Questões do ENEM: Linguagens e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

244 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 13.

  • 699CB0B1-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Este livro, composto de poemas em diferentes línguas indígenas, convidanos a refletir sobre os pronomes pessoais oré e îandé da primeira pessoa do plural das línguas Guarani e Tupi/Tupinambá. O pronome oré é usado quando se exclui o ouvinte e o pronome îandé quando se inclui o ouvinte. Exemplo para oré: “Eu e ele” (exclui o ouvinte). Exemplo para îandé: “Eu e você” (inclui o ouvinte). (Adaptado de Oré-Îandé: Nós sem vocês, nós com vocês – Ademario Ribeiro, 2020. Sinopse. Site da Livraria Maracá.)


    Captura_de tela 2025-07-13 124721.png (235×322)


    A partir de dois pronomes pessoais das línguas Guarani e Tupi/Tupinambá, Ademario Ribeiro convida-nos a uma reflexão sobre o funcionamento dos pronomes. Considerando seus conhecimentos sobre o português e tendo em vista o texto acima, assinale a alternativa correta. 

    Escolha uma alternativa para a questão 699cb0b1-5e
  • 699A6134-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Dá para falar em feminismo indígena? É preciso lembrar que os povos indígenas são mais de 300 – um grupo com diferentes culturas, línguas, costumes, origens e características. Pensar essas populações, sem reconhecer essa diversidade, é reproduzir um olhar colonizador e violento. E é justamente por isso que a ativista indígena Taily Terena discorda de um possível conceito de feminismo indígena, porque esse feminismo partiria da ideia de que todas as mulheres indígenas enfrentam as mesmas dificuldades e lutam por pautas iguais. Entre as principais reivindicações das Mulheres Indígenas está a demarcação de Terras. No lugar de “feminismo indígena”, Taily Terena prefere “Luta das Mulheres Indígenas” – bastante difundido entre mulheres indígenas de diferentes culturas. É a mulher indígena que assume o papel de guardiã do território e passa a ser responsável não só pela defesa de seus povos, mas também pelo funcionamento de toda a comunidade. (Adaptado de SOUZA, N. Por que feminismo não é suficiente pra luta das mulheres indígenas? Revista AzMina, 24/10/2022.) 
    Entre as reivindicações das mulheres indígenas, destaca-se
    Escolha uma alternativa para a questão 699a6134-5e
  • 6997F84F-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Dá para falar em feminismo indígena? É preciso lembrar que os povos indígenas são mais de 300 – um grupo com diferentes culturas, línguas, costumes, origens e características. Pensar essas populações, sem reconhecer essa diversidade, é reproduzir um olhar colonizador e violento. E é justamente por isso que a ativista indígena Taily Terena discorda de um possível conceito de feminismo indígena, porque esse feminismo partiria da ideia de que todas as mulheres indígenas enfrentam as mesmas dificuldades e lutam por pautas iguais. Entre as principais reivindicações das Mulheres Indígenas está a demarcação de Terras. No lugar de “feminismo indígena”, Taily Terena prefere “Luta das Mulheres Indígenas” – bastante difundido entre mulheres indígenas de diferentes culturas. É a mulher indígena que assume o papel de guardiã do território e passa a ser responsável não só pela defesa de seus povos, mas também pelo funcionamento de toda a comunidade. (Adaptado de SOUZA, N. Por que feminismo não é suficiente pra luta das mulheres indígenas? Revista AzMina, 24/10/2022.) 
    De acordo com a ativista indígena Taily Terena, não há um feminismo indígena porque
    Escolha uma alternativa para a questão 6997f84f-5e
  • 69951795-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Em seu discurso de posse, a Ministra Sônia Guajajara afirma: "Eu não estou aqui sozinha, eu estou aqui com a força da nossa ancestralidade". A ativista indígena Jamille Anahata destaca o fato de que a Ministra lembra, com sabedoria, que não chegou ali sozinha e não está ali sozinha. Está ali com a força dos encantados e de todos aqueles que vieram antes:


    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/125910/Q06.png

    Constituição Federal ganha versão em nheengatu. Foto de Brenno Carvalho. EXTRA, 17/07/2023.)



    Quitéria Binga (Povo Pankararu, final de 1970), liderança na Assembleia Constituinte de 1988.


    Maninha Xukuru Kariri (Etelvina Santana da Silva), uma das criadoras da Articulação dos Povos do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme).


    Tuyra Kayapó, desde os anos 1980, contra a hidrelétrica de Belo Monte e uma das lideranças da Marcha das Mulheres Indígenas.


    Sineia Wapichana, liderança do Conselho Indígena de Roraima – pelo enfrentamento das mudanças climáticas.


    Cacique Pequena (Povo Jenipapo-Kanindé, Ceará), promoveu o reconhecimento de seu povo e a delimitação da terra (ainda não homologada). (Adaptado de Jamille Anahata, manauara, ativista indígena, poeta, pesquisadora de Relações Raciais. O futuro é ancestral: às que vieram antes de nós. Revista AzMina. 06/02/2023.)



    Considerando o que disse Sônia Guajajara na posse, Jamille Anahata expõe suas ideias sobre

    Escolha uma alternativa para a questão 69951795-5e
  • 6992BD56-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Meu primeiro contato com fotografia foi com uma máquina Love, com filme acoplado e descartável. Foi amor à primeira vista, com quem pude assassinar toda a comunidade, clique após clique, até acabar a munição. Foi um amigo da família em viagem para Manaus que a levou para revelar e ampliar as fotografias; meses depois chegaram as tão esperadas fotos e todos os fotografados estavam com suas cabeças cortadas na fotografia. Erro engraçado e tétrico. Motivo de risos dos mais jovens e de ira dos mais velhos. Uma parte deles havia sido roubada: decapitação fotográfica. Registros descartáveis, como a Love. (Adaptado de Denilson Baniwa, Ficções coloniais (ou finjam que não estou aqui). Assessoria de Comunicação. Ministério dos Povos Indígenas. FUNAI, 31/05/2023.)  


    Em seu depoimento sobre sua primeira experiência como fotógrafo, o autor se apoia em

    Escolha uma alternativa para a questão 6992bd56-5e
  • 69902C1B-5E

    Português

    Pontuação
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a imagem a seguir.


    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/125910/Q04.png

    (Disponível em: https://instagram.com/filosofia_arte_literatura. Acesso em: 08/08/2023.)


    Considere a frase “Ficar sem arte sufoca”. O uso dos parênteses na frase escrita no cartaz tem o efeito de  

    Escolha uma alternativa para a questão 69902c1b-5e
  • 698DB98F-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Apresenta-se, a seguir, um trecho de um artigo acadêmico que analisa a obra “Ajuricaba”, uma história em quadrinhos (HQ) criada por Ademar Vieira.


    “O protagonista da história, Ajuricaba, da etnia Manao, é apresentado como um herói destemido, valente, justo e defensor incansável das liberdades e prerrogativas dos ameríndios do Rio Negro frente às arbitrariedades lusitanas. Um dos episódios emblemáticos em que se pode observar as qualidades mencionadas acima se dá nas primeiras páginas da HQ: o protagonista liberta uma anta das garras de uma sucuri (...). A facilidade com que realiza a ação é comparável aos atos dos grandes heróis das epopeias clássicas. A força e bravura do Manao dialogam, ainda, com outro personagem indígena, idealizado no romantismo nacional: Peri, protagonista do romance O Guarani (1857), de José de Alencar. No entanto, é importante ressaltar que, embora haja algumas semelhanças valorativas comprováveis entre Ajuricaba e Peri, outras qualidades os diferenciam muito.” (Adaptado de DIAZ, R. Q. Fórum Lit. Bras. Contemporânea, Rio de Janeiro, 14(28), p. 138-158, dez. 2022.) 

    Assinale a alternativa que mantém o mesmo sentido desta frase: “No entanto, é importante ressaltar que, embora haja algumas semelhanças valorativas comprováveis entre Ajuricaba e Peri, outras qualidades os diferenciam muito.” 
    Escolha uma alternativa para a questão 698db98f-5e
  • 698B0F8B-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Apresenta-se, a seguir, um trecho de um artigo acadêmico que analisa a obra “Ajuricaba”, uma história em quadrinhos (HQ) criada por Ademar Vieira.


    “O protagonista da história, Ajuricaba, da etnia Manao, é apresentado como um herói destemido, valente, justo e defensor incansável das liberdades e prerrogativas dos ameríndios do Rio Negro frente às arbitrariedades lusitanas. Um dos episódios emblemáticos em que se pode observar as qualidades mencionadas acima se dá nas primeiras páginas da HQ: o protagonista liberta uma anta das garras de uma sucuri (...). A facilidade com que realiza a ação é comparável aos atos dos grandes heróis das epopeias clássicas. A força e bravura do Manao dialogam, ainda, com outro personagem indígena, idealizado no romantismo nacional: Peri, protagonista do romance O Guarani (1857), de José de Alencar. No entanto, é importante ressaltar que, embora haja algumas semelhanças valorativas comprováveis entre Ajuricaba e Peri, outras qualidades os diferenciam muito.” (Adaptado de DIAZ, R. Q. Fórum Lit. Bras. Contemporânea, Rio de Janeiro, 14(28), p. 138-158, dez. 2022.) 

    Para o autor do artigo, “Ajuricaba” se destaca pela
    Escolha uma alternativa para a questão 698b0f8b-5e
  • 6987ACE3-5E

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    “Palavras são estradas. É com elas que conectamos os pontos entre o presente e um passado que não podemos mais acessar. (...) Palavras eram o presente que meu pai trazia de caminhão em minha infância. Elas ressoavam isoladas – boleia, transamazônica, carreta, rodovia, pororoca, Belém, saudades –, ou então formavam narrativas sobre um mundo que parecia grande demais. Eu tinha que imaginá-las com todas as cores, gravá-las na memória, me agarrar a elas, pois logo meu pai iria embora para voltar só dali a quarenta, cinquenta dias.” (BORTOLUCI, J. H. O que é meu. São Paulo: Fósforo, p. 10, 2023.) 




    No excerto apresentado, o autor explora os múltiplos sentidos dos termos 

    Escolha uma alternativa para a questão 6987ace3-5e
  • 2091B028-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos da canção “Silêncio de um cipreste” – composição de Cartola e Carlos Cachaça.


    Todo mundo tem o direito

    De viver cantando.

    O meu único defeito

    É viver pensando

    Em que não realizei

    E é difícil realizar.

    Se eu pudesse dar um jeito

    Mudaria o meu pensar.

    O pensamento é uma folha desprendida

    Do galho de nossas vidas

    Que o vento leva e conduz,

    É uma luz vacilante e cega,

    É o silêncio do cipreste

    Escoltado pela cruz.



    Nesta canção, é possível afirmar que o eu-lírico

    Escolha uma alternativa para a questão 2091b028-b7
  • 208F8500-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em “Sonhos para adiar o fim do mundo”, o pensador Ailton Krenak conta-nos que um pajé Xavante sonhou que a terra ficaria desolada diante da ação predatória dos homens brancos. Escreve Krenak no livro:

    “Foi ali que eu atinei que tinha algo na perspectiva dos povos indígenas, em nosso jeito de observar e pensar, que poderia abrir uma fresta de entendimento nesse entorno que é o mundo do conhecimento. Naquele tempo eu comecei a visitar as florestas (...) e, por todos os lados, os pajés diziam: ‘vocês precisam tomar cuidado porque o mundo dos brancos está invadindo a nossa existência.’ Invadindo.”.

    (KRENAK, A. A vida não é útil. São Paulo: Companhia das Letras, p. 35-36, 2020.)


    No trecho, as preocupações dos pajés evocam 
    Escolha uma alternativa para a questão 208f8500-b7
  • 208D1FE3-B7

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UNICAMP · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    “(...) Tão geladas as pernas e os braços e a cara que pensei em abrir a garrafa [de conhaque] para beber um gole, mas não queria chegar na casa dele meio bêbado, hálito fedendo, não queria que ele pensasse que eu andava bebendo, e eu andava, todo dia um bom pretexto, e fui pensando também que ele ia pensar que eu andava sem dinheiro, chegando a pé naquela chuva toda, e eu andava, estômago dolorido de fome, e eu não queria que ele pensasse que eu andava insone, e eu andava, roxas olheiras (...)”.

    (ABREU, Caio Fernando. Além do ponto. Morangos Mofados. São Paulo: Companhia das Letras, p. 42, 2019.)


    No conto “Além do ponto”, observa-se que o contraste entre o “eu”, personagem que deseja, e o “ele”, personagem imaginado,
    Escolha uma alternativa para a questão 208d1fe3-b7
  • 208A83B8-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Vou ao espelho tentar descobrir o que há de errado em mim. Vejo olheiras negras no meu rosto, meu Deus, grandes olheiras! Tendo andado a chorar muito por estes dias, choro até de mais”. (CHIZIANE, Paulina. Niketche. Uma história de Poligamia. São Paulo: Companhia das Letras [Companhia de Bolso], p. 14, 2021.)

    “Lembro-me ainda do temor de minha mãe nos dias de fortes chuvas. Em cima da cama (...) ela nos protegia com seu abraço (...). Nesses momentos os olhos de minha mãe se confundiam com os olhos da natureza. Chovia, chorava! Chorava, chovia! Então, por que eu não conseguia lembrar a cor dos olhos dela?” (EVARISTO, Conceição. Olhos D’água. Rio de Janeiro: Pallas; Fundação Biblioteca Nacional, p. 17-18, 2016.)



    A partir da leitura dos trechos e da compreensão do todo da narrativa, podemos afirmar que, comparativamente, os textos exprimem,
    Escolha uma alternativa para a questão 208a83b8-b7
  • 20880B75-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    A citação a seguir, de Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, de Lima Barreto, apresenta como o narrador conheceu o protagonista.

    Num país em que, com tanta facilidade, se fabricam manipansos milagrosos, ídolos aterradores e deuses onipotentes, causa pasmo que a Secretaria dos Cultos não seja tão conhecida como a da Viação. Há, entretanto, nela, no seu Museu e nos seus registros, muita cousa interessante e digna de exame.

    Foi, por ocasião de desempenhar-me da incumbência do meu diretor, que vim a conhecer Gonzaga de Sá, afogado num mar de papeis, na seção de “alfaias, paramentos e imagens”, informando muito seriamente a consulta do vigário de Sumaré, versando sobre o número de setas que devia ter a imagem de S. Sebastião.

    (BARRETO, Lima. Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá. São Paulo: Edição da Revista do Brasil, p. 17, 1919.)



    A partir dessa citação e da leitura do romance, é correto afirmar que Lima Barreto usa a personagem Gonzaga de Sá para
    Escolha uma alternativa para a questão 20880b75-b7
  • 20855246-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    O excerto a seguir, do livro Alice no país das maravilhas, de Lewis Carrol, narra o encontro entre a protagonista e o Gato de Cheshire:

    O Gato apenas sorriu ao avistá-la. Alice achou que ele parecia afável. Mas como tinha garras muito compridas e dentes bem graúdos, sentiu que devia tratá-lo com respeito.
    – Gatinho de Cheshire – começou a dizer timidamente, sem ter certeza se ele gostaria de ser tratado assim, mas ele apenas abriu um pouco mais o sorriso. “Ótimo, parece que ele gostou”, pensou ela, e prosseguiu: – Podia me dizer, por favor, qual é o caminho para sair daqui?
    – Isso depende muito do lugar para onde você quer ir – disse o Gato.
    – Não me importa onde... – disse Alice.
    – Nesse caso não importa por onde você vá – disse o Gato.
    – ...conquanto que eu chegue a algum lugar – acrescentou Alice como explicação.
    – É claro que isso acontecerá – disse o Gato –, desde que você ande por algum tempo.

    (CARROLL, L. Aventuras de Alice no país das maravilhas. Tradução de Sebastião Uchoa Leite. São Paulo: Editora 34, p. 68-69, 2016.)


    A partir da leitura do trecho e da compreensão do todo da narrativa, pode-se afirmar que o excerto é um exemplo 
    Escolha uma alternativa para a questão 20855246-b7
  • 2083157D-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2024




    O “duplo sentido” a que o autor se refere está relacionado a uma

    Escolha uma alternativa para a questão 2083157d-b7
  • 2080A3BE-B7

    Português

    Denotação e Conotação
    UNICAMP · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    Qual o macete de ‘Macetando’?


    Macetar, verbo transitivo: “golpear (alguém ou algo) com maceta ou macete, um martelo de cabo curto”. A definição está nos dicionários, mas o carnaval, como de praxe, mascarou o significado a seu bel-prazer. O coro da multidão que acompanhou Ivete Sangalo na abertura da folia de Salvador comprova que essa é a época ideal para enriquecer o vocabulário. Música gravada pela cantora baiana com participação de Ludmilla, “Macetando” despontou como hit nacional ao encher a boca do povo com o refrão-chiclete: “Ah, bebê, é a Veveta que tá no comando / Macetando, macetando, macetando...”.

    (Adaptado de CUNHA, G. Qual o macete de ‘macetando’? O Globo (versão online), 10/02/2024.)



    Na letra da música em questão, um dos aspectos que contribuem para o mascaramento do significado de macetar é
    Escolha uma alternativa para a questão 2080a3be-b7
  • 207E2939-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2024



    *Legenda das falas do último quadrinho:

    “Quantos títulos eu tenho? / Quem foi meu avô?”

    (Quadrinhos de Wesley Samp. Disponível em https://westrips.com.br/author/wesleysamp/. Acesso em 04/05/2024.)

    Enquanto o povo da cidade se sentia muito importante, eu, por minha vez, me sentia necessário. Eles, porém, não me viam como alguém necessário, me viam como alguém útil. Para eles eu era um servidor, um serviçal. Eu era útil, mas poderia ser substituído porque não era necessário. Percebi que o povo da cidade tinha relações de utilidade e importância, mas não tinha relações de necessidade. Para nós, a pessoa que é importante não é quase nada. É aquela pessoa que se acha ótima, mas não serve. O termo que tem valor para nós é necessário. Há pessoas que são necessárias e há pessoas que são importantes. As pessoas que são importantes acham que as outras pessoas existem para servi-las. As pessoas necessárias são diferentes, são pessoas que fazem falta. Pessoas que precisam estar presentes, de quem se vai atrás.

    (SANTOS, Antônio Bispo dos. A terra dá, a terra quer. São Paulo: UBU/Piseagrama, p. 24, 2023.)


    Considerando o ponto de vista apresentado no texto de Antônio Bispo dos Santos sobre os “tipos de pessoa”, a personagem que fala nos quadrinhos de Wesley Samp pode ser caracterizada como alguém que
    Escolha uma alternativa para a questão 207e2939-b7
  • 207BBFE3-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2024



    *Legenda das falas do último quadrinho:

    “Quantos títulos eu tenho? / Quem foi meu avô?”

    (Quadrinhos de Wesley Samp. Disponível em https://westrips.com.br/author/wesleysamp/. Acesso em 04/05/2024.)

    Na tira de Wesley Samp, a relação entre o verbal e o não verbal se dá por meio de uma
    Escolha uma alternativa para a questão 207bbfe3-b7
  • 2079496B-B7

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2024FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trabalho da grafiteira e muralista Simone Siss (Texto 1), reconhecida por abordar temáticas femininas em sua obra.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2024
    Texto 2

    Maria era uma boa moça
    Pra turma lá do Gantois*
    Era Maria vai com as outras
    Maria de coser, Maria de casar
    Porém o que ninguém sabia
    É que tinha um particular
    Além de coser, além de rezar
    Também era Maria de pecar
    (Fragmento da canção Maria vai com as outras, de Vinícius de Moraes e Toquinho, gravada em 1971.)
    ------

    * Um dos principais terreiros de candomblé da cidade de Salvador. Pronuncia-se gantoá



    A partir da forma e do significado da expressão “maria vai com as outras”, podemos afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 2079496b-b7