Questões do ENEM: Linguagens e nível médio

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8.516 questões encontradas. Mostrando a página 75 de 426.

  • A6879169-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

     

    Como uma onda

    1. Toda língua muda com o tempo. Por mais que isso pareça óbvio, vale a pena repetir. Basta comparar um texto escrito em português na Idade Média, ou em 1600, ou mesmo há cem anos com qualquer coisa publicada nos dias de hoje.

    2. As diferenças saltam aos olhos, e as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo.

    3. Lendo as gramáticas, a gente tem a impressão de que a língua está pronta e acabada, que ela pode até ter sofrido transformações no passado, mas que, agora, as regras estão fixadas para sempre. Mas isso é uma ilusão. 4. Enquanto tiver gente falando uma língua, ela vai sofrer variação e mudança, incessantemente. Os mesmos processos que fizeram a língua mudar no passado continuam em ação, fazendo a língua mudar neste exato momento em que você me lê. 5. Apesar dessa obviedade, a mudança linguística sempre foi encarada como um problema, uma coisa negativa, um sinal de ruína, decadência e corrupção da língua. 6. No entanto, a mudança é inevitável: tudo no universo, na natureza, na sociedade passa incessantemente por processos de mudança, de obsolescência, de reinvenção, de evolução... Por que só a língua teria de ficar parada no tempo e no espaço?

    7. Todas as demais instituições humanas sofrem mudança; por que a língua não sofreria? Na verdade, o melhor seria dizer: os falantes mudam a língua o tempo todo!

    (Marcos Bagno. Nada na língua é por acaso. São Paulo: Parábola, 2007, p 163-164).

    Analise o trecho seguinte: “as dificuldades de compreensão vão crescendo quanto mais a gente recua no tempo”. Considerando a relação do segmento destacado com o restante do texto, pode-se perceber a declaração de uma ‘mudança’, de caráter:
    Escolha uma alternativa para a questão a6879169-f4
  • A67AABAE-F4

    Português

    Coesão e coerência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A arte de escrever

    1. Há, portanto, uma arte de escrever, que é a produção de um texto escrito. Não é uma prerrogativa dos literatos, senão uma atividade social indispensável, para a qual falta, não obstante, muitas vezes, uma preparação preliminar adequada.

    2. A arte de falar, necessária à exposição oral, é mais fácil na medida em que se beneficia da prática da fala cotidiana, de cujos elementos parte, em princípio. O que há de comum, antes de tudo, entre a exposição oral e a escrita é a necessidade de uma boa composição, isto é, uma distribuição metódica e compreensiva de ideias.

    3. Impõe-se igualmente a visualização de um objetivo definido. Ninguém é capaz de escrever bem se não sabe bem sobre o que vai escrever. Justamente por causa disso, as condições para a escrita de um texto, no exercício da vida profissional ou no intercâmbio social amplo, são muito diversas das da redação escolar. A convicção do que vamos dizer, a importância que há em dizê-lo, o domínio de um assunto da nossa especialidade tiram da redação escolar o caráter negativo de mero exercício formal.

    4. Qualquer um de nós, senhor de um assunto é, em princípio, capaz de escrever sobre ele. Não há um dom inato, especial, para escrever, ao contrário do que muita gente pensa. Há apenas uma falta de preparação especial, que o esforço e a prática continuada e persistente vencem.

    5. Por outro lado, a arte de escrever, na medida em que consubstancia a nossa capacidade de expressão do pensar e do sentir, tem de firmar raízes na nossa própria personalidade e decorre, em grande parte, de um trabalho nosso para desenvolver a personalidade por este ângulo. [...]

    6. A arte de escrever precisa assentar numa atividade preliminar já radicada, que parte do ensino escolar e de um hábito de leitura inteligentemente conduzido. Depende muito, portanto, de nós mesmos, de uma disciplina mental adquirida pela autocrítica e pela observação cuidadosa do que outros, com bons resultados, escreveram.

    CAMARA, J. Mattoso. Manual de expressão oral e escrita. Petrópolis, Vozes, 1983. Adaptado.
    Considerando o núcleo da temática desenvolvida no Texto, foi decisiva para a coesão e a coerência do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão a67aabae-f4
  • A67236B6-F4

    Português

    Gêneros Textuais
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    A compreensão do Texto requer que o vejamos como um texto: 
    Escolha uma alternativa para a questão a67236b6-f4
  • A66C3107-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos


    Se você parar para pensar...


    1. Na correria do dia a dia, o urgente não vem deixando tempo para o importante. Essa constatação, carregada de estranha obviedade, obriga-nos quase a tratar como uma circunstância paralela e eventual aquela que deve ser considerada a marca humana por excelência: a capacidade de reflexão e consciência. Aliás, em alguns momentos, as pessoas usam até uma advertência (quando querem afirmar que algo não vai bem): “Se você parar para pensar...”

    2. Por que parar para pensar? Será tão difícil pensar enquanto continua fazendo outras coisas ou, melhor ainda, seria possível fazer sem pensar e, num determinado momento, ter de parar? Ora, pensar é uma atitude contínua, e não um evento episódico! Não é preciso parar – nem se deve fazê-lo – sob pena de romper com nossa liberdade consciente.

    3. O escritor francês Anatole França, um mestre da ironia e do ceticismo, dizia: “O pensamento é uma doença peculiar de certos indivíduos, que, ao propagar-se, em breve acabaria com a espécie”.

    4. Talvez “pensar mais” não levasse necessariamente ao “término da espécie”, mas, com muita probabilidade, dificultaria a presença daqueles, no mundo dos negócios e da comunicação, que só entendem e tratam as pessoas como consumidores vorazes e insanos. Talvez, um “pensar mais” nos levasse a gritar que basta de tantos imperativos. Compre! Olhe! Veja! Faça! Leia! Sinta! E a vontade própria e o desejo sem contornos? E a liberdade de decidir, escolher, optar, aderir? Será um basta do corpo e da mente que já não mais aguentam tantas medicinas, tantas dietas compulsórias, tantas ordens da moda e admoestações da mídia; corpo e mente que carecem, cada dia mais, de horas de sono complementares, horas de lazer suplementares e horas de sossego regulamentares, quase esgotados na capacidade de persistir, combater e evitar o amortecimento dos sentidos e dos sonhos pessoais e sinceros. Essa demora em “pensar mais”, esse retardamento da reflexão como uma atitude continuada e deliberada, vem produzindo um fenômeno quase coletivo: mais e mais pessoas querendo desistir, com vontade imensa de mudar de vida, transformar-se, livrando-se das pequenas situações que as torturam, que as amarguram, que as esvaem. Vêm à tona impulsos de romper as amarras da civilização e partir, céleres, em direção ao incerto, ao sedutor repouso oferecido pela irracionalidade e pela inconsequência. Cansaço imenso de um grande sertão com diminutas veredas? (...)

    5. Pouco importa, dado que ser humano é ser capaz de dizer “não” ao que parece não ter alternativa. Apesar dos constrangimentos e da tentativa de sequestro da nossa subjetividade, pensar não é, de fato, crime e, por isso, não se deve parar.

    (CORTELLA, Mário Sérgio. Folha de S. Paulo, maio de 2001. Adaptado)

    O argumento principal do Texto é explicitado no seguinte trecho:
    Escolha uma alternativa para a questão a66c3107-f4
  • DFA5E6F3-F4

    Literatura

    Escolas Literárias
    UEG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Literatura, UEG 2019, Escolas Literárias

    VERMEER, Johannes. La Latière vers (1660). In. Beaux Arts & hors - série Vermeer et les maîtres de la peinture hollandaise. Paris, 2017. p. 43. Acesso em: 12 mar. 2019. 




    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. 

    ALENCAR, José de. Iracema. São Paulo: Saraiva, 2006. p. 15.
    Relativamente ao modo como as personagens femininas são vislumbradas e construídas, tanto na pintura de Vermeer quanto no romance de Alencar, tem-se o seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão dfa5e6f3-f4
  • DF95E61E-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos

    O enunciado “É uma espécie de ‘inatenção polida’” contém uma forma de modalização discursiva na qual o autor apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão df95e61e-f4
  • DF8F4B64-F4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha a seguir.

    Imagem da questão de Português, UEG 2019, Interpretação de Textos


    A conversa estabelecida pelas personagens nos quadrinhos

    Escolha uma alternativa para a questão df8f4b64-f4
  • 1D9CE2CE-F3

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em Dobro


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul 2019, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação


    Fonte: MILMAN, Tulio. Em dobro. Jornal Zero Hora,

    edição de 30/06/14, p.2.


    Para responder à questão, considere as palavras sublinhadas na seguinte frase:


    Se comoveu com a do mendigo, com bondade seu pelo que não tem desapego ( ℓ .22-23).


    Analisando a estrutura dessas palavras, constata-se que


    I → ambas foram derivadas de adjetivos.

    II → um sufixo contribui para a formação de bondade.

    III → um prefixo contribuiu para a formação de desapego.


    Está(ão) correta(s)


    Escolha uma alternativa para a questão 1d9ce2ce-f3
  • 1D96DB0F-F3

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em Dobro


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul 2019, Interpretação de Textos


    Fonte: MILMAN, Tulio. Em dobro. Jornal Zero Hora,

    edição de 30/06/14, p.2.


    Na frase O mendigo a mendigar (ℓ.11), mendigo e mendigar pertencem à mesma família de palavras, assim como os vocábulos apresentados nas alternativas a seguir. Assinale a alternativa com a palavra que pode ser usada como sinônimo de pois mendigo expressa a noção de agente.
    Escolha uma alternativa para a questão 1d96db0f-f3
  • 1D9305BA-F3

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em Dobro


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul 2019, Coesão e coerência


    Fonte: MILMAN, Tulio. Em dobro. Jornal Zero Hora,

    edição de 30/06/14, p.2.


    No texto, entende-se que o segmento (ℓ. 9) os locais se refere
    Escolha uma alternativa para a questão 1d9305ba-f3
  • 1D832612-F3

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em Dobro


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Farroupilha - Rio Grande do Sul 2019, Interpretação de Textos


    Fonte: MILMAN, Tulio. Em dobro. Jornal Zero Hora,

    edição de 30/06/14, p.2.


    Considerando o ponto de vista do autor e as interações entre os personagens, infere-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 1d832612-f3
  • 000CFC81-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para a questão.

    Why Orwell’s 1984 could be about now
    By Jean Seaton - 7 May 2018

        The book, with its disorientating first sentence, “It was a bright cold day in April, and the clocks were striking thirteen”, defines the peculiar characteristics of modern tyranny. In 1984 television screens watch you, and everyone spies on everyone else. Today it is social media that collects every gesture, purchase, comment we make online, and feeds an omniscient presence in our lives that can predict our every preference. Modelled on consumer choices, where the user is the commodity that is being marketed, the harvesting of those preferences for political campaigns is now distorting democracy.

        But the greatest horror in Orwell’s dystopia is the systematic stripping of meaning out of language. The regime aims to eradicate words and the ideas and feelings they embody. Its real enemy is reality. Tyrannies attempt to make understanding the real world impossible: seeking to replace it with phantoms and lies.

    (Adaptado de: http://www.bbc.com/culture/story/ 20180507-why-orwells-1984-could-be-about-now - Acessado em: 11/03/2019.
    . A partir da leitura do segundo parágrafo do texto, pode-se concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 000cfc81-f0
  • 00044270-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o cartum a seguir para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (https://www.gocomics.com/working-daze/2019/03/09 - Acessado em: 10/03/2109.)
    A personagem do meio baseia seu pedido à Dana
    Escolha uma alternativa para a questão 00044270-f0
  • FFF898A1-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para responder à questão.
    How INTERPOL supports Brazil to tackle international crime

        Brazil is the largest South American country, with 16,000 km of land border and 8,000 km of coastline to protect against incoming crime. Its geographic location at the heart of the Americas, and its numerous maritime ports sitting on transshipment routes to global markets, make it attractive to organized crime.

        The capacity to take investigations beyond this vast expanse of territory to work with police forces the world over is crucial to safeguarding Brazilian national security.

        The INTERPOL National Central Bureau (NCB) in Brasilia plays a fundamental role in protecting the country’s economy, institutions and businesses against global crime.

    (Adaptado de: https://www.interpol.int/Who-we-are/ Member-countries/Americas/BRAZIL - Acessado em: 05/03/2019.)
    O texto afirma que o Brasil é “atraente para o crime organizado”. Assinale a alternativa que apresenta a melhor justificativa para essa afirmação, segundo as informações do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão fff898a1-f0
  • FFF4484B-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir para responder à questão.
    How INTERPOL supports Brazil to tackle international crime

        Brazil is the largest South American country, with 16,000 km of land border and 8,000 km of coastline to protect against incoming crime. Its geographic location at the heart of the Americas, and its numerous maritime ports sitting on transshipment routes to global markets, make it attractive to organized crime.

        The capacity to take investigations beyond this vast expanse of territory to work with police forces the world over is crucial to safeguarding Brazilian national security.

        The INTERPOL National Central Bureau (NCB) in Brasilia plays a fundamental role in protecting the country’s economy, institutions and businesses against global crime.

    (Adaptado de: https://www.interpol.int/Who-we-are/ Member-countries/Americas/BRAZIL - Acessado em: 05/03/2019.)
    As medidas de 16 mil quilômetros e 8 mil quilômetros, no texto, referem-se
    Escolha uma alternativa para a questão fff4484b-f0
  • FFF066DD-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o trecho do resumo de um artigo relacionado ao uso de agrotóxicos na agricultura brasileira para responder à questão.

         The intensive use of pesticides in Brazilian agriculture is a public health issue due to contamination of the environment, food and human health poisoning. The study aimed to show the spatial distribution of the planted area of agricultural crops, the use of pesticides and related health problems, as a Health Surveillance strategy. We obtained data from the planted area of 21 predominant crops, indicators of the consumption of pesticides per hectare for each crop and health problems. The amount of pesticides used in the Brazilian municipalities was spatially distributed and correlated with the incidence of pesticides poisoning: acute, sub-acute and chronic. The health problems showed positive and significant correlations with pesticide use.

    (Adaptado de: http://www.scielo.br/scielo.php?pid= S1413-81232017021003281&script=sci_abstract&tlng=en - Acessado em: 07/03/2019.)
    O objetivo do estudo apresentado era
    Escolha uma alternativa para a questão fff066dd-f0
  • FFEA9F10-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Considere o trecho do resumo de um artigo relacionado ao uso de agrotóxicos na agricultura brasileira para responder à questão.

         The intensive use of pesticides in Brazilian agriculture is a public health issue due to contamination of the environment, food and human health poisoning. The study aimed to show the spatial distribution of the planted area of agricultural crops, the use of pesticides and related health problems, as a Health Surveillance strategy. We obtained data from the planted area of 21 predominant crops, indicators of the consumption of pesticides per hectare for each crop and health problems. The amount of pesticides used in the Brazilian municipalities was spatially distributed and correlated with the incidence of pesticides poisoning: acute, sub-acute and chronic. The health problems showed positive and significant correlations with pesticide use.

    (Adaptado de: http://www.scielo.br/scielo.php?pid= S1413-81232017021003281&script=sci_abstract&tlng=en - Acessado em: 07/03/2019.)
    De acordo com o texto, o uso intensivo de agrotóxicos
    Escolha uma alternativa para a questão ffea9f10-f0
  • FF5452C4-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício 
    Márcio Seligmann-Silva

        [...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

        Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

        A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

        O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

        Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

        Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

        Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

        Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

         [...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

        Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
        O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

    (Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.) 
    “Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.”

    O trecho acima, em meio a um poético jogo de palavras dos universos do som e do silêncio, faz uma dura crítica, segundo a qual a humanidade:
    Escolha uma alternativa para a questão ff5452c4-f0
  • FF4B86C6-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício 
    Márcio Seligmann-Silva

        [...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

        Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

        A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

        O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

        Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

        Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

        Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

        Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

         [...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

        Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
        O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

    (Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.) 
    “Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.”

    Em outras palavras, buscando anular o medo da finitude, a humanidade:
    Escolha uma alternativa para a questão ff4b86c6-f0
  • FF3FC312-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício 
    Márcio Seligmann-Silva

        [...] Aparentemente, a marcha incontornável da humanidade em direção ao precipício (em regimes capitalistas puros, nos de capitalismo de Estado e nos que tentaram, de modo infeliz, a ditadura dos partidos comunistas) não pode ser alterada sem um levante de uma população que, lamentavelmente, parece cada vez mais fascinada pelo mundo da técnica dos gadgets.

        Como no mito dos lemingues que se suicidam no mar, nossa espécie supostamente racional faria algo semelhante por meios mais “sofisticados”. [...]

        A chamada “força do mercado”, esse “quarto poder” que efetivamente manda e desmanda no mundo, está calcada nesse modelo de técnica predadora sem o qual as indústrias (e suas ações no mercado) não existiriam. O capitalismo se alimenta da Terra, mas desconsidera que esta mesma Terra é finita e está sendo exaurida.

        O filósofo Hans Jonas dedicou os últimos anos de sua longa vida (1903- 1993) à construção de uma nova ética da responsabilidade à altura desses desafios contemporâneos. Ele afirmava que “não temos o direito de hipotecar a existência das gerações futuras por conta de nosso comodismo” e propôs uma virada.

        Ao invés de construir um modelo calcado no presente, com o objetivo do viver bem e da felicidade conectados ao aqui e agora, estabeleceu o desafio de construir uma ética do futuro: da destruição da casa-Terra, ele deduz o imperativo de salvar essa morada para garantir a possibilidade de vida futura.

        Em vez de apostar no modelo liberal do progresso infinito a qualquer custo ou de acreditar na promessa revolucionária que traria de um golpe o “paraíso sobre a Terra?” ele aposta em um “summum bonum” moderado, modesto, o único possível para a nossa sobrevivência. Fala de um “princípio de moderação”, reconhecendo que a conta deveria ser paga pelos que mais possuem.

        Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo já sem muito tempo de sobrevida, tornou-se o nosso tempo. Sua “heurística do medo” — a saber, uma pedagogia da humanidade que se transformaria a partir do confronto com a visão medonha de seu fim muito próximo — soa ainda poderosa, mas um tanto inocente, mesmo reconhecendo que suas ideias influenciaram protocolos como o Acordo de Paris, de 2015.

        Observando a sequência de crimes socioambientais, parece que essa heurística não está rendendo frutos. Não aprendemos com as catástrofes, e isso nos levará, caso não alteremos nosso curso, à catástrofe final. Ou seja, a emoção do medo do Armagedom está sendo vencida pela razão instrumental e sua promessa (distópica) de transformar a natureza em mercadoria.

         [...] Um lamentável e terrível exemplo da situação em que nos encontramos em termos dessa submissão a um determinado modelo liberal associado a uma técnica espoliadora e destrutiva é justamente o que acaba de ocorrer com o rompimento da barragem da empresa Vale em Brumadinho (MG).

        Apenas a arrogância fáustica, a hybris que cega, o sentimento de onipotência podem justificar que essa barragem (como tantas outras) tenha sido construída logo acima de uma área urbana e das instalações dos funcionários da empresa. Novamente a situação de risco associada a esse tipo de tecnologia ficou exposta. Os alarmes que não soaram reproduzem o silêncio da humanidade diante das repetidas manifestações da violência da técnica.
        O cerne do capitalismo é o lucro e isso explica, nesse caso e em outros, tudo de modo simples e direto. O crime de Brumadinho deve ultrapassar 300 vítimas fatais diretas, fora a destruição de toda uma região habitada também por pescadores, ribeirinhos e indígenas pataxó que dependiam diretamente do rio Paraopeba para a sua sobrevivência. Se pensarmos nos inúmeros atingidos, apenas no Brasil, por barragens (de mineradoras e de hidroelétricas), fica claro que não se trata apenas de uma questão de “barragem a montante”.

    (Adaptado de “A técnica na sofisticada marcha da humanidade em direção ao precipício”, publicado na FOLHA DE S.PAULO, em 17/02/19, pelo Prof. Dr Márcio Seligmann-Silva, titular de teoria literária do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp.) 
    O trecho a seguir propõe ao leitor um jogo semântico com a palavra “tempo”.

    “Hoje, podemos dizer que esse futuro que ele desenhava, ou seja, esse tempo (1) já sem muito tempo (2) de sobrevida, tornou-se o nosso tempo (3).”

    A alternativa que mais bem interpreta, na ordem, os sentidos dessa expressão é:
    Escolha uma alternativa para a questão ff3fc312-f0