atuais são cada vez mais leves e confortáveis; quase sapatilhas de corrida, alguns chegam a pesar meros 165 gramas — menos da metade do peso que Pelé carregava na Copa de 1970, no México. Uma chuteira daquela época pesava cerca de 500 gramas.

    Embora o artigo tenha por finalidade enfatizar a utilidade dos produtos da tecnologia e das conquistas da medicina para a prática do futebol, a menção em destaque a grandes jogadores como Pelé, Garrincha, Ademir da Guia, Messi, Cristiano Ronaldo, Xavi, Kaká, Neymar e Ganso deixa implícito que:
    Escolha uma alternativa para a questão ef78ef17-36
  • EF6C3FE5-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 11 a 15 tomam por base os parágrafos iniciais e alguns fragmentos de um artigo assinado por Wilson Weigl na revista Conhecer, edição de número 20, de 2011.

        Raça, suor e tecnologia

        Quem é o maior craque do mundo na sua opinião? O argentino Messi? O português Cristiano Ronaldo? Xavi, do Barcelona? Ou você elege a prata da casa, como Kaká, Neymar ou Ganso? São jogadores que esbanjam talento, forma física e técnica. Mas o momento em que esses ídolos entram em campo representa a finalização de um processo envolvendo milhões de dólares em pesquisas de ponta. Porque, além da qualidade individual e do nível tático da equipe, hoje também os uniformes e a bola podem influir no placar final.

        Não é exagero. Grandes empresas fabricantes de material esportivo trabalham em parceria com universidades e laboratórios em todo o mundo para desenvolver e aplicar as mais inovadoras tecnologias em chuteiras, camisetas, calções, meias e luvas, visando melhorar o rendimento dos jogadores. O objetivo é amplo: maximizar a performance dos atletas durante os 90 minutos da partida, diminuir o impacto do esforço e encurtar o tempo de recuperação após o jogo. “Os craques da elite do futebol mundial não são apenas garotos-propaganda, mas pilotos de testes no desenvolvimento dos produtos que podem demorar até dois anos antes de chegar às prateleiras das lojas”, diz Daniel Schmidt, gerente de futebol da Adidas no Brasil. E, como não poderia deixar de ser, os grandes campeonatos internacionais são as principais vitrines desses novos produtos.

         Entretanto, nenhuma chuteira ou camisa proporcionaria significativo aumento de rendimento dos atletas não fossem as recentes descobertas médicas sobre os processos fisiológicos e as variáveis que influenciam o desempenho esportivo. Conceitos que hoje estão na boca de todos os frequentadores de academia — como biótipo, zona de frequência cardíaca e índice de massa corporal, por exemplo — surgiram nos estudos dos profissionais de medicina esportiva. “Essas descobertas se aceleraram a partir dos anos 80”, conta Miguel de Arruda, diretor associado da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas (Unicamp), que presta assessoria para times de futebol. Hoje, já é corriqueiro o treinamento de atletas levar em conta informações sobre a influência de marcadores bioquímicos (como atividade hormonal e concentração enzimática). Nada disso era conhecido na época dos gloriosos dias de Garrincha, Pelé e Ademir da Guia.

         Produtos desenvolvidos pelas grandes marcas vão chegar primeiro às mãos (ou aos pés) dos astros do esporte.

    [...]

         Os uniformes atuais, por exemplo, são capazes de baixar a temperatura corporal, facilitar a evaporação do suor e tonificar a musculatura, melhorando a força. Pois tanto o tecido quanto a modelagem das camisetas e dos calções influem no melhor aproveitamento de energia pelo jogador ou, por outro lado, no desperdício dela.

    [...]

    Há chuteiras que proporcionam mais potência nos chutes, maior controle da bola ou precisão nos passes.

        Os modelos atuais são cada vez mais leves e confortáveis; quase sapatilhas de corrida, alguns chegam a pesar meros 165 gramas — menos da metade do peso que Pelé carregava na Copa de 1970, no México. Uma chuteira daquela época pesava cerca de 500 gramas.

    Examine as afirmações, comparando-as com o que se informa no artigo apresentado.

    I. O futebol se tornou um grande negócio no mundo de hoje.

    II. As conquistas da moderna medicina esportiva são fator de melhoria do desempenho físico dos jogadores.

    III. A tecnologia dos equipamentos do esporte pode tornar qualquer pessoa um gênio do futebol.

    IV. Os craques da elite do futebol mundial são também garotos-propaganda de produtos de grandes marcas.

    As afirmações que correspondem as que se expõe no artigo são, apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão ef6c3fe5-36
  • EF62A112-36

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
     As questões de números 06 a 10 tomam por base um poema de Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810).

    Imagem da questão de Português, UNESP 2012, Interpretação de Textos

    Observe os seguintes vocábulos extraídos da sétima estrofe do poema:

    I. ternos.

    II. frios.

    III. pia.

    IV. pranto.

    As palavras que aparecem na estrofe como adjetivos estão contidas apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão ef62a112-36
  • EF2A9947-36

    Português

    Pontuação
    UNESP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

     As questões de números 01 a 05 tomam por base uma passagem do livro A vírgula, do filólogo Celso Pedro Luft (1921-1995).

    A vírgula no vestibular de português


    Mas, esta, não é suficiente.”

    “Porque, as respostas, não satisfazem.”

    “E por isso, surgem as guerras.”

    “E muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    “Pois, o homem é um ser social.”

    “Muitos porém, se esquecem que...”

    “A sociedade deve pois, lutar pela justiça social.”

    Que é que você acha de quem virgula assim? Você vai dizer que não aprendeu nada de pontuação quem semeia assim as vírgulas. Nem poderá dizer outra coisa.

        Ou não lhe ensinaram, ou ensinaram e ele não aprendeu. O certo é que ele se formou no curso secundário. Lepidamente, sem maiores dificuldades. Mas a vírgula é um “objeto não identificado”, para ele.

        Para ele? Para eles. Para muitos eles, uma legião. Amanhã serão doutores, e a vírgula continuará sendo um objeto não identificado. Sim, porque os três ou quatro mil menos fracos ultrapassam o vestíbulo... Com vírgula ou sem vírgula. Que a vírgula, convenhamos, até que é um obstáculo meio frágil, um risquinho. Objeto não identificado? Não, objeto invisível a olho nu. Pode passar despercebido até a muito olho de lince de examinador.

    — A vírgula, ora, direis, a vírgula...

        Mas é justamente essa miúda coisa, esse risquinho, que maior informação nos dá sobre as qualidades do ensino da língua escrita. Sobre o ensino do cerne mesmo da língua: a frase, sua estrutura, composição e decomposição.

        Da virgulação é que se pode depreender a consciência, o grau de consciência que tem, quem escreve, do pensamento e de sua expressão, do ir-e-vir do raciocínio, das hesitações, das interpenetrações de ideias, das sequências e interdependências, e, linguisticamente, da frase e sua constituição.

         As vírgulas erradas, ao contrário, retratam a confusão mental, a indisciplina do espírito, o mau domínio das ideias e do fraseado.

        Na minha carreira de professor, fiz muitos testes de pontuação. E sempre ficou clara a relação entre a maneira de pontuar e o grau de cociente intelectual.

        Conclusão que tirei: os exercícios de pontuação constituem um excelente treino para desenvolver a capacidade de raciocinar e construir frases lógicas e equilibradas.

        Quem ensina ou estuda a sintaxe — que é a teoria da frase (ou o “tratado da construção”, como diziam os gramáticos antigos) — forçosamente acaba na importância das pausas, cortes, incidências, nexos, etc., elementos que vão se espelhar na pontuação, quando a mensagem é escrita.

       Pontuar bem é ter visão clara da estrutura do pensamento e da frase. Pontuar bem é governar as rédeas da frase. Pontuar bem é ter ordem, no pensar e na expressão.

    As frases abaixo correspondem a tentativas de corrigir o erro de virgulação apontado por Celso Pedro Luft na série de exemplos que apresenta.

    I. “Porque as respostas não satisfazem.”

    II. “E, muitas vezes, ele não se adapta ao meio em que vive.”

    III. “Pois o homem é, um ser social.”

    IV. “A sociedade deve, pois, lutar pela justiça social.”

    As frases em que o problema de virgulação foi resolvido adequadamente estão contidas apenas em:

    Escolha uma alternativa para a questão ef2a9947-36
  • B8002271-13

    Espanhol

    Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)
    UEA · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                                     Amazonía en peligro porque congreso brasileño
                                                      ha relajado ley forestal

                                 Imagem da questão de Espanhol, UEA 2012, Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)
                      Dilma Rousseff, presidenta de Brasil, y Ollanta Humala, presidente
                                                 del Perú: ¿visión compartida?

             “La selva amazónica está en peligro. El Congreso brasileño ha relajado las leyes de protección forestal y valientes activistas brasileños están siendo asesinados por hablar. Es hora de que asumamos esta crítica batalla global contra la desamazonización – todos nosotros podemos hacer un llamado a la Presidenta Dilma Rousseff para vetar la ley y así se podría salvar la Amazonía"… dice el sentido manifiesto de la ONG Avaaz.org. “La Amazonía está en grave peligro, la  Cámara Baja del Congreso brasileño aprobó una evisceración de las leyes de protección de los bosques de Brasil. Si no actuamos ahora, vastas extensiones de los pulmones de nuestro planeta podrían estar abiertos a la tala y a la devastación"… advierte la ONG
              La medida ha provocado la ira y protestas en todo el Brasil. Y la tensión va en aumento – en las últimas semanas, varios destacados defensores del medio ambiente han sido asesinados, presuntamente por sicarios armados contratados por los madereros ilegales. El momento es crítico, se están tratando de silenciar las críticas justo cuando la ley que promueve la deforestación se discute en el Senado. Pero la presidenta Dilma puede vetar los cambios, si podemos convencerla de superar la presión política y de los lobbies.



                                                                                                                                     (http://lamula.pe. Adaptado.)


    A forma verbal han sido, em destaque no texto, no pretérit perfecto simple é
    Escolha uma alternativa para a questão b8002271-13
  • 588DBFA6-E4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, USP 2012, Interpretação de texto | Reading comprehension



    No texto, a palavra “viral” refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 588dbfa6-e4
  • 55405865-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                Morro da Babilônia

    À noite, do morro
    descem vozes que criam o terror
    (terror urbano, cinquenta por cento de cinema,
    e o resto que veio de Luanda ou se perdeu na língua
                                                                             [geral).
    Quando houve revolução, os soldados se espalharam
                                                                            [no morro,
    o quartel pegou fogo, eles não voltaram.
    Alguns, chumbados, morreram.
    O morro ficou mais encantado.

    Mas as vozes do morro
    não são propriamente lúgubres.
    Há mesmo um cavaquinho bem afinado
    que domina os ruídos da pedra e da folhagem
    e desce até nós, modesto e recreativo,
    como uma gentileza do morro.

                                        Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo.


    Guardadas as diferenças que separam as obras a seguir comparadas, as tensões a que remete o poema de Drummond derivam de um conflito de
    Escolha uma alternativa para a questão 55405865-e4
  • 46C36366-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                V - O samba

                À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
                (...)
                É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
                Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
                Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                    José de Alencar, Til.

    (*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
    Ao comentar o romance Til e, inclusive, a cena do capítulo “O samba”, aqui reproduzida, Araripe Jr., parente do autor e estudioso de sua obra, observou que esses são provavelmente os textos em que Alencar “mais se quis aproximar dos padrões” de uma “nova escola”, deixando, neles, reconhecível que, “no momento” em que os escreveu, “algum livro novo o impressionara, levando-o pelo estímulo até superfetar* a sua verdadeira índole de poeta”. Alguns dos procedimentos estilísticos empregados na cena aqui reproduzida indicam que a “nova escola” e o “livro novo” a que se refere o crítico pertencem ao que historiadores da literatura chamaram de

    (*) “superfetar” = exceder, sobrecarregar, acrescentar-se (uma coisa a outra).

    Escolha uma alternativa para a questão 46c36366-e4
  • 43CC70B4-E4

    Português

    Denotação e Conotação
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                V - O samba

                À direita do terreiro, adumbra-se* na escuridão um maciço de construções, ao qual às vezes recortam no azul do céu os trêmulos vislumbres das labaredas fustigadas pelo vento.
                (...)
                É aí o quartel ou quadrado da fazenda, nome que tem um grande pátio cercado de senzalas, às vezes com alpendrada corrida em volta, e um ou dois portões que o fecham como praça d’armas.
                Em torno da fogueira, já esbarrondada pelo chão, que ela cobriu de brasido e cinzas, dançam os pretos o samba com um frenesi que toca o delírio. Não se descreve, nem se imagina esse desesperado saracoteio, no qual todo o corpo estremece, pula, sacode, gira, bamboleia, como se quisesse desgrudar- se.
                Tudo salta, até os crioulinhos que esperneiam no cangote das mães, ou se enrolam nas saias das aparigas. Os mais taludos viram cambalhotas e pincham à guisa de sapos em roda do terreiro. Um desses corta jaca no espinhaço do pai, negro fornido, que não sabendo mais como desconjuntar-se, atirou consigo ao chão e começou de rabanar como um peixe em seco. (...)


                                                                                                    José de Alencar, Til.

    (*) “adumbra-se” = delineia-se, esboça-se.
    Para adequar a linguagem ao assunto, o autor lança mão também de um léxico popular, como atestam todas as palavras listadas na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 43cc70b4-e4
  • 423501CE-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e problemas humanos n econômicos, políticos, ou sociais n são solucionáveis pela educação, isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem acessíveis a todos.

                                        Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.


    Dos seguintes comentários linguísticos sobre diferentes trechos do texto, o único correto é:
    Escolha uma alternativa para a questão 423501ce-e4
  • 3EF0D74E-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
                A essência da teoria democrática é a supressão de qualquer imposição de classe, fundada no postulado ou na crença de que os conflitos e problemas humanos n econômicos, políticos, ou sociais n são solucionáveis pela educação, isto é, pela cooperação voluntária, mobilizada pela opinião pública esclarecida. Está claro que essa opinião pública terá de ser formada à luz dos melhores conhecimentos existentes e, assim, a pesquisa científica nos campos das ciências naturais e das chamadas ciências sociais deverá se fazer a mais ampla, a mais vigorosa, a mais livre, e a difusão desses conhecimentos, a mais completa, a mais imparcial e em termos que os tornem acessíveis a todos.

                                        Anísio Teixeira, Educação é um direito. Adaptado.


    De acordo com o texto, a sociedade será democrática quando
    Escolha uma alternativa para a questão 3ef0d74e-e4
  • 3D41487D-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, USP 2012, Interpretação de Textos

    Considere as seguintes substituições propostas para diferentes trechos do texto:

    I. “o número a que chegasse” (L. 14-15) = o número a que alcançasse.
    II. “Lembro o orgulho” (L. 18) = Recordo-me do orgulho.
    III. “coisas que deixamos de fazer” (L. 28-29) = coisas que nos descartamos.
    IV. “não há mais bondes” (L. 31) = não existe mais bondes.


    A correção gramatical está preservada apenas no que foi proposto em
    Escolha uma alternativa para a questão 3d41487d-e4
  • 39F69B87-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, USP 2012, Interpretação de Textos

    A palavra que o cronista omite no título, substituindo-a por reticências, ele a emprega no último parágrafo, na posição marcada com pontilhado. Tendo em vista o contexto, conclui-se que se trata da palavra
    Escolha uma alternativa para a questão 39f69b87-e4
  • 720BFE14-E0

    Literatura

    Barroco
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Muitos escritores preocuparam-se em defender um ideário artístico que servisse de orientação para outros companheiros. Podemos dizer, grosso modo, que esses ideários assemelham-se a manuais. Pensando nisso, leia os versos a seguir, em que o autor defende a liberdade estética na criação da poesia, e identifique o período literário a que esses versos pertencem.

    (...) Não acho mais graça nenhuma nisso da gente submeter comoções a um leito de Procusto(1) para que obtenham, em ritmo convencional, número convencional de sílabas. Já, primeiro livro, usei indiferentemente, sem obrigação de retorno periódico, os diversos metros pares. Agora liberto-me também desse preconceito.


    (...) Marinetti (2) foi grande quando redescobriu o poder sugestivo, associativo, simbólico, universal, musical da palavra em liberdade. Aliás: velha como Adão. Marinetti errou: fez dela sistema. É apenas auxiliar poderosíssimo. Uso palavras em liberdade.


    (...) (1) Na mitologia grega, Procusto era um bandido que tinha, em sua casa, uma cama (leito) de ferro na qual convidava todos os viajantes a se deitarem. Se os hóspedes fossem muito altos, ele amputava o excesso de comprimento do corpo desses viajantes para ajustá-los à cama e, se tinham pequena estatura, eram esticados até atingirem o comprimento determinado. (2) Fillipo Tommaso Marinetti.

    Escolha uma alternativa para a questão 720bfe14-e0
  • 70CDBE48-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Entre as características que definem uma crônica, estão presentes no texto de Walcyr Carrasco:
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  • 6E5C0EFC-E0

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Analise as afirmações sobre trechos do texto e assinale a correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 6e5c0efc-e0
  • 6D21D7CE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
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    O labirinto dos manuais

    Há alguns meses, troquei meu celular. Um modelo lindo, pequeno, prático. Segundo a vendedora, era capaz de tudo e mais um pouco. Fotografava, fazia vídeos, recebia e-mails e até servia para telefonar. Abri o manual, entusiasmado. “Agora eu aprendo”, decidi, folheando as 49 páginas. Já na primeira, tentei executar as funções. Duas horas depois, eu estava prestes a roer o aparelho. O manual tentava prever todas as possibilidades. Virou um labirinto de instruções! Na semana seguinte, tentei baixar o som da campainha. Só aumentava. Buscava o vibracall, não achava. Era só alguém me chamar e todo mundo em torno saía correndo, pensando que era o alarme de incêndio! Quem me salvou foi um motorista de táxi.

    - Manual só confunde - disse didaticamente. - Dá uma de curioso. Insisti e finalmente descobri que estava no vibracall há meses! O único problema é que agora não consigo botar a campainha de volta!

    Atualmente, estou de computador novo. Fiz o que toda pessoa minuciosa faria. Comprei um livro. Na capa, a promessa: “Rápido e fácil” - um guia prático, simples e colorido! Resolvi: “Vou seguir cada instrução, página por página. Do que adianta ter um supercomputador se não sei usá-lo?”. Quando cheguei à página 20, minha cabeça latejava. O livro tem 342! Cada vez que olho, dá vontade de chorar! Não seria melhor gastar o tempo relendo Guerra e Paz*?

    Tudo foi criado para simplificar. Mas até o micro-ondas ficou difícil. A não ser que eu queira fazer pipoca, que possui sua tecla própria. Mas não posso me alimentar só de pipoca! Ainda se emagrecesse... E o fax com secretária eletrônica? O anterior era simples. Eu apertava um botão e apagava as mensagens. O atual exige que eu toque em um, depois em outro para confirmar, e de novo no primeiro! Outro dia, a luzinha estava piscando. Tentei ouvir a mensagem. A secretária disparou todas as mensagens, desde o início do ano!

    Eu sei que para a garotada que está aí tudo parece muito simples. Mas o mundo é para todos, não é? Talvez alguém dê aulas para entender manuais! Ou o jeito seria aprender só aquilo de que tenho realmente necessidade, e não usar todas as funções. É o que a maioria das pessoas acaba fazendo! Pelos comentários feitos pelo narrador, pode-se concluir corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 6d21d7ce-e0
  • 5376869D-E0

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    FATEC · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    In Higher Education, a Focus on Technology

    By STEVE LOHR
    The education gap facing the nation’s work force is evident in the numbers. Most new jobs will require more than a high school education, yet fewer than half of Americans under 30 have a (2) postsecondary degree of any kind. Recent state budget cuts, education experts agree, promise to make closing that gap even more difcult. The Bill and Melinda Gates Foundation, the William and Flora Hewlett Foundation, and four nonproft education organizations are beginning an ambitious initiative to address that challenge by accelerating the development and use of online learning tools. An initial $20 million round of money, from the Gates Foundation, will be for postsecondary online courses, particularly ones tailored for community colleges and low-income young people. Another round of grants, for high school programs, is scheduled for next year.

    Just how efective technology can be in improving education - by making students more efective, more engaged learners - is a subject of debate. To date, education research shows that good teachers matter a lot, class size may be less important than once thought and nothing improves student performance as much as one-on-one human tutoring. If technology is well designed, experts say, it can help tailor the learning experience to individual students, facilitate student- teacher collaboration, and assist teachers in monitoring student performance each day and in quickly fne-tuning lessons. The potential benefts of technology are greater as students become older, more independent learners. Making that point, Mr. Gates said in an interview that for children from kindergarten to about ffth grade “the idea that you stick them in front of a computer is (3) ludicrous.”

    (1)
    higher education: educação superior.
    (2)
    postsecondary: termo que se refere aos cursos feitos após o high school ou, no modelo educacional brasileiro, o Ensino Médio.
    (3)
    ludicrous: ridícula, absurda.

    No mesmo trecho do terceiro parágrafo – (...) particularly ones tailored for community colleges and low-income young people. – a palavra tailored pode ser substituída, sem alteração do sentido do texto, por
    Escolha uma alternativa para a questão 5376869d-e0