Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 237.

  • C79314C0-74

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXT 3

    A pandemic of change?

    Many researchers and wildlife organizations are urging scientists to use this unprecedented time for a close examination of the impact of human activity on the natural world. They argue that the information that researchers gather during this time could help improve conservation and biodiversity efforts.

    It may also improve their ability to predict global environmental changes and potential cases of zoonoses, the transmission of disease from animals to humans. This could save millions of human lives, and economic losses, going forward.

    Realistically, it will take years to assess exactly how the COVID-19 pandemic has affected wildlife, the environment, and the climate. Moreover, the impact of the pandemic on the natural world is unlikely to be linear. Research suggests that a reduction in some pollutants, including nitrogen oxides, may result in the rise of others, such as ozone.

    Understanding how this pandemic has changed humans’ relationship with nature may be just as complex. But for now, these positive changes may be enough to give some people, and Mother Nature, the hope of a better future.

    Avaiable from: <https://www.medicalnewstoday.com/articles/how-covid-19-has-changed-the-face-of-the-natural-world#A-pandemic-of-change?> Access: 10 Oct. 2021. Adapted.


    According to the article, up to the moment, the consequences of COVID-19 on the environment:

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  • D8445207-73

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Nun´Álvares Pereira


    Que auréola te cerca?

    É a espada que, volteando,

    Faz que o ar alto perca

    Seu azul negro e brando.


    Mas que espada é que, erguida,

    Faz esse halo no céu?

    É Excalibur, a ungida,

    Que o Rei Artur te deu.


    ´Sperança consumada, S

    . Portugal em ser,

    Ergue a luz da tua espada

    Para a estrada se ver!

    Fernando Pessoa. In: “A Coroa”, Parte I, Mensagem


    A primeira parte de Mensagem, organizada como um correlativo poético do Brasão das Armas de Portugal, perfila uma série de figuras míticas e históricas que teriam sido responsáveis pela formação nacional portuguesa. A seleção de Nun´Álvares Pereira para ocupar o lugar da Coroa 

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  • D835D11A-73

    Português

    Interpretação de Textos
    USP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    LEIA OS SEGUINTES TEXTOS DE MACHADO DE ASSIS PARA RESPONDER À QUESTÃO.


    I.

            Suave mari magno*

    Lembra-me que, em certo dia,

    Na rua, ao sol de verão,

    Envenenado morria

            Um pobre cão.


    Arfava, espumava e ria,

    De um riso espúrio e bufão,

    Ventre e pernas sacudia

            Na convulsão.


    Nenhum, nenhum curioso

    Passava, sem se deter,

            Silencioso,


    Junto ao cão que ia morrer,

    Como se lhe desse gozo

            Ver padecer.

                                                    Machado de Assis. Ocidentais


    *Expressão latina, retirada de Lucrécio (Da natureza das coisas), a qual aparece no seguinte trecho: Suave, mari magno, turbantibus aequora ventis/ E terra magnum alterius spectare laborem. (“É agradável, enquanto no mar revoltoso os ventos levantam as águas, observar da terra os grandes esforços de um outro.”). 


    II.

        Tão certo é que a paisagem depende do ponto de vista, e que o melhor modo de apreciar o chicote é ter-lhe o cabo na mão.

    Machado de Assis. Quincas Borba, cap. XVIII.


    III.

         Sofia soltou um grito de horror e acordou. Tinha ao pé do leito o marido:

          – Que foi? perguntou ele.

          – Ah! respirou Sofia. Gritei, não gritei?

                                         (...)

       – Sonhei que estavam matando você. Palha ficou enternecido. Havê-la feito padecer por ele, ainda que em sonhos, encheu-o de piedade, mas de uma piedade gostosa, um sentimento particular, íntimo, profundo, – que o faria desejar outros pesadelos, para que o assassinassem aos olhos dela, e para que ela gritasse angustiada, convulsa, cheia de dor e de pavor.

    Machado de Assis. Quincas Borba, cap. CLXI.  

    A visão do eu-lírico no texto I 
    Escolha uma alternativa para a questão d835d11a-73
  • 770A4930-67

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFPR · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considera la siguiente frase:

    “Sí hombre, ¿no t’acuerdas de uno que vivía ahí al lao de la plaza, que era mozo viejo?”

    A partir de esa frase, es correcto afirmar:  
    Escolha uma alternativa para a questão 770a4930-67
  • AC2EDA2C-57

    Português

    Interpretação de Textos
    ENEM · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    - O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca ouviu falar num troço chamado autoridades constituídas? Não sabe que tem de conhecer as leis do país? Não sabe que existe uma coisa chamada Exército Brasileiro, que o senhor tem de respeitar? Que negócio é esse? [...] Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: “dura lex”!
    Seus filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o General, vai tudo em cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor. [...] Foi então que a mulher do vizinho do General interveio:
    - Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?
    O delegado apenas olhou-a, espantado com o atrevimento.
    - Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não é gringo nem meus filhos são moleques. Se por acaso importunaram o General, ele que viesse falar comigo, pois o senhor também está nos importunando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um Major do Exército, sobrinha de um Coronel, e filha de um General! Morou? Estarrecido, o delegado só teve força para engolir em seco e balbuciar humildemente: - Da ativa, minha senhora?.

    SABINO, F. A mulher do vizinho. In: Os melhores contos. Rio de Janeiro: Record, 1986.

    A representação do discurso intimidador engendrada no fragmento é responsável por
    Escolha uma alternativa para a questão ac2eda2c-57
  • 4970E61D-0B

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    PRATES, Lubi. Um corpo negro. 2.ed.

    São Paulo: Nosostros Editorial, 2019. p.53. 

    No texto 3, a comparação da pele com espaços que se alargam em uma gradação de cômodo a continente deve-se à
    Escolha uma alternativa para a questão 4970e61d-0b
  • 777D9FFC-0B

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    UECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos

    The World Might Be Running Low on Americans


        The world has been stricken by scarcity. Our post-pandemic pantry has run bare of gasoline, lumber, microchips, chicken wings, ketchup packets, cat food, used cars and Chickfil-A sauce. Like the Great Toilet Paper Scare of 2020, though, many of these shortages are the consequence of near-term, Covid-related disruptions. Soon enough there will again be a chicken wing in every pot and more than enough condiments to go with it.


        But there is one recently announced potential shortage that should give Americans great reason for concern. It is a shortfall that the nation has rarely had to face, and nobody quite knows how things will work when we begin to run out.


        I speak, of course, of all of us: The world may be running low on Americans — most crucially, tomorrow’s working-age, childbearing, idea-generating, community-building young Americans. Late last month, the Census Bureau released the first results from its 2020 count, and the numbers confirmed what demographers have been warning of for years: The United States is undergoing “demographic stagnation,” transitioning from a relatively fast-growing country of young people to a slow-growing, older nation.


        Many Americans might consider slow growth a blessing. Your city could already be packed to the gills, the roads clogged with traffic and housing prices shooting through the roof. Why do we need more folks? And, anyway, aren’t we supposed to be conserving resources on a planet whose climate is changing? Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.


        And there is no real reason we have to endure such a transition, not even an environmental one. Even if your own city is packed like tinned fish, the U.S. overall can accommodate millions more people. Most of the counties in the U.S. are losing working-age adults; if these declines persist, local economies will falter, tax bases will dry up, and local governments will struggle to maintain services. Growth is not just an option but a necessity — it’s not just that we can afford to have more people, it may be that we can’t afford not to.


        But how does a country get more people? There are two ways: Make them, and invite them in. Increasing the first is relatively difficult — birthrates are declining across the world, and while family-friendly policies may be beneficial for many reasons, they seem to do little to get people to have more babies. On the second method, though, the United States enjoys a significant advantage — people around the globe have long been clamoring to live here, notwithstanding our government’s recent hostility to foreigners. This fact presents a relatively simple policy solution to a vexing long-term issue: America needs more people, and the world has people to send us. All we have to do is let more of them in.


        For decades, the United States has enjoyed a significant economic advantage over other industrialized nations — our population was growing faster, which suggested a more youthful and more prosperous future. But in the last decade, American fertility has gone down. At the same time, there has been a slowdown in immigration.


        The Census Bureau’s latest numbers show that these trends are catching up with us. As of April 1, it reports that there were 331,449,281 residents in the United States, an increase of just 7.4 percent since 2010 — the second-smallest decade-long growth rate ever recorded, only slightly ahead of the 7.3 percent growth during the Depression-struck 1930s.


        The bureau projects that sometime next decade — that is, in the 2030s — Americans over 65 will outnumber Americans younger than 18 for the first time in our history. The nation will cross the 400-million population mark sometime in the late 2050s, but by then we’ll be quite long in the tooth — about half of Americans will be over 45, and one fifth will be older than 85.


        The idea that more people will lead to greater prosperity may sound counterintuitive — wouldn’t more people just consume more of our scarce resources? Human history generally refutes this simple intuition. Because more people usually make for more workers, more companies, and most fundamentally, more new ideas for pushing humanity forward, economic studies suggest that population growth is often an important catalyst of economic growth.


        A declining global population might be beneficial in some ways; fewer people would most likely mean less carbon emission, for example — though less than you might think, since leading climate models already assume slowing population growth over the coming century. And a declining population could be catastrophic in other ways. In a recent paper, Chad Jones, an economist at Stanford, argues that a global population decline could reduce the fundamental innovativeness of humankind. The theory is simple: Without enough people, the font of new ideas dries up, Jones argues; without new ideas, progress could be imperiled.


        There are more direct ways that slow growth can hurt us. As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks. Programs for seniors like Social Security and Medicare may suffer as they become dependent on ever-fewer working taxpayers for funding. Another problem is the lack of people to do all the work. For instance, experts predict a major shortage of health care workers, especially home care workers, who will be needed to help the aging nation.


        In a recent report, Ali Noorani, the chief executive of the National Immigration Forum, an immigration-advocacy group, and a co-author, Danilo Zak, say that increasing legal immigration by slightly more than a third each year would keep America’s ratio of working young people to retired old people stable over the next four decades. 


        As an immigrant myself, I have to confess I find much of the demographic argument in favor of greater immigration quite a bit too anodyne. Immigrants bring a lot more to the United States than simply working-age bodies for toiling in pursuit of greater economic growth. I also believe that the United States’ founding idea of universal equality will never be fully realized until we recognize that people outside our borders are as worthy of our ideals as those here through an accident of birth.

    The sentence “Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.” is correctly classified as
    Escolha uma alternativa para a questão 777d9ffc-0b
  • D8A0C869-05

    Português

    Coesão e coerência
    PUC-MINAS · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2 / Parte 2
    A importância do ato de ler2
    Paulo Freire

    Continuando neste esforço de “re-ler” momentos fundamentais de experiências de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo através de sua prática, retomo o tempo em que, como aluno do chamado curso ginasial, me experimentei na percepção crítica dos textos que lia em classe, com a colaboração, até hoje recordada, do meu então professor de língua portuguesa. Não eram, porém, aqueles momentos puros exercícios de que resultasse um simples dar-nos conta de uma página escrita diante de nós que devesse ser cadenciada, mecânica e enfadonhamente “soletrada” e realmente lida. Não eram aqueles momentos “lições de leitura”, no sentido tradicional desta expressão. Eram momentos em que os textos se ofereciam à nossa inquieta procura, incluindo a do então jovem professor José Pessoa.

    Algum tempo depois, como professor também de português, nos meus vinte anos, vivi intensamente a importância de ler e de escrever, no fundo indicotomizáveis, com os alunos das primeiras séries do então chamado curso ginasial. A regência verbal, a sintaxe de concordância, o problema da crase, o sinclitismo pronominal, nada disso era reduzido por mim a tabletes de conhecimentos que devessem ser engolidos pelos estudantes. Tudo isso, pelo contrário, era proposto à curiosidade dos alunos de maneira dinâmica e viva, no corpo mesmo de textos, ora de autores que estudávamos, ora deles próprios, como objetos a serem desvelados e não como algo parado, cujo perfil eu descrevesse. Os alunos não tinham que memorizar mecanicamente a descrição do objeto, mas apreender a sua significação profunda. Só apreendendo-a seriam capazes de saber, por isso, de memorizá-la, de fixá-la. A memorização mecânica da descrição do elo não se constitui em conhecimento do objeto. Por isso, é que a leitura de um texto, tomado como pura descrição de um objeto é feita no sentido de memorizá-la, nem é real leitura, nem dela portanto resulta o conhecimento do objeto de que o texto fala. 

    Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas" do que realmente lidas ou estudadas. [...] 

    A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia... 

    Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes. 
    Analise o excerto dado e os itens lexicais nele destacados:

    A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas.

    Sobre esse fragmento, é INCORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d8a0c869-05
  • 4B85B7C0-8F

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Reproduz-se abaixo uma carta do poeta inglês John Keats a sua amada Fanny Brawne.

    Sweetest Fanny,

    When you passed my window home yesterday, I was filled with as much admiration as if I had then seen you for the first time. You uttered a half complaint once that I only loved your Beauty. Have I nothing else then to love in you but that? Do not I see your heart? Nothing has been able to turn your thoughts a moment from me. Even if you did not love me I could not help an entire devotion to you: how much more deeply then must I feel for you knowing you love me. My Mind has been the most discontented and restless one that ever was put into a body too small for it. I never felt my Mind repose upon anything with complete and undistracted enjoyment – upon no person but you. When you are in the room my thoughts never fly out of window: you always concentrate my whole senses.
    Your affectionate,
    J. Keats
    (Adaptado de http://www.john-keats.com/briefe/. Acessado em 25/08/20.)

    O autor da carta
    Escolha uma alternativa para a questão 4b85b7c0-8f
  • 4B7D33DF-8F

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Apresenta-se, a seguir, um artigo de opinião, seguido da resposta de uma leitora.

    IS BURNOUT REAL?

    Last week, the World Health Organization upgraded burnout from a “state” of exhaustion to “a syndrome” resulting from “chronic workplace stress” in its International Disease Classification. That is such a broad definition that it could well apply to most people at some point in their working lives. When a disorder is reportedly so widespread, it makes me wonder whether we are at risk of medicalizing everyday distress. If almost everyone suffers from burnout, then no one does, and the concept loses all credibility.
    By Richard A. Friedman

    I'm sure the author's generation also experienced workplace stress. However, his generation also experienced real economic stability and socioeconomic gains. There was a light at the end of the tunnel. Currently, we are working tirelessly towards what ends? There doesn't seem to be a light at the end of the tunnel. The burnout is psychological and existential as much as it is physical.
    Anna B. – New York, June 4, 2019
    (Adaptado de https://www.nytimes.com/2019/06/03/opinion/burnout-stress.html. Acessado em 16/09/2020.)

    Em seu comentário, a leitora Anna B. discorda do autor do texto quanto à
    Escolha uma alternativa para a questão 4b7d33df-8f
  • 4B7A94E3-8F

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em uma entrevista, a escritora nigeriana Ayobami Adebayo refletiu sobre os personagens principais (Yejide e Akin) e o contexto sociopolítico de seu romance Stay With Me.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2021

    While writing, I also started thinking about the middle class in Nigeria. When Yejide visits her mother-in-law, there’s a very low fence in front of their house. It’s barely a fence. When Yejide and Akin build their own house in the early nineties, they erect a fence that’s higher than the house. You can’t see inside. That was something I observed about architecture in Nigeria—that at some point, probably in the eighties and nineties, when things became quite turbulent and there was all of this insecurity, one of the ways the people who could afford to insulate themselves against what was going on did was to build higher fences, to use money as a shield in a sense. I wanted that political turbulence to play in the background.
    (Adaptado de https://www.theparisreview.org/blog/2017/08/08/great-expectations -interview-ayobami-adebayo/. Acessado em 21/07/2020.) 


    Segundo a autora, as casas e as cercas na Nigéria representam
    Escolha uma alternativa para a questão 4b7a94e3-8f
  • 4B720A36-8F

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “Se Cabral tivesse uma vaga noção d’ACAPA de hoje, véspera do 22 de abril de 2020, provavelmente teria desviado o curso de suas caravelas rumo a outras terras.” 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2021
    (ACAPA. Disponível em https://www.facebook.com/acapabr/. Acessado em 30/ 04/2020.)


    ACAPA é um perfil de Facebook, que publica capas possíveis de revista. O efeito humorístico na leitura dessa edição de ACAPA decorre mais precisamente do uso
    Escolha uma alternativa para a questão 4b720a36-8f
  • 4B6C939B-8F

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Entre todas as palavras do momento, a mais flamejante talvez seja desigualdade. E nem é uma boa palavra, incomoda. Começa com des. Des de desalento, des de desespero, des de desesperança. Des, definitivamente, não é um bom prefixo.
    Desigualdade. A palavra do ano, talvez da década, não importa em que dicionário. Doravante ouviremos falar muito nela.
    De-si-gual-da-de. Há quem não veja nem soletre, mas está escrita no destino de todos os busões da cidade, sentido centro/subúrbio, na linha reta de um trem. Solano Trindade, no sinal fechado, fez seu primeiro rap, “tem gente com fome, tem gente com fome, tem gente com fome”, somente com esses substantivos. Você ainda não conhece o Solano? Corra, dá tempo. Dá tempo para você entender que vivemos essa desigualdade. Pegue um busão da Avenida Paulista para a Cidade Tiradentes, passe o valetransporte na catraca e simbora – mais de 30 quilômetros. O patrão jardinesco vive 23 anos a mais, em média, do que um humaníssimo habitante da Cidade Tiradentes, por todas as razões sociais que a gente bem conhece.
    Evitei as estatísticas nessa crônica. Podia matar de desesperança os leitores, os números rendem manchete, mas carecem de rostos humanos. Pega a visão, imprensa, só há uma possibilidade de fazer a grande cobertura: mire-se na desigualdade, talvez não haja mais jeito de achar que os pontos da bolsa de valores signifiquem a ideia de fazer um país.  

    (Adaptado de Xico Sá, A vidinha sururu da desigualdade brasileira. Em El País, 28/10/2019. Disponível em https://brasil.elpais.com/brasil/2019/10/28/opinion/ 1572287747_637859.html?fbclid=IwAR1VPA7qDYs1Q0Ilcdy6UGAJTwBO_snM DUAw4yZpZ3zyA1ExQx_XB9Kq2qU. Acessado em 25/05/2020.) A crônica instiga o leitor a ficar atento à desigualdade na cidade de São Paulo.

    Assinale a alternativa que identifica corretamente os recursos expressivos (estilísticos e literários) de que se vale o autor. 
    Escolha uma alternativa para a questão 4b6c939b-8f
  • 4B5F6C71-8F

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “Era Noca, que vinha toda alterada.
    ─ Nossa Senhora! Quebrou-se o espelho grande do salão!
    ─ Quem foi que o quebrou? Perguntou Nina, para dizer alguma coisa.
    ─ Ninguém sabe. Veja só, que desgraça estará para acontecer! Espelho quebrado: morte ou ruína.
    ─ Morte! Se fosse a minha...”
    (Júlia Lopes de Almeida, A Falência. Campinas: Editora da Unicamp, 2018, p. 257.)

    O diálogo apresenta a reação das personagens femininas ao incidente doméstico com o objeto de decoração no palacete de Botafogo. Assinale a alternativa que justifica a fala final de Nina.
    Escolha uma alternativa para a questão 4b5f6c71-8f