Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 201 de 237.

  • DFCE00FB-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Trecho extraído del periódico online El País – 28.12.2009) <https://elpais.com/articulo/pantallas/twitter/rentable/elpepirtv/20091228elpepirtv_4/Tes>

    A frase “Las previsiones indican que en 2010 el sector publicitario continuará de capa caída salvo en Internet […]” (linha 23-24) significa que
    Escolha uma alternativa para a questão dfce00fb-b0
  • DFC96EB8-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    (Trecho extraído del periódico online El País – 28.12.2009) <https://elpais.com/articulo/pantallas/twitter/rentable/elpepirtv/20091228elpepirtv_4/Tes>

    Sobre o Twitter é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão dfc96eb8-b0
  • 6FADAC0D-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text 2 and answer the question.

    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    It is correct to say that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fadac0d-b0
  • 6FA0D20B-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the Text 1 and answer the question.


    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    “…it gives them a feeling of accomplishment…” (lines 12 and 13) means that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6fa0d20b-b0
  • 6F9B6017-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UDESC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the Text 1 and answer the question.


    Imagem da questão de Inglês, UDESC 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The text says that:
    Escolha uma alternativa para a questão 6f9b6017-b0
  • CEB4AA07-B0

    Português

    Sintaxe
    FATEC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto e responda a questão.

    A verdadeira muralha da China
       Nos últimos anos, poucos eventos sacudiram tanto a China quanto a internet. Seu número de internautas já é maior do que os 230 milhões de usuários americanos, segundo a North America Internet Stats. Trata-se de um público de jovens, com menos de 30 anos, que declaram ter na internet sua melhor fonte de informação. Todos eles, porém, encontram dificuldades para superar um gigantesco problema: a censura.
        Um poderoso firewall oficial é a verdadeira muralha da China moderna. A segregação digital, porém, começa a ser sacudida por caminhos inesperados. Diante da possível interrupção de serviços do Google no país, a conceituada revista Nature realizou sondagem na comunidade científica chinesa e colheu resultados de primeira grandeza: a censura e o eventual fechamento do Google farão muito mal à ciência do país. Segundo os dados divulgados pela agência Reuters (24.02.2010), mais de 70% dos cientistas chineses utilizam o Google como ferramenta de busca de dados, informações, artigos científicos e literatura acadêmica em geral. Dos cientistas entrevistados, 84% afirmaram que suas pesquisas perderiam substantivamente em qualidade se fossem privados do uso do Google; 78% afirmaram que sua colaboração internacional seria profundamente afetada. O problema de fundo, que preocupa as autoridades chinesas, é que a existência do Google levou a uma alteração de hábitos de pesquisa, interferindo no modo de explorar, testar e difundir informações necessárias para a geração de conhecimento. Longe de um gesto de censura de curto alcance (se é que isso é possível), a interrupção do Google provocaria reações de longa duração, com impacto sensível na eficiência da pesquisa científica. Para um país disposto a disputar a hegemonia mundial, em que a pesquisa científica e tecnológica é a menina dos olhos das autoridades, as novidades vindas da comunidade científica não poderiam ser piores.
        Os milhares de funcionários chineses que zelam pelo sistema de censura fariam mais pela eficiência do país se ficassem menos preocupados em perseguir URIs, URLs, FTPs e HTTPs. Para o nervosismo da “nomenklatura” (e satisfação de todos os que desejam um mundo em que o conhecimento possa fluir livremente, a começar pelos cientistas e pesquisadores chineses), uma sucessão infindável de geeks, hackers, nerds, dorks e dweebs, com seus correlatos em chinês, descobre a cada dia uma nova maneira de burlar os sistemas de censura.

     (ARBIX, Glauco. Valor Econômico. 24.02.2010, p.A17. Adaptado)
    Assinale a alternativa em que a(s) palavra(s) destacada(s) funcione(m) como elemento(s) que adiciona(m) informações simultâneas.
    Escolha uma alternativa para a questão ceb4aa07-b0
  • CE274A5E-B0

    Inglês

    Sinônimos | Synonyms
    FATEC · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto para responder a questão.

    HAITI'S INDENTURED CHIlDREN 
    THE DAYS AFTER HAITI'S EARTHQUAKE brought joyous reunions for some families. Others faced the grim reality that they'd been suddenly robbed of parents or offspring. But for Haiti's 225,000 restaveks, or indentured children, the quake brought only an uncertain future.
    Slavery-which ended with independence in 1804-is illegal in Haiti. And technically, restaveks are not slaves. The institution has its roots in the Caribbean tradition of child lending between families (usually relatives) to pitch in with extra work, care for the elderly or sick, or to provide opportunity to a child from a poor family. Generally, rural parents send their children to live with wealthier families in the cities. In exchange for domestic labor, the children are supposed to receive lodging, food, clothing, medicine, and-most importantly-education. In as many as half of the cases, they do (though classifying treatment in private homes is notoriously difficult). The unlucky ones, called restaveks-from the French rester avec, or "to stay with" -are loaned through normal channels but denied schooling and subject to abuse and degradation. This phenomenon has spiked in modern Haiti, as more and more children end up with equally impoverished families in the slums.
    Before the quake, up to 22 percent of Haitian homes contained restaveks, according to a study funded by USAID. Keeping restaveks is illegal, but child loans are not and, given the extent of Haiti's governmental dysfunction, it's hard to tell which cases are which. Now that the quake has thrown family networks into disarray, the flimsy social ties supporting restaveks are likely to break down. "For families struggling in the wake of a catastrophe, restavek kids are the first to go; says Glenn Smucker, an anthropologist who specializes in development work in Haiti. "Their parents are not there to watch out for them, so they're far more vulnerable" to desertion and trafficking. 
    But even as the numbers of abandoned restaveks swell, the demand for their services is likely to decrease. A mass exodus of residents from Port-au-Prince is reversing decades of migratory trends. If the shift sticks, it means there will be less need for restaveks in the city. But it's also possible that families suffering from the quake's economic aftershocks will feel extra pressure to lend out their children, even as it becomes more likely they'll end up as restaveks. Which, combined with a spike in new orphans, means Haiti will likely see a rise in the number of its street children in the years to come.

    (By Katie Paul - Newsweek)
    A palavra flimsy, no 3º parágrafo do texto, pode ser substituída por
    Escolha uma alternativa para a questão ce274a5e-b0
  • 74B5C642-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
            Aniceto fora cedo tirar o atestado de óbito no cartório de Palmeira e chegou no meio da tarde, encontrando grande confusão, o padre não permitia o enterro no cemitério de Santa Bárbara, era uma ateia.
          –– Mas vivemos na República –– gritou Rossi, que tinha ido acertar o sepultamento.
        –– A igreja é maior que o governo –– revidou o padre. –– Temos o direito de ser enterrados no cemitério.
         –– Essa terra só conhece católicos. — E o padre bateu a porta da sacristia.
       Quando souberam da proibição, os anarquistas se revoltaram, iam marchar juntos contra o padre e enterrar Gentille à força, viviam em um país livre, eram trabalhadores, davam lucro ao estado, ninguém era obrigado a ter religião para ser enterrado dignamente.

    SANCHES NETO, Miguel. Um amor anarquista. 3. ed. Rio de Janeiro: Record, 1998. p. 219.

    O texto, contextualizado na obra em sua totalidade, permite afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 74b5c642-b0
  • 7B95A131-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-GO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 10


    Mais veículos que gente


    Levando-se em conta somente o aumento do número de novos veículos e não considerando variantes como o aumento da população nem registros de baixas junto ao Departamento Estadual de Trânsito de Goiás (Detran-GO), Goiânia pode mais que dobrar a frota em 2020, chegando a quase 1,7 milhão de veículos. Se o crescimento apresentado pelo Detran (6%) se mantiver, em 2015 a quantidade de carros já irá se igualar ao número de habitantes que vivem na Capital hoje, ou seja, um milhão, duzentos e quarenta e cinco mil. Como Goiânia apresenta crescimento médio populacional de 2% ao ano (está entre as 15 capitais do País que apresentam índice de crescimento populacional estagnado entre 1,5 e 3%), a projeção para 2015 é que vivam, só na cidade, por volta de 1,5 milhão de pessoas. Dados do Detran mostram que a capital tem hoje 786.501 veículos, 42% do total estadual. Só em 2007, o órgão expediu 67.631 novas licenças para carros, motos, caminhonetes e outros. Apesar do aumento de quase 36% nas licenças de 2006 para 2007, o Detran afirma que a média histórica é de 6% de aumento por ano. Para se ter uma idéia, os 49.490 registros de novos carros na Capital em 2006 foram superiores aos registros de nascimento na cidade, totalizados pelo IBGE em 22.520. Além disso, a cidade, que já apresenta um carro para cada 1,7 habitante, recebe todos os dias veículos vindos de cidades da região metropolitana, como Senador Canedo e Aparecida de Goiânia, cujas médias de crescimento populacional são maiores que 3%. Logicamente, tratase apenas de projeções simples e hipóteses, mas quando se pensa que a cidade foi projetada inicialmente para receber 50 mil pessoas e que atualmente a região metropolitana já apresenta mais de 2 milhões de habitantes, com forte tendência de crescimento, e que a proporção de carros por habitante já é a maior do Brasil, Goiânia parece estar num beco sem saída. Mas especialistas dizem que a cidade tem plenas capacidades de reverter os problemas até 2020. A mudança depende do transporte coletivo. Benjamim Jorge Rodrigues, doutor em Engenharia de Transportes e professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás e do Centro Federal de Educação Tecnológica, explica: “Basicamente, o carro consome mais malha viária do que ônibus, pois no carro se anda normalmente sozinho ou com um carona. No ônibus podemos ter mais de 50 pessoas”.


    (LISITA, Gabriel. Mais veículos que gente. Diário da Manhã. Cidades. 21 fev. 2008. p. 12-13. Disponível em <http://www2.dm.com.br/digital/index.php?edicao=7412>.Acesso em: 20 out. 2010.)



    A respeito do tema do texto 10, analise as afirmações abaixo:


    I   -   Se a capital tem hoje 786.501 veículos, 42% do total estadual, então pode-se estimar que a quantidade de carros do Estado de Goiás é de 1.872.621,4 carros, aproximadamente.

    II  -  Em 2007, o Detran expediu 67.631 novas licenças para carros, motos, caminhonetes e outros que corresponde a um aumento de quase 36% nas licenças de 2006 para 2007. Assim, podemos concluir que o número de licenças expedidas em 2006 foi de aproximadamente 49.728,676.

    III-Como Goiânia apresenta crescimento médio populacional de 2% ao ano, a projeção para 2015 é que vivam, só na cidade, por volta de 1,5 milhão de pessoas. Mantendo-se essa taxa de crescimento, pode-se estimar que a quantidade de pessoas residindo em Goiânia em 2020 será de 1,66 milhão de habitantes.

    IV-Goiânia apresenta a proporção de um carro para cada 1,7 habitante. Se fosse essa a média de carro para a projeção inicial de Goiânia, então a quantidade de carros seria de 29.411,76 carros.


    Agora, assinale a alternativa verdadeira:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b95a131-b0
  • 7B546B22-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-GO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 07

            Gente pisando no calo de gente que bronqueia, revolta, geme.
            – Parado.
           Desce um lote de passageiros, levando na face o marco do trabalho e da esperança.
         João, de pé, com as mãos firmes no friso do friso do ônibus, pensa. Seus pensamentos voam às ruas, correm contrariamente e desaparecem no turbilhão das avenidas.
           João calcula: “Vida miserável, a gente tem disposição, quer trabalhar e não consegue emprego”.
           – Parado.
            Desce outro lote de passageiros e sobe mais gente.
         Espremido e revoltado, João matuta: “Vida desgraçada: vinte oito anos, casado, pai de dois filhos, desempregado, sem casa, sem dinheiro, sem destino”...
           O coletivo corre pelo asfalto quente da Avenida Goiás em direção à Praça do Bandeirante, onde os imponentes edifícios fazem guarda ao travesso Bartolomeu que ameaça incendiar os rios.
    (TELES, José Mendonça. João. In: ______. A Cidade do Ócio. 4. ed. Goiânia: Editora Kelps. 2010, p. 43.)
    “Meio-dia, gente correndo pelas ruas, preocupações: dinheiro, cheques para cobrir, títulos em protesto, filas de pagar luz, água, esgoto, telefone, imposto, saúde, coração rateando, angina pectoris, desidratação, neurastenia, Adauto Botelho, filas de INPS [...], meio-dia, João dentro do ônibus que faz a linha Redenção-Centro”.


    (TELES, José Mendonça. A Cidade do Ócio. 4 ed. Goiânia: Kelps, 2010)


    A respeito do fragmento acima, extraído da obra de José Mendonça Teles, publicada pela primeira vez há 40 anos, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b546b22-b0
  • 7B4F8FF4-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC-GO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 07

            Gente pisando no calo de gente que bronqueia, revolta, geme.
            – Parado.
           Desce um lote de passageiros, levando na face o marco do trabalho e da esperança.
         João, de pé, com as mãos firmes no friso do friso do ônibus, pensa. Seus pensamentos voam às ruas, correm contrariamente e desaparecem no turbilhão das avenidas.
           João calcula: “Vida miserável, a gente tem disposição, quer trabalhar e não consegue emprego”.
           – Parado.
            Desce outro lote de passageiros e sobe mais gente.
         Espremido e revoltado, João matuta: “Vida desgraçada: vinte oito anos, casado, pai de dois filhos, desempregado, sem casa, sem dinheiro, sem destino”...
           O coletivo corre pelo asfalto quente da Avenida Goiás em direção à Praça do Bandeirante, onde os imponentes edifícios fazem guarda ao travesso Bartolomeu que ameaça incendiar os rios.
    (TELES, José Mendonça. João. In: ______. A Cidade do Ócio. 4. ed. Goiânia: Editora Kelps. 2010, p. 43.)
    The sentences “Vida miserável, a gente tem disposição, quer trabalhar e não consegue emprego” and “Vida desgraçada: vinte oito anos, casado, pai de dois filhos, desempregado, sem casa, sem dinheiro, sem destino” reflect how difficult it is to survive without a job and money. What is João´s view of his situation?
    Escolha uma alternativa para a questão 7b4f8ff4-b0
  • 7AD44E17-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-GO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 02


    Ao chegar ao Rio, de Corumbá, Fuentes hospedou-se no Hotel Bragança, na avenida Mem de Sá. Um hotel cheio de turistas argentinos falando portunhol. [...]
    Na lista telefônica Fuentes escolheu um oftalmologista de nome espanhol, Pablo Hernandez. O dr. Hernandez descendia de uruguaios e, para desapontamento de Fuentes, não falava espanhol. Em seu bem montado consultório, na avenida Graça Aranha, na Esplanada do Castelo, examinou Fuentes cuidadosamente. O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos. A córnea, porém, fora atingida. Didaticamente Hernandez explicou ao seu cliente que a córnea era uma camada externa transparente através da qual a luz – e com a luz, a cor, a forma, o movimento das coisas – penetrava no olho.

    Córnea – moça, 24ª , vende. Tel. 185-3944.
    O anúncio no O Dia foi lido por Fuentes. Ele ligou de seu quarto, no Hotel Bragança. Atendeu uma mulher...[...] Ela disse que ele podia pegar um ônibus no largo de São Francisco.
    “É para você?”, perguntou a mulher quando Fuentes lhe falou que era a pessoa que havia telefonado. [...]
    “Sim, é para mim.” A mulher não ter percebido a cicatriz no seu olho esquerdo deixou Fuentes satisfeito. [...]
    “Dez milhas”, disse a mulher impaciente. “E não é caro. O preço de um carro pequeno. Minha filha é muito moça, nunca teve doença, dentes bons, ouvidos ótimos. Olhos maravilhosos.”


    (FONSECA, Rubem. A Grande Arte. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 137-139.)


    Com relação ao texto 02, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 7ad44e17-b0
  • 7ABEF4BA-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC-GO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    The issues presented by literary texts may differ in degree and nature from those presented by informational ones. Choose the best alternative which is only related to literary texts.
    Escolha uma alternativa para a questão 7abef4ba-b0
  • C03464B3-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFPR · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
         Germans make wonderful beer. Yet the productivity of the German beer industry is only 43 percent that of the U.S. beer industry. Meanwhile, the German metalworking and steel industries are equal in productivity to their American counterparts. Since the Germans are evidently capable of organizing industries well, why can’t they do so when it comes to beer?
         It turns out that the German beer industry suffers from small-scale production. There are a thousand tiny beer companies in Germany, shielded from competition with one another because each German brewery has virtually a local monopoly, and they are also shielded from competition with imports. The United States has 67 major beer breweries, producing 23 billion liters of beer per year. All of Germany’s 1,000 breweries combined produce only half as much. Thus the average U.S. brewery produces 31 times more beer than the average German brewery. 
         This fact results from local tastes and German government policies. German beer drinkers are fiercely loyal to their local brand, so there are no national brands in Germany analogous to our Budweiser, Miller, or Coors. Instead, most German beer is consumed within 30 miles of the factory where it is brewed. Therefore, the German beer industry cannot profit from economies of scale. In the beer business, as in other businesses, production costs decrease greatly with scale. The bigger the refrigerating unit for making beer, and the longer the assembly line for filling bottles with beer, the lower the cost of manufacturing beer. Those tiny German beer companies are relatively inefficient. There’s no competition; there are just a thousand local monopolies. 
         The local beer loyalties of individual German drinkers are reinforced by German laws that make it hard for foreign beers to compete in the German market. The German government has so-called beer purity laws that specify exactly what can go into beer. Not surprisingly, those government purity specifications are based on what German breweries put into beer, and not what American, French, and Swedish breweries like to put into beer. Because of those laws, not much foreign beer gets exported to Germany, and because of inefficiency and high prices much less of that wonderful German beer than you would otherwise expect gets sold abroad. (Before you object that German Löwenbräu beer is widely available in the United States, please read the label on the next bottle of Löwenbräu that you drink here: it’s not produced in Germany but in North America, under license, in big factories with North American productivities and efficiencies of scale). 
    (Diamond, J. ,2005. Guns, Germs, and Steel. New York: Norton.)  
    Are the statements true (T) or false (F), according to the text?

    ( ) The United States produces less beer than Germany.
    ( ) The German steel industry is better organized than the German beer industry.
    ( ) The German metalworking industry is more productive than the American metalworking industry.
    ( ) In Germany there are more factories producing beer than in the United States.
    ( ) 43% of the beer sold in the United States is produced in Germany.

    Mark the alternative which presents the correct sequence, from top to bottom.
    Escolha uma alternativa para a questão c03464b3-b0
  • BF4EB113-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Ao fazer um comentário sobre a interpretação das tiras divulgadas em sua página da Internet, Laerte afirma no Blog “Manual do Minotauro”:

         “Tiras, assim como esfihas, podem ser abertas ou fechadas. Segundo o Umberto Eco, que estabeleceu este modelo, tão mais abertas serão quanto mais possibilidades de leitura oferecerem, e tão mais fechadas quanto mais estrito for o campo de interpretação.
          Na minha produção, tem de tudo, com vários índices de abertura.
         Nestas, de ‘Almanaque’, em especial, tive uma intenção mais ou menos clara, que alcança seu êxito (na leitura) conforme os códigos de quem lê são parecidos com os meus, que as fiz.” (Postado em 10 ago 2010.) 

    Veja uma das tiras publicadas em “Almanaque”: 
    Imagem da questão de Português, UFPR 2010, Interpretação de Textos
                                                           (http://verbeat.org/blogs/manualdominotauro. Postado em 31 jul 2010.)

    Para a interpretação dessa tira, considere que os códigos a que o autor se refere sejam os conhecimentos necessários à interpretação da tira e indique quais, entre os pressupostos abaixo, são mobilizados para o sucesso na leitura.

    1. Para a interpretação de tiras, é importante conhecer a distinção entre obra aberta e obra fechada formulada por Umberto Eco.
    2. As geladeiras são equipamentos fundamentais para a conservação de produtos que se deterioram se não forem armazenados em temperaturas baixas.
    3. Numa sociedade consumista, é comum a aquisição de bens desnecessários.
    4. A Terra corre o risco permanente de ser alvo de ataques de armas nucleares.
    5. O aquecimento global pode resultar no derretimento das geleiras da Antártida.

    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão bf4eb113-b0
  • BF46BD04-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFPR · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.

         O Brasil sempre despertou a curiosidade do mundo. Seja por seu exotismo natural, seja pelas suas dimensões continentais ou pelo caldeirão cultural formado por uma das sociedades mais miscigenadas do planeta. Nos últimos anos, no entanto, o interesse internacional pelas coisas brasileiras andava um tanto quanto arrefecido, principalmente pelo fato de a agenda geopolítica mundial estar voltada para o Oriente Médio. Mas agora, com a ascensão do País a um papel de protagonista, ainda que emergente, no cenário mundial, acadêmicos de todo o mundo, em especial os americanos, começam a voltar seus olhos novamente para o Brasil. Só nos Estados Unidos estima-se que quase mil pesquisadores em diversas universidades estejam dedicados exclusivamente a estudar assuntos tão diversos quanto a poluição da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, ou a história do Plano Real. Ao mesmo tempo, cerca de dez mil estudantes universitários estão matriculados em cursos para aprender português. “Há um interesse crescente pelo Brasil, por várias razões, desde as econômicas até o fato de termos mais brasileiros vivendo nos Estados Unidos”, diz o professor de História do Brasil da universidade americana de Brown, James Green, integrante da Associação Norte-Americana de Estudos Brasileiros, que conta com cerca de 1,2 mil sócios.
         A história desse interesse acadêmico pelo Brasil não é nova. Desde os anos 50, quando o Brasil iniciou um rápido processo de industrialização, pesquisadores estrangeiros passaram a colocar o País em suas pautas. Esse movimento cresceu nos anos 60 e 70 com a intensificação da Guerra Fria. Nessa época, o governo dos Estados Unidos começou a financiar estudantes interessados em estudar o Brasil, um país com informações sobre seu tecido social tão escassas quanto a Cuba tomada por Fidel e Che Guevara. Mas, desde o fim da década de 90, tanto o Brasil quanto a América Latina deixaram de atrair a atenção internacional, monopolizada pelo déjà vu: a batalha entre Ocidente e Oriente encarnada nas guerras do Iraque e do Afeganistão.
         “O desempenho econômico do Brasil durante a crise e as conquistas sociais do País voltaram a despertar o interesse acadêmico”, diz Joseph Love, diretor do Instituto Lemann, voltado exclusivamente para financiar estudantes brasileiros ou americanos interessados no Brasil. Love, como outros brasilianistas, está percebendo uma mudança importante no perfil dos pesquisadores de agora em relação aos de décadas passadas. “Antes o interesse era quase exclusivamente antropológico. Questões como raça e gênero sempre cativaram os pesquisadores. Agora o que vemos é uma curiosidade crescente por temas relacionados à economia, experiências no sentido de diminuir o abismo social e questões ambientais”, diz ele.
    (ISTOÉ, 03 set 2010.)
    A partir das informações do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão bf46bd04-b0
  • 5D44A143-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    BLACK, Richard. Arctic warmest in two millennia. Disponível em:<www.bbc.co.uk/ worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090904_witn_arctic.shtml>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    Fill in the parentheses with T (True) or F (False).

    The text has answers to the following questions:


    ( ) Where was the present research published?

    ( ) How many scientists took part in the present expedition?

    ( ) What are Arctic high temperatures an indication of?

    ( ) When did the scientists produce evidence of the warming phenomenon in the Arctic?


    According to the text, the correct sequence, from top to bottom,

    Escolha uma alternativa para a questão 5d44a143-b0
  • 5D3CAF3F-B0

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2010, Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions

    COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    “contemporary with the better-known Chavin and Cupisnique cultures.” (l. 24-25)


    The word “better” in this sentence is the irregular degree of

    Escolha uma alternativa para a questão 5d3caf3f-b0