Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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Resultados

4.735 questões encontradas. Mostrando a página 202 de 237.

  • 5D34BC2C-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    It’s stated in the text:
    Escolha uma alternativa para a questão 5d34bc2c-b0
  • 5D312BF4-B0

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2010, Vocabulário | Vocabulary

    COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    __________ the mummy was very old, the dead body _______


    Based on the text, the alternative that completes the blanks correctly is

    Escolha uma alternativa para a questão 5d312bf4-b0
  • 5D2BCED2-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.

    Fill in the parentheses with T (True) or F (False).

    About the mummified woman, it’s correct to say:


    ( ) She was rather short.

    ( ) She was an elderly lady when she died.

    ( ) Her legs had been tied with a rope.

    ( ) She was much younger than most Peruvian mummies.


    According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is

    Escolha uma alternativa para a questão 5d2bced2-b0
  • 4C13A208-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.

    En cuanto al uso de la lengua usada en el texto, se puede afirmar
    Escolha uma alternativa para a questão 4c13a208-b0
  • 4C0AEE01-B0

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Sinônimos | Sinónimo

    LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.

    La expresión “a lo mejor” (l. 34) equivale a
    Escolha uma alternativa para a questão 4c0aee01-b0
  • 4C0763D8-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Espanhol, UNICENTRO 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.

    Con la expresión “esos personajillos” (l. 8), la autora se refiere a
    Escolha uma alternativa para a questão 4c0763d8-b0
  • EE1F04DC-B0

    Espanhol

    Adjetivos em Espanhol | Adjetivos
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A _________ que quiere adquirir un _________ dominio del español _________ conviene estudiarlo con _________ esmero, sin desistir al _________ obstáculo.
    Escolha uma alternativa para a questão ee1f04dc-b0
  • EE175DBF-B0

    Espanhol

    Sinônimos | Sinónimo
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Sinônimos | Sinónimo

    Adaptado de: Clarín.com http://www.clarin.com/suplementos/viajes/2005/04/17 Acesso en 17/04/2005 http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/07/ Acesso en 1996

    Sinónimos de las palabras “pegar” (línea 11); “azar” (línea 12); y “rato” (línea 13) son, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão ee175dbf-b0
  • EE139296-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Imagem da questão de Espanhol, PUC - RS 2010, Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura

    Adaptado de: Clarín.com http://www.clarin.com/suplementos/viajes/2005/04/17 Acesso en 17/04/2005 http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/07/ Acesso en 1996

    La única pregunta que encuentra respuesta en el texto es:
    Escolha uma alternativa para a questão ee139296-b0
  • F5D54C19-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto V e responda a questão. 

    Texto V

    O “Adeus” de Teresa

    A vez primeira que eu fitei Teresa,

    Como as plantas que arrasta a correnteza,

    A valsa nos levou nos giros seus...

    E amamos juntos... E depois na sala

    “Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala...

    E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”

    Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...

    E da alcova saía um cavaleiro

    Inda beijando uma mulher sem véus...

    Era eu... Era a pálida Teresa!

    “Adeus” lhe disse conservando-a presa...

    E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”

    Passaram tempos... séc’los de delírio

    Prazeres divinais... gozos do Empíreo...

    ... Mas um dia volvi aos lares meus.

    Partindo eu disse – “Voltarei!... descansa!...”

    Ela, chorando mais que uma criança,

    Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”

    Quando voltei... era o palácio em festa!...

    E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra

    Preenchiam de amor o azul dos céus.

    Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!

    Foi a última vez que eu vi Teresa!...

    E ela arquejando murmurou-me: “adeus!” 

    (CASTRO ALVES, Antonio Frederico. Espumas flutuantes. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. p. 51.)

    Sobre características do estilo de Castro Alves presentes no poema, considere as afirmativas a seguir.

    I. Presença de uma visão erotizada do amor e da mulher.
    II. Abandono do tom aclamatório presente nos poemas sobre os escravos.
    III. Confirma sua inserção na segunda geração do Romantismo.
    IV. Revela influência do sentimentalismo amoroso adulto.

    Assinale a alternativa correta
    Escolha uma alternativa para a questão f5d54c19-b0
  • F5D1DE6B-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto I

        Foi na estância dos Lagoões, duma gente Silva, uns Silvas mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificações de votantes.

         A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta: era um regalo! 

        Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá, de a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças.

        Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio; o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar branca, e uma risca na papada.

        Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois havia muito tempo que estavam encostados no cabeçalho, remoendo muito sossegados, esperando que qualquer peão os ajoujasse.

    (LOPES NETO, Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2008. p. 65-66.)

    Texto II

    O tempo fecha.
    Sou fiel aos acontecimentos biográficos.
    Mais do que fiel, oh, tão presa! Esses mosquitos
    que não largam! Minhas saudades ensurdecidas
    por cigarras! O que faço aqui no campo
    declamando aos metros versos longos e sentidos?
    Ah que estou sentida e portuguesa, e agora não
    sou mais, veja, não sou mais severa e ríspida:
    agora sou profissional. 
    (CESAR, Ana Cristina. A teus pés. 6. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, s/d. p. 9.)

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!” 

       Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!

       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.

       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa.

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.) 


    Texto IV

        Mas quando todas as luzes da península se apagaram ao mesmo tempo, apagón lhe chamaram depois em Espanha, negrum numa aldeia portuguesa ainda inventora de palavras, quando quinhentos e oitenta e um mil quilómetros quadrados de terras se tornaram invisíveis na face do mundo, então não houve mais dúvidas, o fim de tudo chegara. Valeu a extinção total das luzes não ter durado mais do que quinze minutos, até que se completaram as conexões de emergência que punham em acção os recursos energéticos próprios, nesta altura do ano escassos, pleno verão, Agosto pleno, seca, míngua das albufeiras, escassez das centrais térmicas, as nucleares malditas, mas foi verdadeiramente o pandemónio peninsular, os diabos à solta, o medo frio, o aquelarre, um terramoto não teria sido pior em efeitos morais. Era noite, o princípio dela, quando a maioria das pessoas já recolheram a casa, estão uns sentados a olhar a televisão, nas cozinhas as mulheres preparam o jantar, um pai mais paciente ensina, incerto, o problema de aritmética, parece que a felicidade não é muita, mas logo se viu quanto afinal valia, este pavor, esta escuridão de breu, este borrão de tinta caído sobre a Ibéria, Não nos retires a luz, Senhor, faz que ela volte, e eu te prometo que até ao fim da minha vida não te farei outro pedido, isto diziam os pecadores arrependidos, que sempre exageram.

    (SARAMAGO, José. A jangada de pedra. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p.35-36.)

    Considere as afirmativas a seguir, relativas aos textos I, II, III e IV.

    I. O texto I exemplifica a presença de expressões próprias da oralidade no texto literário, o que se comprova em “já vê...” e “de a pé”.

    II. No texto II, a presença da oralidade em “[...] Minhas saudades ensurdecidas por cigarras! [...]” é um recurso típico do modernismo português.

    III. O texto III é um exemplo de variante histórica, pois traz marcas da norma padrão do português utilizado no Brasil do século XIX, como se nota em “cousa”.

    IV. No texto IV, os vocábulos “quilómetros” e “acção” são marcas do português europeu, uma das variantes da língua portuguesa.


    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão f5d1de6b-b0
  • F5C6D5E3-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que apresenta o mesmo sentido do trecho “Enquanto iam-lhe cicatrizando as feridas roxas do corpo tatuado pela chibata, abria-se-lhe na alma rude de marinheiro um grande vácuo [...]” (p. 61), retirado do romance Bom-Crioulo de Adolfo Caminha. 
    Escolha uma alternativa para a questão f5c6d5e3-b0
  • F5BAF866-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto III e responda a questão. 

    Texto III

        Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”

        Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...

        Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
       Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
       Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa. 

    (CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
    Sobre o trecho do capítulo XI de Bom-Crioulo (Texto III) e sua relação com o todo do romance, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f5baf866-b0
  • F5A566BB-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto I e responda a questão.

     Texto I 

       Foi na estância dos Lagoões, duma gente Silva, uns Silvas mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificações de votantes.

        A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta: era um regalo

        Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá, de a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças. 

        Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio; o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar branca, e uma risca na papada.

        Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois havia muito tempo que estavam encostados no cabeçalho, remoendo muito sossegados, esperando que qualquer peão os ajoujasse

    (LOPES NETO, Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2008. p. 65-66.)

    Contos gauchescos é uma obra representativa
    Escolha uma alternativa para a questão f5a566bb-b0
  • F5A0788E-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto I e responda a questão.

     Texto I 

       Foi na estância dos Lagoões, duma gente Silva, uns Silvas mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificações de votantes.

        A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta: era um regalo

        Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá, de a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças. 

        Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio; o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar branca, e uma risca na papada.

        Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois havia muito tempo que estavam encostados no cabeçalho, remoendo muito sossegados, esperando que qualquer peão os ajoujasse

    (LOPES NETO, Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2008. p. 65-66.)

    Acerca dos fatos narrados no texto, considere as afirmativas a seguir

    I. Agora que já estavam velhos e cansados, os animais eram mantidos na estância para servir às mulheres e às crianças da família, especialmente para irem até o riacho.

    II. O riacho, local de banho da família, não ficava muito longe da casa, mas assim mesmo eles utilizavam a carreta de bois para se locomover até lá.

    III. Depois da higiene matinal e de tomar o café da manhã, os moradores da estância reuniam-se no terreiro para começar a trabalhar na plantação.

    IV. Os bois eram tão mansos e acostumados com a tarefa que até mesmo as mulheres e as crianças podiam conduzir a carreta puxada por eles.

    Assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão f5a0788e-b0
  • F59C4434-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UEL · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto I e responda a questão.

     Texto I 

       Foi na estância dos Lagoões, duma gente Silva, uns Silvas mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificações de votantes.

        A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta: era um regalo

        Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá, de a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças. 

        Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio; o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar branca, e uma risca na papada.

        Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois havia muito tempo que estavam encostados no cabeçalho, remoendo muito sossegados, esperando que qualquer peão os ajoujasse

    (LOPES NETO, Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2008. p. 65-66.)

    Os termos “baixo”, “regalo” e “baio” são empregados no texto, respectivamente, com os sentidos de
    Escolha uma alternativa para a questão f59c4434-b0
  • 22A1E785-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a seguinte passagem extraída do texto e assinale a opção que NÃO apresenta um equivalente para o fragmento em destaque:


    “Aunque SE LES TILDE DE deportes no pasan de ser estúpidos juegos de entretenimiento.” (párrafo 11)

    Escolha uma alternativa para a questão 22a1e785-b0
  • 229AA390-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Assinale a opção que completa corretamente a paráfrase abaixo:


    La pelota posee enormes posibilidades de convertirse en deporte olímpico porque, __________________, lo tiene muy merecido.

    Escolha uma alternativa para a questão 229aa390-b0
  • 228C7551-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UFU-MG · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia as afirmativas abaixo, verifique se são falsas ou verdadeiras e, a seguir, assinale a alternativa correta.

    Josué Ferrer, en su texto,


    I - compara la pelota con otros deportes y por eso incita a la promoción de la pelota valenciana a la condición de deporte olímpico.

    II - levanta la voz a favor de la pelota valenciana, puesto que está desterrada de los juegos olímpicos desde la época de los emperadores.

    III - recuerda los aficionados a la pelota, cuyo renombre en la historia cultural del país realza la importancia del juego, así que llama ignorante al lector que cree que es un deporte de gente sin cultura.

    IV - argumenta a favor de la pelota valenciana ya que su importancia sobrepasa los límites sociales y de frontera.

    Escolha uma alternativa para a questão 228c7551-b0
  • 6283C4E8-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC - RS · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUCTION: Answer question with information from text 2.


    TEXT 2

    The smell of rain on dry ground


    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    QUINION, Michael. www.worldwidewords.org

    (fragment)

    The text presents a definition for the word
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