Questões do ENEM: Linguagens e Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MINAS)

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70 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 4.

  • 83740932-AC

    Inglês

    Verbos | Verbs
    PUC-MINAS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read the following passage and choose the option which best completes each question, according to the
    text:


                                                                                          Students Should Be Tested More, Not Less

        “Testing is terrible for learning”. This often repeated saying has become accepted as true without proof. Opposition to testing and its associated ills has led to an over-generalization of the word “test” and an unjustifiable reputation as the personification of all that is wrong with education.
        Henry Roediger, a cognitive psychologist at Washington University, compared test results of students who used common study methods — reading material, highlighting, and writing notes — with the results from students repeatedly tested on the same material. Roediger found that taking a test on material can have a greater positive effect on future retention of that material than spending an equivalent amount of time restudying it. Remarkably, this remains true “even when performance on the test is far from perfect and no feedback is given on missed information.”
        Some tests, however, are more effective in eliciting this positive effect than others. Standardized tests, like IQ tests, are designed to measure developed knowledge or abilities. They are “summative,” as they measure students’ sum total knowledge or ability at a fixed point in time. Summative tests are not intended to shape future teaching. “Formative assessments,” on the other hand, are designed to discover what students do and do not know in order to shape teaching. They are not meant to simply measure knowledge, but to expose gaps in knowledge so teachers may adjust future instruction accordingly. At the same time, students are alerted to these gaps, which allows them to shape their efforts to learn the information they missed.
        Roediger asserts that educators ought to be using formative assessments early and often in the classroom to strengthen learning throughout the unit rather than waiting until the end and giving a summative assessment.

    ((FROM: http://www.theatlantic.com. Acesso: 28/01/2014. Adapted.)





    Henry Roediger concluded that taking a test can have a greater positive effect than spending an equivalent amount of time restudying a material even if
    Escolha uma alternativa para a questão 83740932-ac
  • 5A8BEEAE-AC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    “Repouso”

    (tuas asas silentes levemente pousam
    sobre meus olhos
    e encobrem meus medos)

    lá fora é a rua:
    há um grito de cal
    estridente como uma buzina
    e cabeças passam
    esfaqueadas pelo sol

    aqui – tuas asas
    enormes e vaporosas
    apaziguam o clima...

    há uma guerra lá fora:
    o nosso amor contra a guerra?
    – sangue jovem de pé pelo nosso amor

    ah, tuas asas tranquilas me protegem:
    deixei de escutar as bombas...

    Quando sair, amor
    estarei mais forte para a batalha

    (MELO, João. In: Vozes poéticas da lusofonia. Instituto Camões, 1999. Disponível em: . Acesso: 22 fev. 2014.)

    Dentre os diversos fatores históricos e sociais que caracterizam a literatura produzida em Angola nas últimas décadas, destacam-se a memória da luta anticolonial e os flagelos da extensa guerra civil que se seguiu à independência. No poema de João Melo, o conflito social é expresso na oposição entre a guerra e:
    Escolha uma alternativa para a questão 5a8beeae-ac
  • 59753959-AC

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC-MINAS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão deve ser respondida com base na leitura dos trechos a seguir.

    TEXTO 1

    Tanto de meu estado me acho incerto,
    Que, em vivo ardor, tremendo estou de frio
    Sem causa, juntamente choro e rio,
    O mundo todo abarco, e nada aperto.

    (CAMÕES, Luís Vaz de. In: Sonetos para amar o amor. FARACO, Sergio [Org.]. Porto Alegre: L&PM, 2007, p. 15.)

    TEXTO 2

    Este inferno de amar – como eu amo! –
    Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
    Esta chama que alenta e consome,
    Que é a vida – e que a vida destrói –
    Como é que se veio a atear,
    Quando – ai quando se há-de ela apagar?

    (GARRET, Almeida. “Este inferno de amar”. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004, p. 252.)

    Almeida Garret é um dos principais nomes do Romantismo em Portugal. No Texto 2, de sua autoria, constitui uma importante característica da estética romântica:
    Escolha uma alternativa para a questão 59753959-ac
  • 5862D726-AC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão deve ser respondida com base na leitura dos trechos a seguir.

    TEXTO 1

    Tanto de meu estado me acho incerto,
    Que, em vivo ardor, tremendo estou de frio
    Sem causa, juntamente choro e rio,
    O mundo todo abarco, e nada aperto.

    (CAMÕES, Luís Vaz de. In: Sonetos para amar o amor. FARACO, Sergio [Org.]. Porto Alegre: L&PM, 2007, p. 15.)

    TEXTO 2

    Este inferno de amar – como eu amo! –
    Quem mo pôs aqui n'alma... quem foi?
    Esta chama que alenta e consome,
    Que é a vida – e que a vida destrói –
    Como é que se veio a atear,
    Quando – ai quando se há-de ela apagar?

    (GARRET, Almeida. “Este inferno de amar”. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos textos. São Paulo: Cultrix, 2004, p. 252.)

    Quanto ao modo como caracterizam o sentimento amoroso, os textos estabelecem entre si relações de:
    Escolha uma alternativa para a questão 5862d726-ac
  • 53DE2215-AC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão referem-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente antes de responder a elas.

                                                                                                                        O PEIXE NEMO E O MAIS MÉDICOS

                                                                                                                                                                                                                                                      Rogério Cezar de Cerqueira Leite

    1º § A indústria farmacêutica apresenta uma característica peculiar. Ela vende para um, o doente, que é quem paga, mas quem escolhe o medicamento é outro, o médico.
    2º § Essa condição fez com que a indústria farmacêutica internacional desenvolvesse uma estratégia “sui generis” que, não obstante, imita um comportamento comum entre animais inferiores, a simbiose.
    3º § Observo em meu aquário o peixe-palhaço percola Nemo colher um vôngole e levá-lo à boca de “sua” anêmona, antes mesmo que ele próprio se alimente. Em troca, recebe da anêmona – um animal com tentáculos venenosos – proteção contra eventuais predadores. Essa troca de favores chamamos simbiose.
    4º § A promoção de medicamentos se faz de porta em porta, nos consultórios médicos. Todo mundo sabe que os inúmeros congressos médicos nos mais pitorescos locais do mundo, de Paris a Cancun, são patrocinados pelas empresas produtoras de medicamentos, inclusive com passagens e estadia pagas.
    5º § O que não era percebido até recentemente é a importância e o volume de recursos repassados diretamente a médicos como remuneração pela promoção de medicamentos. Pois bem, embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano.
    6º § E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? A prática quotidiana e a necessidade de sobrevivência geram padrões de comportamento que, por sua vez, estabelecem dogmas, tabus, que enfim são incorporados como princípios éticos à cultura de cada sociedade.
    7º § Aos poucos, os médicos acabam por sepultar sua própria percepção dos conflitos de interesse que regem essa maléfica simbiose. Três empresas multinacionais do setor farmacêutico foram há pouco multadas e 18 de seus funcionários presos na China por adotarem essa prática.
    8º § Recentemente, o médico britânico e Nobel de medicina Richard J. Roberts acusou as farmacêuticas de evitar a cura em prol da dependência, um fato já conhecido. Se você cura o doente, você deixa de faturar. Se você simplesmente o mantém vivo, você fatura indefinidamente. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. Quantas corporações médicas denunciaram essa condição maléfica?
    9º § Médicos e suas associações já se opuseram, se não publicamente, pelo menos nos bastidores, a iniciativas positivas do Estado. Isso ocorreu com a instalação do SUS e com as poucas iniciativas de produção de medicamentos em laboratórios estatais. Agora acontece com o programa Mais Médicos, que, para as condições atuais da saúde no Brasil, é imprescindível. Tudo que pareça interferir com a tradicional simbiose médico-produtoras de medicamentos, mesmo que tangencialmente, passa a ser hostilizado.
    10º § Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? Quantos colocam o interesse da sociedade brasileira acima dos seus próprios e de sua corporação?

                                                                                                                                                                                                                                        (Extraído de: Folha de S.Paulo, 19 nov. 2013.)

    O texto tem como objetivo central:
    Escolha uma alternativa para a questão 53de2215-ac
  • 52CCFE7D-AC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão referem-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente antes de responder a elas.

                                                                                                                        O PEIXE NEMO E O MAIS MÉDICOS

                                                                                                                                                                                                                                                      Rogério Cezar de Cerqueira Leite

    1º § A indústria farmacêutica apresenta uma característica peculiar. Ela vende para um, o doente, que é quem paga, mas quem escolhe o medicamento é outro, o médico.
    2º § Essa condição fez com que a indústria farmacêutica internacional desenvolvesse uma estratégia “sui generis” que, não obstante, imita um comportamento comum entre animais inferiores, a simbiose.
    3º § Observo em meu aquário o peixe-palhaço percola Nemo colher um vôngole e levá-lo à boca de “sua” anêmona, antes mesmo que ele próprio se alimente. Em troca, recebe da anêmona – um animal com tentáculos venenosos – proteção contra eventuais predadores. Essa troca de favores chamamos simbiose.
    4º § A promoção de medicamentos se faz de porta em porta, nos consultórios médicos. Todo mundo sabe que os inúmeros congressos médicos nos mais pitorescos locais do mundo, de Paris a Cancun, são patrocinados pelas empresas produtoras de medicamentos, inclusive com passagens e estadia pagas.
    5º § O que não era percebido até recentemente é a importância e o volume de recursos repassados diretamente a médicos como remuneração pela promoção de medicamentos. Pois bem, embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano.
    6º § E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? A prática quotidiana e a necessidade de sobrevivência geram padrões de comportamento que, por sua vez, estabelecem dogmas, tabus, que enfim são incorporados como princípios éticos à cultura de cada sociedade.
    7º § Aos poucos, os médicos acabam por sepultar sua própria percepção dos conflitos de interesse que regem essa maléfica simbiose. Três empresas multinacionais do setor farmacêutico foram há pouco multadas e 18 de seus funcionários presos na China por adotarem essa prática.
    8º § Recentemente, o médico britânico e Nobel de medicina Richard J. Roberts acusou as farmacêuticas de evitar a cura em prol da dependência, um fato já conhecido. Se você cura o doente, você deixa de faturar. Se você simplesmente o mantém vivo, você fatura indefinidamente. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. Quantas corporações médicas denunciaram essa condição maléfica?
    9º § Médicos e suas associações já se opuseram, se não publicamente, pelo menos nos bastidores, a iniciativas positivas do Estado. Isso ocorreu com a instalação do SUS e com as poucas iniciativas de produção de medicamentos em laboratórios estatais. Agora acontece com o programa Mais Médicos, que, para as condições atuais da saúde no Brasil, é imprescindível. Tudo que pareça interferir com a tradicional simbiose médico-produtoras de medicamentos, mesmo que tangencialmente, passa a ser hostilizado.
    10º § Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? Quantos colocam o interesse da sociedade brasileira acima dos seus próprios e de sua corporação?

                                                                                                                                                                                                                                        (Extraído de: Folha de S.Paulo, 19 nov. 2013.)

    I. [...] embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano. (5º §)
    II. Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? (10º §)
    III. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. (8º §)
    IV. E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? (6º §)

    Tendo em conta as passagens acima transcritas, pode-se dizer que o discurso do autor assume um tom irônico em:
    Escolha uma alternativa para a questão 52ccfe7d-ac
  • 51BA3834-AC

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A questão referem-se ao texto a seguir. Leia-o atentamente antes de responder a elas.

                                                                                                                        O PEIXE NEMO E O MAIS MÉDICOS

                                                                                                                                                                                                                                                      Rogério Cezar de Cerqueira Leite

    1º § A indústria farmacêutica apresenta uma característica peculiar. Ela vende para um, o doente, que é quem paga, mas quem escolhe o medicamento é outro, o médico.
    2º § Essa condição fez com que a indústria farmacêutica internacional desenvolvesse uma estratégia “sui generis” que, não obstante, imita um comportamento comum entre animais inferiores, a simbiose.
    3º § Observo em meu aquário o peixe-palhaço percola Nemo colher um vôngole e levá-lo à boca de “sua” anêmona, antes mesmo que ele próprio se alimente. Em troca, recebe da anêmona – um animal com tentáculos venenosos – proteção contra eventuais predadores. Essa troca de favores chamamos simbiose.
    4º § A promoção de medicamentos se faz de porta em porta, nos consultórios médicos. Todo mundo sabe que os inúmeros congressos médicos nos mais pitorescos locais do mundo, de Paris a Cancun, são patrocinados pelas empresas produtoras de medicamentos, inclusive com passagens e estadia pagas.
    5º § O que não era percebido até recentemente é a importância e o volume de recursos repassados diretamente a médicos como remuneração pela promoção de medicamentos. Pois bem, embora sejam esses recursos diminutos em comparação com os gastos globais dessas empresas com propaganda, em que se incluem as conferências técnico-turísticas, elas ultrapassam só nos Estados Unidos uma centena de milhões de dólares por ano.
    6º § E onde fica a ética? E o ensinamento de Hipócrates? A prática quotidiana e a necessidade de sobrevivência geram padrões de comportamento que, por sua vez, estabelecem dogmas, tabus, que enfim são incorporados como princípios éticos à cultura de cada sociedade.
    7º § Aos poucos, os médicos acabam por sepultar sua própria percepção dos conflitos de interesse que regem essa maléfica simbiose. Três empresas multinacionais do setor farmacêutico foram há pouco multadas e 18 de seus funcionários presos na China por adotarem essa prática.
    8º § Recentemente, o médico britânico e Nobel de medicina Richard J. Roberts acusou as farmacêuticas de evitar a cura em prol da dependência, um fato já conhecido. Se você cura o doente, você deixa de faturar. Se você simplesmente o mantém vivo, você fatura indefinidamente. Uma estratégia também adotada por animais parasitas. Quantas corporações médicas denunciaram essa condição maléfica?
    9º § Médicos e suas associações já se opuseram, se não publicamente, pelo menos nos bastidores, a iniciativas positivas do Estado. Isso ocorreu com a instalação do SUS e com as poucas iniciativas de produção de medicamentos em laboratórios estatais. Agora acontece com o programa Mais Médicos, que, para as condições atuais da saúde no Brasil, é imprescindível. Tudo que pareça interferir com a tradicional simbiose médico-produtoras de medicamentos, mesmo que tangencialmente, passa a ser hostilizado.
    10º § Quantos dos médicos que se declaram contra o programa repudiaram ofertas de passagens e estadias em gostosas conferências? Quantos colocam o interesse da sociedade brasileira acima dos seus próprios e de sua corporação?

                                                                                                                                                                                                                                        (Extraído de: Folha de S.Paulo, 19 nov. 2013.)

    Quanto ao título, tendo em conta sua relação com o texto, é CORRETO afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 51ba3834-ac
  • F1AF1760-B0

    Espanhol

    Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y Expresiones
    PUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

    Sustituya la palabra taquilla (líneas 3 y 17) por la opción más CORRECTA.
    Escolha uma alternativa para a questão f1af1760-b0
  • F1AA425F-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

    Tras leer el texto, indique la única opción INCORRECTA.
    Escolha uma alternativa para a questão f1aa425f-b0
  • F1A6164E-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

    Indique la respuesta CORRECTA según el texto.
    Escolha uma alternativa para a questão f1a6164e-b0
  • F1A1E410-B0

    Espanhol

    Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
    PUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    'El mayordomo' se hace fuerte en taquilla 

        Hacía dos temporadas, desde 'The Help', que no se veía un fenómeno semejante en Hollywood. 'El Mayordomo', otra cinta de carácter histórico y con la discriminación a los afroamericanos en Estados Unidos como telón de fondo, ha impuesto su ley en taquilla, dominando por segundo fin de semana consecutivo y con una recaudación que va camino de romper la barrera de los 100 millones de dólares.

        De momento, la cinta protagonizada por Forest Whitaker en el papel de mayordomo de la Casa Blanca ha ingresado 52,3 millones de dólares, con un descenso del 31% con respecto a su fecha de estreno, que en términos estadísticos es un número más que aceptable. También ha mejorado en términos de audiencia, pues se ha abierto el abanico de la clase de espectadores atraídos por la historia dirigida por Lee Daniels.

        De acuerdo a los datos ofrecidos por la distribuidora de la película, la prestigiosa firma de los hermanos Weinstein, si el pasado fin de semana el 76% de los espectadores tenían más de 35 años de edad, en este que termina bajó hasta el 62%, con menos público afroamericano en las butacas de los cines.

        Es una historia de mérito para una cinta que olía a desastre hace sólo unos meses. Los Weinstein tuvieron que sobreponerse a una disputa con Warner Brothers por el título de la película, perteneciente a un filme de 1916, según el estudio, y al hecho de tener que competir contra títulos de terror y fantasía que en teoría iban a atraer al público adolescente.

        Al final no ha sido así y ni 'Mortal Instruments' ni 'The World's End', el final de la trilogía de comedias británicas de ciencia ficción, han dado resultados llamativos en taquilla. 'El Mayordomo' se los ha llevado por delante.

    Pablo Scarpellini (Los Angeles) http://www.elmundo.es/elmundo/2013/08/25/cultura/1377458877.html 

    De acuerdo con el texto, podemos afirmar que el filme
    Escolha uma alternativa para a questão f1a1e410-b0
  • F098ACB9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    “Recriamos a língua na medida em que somos capazes de produzir um pensamento novo, um pensamento nosso. O idioma, afinal, o que é senão o ovo das galinhas de ouro?

    Estamos, sim, amando o indomesticável, aderindo ao invisível, procurando os outros tempos deste tempo.

    Precisamos, sim, de senso incomum. Pois, das leis da língua, alguém sabe as certezas delas? Ponho as minhas irreticências. Veja-se, num sumário exemplo, perguntas que se podem colocar à língua:

    Se pode dizer de um careca que tenha couro cabeludo?

    No caso de alguém dormir com homem de raça branca é então que se aplica a expressão: passar a noite em branco?

    A diferença entre um ás no volante ou um asno volante é apenas de ordem fonética?

    O mato desconhecido é que é o anonimato?

    O pequeno viaduto é um abreviaduto? [...]”

    (COUTO, Mia. Perguntas à língua portuguesa. Disponível em: http://ciberduvidas.sapo.pt/antologia.php?rid=118. Acesso: 7 de março de 2007).


    Mia Couto é um importante escritor da literatura moçambicana. No trecho em análise, seus questionamentos à língua portuguesa

    Escolha uma alternativa para a questão f098acb9-b0
  • F090D2B9-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    “À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica

    Tenho febre e escrevo.

    Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,

    Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.


    Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r-r eterno!

    Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!”

    (PESSOA, Fernando Pessoa. “Ode Triunfal” [Trecho]. Poesias de Álvaro de Campos. In: Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2003, p. 306).


    O poema de Fernando Pessoa foi publicado em Portugal na década de 1910. A referência a aspectos da vida urbana, como fábricas, engrenagens, motores etc., indica um diálogo intertextual com a proposta estética do

    Escolha uma alternativa para a questão f090d2b9-b0
  • F0881A3F-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    “No meio das tabas de amenos verdores,

    Cercadas de troncos — cobertos de flores,

    Alteiam-se os tetos d’altiva nação;

    São muitos seus filhos, nos ânimos fortes,

    Temíveis na guerra, que em densas coortes

    Assombram das matas a imensa extensão.

    São rudes, severos, sedentos de glória,

    Já prélios incitam, já cantam vitória,

    Já meigos atendem à voz do cantor:

    São todos Timbiras, guerreiros valentes!

    Seu nome lá voa na boca das gentes,

    Condão de prodígios, de glória e terror!”

    (Dias, Gonçalves. I-Juca-Pirama. [Trecho] [1851]. In: Fundação Biblioteca Nacional. Departamento Nacional do Livro. Disponível em: objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/jucapirama.pdf. Acesso: 21 ago. 2013).  


    TEXTO 2

    No meio das tabas há menos verdores,
    Não há gentes brabas nem campos de flores.

    No meio das tabas cercadas de insetos,
    Pensando nas babas dos analfabetos,
    Vou chamando as tribos dos sertões gerais,
    Passando recibos nos vãos de Goiás.

    Venham os xerentes, craôs e crixás,
    Bororos doentes e xicriabás.
    E os apinajés, os carajás roídos,
    E os tapirapés e os inás perdidos

    [...]

    No meio das tabas não quero ver dores,
    Mas morubixabas e altivos senhores.

    Quero a rebeldia das tribos na aldeia.
    Nada de “poesia”. Quero cara feia:
    Cor de jenipapo e urucum no peito,
    Não índio de trapo falando sem jeito.

    (TELES, Gilberto M. “Aldeia global”. In: Os melhores poemas de Gilberto Mendonça Teles. Seleção Luís Busatto. São Paulo: Global, 2001.p. 91-92).  

    Comparando-se os versos iniciais de ambos os poemas, a diferença entre os termos “amenos”, no texto 1, e “há menos”, no texto 2, caracteriza a ocorrência de
    Escolha uma alternativa para a questão f0881a3f-b0
  • F0826888-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    PUC-MINAS · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    “No meio das tabas de amenos verdores,

    Cercadas de troncos — cobertos de flores,

    Alteiam-se os tetos d’altiva nação;

    São muitos seus filhos, nos ânimos fortes,

    Temíveis na guerra, que em densas coortes

    Assombram das matas a imensa extensão.

    São rudes, severos, sedentos de glória,

    Já prélios incitam, já cantam vitória,

    Já meigos atendem à voz do cantor:

    São todos Timbiras, guerreiros valentes!

    Seu nome lá voa na boca das gentes,

    Condão de prodígios, de glória e terror!”

    (Dias, Gonçalves. I-Juca-Pirama. [Trecho] [1851]. In: Fundação Biblioteca Nacional. Departamento Nacional do Livro. Disponível em: objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/jucapirama.pdf. Acesso: 21 ago. 2013).  


    TEXTO 2

    No meio das tabas há menos verdores,
    Não há gentes brabas nem campos de flores.

    No meio das tabas cercadas de insetos,
    Pensando nas babas dos analfabetos,
    Vou chamando as tribos dos sertões gerais,
    Passando recibos nos vãos de Goiás.

    Venham os xerentes, craôs e crixás,
    Bororos doentes e xicriabás.
    E os apinajés, os carajás roídos,
    E os tapirapés e os inás perdidos

    [...]

    No meio das tabas não quero ver dores,
    Mas morubixabas e altivos senhores.

    Quero a rebeldia das tribos na aldeia.
    Nada de “poesia”. Quero cara feia:
    Cor de jenipapo e urucum no peito,
    Não índio de trapo falando sem jeito.

    (TELES, Gilberto M. “Aldeia global”. In: Os melhores poemas de Gilberto Mendonça Teles. Seleção Luís Busatto. São Paulo: Global, 2001.p. 91-92).  

    I-Juca-Pirama, de Gonçalves Dias, é um texto representativo do Romantismo brasileiro. Considerando-se a leitura do trecho, assinale a característica estética que evidencia sua relação com o contexto cultural do movimento romântico.
    Escolha uma alternativa para a questão f0826888-b0
  • F079FCA9-B0

    Português

    Gêneros Textuais
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    “No meio das tabas de amenos verdores,

    Cercadas de troncos — cobertos de flores,

    Alteiam-se os tetos d’altiva nação;

    São muitos seus filhos, nos ânimos fortes,

    Temíveis na guerra, que em densas coortes

    Assombram das matas a imensa extensão.

    São rudes, severos, sedentos de glória,

    Já prélios incitam, já cantam vitória,

    Já meigos atendem à voz do cantor:

    São todos Timbiras, guerreiros valentes!

    Seu nome lá voa na boca das gentes,

    Condão de prodígios, de glória e terror!”

    (Dias, Gonçalves. I-Juca-Pirama. [Trecho] [1851]. In: Fundação Biblioteca Nacional. Departamento Nacional do Livro. Disponível em: objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/jucapirama.pdf. Acesso: 21 ago. 2013).  


    TEXTO 2

    No meio das tabas há menos verdores,
    Não há gentes brabas nem campos de flores.

    No meio das tabas cercadas de insetos,
    Pensando nas babas dos analfabetos,
    Vou chamando as tribos dos sertões gerais,
    Passando recibos nos vãos de Goiás.

    Venham os xerentes, craôs e crixás,
    Bororos doentes e xicriabás.
    E os apinajés, os carajás roídos,
    E os tapirapés e os inás perdidos

    [...]

    No meio das tabas não quero ver dores,
    Mas morubixabas e altivos senhores.

    Quero a rebeldia das tribos na aldeia.
    Nada de “poesia”. Quero cara feia:
    Cor de jenipapo e urucum no peito,
    Não índio de trapo falando sem jeito.

    (TELES, Gilberto M. “Aldeia global”. In: Os melhores poemas de Gilberto Mendonça Teles. Seleção Luís Busatto. São Paulo: Global, 2001.p. 91-92).  

    Produzidos em contextos sociais e históricos distintos, os poemas apresentam semelhanças temáticas. A leitura comparativa indica
    Escolha uma alternativa para a questão f079fca9-b0
  • F0734FF9-B0

    Português

    Coesão e coerência
    PUC-MINAS · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2013

    Assinale a afirmativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f0734ff9-b0
  • 40B5DB27-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    If you want to gain control over your time, you should
    Escolha uma alternativa para a questão 40b5db27-b0
  • 40B16DA5-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC-MINAS · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    The word It in “It can be strengthened” (paragraph 3) refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 40b16da5-b0
  • 40ADA7D0-B0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    PUC-MINAS · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Why the Internet is so addictive
        "Checking Facebook should only take a minute." Those are the famous last words of countless people every day, right before getting sucked into several hours of watching cat videos or commenting on Instagrammed sushi lunches. That behavior is natural, given how the Internet is structured, experts say. The Internet’s omnipresence and lack of limits encourage people to lose track of time, making it hard to exercise the self-control to turn it off.
        "The Internet is not addictive in the same way as pharmacological substances are," said Tom Stafford, a cognitive scientist at the University of Sheffield in the U.K. "But it's compulsive; it's compelling; it's distracting." Humans are social creatures. Therefore, people enjoy the social information available via email and the Web.     
        The main reason the Internet is so addictive is that it lacks boundaries between tasks, Stafford said. Someone may set out to "research something, and then accidentally go to Wikipedia, and then wind up trying to find out what ever happened to Depeche Mode," Stafford said, referring to the music band. Studies suggest willpower is like a muscle: It can be strengthened, but can also become exhausted. Because the Internet is always "on," staying on task requires constantly flexing that willpower muscle, which can exhaust a person's self-control.
        For those who want to loosen the grip of the Web on their lives, a few simple techniques may do the trick. Web-blocking tools that limit surfing time can help people regain control over their time. Another method is to plan ahead, committing to work for 20 minutes, or until a certain task is complete, and then allowing five minutes of Web surfing, Stafford said.
    (Adapted from: http://www.mnn.com/green-tech/computers/stories/why-the-internet-is-so-addictive) 
    According to Tom Stafford, the main reason the Internet is so addictive is that
    Escolha uma alternativa para a questão 40ada7d0-b0