Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 59 de 426.

  • 2AF76E2C-F8

    Português

    Advérbios
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Advérbios
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Advérbios
    Adaptado de: VERISSIMO. Erico, Caminhos
    Cruzados. 26. ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro:
    Editora Globo, 1982. p. 57-58.
    Assinale a alternativa correta, acerca de palavras do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2af76e2c-f8
  • 2AF47BB0-F8

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Adaptado de: VERISSIMO. Erico, Caminhos
    Cruzados. 26. ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro:
    Editora Globo, 1982. p. 57-58.
    Considere as seguintes afirmações a respeito do texto.

    I - Clarimundo é um professor envolvido com o mundo interior das ideias e teorias, mas também é observador do mundo real.
    II - Clarimundo narra a sua experiência de viver em Porto Alegre, escrever livros e dar aulas.
    III- O caráter descritivo; marcado por verbos no pretérito imperfeito e no presente, predomina no texto.

    Quais estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 2af47bb0-f8
  • 2AF182B4-F8

    Português

    Crase
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    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.  

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Crase
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Crase
    Adaptado de: VERISSIMO. Erico, Caminhos
    Cruzados. 26. ed. Porto Alegre/Rio de Janeiro:
    Editora Globo, 1982. p. 57-58.
    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das linhas 33, 44 e 45, nessa ordem.
    Escolha uma alternativa para a questão 2af182b4-f8
  • 2AEE568B-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa que realiza adequadamente a transposição do trecho a seguir para o discurso indireto.

    Tenho ainda alguns anos de vida; quero ver como você se conduz; vai para Paris, o lugar mais perigoso para um rapaz (1. 46-49).
    Escolha uma alternativa para a questão 2aee568b-f8
  • 2AEB6FDF-F8

    Português

    Coesão e coerência
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Coesão e coerência
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Coesão e coerência
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Observe as propostas de reescrita para o seguinte trecho do texto.

    Nessa mesma noite, no jantar de despedida, reunida a famllia, meu pai anunciou que pretendia fazer-me voltar a Paris para acabar meus estudos (1. 26-29).

    I - Reunida a família, no jantar de despedida, meu pai anunciou que, para acabar meus estudos, nessa mesma noite pretendia me fazer voltar a Paris.
    II - Nessa mesma noite, reunida a família, meu pai anunciou que pretendia, no jantar de despedida, me fazer voltar a Paris para acabar meus estudos.
    III- Reunida a família, meu pai anunciou, no jantar de despedida nessa mesma noite, que pretendia me fazer voltar a Paris para acabar meus estudos.

    Quais estão corretas e preservam a significação do trecho original?
    Escolha uma alternativa para a questão 2aeb6fdf-f8
  • 2AE8928F-F8

    Português

    Sintaxe
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Sintaxe
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Sintaxe
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa em que um pronome está desempenhando a função sintática de objeto direto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ae8928f-f8
  • 2AE57A77-F8

    Português

    Adjetivos
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Adjetivos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Adjetivos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa que apresenta palavras de mesma classe gramatical.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ae57a77-f8
  • 2ADA5248-F8

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa que apresenta uma oração na voz passiva.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ada5248-f8
  • 2AC3BED8-F8

    Português

    Interpretação de Textos
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
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    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2019, Interpretação de Textos
    Adaptado de DUMONT, Santos. O que eu vi, o que
    nós veremos. Rio de Janeiro: Hedra, 2016 ..
    Organização de Marcos Villares.
    Assinale a alternativa que está de acordo com os modos de organização da composição do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ac3bed8-f8
  • 4EB3CD2A-33

    Português

    Gêneros Textuais
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-PE 2019, Gêneros Textuais

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-PE 2019, Gêneros Textuais

    O TEXTO 1 é um trecho de uma cartilha divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente e o TEXTO 2 é uma tirinha de Alexandre Beck. Ainda que sejam produzidos como gêneros textuais diferentes, ambos os textos têm os seguintes elementos em comum: 
    Escolha uma alternativa para a questão 4eb3cd2a-33
  • 4EA37361-33

    Português

    Figuras de Linguagem
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, IF-PE 2019, Figuras de Linguagem

    Observando o uso de figuras de linguagem no TEXTO 2, analise as afirmativas abaixo como verdadeiras ou falsas.
    ( ) O termo “papel” é uma metáfora para “planeta”, na tirinha.
    ( ) Ao dizer “este é o meu planeta”, a criança cria um paradoxo, já que não existiria um mundo só de crianças.
    ( ) A tirinha trabalha com antíteses: tanto o tamanho do adulto e da criança quanto seus pontos de vista se chocam.
    ( ) A fala da criança “eu vi você deixar cair o papel” é um eufemismo para “eu vi você jogar lixo no chão”.
    ( ) O termo “Coroa” é utilizado como uma personificação, que atribui características humanas a objetos inanimados.
    A sequência CORRETA é
    Escolha uma alternativa para a questão 4ea37361-33
  • 4E897C9F-33

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 1
    LIXO: UM GRAVE PROBLEMA DO MUNDO MODERNO
    (1) Até meados do século XIX, o lixo gerado – restos de comida, excrementos de animais e outros materiais orgânicos – reintegrava-se aos ciclos naturais e servia como adubo para a agricultura. Mas, com a industrialização e a concentração da população nas grandes cidades, o lixo foi se tornando um problema.
    (2) A sociedade moderna rompeu os ciclos da natureza: por um lado, extraímos mais e mais matériasprimas, por outro, fazemos crescer montanhas de lixo. E, como todo esse rejeito não retorna ao ciclo natural, transformando-se em novas matérias-primas, pode tornar-se uma perigosa fonte de contaminação para o meio ambiente ou de doenças.
    (3) Recentemente, começamos a perceber que, assim como não podemos deixar o lixo acumular dentro de nossas casas, é preciso conter a geração de resíduos e dar um tratamento adequado ao lixo no nosso planeta. Para isso, será preciso conter o consumo desenfreado, que gera cada vez mais lixo, e investir em tecnologias que permitam diminuir a geração de resíduos, além da reutilização e da reciclagem dos materiais em desuso.
    (4) Precisamos, ainda, reformular nossa concepção a respeito do lixo. Não podemos mais encarar todo lixo como “resto inútil”, mas, sim, como algo que pode ser transformado em nova matéria-prima para retornar ao ciclo produtivo.

    MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Lixo um grave problema no mundo moderno. Disponível em: . Acesso em: 27 out. 2019 (adaptado). 
    No TEXTO 1, observa-se a relação da sociedade com o lixo ao longo do tempo. Para marcar essa história, o tempo verbal vai mudando conforme o assunto avança até os dias atuais. Indique a alternativa que analisa CORRETAMENTE o uso dos tempos verbais do modo indicativo destacados em cada trecho.
    Escolha uma alternativa para a questão 4e897c9f-33
  • 71967508-33

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    O Modernismo brasileiro costuma ser dividido em três fases: a Geração de 22, a de 30 e a de 45. Essas Gerações têm como um de seus representantes, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 71967508-33
  • 7189FAD9-33

    Português

    Análise sintática
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    FRONTEIRAS ENTRE GAMES, LIVROS E CINEMA ESTÃO CADA VEZ MENORES 


      (1) Interatividade, pioneirismo e criação. Essas são as palavras-chave que designam os meios do videogame, do livro e do cinema, e que levam à seguinte conclusão: o entretenimento contemporâneo nunca esteve em tamanha sincronia. Economicamente, são três plataformas com distâncias pequenas (em determinadas vertentes, até opostas), e criativamente, em consonância, a trindade do entretenimento visual caminha para um mundo com fronteiras cada vez mais ínfimas.

      (2) Recentemente, o ministro da Cultura espanhol, José Guirao, apresentou um dado sucinto, mas reverberante: em menos de cinco anos, espera-se que o faturamento do país europeu em videogames ultrapasse a arrecadação do mercado literário. Atualmente, o setor editorial do país fatura cerca de 2 bilhões de euros por ano, já a indústria de videogames ficou com pouco mais de 700 milhões de euros em 2017. Por essa perspectiva, a diferença pode até parecer inalcançável, mas tudo muda se considerado que os 700 milhões de euros tinham como marca, no ano anterior, “apenas” 300 milhões, ou seja, o faturamento anual do mercado de videogames mais do que dobrou nas terras do Dom Quixote.

      (3) Em geral, a alta de arrecadamento da indústria do videogame mundo afora não é necessariamente uma novidade. O instituto de data base Steam apontou, ainda em maio do ano passado, que, em mídias digitais, os jogos de computadores já rendiam mais do que o streaming de vídeo, livros e música globalmente. E se, na vertente econômica, os números ditam a narrativa, criativamente, contudo, é mais difícil perceber na prática essa exclusão de fronteiras. Mas elas existem. E, para falar sobre isso, nada melhor do que ouvir quem trabalha todo dia nesses meios.

      (4) Felipe Dantas é um desenvolvedor de videogames e explica um fator chave que comunga os três meios de forma bem profunda: a narrativa. “Existem narrativas muitos fortes que ultrapassam qualquer meio. São enredos que funcionam não só nos filmes, mas também em livros e videogames. Ter essa boa narrativa é a principal forma de quebrar fronteiras”, afirma ele.

      (5) Bárbara Morais é uma autora brasiliense que vê essa quebra de fronteiras de uma maneira extremamente positiva: “É super interessante, eu acho que não existem mais barreiras, na verdade. Lembro que um dos meus jogos favoritos tinha uma enciclopédia de personagens e passos, e eu parava para ficar lendo, em um jogo! Eu amava. Eu acho que está tudo integrado, as ideias são contadas de várias formas diferentes e cada meio dá uma roupagem diferente para a história. Cada uma dessas obras acaba completando a outra”.

      (6) Mas existe o risco dos livros perderem público para outros meios? De acordo com a autora, não: “Eu acho que, querendo ou não, sempre vai ter um (meio de entretenimento) mais popular, eu não acho que um interfere na produtividade do outro, os meios e as formas de contar história são independentes e podem se manter”. Bárbara também deixa claro como reagiria caso uma de suas obras literárias fosse adaptada para outros meios: “Eu ia amar, mesmo que não fosse uma adaptação boa, ia popularizar meu trabalho; eu toparia, sim”.

      (7) Segundo o professor do departamento de comunicação da Universidade Católica de Brasília, Ciro Inácio Marcondes, a ideia de uma consciência “transmídia” não é algo novo, pelo contrário, já marca um fluxo de conhecimento da humanidade - “como desde o texto oral para os livros” -, mas, atualmente, ganha um panorama monetário: “Essa questão da intermidialização tem se proliferado no contexto da comunicação, e essas narrativas transmídias passam não só pelos meios que foram criados, mas, também, por redes sociais, marketing, e isso funciona, inclusive, como uma nova economia”.

      (8) Mas, afinal, o fim das fronteiras no entretenimento é para o bem ou para o mal? A questão principal dessa discussão não tem uma solução simples: “Eu, sinceramente, não consigo ter uma opinião qualitativa. É muito complexo “bater o martelo”. É um fenômeno que já acontece, o grande desafio é você marcar cada cultura com uma vertente, e a expectativa é isso aumentar, pois as mídias já são muito manipuláveis e isso não tem como mudar, é um circuito novo que já está aí”, conclui o acadêmico.


    NUNES, Ronayre. Fronteiras entre games, livros e cinema estão cada vez menores.

    Disponível Em:

    https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-earte/2019/02/24/interna_diversao_arte,739280/relacao-entre-games-e-filmes.shtml. Acesso em: 25 out. 2019

    (adaptado).




    Sobre as relações sintático-semânticas estabelecidas entre os períodos do TEXTO 2, analise as proposições a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

    I. No trecho: “E se, na vertente econômica, os números ditam a narrativa, criativamente, contudo, é mais difícil perceber na prática essa exclusão de fronteiras” (3º parágrafo), a conjunção em destaque expressa a ideia de contraste.
    II. Em: “São enredos que funcionam não só nos filmes, mas também em livros e videogames” (4º parágrafo), as conjunções coordenativas em destaque provocam uma alternância entre o que funciona nos filmes, nos livros e nos videogames.
    III. Em: “Eu ia amar, mesmo que não fosse uma adaptação boa, ia popularizar meu trabalho” (6º parágrafo), a conjunção subordinativa destaca uma razão pela qual a autora Barbara Morais ficaria feliz caso uma de suas obras literárias fosse adaptada para outros meios, caracterizando uma oração explicativa.
    IV. No trecho: “Segundo o professor do departamento de comunicação da Universidade Católica de Brasília, Ciro Inácio Marcondes, a ideia de uma consciência ‘transmídia’ não é algo novo” (7º parágrafo), o termo sublinhado expressa uma ideia de conformidade. V. No trecho: “essas narrativas transmídias passam não só pelos meios que foram criados, mas também por redes sociais” (7º parágrafo), as conjunções coordenativas destacadas expressam a ideia de adição.

    Estão CORRETAS, apenas, as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão 7189fad9-33
  • 71867610-33

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    FRONTEIRAS ENTRE GAMES, LIVROS E CINEMA ESTÃO CADA VEZ MENORES 


      (1) Interatividade, pioneirismo e criação. Essas são as palavras-chave que designam os meios do videogame, do livro e do cinema, e que levam à seguinte conclusão: o entretenimento contemporâneo nunca esteve em tamanha sincronia. Economicamente, são três plataformas com distâncias pequenas (em determinadas vertentes, até opostas), e criativamente, em consonância, a trindade do entretenimento visual caminha para um mundo com fronteiras cada vez mais ínfimas.

      (2) Recentemente, o ministro da Cultura espanhol, José Guirao, apresentou um dado sucinto, mas reverberante: em menos de cinco anos, espera-se que o faturamento do país europeu em videogames ultrapasse a arrecadação do mercado literário. Atualmente, o setor editorial do país fatura cerca de 2 bilhões de euros por ano, já a indústria de videogames ficou com pouco mais de 700 milhões de euros em 2017. Por essa perspectiva, a diferença pode até parecer inalcançável, mas tudo muda se considerado que os 700 milhões de euros tinham como marca, no ano anterior, “apenas” 300 milhões, ou seja, o faturamento anual do mercado de videogames mais do que dobrou nas terras do Dom Quixote.

      (3) Em geral, a alta de arrecadamento da indústria do videogame mundo afora não é necessariamente uma novidade. O instituto de data base Steam apontou, ainda em maio do ano passado, que, em mídias digitais, os jogos de computadores já rendiam mais do que o streaming de vídeo, livros e música globalmente. E se, na vertente econômica, os números ditam a narrativa, criativamente, contudo, é mais difícil perceber na prática essa exclusão de fronteiras. Mas elas existem. E, para falar sobre isso, nada melhor do que ouvir quem trabalha todo dia nesses meios.

      (4) Felipe Dantas é um desenvolvedor de videogames e explica um fator chave que comunga os três meios de forma bem profunda: a narrativa. “Existem narrativas muitos fortes que ultrapassam qualquer meio. São enredos que funcionam não só nos filmes, mas também em livros e videogames. Ter essa boa narrativa é a principal forma de quebrar fronteiras”, afirma ele.

      (5) Bárbara Morais é uma autora brasiliense que vê essa quebra de fronteiras de uma maneira extremamente positiva: “É super interessante, eu acho que não existem mais barreiras, na verdade. Lembro que um dos meus jogos favoritos tinha uma enciclopédia de personagens e passos, e eu parava para ficar lendo, em um jogo! Eu amava. Eu acho que está tudo integrado, as ideias são contadas de várias formas diferentes e cada meio dá uma roupagem diferente para a história. Cada uma dessas obras acaba completando a outra”.

      (6) Mas existe o risco dos livros perderem público para outros meios? De acordo com a autora, não: “Eu acho que, querendo ou não, sempre vai ter um (meio de entretenimento) mais popular, eu não acho que um interfere na produtividade do outro, os meios e as formas de contar história são independentes e podem se manter”. Bárbara também deixa claro como reagiria caso uma de suas obras literárias fosse adaptada para outros meios: “Eu ia amar, mesmo que não fosse uma adaptação boa, ia popularizar meu trabalho; eu toparia, sim”.

      (7) Segundo o professor do departamento de comunicação da Universidade Católica de Brasília, Ciro Inácio Marcondes, a ideia de uma consciência “transmídia” não é algo novo, pelo contrário, já marca um fluxo de conhecimento da humanidade - “como desde o texto oral para os livros” -, mas, atualmente, ganha um panorama monetário: “Essa questão da intermidialização tem se proliferado no contexto da comunicação, e essas narrativas transmídias passam não só pelos meios que foram criados, mas, também, por redes sociais, marketing, e isso funciona, inclusive, como uma nova economia”.

      (8) Mas, afinal, o fim das fronteiras no entretenimento é para o bem ou para o mal? A questão principal dessa discussão não tem uma solução simples: “Eu, sinceramente, não consigo ter uma opinião qualitativa. É muito complexo “bater o martelo”. É um fenômeno que já acontece, o grande desafio é você marcar cada cultura com uma vertente, e a expectativa é isso aumentar, pois as mídias já são muito manipuláveis e isso não tem como mudar, é um circuito novo que já está aí”, conclui o acadêmico.


    NUNES, Ronayre. Fronteiras entre games, livros e cinema estão cada vez menores.

    Disponível Em:

    https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-earte/2019/02/24/interna_diversao_arte,739280/relacao-entre-games-e-filmes.shtml. Acesso em: 25 out. 2019

    (adaptado).




    Sobre as estratégias de coesão textual utilizadas no TEXTO 2, analise as proposições a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

    I. No 1º parágrafo, “plataformas” e “trindade do entretenimento visual” substituem “videogame, livro e cinema” e promovem a coesão lexical.
    II. A dicotomia entre “vertente econômica” e “vertente criativa” é utilizada ao longo do texto para promover a coesão textual e restringir os assuntos sobre os quais o autor poderá abordar.
    III. No 1º parágrafo, o pronome demonstrativo “essas” funciona como elemento remissivo que retoma as três palavras que iniciam o TEXTO 2, caracterizando a coesão referencial.
    IV.A expressão “terras de Dom Quixote”, no 2º parágrafo, faz alusão à Espanha e promove, portanto, um processo coesivo através de uma perífrase.
    V. No último parágrafo do TEXTO 2, o termo “acadêmico” retoma Ciro Inácio Marcondes, mencionado no 8º parágrafo, e promove a coesão por elipse, uma vez que o nome do professor é omitido.

    Estão CORRETAS, apenas, as proposições
    Escolha uma alternativa para a questão 71867610-33
  • 718335C3-33

    Português

    Parênteses
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2


    FRONTEIRAS ENTRE GAMES, LIVROS E CINEMA ESTÃO CADA VEZ MENORES 


      (1) Interatividade, pioneirismo e criação. Essas são as palavras-chave que designam os meios do videogame, do livro e do cinema, e que levam à seguinte conclusão: o entretenimento contemporâneo nunca esteve em tamanha sincronia. Economicamente, são três plataformas com distâncias pequenas (em determinadas vertentes, até opostas), e criativamente, em consonância, a trindade do entretenimento visual caminha para um mundo com fronteiras cada vez mais ínfimas.

      (2) Recentemente, o ministro da Cultura espanhol, José Guirao, apresentou um dado sucinto, mas reverberante: em menos de cinco anos, espera-se que o faturamento do país europeu em videogames ultrapasse a arrecadação do mercado literário. Atualmente, o setor editorial do país fatura cerca de 2 bilhões de euros por ano, já a indústria de videogames ficou com pouco mais de 700 milhões de euros em 2017. Por essa perspectiva, a diferença pode até parecer inalcançável, mas tudo muda se considerado que os 700 milhões de euros tinham como marca, no ano anterior, “apenas” 300 milhões, ou seja, o faturamento anual do mercado de videogames mais do que dobrou nas terras do Dom Quixote.

      (3) Em geral, a alta de arrecadamento da indústria do videogame mundo afora não é necessariamente uma novidade. O instituto de data base Steam apontou, ainda em maio do ano passado, que, em mídias digitais, os jogos de computadores já rendiam mais do que o streaming de vídeo, livros e música globalmente. E se, na vertente econômica, os números ditam a narrativa, criativamente, contudo, é mais difícil perceber na prática essa exclusão de fronteiras. Mas elas existem. E, para falar sobre isso, nada melhor do que ouvir quem trabalha todo dia nesses meios.

      (4) Felipe Dantas é um desenvolvedor de videogames e explica um fator chave que comunga os três meios de forma bem profunda: a narrativa. “Existem narrativas muitos fortes que ultrapassam qualquer meio. São enredos que funcionam não só nos filmes, mas também em livros e videogames. Ter essa boa narrativa é a principal forma de quebrar fronteiras”, afirma ele.

      (5) Bárbara Morais é uma autora brasiliense que vê essa quebra de fronteiras de uma maneira extremamente positiva: “É super interessante, eu acho que não existem mais barreiras, na verdade. Lembro que um dos meus jogos favoritos tinha uma enciclopédia de personagens e passos, e eu parava para ficar lendo, em um jogo! Eu amava. Eu acho que está tudo integrado, as ideias são contadas de várias formas diferentes e cada meio dá uma roupagem diferente para a história. Cada uma dessas obras acaba completando a outra”.

      (6) Mas existe o risco dos livros perderem público para outros meios? De acordo com a autora, não: “Eu acho que, querendo ou não, sempre vai ter um (meio de entretenimento) mais popular, eu não acho que um interfere na produtividade do outro, os meios e as formas de contar história são independentes e podem se manter”. Bárbara também deixa claro como reagiria caso uma de suas obras literárias fosse adaptada para outros meios: “Eu ia amar, mesmo que não fosse uma adaptação boa, ia popularizar meu trabalho; eu toparia, sim”.

      (7) Segundo o professor do departamento de comunicação da Universidade Católica de Brasília, Ciro Inácio Marcondes, a ideia de uma consciência “transmídia” não é algo novo, pelo contrário, já marca um fluxo de conhecimento da humanidade - “como desde o texto oral para os livros” -, mas, atualmente, ganha um panorama monetário: “Essa questão da intermidialização tem se proliferado no contexto da comunicação, e essas narrativas transmídias passam não só pelos meios que foram criados, mas, também, por redes sociais, marketing, e isso funciona, inclusive, como uma nova economia”.

      (8) Mas, afinal, o fim das fronteiras no entretenimento é para o bem ou para o mal? A questão principal dessa discussão não tem uma solução simples: “Eu, sinceramente, não consigo ter uma opinião qualitativa. É muito complexo “bater o martelo”. É um fenômeno que já acontece, o grande desafio é você marcar cada cultura com uma vertente, e a expectativa é isso aumentar, pois as mídias já são muito manipuláveis e isso não tem como mudar, é um circuito novo que já está aí”, conclui o acadêmico.


    NUNES, Ronayre. Fronteiras entre games, livros e cinema estão cada vez menores.

    Disponível Em:

    https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-earte/2019/02/24/interna_diversao_arte,739280/relacao-entre-games-e-filmes.shtml. Acesso em: 25 out. 2019

    (adaptado).




    Os parênteses foram utilizados em “sempre vai ter um (meio de entretenimento) mais popular” (6º parágrafo) para
    Escolha uma alternativa para a questão 718335c3-33
  • 7168DA53-33

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1


    LER NOS TORNA MAIS FELIZES


      (1) “A leitura nos torna mais felizes e nos ajuda a enfrentar melhor a nossa existência. Os leitores vivem mais contentes e satisfeitos do que os não leitores, e são, em geral, menos agressivos e mais otimistas”. A afirmação é dos responsáveis por uma análise efetuada recentemente pela Universidade de Roma III a partir de entrevistas com 1.100 pessoas. Aplicando índices como o da medição da felicidade de Vennhoven e escalas como a Diener para medir o grau de satisfação com a vida, os pesquisadores chegaram a essas conclusões, que demonstram, como afirma Nuccio Ordine, autor do manifesto “A Utilidade do Inútil”, que “alimentar o espírito pode ser tão importante quanto alimentar o corpo”. E que precisamos, bem mais do que se imagina, dessas experiências e conhecimentos que não se traduzem em benefícios econômicos.

      (2) Como nos sentimos e quais mudanças experimentamos ao mergulhar em uma história? Há um efeito transformador? Os protagonistas das ficções nos levam a que enxerguemos as nossas contradições e os nossos desejos? Fazem com que nos recordemos de coisas essenciais, talvez esquecidas?

      (3) A ciência possui cada vez mais recursos para responder a essas perguntas. Artigos publicados em revistas especializadas expõem resultados de ressonâncias magnéticas que revelam a alta conectividade que se estabelece no sulco central do cérebro, região do motor sensorial primário, e no córtex temporal esquerdo, área associada à linguagem, enquanto lemos um livro e depois de acabá-lo. 

      (4) O estresse se reduz e a inteligência emocional sai ganhando, assim como o desenvolvimento psicossocial, o autoconhecimento e o cultivo da empatia, segundo uma equipe de neurocientistas da Universidade de Emory, em Atlanta, que monitoraram as reações de 21 estudantes durante 19 dias seguidos. A leitura pode até mesmo alterar comportamentos por meio da identificação com os protagonistas das histórias lidas, defende Keith Oatley, romancista e professor de Psicologia Cognitiva da Universidade de Toronto. 

      (5) “É muito custoso, para nós, colocarmo-nos no lugar do outro no dia a dia, mas quantas vezes já não nos colocamos na pele de um personagem de romance? Criamos uma empatia com ele e isso nos ajuda a compreender melhor os sinais emitidos pelos outros”, argumenta Antonella Fayer, psicóloga e coach especializada no desenvolvimento da liderança, para quem “as lições sobre dilemas morais e emocionais que encontramos na literatura são necessárias para todas as pessoas, e, muito especialmente, para aquelas que estão convencidas de que não têm tempo. Seria conveniente para elas se conseguissem parar um pouco e fazer leituras para melhorar a sua compreensão dos outros”, assinala Fayer, fazendo uma alusão às palavras de Alan Brew, ex-editor do Financial Times: “Ler os grandes autores faz de você uma pessoa mais bem preparada para tomar decisões criativas, interessantes e educadas”.

      (6) O convencimento quanto aos benefícios gerados pela leitura é o que move a School of Life, um centro londrino de biblioterapia que prescreve livros para ajudar na superação de conflitos (rupturas, disputas etc). Como diz o filósofo Santiago Alba Rico - autor de “Leer con niños” (Ler com crianças), um ensaio que estimula nos pais o prazer de compartilhar histórias com seus filhos -, a leitura, como a paixão, é um “vício virtuoso”. Quando conhecemos o bem que ela nos proporciona, não conseguimos deixar de praticá-la. Voltemo-nos, portanto, para a literatura, como convidava Cortázar, “como se vai aos encontros mais essenciais da existência, como se vai ao encontro do amor e, às vezes, da morte, sabendo que fazem parte de um todo indissolúvel, e que um livro começa e termina muito antes e muito depois de sua primeira e de sua última página”.


    RODRÍGUEZ, Emma. Ler nos torna mais felizes. Disponível em:

    <https://brasil.elpais.com/brasil/2016/01/22/eps/1453483676_726569.html>. Acesso em: 19 out. 2019 (adaptado).

    Assinale a alternativa que apresenta uma interpretação CORRETA do TEXTO 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 7168da53-33
  • 2163D834-32

    Espanhol

    Preposições | Prepocisiones
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    Leia o texto a seguir e responda à questão
    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Sobre o papel da preposição “a” no enunciado “Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien [...]”, assinale a alternativa na qual essa preposição exerça a mesma função que na frase retirada do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2163d834-32
  • 2160A83E-32

    Espanhol

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    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Sobre alguns termos que aparecem no texto, relacione os termos sublinhados em espanhol, na coluna da esquerda, com a sua paráfrase em português, na coluna da direita.

    (I) En Save the Children decidimos asumir ese reto [. . . ].
    (II) [. . . ] con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico.
    (III) Las chicas salen peor paradas [..]
    (IV) [. . . ] han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    (V) La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ].

    (A) Foi devido ao trabalho com um grupo de especialistas no assunto que o Save the Children levou a cabo um estudo comparativo pioneiro na Espanha sobre o bullying e o cyberbullying.
    (B) De acordo com as respostas dadas pelos que cometem bullying ou cyberbullying, eles o fazem pelo fato de sentirem uma rejeição que pode ser consciente ou inconsciente em relação à(s) vítima(s).
    (C) Fazer uma brincadeira com alguém é a explicação que surge depois da primeira desculpa que os agressores dão quando cometem bullying ou cyberbullying.
    (D) O desafio de realizar um estudo comparativo entre alunos espanhóis que sofrem e praticam bullying e cyberbullying foi lançado e vencido pelos autores do texto.
    (E) O estudo comparativo citado no texto apresentou dados nos quais é possível perceber que o maior número de vítimas do bullying e do cyberbullying são do gênero feminino.

    Assinale a alternativa que contém a associação correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2160a83e-32
  • 215D70A4-32

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
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    .
    EL ACOSO Y EL CIBERACOSO EN ESPAÑA: UNA REALIDAD QUE ES NECESARIO MEDIR

    El acoso y el ciberacoso son formas de violencia entre iguales que en muchas ocasiones se llevan a cabo directa o indirectamente en el ámbito escolar. [. . . ] En las pocas investigaciones que han abordado el acoso no hay cifras comparativas: cada una mantiene una definición propia y rigurosa del término o no ofrece un valor general de acoso, sino que muestra los datos según diferentes formas de maltrato o incluso hace referencia a poblaciones y ciclos educativos diferentes que dificultan la comparación. En Save the Children decidimos asumir ese reto y con la colaboración de un equipo de investigación experto en la materia, hemos realizado el primer estudio con muestra representativa de ámbito estatal y autonómico. De esta forma, a través de una encuesta realizada a 21.487 estudiantes entre 12 y 16 años de Educación Secundaria Obligatoria (1º ESO a 4º ESO) que asisten a centros educativos públicos en el territorio español, se han explorado las vivencias de las y los encuestados sobre el acoso y el ciberacoso y otros fenómenos asociados a ellos [. . . ]. 

    Prevalencia de la victimización:
    • Las encuestas a 21.487 estudiantes de ESO muestran que un 9,3% ha sufrido acoso y un 6,9% ciberacoso. Extrapolado al conjunto de la población el número de víctimas se eleva a 111.000 y 82.000 menores de edad respectivamente.
    • Las chicas salen peor paradas: un 10,6% ha sufrido acoso (frente a un 8% de chicos), y un 8,5% ciberacoso (un 5,3% de chicos) [. . . ]. 

    Experiencias de violencia:

     • Seis de cada diez niños y niñas reconocen que alguien les ha insultado en los últimos meses, de los cuales un 22,6% afirman que de manera frecuente.
    • Un niño o niña puede haber sufrido insultos directos o indirectos, haber sido víctima de rumores, sus pertenencias pueden haber sido robadas, haber recibido amenazas, golpes o exclusión. [. . . ]

    Prevalencia de la agresión:

    • Un 5,4% de los encuestados reconoce haber acosado a alguien y un 3,3% expresa que ha sido responsable de ciberacoso. [. . . ]
    • Los chicos ganan a las chicas, con un 6,3% y 3,5% de acosadores y ciberacosadores frente a un 4,5% y un 3%. [. . . ]

    Motivos según las víctimas:

    Las víctimas consideran que han sido acosadas fundamentalmente para ser molestadas por su aspecto físico o porque les tenían “manía”.
    • Un 3,2% de las víctimas de acoso y un 4,2% de víctimas de ciberacoso declaran que han sido victimizadas por su orientación sexual. Un 5,1% y un 5% consideran que la razón ha sido su color de piel, cultura o religión. [. . . ]

    Motivos por los que se ha cometido una agresión:
    • La mayoría de los acosadores reconoce no saber qué motiva su comportamiento.
    • La segunda causa más declarada para el acoso tradicional es “gastarle una broma” [. . . ]. El acoso y el ciberacoso son formas de violencia contra la infancia, y como tales, son injustificables y deben prevenirse. No estamos ante “chiquilladas” ni juegos entre niños y niñas que deban tolerarse por el simple hecho de “que siempre han ocurrido”. No estamos ante un tema menor, sino ante una vulneración grave de los derechos de los niños y niñas que requiere respuestas de protección y la intervención de los poderes públicos. [. . . ] Es llamativo ver cómo muchos de los niños consultados por Save the Children no sabían por qué habían agredido a otros compañeros. Y es que prevenir y combatir la violencia contra los niños y las niñas es una de las maneras más eficaces de combatir las distintas formas de violencia en la sociedad [. . . ].

    Adaptado de: www.savethechildren.es
    Sobre o tema do bullying e do cyberbullying na Espanha, considere as afirmativas a seguir.

    I. A definição de bullying no texto considera o agressor e o agredido como pertencentes a um mesmo grupo social.
    II. O texto se serve de uma definição para bullying e para cyberbullying, fruto de pesquisas pré-existentes sobre o tema.
    III. O estudo de Save the Children considera que pesquisar o bullying em alunos de séries escolares diferentes facilita a comparação de dados.
    IV. O estudo citado no texto é fruto dos dados obtidos por meio de um questionário aplicado a mais de vinte mil estudantes espanhóis.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 215d70a4-32