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Preposições | PrepositionsUFRGS · 2024DifícilEntre para guardar nos favoritos

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 237.


Considere os trechos abaixo, retirados da obra A falência, de Júlia Lopes de Almeida, e a leitura integral da obra.
I. — Minha senhora, eu sou da opinião de que a mulher nasceu para mãe de família. Crie os seus filhos, seja fiel ao seu marido, dirija bem a sua casa e terá cumprido a sua missão. Este foi sempre o meu juízo e não me dei mal com ele; não quis casar com mulher sabichona. É nas medíocres que se encontram as esposas.
II. (...) tinha ascendência sobre a criadagem, que a tratava por dona. Mesmo entre os brancos a palavra da sua experiência era ouvida com acatamento. Ela era a mulher desembaraçada, a doceira dos grandes dias de festa, a única das engomadeiras capaz de satisfazer as impertinências do dono da casa; ninguém sabia como a (...) preparar um remédio, um suadouro, nem dar um escalda-pés sinapisado, nem tão bem escolher o peixe, preparar um pudim ou vestir uma criança.
III. Aos doze anos conservava o seu ar estúpido e humilde; não conhecia uma letra, mas ensinava as criadas novas a varrerem a casa e a porem a mesa com perfeição. Como o Mário lhe bateu um dia com os arreios do seu cavalo de pau, Francisco Theodoro resolveu pô-la em um colégio, de pensionista, recomendando uma instrução prática, nada ornamental.
Assinale a alternativa correta acerca dos perfis femininos que compõem o enredo.
Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir.
( ) A oração quem não considerasse um privilégio (l. 06) está elíptica antes da forma verbal provar (l. 09).
( ) O pronome você pode ser subentendido antes de Já (l. 12).
( ) O sujeito elíptico da locução verbal tivesse penetrado (l. 17) é Rodrigo (l. 13).
( ) O sujeito elíptico da forma verbal afirmava (l. 28) é Rodrigo (l. 24).
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.


Considere as seguintes afirmações sobre algumas das ideias expressas no texto.
I - O narrador se vale do processo de generalização, ao estender as características do personagem Rodrigo Cambará aos escritores, artistas e políticos do país.
II - O personagem Rodrigo Cambará aparece no texto como um cidadão eufórico e audacioso, um leitor detalhista, um ser político investido de coragem para lutar por melhorias de Santa Fé.
III - O casarão onde vivia Rodrigo Cambará era um espaço importante, local onde todos os visitantes da cidade tinham a oportunidade de desfrutar, com os moradores, os vinhos da adega e os quitutes da cozinha.
Quais estão corretas?
Leia o excerto e o gráfico a seguir:
Censo do IBGE: Cidades médias ’puxam’ crescimento do Brasil
Dos mais de 12 milhões de habitantes que o Brasil ganhou entre 2010 e 2022, 8,3 milhões (67,5%) foram em municípios com população de 100 mil a 499 mil habitantes.
Distribuição de moradores por tamanhos de cidades (Censos de 2010 e 2022)

Fonte: https://g1.globo.com/economia/censo/noticia/ 2023/07/01/censo-do-ibge-cidades-medias-puxam-crescimento-dobrasil.ghtml Acesso em 17 de maio de 2024.
O crescimento populacional das cidades médias no Brasil é explicado pela:
TEXTO III
Projeto de lei pretende regulamentar a profissão de influenciador digital
16/09/2022 MARINA TEODORO
O Brasil tem mais de 500 mil influenciadores digitais, de acordo com levantamento da Nielsen, e um Projeto de Lei apresentado pelo deputado José Nelto (PP/GO) pretende regulamentar essa categoria como profissão.
Apresentado no fim de agosto, o PL 2347/2022 foi recebido pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados e, se seguir para aprovação, poderá mudar a maneira como os influenciadores digitais trabalham atualmente.
Se o PL passar, algumas exigências serão feitas para quem quiser virar influenciador, como cadastro exigido pelo Governo Federal, que irá permitir (ou não) que os produtores de conteúdo exerçam suas atividades.
Além disso, também deverá ser solicitado “conhecimento técnico” para que os profissionais possam falar sobre determinados assuntos e sejam classificados como influenciadores.
O PL ainda não avançou, e talvez não vá muito adiante: ele pode ser interpretado como inconstitucional, já que a Constituição Federal assegura que todos podem exercer qualquer atividade econômica, independente de autorização, salvo em casos específicos.
Fonte: TEODORO, Marina. Disponível em: https://istoedinheiro.com.br/projeto-lei-regulamentar-profissaoinfluenciador-digita. 16 set. 2022. Acesso em: 05 jul. 2024.

Leia, além do texto I, também o texto II a seguir, sobre o conceito de modalidade, para resolver a questão.
TEXTO II
A modalidade é uma categoria gramatical, paralela a tempo e aspecto, através da qual os falantes expressam julgamentos sobre o conteúdo e “status” das proposições e que se manifesta através de elementos linguísticos como verbos auxiliares, morfemas flexionais e advérbios. Em um sentido mais amplo, a modalidade diz respeito a vários tipos de avaliações subjetivas do falante quanto às sentenças enunciadas. Em um sentido mais restrito, a modalidade diz respeito a julgamentos de possibilidade e necessidade do conteúdo das proposições.
Exemplos:
Ele pode estudar aqui.
Ele deve estudar aqui.
Ele tem que estudar aqui.
Ele precisa estudar aqui.
Fonte: GONÇALVES, Maciele de Jesus; CAVALCANTE, Rerisson. Verbos modais na comunidade de Sapé. In: Estudos Linguísticos e Literários, Salvador, nº 67, p. 271-296, jul.-dez., 2020. Texto adaptado para fins didáticos.
Releia o trecho destacado do Texto I:
“(...) Por existirem normas que regulamentam determinada profissão, nunca haverá dificuldade para identificar se um cidadão pode (ou deve) ser qualificado como profissional de determinada área (...)”.
Qual alternativa apresenta análise CORRETA acerca da utilização dos verbos modais destacados?
Para responder à questão, leia o poema “A cinta de Vênus”, do poeta árcade Silva Alvarenga.
Cai a cinta a Vênus1 bela,
Sem cautela recostada;
E turbada2 entre os pesares
Pede aos mares que lha deem.
O tesouro se procura,
Os desejos se interessam,
Os cuidados já se apressam,
E a ternura vai também.
Empenhou-se, ó Glaura, o zelo;
Mas em vão: que perda triste!
Só eu vi, sei onde existe;
E dizê-lo não convém.
Cai a cinta a Vênus bela,
Sem cautela recostada;
E turbada entre os pesares
Pede aos mares que lha deem.
Roubador do puro ornato
Foi Antero e foi Cupido3;
E o levaram escondido
Com recato, eu sei a quem.
Receosos pelo insulto,
Que traidores cometeram,
No teu seio se acolheram,
Onde oculto asilo têm.
Cai a cinta a Vênus bela,
Sem cautela recostada;
E turbada entre os pesares
Pede aos mares que lha deem.
Dos meus olhos não se escondem
Os meninos4 , a quem amo:
Se os procuro, espreito e chamo,
Correspondem, mas não vêm.
Com acenos expressivos
De alegria suspeitosa
Mostram faixa preciosa,
Que atrativos mil contêm.
Cai a cinta a Vênus bela,
Sem cautela recostada;
E turbada entre os pesares
Pede aos mares que lha deem.
Se piedade aflito rogo,
E que cessem teus rigores,
(Ah cruéis, lindos Amores!)
Fogem logo e com desdém.
Abrandá-los não consigo,
E já deles tenho medo:
Guarda, Ninfa, este segredo,
Que não digo a mais ninguém.
Cai a cinta a Vênus bela,
Sem cautela recostada;
E turbada entre os pesares
Pede aos mares que lha deem.
(Silva Alvarenga. Obras poéticas: poemas líricos, 2005.)
1Vênus: deusa do Amor.
2 turbada: aflita, transtornada.
3Antero e Cupido: irmãos, filhos de Vênus.
4meninos: os filhos de Vênus, ou seja, Antero e Cupido.
Depreende-se do poema que Antero e Cupido se esconderamT E X T
The word ‘viral’ has lost its meaning
The nature of virality has shifted radically over the past decade as the internet has fractured into uncounted disparate algorithms, platforms, and niche communities. The volume of content being churned out every day has skyrocketed, the life cycle of each piece of media has grown shorter and social media platforms continue to inflate public metrics, devaluing previously impressive online stats.
All of these factors have rendered the term “viral” nearly meaningless, say experts, and have led to a condition we’ll call “viralflation.” The term speaks to the diminished meaning of virality. If everything is labeled viral, then is nothing viral?
“Back in the day, 1 million views was the thing,” said Marcus Stringer, a partner manager at Social Blade, a social media analytics platform. “That meant you’d gone viral, and you’d get picked up by news agencies around the world. Now, tens of millions of views is the norm for top YouTube channels. Soon, 20 million views will eventually become the norm.”
“Because the concept of virality has been so watered down, truly viral pieces of content must reach hundreds of millions of people at a scale that’s increasingly unattainable for anyone but MrBeast,” said Lara Cohen, vice president of partners and business development at Linktree, a platform that allows creators to aggregate links to their social media profiles on one page. MrBeast is the internet name of Jimmy Donaldson, YouTube’s most watched creator.
A decade and a half ago, there was a clear delineation between viral content and the vast majority of media that users would encounter every day. The internet was smaller, and most sharing was manual (people emailing and messaging links to each other) or via early internet aggregators such as sites like Digg and StumbleUpon.
Viral content emerged slowly, so the life span of a viral video was long. Some content remained viral for up to a year, worming its way through the internet as it gained traction. When social media platforms began to switch to algorithmic feeds optimized for engagement in the mid 2010s, the viral content cycle accelerated, experts said. Brands began recognizing the power of virality and started to attempt to manufacture it. Content creators joined engagement groups where they’d reshare each other’s content in attempts to force virality.
Platforms themselves also began to realize the power of virality and sought to generate it, or at least generate the appearance of it. This was the beginning of the era of viralflation. Facebook helped lower the industry-wide threshold for what counted as a video view, and began inflating view counts on various Facebook videos in an effort to make them appear more viral than they were.
Then TikTok broke into the mainstream in 2020, lowering the bar even further for what counted as a “view.” While a view on Facebook counts after three seconds of watch time, a view on TikTok is simply an impression, meaning the video was served to a user for at least a fraction of a second on screen. According to the company, TikTok also counts each loop of the video as a view, allowing videos to rake in massive view counts.
“The speed at which we cycle through trends and sort of moments of virality on the internet is faster now largely because of TikTok,” Cohen said. This has created an arms race among tech platforms to see which could inflate metrics the most. There’s been an incentive to have these numbers look bigger because they look better to advertisers, so there’s a financial incentive to cause this viral inflation.
A new class of content creators also has raised the bar for what’s considered viral. “When MrBeast started to explode, things really started to change in the landscape,” Stringer said. “People didn’t consider [earlier metrics of virality] viral anymore, because he’s getting multi millions of views per video.”
Coco Mocoe, a trend forecaster in Los Angeles, said that along with these shifts, users are also consuming a higher total amount of content online per day, especially members of Generation Z, those born between 1998 and 2012. They are more likely to consume all forms of media through the internet and social platforms, rather than via newspapers or TV. And, much of that content is short form and less than 60 seconds long. “The main reason there are bigger numbers now is because people are consuming so much more content in a given sitting,” she added.
This has made virality more ephemeral. “There’s not that same… permanence,” Mocoe said. “If you’re watching 50 videos with 1 million views, you’re less likely to remember one as opposed to a decade ago, when you might only watch five videos a day, and just one would have 1 million views.” For the average consumer, viralflation has made it increasingly difficult to tell what is and isn’t actually viral. Because we no longer have any shared sense of virality, it makes it easier for people who don’t understand the mechanics of the internet to fall for fake viral trends.
Adapted from: https://www.washingtonpost.com/ 2024/03/09/
A financial aspect that is behind "viral inflation" is the fact that viral content