Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil
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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 105 de 237.
2CF2621F-A6 Esquecidos de que não se encontravam em casa, passaram a noite em busca de si mesmos numa centena de canais. Desculpe, cento e doze.GIFFONI, L. Os canibais da notícia. In: O acaso abre portas. Belo Horizonte: Abacate, 2014. p. 49.Considerando-se as relações entre o título e o enredo da crônica “Os canibais da notícia”, os protagonistas são2CD6A8A8-A6 Português
Interpretação de TextosUEMG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosImagine alguém contando essa historinha: “Depois de receber uma premagem, o ludâmbulo desligou o lucivelo, colocou o focale, chamou o cinesíforo e foi ao local da runimol de que teve notícia por um amigo alvissareiro”. Assim seria contada essa historinha se se tivesse adotado a proposta de Antônio Castro Lopes, filólogo que viveu de 1827 a 1901. Os neologismos que ele propôs, como ludâmbulo, focalo e cinesíforo não pegaram. Então podemos contar hoje a mesma historinha assim: “Depois de receber uma massagem, o turista desligou o abajur, colocou o cachecol, chamou o motorista e foi ao local da avalanche de que teve notícia por um amigo repórter”. Acho muito estranho nessas palavras a proposta de usar “alvissareiro” em vez de repórter. Alvíssaras é uma palavra sempre relacionada a boas notícias, o que não é bem o caso da maioria do que ouvimos ou lemos dos repórteres.BENEDITO, M. Disponível em: <https://blogdaboitempo.com.br/2016/03/11/chato-cricri-ezung-zung/>. Acesso em: 03 out. 2016. (Adaptado).No fragmento, o autor questiona o emprego do termo “alvissareiro” por considerá-lo
2CCFCE68-A6 Português
Gêneros TextuaisUEMG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão refere-se ao texto a seguir.
Diário alienígena
Continuo sem entender muito bem. Hoje passou por mim um ser de sexo indefinido, que me deixou ainda mais confuso. Seu aspecto era muito estranho. Tinha um rosto delicado, um nariz pequeno, os lábios bem delineados, mas não muito grossos, formando, no conjunto, o que aqui se chama de mulher bonita. Os cabelos, muito escuros e lisos, eram também femininos, compridos, bem tratados e lustrosos. Mas, assim que se fechava em ponta a linha do queixo, dava-se a transformação: o pescoço, largo e musculoso, era estriado de veias, parecendo inflado a ponto de rebentar. O tronco, imenso e forte, abria-se para os lados em braços espetaculares, rígidos, com gigantescos nós de músculos sobrepondo-se uns aos outros e formando uma curva um pouco semelhante à que encontramos em certos primatas. As pernas eram igualmente brutais, levemente arqueadas devido ao volume dos músculos, dando ao andar uma cadência que em tudo se parecia com o dos seres do outro sexo.Já havia visto algumas criaturas um tanto indefinidas por aqui, mas esta me pareceu um exemplo extremo. Não pude classificá-la. Aliás, tenho tido grande dificuldade para fazer as classificações. Tudo me parece de difícil compreensão. Esse pequeno território que nos serve de amostragem traz incoerências que me deixam atônito. Para dizer a verdade, as contradições são muitas, infinitas, não tendo havido ainda um registro lógico capaz de explicar tantas coisas de que já lhe falei, como as discrepâncias na ocupação do espaço, para dar apenas um exemplo.Mas a verdade é que, de todos os absurdos a que tenho assistido nesse primeiro contato, nenhum me deixou mais espantado do que o seguinte: como civilização razoavelmente evoluída em termos tecnológicos, eles parecem ter centrado boa parte de sua pesquisa científica na busca do conforto. Inventaram pequenos aparelhos, bastante engenhosos, que lhes facilitam a vida, tornando-os cada vez mais ociosos e aos quais dão nomes variados, como automóveis, computadores, celulares, controle remoto etc. Tudo parece ter sido inventado com um único objetivo: o de leválos a fazer menos esforço físico. Pois muito bem: você acredita que, nas chamadas horas de lazer, eles correm pelas ruas feito loucos, de um lado para o outro, suando em bicas, sem parecer querer chegar a lugar algum? E mais: concentram-se também em locais que chamam de academias e lá se dedicam, sozinhos ou em grupos, às tarefas mais extenuantes e inúteis, muitas vezes atados a aparelhos de tortura, os quais parecem buscar por livre vontade, e não forçados, como já vimos acontecer com outros povos bárbaros. Chegam a caminhar sobre esteiras, sem sair do lugar! Não lhe parece o maior dos absurdos?Bem, continuarei observando e tentando entender. Espero estar de volta em breve, na paz de nossa querida Andrômeda – e longe deste planeta louco.SEIXAS, H. In: Novos contos mínimos. Disponível em: <http://heloisaseixas.com.br/diario-deum-marciano>. Acesso em: 02 out. 2016.
Com a finalidade de explorar determinados efeitos de sentido, o título da crônica faz referência ao gênero textual ‘diário’. Constitui uma característica desse gênero presente no texto36BB4B97-42 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFGV · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
According to the information in the article, Kartik Sunagar and Yehu Moran36B5F65F-42 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFGV · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
With respect to evolutionary pressure, which of the following is most supported by the information in the article?367C18B1-42 Português
Figuras de LinguagemFGV · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosPor que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração!
Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”.
Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015.
O trecho em que se pode apontar a elipse de um substantivo anteriormente mencionado é:3497FBF9-3B Português
Interpretação de TextosUFPR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLivro e futebolO leitor a quem se dirige esse livro não é evidente: em geral, quem vive o futebol não está interessado em ler sobre ele mais do que a notícia de jornal ou revista, e quem se dedica a ler livros e especulações poucas vezes conhece o futebol por dentro. Pierre Bourdieu observa, por exemplo, que a sociologia esportiva é desdenhada pelos sociólogos e menosprezada pelos envolvidos com o esporte. A observação pode valer também para ensaios como este aqui, embora ele não seja do gênero sociológico. No limite, a onipresença do jogo de bola soa abusiva e irrelevante para quem acompanha a discussão cultural. Assim, mais do que um desconhecimento recíproco entre as partes, pode-se falar, de fato, de uma dupla resistência. Viver o futebol dispensa pensá-lo, e, em grande parte, é essa dispensa que se procura nele. Os pensadores, por sua vez, à esquerda ou à direita, na meia ou no centro, têm muitas vezes uma reserva contra os componentes anti-intelectuais e massivos do futebol, e temem ou se recusam a endossá- los, por um lado, e a se misturar com eles, por outro. Tudo isso, por si só, já daria um belo assunto: o futebol como o nó cego em que a cultura e a sociedade se expõem no seu ponto ao mesmo tempo mais visível e invisível. E esse não deixa de ser o tema deste livro, que talvez possa interessar a quem esteja disposto a lê-lo independentemente de conhecer o futebol ou de ser ou não “intelectual”.Não é incomum, também, que intelectuais vivam intensamente o futebol, sem pensá-lo, e que resistam, ao mesmo tempo, a admiti-lo na ordem do pensamento. Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só. [...](José Miguel Wisnik. Veneno Remédio: o Futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.)“Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só”. Com isso, o autor reconhece que:1. é desejável pensar o esporte por outro viés que não seja aquele permeado por admiração e paixão.2. admitir o futebol na ordem do pensamento significa fazer do torcedor apaixonado uma pessoa capaz de refletir sobre seus pontos positivos e negativos.3. há intelectuais que, mesmo não admitindo que possam haver abordagens intelectualizadas do futebol, são torcedores fervorosos.4. o torcedor apaixonado é aquele que prefere pensar o futebol na sua expressão cultural e, portanto, é o que congrega as características de leitor preferencial do livro.Assinale a alternativa correta.612D4F01-30 Inglês
Pronome relativo | Relative clausesPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
In picture 3, the pronoun “that” could have been omitted without a change in meaning. Mark the alternative in which “that” can NOT be omitted.
61277225-30 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
De acordo com os quadrinhos 5, 6 e 8, Mafalda demonstra estar, respectivamente,612088C4-30 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
After reading the text, one can conclude that Shakespeare’s works became evident due to his
611DA204-30 Inglês
Aspectos linguísticos | Linguistic aspectsPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
The pairs of phrases below belong to the same semantic field, EXCEPT for
611ADC32-30 Inglês
Voz Ativa e Passiva | Passive and Active VoicePUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
INSTRUCTION: To answer question, consider the passage below (lines 24-26).
In London, they are also creating a 37-screen pop-up cinema, one screen to showcase each of Shakespeare’s plays.
The correct alternative to demonstrate the passive voice structure for the sentence above is
6117A0D9-30 Inglês
Sinônimos | SynonymsPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
In the text, the word “scribbled” (line 40) is closest in meaning to6114A20C-30 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
The word “except” (line 23) could be replaced, without a change in its meaning, by6111DBE1-30 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
INSTRUCTION: Read text 1 and the statements about it to solve question .
I. Shakespeare died in his early 50s.
II. Stratford is one of the places where Shakespeare dwelled in.
III. People from Stratford believe Shakespeare to have been loyal to the city.
IV. Every theater around Great Britain will be praising Shakespeare throughout 2016.
60F27B5C-30 Português
Interpretação de TextosPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão, tenha como base o excerto da obra Quincas Borba, de Machado de Assis, e seu contexto.
Rubião achou um rival no coração de Quincas Borba, – um cão, um bonito cão, meio tamanho, pelo cor de chumbo, malhado de preto. Quincas Borba levava-o para toda parte, dormiam no mesmo quarto. De manhã, era o cão que acordava o senhor, trepando ao leito, onde trocavam as primeiras saudações. Uma das extravagâncias do dono foi dar-lhe o seu próprio nome; mas, explicava-o por dois motivos, um doutrinário, outro particular.
– Desde que Humanitas, segundo a minha doutrina, é o princípio da vida e reside em toda a parte, existe também no cão, e este pode assim receber um nome de gente, seja cristão ou muçulmano...
– Bem, mas por que não lhe deu antes o nome de Bernardo, disse Rubião com o pensamento em um rival político da localidade.
– Esse agora é o motivo particular. Se eu morrer antes, como presumo, sobreviverei no nome do meu bom cachorro. Ris-te, não?
Rubião fez um gesto negativo.
– Pois devias rir, meu querido. Porque a imortalidade é o meu lote ou o meu dote, ou como melhor nome haja. Viverei perpetuamente no meu grande livro. Os que, porém, não souberem ler, chamarão Quincas Borba ao cachorro, e...
O cão, ouvindo o nome, correu à cama. Quincas Borba, comovido, olhou para Quincas Borba: – Meu pobre amigo! meu bom amigo! meu único amigo!
Com relação à biografia de Machado de Assis, é correto afirmar:60ECD449-30 Português
Interpretação de TextosPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão, tenha como base a tirinha As cobras, de Luis Fernando Verissimo.

Com base na tirinha e no contexto de seu autor, assinale a única alternativa INCORRETA:
60E9F9AF-30 Português
Interpretação de TextosPUC - RS · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosINSTRUÇÃO: Para responder à questão, leia o excerto do poema “Borboleta morta”, de Alberto de Oliveira, e preencha os parênteses com V para verdadeiro e F para falso.
Abrindo as asas, – leve fantasia
Da primavera quando despertava,
Sonho dos campos, – ao nascer do dia
De trecho em trecho a borboleta voava.
(...)
Ia e vinha, volteava no ar, arfando,
Descia às flores e, num torvelinho
De pétalas e pólen doidejando,
Ruflava as asas como um passarinho.
E voava. Os vossos olhos, entretanto,
Viam-na, e quando junto da janela
Passava acaso, enchendo-se de espanto:
–“Lá vai!” – disseram, enlevados nela.
“Lá vai! tão grande! tão azul! tão linda!
Apanhemo-la” – Assim foi que a tivestes;
E a esforçar por ser livre, vendo-a ainda,
A sacudir as pequeninas vestes,
Mão bárbara e cruel, mão feminina
De atro estilete segurando na haste
Como que vibra, lâmina assassina,
O peito, sem piedade, lhe varaste” (...)
( ) O poeta utiliza-se de imagens que revelam a delicadeza do voo da borboleta.
( ) O uso de aliterações pode também ser encontrado no poema, recurso que auxilia na construção sonora do bater das asas da borboleta.
( ) O poeta humaniza, em diversos momentos, a borboleta.
( ) A fragilidade da borboleta é presa fácil à mão humana, e o inseto não oferece qualquer tipo de resistência.
( ) O poeta suaviza a morte da borboleta com a utilização de eufemismos, técnica comum no movimento simbolista.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
22B46392-30 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosBorn on April 15, 1452, in Vinci, Italy, Leonardo da Vinci was the son of a prominent attorney notary and a young peasant girl. Born out of wedlock, he was raised by his father, Ser Piero, and several stepmothers.
His early years were spent living on his father’s family estate in Vinci. Beyond basic reading, writing and mathematical skills, da Vinci did not receive much of a formal education. Recognizing his potential as an artist, his father sent him at the age of 14 or 15 to apprentice with sculptor and painter Andrea del Verrocchio of Florence.
He spent six years honing his technical skills, including metalworking, leather arts, carpentry, drawing and sculpting, and became a member of the Guild of Saint Luke by the age of 20. He remained with Verrocchio until he became an independent master in 1478. Around that time, he took on his first commissioned work, The Adoration of the Magi, for Florence’s San Donato, a Scopeto monastery, but departed for Milan the following year, leaving the painting unfinished. It has been in the Uffizi Gallery in Florence since 1670.
Leonardo was, and is, renowned primarily as a painter. Among his works, the Mona Lisa is the most famous and most parodied portrait and The Last Supper the most reproduced religious painting of all time, with their fame approached only by Michelangelo's The Creation of Adam. Leonardo's drawing of The Vitruvian Man, based on the correlations of ideal human proportions with geometry described by the ancient Roman architect Vitruvius, is also regarded as a cultural icon, being reproduced on items as varied as the euro coin, textbooks, and T-shirts.
Leonardo is also revered for his technological ingenuity. In the early 1490s, he began chronicling his thoughts about painting, architecture, mechanics and human anatomy. These notebooks contained wide-ranging ideas, including plans for a “flying machine,” bicycle and drawings of a fetus in the womb and the human skeleton.
His interests and intellect traversed so many disciplines that he symbolized the term “Renaissance Man”. Unfortunately, these notebooks were not published and his ideas did not advance scientific understanding in the Renaissance period.
Today, Leonardo is widely recognized as one of the most diversely talented individuals ever to have lived.
(Adapted form: http://www.livescience.com/39355-leonardo-da-vinci.html)
According to the text,22B1911E-30 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionPUC - Campinas · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosBorn on April 15, 1452, in Vinci, Italy, Leonardo da Vinci was the son of a prominent attorney notary and a young peasant girl. Born out of wedlock, he was raised by his father, Ser Piero, and several stepmothers.
His early years were spent living on his father’s family estate in Vinci. Beyond basic reading, writing and mathematical skills, da Vinci did not receive much of a formal education. Recognizing his potential as an artist, his father sent him at the age of 14 or 15 to apprentice with sculptor and painter Andrea del Verrocchio of Florence.
He spent six years honing his technical skills, including metalworking, leather arts, carpentry, drawing and sculpting, and became a member of the Guild of Saint Luke by the age of 20. He remained with Verrocchio until he became an independent master in 1478. Around that time, he took on his first commissioned work, The Adoration of the Magi, for Florence’s San Donato, a Scopeto monastery, but departed for Milan the following year, leaving the painting unfinished. It has been in the Uffizi Gallery in Florence since 1670.
Leonardo was, and is, renowned primarily as a painter. Among his works, the Mona Lisa is the most famous and most parodied portrait and The Last Supper the most reproduced religious painting of all time, with their fame approached only by Michelangelo's The Creation of Adam. Leonardo's drawing of The Vitruvian Man, based on the correlations of ideal human proportions with geometry described by the ancient Roman architect Vitruvius, is also regarded as a cultural icon, being reproduced on items as varied as the euro coin, textbooks, and T-shirts.
Leonardo is also revered for his technological ingenuity. In the early 1490s, he began chronicling his thoughts about painting, architecture, mechanics and human anatomy. These notebooks contained wide-ranging ideas, including plans for a “flying machine,” bicycle and drawings of a fetus in the womb and the human skeleton.
His interests and intellect traversed so many disciplines that he symbolized the term “Renaissance Man”. Unfortunately, these notebooks were not published and his ideas did not advance scientific understanding in the Renaissance period.
Today, Leonardo is widely recognized as one of the most diversely talented individuals ever to have lived.
(Adapted form: http://www.livescience.com/39355-leonardo-da-vinci.html)
Which of the paintings below was NOT authored by Leonardo da Vinci?