Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

149 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 8.

  • BCE6603C-04

    Português

    Pontuação
    UFGD · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cujo texto está corretamente pontuado.
    Escolha uma alternativa para a questão bce6603c-04
  • BCE3B3C4-04

    Português

    Coesão e coerência
    UFGD · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    [...] é pertinente abranger outras categorias eminentemente textuais, como, por exemplo a anáfora e a catáfora [...]. Na sequência de um texto, podemos reativar uma referência anteriormente ativada: ‘um rei’ – ‘o rei’. Essa operação se caracteriza por uma ‘anáfora’, ou seja, constitui uma retomada de uma referência feita anteriormente.

    [...] As catáforas, menos comuns em nossos textos do dia a dia, ocorrem quando esse movimento de ativação e de reativação aparece invertido: primeiro vem a referência que seria de retomada e, depois, a que seria a referência base; por exemplo: ‘Ele – o rei’ ”.

    ANTUNES, Irandé. Textualidade: noções básicas e implicações pedagógicas. São Paulo: Parábola, 2017, p. 100-101, grifos da autora.

    Quanto à coesão textual, analise a ocorrência, nos dois enunciados a seguir, de presença ou ausência das categorias anáfora e catáfora.

    I. Ah, pobre Tom, meu menino mais cabeça-dura, não estou sendo dura com você. Eu não faria isso.

    II. Já sei, vamos fazer assim. Ninguém conta nada pra eles […].

    Diálogos retirados de: TWAIN, Mark. As aventuras de Tom Sawyer. Trad. Karla Lima. Jandira-SP: Ciranda Cultural, 2019.

    Sobre os enunciados em análise, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bce3b3c4-04
  • BCE17666-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEMPO

    Antônio Prata

    O bem mais valioso de nossa época não é o diamante nem o petróleo, a fórmula da Coca-Cola ou o sorriso da Natalie Portman: é o tempo. Obedecendo à lei da oferta e da procura, quanto mais escasso ele fica, mais caro nos é. A seca temporal é geral e irrestrita, tão democrática quanto a calvície, a saudade e a morte: eu não tenho tempo, você não tem tempo, o Eike Batista não tem tempo, o cara que está vendendo bala no farol, em agônica marcha atlética para recolher os saquinhos dos retrovisores, antes que abra o sinal, também não tem.

    Como vocês devem saber, o principal sintoma desta doença crônica – sem trocadilho – é a ansiedade. Toda manhã, flagro-me aflito, escovando os dentes, com pressa. Vejo-me batendo os pés no hall, enquanto o elevador não chega. Até o segundo que o cursor do celular leva para piscar, num SMS, permitindo-me digitar outra letra da mesma tecla, deixa-me exasperado.

    Antigamente, não era assim. Na minha infância, os dias tinham trinta horas, alguns chegando mesmo a quarenta, se bem me lembro. Não, não é que eu faça hoje mais coisas do que antes. Já pensei nisso, mas veja só quantas obrigações eu tinha no passado: cinco horas na escola, lição de casa, inglês, bateria, natação, jantar com os pais, toda noite, sem contar os séculos ao vivo ou ao telefone tentando convencer alguma menina a beijar-me na boca... E, mesmo assim, ainda sobravam infinitos latifúndios improdutivos, impossíveis de se ocupar, por mais que assistisse televisão, tirasse cochilos vespertinos, lesse livros, fosse às casas dos amigos jogar videogame, falar mal dos outros ou simplesmente juntar nossos tédios, olhar as paredes e escutar o tic-tac dos relógios.

    Das duas, uma: ou as horas eram mais abundantes do que hoje, ou, então, tinham uma incrível capacidade regenerativa, que perderam: a cada duas ou três horas mortas, uma nova hora nascia, fresquinha, como as células de uma pele jovem.

    Acho que foi lá pelo ano dois mil que o dia começou a encolher, chegando a essas míseras vinte quatro horas – com sensação térmica de dezesseis. Talvez tenha sido esse o verdadeiro bug do milênio: na virada de noventa e nove para o zero zero, todos os ponteiros, vendo-se livres do velho milênio e admirando o vazio que se abria adiante, como um retão num circuito de fórmula um, resolveram meter os pés no acelerador, de modo que acabamos assim, espremidos entre prazeres e obrigações, aflitos, escovando os dentes com pressa, andando em círculos, no hall do elevador.

    Há quem diga que a culpa é da melhora das comunicações e, consequentemente, do envio de dados. Com a informação viajando tão rápido, desaprendemos a arte da espera. Antigamente, aguardar era normal. Estávamos sempre esperando alguma coisa chegar. Uma carta, pelo correio. Um disco, do exterior. Uma foto, um texto ou um documento, via portador. Esses hiatos eram tidos como normais, uma brecha saudável, pausa para o cigarro ou o café, a prosa, a leitura de uma revista, o devaneio, a conversa na janela, a morte da bezerra. Hoje, não. Tá tudo aqui, e, se não está, nos afligimos. Queremos o pássaro na mão e os dois voando. Por que é que ainda não trouxeram esses dois que tão no céu, diabo?! Já não era melhor ter pego logo os três, de uma vez, otimizando custos e esforços?

    Enquanto não descobrimos a cura para este mal, a única saída é aprender a lidar com ele. Há que cercar com muros altos certas horas do relógio, para que nada as possa roubar de nós. Fazer diques de pedra em torno da hora de ficar com nosso amor, da hora de trabalhar no projeto pessoal, da hora do esporte, de ler um livro, encontrar um amigo. Mesmo assim, vira e mexe, vêm as obrigações, como um tsunami, ou os eventos sociais, como meteoros, e derrubam as barragens. Não há nada a fazer, senão reconstruir os muros, ainda mais fortes do que antes.

    Você sente a mesma coisa, ou sou só eu? Talvez seja só eu. Quem sabe, numa manhã de terça-feira, lá por 1998, eu tenha perdido a hora, para nunca mais encontrá-la? Ficarei assim, trinta minutos atrás do resto do mundo, tentando alcançá-lo, ininterruptamente, como quem corre atrás de um trem, até o fim dos tempos. Será que foi isso?

    Disponível em: https://www.pavablog.com/2011/08/20/tempo. Acesso em: 11 jul. 2020.

    A partir da leitura da crônica Tempo, de Antônio Prata, assinale a alternativa que apresenta características observáveis nesse texto.
    Escolha uma alternativa para a questão bce17666-04
  • BCDEE98C-04

    Literatura

    Estilística
    UFGD · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    O FAZEDOR DE AMANHECER

    Manoel de Barros

    Sou leso em tratagens com máquina.
    Tenho desapetite para inventar coisas prestáveis.
    Em toda a minha vida só engenhei
    Três máquinas
    Como sejam:
    Uma pequena manivela para pegar no sono.
    Um fazedor de amanhecer para usamentos de poetas
    E um platinado de mandioca para o fordeco de meu irmão.
    Cheguei de ganhar um prêmio das indústrias automobilísticas pelo Platinado de Mandioca.
    Fui aclamado de idiota pela maioria das autoridades na entrega do prêmio.
    Pelo que fiquei um tanto soberbo.
    E a glória entronizou-se para sempre em minha existência.

    Disponível em: https://poesiaspreferidas.wordpress.com/2015/04/20/ofazedor-de-amanhecer-manoel-de-barros. Acesso em: 10 ago. 2020.

    Com base na leitura do poema, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bcdee98c-04
  • BCDCAADD-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia os excertos a seguir.

    Mais uma conquista de Eva... o futebol. Há cerca de uns três meses um grupo de moças dos mais conceituados clubes esportivos dos subúrbios da nossa Capital (Rio de Janeiro) iniciou a prática do futebol feminino entre nós. Organizaram quadros e, de acordo com as regras oficiais do “Foot-ball Association”, tem as nossas patrícias disputado várias partidas entre vários clubes. [...] E as partidas repetiram-se animadas e concorridas, violentas e movimentadas, com todas as características do jogo masculino, sem mesmo lhes faltar esse complemento que parece imprescindível no famoso esporte bretão – as agressões e os socos […]. A propósito desse sensacional acontecimento esportivo, inúmeras têm sido as consultas a nós endereçadas sobre esse tema: Pode a mulher praticar o futebol?.

    LOYOLA, H. Pode a mulher praticar o futebol. Revista Educação Physica, Rio de Janeiro, v.46, p. 41-5, 1940.

    Mesmo não sendo homogêneos os discursos direcionados para a interdição das mulheres em algumas modalidades esportivas, vale lembrar que os documentos oficiais que operam nesse sentido expressam as representações normatizadas de feminilidade […]. Não raras vezes as jogadoras de futebol são questionadas acerca de sua sexualidade, parecendo ser “natural” essa inspeção […]. Transgressoras ou não, as mulheres há muito estão presentes no futebol. Vão aos estádios, assistem campeonatos, acompanham o noticiário, treinam, fazem comentários, divulgam notícias, arbitram jogos, são técnicas, compõem equipes dirigentes […], enfim, participam do universo futebolístico e isso não há como negar. Certamente algumas destas mulheres transgridem ao que convencionalmente se designou como sendo próprio de seu corpo e de seu comportamento, questionam a hegemonia esportiva masculina historicamente construída e culturalmente assimilada e enfrentam os preconceitos e também as estratégias de poder que estão subjacentes a eles. [...] No entanto, ainda é precária a estruturação da modalidade no país, pois são escassos os campeonatos, as contratações das atletas são efêmeras e, praticamente, inexistem políticas privadas e públicas direcionadas para o incentivo às mulheres que desejam fazer sua carreira dentro desse esporte o que me leva a afirmar, que, na “Pátria das Chuteiras”, as mulheres não têm vez. Estão nas zonas de sombra ainda que há muito protagonizem histórias que construíram e estruturaram o futebol desse país.

    GOELLNER, Silvana Vilodre. Na “Pátria das chuteiras” as mulheres não tem vez. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL FAZENDO GÊNERO 7. Florianópolis, UFSC, 2006, p. 1-4.

    Os excertos referenciam uma das manifestações da cultura corporal que possui ampla visibilidade no imaginário do povo brasileiro: o futebol. No entanto, principalmente na mídia esportiva, a modalidade não é igualmente valorizada – ainda hoje – se considerarmos a sua prática por mulheres. Ao destacar o futebol como uma conquista das mulheres, Loyola (1940) enfatiza o questionamento que fez parte da história da categoria feminina do esporte: “Pode a mulher praticar futebol?”. Alguns estudiosos do campo da Educação Física, a exemplo de Silvana Vilodre Goellner (2006), demonstram o caminho percorrido historicamente pelas mulheres para a sua inserção nessa modalidade esportiva, repleta de argumentos que justificaram e ainda justificam a falta de incentivo e visibilidade das atletas no esporte. Sendo assim, quanto aos argumentos recrutados durante décadas para explicar a pouca visibilidade conferida às mulheres no futebol brasileiro, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão bcdcaadd-04
  • BCDA500A-04

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    Produzido em 1827, O Jantar, de Jean-Baptiste Debret, é conhecido e muito difundido nos livros de História por abordar as relações cotidianas no Brasil à época do pintor.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021
    Disponível em: https://idd.org.br/acervo/obra-o-jantar. Acesso em: 10 ago.2020.

    Com base nessa obra, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão bcda500a-04
  • BCD81B63-04

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2021
    Source: SCHULZ, Charles M. Comic strip Peanuts - Snoopy. Available in: https:// weheartit.com/entry/119469395 Access: July, 22 2020.

    Which of the following best expresses the information presented in the cartoon above?
    Escolha uma alternativa para a questão bcd81b63-04
  • BCD5B759-04

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritos
    ARTHUR CONAN DOYLE - British author

    By Philip K. Wilson

    Arthur Conan Doyle, in full Sir Arthur Ignatius Conan Doyle, (born May 22, 1859, Edinburgh, Scotland—died July 7, 1930, Crowborough, Sussex, England), Scottish writer best known for his creation of the detective Sherlock Holmes — one of the most vivid and enduring characters in English fiction.

    Conan Doyle began seven years of Jesuit education in Lancashire, England, in 1868. After an additional year of schooling in Feldkirch, Austria, Conan Doyle returned to Edinburgh. Through the influence of Dr. Bryan Charles Waller, his mother’s lodger, he prepared for entry into the University of Edinburgh’s Medical School. He received Bachelor of Medicine and Master of Surgery qualifications from Edinburgh in 1881 and an M.D. in 1885 upon completing his thesis, “An Essay upon the Vasomotor Changes in Tabes Dorsalis.” While a medical student, Conan Doyle was deeply impressed by the skill of his professor, Dr. Joseph Bell, in observing the most minute detail regarding a patient’s condition. (01)___. Other aspects of Conan Doyle’s medical education and experiences appear in his semiautobiographical novels, The Firm of Girdlestone (1890) and The Stark Munro Letters (1895), and in the collection of medical short stories Round the Red Lamp (1894). (See also Sherlock Holmes: Pioneer in Forensic Science.)

    WILSON, Philip K. Arthur Conan Doyle - British author. Published in July 3, 2020. Encyclopaedia Britannica. Available in: Access in: July, 23 2020 (Adapted).

    One sentence is missing in the text. According to the context, choose the alternative which correctly completes the idea of the text in the gap [showed in bold and numbered as 01 in the text].
    Escolha uma alternativa para a questão bcd5b759-04
  • BCD33420-04

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    3 OF THE BEST ETHICAL ALTERNATIVES TO FOSSIL FUELS

    By Sipur Joseph

    In recent years, ethical issues regarding our energy use and systems have (1)___ been at the forefront of the global conscious. Growing awareness of climate change has led us to question how we’re producing and using energy, and how sustainable these practices are.

    These ethical (2)___ are more important now than ever. The IPCC has predicted that global temperatures will rise by up to 10 degrees over the next century, and this is largely due to emissions from energy production. In fact, 90% of all carbon emissions caused by human activity come from fossil fuels.

    (3)___, this shows no signs of reducing, with the International Energy Agency predicting that Chinese emissions will double by 2035.

    To keep global temperature increases within manageable levels, we need to leave 80% of our current fossil fuel reserves underground. As such, the need for ethical alternatives to fossil fuels is greater now than ever. Here are 3 of the most promising alternative fuel sources that could (4)___ us to turn things around: solar power, wave energy and wind energy.

    JOSEPH, Sipur. 3 of the Best Ethical Alternatives to Fossil Fuels. Energy Central Pulse. The Energy Collective Group. Published in: 01 August 2019. Available in: https://energycentral.com/c/ee/3-best-ethical-alternatives-fossil- fuels Access in: July, 20 2020 (Adapted).

    Quatro termos foram omitidos no texto. Escolha a alternativa que apresenta as palavras que completam, correta e respectivamente, as lacunas no texto. 
    Escolha uma alternativa para a questão bcd33420-04
  • BCD08E41-04

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    WHY IT’S IMPORTANT THAT WE STUDY HISTORY

    When most of us think back to our childhood school days, we can also remember at least a handful of kids who thought history class was a drag. To (1) them, history just seemed like a jumble of names and dates attached to events long over with and people long dead. What was the point of learning (2) it at all?

    They didn’t know then that history was one of the most important subjects they’d ever study. Here we’ll take a closer look at why history is important and explore why everyone should make it a point to study it in depth.

    History helps us understand ourselves.

    To understand who you are, you need to develop a sense of self. A large part of that is learning where you fit into the story of your country or the global community in the grand scheme of things. History tells you the story of how your nation, city, or community came to be everything that it is. It tells you where your ancestors came from and tells you who (3) they were. Most importantly of all, it gives you the ability to spot (and appreciate) the legacies you may have inherited from (4) them.

    Arcadia Publishing. Why it's important that we study History. Available in:https://www.arcadiapublishing.com/Navigation/Community/Arcadia-andTHP-Blog/June-2016/Why-It%E2%80%99s-Important-That-We-Study-History. Access in: July, 22 2020 (Adapted).

    Escolha a alternativa cujas expressões se referem, correta e respectivamente, às quatro palavras destacadas e numeradas no texto.
    Escolha uma alternativa para a questão bcd08e41-04
  • BCCB6BDB-04

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    MUSIC AND HEALTH


    Music is a fundamental attribute of the human species. Virtually all cultures, from the most primitive to the most advanced, make music. It's been true through history, and it's true throughout an individual's lifespan. In tune or not, we humans sing and hum; in time or not, we clap and sway; in step or not, we dance and bounce.


    The human brain and nervous system are hard-wired to distinguish music from noise and to respond to rhythm and repetition, tones and tunes. Is this a biologic accident, or does it serve a purpose? It's not possible to say. Still, a varied group of studies suggests that music may enhance human health and performance.


    Music and the mind


    The most highly publicized mental influence of music is the "Mozart effect." Struck by the observation that many musicians have unusual mathematical ability, researchers at the University of California, Irvine, investigated how listening to music affects cognitive function in general, and spatialtemporal reasoning in particular. In their first study, they administered standard IQ test questions to three groups of college students, comparing those who had spent 10 minutes listening to a Mozart piano sonata with a group that had been listening to a relaxation tape and one that had been waiting in silence. Mozart was the winner, consistently boosting test scores. Next, the investigators checked to see if the effect was specific to classical music or if any form of music would enhance mental performance. They compared Mozart's music with repetitive music by Philip Glass; again, Mozart seemed to help, improving spatial reasoning as measured by complex paper cutting and folding tasks and short-term memory as measured by a 16-item test.


    Harvard Health Publishing/Harvard Medical School. Music and health. Published: July 2011. Available in: https://www.health.harvard.edu/staying- healthy/music-and-health Access: july, 18, 2020 (Adapted).


    The article discusses the relation between music and health. For that, it shows an example on the effects of music to our minds. What is the best statement about the example given in the text?

    Escolha uma alternativa para a questão bccb6bdb-04
  • 45A57E82-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Read the editorial cartoon below. Then answer the following question


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2017

    Escolha uma alternativa para a questão 45a57e82-dd
  • 45A23CEF-DD

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Pornography is now only an internet search away, and is becoming ever more immersive. How is it changing people’s behaviour, relationships and desires?

    By Jessica Brown


    Few things are truly universal. But while people across the world speak different languages, eat different foods and even feel different emotions, millions across the world watch porn. Despite being so widely consumed, porn is maligned as the source of society’s ills. It’s even been labelled a public health hazard by politicians in Utah. Porn has transformed over the past few decades, due to the availability of the internet and faster web connections. It is also becoming more immersive than ever before. Take virtual reality. Earlier this year, researchers from Newcastle University in the UK pointed out that VR changes the experience of porn from detached observer to protagonist. They warned that this has the potential to blur the line between reality and fantasy, perhaps damaging relationships and encouraging harmful behaviour. […] So what does the more recent research say? One review of more than 80 studies in 2009 concluded that evidence of a causal link between porn use and violence is slim, and any findings proving a connection are often exaggerated by the media and politicians. “It is time to discard the hypothesis that pornography contributes to increased sexual assault behaviour”, wrote the authors.

    Available in: http://www.bbc.com/future/story/20170926-is-porn-harmful-theevidence-the-myths-and-the-unknowns. Accessed: Sep. 25, 2017.


    According to the text, which is the correct option.

    Escolha uma alternativa para a questão 45a23cef-dd
  • 459B846A-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    As relações sociais contemporâneas sofrem grande influência das tecnologias inseridas na sociedade. A utilização generalizada de novas tecnologias de informação, nos mais diversos setores sociais, faz com que os indivíduos de diferentes níveis socioeconômicos e culturais convivam com um grande número de produtos modernos à sua disposição. As Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) podem provocar diversidades e mudanças na sociedade, gerando diferentes impactos e exigindo novas posturas por parte dos indivíduos diante desse novo cenário que se vivencia. Com base nisso, pode-se destacar como sendo efeitos sociais positivos das TICs as seguintes características:
    Escolha uma alternativa para a questão 459b846a-dd
  • 45918CE8-DD

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UFGD · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte excerto.


    E bastava batesse no campo o pio de uma perdiz magoada, ou viesse do mato a lália lamúria dos tucanos, para o jumento mudar de rota, pendendo à esquerda ou se empescoçando para a direita; e, por via de um gavião casaco-de-couro cruzar-lhe à frente, já ele estacava, em concentrado prazo de irresolução.

    ROSA, João Guimarães. A hora e a vez de Augusto Matraga. In: ___ Sagarana. 38. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. Pp. 339-386.


    Assinale a alternativa que contém palavra formada pelo mesmo processo de formação do verbo “empescoçar”.

    Escolha uma alternativa para a questão 45918ce8-dd
  • 458DF6E6-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Em conformidade com a mensagem e as construções linguísticas do texto a seguir, marque a alternativa correta.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Escolha uma alternativa para a questão 458df6e6-dd
  • 458425B6-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    O jogo


    a bola está com juscelino, juscelino passa para jânio, jânio sai do campo e agora a bola está com jango, castelo rouba a bola e vai para a direita, passa para costa e silva, costa e silva passa para médici, médici passa para geisel, geisel para joão figueiredo, joão figueiredo cruza para sarney, sarney de cabeça para collor e goooooooooooooooooooolllllllllllllllllllllll

    (gol contra minha gente)

    MARINHO, Emmanuel. Satilírico. Edição do Autor, 1995, p. 37.


    Esse poema foi extraído do livro Satilírico do poeta sulmato-grossense Emmanuel Marinho e alude a personagens e a fatos relacionados ao contexto político no Brasil da segunda metade do século XX. Sobre a obra em questão, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 458425b6-dd
  • 4580D55A-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    A personagem Rê Bordosa, retratada na tirinha a seguir de autoria do cartunista Arnaldo Angeli Filho, faz parte de uma série que circulou inicialmente no jornal Folha de São Paulo e depois nas edições da revista Chiclete com Banana entre 1984 e 1987.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Sobre a personagem, tema do curta-metragem de animação Dossiê Rê Bordosa, produzido em 2008, com direção de Sérgio Cabral, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão 4580d55a-dd
  • 457D43E2-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Grafite e pichação são formas de arte?


    [...] O problema do reconhecimento da arte reapareceu como um tema de interesse social nessas primeiras semanas de 2017, pela ação da prefeitura de São Paulo, que substituiu os grafites de algumas das principais avenidas da cidade pela pintura uniforme dos muros com uma tinta cinza, insossa e burocrática. Como a muitos que admiravam os grafites que a prefeitura apagou, a ação do governo Doria me pareceu equivocada. Ao julgá-la de um ponto de vista puramente estético, ou melhor, a partir do que o gosto e a experiência visual me dizem, é evidente que a “limpeza” dos muros onde havia grafites resultou em um empobrecimento da paisagem urbana paulistana.

    A mesma coisa não poderia ser dita, porém, sobre a retirada de pichações, contra as quais João Doria mantém um discurso mais incisivo. Sem um critério estético para ser aplicado, já que os próprios pichadores o dispensam, a avaliação da pichação tem uma natureza distinta da que fazemos do grafite. Por mais que os dois fenômenos se cruzem em intrincadas relações entre os seus criadores, o Estado e terceiros (os proprietários de muros privados, por exemplo), podemos distingui-los em função dos seus valores estéticos e da maneira como se apresentam aos receptores.

    Um bom ponto de partida é a observação de que nós gostamos, ou não, dos grafites. Das pichações, porém, nós não podemos “gostar” nem “não gostar”, basicamente porque elas não se propõem a ser um objeto do gosto. Essa distinção em relação à experiência suscitada pelo grafite e pelas pichações poderia balizar uma teoria estética da chamada street art, se a tendência dos filósofos profissionais da área não fosse desconsiderá-la. O segundo passo a ser observado tem justamente a ver com isso. Se não podemos “gostar” das pichações, por que elas encontram defensores inclusive entre pessoas que admitem as diferenças sensíveis que a separam do grafite?

    A resposta a essa pergunta sugere o espírito ultrapolitizado de uma parcela muito grande da arte contemporânea. Quando alguém aprova uma pichação, o que geralmente ocorre não é a emissão de um juízo de gosto, mas sim a declaração de um apoio ideológico. Esse apoio costuma ser vago e não ter fundamento empírico. É como se aprovar a pichação significasse “estar do lado” dos oprimidos, do povo ou dos marginalizados. O que nunca se coloca em questão, porém, é se tais entidades abstratas e totalizantes (os oprimidos, o povo, os marginalizados…) realmente se reconhecem e se veem expressadas na ação dos pichadores. Será mesmo que a pichação é um fenômeno que representa grupos sociais em desvantagem na sociedade? Será que os pichadores representam algum grupo social além deles mesmos?

    Trecho extraído de Oliveira, R. C. “Grafite e pichação são formas de arte?” In: O Estado de São Paulo. 3 de fevereiro de 2017.


    Assinale a alternativa que apresenta apenas ideias contidas no excerto apresentado.

    Escolha uma alternativa para a questão 457d43e2-dd
  • 457A1025-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O filme Em Nome da Lei (2016), com direção de Sergio Resende, ficcionaliza a história profissional do juiz federal Odilon Oliveira, tendo como pano de fundo o crime organizado e o tráfico de drogas em uma cidade na região de fronteira com o Paraguai. No elenco, estão atores conhecidos do grande público como Mateus Solano, Paolla Oliveira e Chico Diaz, que protagonizam a trama gravada na cidade de Dourados, no Mato Grosso do Sul. Com base na obra cinematográfica, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 457a1025-dd