Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

4.735 questões encontradas. Mostrando a página 199 de 237.

  • C3E5FA3F-B5

    Português

    Gêneros Textuais
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2 

    A revolução digital

    Texto e papel. Parceiros de uma história de êxitos. Pareciam feitos um para o outro.

    Disse “pareciam”, assim, com o verbo no passado, e já me explico: estão em processo de separação.

    Secular, a união não ruirá do dia para a noite. Mas o divórcio virá, certo como o pôr-do-sol a cada fim de tarde.

    O texto mantinha com o papel uma relação de dependência. A perpetuação da escrita parecia condicionada à produção de celulose.

    Súbito, a palavra descobriu um novo meio de propagação: o cristal líquido. Saem as árvores. Entram as nuvens de elétrons.

    A mudança conduz a veredas ainda não exploradas. De concreto há apenas a impressão de que, longe de enfraquecer, a ebulição digital tonifica a escrita.

    Isso é bom. Quando nos chega por um ouvido, a palavra costuma sair por outro. Vazando-nos pelos olhos, o texto inunda de imagens a alma.

    Em outras palavras: falada, a palavra perde-se nos desvãos da memória; impressa, desperta o cérebro, produzindo uma circulação de ideias que gera novos textos. A Internet é, por assim dizer, um livro interativo. Plugados à rede, somos, autores e leitores. Podemos visitar as páginas de um clássico da literatura. Ou simplesmente, arriscar textos próprios.

    Otto Lara Resende costumava dizer que as pessoas haviam perdido o gosto pela troca de correspondências. Antes de morrer, brindou-me com dois telefonemas. Em um deles prometeu: “Mando-te uma carta qualquer dia destes”.

    Não sei se teve tempo de render-se ao computador. Creio que não. Mas, vivo, Otto estaria surpreso com a popularização crescente do correio eletrônico.

    O papel começa a experimentar o mesmo martírio imposto à pedra quando da descoberta do papiro. A era digital está revolucionando o uso do texto. Estamos virando uma página. Ou, por outra, estamos pressionando a tecla “enter”.

    Josias de Souza. A revolução digital. Folha de São Paulo. 6/05/96.

    Caderno Brasil, p. 2). 

    O Texto 2 traz as marcas linguístico-textuais do gênero:
    Escolha uma alternativa para a questão c3e5fa3f-b5
  • C3E286B6-B5

    Português

    Regência
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    O sentido coerente de um texto depende muito também da regência entre verbos e complementos. Observe, por exemplo, este trecho: “Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimentos”. Analise outros trechos e identifique aquele em que se preservou a coerência do sentido e a correção gramatical.

    1) Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é preferida como uma atividade cujas realizações demandam a ativação de conhecimentos.
    2) Basta pensarmos no acesso à escrita como uma atividade de cujos ensinamentos todos nós dependemos.
    3) Basta pensarmos na escrita como atividade contrária às realizações estáticas, cujos os sujeitos não são autônomos.
    4) Basta fazermos uma analogia entre a escrita e a fala, as cujas regras em muito coincidem.
    5) Basta pensarmos na escrita a que estamos expostos e a cujo acesso nem todos chegam facilmente.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão c3e286b6-b5
  • C3DEC615-B5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Repare na concordância dos verbos em: “Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas”. Identifique a alternativa em que a concordância do verbo ‘haver’ também está correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c3dec615-b5
  • C3D068FA-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Releia o trecho: “Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso”. A expressão sublinhada indica que se vai
    Escolha uma alternativa para a questão c3d068fa-b5
  • C3C31E48-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    No fragmento: “a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural”, afirma-se implicitamente:

    1) a natureza uniforme e homogênea das atividades de escrita.
    2) a vinculação da escrita com a realidade humana em sua totalidade.
    3) a imensa abrangência do fenômeno e da atividade da escrita.
    4) o caráter ‘estático’ da escrita, definida como um ‘produto’.

    Estão corretas: 
    Escolha uma alternativa para a questão c3c31e48-b5
  • C3BB8A69-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    compreensão de que a escrita é uma realidade complexa encontra apoio, sobretudo, na seguinte passagem do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão c3bb8a69-b5
  • 472EFE63-B4

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    The phrase “It is not ruled out” (l. 30-31) should be understood as
    Escolha uma alternativa para a questão 472efe63-b4
  • 47276D4D-B4

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Can animals predict natural disasters?


    Imagem da questão de Inglês, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Vocabulário | Vocabulary



    CAN, animals predict natural disasters? Disponível em: <http://english.pravda.ru/science/tech/8178-1/Adaptado. Acesso em: 20 dez.2009.

    The only alternative in which there is not a pair of opposites is
    Escolha uma alternativa para a questão 47276d4d-b4
  • 4712339C-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No texto, o fluir do tempo é visto como
    Escolha uma alternativa para a questão 4712339c-b4
  • 470893AB-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No caderno: A vida é servidão, descubro olhando meus sapatos. Tenho pertences: o relógio, a bota, o argumento terrível. Deus não tem nada. Já fui lépida e límpida, tinha o dente ridente, ia arranjar um marido. Eu não me engano mais. Mesmo o canto de liberdade está preso a seu ritmo. O Senhor é meu Pastor e tudo me falta, tenho onde cair morto, certamente terei quem com um olho me chore e outro me ria. Bom é ser como a pedra que é vazia de si. M. G. Fraga.

    PRADO, Adélia. Cacos para um vitral. 4. ed. São Paulo: Siciliano, 1991. p. 64-65.

    Indique V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.

    O texto apresenta

    ( ) uma voz enunciadora consciente da plenitude de sua vida.
    ( ) uma dimensão simbólica dos objetos para configurar um estado de espírito.
    ( ) a subversão de ideias expressas por lugares-comuns, o que lhes confere valor poético.
    ( ) um ser apegado ao religioso, daí a humildade com que aceita as restrições que a vida lhe impõe.
    ( ) a figura feminina em busca da recuperação do tempo vivido.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 470893ab-b4
  • 46F701C3-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    I.
    Ó poente que te vais em sombras mortas,
    Para voltar depois,
    Suavidade que desconfortas,
    Como somos iguais os dois!

    Envolto em nuvens cor de sangue, choras
    Todos os dias o dia findo...
    E como rosas, depois, auroras
    No teu seio vão-se abrindo.

    E de novo te desabrochas,
    Cheio de vida, para depois
    Bruxulear num clarão de tochas
    Seguindo o enterro de nós dois...

    E no outro dia as mesmas rosas
    No teu seio vão-se abrindo...
    E voltam lágrimas chorosas
    Depois, chorando o dia findo.

    GUIMARAENS, Alphonsus de. Cantos de amor, soluços de preces. Rio de Janeiro: Cia José de Aguilar; Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1972. p. 140.


    II.

    Poente. Calcando vidro úmido da tarde,
    lentos, caminho dos currais, os bois
    historiam campesino silêncio de fazenda.
    No olhar de melancolia e trabalho vespertino
    passeia desnudo entre folhas cegas
    um sacrifício comum de agrícola fadiga,
    paisagem desesperada nutrindo-se
    de sombras, de canção despedaçada
    entre cedros e riacho.

    MATTOS, Florisvaldo. Poente aos bois. A caligrafia do soluço & poesia anterior. Salvador: Fundação Casa Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 80
    Os textos I e II possuem em comum
    Escolha uma alternativa para a questão 46f701c3-b4
  • 46EA33F6-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    DAVIS, Jim. Garfield: um gato em apuros. Porto Alegre: L&PM, 2008. p. 56.


    Assinale V ou F, conforme sejam as afirmações verdadeiras ou falsas.

    Na tira, a personagem revela


    ( ) desejo de integração à natureza.

    ( ) autoestima alta em relação à sua aparência atual.

    ( ) frustração de sua expectativa de escapar do envelhecimento.

    ( ) consciência crítica a respeito da ação do tempo sobre as coisas.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

    Escolha uma alternativa para a questão 46ea33f6-b4
  • 46E26287-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    A alternativa que apresenta uma afirmação verdadeira sobre o fragmento transcrito do poema é a
    Escolha uma alternativa para a questão 46e26287-b4
  • 46DE518E-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    No poema, o sujeito lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 46de518e-b4
  • 46D932EC-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    O poema apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 46d932ec-b4
  • 46D50ECC-B4

    Português

    Análise sintática
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Análise sintática

    CONTRERA, Malena Segura. O distanciamento na comunicação. In: Mídia em pânico: saturação da informação, violência e crise cultural na mídia. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2002. p. 53-54.

    O fragmento em que ocorre o uso da vírgula separando orações coordenadas com sujeitos diferentes é o transcrito em
    Escolha uma alternativa para a questão 46d50ecc-b4
  • 46C872C1-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    CONTRERA, Malena Segura. O distanciamento na comunicação. In: Mídia em pânico: saturação da informação, violência e crise cultural na mídia. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2002. p. 53-54.

    Sobre a classificação da mídia apresentada pelo texto, está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 46c872c1-b4
  • 46BFDB9A-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual de Feira de Santana 2010, Interpretação de Textos

    HILLMAN, James. A força do caráter: e a poética de uma vida longa. Tradução Eliana Sabino. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. p. 16. Tradução de: The force og character. 
    A ideia básica do enunciador sobre a juventude e a velhice, no primeiro parágrafo, é a que está expressa em
    Escolha uma alternativa para a questão 46bfdb9a-b4
  • 921FAB9B-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge a seguir:


    Imagem da questão de Português, FUVEST 2010, Interpretação de Textos

    Fonte: Bill Watterson. Universal Press/Best News. 1996. Adaptado


    A charge chama a atenção, principalmente, para a

    Escolha uma alternativa para a questão 921fab9b-b3
  • 9213180E-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão  

    Imagem da questão de Português, FUVEST 2010, Interpretação de Textos
    The Economist, March 14th 2009.  
    Segundo o texto, no Japão,
    Escolha uma alternativa para a questão 9213180e-b3