Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 380 de 426.

  • 895AF174-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo.

        O padre Antonio Vieira, ao contrário de um Gregório de Matos saudoso do “Antigo Estado”, sabia que a máquina mercante da colonização viera para ficar, irreversível, inexorável. E que, sendo inútil lamentar a sua intrusão nos portos da Colônia, importava dominá-la imitando seus mecanismos e criando, na esfera do poder monárquico luso, uma estrutura similar que pudesse vencê-la na concorrência entre os impérios. Esse projeto o situa no centro nervoso da política colonial. Enquanto conselheiro de D. João IV, inspira ao rei a fundação de uma Companhia das Índias Ocidentais assentada principalmente em capitais judaicos.
    (Alfredo Bosi, Dialética da colonização. S. Paulo: Companhia das Letras, 1992. p. 120) 
    A consolidação do poder monárquico luso a que o texto faz referência deve ser compreendida historicamente no contexto da formação dos Estados Nacionais na Europa, durante a época moderna. Dentre as ideias que embasaram esse processo, no caso português, pode-se citar: 
    Escolha uma alternativa para a questão 895af174-af
  • 8931FDA6-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo.


        A mentalidade sertaneja, de que há alguns traços que resistem ao tempo, foi captada magnificamente por Guimarães Rosa. (...) Se há, na expressão dessa mentalidade, tantos aspectos medievais − alguns no sentido da sacralidade ou da honra, outros simplesmente da ordem feudal −, há um aspecto que desmente o esquema: os jagunços não estão sujeitos à servidão, ao trabalho servil da terra. São livres para trilhar as veredas.


    (Fernando Correia Dias, “Aspectos sociológicos de Grande sertão: veredas”, in: Guimarães Rosa − Coleção Fortuna Crítica. Sel. de Eduardo de Faria Coutinho. Rio de janeiro: Civilização Brasileira/INL, 1983. p. 406) 
    O termo jagunço, ainda muito presente na cultura popular nordestina, era recorrente no vocabulário dos chamados cangaceiros. Sobre o fenômeno do Cangaço, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 8931fda6-af
  • 89297A94-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo.


        A mentalidade sertaneja, de que há alguns traços que resistem ao tempo, foi captada magnificamente por Guimarães Rosa. (...) Se há, na expressão dessa mentalidade, tantos aspectos medievais − alguns no sentido da sacralidade ou da honra, outros simplesmente da ordem feudal −, há um aspecto que desmente o esquema: os jagunços não estão sujeitos à servidão, ao trabalho servil da terra. São livres para trilhar as veredas.


    (Fernando Correia Dias, “Aspectos sociológicos de Grande sertão: veredas”, in: Guimarães Rosa − Coleção Fortuna Crítica. Sel. de Eduardo de Faria Coutinho. Rio de janeiro: Civilização Brasileira/INL, 1983. p. 406) 
    O texto faz referência à servidão, forma de exploração do trabalho marcante na sociedade feudal. É correto afirmar que os servos, na Idade Média
    Escolha uma alternativa para a questão 89297a94-af
  • 89255A34-AF

    Português

    Problemas da língua culta
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    A frase em que o emprego do elemento destacado respeita o padrão culto escrito é:
    Escolha uma alternativa para a questão 89255a34-af
  • 891B78E6-AF

    Português

    Coesão e coerência
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca.

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2010, Coesão e coerência
    A substituição que preserva o padrão culto escrito é a de
    Escolha uma alternativa para a questão 891b78e6-af
  • 8916B79F-AF

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca.

    Imagem da questão de Português, PUC - Campinas 2010, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    A alternativa que apresenta afirmação correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8916b79f-af
  • 890B4EDB-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão considere o texto abaixo.

        Arrancado das entranhas da terra, o barro é visto por aqueles que nele tentam imputar formas como uma verdadeira entidade viva, dona de vontade própria. É como se houvesse uma espécie de pacto entre o barro e o barrista, e quem dá as cartas nessa parceria não é o homem. Porções generosas de imprevisibilidade, escondidas em sua composição, se desnudam instantaneamente ao menor toque das mãos. Alguns artesãos de Santa Catarina veem isso acontecer desde crianças, tomaram gosto pelo desafio e continuam mostrando o talento semeado em casa. Essa imprevisibilidade também apaixonou uma nova geração, que, como os artesãos de berço, continua narrando a influência da colonização açoriana no litoral. As crendices, a preferência pelas coisas simples da vida, o gosto pelas festas, a forte religiosidade. Tudo ainda é registrado por mãos como as dos oleiros da Cerâmica Tatá, que aqui apresentam loucinhas de barro que tantas infâncias embalaram.
    (Feito a mãos: O artesanato em Santa Catarina. Publicação do Governo do Estado de Santa Catarina: Tempo Editorial, 2008. p. 19) 

    Para responder a esta questão, considere os sentidos encontrados no verbete de dicionário abaixo transcrito e a última frase do texto − Tudo ainda é registrado por mãos como as dos oleiros da Cerâmica Tatá, que aqui apresentam loucinhas de barro que tantas infâncias embalaram.


    louça


    substantivo feminino

    1 produto de cerâmica de pasta porosa e esmaltada, us. para fins diversos e esp. na fabricação de objetos domésticos

    Ex.: caneca de l.

    2 conjunto de recipientes (pratos, xícaras etc.) de porcelana ou similar, us. para servir refeições; aparelho, serviço


    A análise do verbete e da frase, considerada em seu contexto, autoriza o seguinte comentário:

    Escolha uma alternativa para a questão 890b4edb-af
  • 8905EB50-AF

    Português

    Denotação e Conotação
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão considere o texto abaixo.

        Arrancado das entranhas da terra, o barro é visto por aqueles que nele tentam imputar formas como uma verdadeira entidade viva, dona de vontade própria. É como se houvesse uma espécie de pacto entre o barro e o barrista, e quem dá as cartas nessa parceria não é o homem. Porções generosas de imprevisibilidade, escondidas em sua composição, se desnudam instantaneamente ao menor toque das mãos. Alguns artesãos de Santa Catarina veem isso acontecer desde crianças, tomaram gosto pelo desafio e continuam mostrando o talento semeado em casa. Essa imprevisibilidade também apaixonou uma nova geração, que, como os artesãos de berço, continua narrando a influência da colonização açoriana no litoral. As crendices, a preferência pelas coisas simples da vida, o gosto pelas festas, a forte religiosidade. Tudo ainda é registrado por mãos como as dos oleiros da Cerâmica Tatá, que aqui apresentam loucinhas de barro que tantas infâncias embalaram.
    (Feito a mãos: O artesanato em Santa Catarina. Publicação do Governo do Estado de Santa Catarina: Tempo Editorial, 2008. p. 19) 
    Em várias frases do texto encontram-se expressões empregadas com sentido conotativo. Considerado o contexto, o segmento de frase em que NÃO há esse emprego é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8905eb50-af
  • 88FC5D8F-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão considere o texto abaixo.

        Arrancado das entranhas da terra, o barro é visto por aqueles que nele tentam imputar formas como uma verdadeira entidade viva, dona de vontade própria. É como se houvesse uma espécie de pacto entre o barro e o barrista, e quem dá as cartas nessa parceria não é o homem. Porções generosas de imprevisibilidade, escondidas em sua composição, se desnudam instantaneamente ao menor toque das mãos. Alguns artesãos de Santa Catarina veem isso acontecer desde crianças, tomaram gosto pelo desafio e continuam mostrando o talento semeado em casa. Essa imprevisibilidade também apaixonou uma nova geração, que, como os artesãos de berço, continua narrando a influência da colonização açoriana no litoral. As crendices, a preferência pelas coisas simples da vida, o gosto pelas festas, a forte religiosidade. Tudo ainda é registrado por mãos como as dos oleiros da Cerâmica Tatá, que aqui apresentam loucinhas de barro que tantas infâncias embalaram.
    (Feito a mãos: O artesanato em Santa Catarina. Publicação do Governo do Estado de Santa Catarina: Tempo Editorial, 2008. p. 19) 
    O texto comprova a seguinte afirmação:
    Escolha uma alternativa para a questão 88fc5d8f-af
  • 88F468F7-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atenção à sinalização vertical

    O Cartão Azul permite a permanência de 1 hora na vaga. O período máximo de permanência na mesma vaga é de 2 horas, sendo obrigatória a retirada do veículo ao término deste período, exceto nos locais onde a sinalização vertical estabelecer períodos de permanência diferenciados. Nas placas de regulamentação da Zona Azul estão indicados horários, dias de funcionamento, condições para o estacionamento e período de permanência na vaga.

    Obs. Sinalização vertical − este tipo de sinalização viária utiliza placas onde o meio de comunicação (sinal) está na posição vertical, fixado ao lado da pista ou suspenso sobre ela, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, mediante símbolos e/ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas. A leitura do texto permite afirmar com correção:

    A leitura do texto permite afirmar com correção:
    Escolha uma alternativa para a questão 88f468f7-af
  • C69E076B-AF

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    Observe as expressões destacadas nas frases abaixo e indique a opção em que a substituição pelo termo dado entre parênteses, no final de cada frase, NÃO altera o significado original.
    Escolha uma alternativa para a questão c69e076b-af
  • C6877D7E-AF

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Pelota valenciana: un deporte olímpico 

    Josué Ferrer

           ¿Y por qué no? La pelota, deporte nacional de los valencianos, ha sido históricamente uno de los deportes más grandes del mundo. A pesar de que la burguesía y la intelectualidad valencianas a menudo le han dado la espalda, este glorioso deporte ha sobrevivido a las adversidades gracias a la práctica que de él se ha hecho en muchísimos pueblos de nuestro país. Desde aquí enarbolo mi voz a favor de que se trabaje para promocionar la pelota valenciana de cara a que pueda tener representación en los Juegos Olímpicos (JJOO) pues es un deporte más importante de lo que creemos. Por eso, hay que desterrar los mitos y prejuicios que provienen de la ignorancia y darnos cuenta de que el deporte de pelota reúne grandes condiciones para ser olímpico y de que de hecho se lo merece muchísimo más que otros.

           1. La pelota es un deporte histórico. Llamarle milenario no es exagerar pues se ha jugado, en unas modalidades u otras, desde tiempos inmemoriales en pueblos tan diversos como el egipcio, el japonés o el maya. En ese aspecto la pelota, solamente por historia, merece su condición olímpica mucho más que deportes recientes como fútbol o bolea playa.
           2. No es un deporte de pueblerinos. A pelota han jugado emperadores (Alejandro Magno…), césares (Vespasiano, Alejandro Severo…), reyes (Luis X, Carlos VIII, Francisco I, Enrique IV…), etc. El hecho de que las elites más poderosas de la Tierra hayan disfrutado jugando a pelota le confiere ese toque aristocrático y prestigioso que todo deporte necesita.
              3. La pelota no es propia de ignorantes. Ignorante es quien piense lo contrario pues no sabe que la pelota ha cautivado a los más altos intelectuales. Escritores como Luis Vives, Pedro Calderón de la Barca o Francesc Almela i Vives, pintores como Francisco de Goya o Josep Bru o escultores como Ignasi Pinazo, entre otros, se han interesado por ella.
          4. La pelota no es un deporte minoritario. De hecho, hasta el siglo XVIII fue el deporte más practicado en toda Europa. Y a pesar de la dura competencia de los deportes de masas, la pelota valenciana se encuentra en auge. Atrae cada vez a más críticos, prensa y público. Además cuenta con una proyección internacional con los campeonatos de Europa y del mundo.
          5. Tiene un enorme potencial de expansión. La pelota valenciana se puede jugar prácticamente en cualquier rincón, como por ejemplo la calle. En ese aspecto, a nivel de deporte de base, los niños de cualquier país del mundo pueden interesarse más por la pelota que por otros deportes que requieren instalaciones especiales como el tenis o el golf.
          6. Es un deporte plural. La pelota es un deporte extraordinariamente plural tanto en las modalidades como en las reglas que en ellas se aplican. Así vemos que en Euskadi los pelotaris juegan frente a un muro mientras en el Reino de Valencia juega un hombre frente a otro. El tenis (que es deporte olímpico) es un invento anglosajón inspirado en la pelota.
           7. La pelota es un deporte competitivo. Actualmente la pelota se practica a un alto nivel en el Reino de Valencia, Bélgica, Holanda, Italia, Francia y Argentina. Otros deportes olímpicos como el hockey sobre hielo tienen mucha menos rivalidad. De hecho, con la desintegración de la Unión Soviética, Canadá es prácticamente la única gran potencia mundial en este juego.
          8. La pelota no es un deporte caro. A lo largo de la historia las autoridades pertinentes han eliminado muchísimos deportes de los Juegos para reducir costes que en algunos casos eran exorbitantes. No es el caso de este juego que cuenta con plantillas reducidas, un material económico y que lejos de necesitar grandes estadios se puede disputar en cualquier lugar.
          9. Da espectáculo. La pelota no tiene por qué ser un deporte aburrido como lo pueda ser el remo para alguna gente. Al contrario. Las reglas son bien sencillas y fáciles de entender, el duelo que se da entre los pelotaris resulta apasionante y titánico, el público se va satisfecho del trinquete y las apuestas dan aún más interés al juego.
         10. Es clásico y prestigioso. La pelota valenciana no es como esos ridículos pseudodeportes que salen de la noche a la mañana y que aunque se les tilde de deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento. Es una disciplina clásica, como el maratón, y cuenta por historia, tradición y cultura con un prestigio que difícilmente se encuentra en otro juego.
              El deporte de pelota fue diluyéndose y desestructurándose poco a poco por toda Europa a lo largo del tiempo. Sólo se conservó en un altísimo grado de pureza en nuestro país, el Reino de Valencia (la pelota vasca funciona con reglas más modernas que no se enraízan en la tradición histórica más pura), por lo que podemos llamarle pelota valenciana. Por todas estas razones enarbolo mi voz a favor de que a la pelota, en sus diversas modalidades (incluyendo las vascas), sea disciplina olímpica. Somos potencia mundial; la Selección Valenciana, bajo bandera valenciana, se ha proclamado campeona de Europa y del mundo y mitos como Paco Cabanes Genovés Enric Sarasol han sido considerados los mejores no sólo del país, sino también de Europa y del mundo. Eso sería un oro (casi) seguro para el país.
    A menudo los valencianos no llegamos a apreciar la inmensa riqueza y valor de nuestra historia y cultura. Es por eso que hace falta un compromiso cívico y patriótico de todos los valencianos (políticos, intelectuales, ciudadanos de a pie…) por tal de potenciar y prestigiar, aún más si cabe, un juego que como la pelota valenciana es un deporte milenario. La pelota valenciana no es solamente nuestro deporte nacional y autóctono; es historia, es cultura, es tradición, es orgullo, es casta, es prestigio, es un emblema identitario de nuestro pueblo y lo más importante; es un clarísimo referente internacional que nos sitúa en el mapa de este mundo cada vez más globalizado y que hace que en el extranjero la gente se interese por nuestra cultura y que se convenza de que los valencianos también sabemos hacer las cosas muy bien.

    Disponível em:<http://josueferrer.wordpress.com/2010/01/07/pelota-valenciana-un-deporte-olimpico>.


    Leia as afirmativas abaixo, verifique se são falsas ou verdadeiras e, a seguir, assinale a alternativa correta.


    Josué Ferrer, en su texto,


    I - compara la pelota con otros deportes y por eso incita a la promoción de la pelota valenciana a la condición de deporte olímpico.

    II - levanta la voz a favor de la pelota valenciana, puesto que está desterrada de los juegos olímpicos desde la época de los emperadores.

    III - recuerda los aficionados a la pelota, cuyo renombre en la historia cultural del país realza la importancia del juego, así que llama ignorante al lector que cree que es un deporte de gente sin cultura.

    IV - argumenta a favor de la pelota valenciana ya que su importancia sobrepasa los límites sociales y de frontera.
    Escolha uma alternativa para a questão c6877d7e-af
  • 470CF1FF-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNEMAT 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fonte: http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/scotland/edinburgh_and_east/8639 283.stm (acessado e adaptado em 22/04/10)  

    Segundo os pesquisadores, através da avaliação da composição botânica das fezes dos herbívoros domésticos e selvagens, será possível identificar:
    Escolha uma alternativa para a questão 470cf1ff-af
  • 46F9AB3C-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNEMAT 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fonte:http://www.nytimes.com/2010/03/18/world/americas/18brazil (acessado e adaptado em 03/04/10) 

    O Pré-sal, como é conhecida a reserva de petróleo descoberta pela Petrobrás, é uma das mais importantes descobertas do mundo.

    Essa reserva encontra-se embaixo de:

    Escolha uma alternativa para a questão 46f9ab3c-af
  • CF2C0211-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre a presença do Regionalismo no conto “Sarapalha”, de Guimarães Rosa, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão cf2c0211-af
  • CF23059A-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema transcrito abaixo.


    À GARRAFA


    Contigo adquiro a astúcia

    de conter e de conter-me.

    Teu estreito gargalo

    é uma lição de angústia.


    Por translúcida pões

    o dentro fora e o fora dentro

    para que a forma se cumpra

    e o espaço ressoe.


    Até que, farta da constante

    prisão da forma, saltes

    da mão para o chão

    e te estilhaces, suicida,


    numa explosão

    de diamantes.

    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de odes mínimas


    Em relação ao poema, assinale a alternativa INCORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão cf23059a-af
  • CF189012-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em relação ao conto “Os paraísos artificiais”, do livro homônimo de Paulo Henriques Britto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão cf189012-af
  • CF13DF7C-AF

    Literatura

    Gênero Lírico
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em geral, a lírica é vista como o gênero que se caracteriza por expressar sentimentos e ideias íntimas de um sujeito poético. A poesia lírica seria, então, marcada sobretudo pela subjetividade, privilegiando o mundo interior em face ao mundo exterior.


    Assinale a alternativa em que o fragmento do poema NÃO apresenta um eu-lírico correspondente ao que foi descrito acima.

    Escolha uma alternativa para a questão cf13df7c-af
  • CEF74218-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UFU-MG 2010, Interpretação de Textos

    Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0> . Acesso em: 12 de set. 2010. (Texto modificado)

    Observe as afirmativas abaixo.


    I - “Com o advento da internet, criam-se novos mecanismos para quem busca ser uma celebridade ou tornar-se, pelo menos, conhecido.” (linhas 1 e 2)

    II - “A superexposição nas redes sociais on-line tem seus reflexos na vida off-line, assim como a simples ausência”. (linhas 35 e 36)

    III - “Essas redes, que surgiram prioritariamente como um agente para a integração social, criam um ambiente propício para o exibicionismo e o voyerismo [...]”. (linhas 4 e 5)

    IV - “Inúmeros são os casos de pessoas que se tornam famosas por meio da utilização dessa ferramenta”. (linhas 37 e 38)


    De acordo com o texto, assinale a ÚNICA alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão cef74218-af
  • CEF1FBF9-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UFU-MG 2010, Interpretação de Textos

    Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0> . Acesso em: 12 de set. 2010. (Texto modificado)

    Cláudia da Silva Pereira [...] também acredita que na internet se cria um espaço para que as pessoas vivam outros personagens e consigam, deste modo, uma espécie de autorrealização pessoal. (linhas 20-22).


    A expressão em destaque pode ser substituída, sem mudança de sentido, por:

    Escolha uma alternativa para a questão cef1fbf9-af