Questões do ENEM: Linguagens e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás

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55 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 3.

  • 19533157-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:

    Escolha uma alternativa para a questão 19533157-b6
  • 194F4A25-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Polivalência: do mito... para a realidade

        A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.

        Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?

        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.

        Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.

        Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.

    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado) 

    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 194f4a25-b6
  • 9ABBC81F-B6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read text 3 to answer question. 


    Text 3  

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2011

    Available in: http://rio.movie-trailer.com/2010/05/riomovie-poster.html. Access on: May 02, 2011. 

    About the sentence “He’s going to the wildest, most magical place on Earth… home.”, it is incorrect to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão 9abbc81f-b6
  • 9AB8C5E4-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Read text 3 to answer question. 


    Text 3  

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2011

    Available in: http://rio.movie-trailer.com/2010/05/riomovie-poster.html. Access on: May 02, 2011. 

    It is correct to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ab8c5e4-b6
  • 9AB44AC7-B6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Read text 2 to answer question.


    Text 2

    For Obama, Big Rise in Poll Numbers After Bin Laden Raid 

        Support for President Obama has risen sharply following the killing of Osama bin Laden by American military forces in Pakistan. Support for the president rose significantly among both Republicans and independents.

        Among independents, his approval rating increased 11 points from last month, to 52 percent, while among Republicans it rose 15 points, to 24 percent. Among Democrats, 86 percent supported his job performance, compared with 79 percent in April.

        In all, 57 percent said they now approved of the president’s job performance, up from 46 percent last month. More than six in 10 Americans said that killing Bin Laden was likely to increase the threat of terrorism against the United States in the short term. Nearly half said the nation should decrease troop levels in Afghanistan, but more than six in 10 also said the United States had not completed its mission in Afghanistan.

    Adapted from: The New York Times. Available in http://www.nytimes.com/2011/05/05/us/politics/05poll.html ?hp. Access on: May 04, 2011. 

    About the fragment “more than six in 10 also said the United States had not completed its mission in Afghanistan”, in the last paragraph, it is incorrect to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão 9ab44ac7-b6
  • 9AAE6C6E-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos

    Read text 2 to answer question.


    Text 2

    For Obama, Big Rise in Poll Numbers After Bin Laden Raid 

        Support for President Obama has risen sharply following the killing of Osama bin Laden by American military forces in Pakistan. Support for the president rose significantly among both Republicans and independents.

        Among independents, his approval rating increased 11 points from last month, to 52 percent, while among Republicans it rose 15 points, to 24 percent. Among Democrats, 86 percent supported his job performance, compared with 79 percent in April.

        In all, 57 percent said they now approved of the president’s job performance, up from 46 percent last month. More than six in 10 Americans said that killing Bin Laden was likely to increase the threat of terrorism against the United States in the short term. Nearly half said the nation should decrease troop levels in Afghanistan, but more than six in 10 also said the United States had not completed its mission in Afghanistan.

    Adapted from: The New York Times. Available in http://www.nytimes.com/2011/05/05/us/politics/05poll.html ?hp. Access on: May 04, 2011. 

    According to the text, it is correct to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão 9aae6c6e-b6
  • 9AA9DE8E-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read text 2 to answer question.


    Text 2

    For Obama, Big Rise in Poll Numbers After Bin Laden Raid 

        Support for President Obama has risen sharply following the killing of Osama bin Laden by American military forces in Pakistan. Support for the president rose significantly among both Republicans and independents.

        Among independents, his approval rating increased 11 points from last month, to 52 percent, while among Republicans it rose 15 points, to 24 percent. Among Democrats, 86 percent supported his job performance, compared with 79 percent in April.

        In all, 57 percent said they now approved of the president’s job performance, up from 46 percent last month. More than six in 10 Americans said that killing Bin Laden was likely to increase the threat of terrorism against the United States in the short term. Nearly half said the nation should decrease troop levels in Afghanistan, but more than six in 10 also said the United States had not completed its mission in Afghanistan.

    Adapted from: The New York Times. Available in http://www.nytimes.com/2011/05/05/us/politics/05poll.html ?hp. Access on: May 04, 2011. 

    Analyze the statements below.

    I. The approval of president Obama’s government is higher after bin Laden’s death.
    II. Now, 52% of independents and 15% of Republicans support Obama’s government.
    III. The majority of the population believes terrorism will end because bin Laden is dead.
    IV. Most Americans believe the war in Afghanistan is no longer necessary.

    It is right to affirm that:
    Escolha uma alternativa para a questão 9aa9de8e-b6
  • 9AA55CD9-B6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read text 1 to answer question.


    Text 1  

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2011

    Newsweek. Available in http://www.newsweek.com/photo/2008/12/18/cartoonsnewsweeks-best-of-2008.html. Access on: May 03, 2011. 

    The sentence “Consider him gone.”, at the bottom of the second picture:
    Escolha uma alternativa para a questão 9aa55cd9-b6
  • 9A9B6454-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir para responder a questão. 


    Texto 6  

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    QUINO. Toda Mafalda. Editora Martins Fontes, 1999. p. 172. 


    Texto 7

    Cidadezinha Qualquer


    Casas entre bananeiras

    Mulheres entre laranjeiras

    Pomar amor cantar.


    Um homem vai devagar

    Um cachorro vai devagar.

    Um burro vai devagar.

    Devagar... as janelas olham.

    Êta vida besta, meu Deus.


    DRUMMOND, Carlos. Obra Completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009. 

    De acordo com as estruturas linguísticas e os sentidos dos textos 6 e 7, assinale a alternativa incorreta:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a9b6454-b6
  • 9A9111BB-B6

    Literatura

    Escolas Literárias
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
     A Literatura Brasileira, no século XX, viu o aparecimento de romancistas que, em suas diversas temáticas e formas, ora se assemelham ora se diferem. Considerando tal afirmação, analise as assertivas a seguir:

    I. O "Romance de 30", a exemplo de São Bernardo, de Graciliano Ramos, reflete sobre o condicionamento das ações e sentimentos do homem ao espaço geográfico por ele habitado.
    II. A prosa de ficção produzida na segunda metade do século XX tinha uma preocupação excessiva em representar as relações amorosas, em homenagem aos valores românticos do século XIX.
    III. Clarice Lispector, uma das maiores representantes brasileiras das narrativas intimistas, explora a narração em primeira pessoa para relatar as reflexões e angústias dos seus personagens.
    IV. Em Macunaíma, Mário de Andrade refaz o percurso de lendas e mitos da cultura indígena e africana, usando da ironia para depreciar tais culturas na formação da nação brasileira.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a9111bb-b6
  • 9A8CEAA1-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir para responder a questão. (Para facilitar a leitura, as legendas estão reproduzidas logo abaixo do texto 3.) 

    Texto 3 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Revista Trip. Editora Trip. Ano 24, nº 198, abril de 2011,p. 92.

    Legendas:

    ① “Tudo tem limites, também a tolerância,pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: ‘não te é permitido fazer o que fazes’.
        Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa,insensibilidade ética ou comodismo. (...)
        Onde estão então os limites da tolerância?No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde as pessoas são desumanizadas, ali termina a tolerância.Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.”
    Leonardo Boff


    ② “Meio Ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado. Não concordaremos mais com o autoritarismo ambiental.”

    Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.


    ③ Esta é uma árvore ocupada em 1996 na região de Berkshire, Inglaterra. Parte de um dos maiores protestos da história europeia. Para construir a estrada de Newbury, as empreiteiras devastariam mais de 120 acres de árvores de grande porte. Por três meses, 7 mil pessoas bloquearam estradas, acamparam na mata e causaram um prejuízo estimado em 24 milhões de libras. Oitocentas pessoas foram presas, o exército mobilizado e a estrada, enfim, construída.

    Texto 4  

       Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.

       Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.

    BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado). 

    Considere as afirmações a seguir:
    I. O título, no texto 3, chama a atenção do leitor não só pelo emprego de letras grandes, em forma de manchete, mas também pela alusão a um topônimo.
    II. A utilização de pontos de vista antagônicos na elaboração da mensagem, no texto 3, finda por enfraquecer a estratégia de convencimento do autor.
    III. No texto 4, o autor reconhece um desejo comum aos indivíduos e critica o comportamento coletivo em relação à tomada de posição para realizá-lo.
    IV. O texto 4 oscila entre o depoimento de caráter autobiográfico e o testemunho crítico da realidade.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a8ceaa1-b6
  • 9A884845-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir para responder a questão. (Para facilitar a leitura, as legendas estão reproduzidas logo abaixo do texto 3.) 

    Texto 3 
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Revista Trip. Editora Trip. Ano 24, nº 198, abril de 2011,p. 92.

    Legendas:

    ① “Tudo tem limites, também a tolerância,pois nem tudo vale neste mundo. Os profetas de ontem e de hoje sacrificaram suas vidas porque ergueram sua voz e tiveram a coragem de dizer: ‘não te é permitido fazer o que fazes’.
        Há situações em que a tolerância significa cumplicidade com o crime, omissão culposa,insensibilidade ética ou comodismo. (...)
        Onde estão então os limites da tolerância?No sofrimento, nos direitos humanos e nos direitos da natureza. Lá onde as pessoas são desumanizadas, ali termina a tolerância.Ninguém tem o direito de impor sofrimento injusto ao outro.”
    Leonardo Boff


    ② “Meio Ambiente não é religião, não é dogma, não é reserva de mercado. Não concordaremos mais com o autoritarismo ambiental.”

    Kátia Abreu, senadora (DEM/GO), apelidada de Miss Desmatamento, em resposta ao código florestal defendido pelo Ibama.


    ③ Esta é uma árvore ocupada em 1996 na região de Berkshire, Inglaterra. Parte de um dos maiores protestos da história europeia. Para construir a estrada de Newbury, as empreiteiras devastariam mais de 120 acres de árvores de grande porte. Por três meses, 7 mil pessoas bloquearam estradas, acamparam na mata e causaram um prejuízo estimado em 24 milhões de libras. Oitocentas pessoas foram presas, o exército mobilizado e a estrada, enfim, construída.

    Texto 4  

       Todos nós desejamos viver em um mundo melhor, mais pacífico, mais fraterno e ecológico. O problema é que as pessoas sempre esperam que esse mundo melhor comece no outro. É comum ouvir pessoas dizendo que têm boa vontade para ajudar, mas, como ninguém as convida para nada, nem se organizam, então não podem contribuir como gostariam para um mutirão de limpeza da rua, por exemplo, ou para o plantio de árvores. Pessoas assim acabam achando mais fácil reclamar que ninguém faz nada ou que a culpa é do “sistema”, dos governantes ou empresas, mas sem perguntar se estão fazendo a parte que lhes cabe.

       Por outro lado, é importante não ficar esperando a perfeição individual - pois isso é inatingível. O fato de adquirirmos consciência ambiental não nos faz perfeitos. O importante é que tenhamos o compromisso de ser melhores todo dia, procurando sempre nos superar.

    BERNA, Vilmar. A mudança começa em nós. In:Páginas Abertas, A. 27, nº11, 2001, p.44 (Adaptado). 

    A respeito dos textos 3 e 4, julgue os itens a seguir:

    I. Os textos têm em comum a ideia de que um mundo melhor se faz coletivamente, como resultado da responsabilidade e da participação de todos.
    II. No texto 3, a expressão “extremo ambiente” estabelece um diálogo com a imagem apresentada. Por isso, é necessária a interação entre a linguagem verbal e a nãoverbal para as ideias se completarem.
    III. A declaração sobre o código florestal defendido pelo IBAMA, no texto 3, antagoniza-se com a problematização sobre os limites da tolerância diante da devastação da natureza.
    IV. A utilização de expressões e verbos na 3ª pessoa, no texto 4, evidencia que o autor deixa de lado sua subjetividade na discussão do tema.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a884845-b6
  • 9A84E304-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir e responda a questão. 


    Texto 1 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

        O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
        Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
    CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

    Texto 2 

    Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
    José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
    Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
    José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
    Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
    (Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
    Acesso em: 06 de maio de 2011. 

    A entrevista do Ibase com o diretor José Padilha permite depreender que:
    Escolha uma alternativa para a questão 9a84e304-b6
  • 9A80E4E4-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos a seguir e responda a questão. 


    Texto 1 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Charge do cartunista Clayton: Padilha e o saco de plástico do Capitão Nascimento.

        O melhor comentário sobre o Urso de Ouro conquistado por “Tropa de Elite”, no Festival de Berlim, não veio de um crítico de cinema, nem de um repórter especializado. Veio de um chargista cearense: Clayton. O artista gráfico, cujo nome completo é Clayton Rebouças Mota, tem 47 anos e é o principal chargista do jornal “O Povo” (...).
        Enquanto o país comemorava o triunfo de “Tropa de Elite”, Clayton arrasava com charge das mais inventivas e inteligentes. Nela, vê-se o diretor José Padilha segurando, orgulhoso, o seu Urso de Ouro. Só que o troféu, objeto de cobiça dos maiores cineastas do mundo, acaba vítima do principal instrumento de tortura do Capitão Nascimento e de seus seguidores (no Bope): o saco plástico.
    CAETANO, Maria do Rosário.Disponível em: http://revistadecinema.uol.com.br/pagina_conteudo_listag em.asp?id_pagina=113&func=1&id=672 Acesso em: 06 de maio de 2011.  

    Texto 2 

    Ibase – O que pretendia com as cenas de tortura que o filme mostrou?
    José Padilha – A tortura é tão hedionda e bárbara que a sua simples exposição já constitui uma crítica. Quando optamos por mostrar a tortura, mostrar que uma pessoa normal, com juízo médio do senso comum, como o personagem Nascimento, é capaz de embarcar na tortura, tentamos fazer as pessoas pensarem exatamente sobre isso (...). O Brasil é um país que institucionalizou a tortura, o Estado brasileiro sancionou a tortura e isso é um fato.
    Ibase – Há comentários de que jovens se identificaram com policiais do Bope, como heróis. Como vê essa identificação?
    José Padilha – Quem é o capitão Nascimento? O Capitão Nascimento é apresentado, desde o início, como alguém que investiu na sua carreira, que tortura e mata. E o que está acontecendo com ele no filme? Está percebendo que isso não é possível. E como percebe isso? Pelo fato de não conseguir conciliar sua família com o que faz. Ele é um personagem angustiado, com síndrome de pânico, que está o tempo inteiro querendo sair da Tropa de Elite, esse é o dilema dele. O Nascimento não é um policial que deu certo, pelo contrário, é um policial que deu errado. E isso é muito claro no filme. Então, se identificar com o Nascimento não é se identificar com o Bope: o Nascimento quer sair do Bope.
    Flávia Mattar (2008). Entrevista: José Padilha.
    (Adaptado). Disponível em: http://www.ibase.org.br/modules.php?name=Conteudo&pi d=2017.
    Acesso em: 06 de maio de 2011. 

    Ao apresentar informações sobre a premiação do filme Tropa de Elite, no Festival de Berlim, o texto 1:

    Escolha uma alternativa para a questão 9a80e4e4-b6
  • 7B9E5EE5-B6

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 

    The words in “The Wind” that give human qualities to the wind are:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b9e5ee5-b6
  • 7B94E036-B6

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 

    The figure of speech in which an animal, object, or idea is given the characteristics of a person, as we see in the poem, is:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b94e036-b6
  • 7B88EDB2-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.

    (disponível em:
    designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em
    Escolha uma alternativa para a questão 7b88edb2-b6
  • 7B84C774-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    Hitler vs. Chaplin
    “Hut Weber. É o chapéu”.
    (disponível em: designrn.files.wordpress.com/2008/12/hutweber_hitler_chaplin)

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b84c774-b6
  • 7B7FD2C8-B6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6
  • 7B79CCD0-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    No texto, o autor afirma que a imagem do novo trabalhador:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b79ccd0-b6