Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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Resultados

4.735 questões encontradas. Mostrando a página 116 de 237.

  • FCC4C369-DC

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o Texto IV para responder à questão:


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Atentando para o emprego dos tempos verbais, quanto à produção de sentidos no texto literário, o presente do indicativo em “Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito?” sugere que as ações expressas estão caracterizadas como
    Escolha uma alternativa para a questão fcc4c369-dc
  • F5E48527-D8

    Português

    Morfologia
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir de "Ela o estrangulou ao amanhecer".
    Escolha uma alternativa para a questão f5e48527-d8
  • F5E0B493-D8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO III

    Ela se despiu como quem vestia a pele. 
    Yara saiu dos rios e seduziu o pescador. 
    Fizeram amor toda noite na areia, 
    na canoa, dentro do Uraricoera. 
    havia puçanga* em seu corpo, 
    havia urucum em seus lábios, jenipapo no corpo, 
    um redemoinho no ventre. 
    Ela o estrangulou ao amanhecer e 
    saiu com um filho no ventre.

    *Poção mágica utilizada pelos indígenas. (FIOROTTI, Devair. Livro dos amores. São Paulo: Patuá, 2014.)

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do TEXTO III.
    Escolha uma alternativa para a questão f5e0b493-d8
  • F5D911E8-D8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II

    Senhoras e senhores
     vão emboras
     por favores.
     A fera
     não tolera
     sofredores.
     (ANTUNES, Arnaldo. N. d. a. São Paulo: Iluminuras, 2010.)

    Assinale a alternativa VERDADEIRA, a partir do TEXTO II.
    Escolha uma alternativa para a questão f5d911e8-d8
  • F5BDE5F5-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Roraima · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

    ERRO POÉTICO

    Rosa-se quintal


    (PEREZ, Marcelo. Ainda se estivesse faltando pedaços. Série Máfia do Verso V 4. Boa Vista, 2014.) 

    Assinale a alternativa FALSA, a partir do texto I
    Escolha uma alternativa para a questão f5bde5f5-d8
  • 12BE2CB4-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O loteamento ficava num fim de mundo, terrenos baratos para estimular a autoconstrução de modo a valorizar terras do mesmo dono mais próximas ao centro, depois de os moradores conseguirem água, luz e ônibus. Ali, um projeto de lei de um vereador de esquerda deu a cada rua o nome de um desaparecido político, quarenta e sete ruas, quarenta e sete desaparecidos políticos.
    (...) Mas passou a prestar atenção nas placas e indicativos de ruas à medida que o micro‐ônibus percorria o caminho de volta. (...)
    (...) Percorreram algumas ruas com nomes que ele desconhecia. Depois para espanto de K., uma avenida General Milton Tavares de Souza. Esse ele sabia muito bem quem foi: jamais esqueceria esse nome. O filho do farmacêutico falara dele. Dom Paulo também. Foi quem criou o DOI‐CODI, para onde levaram o Herzog e o mataram.
    (...) Centenas de pessoas passam por aqui todos os dias, jovens, crianças, e leem esse nome na placa, e podem pensar que é um herói. Devem pensar isso. Agora ele entendia por que as placas com os nomes dos desaparecidos foram postas num fim do mundo.

                            KUCINSKI, Bernardo. K. ‐ Relato de uma busca. São Paulo, Cosac Naify, 2014, p. 160‐165
    K. – relato de uma busca, de Bernardo Kucisnki, é um romance baseado na desaparição da irmã do autor nos anos da Ditadura Militar no Brasil. No fragmento, o personagem K., após participar de uma cerimônia em homenagem a desaparecidos políticos, observa nomes de avenidas e pontes. Sua reflexão a respeito dos nomes que lê nas placas simboliza a
    Escolha uma alternativa para a questão 12be2cb4-d8
  • 128CE454-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os dias 6 e 8 de agosto são datas que marcam dois dos piores eventos que aconteceram no século 20 e talvez em todos os tempos – um leitor mais antenado provavelmente já sabe do que estamos falando. Há exatos 70 anos, em 1945, a Segunda Guerra Mundial se encaminhava para o fim quando os norte‐americanos detonaram sobre as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki duas bombas atômicas.
    Na verdade, a Alemanha nazista havia sido derrotada e o Japão também caminhava para perder a guerra que travava no Pacífico contra os Estados Unidos e seus aliados. Porém, como em todas as guerras, aos vencedores coube contar a história. O que se relata, pois, é que havia poucas chances de os japoneses se renderem e, para vencer a disputa, milhões de soldados americanos e japoneses morreriam. A bomba, diz‐se, evitaria essa batalha sangrenta. Fato é que a ação custou a vida de centenas de milhares de pessoas, não somente no momento da destruição, como também ao longo dos anos, devido aos efeitos da radiação. Disponível em:. Acesso em: 20.09
    Em “A bomba, diz‐se, evitaria essa batalha sangrenta”, a expressão “diz‐se” funciona no texto como um indicador de
    Escolha uma alternativa para a questão 128ce454-d8
  • 12497FEF-D8

    Português

    Coesão e coerência
    INSPER · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1
    A MAIOR USINA SOLAR DO MUNDO FICA NO DESERTO DA CALIFÓRNIA E É CAPAZ DE GERAR ENERGIA SUFICIENTE PARA 140 MIL CASAS
    No meio do deserto da Califórnia, nos EUA, 300 mil espelhos trabalham sincronizados a um software especial para produzir energia. Trata‐se do Ivanpah Solar Electric Generating System, a maior usina termo solar do mundo, capaz de gerar energia suficiente para alimentar 140 mil casas. Assim como qualquer usina de energia, a Ivanpah produz energia elétrica ao criar um vapor de alta temperatura e girar uma turbina. A diferença é que, em vez de usar energia fóssil ou nuclear para isso, é utilizado o calor do sol, que, direcionado às torres por meio do sistema inteligente de espelhos, aquece a água, criando o vapor. Ao todo são três unidades de geração de energia, que ocupam uma área equivalente a 14,2 quilômetros quadrados. A Ivanpah é gerenciada pela BrightSource Limitless e pela gigante Google, que tem investido pesado em projetos sustentáveis.
    Contudo, a Ivanpah não é incrível apenas pelo seu resultado e tecnologia. Os 300 mil espelhos localizados no deserto são também um prato cheio ao olhar, conforme revelam as imagens abaixo.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, INSPER 2015, Coesão e coerênciaFigura 2 de 2 da questão de Português, INSPER 2015, Coesão e coerência

    Disponível em: http://www.hypeness.com.br/2014/09/a‐maior‐usina‐solar‐do‐mundo‐e‐espetaculo‐tambem‐para‐os‐olhos/. Acesso em 27.09.15

    Texto 2

    Prato:
    Locuções
    p. cheio   
    fato que dá motivo para zombaria ou crítica        
    ‹ não faça escândalo, que isso é um p. cheio para a vizinhança maledicente ›
    p. comercial   
    m.q. prato feito ('refeição')
    p. feito   
    1 refeição barata, a preço fixo, que já vem servida no prato e consiste ger. de um tipo de carne acompanhado de arroz, feijão, legumes etc., e pode incluir ou não sobremesa e uma bebida não alcoólica; prato comercial, pê‐efe, sortido
    2 fig. situação favorável, fato ou conjunto de fatos que leva a determinado objetivo ou que vem a calhar para determinado fim     
    ‹ a vaga na empresa foi um p. feito para o jovem recém‐formado ›
    p. fundo   
    o que tem maior profundidade e é us. para sopa; prato covo
    p. raso   
    prato pouco profundo, us. para comida sólida
    p. único   
    um só tipo de comida, que constitui uma refeição 

    Disponível em: http://houaiss.uol.com.br/busca?palavra=prato. Acesso em: 19.09.15
    De acordo com o verbete “prato”, transcrito do Dicionário Houaiss (texto 2), a locução “prato cheio” (texto 1) não é a mais adequada para o que se pretende comunicar.  Dentre as opções apresentadas no verbete, a melhor escolha para o contexto dado no texto 1 é prato 
    Escolha uma alternativa para a questão 12497fef-d8
  • 11F0AB36-D8

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    INSPER · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    PETROBRAS ANUNCIA PRODUÇÃO DE BIODIESEL A PARTIR DE ÓLEO DE PEIXE

    A Petrobras vai começar a produzir ainda este mês biodiesel a partir do óleo de peixe. Em nota, a estatal informou que a produção do biodiesel a partir dessa matéria‐prima vai beneficiar inicialmente 300 piscicultores familiares e garantir a compra de 15 toneladas de resíduos e gorduras de peixe, por mês, de piscicultores cearenses. A produção será feita pela Petrobras Biocombustíveis na Usina de Quixadá, no Ceará, a partir do óleo extraído de vísceras de peixe, conhecido como OGR (óleos e gorduras residuais) de peixe. A companhia recebeu, em dezembro, 4,55 toneladas do produto para produção de biodiesel. Segundo informações da estatal, o volume é resultado do primeiro contrato de compra firmado com a Cooperativa dos Produtores do Curupati, em Jaguaribara, região centro‐sul do estado, em 18 de dezembro de 2014. Na ocasião, também foi assinado convênio com a Secretaria da Pesca e Aquicultura do Ceará para assistência técnica aos piscicultores dos açudes do Castanhão e de Orós. [...]

    Disponível em: http://www.jb.com.br/ciencia‐e‐tecnologia/noticias/2015/01/22/petrobras‐anuncia‐producao‐de‐biodiesel‐a‐partir‐de‐oleo‐de‐peixe/. Acesso em: 27. 09.15
    Retome estas passagens do texto:
    I ‐ “A Petrobras vai começar a produzir ainda este mês biodiesel”
    II – “A produção será feita pela Petrobras Biocombustíveis na Usina de Quixadá”

    Considerando‐se os efeitos de sentido produzidos pelo uso das vozes verbais, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 11f0ab36-d8
  • 19FBEF43-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the text below and answer following four questions according to it.


    How stress affects your health

    Stress: We've all felt it. Sometimes stress can be a positive force, motivating you to perform well at your piano recital or job interview. But often — like when you're stuck in traffic — it's a negative force. If you experience stress over a prolonged period of time, it could become chronic — unless you take action.

    Even short-lived, minor stress can have an impact. You might get a stomach-ache before you have to give a presentation, for example. More major acute stress, whether caused by a fight with your spouse or an event like an earthquake or terrorist attack, can have an even bigger impact.

    Multiple studies have shown that these sudden emotional stresses — especially anger — can trigger heart attacks, arrhythmias and even sudden death.

    When stress starts interfering with your ability to live a normal life for an extended period, it becomes even more dangerous. The longer the stress lasts, the worse it is for both your mind and body. You might feel fatigued, unable to concentrate or irritable for no good reason, for example. But chronic stress causes wear and tear on your body, too.

    Stress can make existing problems worse. In one study, for example, about half the participants saw improvements in chronic headaches after learning how to stop the stressproducing habit of “catastrophizing,” or constantly thinking negative thoughts about their pain. Chronic stress may also cause disease, either because of changes in your body or the overeating, smoking and other bad habits people use to cope with stress. Other forms of chronic stress, such as depression and low levels of social support, have also been implicated in increased cardiovascular risk. And once you're sick, stress can also make it harder to recover. One analysis of past studies, for instance, suggests that cardiac patients with so-called “Type D” personalities — characterized by chronic distress — face higher risks of bad outcomes.

    Adaptado de: <http://www.apa.org/helpcenter/stress.aspx>

    Acessado em 01 de maio de 2015.

    When a person gets sick, stress
    Escolha uma alternativa para a questão 19fbef43-d5
  • 19E2DBBC-D5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O uso da norma culta costuma ser valorizada socialmente como algo distintivo e de prestígio. Identifique a alternativa em que a concordância está inteiramente de acordo com essa norma.
    Escolha uma alternativa para a questão 19e2dbbc-d5
  • 19DAE12F-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos

    Analise a composição do seguinte trecho: “É recomendável, portanto - a fim de que se possa falar e escrever, principalmente no exercício profissional, com clareza, precisão e efetividade - prestar cuidados para que termos científicos não sejam oficializados com formas ou sentidos inadequados”. Nesse trecho, o segmento sublinhado:
    Escolha uma alternativa para a questão 19dae12f-d5
  • 19D1A5DE-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Português, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de Textos

     Como ideia secundária, o Texto 1 admite que:


    1) as línguas são flexíveis; mudam por razões históricas e culturais.

    2) as metas da comunicação, dentro de uma situação específica, é se mostrar eficaz naquilo que se vai falar ou escrever.

    3) vale ter cuidado para que a constância no uso de certos termos não comprometa o rigor da linguagem científica.

    4) falta nas ciências médicas um "padrão-ouro", que lhe confira precisão e rigor, como acontece em outros domínios da atividade social.

    5) a linguagem, apesar da sua generalidade de função, tem características próprias na dependência da cada contexto de uso.


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão 19d1a5de-d5
  • A64B4B52-D4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the comic strip below and answer the following question based on it.

    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em: http://laughtershub.blogspot.com.br/2013/02/comicstrips-with-doctor.html Acessado em 20 de outubro de 2015. 

    The message above implies that
    Escolha uma alternativa para a questão a64b4b52-d4
  • A63F1118-D4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the text below and answer the following questions based on it. 



    Emerging Infectious Diseases 

    Is an unstoppable global pandemic possible? 

    From the deadly Ebola outbreak in West Africa to a mysterious new illness that killed a Kansas farmer last summer, emerging infectious diseases — illnesses never seen before or that reappear in new places or with new severity — threaten people around the world. About five new infections emerge in humans each year, typically three crossing over from animals. Many new kinds of infections also strike wild and domestic animals. Fifty years ago many medical scientists believed widespread use of antibiotics and vaccines would all but eliminate infectious disease. But factors such as environmental change, population growth, poverty and globalization are spurring new, often deadly, infections. Disease scientists urge policymakers to pay much more attention to animal health and to boost funding for public-health agencies here and abroad, but many conservatives say more money is not the answer. Meanwhile, scientists are gaining new insights into the genetic makeup of disease-causing microbes, giving them hope of discovering more ways to prevent or fight infections. 

    Disponível em:<http://library.cqpress.com/cqresearcher/document.php?id=cqresrre
    2015021300>  Acessado em 20 de outubro de 2015.
    It is false to affirm that
    Escolha uma alternativa para a questão a63f1118-d4
  • A63975EA-D4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following questions based on it.

    Prisoners and Mental Illness 

    Are too many with psychiatric problems behind bars?

    Thousands of people with schizophrenia, severe depression, delusional disorders or other mental problems are locked up, often in solitary confinement. While some committed violent crimes and remain a threat to themselves or other inmates and prison staff, many are incarcerated for minor offenses, simply because there is no place to send them for treatment. The number of mentally ill inmates has mushroomed in recent years as states have closed their psychiatric hospitals in favor of outpatient community mental health centers that typically are underfunded and overcrowded. In an attempt to reduce the influx of mentally ill inmates, some 300 specialized mental health courts have diverted them into court-monitored treatment instead of jail. Yet, many participants re-offend, and some experts say psychiatric treatment alone won't prevent criminal behavior. Meanwhile, courts in more than a half-dozen states have declared solitary confinement unconstitutional for those with mental illness. However, some corrections officials say solitary is necessary to separate dangerous prisoners.

    Disponível em: <http://library.cqpress.com/cqresearcher/document.php?id=cqresrre2015031300 >Acessado em 20 de outubro de 2015. 
    The amount of prisoners with mental disorders has recently
    Escolha uma alternativa para a questão a63975ea-d4
  • A62C8386-D4

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4

    ...

    Como então dizer quem fala
    ora a Vossas Senhorias?
    Vejamos: é o Severino da Maria do Zacarias,
    Lá da serra da Costela,
    limites da Paraíba.
    Mas isso ainda diz pouco:
    se ao menos mais cinco havia
    com nome de Severino
    filhos de tantas Marias
    mulheres de outros tantos,
    já finados, Zacarias,
    vivendo na mesma serra
    magra e ossuda em que eu vivia.
    Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida:
    na mesma cabeça grande
    que a custo é que se equilibra,
    no mesmo ventre crescido
    sobre as mesmas pernas finas,
    e iguais também porque o sangue
    Que usamos tem pouca tinta.
    E se somos Severinos
    iguais em tudo na vida,
    morremos de morte igual,
    mesma morte severina:
    que é a morte de que se morre
    de velhice antes dos trinta,
    de emboscada antes dos vinte,
    de fome um pouco por dia
    (de fraqueza e de doença
    é que a morte severina
    ataca em qualquer idade,
    e até gente não nascida).
    Somos muitos Severinos
    iguais em tudo e na sina:
    a de abrandar estas pedras
    suando-se muito em cima,
    a de tentar despertar
    terra sempre mais extinta,
    a de querer arrancar
    algum roçado da cinza. 

    (João Cabral de Melo Neto. Morte e Vida Severina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994, p. 29-30. Fragmento). 
    O poema de João Cabral pode ser considerado como uma produção artística que:
    Escolha uma alternativa para a questão a62c8386-d4
  • A628DBCE-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


    O canteiro de palavras 

    Qual é o seu ofício – me pergunta com certa formalidade o simpático velhinho da fila do banco, depois do cumprimento habitual e do comentário sobre o tempo, rotinas que servem para quebrar o gelo (no nosso clima, literalmente) entre desconhecidos circunstancialmente íntimos pela espera compartilhada. Quase digo que sou jornalista, mas me policio porque conheço o poder inibidor da minha profissão.

    – Vivo de escrever. – Respondo no mesmo tom evasivo, tentando decifrar o efeito da resposta no seu olhar enrugado. (...)

    – Eu sou cortador de pedras – me diz com indisfarçável orgulho de quem detém um dote raro.

    Antes que a fila ande, tenho tempo ainda para ouvir algumas explicações sobre a arte de tirar paralelepípedos da rocha bruta, sobre as ferramentas que usa e sobre a quantidade de peças que produz. Ouço em silêncio para não perturbar a narrativa, mas seu trabalho não me é estranho. Perto de minha casa há uma pedreira. Conheço a faina dos homens empoeirados que lá labutam. De vez em quando fico ouvindo a distância o martelar dos canteiros e pensando na célebre fábula sobre “a tenacidade de nossas ações”, escrita por Jacob Riis, que tem como personagem exatamente um cortador de pedras. Diz mais ou menos o seguinte: “Quando nada parece dar certo, eu observo o homem que corta pedras. Ele martela uma, duas, centenas de vezes, sem que uma só rachadura apareça. Porém, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas. E eu sei que não foi aquela pancada que operou o milagre, mas todas as que vieram antes”.

    Pois escrever, me dou conta enquanto preencho o cheque, não deixa de ser um processo semelhante. A gente martela centenas de vezes até que brote do cérebro (ou do dicionário) a palavra adequada, talvez a única capaz de servir à construção literária planejada. Nem sempre se consegue. A não ser que o canteiro de letras tenha o talento daquele escultor de estátuas equestres que explicava com simplicidade como conseguia tal perfeição:

    – Eu tiro da pedra tudo o que não seja cavalo.

    (Nilson de Souza. Zero Hora. 17/7/1996). 
    Analise alguns termos do vocabulário em uso no Texto 3, considerando, inclusivamente, os contextos em que eles aparecem.

    1) “Respondo no mesmo tom evasivo”, quer dizer no mesmo tom contundente.
    2) “Conheço a faina dos homens empoeirados que lá labutam.”, isto é, a lida dos homens que lá trabalham.
    3) “o talento daquele escultor de estátuas equestres”, isto é, estátuas em pedra.
    4) “rotinas que servem para quebrar o gelo”, isto é, para descontrair.

    Estão corretos os comentários feitos em:
    Escolha uma alternativa para a questão a628dbce-d4
  • A624AB40-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


    O canteiro de palavras 

    Qual é o seu ofício – me pergunta com certa formalidade o simpático velhinho da fila do banco, depois do cumprimento habitual e do comentário sobre o tempo, rotinas que servem para quebrar o gelo (no nosso clima, literalmente) entre desconhecidos circunstancialmente íntimos pela espera compartilhada. Quase digo que sou jornalista, mas me policio porque conheço o poder inibidor da minha profissão.

    – Vivo de escrever. – Respondo no mesmo tom evasivo, tentando decifrar o efeito da resposta no seu olhar enrugado. (...)

    – Eu sou cortador de pedras – me diz com indisfarçável orgulho de quem detém um dote raro.

    Antes que a fila ande, tenho tempo ainda para ouvir algumas explicações sobre a arte de tirar paralelepípedos da rocha bruta, sobre as ferramentas que usa e sobre a quantidade de peças que produz. Ouço em silêncio para não perturbar a narrativa, mas seu trabalho não me é estranho. Perto de minha casa há uma pedreira. Conheço a faina dos homens empoeirados que lá labutam. De vez em quando fico ouvindo a distância o martelar dos canteiros e pensando na célebre fábula sobre “a tenacidade de nossas ações”, escrita por Jacob Riis, que tem como personagem exatamente um cortador de pedras. Diz mais ou menos o seguinte: “Quando nada parece dar certo, eu observo o homem que corta pedras. Ele martela uma, duas, centenas de vezes, sem que uma só rachadura apareça. Porém, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas. E eu sei que não foi aquela pancada que operou o milagre, mas todas as que vieram antes”.

    Pois escrever, me dou conta enquanto preencho o cheque, não deixa de ser um processo semelhante. A gente martela centenas de vezes até que brote do cérebro (ou do dicionário) a palavra adequada, talvez a única capaz de servir à construção literária planejada. Nem sempre se consegue. A não ser que o canteiro de letras tenha o talento daquele escultor de estátuas equestres que explicava com simplicidade como conseguia tal perfeição:

    – Eu tiro da pedra tudo o que não seja cavalo.

    (Nilson de Souza. Zero Hora. 17/7/1996). 
    O Texto 3, visto ainda globalmente, constitui uma defesa:
    Escolha uma alternativa para a questão a624ab40-d4
  • A61FE57B-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


    O canteiro de palavras 

    Qual é o seu ofício – me pergunta com certa formalidade o simpático velhinho da fila do banco, depois do cumprimento habitual e do comentário sobre o tempo, rotinas que servem para quebrar o gelo (no nosso clima, literalmente) entre desconhecidos circunstancialmente íntimos pela espera compartilhada. Quase digo que sou jornalista, mas me policio porque conheço o poder inibidor da minha profissão.

    – Vivo de escrever. – Respondo no mesmo tom evasivo, tentando decifrar o efeito da resposta no seu olhar enrugado. (...)

    – Eu sou cortador de pedras – me diz com indisfarçável orgulho de quem detém um dote raro.

    Antes que a fila ande, tenho tempo ainda para ouvir algumas explicações sobre a arte de tirar paralelepípedos da rocha bruta, sobre as ferramentas que usa e sobre a quantidade de peças que produz. Ouço em silêncio para não perturbar a narrativa, mas seu trabalho não me é estranho. Perto de minha casa há uma pedreira. Conheço a faina dos homens empoeirados que lá labutam. De vez em quando fico ouvindo a distância o martelar dos canteiros e pensando na célebre fábula sobre “a tenacidade de nossas ações”, escrita por Jacob Riis, que tem como personagem exatamente um cortador de pedras. Diz mais ou menos o seguinte: “Quando nada parece dar certo, eu observo o homem que corta pedras. Ele martela uma, duas, centenas de vezes, sem que uma só rachadura apareça. Porém, na centésima primeira martelada, a pedra se abre em duas. E eu sei que não foi aquela pancada que operou o milagre, mas todas as que vieram antes”.

    Pois escrever, me dou conta enquanto preencho o cheque, não deixa de ser um processo semelhante. A gente martela centenas de vezes até que brote do cérebro (ou do dicionário) a palavra adequada, talvez a única capaz de servir à construção literária planejada. Nem sempre se consegue. A não ser que o canteiro de letras tenha o talento daquele escultor de estátuas equestres que explicava com simplicidade como conseguia tal perfeição:

    – Eu tiro da pedra tudo o que não seja cavalo.

    (Nilson de Souza. Zero Hora. 17/7/1996). 
    O Texto 3, visto globalmente, se desenvolve:
    Escolha uma alternativa para a questão a61fe57b-d4