Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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Resultados

4.735 questões encontradas. Mostrando a página 113 de 237.

  • 546A3D1B-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário de Viçosa · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    Sobre o texto “Um apólogo”, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 546a3d1b-e9
  • 54658CF3-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário de Viçosa · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, Centro Universitário de Viçosa 2015, Interpretação de Textos

    Em relação ao texto de Machado de Assis, não se pode afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 54658cf3-e9
  • 1677A35C-E6

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Análise sintática

    Uma alternativa está errada na análise sintático-morfológica abaixo. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 1677a35c-e6
  • 1672AE36-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Considerando o sentido metafórico da segunda palavra “doce”, no texto que subscreve a paisagem, o referido rio não mais terá justificado o seu nome porque será
    Escolha uma alternativa para a questão 1672ae36-e6
  • 166EFC65-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Marque a alternativa abaixo que apresenta análise incoerente com esse texto de Drummond, escrito em 1984, pouco antes de sua morte, o qual, além de profético quanto à recente tragédia que vitimou o Rio Doce, em Minas Gerais, faz referência à comercialização da mineradora brasileira Vale do Rio Doce.
    Escolha uma alternativa para a questão 166efc65-e6
  • 166AF956-E6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    As relações de concordância nominal que aparecem nos textos abaixo indicam que os autores identificam-se com a categoria gramatical de gênero masculino. Apenas um texto contraria essa afirmação. Qual?
    Escolha uma alternativa para a questão 166af956-e6
  • 16502338-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Ainda que o Menino Maluquinho tenha dado à professora a desculpa de que seu modo de falar fora “só gíria”, suas palavras, no segundo quadro da tira “A palavra é gíria”, só não sugerem
    Escolha uma alternativa para a questão 16502338-e6
  • 164C83F5-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Alagoas 2015, Interpretação de Textos

    Marque abaixo a única alternativa que não está de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 164c83f5-e6
  • 1646D5E1-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3


    Minha vida


    Minha vida

    não é tempo que corre

    do meu natal

    à minha morte


    Minha vida é o meu dia de natal

    - Dia da minha morte


    In: COOPER, Jorge. Poesia Completa.

    Maceió: Cepal, 2010, p. 41.

    No poema, aparecem os vocábulos “vida” e “morte”, que, sendo antônimos, contribuem para o desfecho paradoxal expresso nos dois últimos versos. Quanto às relações semânticas dos pares de palavras abaixo, qual das alternativas apresenta um erro?
    Escolha uma alternativa para a questão 1646d5e1-e6
  • 164001FB-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    Em vista da intenção do autor – refletir sobre o uso da expressão “dito-cujo” –, o texto se organiza linguisticamente observando certas propriedades de estilo. Quanto a essas propriedades, apenas está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 164001fb-e6
  • 163C339D-E6

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    As funções da linguagem relacionam-se conceitualmente à ideia de que, nas diversas situações de comunicação, um dos seis elementos que compõem esse processo – a saber, emissor, receptor, mensagem, código, referente e canal – prevalece sobre os demais. Em relação ao texto acima, no tocante a esse fenômeno, indique a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 163c339d-e6
  • 16366CCD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2


    Será que os dicionários liberaram o ‘dito-cujo’?


    Por Sérgio Rodrigues


    Brasileirismo informal, termo não está proibido, mas deve ser usado de forma brincalhona


    O registro num dicionário não dá certificado automático de adequação a expressão alguma: significa apenas que ela é usada com frequência suficiente para merecer a atenção dos lexicógrafos.

    O substantivo “dito-cujo”, que substitui o nome de uma pessoa que já foi mencionada ou que por alguma razão não se deseja mencionar, é um brasileirismo antigo e, de certa forma, consagrado, mas aceitável apenas na linguagem coloquial.

    Mais do que isso: mesmo em contextos informais seu emprego deve ser sempre “jocoso”, ou seja, brincalhão, como anotam diversos lexicógrafos, entre eles o Houaiss e o Francisco Borba. Convém que quem fala ou escreve “dito-cujo” deixe claro que está se afastando conscientemente do registro culto.

    Exemplo: “O leão procurou o gerente da Metro e se ofereceu para leão da dita-cuja, em troca de alimentação”, escreveu Millôr Fernandes numa de suas “Fábulas fabulosas”.  



    (http://veja.abril.com.br/blog/sobrepalavras/consultorio/sera-que-os-dicionarios-liberaram-odito-cujo/>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado) 

    Entre as alternativas abaixo, apenas uma não está de acordo com o que se expõe no texto. Marque-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 16366ccd-e6
  • 16308C4A-E6

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1 


    À beira da extinção, ave saíra apunhalada tem rara chance de se recuperar na natureza


           A saíra apunhalada (o nome faz referência à mancha vermelha no peito do pássaro, que se assemelha a uma "punhalada") é uma ave simpática de dez centímetros, com plumagem branca e cinza. A alcunha, que na origem só fazia referência ao visual da espécie, agora serve bem como indicação simbólica do perigo pelo qual passa a saíra: estimativas indicam que só existem 50 delas na natureza. Para protegê-la, ONGs e órgãos ambientalistas do governo lutam para que seja criada uma reserva florestal de 5 mil hectares na região serrana capixaba.

         A saíra apunhalada vive em bandos e se alimenta de pequenos insetos e frutos. Ela vive no alto de florestas da Mata Atlântica, e está aí a sua maior fraqueza, já que 90% dessa vegetação foi destruída pelo homem. A ave, que também era encontrada em Minas Gerais, hoje só pode ser vista no Espírito Santo.

         "A extinção está associada à destruição secular da Mata Atlântica, porque a espécie só sobrevive em florestas muito bem conservadas", diz o biólogo Edson Ribeiro Luiz, coordenador de projetos da SAVE Brasil, ONG ligada à Bird Life International, que tem como foco a proteção das aves brasileiras. "Em território capixaba, onde existe apenas um bloco de vegetação preservado, elas tendem a ficar ilhadas."

         A luta para proteger a ave ganhou força no mês passado, quando aconteceu no Estado o Avistar, principal evento de observação de pássaros do país. Tendo na saíra apunhalada o seu símbolo, a festa foi o incentivo que faltava para que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) estabelecesse o prazo de março de 2016 para a constituição da reserva. A decisão final, porém, continua nas mãos do governo. 



    (Disponível em:

    <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/ambientalistaspressionam-governo-capixaba-a-proteger-ave-sairaapunhalada>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado)

    Quanto à acentuação das palavras, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 16308c4a-e6
  • 162C7EBF-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1 


    À beira da extinção, ave saíra apunhalada tem rara chance de se recuperar na natureza


           A saíra apunhalada (o nome faz referência à mancha vermelha no peito do pássaro, que se assemelha a uma "punhalada") é uma ave simpática de dez centímetros, com plumagem branca e cinza. A alcunha, que na origem só fazia referência ao visual da espécie, agora serve bem como indicação simbólica do perigo pelo qual passa a saíra: estimativas indicam que só existem 50 delas na natureza. Para protegê-la, ONGs e órgãos ambientalistas do governo lutam para que seja criada uma reserva florestal de 5 mil hectares na região serrana capixaba.

         A saíra apunhalada vive em bandos e se alimenta de pequenos insetos e frutos. Ela vive no alto de florestas da Mata Atlântica, e está aí a sua maior fraqueza, já que 90% dessa vegetação foi destruída pelo homem. A ave, que também era encontrada em Minas Gerais, hoje só pode ser vista no Espírito Santo.

         "A extinção está associada à destruição secular da Mata Atlântica, porque a espécie só sobrevive em florestas muito bem conservadas", diz o biólogo Edson Ribeiro Luiz, coordenador de projetos da SAVE Brasil, ONG ligada à Bird Life International, que tem como foco a proteção das aves brasileiras. "Em território capixaba, onde existe apenas um bloco de vegetação preservado, elas tendem a ficar ilhadas."

         A luta para proteger a ave ganhou força no mês passado, quando aconteceu no Estado o Avistar, principal evento de observação de pássaros do país. Tendo na saíra apunhalada o seu símbolo, a festa foi o incentivo que faltava para que o Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) estabelecesse o prazo de março de 2016 para a constituição da reserva. A decisão final, porém, continua nas mãos do governo. 



    (Disponível em:

    <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/ambientalistaspressionam-governo-capixaba-a-proteger-ave-sairaapunhalada>. Acesso em 13/11/2015. Texto adaptado)

    Das afirmações abaixo, apenas uma está de acordo com o que se expõe no texto. Indique-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 162c7ebf-e6
  • 0B1E6041-E4

    Português

    Adjetivos
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    A CHAVE
    Ela abre mais do que uma porta, inaugura um novo tempo
    IVAN MARTINS


        Certos objetos dão a exata medida de um relacionamento. A chave, por exemplo. Embora caiba no bolso, ela tem importância gigantesca na vida dos casais. O momento em que você oferece a chave da sua casa é aquele em que você renuncia à sua privacidade, por amor. Quando pede a chave de volta - ou troca a fechadura da porta - está retomando aquilo que havia oferecido, por que o amor acabou.
        O primeiro momento é de exaltação e esperança. O segundo é sombrio.
        Quem já passou pela experiência sabe como é gostoso carregar no bolso - ou na bolsa - aquela cópia de cinco reais que vai dar início à nova vida. Carregada de expectativas e temores, a chave será entregue de forma tímida e casual, como se não fosse importante, ou pode vir embalada em vinho e flores, pondo violinos na ocasião. Qualquer que seja a cena, não cabe engano: foi dado um passo gigantesco. Alguém pôs na mão de outro alguém um totem de confiança.
        Não interessa se você dá ou ganha a chave, a sensação é a mesma. Ou quase.
        Quem a recebe se enche de orgulho. No auge da paixão, e a pessoa que provoca seus melhores sentimentos (a pessoa mais legal do mundo, evidentemente) põe no seu chaveiro a cópia discreta que abre a casa dela. Você só nota mais tarde, quando chega à sua própria casa e vai abrir a porta. Primeiro, estranha a cor e o formato da chave nova, mas logo entende a delicadeza da situação. Percebe, com um sorriso nos lábios, que suas emoções são compartilhadas. Compreende que está sendo convidado a participar de outra vida. Sente, com enorme alívio, que foi aceito, e que uma nova etapa tem início, mais intensa e mais profunda que anterior. Aquela chave abre mais do que uma porta. Abre um novo tempo.
        O momento de entregar a chave sempre foi para mim o momento de máximo otimismo.
        [...]
        Você tem certeza de que a outra pessoa ficará feliz e comovida, mas ao mesmo tempo teme, secretamente, ser recusado. Então vê nos olhos dela a alegria que havia antecipado e desejado. O rosto querido se abre num sorriso sem reservas, que você não ganharia se tivesse lhe dado uma joia ou uma aliança. (Uma não vale nada; para a outra ela não está pronta). Por isto ela esperava, e retribui com um olhar cheio de amor. Esse é um instante que viverá na sua alma para sempre. Nele, tudo parece perfeito. É como estar no início de um sonho em que nada pode dar errado. A gente se sente adulto e moderno, herdeiro dos melhores sonhos da adolescência, parte da espécie feliz dos adultos livres que são amados e correspondidos - os que acharam uma alma gêmea, aqueles que jamais estarão sozinhos.
        Se as chaves de despedida parecem a pior coisa do mundo, não são.
        [...]
        A gente sabe que essas coisas, às vezes, são efêmeras, mas é tão bonito. Pode ser que dentro de três meses ou três anos a chave inútil e esquecida seja encontrada no bolso de uma calça ou no fundo de uma bolsa. Ela já não abrirá porta alguma exceto a da memória, que poderá ser boa ou ruim. O mais provável é que o tato e a visão daquela ferramenta sem propósito provoquem um sorriso agridoce, grisalho de nostalgia. Essa chave do adeus não dói, ela constata e encerra.
        Nestes tempos de arrogante independência, em que a solidão virou estandarte exibido como prova de força, a doação de chaves ganhou uma solenidade inesperada. Com ela, homens e mulheres sinalizam a disposição de renunciar a um pedaço da sua sagrada liberdade pessoal. Sugerem ao outro que precisam dele e o desejam próximo. Cedem o seu terreno, correm o risco. É uma forma moderna e eloquente de dizer “eu te amo”. E, assim como a outra, dispensa “eu também”. Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente. Nada mais triste que uma chave falsa. Ela parece abrir uma esperança, mas abre somente uma ilusão.
    Adaptado de http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2015/04/chave.html
    Em relação ao excerto: “Oferece a chave quem está pronto, aceita a chave quem a deseja, reciproca, oferecendo a sua, quem sente que é o caso, verdadeiramente.”, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1e6041-e4
  • 0B1340EF-E4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


        Vivemos uma geração em que “tomar um porre” é sinônimo de status. Vi, durante os três últimos anos, amigos que eram totalmente contrários ao exagero etílico tornarem-se verdadeiros bebuns. Uma pena. Eles acreditam que a bebida é a desculpa para se tornarem quem eles não têm coragem de ser sóbrios. Ficam mais “alegres”, sentem-se poderosos, sem limites, porém se esquecem de metade das coisas que ocorreram na noite anterior. Pergunto-me qual seria o grande trunfo de viver dessa maneira.
        Será que a influência vem da mídia? Comerciais mostram que consumir cerveja atrai mulheres lindas e momentos agradáveis. Somos manipulados por propagandas? Em parte. De certa forma, a ideia daquela felicidade que nos é vendida gera a ansiedade de conquistá-la por meio da bebida.
         Mas todos nós sabemos que felicidade não se compra. A impressão que tenho é a de um hábito intrínseco à passagem para a maturidade, como se a bebida fosse um passaporte à vida adulta. [...] A responsabilidade é o que diferencia as fases da vida, e ser independente é muito mais do que comprar uma garrafa de vodka sem precisar mostrar a identidade.
        Cada vez mais novos, somos postos em um mundo de loucura e repressão. As algemas atadas são falsamente libertadas quando o álcool passa a atuar na mente. É tudo mera ilusão. Os problemas continuam, a vida permanece a mesma. A diferença é que, por algumas horas, você é que se aliena. Você é que perde a percepção da realidade. Você é que deixa de vivenciar o que existe de fato para fantasiar.
        Vale a pena? Embriaguez, alienação, ou sobriedade... Você pode viver da maneira que quiser, é só uma questão de escolha. No entanto, não se esqueça de que para cada escolha haverá uma consequência, uma renúncia e talvez o arrependimento.
    SHIMABUKURO, Márcia. Disponível em: <http://blogdofolhateen.folha.blog.uol.com.br>  Acesso em 15 fev. 2015 [Adaptado]
    São temas abordados no texto 2, EXCETO
    Escolha uma alternativa para a questão 0b1340ef-e4
  • C48D543B-E3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 2


    Here is a response to a debate on patents and medicine:

    Mr. Przemek Kordasiewicz,
    I agree wholeheartedly with your recommendation of a ban on all patents on all life saving medical discoveries. Again, I would take it a step further. I think that the virtues of a purely capitalist system seem to have fallen apart at this point. In this literal life-anddeath issue, ethics take priority over everything else.
    Just as Congress stepped forward to place a ban on the patenting of surgical procedures, they need to step forward and place a similar ban on these new medical patents (drugs, procedures and human genome work) which are having the identical effect. Additionally, Congress need to heavily legislate in favor of patients worldwide to keep drug patents limited, short, and drug prices at an affordable level. Something in the system is wrong when drug companies are the most profitable of all publicly traded companies and huge populations across the world are living in pain and dying because they are unable to afford the sky-high drug prices, inflated by the patent holders’ monopoly. The government needs to look into the situation independently and take a stand for the well-being of the taxpayers and citizens they suppose to be representing. Thank you, Benjamin (Mako) Hill.
    (Intellectual Property in Cyberspace 2000, http://yukidoke.org)
    As regards capitalist policies for drug patents, the author, according text 2:
    Escolha uma alternativa para a questão c48d543b-e3
  • C477EF1A-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho abaixo.


    Em Terras do Sem-Fim, Jorge Amado narra as lutas que ocorreram ........ pelas terras da mata do Sequeiro Grande, fértil região próxima a ........: Horácio Silveira e seus seguidores disputaram, ........, com o clã Badaró.
    Escolha uma alternativa para a questão c477ef1a-e3
  • C458BF7A-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1


    UM PÉ DE MILHO


    Os americanos, através do radar, entraram em contato com a Lua, o que não deixa de ser emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.
    Aconteceu que, no meu quintal, em um monte de terra trazida pelo jardineiro, nasceu alguma coisa que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo canteiro da casa. Secaram as pequenas folhas; pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu. Quando estava do tamanho de um palmo, veio um amigo e declarou desdenhosamente que aquilo era capim. Quando estava com dois palmos, veio um outro amigo e afirmou que era cana.
    Sou um ignorante, um pobre homem da cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros, lança suas folhas além do muro e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em um canteiro espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na lógica de seu crescimento, tal como vi numa noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, de crinas ao vento e em outra madrugada, parecia um galo cantando.
    Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé de milho pendoou. Há muitas flores lindas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar com uma força e uma alegria que me fazem bem. É alguma coisa que se afirma com ímpeto e certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. Eu não sou mais um medíocre homem que vive atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da rua Júlio de Castilhos.
    Rubem Braga
    Entre os dois períodos do primeiro parágrafo do texto 1, a oposição mais importante para o próprio texto é:
    Escolha uma alternativa para a questão c458bf7a-e3
  • B4B7A56B-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O chamado “Ciclo da Cana-de-Açúcar" compreende seis obras de José Lins do Rego: Menino de engenho, Doidinho, Banguê, O Moleque Ricardo, Usina e Fogo Morto. O conjunto da obra perfaz o apogeu e o declínio dos engenhos de açúcar e o nascimento da indústria agro-açucareira: a Usina. Sobre Fogo Morto, o último livro do círculo, é correto afirmar o seguinte.
    Escolha uma alternativa para a questão b4b7a56b-e3