Questões do ENEM: Linguagens e nível difícil

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4.735 questões encontradas. Mostrando a página 96 de 237.

  • DD3D115B-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    IFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão


    21 de maio


    Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.
    [...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.


    Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento). 

    No decorrer do texto, a autora revela sua opinião a respeito de assuntos como a realidade na favela, o desempenho do governo e o papel da sociedade civil. A partir do ponto de vista de Carolina de Jesus sobre esses assuntos, analise as afirmativas a seguir:

    I – Apesar das dificuldades que a autora enfrenta, ela gosta de viver na favela.
    II – Na opinião da autora, os governantes ignoram as necessidades dos pobres.
    III – A mobilização da sociedade civil é vista, pela autora, como a solução para os problemas sociais.
    IV – A autora considera amarga sua realidade na favela, e não acha que o lugar em que mora seja adequado para viver.
    V – Na opinião da autora, os eleitores não devem votar em políticos que fazem falsas promessas (“políticos açambarcadores”).


    Estão corretas as afirmativas:

    Escolha uma alternativa para a questão dd3d115b-d8
  • DD38F6BD-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    IFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para as questão


    21 de maio


    Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.
    [...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.


    Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento). 

    A autora, embora tenha tido baixa escolaridade, revela ter certo grau de contato com as práticas da escrita, provavelmente por meio da leitura de livros e jornais. Apesar das várias inadequações ortográficas identificadas no texto, percebe-se um esforço de Carolina no sentido de adequar sua linguagem ao contexto da norma escrita padrão, sofisticando, assim, sua linguagem. Dos excertos abaixo extraídos do texto, todos servem como exemplo desse esforço da autora para adequar seu texto à norma-padrão da Língua Portuguesa, exceto:
    Escolha uma alternativa para a questão dd38f6bd-d8
  • DD302FF8-D8

    Português

    Ortografia
    IFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Parônimos e homônimos são palavras que possuem semelhanças no som e na grafia, porém se constituem de significados diferentes. Assinale a alternativa em que a palavra destacada possui grafia e significado corretos, de acordo com o contexto da frase.
    Escolha uma alternativa para a questão dd302ff8-d8
  • DD1FB325-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    IFF · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    O texto, do escritor português Eça de Queiroz, retrata a realidade de Portugal do século XIX, mas muitas das situações que o texto aborda ainda fazem parte da realidade brasileira atual. Com base nas informações textuais, aponte os itens verdadeiros (V) ou falsos (F), e marque a alternativa correspondente.


    ( ) Cidadãos de moral duvidosa debochavam das instituições públicas.
    ( ) A classe média, por dispor de melhores condições culturais e econômicas, era vista como a salvação.
    ( ) O Fisco Estadual, no ato de cobrança de impostos e tributos, é considerado como se fosse um fora da lei.
    ( ) Em momentos de crise, até a atividade da agiotagem fica comprometida.
    ( ) A intriga política se prolifera facilmente quando não encontra ação efetiva do cidadão cansado.
    Escolha uma alternativa para a questão dd1fb325-d8
  • EA64626A-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    No trecho do quarto parágrafo “Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the ‘holy grail’ of placebo research.”, a expressão em destaque tem sentido equivalente, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão ea64626a-d7
  • EA5B0D55-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    No trecho do quarto parágrafo “If that were the case, we wouldn’t need medications at all.”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão ea5b0d55-d7
  • EA52FD82-D7

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

    The placebo effect: amazing and real

    November 2, 2015
    Robert H. Shmerling

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

        The placebo effect is a mysterious thing. I’ve long been fascinated by the idea that something as inert and harmless as a sugar pill could relieve a person’s pain or hasten their recovery just by the expectation that it would. Studies use placebos – an inactive treatment, such as a sugar pill – in an attempt to understand the true impact of the active drug. Comparing what happens to a group of patients taking the active drug with the results of those taking a placebo can help researchers understand just how good the active drug is.
        The word “placebo” comes from Latin and means “I shall please.” And “please” it does. In study after study, many patients who take a placebo show improvement in their symptoms or condition.

    The placebo effect is for real

        Recent research on the placebo effect only confirms how powerful it can be – and that the benefits of a placebo treatment aren’t just “all in your head.” Measureable physiological changes can be observed in those taking a placebo, similar to those observed among people taking effective medications. In particular, blood pressure, heart rate, and blood test results have been shown to improve among subsets of research subjects who responded to a placebo.
        Of course, not everyone has a therapeutic response to a placebo. If that were the case, we wouldn’t need medications at all. Instead, we could simply wield the power of suggestion. Understanding why certain people improve with placebo treatment and others do not is the “holy grail” of placebo research.

    Nocebo: Placebo’s evil twin

         The power of suggestion is a double-edged sword. If you expect a treatment to help you, it’s more likely to do so. And if you expect a treatment will be harmful, you are more likely to experience negative effects. That phenomenon is called the “nocebo effect” (from the Latin “I shall harm”). For example, if you tell a person that a headache is a common side effect of a particular medication, that person is more likely to report headaches even if they are actually taking a placebo. The power of expectation is formidable and probably plays a significant role in the benefits and the side effects of commonly prescribed medications.

    (www.health.harvard.edu. Adaptado.)
    No trecho do terceiro parágrafo “similar to those observed among people taking effective medications”, o termo em destaque refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão ea52fd82-d7
  • EA2E7300-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de Tales Ab´Sáber para responder à questão.

        Há em Berlim uma casa que nunca fecha. Aquela noite que não termina jamais pode de fato começar a qualquer momento do dia, às sete da manhã ou ainda às dez. Lá todos os tempos se estendem e noite e dia se transformam em outra coisa. Naquela imensa boate que pretende expandir o seu plano de existência, seu tempo infinito, sobre a vida e a cidade, construída em uma antiga fábrica − uma antiga usina de energia nazista −, todo tipo de figura da noite se encontra, em uma festa fantástica alucinada que deseja não terminar jamais.
         À luz da vida tecno¹ avançada, as ideias tradicionais de dia e de noite se revelam mais frágeis, bem mais insólitas do que a vida cotidiana sob o regime da produção nos leva a crer. Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.
        Naquela boate, como em muitas outras, tudo se encerra apenas quando o efeito prolongado e sistemático da droga se encerra. Como uma pausa para respirar, às vezes tendo passado muitos dias entre uma jornada de diversão e sua suspensão momentânea. Para muitos, apenas pelo tempo mínimo da reposição das forças até a próxima jornada, extenuante, sem fim, pela política imaginária da noite.
          E, ainda mais. Para outros tantos, o próprio efeito da droga sob a pulsação infinita da música eletrônica, experiência programática e enfeitiçada, não deveria se encerrar jamais: estes estariam destinados ao projeto de dissolução na pulsação sem eu da música tecno, seja a dissolução do espírito, em uma infantilização sem fim para os embates materiais da vida, seja a dissolução do corpo, ambos igualmente reais. De fato, após uma noite de vida tecno, é forte a experiência radical de vazio que se torna o espírito do dia. A energia foi imensamente gasta à noite. Foi devastada, tornando o dia vazio de objeto, porém vivo. Vivo no vazio, muito bem articulado à busca pelo excedente absoluto de mais tarde, à noite.

    (A música do tempo infinito, 2012. Adaptado.)

    ¹tecno: estilo de música eletrônica.
    “Para alguns, o mundo do dia se tornará definitivamente vazio e apenas a noite excitada e veloz vai concentrar em si o valor do que é vivo.” (2° parágrafo)

    Considerado em seu contexto, o trecho sugere que
    Escolha uma alternativa para a questão ea2e7300-d7
  • EA226328-D7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Ricardo Reis, heterônimo de Fernando Pessoa, para responder à questão.

    As rosas amo dos jardins de Adônis,
    Essas volucres¹ amo, Lídia, rosas,
    Que em o dia em que nascem,
    Em esse dia morrem.
    A luz para elas é eterna, porque
    Nascem nascido já o sol, e acabam
    Antes que Apolo deixe
    O seu curso visível.
    Assim façamos nossa vida um dia,
    Inscientes, Lídia, voluntariamente
    Que há noite antes e após
    O pouco que duramos.

    (O guardador de rebanhos e outros poemas, 1997.)

    ¹volucre: que tem vida curta. 
    No poema, está presente a seguinte característica do heterônimo Ricardo Reis:
    Escolha uma alternativa para a questão ea226328-d7
  • 306DA061-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the comic strip below and answer the following question based on it.


    Imagem da questão de Inglês, Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Disponível em:<http://www.docjokes.com/i/farcus-comic-strip-on-gocomics-com.html> Acessado em 25 de abril de 2016.


    The message above implies that health insurance companies

    Escolha uma alternativa para a questão 306da061-d5
  • 30639B17-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Global sleeping patterns revealed by app data.
    It showed the Dutch have nearly an hour more in bed every night than people in Singapore or Japan.
    The study, published in Science Advances, also found women routinely get more sleep than men, with middle-aged men getting the least of all.
    The researchers say the findings could be used to deal with the "global sleep crisis".
    The study found people in Japan and Singapore had an average of seven hours and 24 minutes sleep while the people in the Netherlands had eight hours and 12 minutes.
    People in the UK averaged just under eight hours - a smidgen less than the French.
    The later a country stays up into the night, the less sleep it gets. But what time a country wakes up seems to have little effect on sleep duration.
    Prof Daniel Forger, one of the researchers, said there was a conflict between our desire to stay up late and our bodies urging us to get up in the morning.
    The study also showed women had about 30 minutes more per night in bed than men, particularly between the ages of 30 and 60.
    And that people who spend the most time in natural sunlight tended to go to bed earlier. A strong effect of age on sleep was also detected. A wide range of sleep and wake-up times was found in young people but "that really narrows in old age," said Prof Forger.
    "It highlights that although our body clocks are programming us to do certain things, we can't as we're ruled by social circumstances.
    "We won't know the long-term consequences of this for many years."

    Adaptado de:<http://www.bbc.com/news/health-36226874> Acessado em 7 de maio de 2016.
    Among other findings, it is true to say that
    Escolha uma alternativa para a questão 30639b17-d5
  • 304963ED-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Graciliano Ramos (1892-1953) é autor de uma obra que encerra vários gêneros literários e não literários, a exemplo do romance, do conto, da literatura infantojuvenil, da crônica, da crítica literária, do diário e da memorialística. Dentre as obras elencadas abaixo, quais são de sua autoria:
    Escolha uma alternativa para a questão 304963ed-d5
  • 3041C6A3-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Apesar de ser autor de uma caudalosa obra poética, Castro Alves (1847-1871) é sempre lembrado como o poeta da abolição. Dentre os poemas que escreveu contra a escravidão de africanos no Brasil, um deles - Vozes D’África - é um dos mais conhecidos. Dentre os excertos abaixo, qual foi extraído do seu poema Vozes D’África?
    Escolha uma alternativa para a questão 3041c6a3-d5
  • 3033A983-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A verdade é que todo o progresso da humanidade não depende, como querem religiosos de um lado e fascistas de outro, de crenças profundas, de princípios arraigados, de religiões místicas ou econômicas. Todo o progresso da humanidade se deve unicamente à descrença, ao ceticismo. Desconfiar é progredir.

    (Millôr Fernandes. O livro vermelho dos pensamentos. São Paulo: Editora SNAC, 2000, p. 48.)

    Conforme o que é afirmado no fragmento de texto acima:
    Escolha uma alternativa para a questão 3033a983-d5
  • 302BB1DE-D5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Globalização é, para muitos, apenas um momento da expansão do capitalismo, uma mudança na economia. Para uns, desejável, para outros, inevitável, é vista como uma fatalidade da natureza, um El Niño financeiro. Não é, não. A globalização é fruto da ação organizada dos homens; portanto, um fenômeno da sociedade e não da natureza. Não é como a erupção de um vulcão, uma onda de calor ou a inundação dos grandes rios, que têm a ver com o mundo da natureza.
    A globalização, pelo contrário, tem a ver com o mundo dos homens, com a forma pela qual eles se organizam, extraem riquezas, vendem produtos, fornecem serviços. Tem a ver também com a maneira pela qual criam cultura e a veiculam, apropriam-se de valores morais, de práticas políticas e os universalizam. A repulsa a assassinos institucionalizados, do tipo de alguns déspotas da História, encontra eco em todos os países não só pelo fato de seus regimes terem trucidado indivíduos de diferentes nacionalidades, mas porque cada um de nós, como cidadão do mundo, sente-se atingido na própria carne, por atentados contra a humanidade.
    Se sofremos as agruras da globalização, como desemprego, sobressaltos econômicos de dimensão planetária e até perda de identidade, que, ao menos, o fenômeno nos permita a universalização das conquistas já conseguidas pela humanidade, como os direitos humanos e o direito de buscar a felicidade.

    (Jaime Pinsky. O Brasil tem futuro? São Paulo: Contexto, 2006, p. 124. Fragmento.) 
    Conforme as normas da concordância verbal, que regulam o uso formal da língua portuguesa, sobretudo em contextos públicos, identifique a alternativa inteiramente aceitável.
    Escolha uma alternativa para a questão 302bb1de-d5
  • 30213688-D5

    Português

    Coesão e coerência
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Globalização é, para muitos, apenas um momento da expansão do capitalismo, uma mudança na economia. Para uns, desejável, para outros, inevitável, é vista como uma fatalidade da natureza, um El Niño financeiro. Não é, não. A globalização é fruto da ação organizada dos homens; portanto, um fenômeno da sociedade e não da natureza. Não é como a erupção de um vulcão, uma onda de calor ou a inundação dos grandes rios, que têm a ver com o mundo da natureza.
    A globalização, pelo contrário, tem a ver com o mundo dos homens, com a forma pela qual eles se organizam, extraem riquezas, vendem produtos, fornecem serviços. Tem a ver também com a maneira pela qual criam cultura e a veiculam, apropriam-se de valores morais, de práticas políticas e os universalizam. A repulsa a assassinos institucionalizados, do tipo de alguns déspotas da História, encontra eco em todos os países não só pelo fato de seus regimes terem trucidado indivíduos de diferentes nacionalidades, mas porque cada um de nós, como cidadão do mundo, sente-se atingido na própria carne, por atentados contra a humanidade.
    Se sofremos as agruras da globalização, como desemprego, sobressaltos econômicos de dimensão planetária e até perda de identidade, que, ao menos, o fenômeno nos permita a universalização das conquistas já conseguidas pela humanidade, como os direitos humanos e o direito de buscar a felicidade.

    (Jaime Pinsky. O Brasil tem futuro? São Paulo: Contexto, 2006, p. 124. Fragmento.) 
    O Texto aborda seu tema de forma claramente articulada e coesa. Um dos recursos fundamentais que promovem a sua coesão é:
    Escolha uma alternativa para a questão 30213688-d5
  • 301DDD74-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Globalização é, para muitos, apenas um momento da expansão do capitalismo, uma mudança na economia. Para uns, desejável, para outros, inevitável, é vista como uma fatalidade da natureza, um El Niño financeiro. Não é, não. A globalização é fruto da ação organizada dos homens; portanto, um fenômeno da sociedade e não da natureza. Não é como a erupção de um vulcão, uma onda de calor ou a inundação dos grandes rios, que têm a ver com o mundo da natureza.
    A globalização, pelo contrário, tem a ver com o mundo dos homens, com a forma pela qual eles se organizam, extraem riquezas, vendem produtos, fornecem serviços. Tem a ver também com a maneira pela qual criam cultura e a veiculam, apropriam-se de valores morais, de práticas políticas e os universalizam. A repulsa a assassinos institucionalizados, do tipo de alguns déspotas da História, encontra eco em todos os países não só pelo fato de seus regimes terem trucidado indivíduos de diferentes nacionalidades, mas porque cada um de nós, como cidadão do mundo, sente-se atingido na própria carne, por atentados contra a humanidade.
    Se sofremos as agruras da globalização, como desemprego, sobressaltos econômicos de dimensão planetária e até perda de identidade, que, ao menos, o fenômeno nos permita a universalização das conquistas já conseguidas pela humanidade, como os direitos humanos e o direito de buscar a felicidade.

    (Jaime Pinsky. O Brasil tem futuro? São Paulo: Contexto, 2006, p. 124. Fragmento.) 
    Segundo o Texto, a globalização é um fenômeno que:

    1) se insere no extenso âmbito das intervenções e das influências humanas.
    2) concerne às múltiplas operações com que os grupos humanos organizam sua vida.
    3) inclui os estilos com que os grupos sociais apreendem, veiculam e universalizam valores morais e práticas sociais.
    4) tem encontrado eco em todos os países do mundo, e cada cidadão se sente atingido por suas conquistas.
    5) difere, substancialmente, do mundo dos acontecimentos regidos pelas causas naturais.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 301ddd74-d5
  • 301A8E16-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Globalização é, para muitos, apenas um momento da expansão do capitalismo, uma mudança na economia. Para uns, desejável, para outros, inevitável, é vista como uma fatalidade da natureza, um El Niño financeiro. Não é, não. A globalização é fruto da ação organizada dos homens; portanto, um fenômeno da sociedade e não da natureza. Não é como a erupção de um vulcão, uma onda de calor ou a inundação dos grandes rios, que têm a ver com o mundo da natureza.
    A globalização, pelo contrário, tem a ver com o mundo dos homens, com a forma pela qual eles se organizam, extraem riquezas, vendem produtos, fornecem serviços. Tem a ver também com a maneira pela qual criam cultura e a veiculam, apropriam-se de valores morais, de práticas políticas e os universalizam. A repulsa a assassinos institucionalizados, do tipo de alguns déspotas da História, encontra eco em todos os países não só pelo fato de seus regimes terem trucidado indivíduos de diferentes nacionalidades, mas porque cada um de nós, como cidadão do mundo, sente-se atingido na própria carne, por atentados contra a humanidade.
    Se sofremos as agruras da globalização, como desemprego, sobressaltos econômicos de dimensão planetária e até perda de identidade, que, ao menos, o fenômeno nos permita a universalização das conquistas já conseguidas pela humanidade, como os direitos humanos e o direito de buscar a felicidade.

    (Jaime Pinsky. O Brasil tem futuro? São Paulo: Contexto, 2006, p. 124. Fragmento.) 
    O Texto, na análise que faz do tema abordado, comenta e destaca:
    Escolha uma alternativa para a questão 301a8e16-d5
  • 30051BE2-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO

    Mais ativos, mais espertos.
    O cérebro de quem pratica atividade física regularmente funciona melhor. Os atletas e os profissionais de educação física dizem isso há muito tempo. Pela primeira vez, porém, os cientistas conseguiram reunir um conjunto de evidências para sustentar a afirmação que antes parecia ser apenas um recurso para manter os leitores estimulados. Com ajuda de imagens de ressonância magnética, os pesquisadores conseguiram determinar o que acontece no cérebro de quem malha. Concluíram que fazer exercício uma hora por dia, pelo menos três vezes por semana, estimula a produção de neurônios e favorece a aprendizagem. Em outras palavras, quem se exercita fica mais esperto.
    Cientistas da Universidade de Colúmbia e do Instituto de Pesquisa Salk, nos Estados Unidos, submeteram um grupo de voluntários a essa rotina de malhação durante três meses. Concluíram que a prática dobrou o fluxo de sangue no cérebro e provocou o nascimento de novas células no hipocampo, a área relacionada com a memória e com a capacidade de aprendizagem.
    Para investigar esse fenômeno, os pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas decidiram analisar a cabeça dos judocas profissionais. O cérebro deles foi comparado com o de indivíduos sedentários pelo educador físico Wantuir Jacini, sob a orientação do neurologista Li Li Min. Imagens de ressonância magnética revelaram que os atletas possuíam maior quantidade de massa cinzenta em áreas ligadas ao desenvolvimento motor e à concentração.

    (Revista Época. 5/11/2007, p. 128).
    O tema desenvolvido ao longo do Texto tem como foco:
    Escolha uma alternativa para a questão 30051be2-d5
  • 21735364-D5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read the text below and answer the following question based on it.

    Women taking pill more likely to be treated for depression, study finds
    Millions of women worldwide use hormonal contraceptives, and there have long been reports that they can affect mood. A research project was launched in Denmark to look at the scale of the problem, involving the medical records of more than a million women and adolescent girls.

    It found that those on the combined pill were 23% more likely to be prescribed an antidepressant by their doctor, most commonly in the first six months after starting on the pill. Women on the progestin-only pills, a synthetic form of the hormone progesterone, were 34% more likely to take antidepressants or get a first diagnosis of depression than those not on hormonal contraception.

    The study found that not only women taking pills but also those with implants, patches and intrauterine devices were affected.

    Adolescent girls appeared to be at highest risk. Those taking combined pills were 80% more likely and those on progestin-only pills more than twice as likely to be prescribed an antidepressant than their peers who were not on the pill.

    The researchers, Øjvind Lidegaard of the University of Copenhagen and colleagues, point out that women are twice as likely to suffer from depression in their lifetime as men, though rates are equal before puberty. The fluctuating levels of the two female sex hormones, oestrogen and progesterone, have been implicated. Studies have suggested raised progesterone levels in particular may lower mood.

    The impact of low-dose hormonal contraception on mood and possibly depression has not been fully studied, the authors say. They used registry data in Denmark on more than a million women and adolescent girls aged between 15 and 34. They were followed up from 2000 until 2013 with an average follow-up of 6.4 years.

    The authors call for more studies to investigate this possible side-effect of the pill.

    Adaptado de: < https://www.theguardian.com/society/2016/sep/28/women-takingcontraceptive-pill-more-likely-to-be-treated-for-depression-studyfinds> Acessado em 29 de setembro de 2016.

      
    Hormonal contraceptives
    Escolha uma alternativa para a questão 21735364-d5