Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Estadual do Piauí (UESPI)
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EA72F0CC-B5 Alfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).No texto, quando o autor diz que: “temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística”, pretende dizer que:EA6E8B52-B5 Português
Coesão e coerênciaUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).O segmento “Essas questões linguísticas”, que aparece no início do 6º. parágrafo tem a função de:EA6B8E83-B5 Português
Análise sintáticaUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).Analise o sentido do segmento sublinhado: “Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.” Trata-se de um segmento com sentido:EA64E555-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).Releia o trecho: “Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.” No segmento em destaque, o autor:EA58F24D-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).As palavras que ocorrem em um texto são pistas valiosas dos sentidos que o autor pretendeu para seu texto. Analise as palavras sublinhadas nos segmentos abaixo e as explicações que são dadas entre parênteses.1) “é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação”, (quer dizer reconhecer, discriminar as causas...)2) “temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística” (quer dizer nossa identidade, nossa identificação linguística).3) “O uso inflacionado da expressão norma culta” (quer dizer, o uso moderado, comedido, abrandado da expressão).4) “uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro” (quer dizer, maléfica, perniciosa, prejudicial cultura do erro).5) “confundi-la com gramática (...) apenas continuará escamoteando os problemas” (quer dizer, amenizando, atenuando, minimizando os problemas).Estão corretas:EA549D0E-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).No trecho: “O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística.”, o autor:1) faz uma alusão às consequências do uso muito frequente da expressão norma culta.2) opina sobre aspectos de como nossa cultura linguística tem evoluído.3) comenta a facilidade de vida e do discurso de algumas pessoas.4) responsabiliza o discurso de alguns pela pouca precisão do conceito de norma culta.Está(ão) correta(s):EA5001E2-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).De acordo com o autor, a gramática de uma língua expressa dois sentidos, a saber:
1) o padrão e o culto.
2) o conceitual e o prescritivo.
3) o culto e o escrito.
Está(ão) correta(s):
EA4BDDF2-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).Mais especificamente, a questão principal que o autor levanta diz respeito:EA3FF9FC-B5 Português
Interpretação de TextosUESPI · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosAlfabetização, língua escrita e norma culta(1) Vivemos numa sociedade tradicionalmente pouco letrada. Nesse sentido, bastaria lembrar que temos ainda por volta de 15% de analfabetos na população adulta e que, entre os alfabetizados, calcula-se que apenas 25% podem ser considerados alfabetizados funcionais, isto é, só esta pequena parcela é capaz de ler e compreender textos medianamente complexos. Como consequência e apesar da expansão da alfabetização no último século, é ainda apenas uma minoria que efetivamente domina a expressão escrita.(2) Não há dúvida de que, se queremos alcançar níveis avançados de desenvolvimento, temos de romper essa limitação decorrente de nossa história econômica, social e cultural – que, por séculos, mantém concentrados a riqueza material e o acesso aos bens da cultura escrita nas mãos de poucos.(3) Para isso, é indispensável diagnosticar as muitas causas dessa situação e, em consequência, encontrar formas de enfrentá-la adequada e eficazmente. Andaremos, porém, mal se nem sequer conseguirmos distinguir, com um mínimo de precisão, norma culta de expressão escrita.(4) O uso inflacionado da expressão norma culta pode ter facilitado a vida e o discurso de algumas pessoas, mas pouco ou nada tem contribuído para fazermos avançar nossa cultura linguística. Continuamos uma sociedade perdida em confusão em matéria de língua: temos dificuldades para reconhecer nossa cara linguística, para delimitar nossa(s) norma(s) culta(s) efetiva(s) e, por consequência, para dar referências consistentes e seguras aos falantes em geral e ao ensino de português em particular.(5) Parece, então, evidente que é preciso começar a desatar estes nós, buscando desenvolver uma gestão mais adequada das nossas questões linguísticas por meio, inclusive, de um debate público franco e desapaixonado.(6) Essas questões linguísticas não são, claro, de pequena monta. Há toda uma história a ser revista, há todo um imaginário a ser questionado, há toda uma gama de valores e discursos a ser criticada, há todo o desafio de construir uma cultura linguística positiva que faça frente à danosa cultura do erro, que ainda embaraça nossos caminhos. (...)(7) Entendemos que o debate ganhará substância se começarmos por dar precisão à expressão norma culta. Continuar a confundi-la com gramática em qualquer um de seus dois sentidos (conceitos ou preceitos), com norma-padrão ou com expressão escrita apenas continuará escamoteando os problemas que estão aí a nos desafiar, quer na compreensão da nossa realidade linguística, quer na proposição de caminhos para o ensino do português.(Carlos Alberto Faraco. Norma culta brasileira: desatando alguns nós. São Paulo: Parábola Editorial, 2008, p. 29-31. Adaptado).O Texto 1, com base em seu desenvolvimento global, poderia ser reconhecido como um texto:C49226B8-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosText 3
The gorilla joke
A gorilla went into a bar and ordered a whisky. The barman thought that it was unusual to see a gorilla in a bar drinking whisky and, thinking that gorillas must be stupid, he thought he would try to take advantage of the situation and overcharge him. He served the gorilla the whisky and said, 'That'll be fifty dollars please'. The gorilla immediately took out his wallet and paid the barman, who was very happy. The gorilla drank his whisky quietly and then ordered another. The barman served him and charged him another fifty dollars. As the gorilla was drinking his whisky, the barman got curious and decided to find out why the gorilla was in the bar. So, to strike up a conversation, he said, 'It's funny, we don't get many gorillas in here'.
'I'm not surprised with the price of your whisky.' the gorilla replied.
Disponível em:
<http://teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/joke.pfd>
Acessado em 6 de novembro de 2010.
Answer the follow question based on Text 3.
For the gorilla,
C48DEE1B-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosText 3
The gorilla joke
A gorilla went into a bar and ordered a whisky. The barman thought that it was unusual to see a gorilla in a bar drinking whisky and, thinking that gorillas must be stupid, he thought he would try to take advantage of the situation and overcharge him. He served the gorilla the whisky and said, 'That'll be fifty dollars please'. The gorilla immediately took out his wallet and paid the barman, who was very happy. The gorilla drank his whisky quietly and then ordered another. The barman served him and charged him another fifty dollars. As the gorilla was drinking his whisky, the barman got curious and decided to find out why the gorilla was in the bar. So, to strike up a conversation, he said, 'It's funny, we don't get many gorillas in here'.
'I'm not surprised with the price of your whisky.' the gorilla replied.
Disponível em:
<http://teachingenglish.org.uk/sites/teacheng/files/joke.pfd>
Acessado em 6 de novembro de 2010.
Answer the follow question based on Text 3.
For the barman,
C48A1A5C-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosText2
Emergency Oceans Rescue Plan
Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.
However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.
Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010
Answer the follow question based on Text 2.
Leaders of the worldC485E815-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosText2
Emergency Oceans Rescue Plan
Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.
However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.
Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010
Answer the follow question based on Text 2.
The creation of marine reserves wouldC4810867-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosText2
Emergency Oceans Rescue Plan
Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.
However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.
Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010
Answer the follow question based on Text 2.
The author argues thatC47D0C0F-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosText2
Emergency Oceans Rescue Plan
Our oceans give us life – they provide us with oxygen and food, and they contain over 80% of all life on Earth. In exchange, we plunder them of fish, choke them with pollution and heat them with climate change. As a result of industrial fishing in the last 60 years, 90% of the oceans’ large predatory fish, such as tuna, swordfish, marlin and sharks, have been taken from our oceans. We are only beginning to understand the full extent of the impacts our actions have. As climate change causes sea ice in our polar oceans to melt and air pollution increases the acidity of our oceans, the degradation of our oceans is gathering pace.
However, our ocean crisis can - and must - be reversed by setting aside areas of oceans as marine reserves, areas offlimits to fishing and other industrial activities, like wildlife parks at sea. In 2006, Greenpeace presented a bold vision for the world community - a proposal for a global network of marine reserves covering 40% of the oceans. Since then, world leaders have failed to make significant progress, despite international commitments under the World Summit on Sustainable Development (WSSD) and the Convention on Biological Diversity (CBD), to create this network by 2012. The condition of our oceans has continued to worsen; today less than 1% of them are protected as marine reserves.
Adaptado de: http://www.greenpeace.org/international/PageFiles/163940/Emerge ncy%20Oceans%20Rescue%20Plan%20- 20Executive%20Summary .pdf> Acessado em 7 de novembro de2010
Answer the follow question based on Text 2.
From what is said, one can infer that
C479FA19-B5 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritosText 1
Toms Shoes make it a Christmas to
remember in Argentina
The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.
Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.
‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.
Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.
Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.
Adaptado de:
http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)
Answer the follow question based on Text 1.
According to the text
C475A04D-B5 Inglês
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Toms Shoes make it a Christmas to
remember in Argentina
The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.
Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.
‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.
Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.
Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.
Adaptado de:
http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)
Answer the follow question based on Text 1.
Blake acknowledges that
C4721C1B-B5 Inglês
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Toms Shoes make it a Christmas to
remember in Argentina
The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.
Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.
‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.
Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.
Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.
Adaptado de:
http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)
Answer the follow question based on Text 1.
One can infer from Blake’s actions that
C46F1704-B5 Inglês
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Toms Shoes make it a Christmas to
remember in Argentina
The ethical fashion brand, founded four years ago by L.A entrepreneur, Blake Mycoskie, 34 has just given away its millionth pair of shoes in a bid to make a difference to the lives of poverty stricken children around the world.
Toms Shoes is based on a simple philosophy, for every pair of shoes it sells on the high street, it gives away a pair to a child in need.
‘When I arrived in Buenos Aires four years ago, I was shocked by the level of poverty I saw and the number of children running around barefoot. I wanted to do something to help,” says Blake. “Four years on we sell our shoes all over America and Europe and distribute free shoes to kids everywhere from South America and Haiti to Ethiopia. Coming back to Argentina was really special.’ Argentina may conjure up romantic images of tango clubs and polo matches but over a quarter of the population live in poverty here with a shocking one in ten surviving on less than a dollar a day.
Typically a child might share one pair of shoes with several siblings meaning their tiny feet are usually calloused and rough by the tender age of five or their toes twisted and bent from wearing ill-fitting shoes.
Toms Shoes has now become something of a movement rather than a business and with a host of designers on board the brand has acquired an array of celebrity fans from Demi Moore to Keira Knightly. Even Bill Clinton has a pair.
Adaptado de:
http://www.marieclaire.co.uk/news/lifestyle/504822/toms-shoesmake-it-a-christmas-to-remember-in-argentina.html (7/11/2010)
Answer the follow question based on Text 1.
Toms Shoes’ philosophy is aimed at
C46BD4D3-B5 Literatura
Classificação dos Gêneros LiteráriosUESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosFrancisco Pereira da Silva e José Expedito de Carvalho Rêgo e H. Dobal são três autores piauienses que escreveram obras literárias em vários gêneros. Qual dos gêneros abaixo não está contemplado nas obras desses autores?