Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 68 de 426.

  • 64A1883C-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Missing Dentures Found Stuck in Man's Throat 8 Days
    After Surgery

           Here’s why it’s best to remove false teeth before surgery: You just might swallow them.
        A medical journal is reporting the case of a 72- year-old British man whose partial dentures apparently got stuck in his throat during surgery and weren’t discovered for eight days.
        The man went to the emergency room because he was having a hard time swallowing and was coughing up blood. Doctors ordered a chest X-ray, diagnosed him with what they wrongly thought was pneumonia and sent him home with antibiotics and steroids. It took another hospital visit before another X-ray revealed the problem: His dentures — a metal roof plate and three false teeth — lodged at the top of his throat.
        The man thought his dentures were lost while he was in the hospital for minor surgery. How it happened isn’t exactly clear, but a halfdozen previous cases have been documented of dentures going astray as surgical patients were put to sleep.
         Placing a tube in a patient’s airway can push things where they don’t belong, said Dr. Mary Dale Peterson, an anesthesiologist at Driscoll Children’s Hospital in Corpus Christi, Texas.
         Besides dentures, retainers, loose teeth and tongue piercings can cause problems, said Peterson, who is president-elect of the American Society of Anesthesiologists. Before a child’s surgery, she’ll pull a very loose tooth and tell the patient to expect a visit from the tooth fairy. "We can make a nice game of it."
         In the British case, after the dentures were removed, the man had several bouts of bleeding that required more surgery before he recovered. The journal article didn’t identify the man or the hospital involved. […]

    Available at: https://www.nbcnews.com/health/health-news/man-s-missingdentures-were-found-stuck-his-throat-8-n1041641 (edited).
    In accordance with the text, all the following alternatives are correct, EXCEPT:
    Escolha uma alternativa para a questão 64a1883c-fd
  • 649A473F-FD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Missing Dentures Found Stuck in Man's Throat 8 Days
    After Surgery

           Here’s why it’s best to remove false teeth before surgery: You just might swallow them.
        A medical journal is reporting the case of a 72- year-old British man whose partial dentures apparently got stuck in his throat during surgery and weren’t discovered for eight days.
        The man went to the emergency room because he was having a hard time swallowing and was coughing up blood. Doctors ordered a chest X-ray, diagnosed him with what they wrongly thought was pneumonia and sent him home with antibiotics and steroids. It took another hospital visit before another X-ray revealed the problem: His dentures — a metal roof plate and three false teeth — lodged at the top of his throat.
        The man thought his dentures were lost while he was in the hospital for minor surgery. How it happened isn’t exactly clear, but a halfdozen previous cases have been documented of dentures going astray as surgical patients were put to sleep.
         Placing a tube in a patient’s airway can push things where they don’t belong, said Dr. Mary Dale Peterson, an anesthesiologist at Driscoll Children’s Hospital in Corpus Christi, Texas.
         Besides dentures, retainers, loose teeth and tongue piercings can cause problems, said Peterson, who is president-elect of the American Society of Anesthesiologists. Before a child’s surgery, she’ll pull a very loose tooth and tell the patient to expect a visit from the tooth fairy. "We can make a nice game of it."
         In the British case, after the dentures were removed, the man had several bouts of bleeding that required more surgery before he recovered. The journal article didn’t identify the man or the hospital involved. […]

    Available at: https://www.nbcnews.com/health/health-news/man-s-missingdentures-were-found-stuck-his-throat-8-n1041641 (edited).
    According to the text, it is CORRECT to affirm:
    Escolha uma alternativa para a questão 649a473f-fd
  • 648DB453-FD

    Literatura

    Teoria Literária
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

    Contam os velhos do povo Karajá que um misterioso acontecimento estava deixando a aldeia alarmada. Isso acontecia porque os guerreiros estavam sumindo durante a caçada e ninguém conseguia explicar por que isso estava acontecendo. Havia um clima de medo.
    Um rapaz, no entanto, resolveu rastrear pela trilha dos parentes sumidos. Entrou na mata cautelosamente e logo adiante avistou um bando de urubus. Isso era um sinal de que havia carniça por perto. Redobrou sua atenção e arrastou-se até chegar perto de uma grande árvore em cuja raiz encontrou objetos e ossadas dos parentes desaparecidos. Seu susto foi maior quando avistou dois monstruosos indivíduos saindo de uma caverna. Comentavam um para o outro:
    – Estou com uma fome tão grande. Tô com vontade de comer gente!
    – Vamos botar uma espera? Sinto que hoje vamos pegar alguém!
    O jovem, ouvindo aquela conversa, sentiu-se amedrontado, achando que ele poderia ser o alimento daquela gente estranha.
    [...] Quando chegou à aldeia, estava muito angustiado. Começou a gritar para chamar a atenção de todos. _ Inã biroxikre nhaçã rekã!... (Bugios grandalhões estão devorando gente!).
    [...] Onde vais com tanta pressa, valente guerreiro?
    – Vou caçar nhaçã rekã! – respondeu o jovem de forma arrogante.
    – Se me tomares como esposa, eu te ensinarei como caçar aquelas perigosas feras feiticeiras! – propôs a mulher-sapo.  

    Fonte: MUNDURUKU, Daniel. A Caveira-Rolante, a Mulher-Lesma e outras
    histórias. Ilustrações Maurício Negro. São Paulo: Global, 2010, p. 40-41.
    (fragmento).

    A partir da leitura do fragmento de texto de Daniel Munduruku, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 648db453-fd
  • 648B0B70-FD

    Literatura

    Teoria Literária
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .

    SÃO LOURENÇO:
    Mas existe a confissão,
    remédio senhor da cura.
    Os índios que enfermos são
    com ela se curarão,
    e a comunhão os segura.

    Quando o pecado lhes pesa,
    vão-se os índios confessar.
    Dizem: "Quero melhorar..."
    O padre sobre eles reza
    para o seu Deus aplacar.
    [...]

    AIMBIRÊ: [criado do diabo]:
    Afastado,
    "quando à morte fôr chegado,
    diz o índio, expulsarei
    todo o crime que ocultei".

    GUAIXARÁ [diabo chefe]:
    Ouve, oh! sim; pois com cuidado
    seus maus atos desfiei. 

    SÃO LOURENÇO:
    Com todo vosso ódio, sei
    que procurais condená-los.
    Deles não me afastarei,
    mas a Deus suplicarei
    para sempre auxiliá-los.
    Eles em mim confiaram,
    construindo essa capela;
    velhos vícios extirparam,
    por patrono me tomaram
    que em firmá-los se desvela. 

    Fonte: ANCHIETA, José de. Teatro de Anchieta. In: O auto de São Lourenço.
    Edições Loyola: São Paulo, 1977, p. 158. (fragmento). (adaptado). 
    A partir da leitura do fragmento de O auto de São Lourenço, de José de Anchieta, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 648b0b70-fd
  • 64871EE1-FD

    Literatura

    Teoria Literária
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os poemas para responder a QUESTÃO.

    Texto I

    Bulandeira
    O braço
    rompe a roda
    a roda
    vira o ralo
    o ralo
    na raiz da fome
    farinha.


    Texto II

    Tapioca na gamela
    Eita que esse destino de furupa
    guarnece a brasa e o tição
    o forno de assar o bolo
    alvura que ama a tapioca na gamela
    amassando a vida com as mãos
    pois a festa é certa
    quando certo o pão.
    Fonte: PEDREIRA, Célio. As tocantinas. Palmas–TO: Universidade Federal do
    Tocantins/EDUFT, 2014, p. 36 e 20. 
    A partir da leitura dos dois poemas do escritor tocantinense Célio Pedreira é CORRETO afirmar que eles:
    Escolha uma alternativa para a questão 64871ee1-fd
  • 64835FEF-FD

    Literatura

    Teoria Literária
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os fragmentos para responder a QUESTÃO .

    Texto I
    O Juiz Valério alegrava-se com a aproximação da comissão. Acreditava em justiça, em lei, achava que o governo fosse dotado de uma clarividência que o comum dos homens não possuía, de uma reta intenção de punir o mal e premiar o bem. Daquele recanto tão afastado, Governo era assim algo de sobre-humano e inatacável. Antes porém que a Comissão chegasse ao [Vila do] Duro, aportaram ali notícias do que era ela. Era como o vento que precede a chuva braba. Quem vinha chefiando a comissão era um juiz togado, com assento em Porto Nacional, formado pela Faculdade do Recife, com militança no Foro de Salvador e Belém do Pará, homem de estudo, homem de preparo, homem sabido e corrido.

    Fonte: ÉLIS, Bernardo. O tronco. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p.15. (fragmento). (adaptado).


    Texto II
    Sucedeu então vir o grande sujeito entrando no lugar, capiau de muito longínquo: tirado à arreata o cavalo raposo, que mancara, apontava de noroeste, pisando o arenoso. Seus bigodes ou a rustiquez – roupa parda, botinões de couro de anta, chapéu toda a aba – causavam riso e susto. Tomou fôlego, feito burro entesa orelhas, no avistar um fiapo de povo mas a rua, imponente invenção humana. Tinha vergonha de frente e de perfil, todo o mundo viu, devia também de alentar internas desordens no espírito.

    Fonte: ROSA, João Guimarães. Tutaméia (Terceiras estórias). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 58. (fragmento).
    Os fragmentos das obras de Bernardo Élis e de João Guimarães Rosa narram, respectivamente, a notícia da chegada de um viajante e a chegada de outro viajante. É CORRETO afirmar que os narradores:
    Escolha uma alternativa para a questão 64835fef-fd
  • 647F476C-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o fragmento para responder a QUESTÃO .


    Horácio não gostava de ser contestado, mas compreendeu não era bom tema de conversa. Voltou à literatura, aconselhando os outros a lerem Drummond de Andrade, na sua opinião o melhor poeta de língua portuguesa de sempre. Qual Camões, qual Pessoa, Drummond é que era, tudo estava nele, até a situação de Angola se podia inferir na sua poesia. Por isso vos digo, os portugueses passam a vida a querer-nos impingir a sua poesia, temos de a estudar na escola, e escondem-nos os brasileiros, nossos irmãos, poetas e prosadores sublimes, relatando os nossos problemas e numa linguagem bem mais próxima da que falamos nas cidades. Quem não leu Drummond é um analfabeto. Os outros iam comendo, trocando de vez em quando olhares cúmplices. Até que Malongo e Vítor terminaram a refeição. Malongo despediu-se, levantando-se, um analfabeto vos saúda. Vítor e Furtado riram, Horácio fingiu que não ouviu. Agarrou no braço de Furtado e continuou a cultivá-lo com versos de Drummond e os seus próprios, dedicados ao grande brasileiro.

    Fonte: PEPETELA. A geração da utopia. Rio de Janeiro: Nova Fronteira: 2000, p. 30-31 (fragmento).



    No fragmento do romance do escritor angolano Pepetela, Horácio aconselha seus amigos Malongo, Vítor e Furtado a lerem o poeta Drummond de Andrade.

    Analise as afirmativas a seguir.


    I. A poesia de Drummond é melhor que a de Camões e de Pessoa.

    II. Há uma aproximação entre a literatura de Drummond e a realidade angolana.

    III. Nas escolas portuguesas se estuda a poesia de Drummond.

    IV. A poesia de Drummond está sendo usada para alfabetizar nas escolas angolanas.

    V. As obras dos literatos brasileiros possuem uma linguagem próxima a dos angolanos nas cidades.



    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 647f476c-fd
  • 6467BEEE-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos I e II e responda a QUESTÃO.

    Texto I

    Imagem da questão de Português, UFT 2019, Interpretação de Textos



    Texto II

    1. Sem merenda: quando férias escolares significam fome no Brasil

        "Me corta o coração eles quererem um pão e eu não ter. Já coloquei os meninos na escola pra isso mesmo, por causa da merenda. Um pouquinho de arroz sempre alguém me dá, mas nas férias complica", afirma Alessandra, que, desempregada, coleta latinhas na favela de Paraisópolis, em São Paulo, onde mora. [...]

         O drama de Alessandra não é incomum. As férias escolares, quando muitas crianças deixam de ter o acesso diário à merenda, intensificam a vulnerabilidade social de muitas famílias em todo o país. Embora variem em conteúdo e qualidade (às vezes, são apenas bolacha ou pão, em outras, são refeições completas de arroz, feijão, legumes e carne), as merendas ocupam função importante no dia a dia de certos alunos. Para essas crianças, nos períodos sem aulas é que a fome, uma ameaça ao longo de todo ano, torna-se uma realidade a ser enfrentada. [...] 

          Embora não haja estudos nacionais que indiquem o tamanho da insegurança alimentar durante o período de férias escolares, uma série de indicadores comprova a evolução da pobreza no país e o modo como ela incide sobre as crianças.

         De acordo com a Fundação Abrinq, que fez cálculos, a partir de dados do IBGE, 9 milhões de brasileiros entre zero e 14 anos do Brasil vivem em situação de extrema pobreza. O Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional do Ministério da Saúde (Sisvan) identificou, no ano retrasado, 207 mil crianças menores de cinco anos com desnutrição grave no Brasil.

         A mais recente pesquisa de Segurança Alimentar do IBGE, de 2013, apontava que uma a cada cinco famílias brasileiras tinha restrições alimentares ou preocupação com a possibilidade de não ter dinheiro para pagar comida.

         Se a pesquisa fosse feita hoje, a família da faxineira Marinalva Maria de Paula, de 57 anos, se enquadraria nessa condição. Com uma renda de R$ 360,00 mensais para três adultos e uma criança, ela se vê cotidianamente frente a decisões dramáticas: "Se eu pagar a prestação do apartamento ou a conta de água, não temos o que comer‖. [...]

         O fenômeno que acontece na casa da faxineira já havia sido identificado pelo Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) em 2008, quando um terço dos titulares do Bolsa Família declaravam em pesquisa que a alimentação da família piorava durante as férias escolares. [...]     

         Marinalva não consegue emprego formal há quatro anos. Ela está muito longe de atingir a renda mínima familiar, estimada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em R$ 4.214,62, para suprir sem carências as necessidades com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência dos quatro integrantes da casa. O valor, calculado em julho, equivale a aproximadamente quatro vezes o salário mínimo atual, de R$ 998,00.


    Fonte: IDOETA, Paula Adamo; SANCHES, Mariana. In: BBC News Brasil. 15 jul. 2019.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-48953335.

    Acesso em: 09 agost. 2019. (texto adaptado).

    Assinale a alternativa INCORRETA sobre o entendimento de ―insegurança alimentar‖, presente no 1º e 2º parágrafos, do texto II.
    Escolha uma alternativa para a questão 6467beee-fd
  • 604F829A-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Vocês não entendem por que queremos proteger nossa floresta? Perguntem-me, eu responderei! Nossos antepassados foram criados com ela no primeiro tempo. Desde então, os nossos se alimentam de sua caça e de seus frutos. Queremos que nossos filhos lá cresçam rindo. Queremos voltar a ser muitos e continuar a viver como nossos antigos. Não queremos virar brancos! Olhem para mim! Imito a sua fala como um fantasma e me embrulho em roupas para vir lhes falar. Porém, em minha casa falo em minha língua, caço na floresta e trabalho na minha roça. (...) Sou habitante da floresta e não deixarei de sê-lo. Assim é!

    Fonte: KOPENAWA, Davi; ALBERT, Bruce. A Queda do Céu: palavras de um xamã Yanomami. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.

    Na citação, o xamã yanomami, Davi Kopenawa, expressa sua visão sobre as atitudes dos brancos perante a floresta Amazônica e os povos indígenas. Com base na sua argumentação, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 604f829a-fd
  • F5D62F23-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    No trecho do segundo parágrafo “a ‘social comparison’ phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves”, a parte sublinhada tem função, no texto, de
    Escolha uma alternativa para a questão f5d62f23-fc
  • F5CF05BC-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    In the excerpt from the second paragraph “limiting such services might yield health benefits”, the underlined expression may be replaced, without meaning change, by
    Escolha uma alternativa para a questão f5cf05bc-fc
  • F5C4CE56-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    O trecho do primeiro parágrafo “Fewer than one in ten had an Instagram account” está ilustrado pela curva correspondente ao Instagram
    Escolha uma alternativa para a questão f5c4ce56-fc
  • F5C08A38-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    No trecho do primeiro parágrafo “of these users, more than half”, a expressão sublinhada refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão f5c08a38-fc
  • F5BD70E4-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    America’s social-media addiction is getting worse


    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Sources: Pew Research Centre; e Marketer)


       A survey in January and February 2019 from the Pew Research Centre, a think tank, found that 69% of American adults use Facebook; of these users, more than half visit the site “several times a day”. YouTube is even more popular, with 73% of adults saying they watch videos on the platform. For those aged 18 to 24, the figure is 90%. Instagram, a photo-sharing app, is used by 37% of adults. When Pew first conducted the survey in 2012, only a slim majority of Americans used Facebook. Fewer than one in ten had an Instagram account.

        Americans are also spending more time than ever on social-media sites like Facebook. There is evidence that limiting such services might yield health benefits. A paper published last year by Melissa Hunt, Rachel Marx, Courtney Lipson and Jordyn Young, all of the University of Pennsylvania, found that limiting social-media usage to 10 minutes a day led to reductions in loneliness, depression, anxiety and fear. Another paper from 2014 identified a link between heavy social-media usage and depression, largely due to a “social comparison” phenomenon, whereby users compare themselves to others and come away with lower evaluations of themselves. 

    (www.economist.com, 08.08.2019. Adaptado.)

    According to the first paragraph and the graphic images, nowadays the most popular social-media platform among American adults is
    Escolha uma alternativa para a questão f5bd70e4-fc
  • F5B9CEF2-FC

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine o quadrinho de Peter Steiner para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UNIFESP 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (https://condenaststore.com)

    It can be inferred from the phrase “On the Internet, nobody knows you’re a dog” that the dark dog is
    Escolha uma alternativa para a questão f5b9cef2-fc
  • F5B257E6-FC

    Português

    Análise sintática
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o trecho de uma carta de Charles Darwin ao biólogo Joseph Hooker em 11.01.1844. 


       Além de um interesse geral pelas terras meridionais, desde que retornei tenho me dedicado a um trabalho muito ambicioso que nenhum indivíduo que conheço deixaria de considerar muito bobo. Fiquei tão impressionado com a distribuição dos organismos nas Galápagos e com a natureza dos fósseis de mamíferos americanos, que resolvi recolher todo tipo de coisa que pudesse ter alguma relação com alguma espécie. Li montanhas de livros sobre agricultura e horticultura e não paro de coletar informações. Por fim surgiu uma luz, e estou quase convencido (ao contrário do que achava inicialmente) de que as espécies (é como confessar um homicídio) não são imutáveis. Deus me livre das bobagens de Lamarck como “tendência ao progresso”, “adaptações a partir do esforço dos animais”, — porém minhas conclusões não diferem muito das dele — embora a forma da mudança difira inteiramente — creio que descobri (que presunção!) a maneira simples pela qual as espécies se adaptam a várias finalidades.

    (Shaun Usher (org.). Cartas extraordinárias, 2014.) 
    “Deus me livre das bobagens de Lamarck como ‘tendência ao progresso’, ‘adaptações a partir do esforço dos animais’, — porém minhas conclusões não diferem muito das dele — embora a forma da mudança difira inteiramente — creio que descobri (que presunção!) a maneira simples pela qual as espécies se adaptam a várias finalidades.”

    No contexto em que se insere, o trecho sublinhado expressa ideia de
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    Português

    Interpretação de Textos
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia o trecho de uma carta de Charles Darwin ao biólogo Joseph Hooker em 11.01.1844. 


       Além de um interesse geral pelas terras meridionais, desde que retornei tenho me dedicado a um trabalho muito ambicioso que nenhum indivíduo que conheço deixaria de considerar muito bobo. Fiquei tão impressionado com a distribuição dos organismos nas Galápagos e com a natureza dos fósseis de mamíferos americanos, que resolvi recolher todo tipo de coisa que pudesse ter alguma relação com alguma espécie. Li montanhas de livros sobre agricultura e horticultura e não paro de coletar informações. Por fim surgiu uma luz, e estou quase convencido (ao contrário do que achava inicialmente) de que as espécies (é como confessar um homicídio) não são imutáveis. Deus me livre das bobagens de Lamarck como “tendência ao progresso”, “adaptações a partir do esforço dos animais”, — porém minhas conclusões não diferem muito das dele — embora a forma da mudança difira inteiramente — creio que descobri (que presunção!) a maneira simples pela qual as espécies se adaptam a várias finalidades.

    (Shaun Usher (org.). Cartas extraordinárias, 2014.) 
    Em termos figurados, a dimensão transgressora de sua teoria é reforçada por Darwin no seguinte trecho
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  • F5AC73C1-FC

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do poema “Os sapos”, de Manuel Bandeira.


    O sapo-tanoeiro

    [...]

    Diz: — “Meu cancioneiro

    É bem martelado.


    Vede como primo

    Em comer os hiatos!

    Que arte! E nunca rimo

    Os termos cognatos.


    O meu verso é bom

    Frumento sem joio.

    Faço rimas com

    Consoantes de apoio.


    Vai por cinquenta anos

    Que lhes dei a norma:

    Reduzi sem danos

    A formas a forma.


    Clame a saparia

    Em críticas céticas:

    Não há mais poesia

    Mas há artes poéticas...”


    (Estrela da vida inteira, 1993.)



    No trecho, o “sapo-tanoeiro” representa uma sátira aos
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    Português

    Pontuação
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Inconfiáveis cupins”, de Moacyr Scliar, para responder à questão.

       Havia um homem que odiava Van Gogh. Pintor desconhecido, pobre, atribuía todas suas frustrações ao artista holandês. Enquanto existirem no mundo aqueles horríveis girassóis, aquelas estrelas tumultuadas, aqueles ciprestes deformados, dizia, não poderei jamais dar vazão ao meu instinto criador.
       Decidiu mover uma guerra implacável, sem quartel, às telas de Van Gogh, onde quer que estivessem. Começaria pelas mais próximas, as do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
       Seu plano era de uma simplicidade diabólica. Não faria como outros destruidores de telas que entram num museu armados de facas e atiram-se às obras, tentando destruí-las; tais insanos não apenas não conseguem seu intento, como acabam na cadeia. Não, usaria um método científico, recorrendo a aliados absolutamente insuspeitados: os cupins.
       Deu-lhe muito trabalho, aquilo. Em primeiro lugar, era necessário treinar os cupins para que atacassem as telas de Van Gogh. Para isso, recorreu a uma técnica pavloviana. Reproduções das telas do artista, em tamanho natural, eram recobertas com uma solução açucarada. Dessa forma, os insetos aprenderam a diferenciar tais obras de outras.
       Mediante cruzamentos sucessivos, obteve um tipo de cupim que só queria comer Van Gogh. Para ele era repulsivo, mas para os insetos era agradável, e isso era o que importava.
       Conseguiu introduzir os cupins no museu e ficou à espera do que aconteceria. Sua decepção, contudo, foi enorme. Em vez de atacar as obras de arte, os cupins preferiram as vigas de sustentação do prédio, feitas de madeira absolutamente vulgar. E por isso foram detectados.
       O homem ficou furioso. Nem nos cupins se pode confiar, foi a sua desconsolada conclusão. É verdade que alguns insetos foram encontrados próximos a telas de Van Gogh. Mas isso não lhe serviu de consolo. Suspeitava que os sádicos cupins estivessem querendo apenas debochar dele. Cupins e Van Gogh, era tudo a mesma coisa.
    (O imaginário cotidiano, 2002.)
    Tendo em vista a ordem inversa da frase, verifica-se o emprego de vírgula para separar um termo que exerce a função de sujeito em:
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    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    UNIFESP · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica “Inconfiáveis cupins”, de Moacyr Scliar, para responder à questão.

       Havia um homem que odiava Van Gogh. Pintor desconhecido, pobre, atribuía todas suas frustrações ao artista holandês. Enquanto existirem no mundo aqueles horríveis girassóis, aquelas estrelas tumultuadas, aqueles ciprestes deformados, dizia, não poderei jamais dar vazão ao meu instinto criador.
       Decidiu mover uma guerra implacável, sem quartel, às telas de Van Gogh, onde quer que estivessem. Começaria pelas mais próximas, as do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
       Seu plano era de uma simplicidade diabólica. Não faria como outros destruidores de telas que entram num museu armados de facas e atiram-se às obras, tentando destruí-las; tais insanos não apenas não conseguem seu intento, como acabam na cadeia. Não, usaria um método científico, recorrendo a aliados absolutamente insuspeitados: os cupins.
       Deu-lhe muito trabalho, aquilo. Em primeiro lugar, era necessário treinar os cupins para que atacassem as telas de Van Gogh. Para isso, recorreu a uma técnica pavloviana. Reproduções das telas do artista, em tamanho natural, eram recobertas com uma solução açucarada. Dessa forma, os insetos aprenderam a diferenciar tais obras de outras.
       Mediante cruzamentos sucessivos, obteve um tipo de cupim que só queria comer Van Gogh. Para ele era repulsivo, mas para os insetos era agradável, e isso era o que importava.
       Conseguiu introduzir os cupins no museu e ficou à espera do que aconteceria. Sua decepção, contudo, foi enorme. Em vez de atacar as obras de arte, os cupins preferiram as vigas de sustentação do prédio, feitas de madeira absolutamente vulgar. E por isso foram detectados.
       O homem ficou furioso. Nem nos cupins se pode confiar, foi a sua desconsolada conclusão. É verdade que alguns insetos foram encontrados próximos a telas de Van Gogh. Mas isso não lhe serviu de consolo. Suspeitava que os sádicos cupins estivessem querendo apenas debochar dele. Cupins e Van Gogh, era tudo a mesma coisa.
    (O imaginário cotidiano, 2002.)
    Expressam ideia de negação e ideia de repetição, respectivamente, os prefixos das palavras
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