Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 40 de 237.

  • 81CEFAF6-02

    Português

    Gêneros Textuais
    UECE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Gêneros Textuais

     Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Gêneros Textuais

    GIL, Gilberto. Tempo Rei. Disponível em:

    https://www.vagalume.com.br/gilberto-gil/tempo-rei.html. Acesso: 22.06.2018.


    Considerando a constituição dialógica da letra da música como um gênero textual, assinale a afirmação verdadeira.
    Escolha uma alternativa para a questão 81cefaf6-02
  • 81B96F32-02

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UECE 2018, Interpretação de Textos


    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes

    mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.

    Sobre a descrição das personagens do poema, NÃO é lícito afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 81b96f32-02
  • A51931BC-02

    Inglês

    Análise sintática | Syntax Parsing
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Análise sintática | Syntax Parsing

    Based on the text, the term correctly classified is
    Escolha uma alternativa para a questão a51931bc-02
  • E6692DC8-01

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    If you listen to them all day long, you will prevent them(l. 18-19)

    Without changing the meaning, the words in bold may be substituted by

    Escolha uma alternativa para a questão e6692dc8-01
  • E64A561E-01

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Análise sintática

    As relações que se estabelecem, sintaticamente, entre “Quando um rio corta” e “corta-se de vez o discurso-rio de água” é a mesma estabelecida em
    Escolha uma alternativa para a questão e64a561e-01
  • 2AA6BA6E-FF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário Christus · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    BACTÉRIA DE HOSPITAL FICA RESISTENTE

    AO ÁLCOOL PARA LIMPEZA DAS MÃOS


    Uma espécie bacteriana multirresistente, causadora de infecções hospitalares, está se tornando cada vez mais tolerante ao álcool usado para lavagem das mãos. A conclusão foi obtida a partir de amostras colhidas em dois hospitais australianos. A análise do material sugere que a espécie Enterococcus faecium está se adaptando a uma das ferramentas mais baratas e populares empregadas no combate a infecções em instituições de saúde. As infecções por E. faecium aumentaram, apesar do uso de desinfetantes à base de álcool, e atualmente representam uma das principais causas de infecções em hospitais.


    Disponível em: <https://noticias.uol.com.br/>.

    Acesso em: 2 ago. 2018.



    Nas últimas décadas, espécies bacterianas cada vez mais resistentes têm preocupado médicos e enfermeiros de todo o mundo. Os hospitais endurecem os procedimentos higiênicos para impedir que micróbios perigosos infectem os pacientes. Assinale a opção que melhor resume a ideia do texto.

    Escolha uma alternativa para a questão 2aa6ba6e-ff
  • 2AA3B7DE-FF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro Universitário Christus · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    SWEDISH CROWN JEWELS: SPEEDBOAT
    THIEVES STEAL PRICELESS TREASURES

    Police in Sweden have launched a manhunt after thieves swiped some of the country’s crown jewels from a cathedral and escaped by speedboat. Two priceless crowns and an orb belonging to a 17th century king and queen were taken at around midday on Tuesday in Strängnäs, near Stockholm. Witnesses said they saw two men running from the cathedral, which was open to the public and hosting a lunch fair. They were seen motoring off into Lake Malaren, and have not been seen since.

    Disponível em: <https://www.bbc.com/>.
    Acesso em: 1ago. 2018.


    Some thieves can be really creative. This creativity has inspired many Hollywood movies. But to see it in real life can be something. Based on the text, choose the only option that is not true.
    Escolha uma alternativa para a questão 2aa3b7de-ff
  • 2A721E31-FF

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário Christus · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Centro Universitário Christus 2018, Coesão e coerência

    Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

    cegueira-noturna->.

    Acesso em: 4 ago. 2018.

    Em “Para diagnosticar a doença, é preciso fazer um exame de fundo de olho para avaliação da retina, já que a catarata, por exemplo, provoca sintomas parecidos.” (Ls. 21 a 23), a expressão em destaque pode ser substituída, mantendo o mesmo sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 2a721e31-ff
  • D7E363C0-FF

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Análise sintática

    Assinale a alternativa em que a relação interoracional é a mesma, sintática e semanticamente, que a da sentença: “Por ser algo necessário à sobrevivência, o consumo sempre existiu”(l. 9).
    Escolha uma alternativa para a questão d7e363c0-ff
  • 4B897BCA-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Amar o transitório

          Carpe diem é uma expressão latina presente numa ode do poeta Horácio, da Roma Antiga, e que ficou popular no fim dos anos 1980 por causa do filme Sociedade dos poetas mortos. Quem viu não esquece aquele professor de literatura carismático que exaltava a liberdade e a poesia e ensinava seus alunos a pensar por si mesmos. Carpe diem significa “aproveite o dia de hoje”, ou seja, desconfie do amanhã, não se preocupe com o futuro, não deixe passar as oportunidades de prazer e gozo que lhe são oferecidas aqui e agora.

        O termo me foi lembrado por um amigo numa conversa em que lamentávamos algumas ameaças à saúde que atingiram pessoas queridas. Falávamos de quanto tempo se perde com bobagens que nos aborrecem além da conta, deixando passar momentos preciosos. Desprezamos por piegas as emoções singelas e vivemos à espera das ocasiões especiais, de um estado permanente de felicidade, sonhando com apoteoses e sentindo saudades do passado e até do futuro, sem curtir o presente. Só quando surge a perspectiva da perda é que damos valor a deleites simples ao nosso alcance, como ler um bom livro, ouvir uma boa música. Foi depois desse papo que meu amigo concluiu que, como o destino nem sempre avisa quando vai aprontar, urge curtir enquanto é tempo – carpe diem.

    VENTURA, Z. O Globo, abr. 2011 (adaptado).


    Argumentar é apresentar elementos que comprovem um determinado ponto de vista. Para defender a ideia de que devemos viver o presente sem preocupação com o futuro, o texto apresenta como recurso para convencer o leitor o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 4b897bca-fe
  • 4B4DB219-FE

    Português

    Interpretação de Textos
    Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I


    Imagem da questão de Português, Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: www2.recife.pe.gov.br. Acesso em: 16 ago. 2015.


    TEXTO II

    “O melhor instrumento é o corpo, o resto é consequência disso”. Foi assim que o músico Naná Vasconcelos, um dos maiores percussionistas do mundo, começou sua oficina de iniciação em percussão na comunidade quilombola de Marinhos, distrito de Brumadinho. Durante a tarde, crianças e jovens do projeto desenvolvido pelo Inhotim puderam conversar com o artista e descobrir novas formas de fazer música.

    VASCONCELOS, N. Naná Vasconcelos em Brumadinho. Disponível em: www.inhotim.org.br. Acesso em: 5 jul. 2015 (adaptado).


    O artista pernambucano Naná Vasconcelos utilizou a arte para fortalecer a musicalidade afro-brasileira na comunidade de Brumadinho (MG). Essa ação preserva um patrimônio artístico, por privilegiar o contato entre o participante da oficina e

    Escolha uma alternativa para a questão 4b4db219-fe
  • C021A15B-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

        Amigo, não tenha quêxa,           

     Veja que eu tenho razão         

    Em lhe dizê que não mêxa    

    Nas coisa do meu sertão.      

    Pois, se não sabe o colega   

    De quá manêra se pega       

    Num ferro pra trabaiá,          

    Por favô, não mêxa aqui,     

       Que eu também não mêxo aí, 

    Cante lá que eu canto cá.    


    Repare que a minha vida     

    É deferente da sua.             

    A sua rima pulida                 

    Nasceu no salão da rua.       

     Já eu sou bem deferente,      

    Meu verso é como a simente

      Que nasce inriba do chão;      

    Não tenho estudo nem arte, 

      A minha rima faz parte           

    Das obra da criação.             

    PATATIVA DO ASSARÉ. Cante lá que eu canto cá. Petrópolis: Vozes, 1992 (fragmento).

    O registro de palavras do texto demarca a identidade do povo sertanejo. Nesse contexto, as variações linguísticas utilizadas são frutos de fatores sociais que podem desencadear preconceito, como é evidenciado nos versos:
    Escolha uma alternativa para a questão c021a15b-fd
  • B161DBF3-FD

    Espanhol

    Análise Sintática | Análisis Sintáctico
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Los dos reyes y los dos laberintos
    Jorge Luis Borges
    Cuentan los hombres dignos de fe (pero Alá sabe más) que en los primeros días hubo un rey de las islas de Babilonia que congregó a sus arquitectos y magos y les mandó a construir un laberinto tan perplejo y sutil que los varones más prudentes no se aventuraban a entrar, y los que entraban se perdían. Esa obra era un escándalo, porque la confusión y la maravilla son operaciones propias de Dios y no de los hombres. Con el andar del tiempo vino a su corte un rey de los árabes, y el rey de Babilonia (para hacer burla de la simplicidad de su huésped) lo hizo penetrar en el laberinto, donde vagó afrentado y confundido hasta la declinación de la tarde. Entonces imploró socorro divino y dio con la puerta. Sus labios no profirieron queja ninguna, pero le dijo al rey de Babilonia que él en Arabia tenía otro laberinto y que, si Dios era servido, se lo daría a conocer algún día. Luego regresó a Arabia, juntó sus capitanes y sus alcaides y estragó los reinos de Babilonia con tan venturosa fortuna que derribó sus castillos, rompió sus gentes e hizo cautivo al mismo rey. Lo amarró encima de un camello veloz y lo llevó al desierto. Cabalgaron tres días, y le dijo: “Oh, rey del tiempo y substancia y cifra del siglo!, en Babilonia me quisiste perder en un laberinto de bronce con muchas escaleras, puertas y muros; ahora el Poderoso ha tenido a bien que te muestre el mío, donde no hay escaleras que subir, ni puertas que forzar, ni fatigosas galerías que recorrer, ni muros que veden el paso.” Luego le desató las ligaduras y lo abandonó en la mitad del desierto, donde murió de hambre y de sed. La gloria sea con aquel que no muere.
    Disponible en https://ciudadseva.com/texto/los-dos-reyes-y-los-dos-laberintos/. Accsesado en 13 de ago. 2018.
    En el segmento a seguir, destacado en el texto “Entonces imploró socorro divino y dio con la puerta. Sus labios no profirieron queja ninguna, pero le dijo al rey de Babilonia que él en Arabia tenía otro laberinto y que, si Dios era servido, se lo daría a conocer algún día.”, identifique la función de los elementos señalados “le”, “se” y “lo”, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão b161dbf3-fd
  • B1580B5B-FD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    La sequía que acorraló a la cultura maya

    Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
    [1ª parte]
    Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores. 
    en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
    En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
    Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense. 


    [2ª parte]
    La crisis de una civilización milenaria
    “Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
    “La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
    Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
    Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

    Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
    En relación a los argumentos presentados en la primera y en la segunda parte del texto, se puede afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão b1580b5b-fd
  • B152701F-FD

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    La sequía que acorraló a la cultura maya

    Una investigación calcula la gravedad de la temporada seca que provocó daños socioeconómicos severos en muchas áreas ocupadas por esta civilización
    [1ª parte]
    Las épocas de sequía que atormentan a muchas sociedades hoy en día no son un problema nuevo. Y quizás estudiar lo que pasó en la antigüedad pueda dar pistas sobre cómo enfrentarse a esa plaga. La civilización maya afincada durante muchos siglos en Centroamérica, fue una de las que más sufrieron las temporadas secas. Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C. en muchas regiones donde vivían los mayas causó graves alteraciones socioeconómicas y contribuyó en provocar su declive cultural. Una investigación publicada este jueves en Science calcula que las consecuencias de esas sequías en la península de Yucatán (México) provocaron un descenso anual medio de las precipitaciones de casi un 50% con respecto a las condiciones actuales. Fue una de las épocas de sequía “más severas de los últimos 10.000 años en esta zona”, según uno de los autores. 
    en esta zona”, según uno de los autores. No cabe duda sobre el hecho de que eventos climáticos extremos dejaron una huella profunda en la historia de los mayas una civilización politeísta cuya estructura sociopolítica y cuya herencia cultural, lingüística y religiosa despiertan curiosidad y fascinación en muchas partes del mundo. Esclarecer cómo de intensos fueron esos eventos y hasta qué punto fueron directamente responsables de su declive, en cambio, es todavía objeto de debate. Los autores del estudio publicado este jueves, científicos de la Universidad de Cambridge (Reino Unido) y de Florida (EE UU), aportaron un nuevo elemento a la discusión tras analizar los sedimentos del lago Chichancanab, en la región de Yucatán (México).
    En la última parte del primer milenio d. C. “se redujo considerablemente el volumen de agua en los lagos de esta región, como consecuencia de la disminución en las lluvias y la mayor tasa de evaporación”, explica el español Fernando Gázquez-Sánchez, uno de los investigadores de Cambridge. “Estas etapas quedaron registradas en forma de estratos de yeso, un mineral cuya presencia en lagos suele estar relacionada con periodos secos”, agrega. Gázquez-Sánchez explica que la datación con carbono-14 de una semilla que había quedado atrapada en el yeso depositado permitió identificar con exactitud la época de sequías más extremas entre el 780 y el 990 d. C.
    Una temporada seca tan larga provocó picos en los que el descenso de la media de precipitaciones anuales alcanzó hasta un 70% con respecto a las condiciones actuales del lago Chichancanab. También se registró una disminución de entre un 2% y un 7% en la humedad. “Las causas de estas sequías fueron de origen natural, ya que en este periodo el ser humano no tenía aún la capacidad de cambiar el clima a escala global, a diferencia de lo que ocurre en la actualidad”, asegura Gázquez-Sánchez. El periodo identificado como el de situaciones de sequía más extremas “coincide perfectamente con el declive de la civilización Maya constatado a partir de restos arqueológicos, por ejemplo, la disminución en el número de construcciones civiles y templos construidos durante este periodo”, explica el investigador almeriense. 


    [2ª parte]
    La crisis de una civilización milenaria
    “Las sequías no explican la caída de todos los sitios o ciudades mayas y definitivamente hubo eventos socio-políticos que contribuyeron a la caída de la civilización”, afirma Martín Medina, de la Universidad de Auburn (EE UU). “Hasta qué punto fue el clima el detonante o simplemente un catalizador de cambios, es una pregunta sobre la cual no tenemos una respuesta clara”, prosigue. En su opinión, el estudio publicado este jueves aporta un método independiente para confirmar que la época de sequía que afectó a los mayas fue “suficientemente intensa como para causar graves perturbaciones sociales y hasta quizás el colapso de la entera civilización”.
    “La civilización maya clásica, como muchas otras, era compleja en su modelo socioeconómico y político, así como en su relación con el medio natural”, afirma Gázquez-Sánchez. Organizados en ciudades autónomas con al frente un gobernante, estos antiguos habitantes del actual Guatemala, Honduras, El Salvador y las regiones meridionales de México se sustentaban sobre todo gracias al cultivo y al consumo de maíz y otros vegetales, detalla Hugo García, historiador de la Universidad Nacional Autónoma de México. La producción agrícola se vio extremadamente afectada por la falta de lluvias provocadas por las sequías, según constataron distintos estudios.
    Los gobernantes mayas obtenían la legitimidad necesaria para gobernar gracias a la capacidad que tenían de mantener alimentada a su población, explica García. "Sin duda alguna, los problemas ecológicos que muestra el estudio debieron traer consigo una baja importante en la producción agrícola y un desabastecimiento de alimentos en la región, lo que pudo llevar a que los gobernantes locales perdieran la legitimidad y la autoridad política", asegura el historiador. También se produjo el “corte de las relaciones comerciales y diplomáticas” entre ciudades, agrega Andrés Ciudad de la Universidad Complutense de Madrid. Todo esto "trajo consigo que parte de la población las abandonara y, más tarde, la élite huyera a mejores lugares", continúa García.
    Además de problemas económicos y políticos, también el aumento de las guerras entre mayas contribuyó a empujarlos hacia el declive, según este experto. Pero hablar de una desaparición absoluta de esta civilización no sería correcto, afirman los historiadores. "Hoy día ya no se habla de colapso de la cultura o la sociedad maya, pues en realidad siguieron habitando las zonas alrededor de las grandes ciudades por mucho tiempo más y después de estas fechas hubo ciudades que surgieron o que continuaron su actividad", asegura García. Lo suyo es "hablar de un colapso del sistema o de los sistemas políticos mayas y de una reconfiguración de algunas expresiones culturales", agrega.(...)

    Disponible en https://elpais.com/elpais/2018/08/02/ciencia/1533209672_129588.html. Accesado en 06 de ago. 2018
    En el fragmento “Distintos estudios apuntan a que la que caracterizó décadas enteras en los siglos IX y X d. C.”, situado en el primer párrafo, la partícula la, destacada, corresponde a 
    Escolha uma alternativa para a questão b152701f-fd
  • 75CD403B-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema “Inquietação”, de Helena Kolody, publicado em Viagem no espelho:


    Inquietação


    O ritmo febril de um sangue moço
    Lateja em minhas fontes.
    As tendências recalcadas
    Rumorejam surdamente,
    Como larvas represadas,
    Eu não sei que perdidas regiões do inconsciente.
    Não possuo mais a antiga serenidade
    De alta montanha nevada.


    O amor quis envolver-me
    E eu me esquivei.
    Essa tristeza que me oprime
    Tornou-se mais espessa
    E pesou mais o meu destino de ser só.


    O esforço gasto em árdua luta
    Partiu não sei que amarras
    Que me prendiam à vida.
    Meu espírito, desarvorado,
    Deixa-se vagar ao sabor da corrente.
    Não quer aportar.


    KOLODY, Helena. Inquietação. In: ___. Viagem no espelho. Curitiba: Ed. da UFPR, 1995. p. 231.


    Assinale a alternativa INcorreta sobre o poema “Inquietação”, de Helena Kolody.

    Escolha uma alternativa para a questão 75cd403b-fd
  • 75C824BC-FD

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o fragmento que inicia “Devaneios e embriaguez duma rapariga”, conto de Clarice Lispector, publicado em Laços de família.


    Pelo quarto parecia-lhe estarem a se cruzar os eletricos, a estremecerem-lhe a imagem refletida. Estava a se pentear vagarosamente diante da penteadeira de tres espelhos, os bracos brancos e fortes arrepiavamse à frescurazita da tarde. Os olhos nao se abandonavam, os espelhos vibravam ora escuros, ora luminosos. Cá fora, duma janela mais alta, caiu à rua uma cousa pesada e fofa. Se os miudos e o marido estivessem à casa, já lhe viria à ideia que seria descuido deles. Os olhos nao se despregavam da imagem, o pente trabalhava meditativo, o roupao aberto deixava aparecerem nos espelhos os seios entrecortados de várias raparigas.

    "A Noite!", gritou o jornaleiro ao vento brando da Rua do Riachuelo, e alguma cousa arrepiou-se pressagiada. Jogou o pente à penteadeira, cantou absorta: "quem viu o par-dal-zito... passou pela jane-la... voou pr'alem do Mi-nho!" — mas, colerica, fechou-se dura como um leque.

    Deitou-se, abanava-se impaciente com um jornal a farfalhar no quarto. Pegou o lenco, aspirava-o a comprimir o bordado áspero com os dedos avermelhados. Punha-se de novo a abanar-se, quase a sorrir. Ai, ai, suspirou a rir. Teve a visao de seu sorriso claro de rapariga ainda nova, e sorriu mais fechando os olhos, a abanar-se mais profundamente. Ai, ai, vinha da rua como uma borboleta.

    [...]

    LISPECTOR, Clarice. Devaneios e embriaguez duma rapariga. In: ___. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. p. 5.


    Assinale a alternativa correta sobre o fragmento de texto apresentado para a questão. 

    Escolha uma alternativa para a questão 75c824bc-fd