Questões do ENEM: Linguagens e Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT)

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Resultados

115 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 6.

  • 2684F9EE-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    DIFFERENCE BETWEEN AMERICAN AND BRITISH

    VERSIONS OF HARRY POTTER SERIES


    Philosopher’s vs. Sorcerer


          When Scholastic was publishing Harry Potter and the Philosopher’s Stone in America, they decided to rename the book Harry Potter and the Sorcerer’s Stone. They claimed that the American and British uses of the word philosopher were a bit different, so therefore sorcerer was a more appropriate word. Any true Harry Potter fan, American or British, Australian or Hungarian, I’m sure will agree with MuggleMix when we say that decision should not have been made the reasons are:

    1) J.K. Rowling said so therefore it must be true. She says that if she was in a better position, she would have disagreed at the time.

    2) It belittles Americans, making it seem as if they do not understand what the word “philosopher” means. Americans are smarter than that.

    3) Sorcerer is unspecific. The stone could have belonged to anybody with magical powers in the book. But the British name defines who the stone belongs to and gives the name an entirely different meaning. Sorcerer is a very different word to philosopher.

    4) The stone is referred to as the “Philosopher’s Stone” throughout J.K. Rowling’s original version, never the “Sorcerer’s Stone”, so why should the most central object of the book be labeled something completely different in the book title, even if its just being published in a different place?

    5) How is the word “philosopher” in Britain different from the word “sorcerer” in America?

    6) Philosopher’s Stone is actually a historical object that people used to search for, while the Sorcerer’s Stone has no factual background in real life.

    Ah well…

    Other terminology

    There are some other minor changes that occurred in case Americans got confused. Some ones, such as turning “mum” into “mom” and “trainers” into “sneakers”, J.K. Rowling refused to let happen. However, she allowed some changes to be made that, if they were not made, would befuddle the readers:

    UK: Skip – US: Dumpster

    UK: Minister for Magic – US: Minister of Magic

    […]

    UK: Car park – US: Parking lot

    […]

    Disponível em http://w w w .fanpop.com/clubs/harry-potter/articles/4309/title/difference-between-american-british-versions-harry-potter-series. Acesso em nov. 2015.

    Com base no texto, analise as afirmativas.


    I. A palavra ‘filosofal’ aparece como ‘sorcerer’, na edição americana do livro “Harry Potter e a pedra filosofal” (editora Scholastic), e ‘philosopher’, na edição britânica (editora Bloomsbury), porque a editora americana achou que a palavra ‘sorcerer’ daria mais credibilidade à obra.

    II. Um dos argumentos do texto contrários à mudança do título em inglês, de ‘philosopher’ para ‘sorcerer’, é a de que os editores estariam menosprezando a capacidade de compreensão dos americanos, já que a alegação foi a de que o uso da palavra ‘philosopher’ tem pequenas variações no inglês britânico e no norteamericano.

    III. A autora do livro, J.K. Rowling, confirmou que a mudança ocorreu porque o uso da palavra ‘philosopher’ difere na cultura norte-americana e na britânica e que, por esse motivo, ela concordou com a editora Scholastic.

    IV. O autor do artigo argumenta que o termo ‘sorcerer’ (em inglês americano) deixa em aberto quem seria o dono da pedra na estória, enquanto o termo ‘philosopher’ (em inglês britânico) é mais específico, definindo, deste modo, quem é o dono da pedra.

    V. Houve trocas de algumas outras palavras no livro, porque são usadas de modo diferente pelos norte-americanos e pelos ingleses, por exemplo, cab (Br) mudou para taxi (Am), sneakers (Br) mudou para tennis shoes (Am), dust (Br) mudou para garbage (Am), etc.


    Com base no texto e nas afirmativas, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 2684f9ee-af
  • 2681DA01-AF

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    DIFFERENCE BETWEEN AMERICAN AND BRITISH

    VERSIONS OF HARRY POTTER SERIES


    Philosopher’s vs. Sorcerer


          When Scholastic was publishing Harry Potter and the Philosopher’s Stone in America, they decided to rename the book Harry Potter and the Sorcerer’s Stone. They claimed that the American and British uses of the word philosopher were a bit different, so therefore sorcerer was a more appropriate word. Any true Harry Potter fan, American or British, Australian or Hungarian, I’m sure will agree with MuggleMix when we say that decision should not have been made the reasons are:

    1) J.K. Rowling said so therefore it must be true. She says that if she was in a better position, she would have disagreed at the time.

    2) It belittles Americans, making it seem as if they do not understand what the word “philosopher” means. Americans are smarter than that.

    3) Sorcerer is unspecific. The stone could have belonged to anybody with magical powers in the book. But the British name defines who the stone belongs to and gives the name an entirely different meaning. Sorcerer is a very different word to philosopher.

    4) The stone is referred to as the “Philosopher’s Stone” throughout J.K. Rowling’s original version, never the “Sorcerer’s Stone”, so why should the most central object of the book be labeled something completely different in the book title, even if its just being published in a different place?

    5) How is the word “philosopher” in Britain different from the word “sorcerer” in America?

    6) Philosopher’s Stone is actually a historical object that people used to search for, while the Sorcerer’s Stone has no factual background in real life.

    Ah well…

    Other terminology

    There are some other minor changes that occurred in case Americans got confused. Some ones, such as turning “mum” into “mom” and “trainers” into “sneakers”, J.K. Rowling refused to let happen. However, she allowed some changes to be made that, if they were not made, would befuddle the readers:

    UK: Skip – US: Dumpster

    UK: Minister for Magic – US: Minister of Magic

    […]

    UK: Car park – US: Parking lot

    […]

    Disponível em http://w w w .fanpop.com/clubs/harry-potter/articles/4309/title/difference-between-american-british-versions-harry-potter-series. Acesso em nov. 2015.

    Observe os conectivos therefore, so, even if, such as, however, e assinale a alternativa correta sobre a função que eles assumem, respectivamente, no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 2681da01-af
  • 267C8C49-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Texto 01


    O tempo é        

     O tempo é qualquer coisa      

    que ninguém toma nas mãos

     e beija no mesmo instante     

                                          (ou um instante depois).


    Texto 02

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    PERSONA, Lucinda Nogueira. Entre uma noite e outra. Cuiabá, MT: Entrelinhas, 2014. p. 33.

    A persistência da memória. Salvador Dali. Disponível em: noticias.universia.com/ destaques/noticias/2012/01/07/903289/conhecaa-persistencia-da-memoria-salvador-dali.html Acesso em: fev. 2018.

    Comparando o que aborda o poema O tempo é, da poetisa Lucinda Nogueira Persona, e os sentidos presentes na tela A persistência da memória, do artista plástico Salvador Dali, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 267c8c49-af
  • 267988F5-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

          “Estou sentado junto da janela olhando a chuva que cai há três dias. Que saudade me fazia o molhado tintintinar do chuvisco. A terra perfumegante semelha a mulher em véspera de carícia. Há quantos anos não chovia assim? De tanto durar, a seca foi emudecendo a nossa miséria. O céu olhava o sucessivo falecimento da terra, e em espelho, se via morrer. A gente se indaguava: será que ainda podemos recomeçar, será que a alegria ainda tem cabimento?

          Agora, a chuva cai, cantarosa, abençoada. O chão, esse indigente indígena, vai ganhando variedades de belezas. Estou espreitando a rua como se estivesse à janela do meu inteiro país. Enquanto, lá fora, se repletam os charcos a velha Tristereza vai arrumando o quarto.”

    COUTO, Mia. “Chuva: a abensonhada”. In: Estórias abensonhadas. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 43.

    Há mais de 20 anos (a primeira edição é de 1994), Mia Couto publicou o livro Estórias abensonhadas, uma coletânea de 26 contos. As estórias transitam entre os temas de fins da guerra, de tradições moçambicanas e de utopias que povoam aquele momento do país. Neste livro, no conto Chuva: a abensonhada, o autor articula esses temas numa linguagem poética e criativa, instaurando assim uma nova realidade, desafiando a lógica que predomina na relação entre as pessoas e o mundo.


    Considerando o conto Chuva: a abensonhada, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 267988f5-af
  • 267599F1-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 01

    Óbito do Autor


          “Algum tempo hesitei se devia abrir estas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações me levaram a adotar diferente método: a primeira é que eu não sou propriamente um autor defunto, mas um defunto autor, para quem a campa foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo: diferença radical entre este livro e o Pentateuco.” 


    Texto 02

    Origem, Nascimento e Batizado

    “Era no tempo do rei. 

          Uma das quatro esquinas que formam as ruas do Ouvidor e da Quitanda, cortando-se mutuamente, chamava-se nesse tempo O canto dos meirinhos; e bem lhe assentava o nome, porque era aí o lugar de encontro favorito de todos os indivíduos dessa classe (que gozava então de não pequena consideração). Os meirinhos de hoje não são mais do que a sombra caricata dos meirinhos do tempo do rei; estes eram gente temível e temida, respeitável e respeitada; formavam um dos extremos da formidável cadeia judiciária que envolvia todo o Rio de Janeiro no tempo em que a demanda era entre nós um elemento de vida: o extremo oposto eram os desembargadores. Ora, os extremos se tocam, e estes, tocando-se, fechavam o círculo dentro do qual se passavam os terríveis combates das citações, provarás, razões principais e finais, e todos esses trejeitos judiciais que se chamava o processo. Daí sua influência moral.”

    ASSIS, Machado. Memórias póstumas de Brás Cubas. 2. ed. São Paulo: Martin Claret, 2010. p. 17. (Coleção a obra-prima de cada autor).

    ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. 4. ed. São Paulo: Martin Claret, 2010. p. 13. (Coleção a obra-prima de cada autor).

    Com base nos trechos dos dois romances, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 267599f1-af
  • 2671050C-AF

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UNEMAT · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

          O setor de Recursos Humanos (RH) de uma empresa torna público o seletivo para uma vaga de assessoria, informando que apenas dois candidatos foram aprovados: um homem e uma mulher.

          Como houve empate de notas, competências, habilidades e idade, o diretor do RH, ao ser questionado sobre os critérios de desempate, atestou:

    - Aprovo o rapaz! Ela é inteligente, mas é mulher.

    Com base na anedota acima, reflita:

          Em Ela é inteligente, mas é mulher, o termo mas é uma conjunção. Do ponto de vista gramatical, a conjunção é uma palavra invariável que conecta orações, alterando o sentido do enunciado, a depender do seu uso. 

    Assinale a alternativa correta, cujo emprego da conjunção não altera o sentido do enunciado em Ela é inteligente, mas é mulher.
    Escolha uma alternativa para a questão 2671050c-af
  • 266C096C-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Maurício de Sousa. Disponível em aliteranda.files.w ordpress.com. Acesso em: nov. 2015. 

    Na leitura da tirinha há uma quebra de expectativa que produz um efeito humorístico.


    Assinale a alternativa que corresponde a este funcionamento.

    Escolha uma alternativa para a questão 266c096c-af
  • 2667633D-AF

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Maurício de Sousa. Disponível em aliteranda.files.w ordpress.com. Acesso em: nov. 2015. 

    Considere o seguinte trecho: “[...] e então, adicionam-se duas colheres de açúcar mascavo e mexe-se a calda por dois minutos [...]”.


    A partir das palavras em destaque e das noções de variação linguística, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 2667633d-af
  • 26644A45-AF

    Português

    Sintaxe
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    VELHAS PIADAS PROVOCAM DEBATE SOBRE RACISMO ENTRE DESCENDENTES DE ASIÁTICOS


          Quando tinha onze anos, o cineasta Leonardo Hwan voltava da escola com um amigo em São Paulo, quando um homem de cerca de trinta anos se aproximou, deu um susto nos garotos e gritou que eles deveriam "voltar para o país deles".

          "Nunca esqueci. Fiquei muito assustado", diz Leonardo, 27, que é brasileiro e descendente de tawaineses. Hoje ele conta essa história para explicar porque fazer a piada do "pastel de flango" ou gritar "abre o olho, japonês" para descendentes de asiáticos é ofensivo. E ele tem que explicar diversas vezes.

          "É racista, é xenófobo. Não é 'apenas uma piada'. Você está fazendo o mesmo que o cara: está dizendo que a pessoa não pertence, que ela é estrangeira, que não é bem-vinda", diz Leonardo.

    Ele critica uma postagem do prefeito de São Paulo, João Doria, que escreveu a legenda "acelela" em vez de "acelera" (seu slogan) em uma foto durante uma visita à China [...].

          "Quando você diz 'acelela', está tirando sarro não dos chineses de lá, mas dos imigrantes daqui, para quem a questão da língua e da adaptação é uma dificuldade real, e para descendentes que lutam há anos para serem aceitos", afirma Leonardo.

    [...]

    Disponível em: https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/bbc/2017/08/04/ velhas-piadas-provocam-debate-sobre-racismo-entre-descendentes-deasiaticos.htm Acesso em: ago. 2017.

    No texto, em “É racista, é xenófobo”, o referente que funciona como sujeito é:
    Escolha uma alternativa para a questão 26644a45-af
  • 26601BB1-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    VÍCIO EM INTERNET


          “Poucos artigos sérios usam a palavra ‘vício’ para falar de tecnologia. É comum ver eufemismos como ‘compulsão’ ou ‘uso exagerado’. Vício é palavra ainda rara. Ou ao menos era. Na edição de janeiro de 2015, a revista ‘Wired’ (influente publicação sobre tecnologia) não hesitou em usar a palavra ‘viciante’ (‘addictive’), da seguinte forma: ‘Facebook’, ‘Twitter’, ‘Instagram’, 'World of Warcraft', 'Angry Birds'. Os produtos tecnológicos de maior sucesso têm uma coisa em comum: eles são viciantes".

         O texto comenta a obra do consultor Nir Eyal, especializado em aconselhar empresas e designers a tornarem seus produtos mais viciantes. Eyal é autor do livro "Hooked: How to Build Habit-Forming Products" (Fisgado: como construir produtos que formam hábitos) e roda o mundo auxiliando a "fisgar" usuários e não soltálos mais. Ele gosta de descrever sua área como "engenharia de comportamento", profissão que não faria feio nos livros de ficção científica de William Gibson ou Philip K. Dick.

          Em seu livro, Eyal cria um sistema a partir de autores polêmicos como B. Frederic Skinner, inventor da "caixa de Skinner". Nela é colocado um pombo que, para se alimentar, precisa puxar uma alavanca. Skinner demonstrou que, se a comida aparece todas as vezes em que o pombo aciona a alavanca, o bicho se torna preguiçoso e apenas a puxa quando sente fome.

    Lemos, Ronaldo. “Vício em Internet”. In Folha de São Paulo, publicada on line, em 03/02/2015. Disponível em: http://m.folha.uol.com.br/colunas/ronaldolemos/ 2015/02/1584272-vicio-em-internet.shtml?mobile Acesso em: ago. 2017.

    A partir da leitura do texto Vício em internet, a revista “Wired”
    Escolha uma alternativa para a questão 26601bb1-af
  • 265C53B1-AF

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    CJ. Politicopatas. Disponível em: http://f.i.uol.com.br/folha/cartum/images/17214223.jpeg Acesso em ago. 2017

    Assinale a alternativa que apresenta o motivo que produz o efeito de humor na tirinha.
    Escolha uma alternativa para a questão 265c53b1-af
  • 26594E14-AF

    Português

    Coesão e coerência
    UNEMAT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    CJ. Politicopatas. Disponível em: http://f.i.uol.com.br/folha/cartum/images/17214223.jpeg Acesso em ago. 2017

    Nas três primeiras falas das personagens da tira Politicopatas, de CJ, o verbo ir é empregado em locuções verbais, ou seja, funciona como auxiliar do verbo principal.

    Considerando os verbos principais estudar, brincar, dar, assinale a alternativa que equivale à substituição das locuções verbais da tirinha pelos verbos principais, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.

    Escolha uma alternativa para a questão 26594e14-af
  • 80760905-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    ANOTHER TWO BRAZIL DAMS ‘AT RISK OF COLLAPSING’
    Brazilian mining company Samarco says two dams it uses to hold waste from iron production are damaged and at risk of collapsing

    One of the company’s reservoir burst earlier this month, flooding dozens of homes in the southeastern state of Minas Gerais. Eleven people were killed and 12 are missing presumed dead. Emergency work to try to avoid another breach will begin immediately and will last up to 90 days, the company said. The company initially said that two of its dams – Fundao e Germano – had burst on 5 November. But it has now clarified that only the Fundao reservoir collapsed. Germano and another nearby dam, Santarem, are still standing but are at risk, said Samarco’s Infrastructure Director Kleber Terra.
    ‘First instalment’
    Samarco is owned by mining giants Vale, from Brazil, and Anglo-Australian company BHP Billiton. It agreed on Monday to pay the Brazilian government 1bn reais (…) compensation. The money will be used to cover the initial clean-up and to offer some compensation to the victims and their families.
    Disponível em: http://www.bbc.com/news/world-latin-america-3485 1895. Acesso em 25 nov. 2015.

    Assinale a alternativa que corresponde às informações contidas no texto.

    Escolha uma alternativa para a questão 80760905-b0
  • 8071A142-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNEMAT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    LIQUID LOVE: ON THE FRAILTY OF HUMAN BONDS
    […]

    The tone of Liquid Love isn’t elegiacal, or not often. Rather, Bauman’s book is a hymn to what he calls our liquid modern society. (…) The work of the liquid modern is likewise never done, but it takes much more imagination. Bauman finds his hero working everywhere – jabbering into mobile phones, addictively texting, leaping from one chat room to another, internet dating (whose key appeal, Bauman notes, is that you can always delete a dating without pain or peril). The liquid modern is forever at work, forever replacing quality of relationship with quantity.
    What’s the significance of all this anxious work? For Bauman the medium is not the message - the new gadgets we use hardly determine who we are. Nor are the messages that people send each other significant in themselves; rather, the message is the circulation of messages. The sense of belonging or security that the liquid modern creates consists in being cocooned in a web of messages. That way, we hope, the vexing problem of freedom and security will disappear.
    We text, argues Bauman, therefore we are. “We belong,” he writes, “to the even flow of words and unfinished sentences (abbreviated, to be sure, truncated to speed up the circulation). We belong to talking, not what talking about…So stop talking – and you are out. Silence equals exclusion.” (…) It is the fear of silence and the exclusion it implies makes us anxious that our ingeniously assembled security will fall apart. (…)

    Disponível em http://www.theguardian.com/books/2003/apr/19/hi ghereducation.news. Acesso em nov. 2015.

    Assinale a alternativa que corresponde às informações contidas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 8071a142-b0
  • 806BB386-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
         O cego Estrelinho era pessoa de nenhuma vez: sua história poderia ser contada e descontada não fosse seu guia, Gigito Efraim. A mão de Gigito conduziu o desvistado por tempos e idades. Aquela mão era repartidamente comum, extensão de um no outro, siamensal. E assim era quase de nascença. Memória de Estrelinho tinha cinco dedos e eram os de Gigito postos, em aperto, na sua própria mão.
         O cego, curioso, queria saber de tudo. Ele não fazia cerimônia no viver. O sempre lhe era pouco e tudo insuficiente. Dizia, deste modo:
       - Tenho que viver já, senão esqueço-me.
       Gigitinho, porém, o que descrevia era o que não havia.
    O mundo que ele minuciava eram fantasias e rendilhados. A imaginação do guia era mais profícua que papaeira. O cego enchia a boca de águas:
       - Que maravilhação esse mundo. Me conte tudo, Gigito!
         A mão do guia era, afinal, o manuscrito da mentira. Gigito Efraim estava como nunca esteve S. Tomé: via para não crer. O condutor falava pela ponta dos dedos. Desfolhava o universo, aberto em folhas. A ideação dele era tal que mesmo o cego, por vezes, acreditava ver. (...)

    COUTO, Mia. “O cego Estrelinho”. In: Estórias Abensonhadas. Portugal; Editotial caminho, 1994, pp.29 -30. 

         No excerto acima, retirado do conto “O cego Estrelinho”, é possível afirmar que Mia Couto utiliza de um procedimento estilístico para a construção narrativa, o da intertextualidade, que consiste no estabelecimento de relação com um texto já existente. Assim, Mia Couto traz um diálogo com um ditado popular “Ver para crer”, atribuído a São Tomé, um dos discípulos de Jesus Cristo na tradição cristã, que trazia como prerrogativa acreditar somente em algo concreto, naquilo que poderia ser visto ou constatado por ele. No entanto, Mia Couto traz nesse conto um sentido invertido desse ditado popular, ao invés da afirmação “Ver para crer”. Após sabermos que Gigito descrevia um mundo que não existia para o cego Estrelinho, o narrador afirma que “Gigito Efraim estava como nunca esteve S. Tomé: via para não crer”.

    Diante de tal constatação, considera-se que 
    Escolha uma alternativa para a questão 806bb386-b0
  • 8064C2F7-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    ESCREVO

    Posso quase dizer assim:
    nesta sala
    de cimento armado
    escrevo
    Com isso
    a realidade não me foge
    Escrevo
    numa ordem discreta
    que ninguém vê
    à luz do sol
    à luz de lâmpadas
    escrevo
    como se nenhum princípio estivesse
    envolto em trevas

    Assim
    ou mais ou menos assim.

    PERSONA, Lucinda Nogueira. Entre uma noite e outra. Cuiabá, MT: Entrelinhas,2014, p.40

    Segundo definição do Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, a metalinguagem é a linguagem que se debruça sobre si mesma “para descrever outra linguagem ou qualquer sistema de significação”. Dessa maneira, podemos afirmar que: 1) o poema acima é metalinguístico, pois está abordando o próprio ato de escrever, e 2) que o eu lírico concebe a escrita
    Escolha uma alternativa para a questão 8064c2f7-b0
  • 8061C28E-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNEMAT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Disponível em: http://www1.folha.uol.com.brilustradacartumcartunsdiari os#2052017 Acesso em maio 2017. 


    Em alguns contextos de uso da linguagem, é possível empregar palavras ou expressões que podem exagerar ou suavizar os sentidos que se quer provocar. Na tirinha Malvados, de André Dahmer, o trecho silenciar por um século trata-se de 

    Escolha uma alternativa para a questão 8061c28e-b0
  • 805E8F43-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    POR QUE VOCÊ DEVE TIRAR, AGORA, OS SEUS FILHOS PEQUENOS DO FACEBOOK E DO WHATSAPP

    Caso em Mato Grosso envolvendo menina de 9 anos e agressor sexual no WhatsApp é mais comum do que se imagina. É impossível ter controle total do que eles acessam

         “A geração atual de mães e pais de crianças e pré-adolescentes cresceu ouvindo de seus responsáveis a frase: ‘jamais converse com estranhos na rua’. O objetivo era evitar que eles caíssem nas mãos de abusadores e pedófilos. Esses criminosos e doentes continuam existindo e encontraram nas redes sociais ferramentas eficientes para aliciar menores. O exemplo mais recente a se tornar público ocorreu nesta semana na região metropolitana de Cuiabá, em Mato Grosso. Mensagens de assédio encaminhadas por um homem de 47 anos a uma menina de 9 foram descobertas pelo pai dela. Ele avisou a polícia e compareceu, com os policiais, a um encontro que o suspeito havia marcado com a menor na última terça-feira (23). No celular do suspeito, foram encontradas trocas de mensagens similares com cerca de 20 crianças. O delegado responsável pelo caso desconfia que em ao menos um dos casos houve o estupro de fato ...” Bruno Ferrari
    Disponível em: http://epoca.globo.com Acesso em maio 2017. 

          No texto acima, considere o seguinte excerto:
        “Ele avisou a polícia e compareceu, com os policiais, a um encontro que o suspeito havia marcado com a menor na última terça-feira (23).”

         O trecho acima corresponde a qual tipo textual?  
    Escolha uma alternativa para a questão 805e8f43-b0
  • 805A067D-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UNEMAT · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Disponível em: www.humorpolitico.com.br/wp-content/uploads/2017/ 05/OLIVEIRA-220517-Face-580x373 Acesso em maio 2017.


    O chargista Oliveira utiliza a expressão popular “A vaca foi pro brejo” fazendo referência

    Escolha uma alternativa para a questão 805a067d-b0
  • 8055E4C1-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UNEMAT · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    A CASA CAIU

         O empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, contou ao juiz Sérgio Moro, em depoimento em Curitiba, que o apartamento tríplex, no Guarujá, era do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que este lhe deu ordens para destruir toda a documentação que juntou contendo dados sobre depósitos de propinas. O ex-ministro de Lula e de Dilma Rousseff, Antônio Palocci, se dispôs a fornecer fatos, nomes, endereços e documentos que darão trabalho por pelo menos mais de um ano à força-tarefa da Operação Lava Jato. Ou seja, a casa de Lula caiu e a batata dos ex-presidentes petistas pode queimar mais cedo do que se pensava.
    José Nêumanne

    Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3, na sexta-feira, 21 de abril de 2007. Disponível em: www.estadao.com.br Acesso em maio 2017. (Adaptado)
    Em uma produção textual, os pronomes este e lhe são elementos usados para referência, podendo se relacionar a termos já citados ou a termos posteriores a eles. No texto A casa caiu, tais pronomes se referem respectivamente
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