Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 55 de 426.

  • B3AB21E7-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    Worshiping the false idols of wellness

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension


         Before we go further, I’d like to clear something up: wellness is not the same as medicine. Medicine is the science of reducing death and disease, and increasing long and healthy lives. Wellness used to mean a blend of health and happiness. Something that made you feel good or brought joy and was not medically harmful — perhaps a massage or a walk along the beach. But it has become a false antidote to the fear of modern life and death.
        The wellness industry takes medical terminology, such as “inflammation” or “free radicals,” and polishes it to the point of incomprehension. The resulting product is a “Do It Yourself” medicine for longevity that comes with a confidence that science can only aspire to achieve.
         Let’s take the trend of adding a pinch of activated charcoal to your food or drink. While the black color is strikingly unexpected and alluring, it’s sold as a supposed “detox.” Guess what? It has the same efficacy as a spell from the local witch. Maybe it’s a matter of aesthetics. Wellness potions in beautiful jars with untested ingredients of unknown purity are practically packaged for Instagram.
         Medicine and religion have long been deeply intertwined, and it’s only relatively recently that they have separated. The wellness-industrial complex seeks to resurrect that connection. It’s like a medical throwback, as if the idyllic days of health were 5,000 years ago. Ancient cleansing rituals with a modern twist — supplements, useless products and scientifically unsupported tests.
         The dietary supplements that are the backbone of wellness make up a $30 billion a year business despite studies showing they have no value for longevity (only a few vitamins have proven medical benefits, like folic acid before and during pregnancy and vitamin D for older people at risk of falling). Modern medicine wants you to get your micronutrients from your diet, which is inarguably the most natural source.
         Yet the wellness-industrial complex has managed to pervert that narrative and make supplements a necessary tool for nonsensical practices, such as boosting the immune system or fighting the war on inflammation. The resulting fluorescent yellow urine from multivitamins may provide a false sense of efficacy, but it’s a fool’s gold (and the consequence of excessive B2 that couldn’t possibly be absorbed). So what’s the harm of spending money on charcoal for non-existent toxins or vitamins for expensive urine? Here’s what: the placebo effect or “trying something natural” can lead people with serious illnesses to postpone effective medical care. However, I admit that doctors can learn something from wellness. It’s clear that some people are looking for healers, so we must find ways to serve that need that are medically ethical.

    (Jen Gunter. www.nytimes.com, 01.08.2018. Adaptado.)
    In the excerpt from the second paragraph “and polishes it to the point of incomprehension”, the underlined word refers to
    Escolha uma alternativa para a questão b3ab21e7-06
  • B359B8E9-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão. 

         Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei- -me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios. Há de dobrar o gozo aos bem-aventurados do céu conhecer a soma dos tormentos que já terão padecido no inferno os seus inimigos; assim também a quantidade das delícias que terão gozado no céu os seus desafetos aumentará as dores aos condenados do inferno. Este outro suplício escapou ao divino Dante; mas eu não estou aqui para emendar poetas. Estou para contar que, ao cabo de um tempo não marcado, agarrei- -me definitivamente aos cabelos de Capitu, mas então com as mãos, e disse-lhe, — para dizer alguma cousa, — que era capaz de os pentear, se quisesse.

    — Você?
    — Eu mesmo.
    — Vai embaraçar-me o cabelo todo, isso sim.
    — Se embaraçar, você desembaraça depois.
    — Vamos ver.

    (Dom Casmurro, 2016.)
    Na cena retratada no texto, destaca-se uma das principais características do autor, que é sua capacidade de
    Escolha uma alternativa para a questão b359b8e9-06
  • B35665F7-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão. 

         Retórica dos namorados, dá-me uma comparação exata e poética para dizer o que foram aqueles olhos de Capitu. Não me acode imagem capaz de dizer, sem quebra da dignidade do estilo, o que eles foram e me fizeram. Olhos de ressaca? Vá, de ressaca. É o que me dá ideia daquela feição nova. Traziam não sei que fluido misterioso e enérgico, uma força que arrastava para dentro, como a vaga que se retira da praia, nos dias de ressaca. Para não ser arrastado, agarrei- -me às outras partes vizinhas, às orelhas, aos braços, aos cabelos espalhados pelos ombros; mas tão depressa buscava as pupilas, a onda que saía delas vinha crescendo, cava e escura, ameaçando envolver-me, puxar-me e tragar-me. Quantos minutos gastamos naquele jogo? Só os relógios do céu terão marcado esse tempo infinito e breve. A eternidade tem as suas pêndulas; nem por não acabar nunca deixa de querer saber a duração das felicidades e dos suplícios. Há de dobrar o gozo aos bem-aventurados do céu conhecer a soma dos tormentos que já terão padecido no inferno os seus inimigos; assim também a quantidade das delícias que terão gozado no céu os seus desafetos aumentará as dores aos condenados do inferno. Este outro suplício escapou ao divino Dante; mas eu não estou aqui para emendar poetas. Estou para contar que, ao cabo de um tempo não marcado, agarrei- -me definitivamente aos cabelos de Capitu, mas então com as mãos, e disse-lhe, — para dizer alguma cousa, — que era capaz de os pentear, se quisesse.

    — Você?
    — Eu mesmo.
    — Vai embaraçar-me o cabelo todo, isso sim.
    — Se embaraçar, você desembaraça depois.
    — Vamos ver.

    (Dom Casmurro, 2016.)
    No texto, a expressão “olhos de ressaca” é utilizada para descrever
    Escolha uma alternativa para a questão b35665f7-06
  • B352B5C0-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica de Ruy Castro para responder à questão. 

    Como um tumor

         Cientistas da Universidade de Hiroshima, no Japão, criaram uma rã transparente, cujas intimidades ficam expostas e podem ser perfeitamente observadas pelo lado de fora. Com isso, salvaram-se gerações inteiras de rãs, porque os cientistas não precisarão mais dissecá-las para saber como reagem às substâncias que eles vivem lhes injetando. Outra vantagem é a de que poderão acompanhar uma rã por todo o seu ciclo de vida — o ciclo de vida da rã, claro, não dos cientistas.
        Para chegar à rã transparente, os japoneses, craques em engenharia genética, levaram anos cruzando exemplares de rãs albinas. E agora partiram para aperfeiçoá-la: vão fazer com que qualquer corpo estranho que apareça dentro da rã se acenda. Um tumor, por exemplo. 
         Já no Marrocos, também nesta semana, os cientistas da Universidade de Rabat conseguiram com que um pato nascesse no ovo de uma galinha. Se isso lhe parece meio mixo (afinal, no mesmo dia, em Recife, uma avó deu à luz seus próprios netos, lembra-se?), saiba que a proeza marroquina é considerada mais importante, pelo fato de os palmípedes e os galináceos constituírem famílias diferentes.
         Por coincidência, é o que se está discutindo em Brasília nos últimos dias: um político gerado num ovo destinado a palmípedes pode se baldear no meio do mandato para o terreiro dos galináceos, por ver neste mais oportunidades para ciscar? Em princípio, não. Mas e se o eleitor só quiser saber do pinto ou do pato, e não do ovo de onde ele saiu?
         Essas mudanças nunca são de graça. Assim, sugiro convocar os japoneses para cruzar nossos políticos com as rãs albinas e, com isso, criar políticos transparentes. Quando um deles recebesse um corpo estranho — uma propina, por exemplo —, esse corpo se acenderia. Como um tumor.

    (Crônicas para ler na escola, 2010.)
    “Mas e se o eleitor só quiser saber do pinto ou do pato, e não do ovo de onde ele saiu?” (4° parágrafo)

    No contexto, “o pinto ou o pato” e “ovo de onde ele saiu” referem-se, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão b352b5c0-06
  • B343B9FE-06

    Português

    Adjetivos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Antonio Cicero para responder à questão.

    Balanço

    A infância não foi uma manhã de sol:
    demorou vários séculos; e era pífia,
    em geral, a companhia. Foi melhor,
    em parte, a adolescência, pela delícia
    do pressentimento da felicidade na malícia,
    na molícia, na poesia,
    no orgasmo; e pelos livros e amizades.
    Um dia, apaixonado, encarei a minha
    morte: e eis que ela não sustentou o olhar
    e se esvaiu. Desde então é a morte alheia
    que me abate. Tarde aprendi a gozar
    a juventude, e já me ronda a suspeita
    de que jamais serei plenamente adulto:
    antes de sê-lo, serei velho. Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.

    (Porventura, 2012.) 
    No trecho “e era pífia, em geral, a companhia”, um adjetivo é utilizado como predicativo do sujeito. Outro exemplo de adjetivo utilizado na mesma função ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão b343b9fe-06
  • B3403AD7-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Antonio Cicero para responder à questão.

    Balanço

    A infância não foi uma manhã de sol:
    demorou vários séculos; e era pífia,
    em geral, a companhia. Foi melhor,
    em parte, a adolescência, pela delícia
    do pressentimento da felicidade na malícia,
    na molícia, na poesia,
    no orgasmo; e pelos livros e amizades.
    Um dia, apaixonado, encarei a minha
    morte: e eis que ela não sustentou o olhar
    e se esvaiu. Desde então é a morte alheia
    que me abate. Tarde aprendi a gozar
    a juventude, e já me ronda a suspeita
    de que jamais serei plenamente adulto:
    antes de sê-lo, serei velho. Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.

    (Porventura, 2012.) 
    Nos trechos “e eis que ela não sustentou o olhar / e se esvaiu” e “A infância não foi uma manhã de sol: / demorou vários séculos;”, ocorrem, respectivamente, os seguintes recursos expressivos:
    Escolha uma alternativa para a questão b3403ad7-06
  • B3387BE4-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Antonio Cicero para responder à questão.

    Balanço

    A infância não foi uma manhã de sol:
    demorou vários séculos; e era pífia,
    em geral, a companhia. Foi melhor,
    em parte, a adolescência, pela delícia
    do pressentimento da felicidade na malícia,
    na molícia, na poesia,
    no orgasmo; e pelos livros e amizades.
    Um dia, apaixonado, encarei a minha
    morte: e eis que ela não sustentou o olhar
    e se esvaiu. Desde então é a morte alheia
    que me abate. Tarde aprendi a gozar
    a juventude, e já me ronda a suspeita
    de que jamais serei plenamente adulto:
    antes de sê-lo, serei velho. Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.

    (Porventura, 2012.) 
    Segundo o relato autobiográfico do eu lírico:
    Escolha uma alternativa para a questão b3387be4-06
  • 7956F4FE-06

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Sinônimos | Synonyms
    (Stephan Pastis. “Pearls Before Swine”. www.gocomics.com, 22.04.2019.)
    In the last panel, “miserable” means the same as
    Escolha uma alternativa para a questão 7956f4fe-06
  • 7952BBA5-06

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Stephan Pastis. “Pearls Before Swine”. www.gocomics.com, 22.04.2019.)
    No diálogo entre as personagens Pig (porco) e Goat (cabrito), Pig
    Escolha uma alternativa para a questão 7952bba5-06
  • 7944FBA5-06

    Inglês

    Tradução | Translation
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Tradução | Translation
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    O sentido do trecho sublinhado em “fantasy books offer a chance to break out of mundane moments” (4° parágrafo) está mantido, em português, do seguinte modo:
    Escolha uma alternativa para a questão 7944fba5-06
  • 79389C79-06

    Inglês

    Palavras conectivas | Connective words
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Palavras conectivas | Connective words
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    No trecho “Yet while sheltering in a bookshop from the rain” (1° parágrafo), o termo sublinhado indica ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 79389c79-06
  • 78E0D589-06

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro.” (2° parágrafo)

    Mantendo-se o significado original e a correção gramatical, os dois trechos sublinhados podem ser substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão 78e0d589-06
  • 78DDD2E6-06

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Caio Prado Júnior para responder à questão.

         De tudo se trata, pode-se dizer, ou se tem tratado na “filosofia”, e até os mesmos assuntos, ou aparentemente os mesmos, são considerados em perspectivas de tal modo apartadas uma das outras que não se combinam e entrosam entre si, tornando-se impossível contrastá-las. Para alguns, essa situação é não apenas normal, mas plenamente justificável. A filosofia seria isso mesmo: uma especulação infinita e desregrada em torno de qualquer assunto ou questão, ao sabor de cada autor, de suas preferências e mesmo de seus humores. Há mesmo quem afirme não caber à filosofia “resolver”, e sim unicamente sugerir questões e propor problemas, fazer perguntas cujas respostas não têm maior interesse, e com o fim unicamente de estimular a reflexão, aguçar a curiosidade. E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função — no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.
         Apesar, contudo, de boa parte da especulação filosófica, particularmente em nossos dias, parecer confirmar tal ponto de vista, ele certamente não é verdadeiro. Há sem dúvida um terreno comum onde a filosofia, ou aquilo que se tem entendido como tal, se confunde com a literatura (no bom sentido, entenda-se bem) e não objetiva realmente conclusão alguma, destinando-se tão somente, como toda literatura, a par do entretimento que proporciona, levar aos leitores ou ouvintes, a partir destes centros condensadores da consciência coletiva que são os profissionais do pensamento, levar-lhes impressões e estados de espírito, emoções e estímulos, dúvidas e indagações. Mas esse terreno que a filosofia, ou pelo menos aquilo que se tem entendido por “filosofia”, compartilha com a literatura, não é toda filosofia, nem mesmo, de certo modo, a sua mais importante e principal parte.
         Com toda sua heterogeneidade, confusão e hermetismo, a filosofia ainda encontra ressonância tal, que bastaria para comprovar que nela se abrigam questões que dizem muito de perto com interesses e aspirações humanas que devem, por isso, ser atendidos, e não frustrados pela ausência ou desconhecimento de objetivo e rumo seguros da parte daqueles que se ocupam do assunto.
         Mas onde encontrar esse “objeto” último e profundo da especulação filosófica para o qual converge e onde se concentra a variegada problemática de que a filosofia vem através dos séculos e em todos os lugares se ocupando; e de que se trata?

    (O que é filosofia, 2008. Adaptado.)
    “E já se afirmou até que a filosofia não passava de uma ginástica do pensamento, entendendo por isso o simples exercício e adestramento de uma função − no caso, o pensamento em vez dos músculos, sem outra finalidade que essa.” (1° parágrafo)

    A palavra sublinhada pode ser substituída, com correção gramatical, mantendo-se o sentido original do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 78ddd2e6-06
  • 78D74818-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão.

         Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. 
         Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum.
         Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião.

    (Comentários da semana, 2008.)
    Assinale a alternativa que apresenta um trecho do texto e uma figura de linguagem que nele ocorre.
    Escolha uma alternativa para a questão 78d74818-06
  • 78D31283-06

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da crônica de Machado de Assis, escrita em 1861, para responder à questão.

         Começo por uma raridade, não uma dessas raridades vulgares de que fala uma personagem de teatro, mas uma raridade vulgarmente rara: — o governo de acordo com a opinião. 
         Os complacentes e os otimistas hão de rir; não assim os julgadores severos; esses dirão consigo: — é verdade! — A opinião havia acolhido com entusiasmo a unificação da Itália; o governo acaba de reconhecer com prazer e sem delongas acintosas o novo reino italiano. Não é caso de milagre, mas também não é comum.
         Afez-se o país por tal modo a ver no governo o seu primeiro contraditor, que não pôde reprimir uma exclamação quando o viu pressuroso concluir o ato diplomático a que aludo. E por que não havia de fazê-lo? Perguntará o otimista. Eu sei! por descuido, por cortesania, por qualquer outro motivo, mas a regra é invariável: o governo sempre contrariou a opinião.

    (Comentários da semana, 2008.)
    Machado de Assis faz o comentário sobre um acontecimento histórico específico. Segundo o autor,
    Escolha uma alternativa para a questão 78d31283-06
  • 78CF17B4-06

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________.

    (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)
    As palavras “indistinto” e “incorpóreo” são formadas com um prefixo que tem o mesmo significado do prefixo de
    Escolha uma alternativa para a questão 78cf17b4-06
  • 78CBAAF8-06

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Se o século XIX, marcado pelo progresso científico — genética, evolucionismo, positivismo, sociologia, racionalismo, etc. — motivou escolas literárias correspondentes — ________, _______ , _______ —, propugnando uma descrição rígida, precisa e minuciosa, acarretou, em contrapartida, um momento de descrédito da ciência, uma reação quase radical, que propunha a diluição dos objetos e sentimentos no vago e indistinto, no inefável, abstrato e incorpóreo, ideal supremo do ________.

    (Lauro Junkes, 2016. Adaptado.)
    Completam as lacunas do texto, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 78cbaaf8-06
  • 858BA03C-04

    Literatura

    Gênero Épico ou Narrativo
    Escola Superior de Propaganda e Marketing · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere os dois excertos que seguem.


    I

    E disse: “Ó gente ousada, mais que quantas

    No mundo cometeram grandes cousas,

    Tu, que por guerras cruas, tais e tantas,

    E por trabalhos vãos nunca repousas (...)”


    (Os Lusíadas, Luís de Camões, canto V)

    II
    Aqui ao leme sou mais do que eu:
    Sou um povo que quer o mar que é teu;
    E mais que o mostrengo, que me a alma teme
    E roda nas trevas do fim do mundo,
    Manda a vontade, que me ata ao leme,
    De El-Rei D. João Segundo!

    (Mensagem, de Fernando Pessoa, 2.ª parte)


    Em I, o Gigante Adamastor fala aos navegantes portugueses que queriam, pioneiramente, atravessar o Cabo das Tormentas a caminho das Índias; em II, o timoneiro fala ao mostrengo o porquê de a embarcação lusitana estar enfrentando os perigos do mar. A partir dos excertos e dos comentários, assinale a afirmação que esteja incorreta.

    Escolha uma alternativa para a questão 858ba03c-04
  • CB68B520-02

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read the text and answer question


    How to Make Friends While Traveling Solo

    Even in the best cases, traveling alone can get lonely. Here’s how to connect safely with the people you meet along the way.

    By Aric Jenkins April 16, 2019

    Experiencing another culture on your own terms, at your own pace, with a budget of your own choosing can be an incredibly rewarding and insightful adventure. But while some may find such a journey liberating, others might worry about safety or a period of solitude in a strange, unfamiliar place. Humans, after all, are social animals.
    Prospective solo travelers should know that, despite its label, solo travel does not have to mean you’re alone all the time. There are local communities to safely interact with as well as fellow globe-trotters in a similar position.
    A 2016 report from travel research company Phocuswright found that a whopping 72 percent of hostel guests in the United States were traveling alone. Airbnb saw similar a trend in its data, with cities like Ho Chi Minh City, Cologne, and Johannesburg experiencing more than a 130 percent increase in individual bookings in 2016.
    With solo traveling growing in popularity, it’s clear there are options to socialize with other travelers — it’s just a matter of putting yourself in the right position to do so. Here are some tactics you can use to meet and befriend people abroad, from tried-and-true methods to innovative new apps and technology.
    Go on ‘free’ walking tours
    The word free is in quotations because, assuming your tour guide is at least half-decent, you should tip them at the end (many earn the majority of their income on commission). But these walking tours can be worth every penny. Not only will the guide give you an informed and hopefully entertaining view of the locale, but you’ll have a chance to interact with other tourists and possibly come away with a new friend.
    (…)
    Use Airbnb to go on unique experiences hosted by locals
    Airbnb may be known more for its lodging arrangements, but it also wants to give you something to do at your destination. Airbnb Experiences connects travelers with local guides who lead guests on paid activities ranging from city tours to bar crawls and hobby and skill classes. Launched in late 2016, Experiences quickly became a popular feature.
    Connect with like-minded explorers on social travel apps
    Prefer to cut out the middleman and connect directly with other travelers? Try your hand at the crop of social networking apps specifically designed for travel. Travello, free on iOS and Android, allows you to discover other travelers nearby, match itineraries for planned trips and join groups based on similar interests. You can also create a feed by posting photos and updates.
    (…)
    Stay in hostels
    In a world of hospitable hotels and authentic Airbnbs, why do travelers elect to stay in hostels? Two reasons, really: Hostels are cheap and sociable. You’ll find college-esque dormitories with common lounge rooms and kitchens, and sometimes a bar or cafe.
    It’s an ideal environment to meet other travelers, and hostel staffs are well aware of this — some will lead city tours or pub crawls designed to foster interaction between hostel mates. Others might host game nights in the common room or arrange family dinners.
    (…)
    Adapted from the digital edition of The New York Times: www.nytimes.com

    According to the article, choose the correct alternative:
    Escolha uma alternativa para a questão cb68b520-02
  • CB656DB3-02

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read the text below and answer question


    Is it really possible that plant-based foods such as the Impossible Whopper are healthful?


    By Cara Rosenbloom September 9, 2019 


    With many American consumers interested in reducing their consumption of animal products without becoming vegetarian or vegan, the food industry has come up with a new craze: plant-based. Look around your grocery store, and you’ll see a growing number of dairy, egg and meat substitutes bearing this label.

    But the industry has taken liberties with the definition of “plant-based.” Rather than focusing on whole foods such as vegetables, fruits, legumes and nuts, which is what health professionals mean when they recommend “plant-based eating,” food manufacturers are developing ultra-processed burgers out of pea or soy protein, methylcellulose and maltodextrin, and liquid “eggs” out of mung bean protein isolate and gellan gum. Then they crown this ultra-processed food with an undeserved health halo.

    (…)

    Plant-based ultra-processed products such as these are formulated to taste like the real deal. Thus, consumers can feel virtuous or principled for choosing plants over meat without sacrificing too much flavor. But is there any value to plant-based products that have been crushed, extruded and shaped into facsimiles of the foods they are replacing? Let’s look at that question through several lenses — considering nutrients, how processed the food is and how producing the food affects the planet.

    When I was in nutrition school, the health value of food was mostly calculated based on the presence of desirable nutrients, such as fiber and vitamins, and on the absence of negative nutrients, such as sodium or trans fat. If you compare ultra-processed plant-based foods and similar animal-based foods solely on their nutrients, you’ll find they are roughly the same. 

    Plant-based foods are purposely formulated to mimic animal-based foods, so plant-based milk is enriched with calcium and vitamin D to mimic cow’s milk, while veggie burgers are rich in protein and made with iron and zinc to imitate beef. But they aren’t always made to reduce the presence of less-healthy nutrients. Sometimes, the processed plant-based food will have more sodium than the processed animal-based food, and sometimes the animal food will be higher in calories or saturated fat.

    (…)

    Using the term “plant-based” on fast food labels is just another attempt by marketers to re-brand junk food. True plant-based eating doesn’t mean opting for an Impossible Whopper in the drive-through or scrambling up some 15-ingredient “egg alternative.” It means a diet that includes nourishing options such as black beans, broccoli and brown rice. We’re always looking for some magical way to eat junky food and achieve health. Don’t be fooled by this plant-based pretense.

    Adapted from the digital edition of The Washington Post: www.washingtonpost.com 



    Choose the alternative that best contains the idea of this sentence from the text:


    “Using the term “plant-based” on fast food labels is just another attempt by marketers to re-brand junk food.”

    Escolha uma alternativa para a questão cb656db3-02