Questões do ENEM: Linguagens e Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ)

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Resultados

266 questões encontradas. Mostrando a página 11 de 14.

  • 73ADC87C-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
        Na frase “É por isso que as árvores deliram", “isso" se refere a
    Escolha uma alternativa para a questão 73adc87c-b8
  • 73A93BAE-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    No processo de coesão lexical, o mecanismo de substituição pode se realizado por meio da sinonímia, em que há a substituição de expressões que compartilham os mesmos traços semânticos. Sabe-se, no entanto, que não existem sinônimos perfeitos. Justifique essa afirmativa – de que não existem sinônimos perfeitos – levando em consideração os termos sublinhados em:
    Escolha uma alternativa para a questão 73a93bae-b8
  • 739F17C1-B8

    Português

    Sintaxe
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    O Jardineiro

    Lygia Fagundes Telles

    Só colhia rosas ao anoitecer porque durante o sono elas não sentiam o aço frio da tesoura. Uma noite ele sonhou que cortava as hastes de manhã, em pleno sol, as rosas despertas e gritando, sangrando na altura do corte das cabeças decepadas. Quando ele acordou viu que estava com as mãos sujas de sangue.

    TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. 6.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p. 78

        “ colhia rosas ao anoitecer..." (linha 1). O conector sublinhado expressa a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 739f17c1-b8
  • 739A038E-B8

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    O Jardineiro

    Lygia Fagundes Telles

    Só colhia rosas ao anoitecer porque durante o sono elas não sentiam o aço frio da tesoura. Uma noite ele sonhou que cortava as hastes de manhã, em pleno sol, as rosas despertas e gritando, sangrando na altura do corte das cabeças decepadas. Quando ele acordou viu que estava com as mãos sujas de sangue.

    TELLES, Lygia Fagundes. A disciplina do amor. 6.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980, p. 78

    O tipo textual predominante no texto é o:
    Escolha uma alternativa para a questão 739a038e-b8
  • E48E8A8E-96

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    What Your Tweets Say About You
    By Maria Konnikov

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015 

    How much can your tweets reveal about you? A lot! - would be the answer of psychologists James Pennebaker e Cindy Chung, at the University of Texas, who study how language relates to well-being and personality. One of Pennebaker’s most famous projects is a computer program called Linguistic Inquiry and Word Count (L.I.W.C.), which looks at the words we use, and in what frequency and context, and uses this information to study our psychological states and various aspects of our personality.
    Since the creation of the L.I.W.C., in 1993, studies utilizing the program have suggested a close connection between our language, our state of mind, and our behavior. They have shown, for instance, that a person’s word choices can reveal her place in a social or professional hierarchy; and that the use of different filler words (“I mean”; “You know”) can suggest whether a speaker is male or female, younger or older, and more or less conscientious. “The words we use in natural language reflect our thoughts and feelings in often unpredictable ways,” Pennebaker and Cindy Chung have written.
    The psychologist Johannes Eichstaedt and his colleagues analyzed eight hundred and twenty-six million tweets across fourteen hundred American counties(1)Then, using lists of words that can be reliably associated with positive and negative emotions, they gave each county an emotional profile. Finally, they asked a simple question: Could those profiles help determine which counties were likely to have more deaths from heart disease?
    The answer was yes. Counties where residents’ tweets included words related to hostility, aggression, hate, and, fatigue — words such as “jealous,” and “bored”— had significantly higher rates of heart-related deaths. On the other hand, where people’s tweets reflected more positive emotions and engagement, heart disease was less common. The tweet-based model even had more predictive power than other models based on traditional demographic, socioeconomic, and health-risk factors.

    (1) Um condado (county/counties) ou província é um aglomerado de cidades, não tão grande quanto um estado.

    From: http://www.newyorker.com/science/maria-konnikova/can-tweets-predict-heart-disease

    GLOSSARY: conscientious: consciencioso/cuidadoso; reliably: seguramente; profile: perfil; heart disease: doença do coração; hate: ódio; jealous: com ciúmes; boredentediado; higher rates: taxas mais altas; engagementcomprometimento; predictive: previsível.

    Leia o texto e responda à questão.
    O conector “on the other hand", na quinta linha do último parágrafo, estabelece uma relação de:
    Escolha uma alternativa para a questão e48e8a8e-96
  • E488C8AE-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    What Your Tweets Say About You
    By Maria Konnikov

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015 

    How much can your tweets reveal about you? A lot! - would be the answer of psychologists James Pennebaker e Cindy Chung, at the University of Texas, who study how language relates to well-being and personality. One of Pennebaker’s most famous projects is a computer program called Linguistic Inquiry and Word Count (L.I.W.C.), which looks at the words we use, and in what frequency and context, and uses this information to study our psychological states and various aspects of our personality.
    Since the creation of the L.I.W.C., in 1993, studies utilizing the program have suggested a close connection between our language, our state of mind, and our behavior. They have shown, for instance, that a person’s word choices can reveal her place in a social or professional hierarchy; and that the use of different filler words (“I mean”; “You know”) can suggest whether a speaker is male or female, younger or older, and more or less conscientious. “The words we use in natural language reflect our thoughts and feelings in often unpredictable ways,” Pennebaker and Cindy Chung have written.
    The psychologist Johannes Eichstaedt and his colleagues analyzed eight hundred and twenty-six million tweets across fourteen hundred American counties(1)Then, using lists of words that can be reliably associated with positive and negative emotions, they gave each county an emotional profile. Finally, they asked a simple question: Could those profiles help determine which counties were likely to have more deaths from heart disease?
    The answer was yes. Counties where residents’ tweets included words related to hostility, aggression, hate, and, fatigue — words such as “jealous,” and “bored”— had significantly higher rates of heart-related deaths. On the other hand, where people’s tweets reflected more positive emotions and engagement, heart disease was less common. The tweet-based model even had more predictive power than other models based on traditional demographic, socioeconomic, and health-risk factors.

    (1) Um condado (county/counties) ou província é um aglomerado de cidades, não tão grande quanto um estado.

    From: http://www.newyorker.com/science/maria-konnikova/can-tweets-predict-heart-disease

    GLOSSARY: conscientious: consciencioso/cuidadoso; reliably: seguramente; profile: perfil; heart disease: doença do coração; hate: ódio; jealous: com ciúmes; boredentediado; higher rates: taxas mais altas; engagementcomprometimento; predictive: previsível.

    Leia o texto e responda à questão.
    No terceiro parágrafo, o pronome “they" se refere:
    Escolha uma alternativa para a questão e488c8ae-96
  • E3CE3F6C-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    O enunciado “e, de tal modo, a mania de ter ideias o tomou, que não se limitava a deixá-las pelos jornais” (linhas 11-12) veicula a ideia de causa / consequência.

    Assinale a alternativa cujo sentido difere ao do fragmento em destaque.
    Escolha uma alternativa para a questão e3ce3f6c-96
  • E3C97736-96

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    “Andávamos por esse tempo na febre dos melhoramentos, das construções; e, a todo momento, ele lembrava a este ou àquele jornal uma ideia.” (linhas 7-9)

    Para obter efeitos de sentido, os autores costumam valerse de diferentes recursos semânticos. A expressão sublinhada no fragmento acima – “febre dos melhoramentos” – exemplifica um caso de:
    Escolha uma alternativa para a questão e3c97736-96
  • E3C46FCE-96

    Português

    Crase
    CEDERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    O acento grave de “àquele" em “...ele lembrava a este ou àquele jornal uma ideia..." (linha 9).
    Escolha uma alternativa para a questão e3c46fce-96
  • E3B812BD-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
                                         Ele e suas ideias
                                                                             Lima Barreto

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015 

    (LIMA BARRETO. Ele e suas ideias. In: Para gostar de ler,
    volume 8, contos. São Paulo: Ática, p. 51-54)

    1 Revista humorística surgida em 1927, dedicada, principalmente, à caricatura. (N.E.)
    2 Cavanhaque.
    3 Edison foi o inventor do telégrafo e Marconi, das ondas de rádio.


    Textos são construídos com base em uma tipologia textual. Esses tipos podem aparecer de forma exclusiva ou mesclada em um texto. Identifique o tipo textual do fragmento seguinte:

    “Era um homem pequeno, magro, com um reduzido cavaignac (...)” (linhas 2-3)
    Escolha uma alternativa para a questão e3b812bd-96
  • C7115864-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Are social networking sites addictive?

    1With the increasing popularity of wireless devices like smartphones — devices that can move lots of data very quickly — users have access to their social networks 24 hours a day. Most social networking sites have developed applications for your mobile phone, so logging on is always convenient. Social networks also tap into our human desire to stay connected with others. Besides, the rush of nostalgia as you connect with your former grade-school classmate on Facebook can be quite heady and exciting.

    2But what's the main reason we find these sites so addictive? Plain old narcissism. We broadcast our personalities online whenever we publish a thought, photo, YouTube video or answer one of those “25 Things About Me" memes. We put that information out there so people will respond and connect to us. And being part of a social network is sort of like having your own entourage that follows you everywhere, commenting on and applauding everything you do. It's very seductive.

    3In 2008, researchers at the University of Georgia studied the correlation between narcissism and Facebook users. Unsurprisingly, they found that the more “friends" and wall posts a user had, the more narcissistic he or she was. They noted that narcissistic people use Facebook in a selfpromoting way, rather than in a connective way. It may be an obvious theory, but it also suggests that social networks bring out the narcissist in all of us.

    4Social networks are also a voyeuristic experience for many users. Following exchanges on Twitter or posts on Facebook and MySpace are akin to eavesdropping on someone else's conversation. It's entertaining and allows you to feel like a “fly on the wall" in someone else's life.

    5Social networking sites also publicly list your “friends" or “followers" — giving you instant status. How many people do you know online who spend all their time trying to get more friends, more followers, more testimonials? We work hard in real life to elevate our statuses, make friends and search out boosters for our self-esteem. Online social networking provides this to us, and we don't even have to change out of our sweatshirts to get it.

    (adapted from http://computer.howstuffworks.com/internet/socialnetworking/information/social-networking-sites-addictive2.htm)

    Glossary

    addictive: viciante; tap into: explorar/tirar proveito; broadcast: anunciar; entourage: comitiva/séquito; akin to eavesdropping: parecido com bisbilhotar; booster: aquilo que impulsiona; sweatshirts: camisetas
    Marque o enunciado que se refere, no texto, ao que seria a razão principal por trás do vício em redes sociais.
    Escolha uma alternativa para a questão c7115864-96
  • C70C41F8-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Are social networking sites addictive?

    1With the increasing popularity of wireless devices like smartphones — devices that can move lots of data very quickly — users have access to their social networks 24 hours a day. Most social networking sites have developed applications for your mobile phone, so logging on is always convenient. Social networks also tap into our human desire to stay connected with others. Besides, the rush of nostalgia as you connect with your former grade-school classmate on Facebook can be quite heady and exciting.

    2But what's the main reason we find these sites so addictive? Plain old narcissism. We broadcast our personalities online whenever we publish a thought, photo, YouTube video or answer one of those “25 Things About Me" memes. We put that information out there so people will respond and connect to us. And being part of a social network is sort of like having your own entourage that follows you everywhere, commenting on and applauding everything you do. It's very seductive.

    3In 2008, researchers at the University of Georgia studied the correlation between narcissism and Facebook users. Unsurprisingly, they found that the more “friends" and wall posts a user had, the more narcissistic he or she was. They noted that narcissistic people use Facebook in a selfpromoting way, rather than in a connective way. It may be an obvious theory, but it also suggests that social networks bring out the narcissist in all of us.

    4Social networks are also a voyeuristic experience for many users. Following exchanges on Twitter or posts on Facebook and MySpace are akin to eavesdropping on someone else's conversation. It's entertaining and allows you to feel like a “fly on the wall" in someone else's life.

    5Social networking sites also publicly list your “friends" or “followers" — giving you instant status. How many people do you know online who spend all their time trying to get more friends, more followers, more testimonials? We work hard in real life to elevate our statuses, make friends and search out boosters for our self-esteem. Online social networking provides this to us, and we don't even have to change out of our sweatshirts to get it.

    (adapted from http://computer.howstuffworks.com/internet/socialnetworking/information/social-networking-sites-addictive2.htm)

    Glossary

    addictive: viciante; tap into: explorar/tirar proveito; broadcast: anunciar; entourage: comitiva/séquito; akin to eavesdropping: parecido com bisbilhotar; booster: aquilo que impulsiona; sweatshirts: camisetas
    No quarto parágrafo, o autor usa a metáfora “fly on the wall" (uma mosca na parede) para ilustrar um comportamento que ele associa ao uso excessivo de redes sociais. Que comportamento seria esse?
    Escolha uma alternativa para a questão c70c41f8-96
  • C704E4CE-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Are social networking sites addictive?

    1With the increasing popularity of wireless devices like smartphones — devices that can move lots of data very quickly — users have access to their social networks 24 hours a day. Most social networking sites have developed applications for your mobile phone, so logging on is always convenient. Social networks also tap into our human desire to stay connected with others. Besides, the rush of nostalgia as you connect with your former grade-school classmate on Facebook can be quite heady and exciting.

    2But what's the main reason we find these sites so addictive? Plain old narcissism. We broadcast our personalities online whenever we publish a thought, photo, YouTube video or answer one of those “25 Things About Me" memes. We put that information out there so people will respond and connect to us. And being part of a social network is sort of like having your own entourage that follows you everywhere, commenting on and applauding everything you do. It's very seductive.

    3In 2008, researchers at the University of Georgia studied the correlation between narcissism and Facebook users. Unsurprisingly, they found that the more “friends" and wall posts a user had, the more narcissistic he or she was. They noted that narcissistic people use Facebook in a selfpromoting way, rather than in a connective way. It may be an obvious theory, but it also suggests that social networks bring out the narcissist in all of us.

    4Social networks are also a voyeuristic experience for many users. Following exchanges on Twitter or posts on Facebook and MySpace are akin to eavesdropping on someone else's conversation. It's entertaining and allows you to feel like a “fly on the wall" in someone else's life.

    5Social networking sites also publicly list your “friends" or “followers" — giving you instant status. How many people do you know online who spend all their time trying to get more friends, more followers, more testimonials? We work hard in real life to elevate our statuses, make friends and search out boosters for our self-esteem. Online social networking provides this to us, and we don't even have to change out of our sweatshirts to get it.

    (adapted from http://computer.howstuffworks.com/internet/socialnetworking/information/social-networking-sites-addictive2.htm)

    Glossary

    addictive: viciante; tap into: explorar/tirar proveito; broadcast: anunciar; entourage: comitiva/séquito; akin to eavesdropping: parecido com bisbilhotar; booster: aquilo que impulsiona; sweatshirts: camisetas
    The pronoun 'they' in “They noted that narcissistic people use Facebook in a self-promoting way, rather than in a connective way"(paragraph 3) refers to
    Escolha uma alternativa para a questão c704e4ce-96
  • C6FF921F-96

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Are social networking sites addictive?

    1With the increasing popularity of wireless devices like smartphones — devices that can move lots of data very quickly — users have access to their social networks 24 hours a day. Most social networking sites have developed applications for your mobile phone, so logging on is always convenient. Social networks also tap into our human desire to stay connected with others. Besides, the rush of nostalgia as you connect with your former grade-school classmate on Facebook can be quite heady and exciting.

    2But what's the main reason we find these sites so addictive? Plain old narcissism. We broadcast our personalities online whenever we publish a thought, photo, YouTube video or answer one of those “25 Things About Me" memes. We put that information out there so people will respond and connect to us. And being part of a social network is sort of like having your own entourage that follows you everywhere, commenting on and applauding everything you do. It's very seductive.

    3In 2008, researchers at the University of Georgia studied the correlation between narcissism and Facebook users. Unsurprisingly, they found that the more “friends" and wall posts a user had, the more narcissistic he or she was. They noted that narcissistic people use Facebook in a selfpromoting way, rather than in a connective way. It may be an obvious theory, but it also suggests that social networks bring out the narcissist in all of us.

    4Social networks are also a voyeuristic experience for many users. Following exchanges on Twitter or posts on Facebook and MySpace are akin to eavesdropping on someone else's conversation. It's entertaining and allows you to feel like a “fly on the wall" in someone else's life.

    5Social networking sites also publicly list your “friends" or “followers" — giving you instant status. How many people do you know online who spend all their time trying to get more friends, more followers, more testimonials? We work hard in real life to elevate our statuses, make friends and search out boosters for our self-esteem. Online social networking provides this to us, and we don't even have to change out of our sweatshirts to get it.

    (adapted from http://computer.howstuffworks.com/internet/socialnetworking/information/social-networking-sites-addictive2.htm)

    Glossary

    addictive: viciante; tap into: explorar/tirar proveito; broadcast: anunciar; entourage: comitiva/séquito; akin to eavesdropping: parecido com bisbilhotar; booster: aquilo que impulsiona; sweatshirts: camisetas
    According to the text, the difference between real life and online social networking is:
    Escolha uma alternativa para a questão c6ff921f-96
  • C6F96503-96

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Are social networking sites addictive?

    1With the increasing popularity of wireless devices like smartphones — devices that can move lots of data very quickly — users have access to their social networks 24 hours a day. Most social networking sites have developed applications for your mobile phone, so logging on is always convenient. Social networks also tap into our human desire to stay connected with others. Besides, the rush of nostalgia as you connect with your former grade-school classmate on Facebook can be quite heady and exciting.

    2But what's the main reason we find these sites so addictive? Plain old narcissism. We broadcast our personalities online whenever we publish a thought, photo, YouTube video or answer one of those “25 Things About Me" memes. We put that information out there so people will respond and connect to us. And being part of a social network is sort of like having your own entourage that follows you everywhere, commenting on and applauding everything you do. It's very seductive.

    3In 2008, researchers at the University of Georgia studied the correlation between narcissism and Facebook users. Unsurprisingly, they found that the more “friends" and wall posts a user had, the more narcissistic he or she was. They noted that narcissistic people use Facebook in a selfpromoting way, rather than in a connective way. It may be an obvious theory, but it also suggests that social networks bring out the narcissist in all of us.

    4Social networks are also a voyeuristic experience for many users. Following exchanges on Twitter or posts on Facebook and MySpace are akin to eavesdropping on someone else's conversation. It's entertaining and allows you to feel like a “fly on the wall" in someone else's life.

    5Social networking sites also publicly list your “friends" or “followers" — giving you instant status. How many people do you know online who spend all their time trying to get more friends, more followers, more testimonials? We work hard in real life to elevate our statuses, make friends and search out boosters for our self-esteem. Online social networking provides this to us, and we don't even have to change out of our sweatshirts to get it.

    (adapted from http://computer.howstuffworks.com/internet/socialnetworking/information/social-networking-sites-addictive2.htm)

    Glossary

    addictive: viciante; tap into: explorar/tirar proveito; broadcast: anunciar; entourage: comitiva/séquito; akin to eavesdropping: parecido com bisbilhotar; booster: aquilo que impulsiona; sweatshirts: camisetas
    The use of the word 'unsurprisingly' in “Unsurprisingly, they found that the more “friends" and wall posts a user had, the more narcissistic he or she was." (paragraph 3) means that
    Escolha uma alternativa para a questão c6f96503-96
  • C65208D6-96

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

                                        Canção de garoa

                                                                                  Mário Quintana

                                  Em cima do meu telhado
                                  Pirulin lulin lulin,
                                  Um anjo, todo molhado,
                                  Soluça no seu flautim.

                                  O relógio vai bater:
                                  As molas rangem sem fim.
                                  O retrato na parede
                                  Fica olhando para mim.

                                  E chove sem saber por quê...
                                  E tudo foi sempre assim!
                                  Parece que vou sofrer:
                                  Pirulin lulin lulin...

        QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.
    A conjunção “e" foi usada duas vezes na terceira estrofe, para reforçar a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão c65208d6-96
  • C64D85C5-96

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

                                        Canção de garoa

                                                                                  Mário Quintana

                                  Em cima do meu telhado
                                  Pirulin lulin lulin,
                                  Um anjo, todo molhado,
                                  Soluça no seu flautim.

                                  O relógio vai bater:
                                  As molas rangem sem fim.
                                  O retrato na parede
                                  Fica olhando para mim.

                                  E chove sem saber por quê...
                                  E tudo foi sempre assim!
                                  Parece que vou sofrer:
                                  Pirulin lulin lulin...

        QUINTANA, Mário. Nariz de vidro. 4.ed. Editora Moderna, 1984. p. 23.
    No poema, a onomatopeia utilizada procurar imitar o som
    Escolha uma alternativa para a questão c64d85c5-96
  • C648F45F-96

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    Texto 1

                      As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)

          Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?

          A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.

          Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.

          É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?

          O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)

         O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.

         Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.

          Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.

          Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.

          Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.

                                 (PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
    Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, observando a relação expressa pela preposição “de" e, a seguir, assinale a alternativa que contempla a numeração correta.

    (1) As gravatas de Mário Quintana

    (2) As gravatas de Pierre Cardin

    (3) Os copos de vinho

    (4) Os copos de vidro

    (5) A casa de campo

    (6) A chegada de Paris

    ( ) Procedência

    ( ) Tipo

    ( ) Posse

    ( ) Autoria

    ( ) Conteúdo

    ( ) Matéria
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  • C64319A8-96

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    Texto 1

                      As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)

          Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?

          A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.

          Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.

          É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?

          O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)

         O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.

         Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.

          Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.

          Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.

          Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.

                                 (PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
    Do ponto de vista da estrutura textual, é correto afirmar que o texto “As gravatas de Mário Quintana" é predominantemente
    Escolha uma alternativa para a questão c64319a8-96