Questões do ENEM: Linguagens e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG)

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Resultados

65 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 4.

  • 3C52B4C2-B5

    Português

    Análise sintática
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Analise as passagens extraídas do texto e as afirmações feitas sobre cada uma delas e, em seguida, assinale a alternativa que contém a afirmação INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c52b4c2-b5
  • 3C4F2FE9-B5

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    O emprego dos tempos e modos verbais desempenha um papel fundamental na construção da coerência textual. Partindo dessa constatação, é CORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4f2fe9-b5
  • 3C4BFDAE-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    (...) porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas (...)

    Os articuladores destacados podem ser substituídos, sem prejuízo do significado original no texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4bfdae-b5
  • 3C4938A3-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    Assinale a alternativa em que o significado da palavra em destaque está INCORRETAMENTE interpretado.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4938a3-b5
  • 3C461657-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Nós, os brasileiros

    Uma editora europeia me pede que traduza poemas de autores estrangeiros sobre o Brasil. Como sempre, eles falam da Floresta Amazônica, uma floresta muito pouco real, aliás. Um bosque poético, com “mulheres de corpos alvíssimos espreitando entre os troncos das árvores, [...]”. Não faltam flores azuis, rios cristalinos e tigres mágicos.

    Traduzo os poemas por dever de ofício, mas com uma secreta – e nunca realizada – vontade de inserir ali um grãozinho de realidade. Nas minhas idas (nem tantas) ao exterior, onde convivi, sobretudo, com escritores ou professores e estudantes universitários – portanto, gente razoavelmente culta – eu fui invariavelmente surpreendida com a profunda ignorância a respeito de quem, como e o que somos. – A senhora é brasileira? Comentaram espantados alunos de uma universidade americana famosa. – Mas a senhora é loira!

    Depois de ler, num congresso de escritores em Amsterdã, um trecho de um dos meus romances traduzido em inglês, ouvi de um senhor elegante, dono de um antiquário famoso, que segurou comovido minhas duas mãos: – Que maravilha! Nunca imaginei que no Brasil houvesse pessoas cultas! Pior ainda, no Canadá alguém exclamou incrédulo: – Escritora brasileira? Ué, mas no Brasil existem editoras? A culminância foi a observação de uma crítica berlinense, num artigo sobre um romance meu editado por lá, acrescentando, a alguns elogios, a grave restrição: “porém não parece um livro brasileiro, pois não fala nem de plantas nem de índios nem de bichos”. 

    Diante dos três poemas sobre o Brasil, esquisitos para qualquer brasileiro, pensei mais uma vez que esse desconhecimento não se deve apenas à natural (ou inatural) alienação estrangeira quanto ao geograficamente fora de seus interesses, mas também a culpa é nossa. Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico. 

    Em uma feira do livro de Frankfurt, no espaço brasileiro, o que se via eram livros (não muito bem arrumados), muita caipirinha na mesa e televisões mostrando carnaval, futebol, praia e mato. E eu, mulher essencialmente urbana, escritora das geografias interiores de meus personagens eróticos, senti-me tão deslocada quanto um macaco em uma loja de cristais. Mesmo que tentasse explicar, ninguém acreditaria que eu era tão brasileira quanto qualquer negra de origem africana vendendo acarajé nas ruas de Salvador. Porque o Brasil é tudo isso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo, além do português, fazem-me menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa.

    (Luft, Lya. Pensar e transgredir. Rio de Janeiro: Record, 2005, pág. 49 – 51) 
    “Pois o que mais exportamos de nós é o exótico e o folclórico.” Assinale a alternativa que confirma essa afirmação da autora.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c461657-b5
  • 67A6A56A-B3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    Observe a seguinte frase:

    “And yet and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles”.

    Uma tradução para o termo grifado “Whatever” no context da frase seria:
    Escolha uma alternativa para a questão 67a6a56a-b3
  • 67A3B472-B3

    Inglês

    Verbos | Verbs
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    O tempo verbal grifado na seguinte frase “Twenty years on, there's been a coup at the palace” é o:
    Escolha uma alternativa para a questão 67a3b472-b3
  • 679F9433-B3

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    Observe a frase retirada do texto e escolha a opção CORRETA:


    “It’s a horizon that was once obscured by the War of the Waleses”

    Escolha uma alternativa para a questão 679f9433-b3
  • 679AEB2A-B3

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    • Leia o texto e responda às questões:
    How has Princess Diana's death changed the Royal Family?
    The death of Princess Diana in 1997, and the public's response to it, shook the House of Windsor.

    Twenty years on, there's been a coup at the palace. It was bloodless. All the royals remain standing. But the power has shifted.
    The departure, earlier this month, of the Queen's dedicated senior official Sir Christopher Geidt has meant her eldest son can exert more control over the monarchy's direction of travel.
    The comings and goings of courtiers excite those on the inside and leave outsiders cold.
    However, recent changes should cheer Prince Charles. The heir who's waited and waited is more content and less anguished.
    He's still driven by a desire to deliver change but the royal prophet in the wilderness on climate change has been embraced by the mainstream.
    A prince once derided for talking to plants is praised for trying to save the planet.
    With each year that passes, his mother will do less and he will do more.
    There are fewer clouds on his horizon. It's a horizon that was once obscured by the War of the Waleses:
    his televised admission of adultery, and his leaked comments about tampons.

    Lasting influence

    And yet, and yet. Whatever accommodation he reached with his first wife in life hasn't survived her death. Diana haunts Charles.
    A recent YouGov poll commissioned by the Press Association suggested that the number of people who believe the Prince of Wales has made a positive contribution to the Royal Family has fallen over the past four years, down from 60% to 36%.
    This polling took place at a time when it was hard to escape references to Charles's painful past.
    Newspapers and television channels have reflected at length on the influence of Diana, Princess of Wales, an influence that stretched from fashion to the British monarchy.
    It's been a month of coverage that must have perplexed anyone under the age of 25 and would have confused a visiting Martian.
    Charles's many supporters will argue that Diana's adverse impact on his popularity will recede with each passing year. But 20 years on, her influence still registers.(...)

    Disponível em: <http://www.bbc.com/news/uk-41094816/. Acesso em: Agosto de 2017)


    Escolha a alternativa FALSA sobre o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 679aeb2a-b3
  • 6797745B-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.

    CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACA

    No enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.
    …..........................................................

    Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...

    As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.

    Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).
    Em diversas passagens da obra, o narrador menciona os olhos de Capitu como sendo “olhos de ressaca”, sendo isso uma referência clara:
    Escolha uma alternativa para a questão 6797745b-b3
  • 67946491-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo como referência a obra Dom Casmurro, de Machado de Assis, responda a questão.

    CAPÍTULO CXXIII – OLHOS DE RESSACA

    No enterro de Escobar, seu melhor amigo, Bentinho pensa ver nos olhos de Capitu as marcas da traição de que acredita ter sido vítima.
    …..........................................................

    Enfim, chegou a hora da encomendação e da partida. Sancha quis despedir-se do marido, e o desespero daquele lance consternou a todos. Muitos homens choravam também, as mulheres todas. Só Capitu, amparando a viúva, parecia vencer-se a si mesma. Consolava a outra, queria arrancá-la dali. A confusão era geral. No meio dela, Capitu olhou alguns instantes para o cadáver tão fixa, tão apaixonadamente fixa, que não admira lhe saltassem algumas lágrimas poucas e caladas...

    As minhas cessaram logo. Fiquei a ver as dela; Capitu enxugou-as depressa, olhando a furto para a gente que estava na sala. Redobrou de carícias para a amiga, e quis levá-la; mas o cadáver parece que a retinha também. Momento houve em que os olhos de Capitu fitaram o defunto, quais os da viúva, sem o pranto nem palavras desta, mas grandes e abertos, como a vaga do mar lá fora como se quisesse tragar também o nadador da manhã.

    Assis, Machado de. Dom Casmurro. 32. ed. São Paulo: Ática, 1997. p. 160-161. (Fragmento).
    Nesse trecho, apesar da grande amizade que nutria por Escobar, Bento Santiago tenta disfarçar a sua dor pela perda do amigo porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 67946491-b3
  • 67903A0A-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo como referência a leitura da obra Iracema, de José de Alencar, leia o trecho que segue e responda a questão:

    CAPÍTULO II

    Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
    Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
    Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste
    A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
    Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
    Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
    Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
    De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.
    O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
    A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.
    O guerreiro falou:
    —Quebras comigo a flecha da paz?
    —Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu ?
    —Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.
    —Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.

    ALENCAR, José de. “Iracema”. In: ALENCAR, José de.Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1959a, vol. III.
    O trecho lido apresenta a figura feminina sob o olhar do narrador, segundo ele a personagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 67903a0a-b3
  • 678C2B8A-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Tendo como referência a leitura da obra Iracema, de José de Alencar, leia o trecho que segue e responda a questão:

    CAPÍTULO II

    Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema.
    Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna e mais longos que seu talhe de palmeira.
    O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado.
    Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu onde campeava sua guerreira tribo da grande nação tabajara, o pé grácil e nu, mal roçando alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas.
    Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. Banhava-lhe o corpo a sombra da oiticica, mais fresca do que o orvalho da noite. Os ramos da acácia silvestre esparziam flores sobre os úmidos cabelos. Escondidos na folhagem os pássaros ameigavam o canto.
    Iracema saiu do banho; o aljôfar d'água ainda a roreja, como à doce mangaba que corou em manhã de chuva. Enquanto repousa, empluma das penas do gará as flechas de seu arco e concerta com o sabiá da mata, pousado no galho próximo, o canto agreste
    A graciosa ará, sua companheira e amiga, brinca junto dela. Às vezes sobe aos ramos da árvore e de lá chama a virgem pelo nome; outras remexe o uru de palha matizada, onde traz a selvagem seus perfumes, os alvos fios do crautá, as agulhas da juçara com que tece a renda, e as tintas de que matiza o algodão.
    Rumor suspeito quebra a doce harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se.
    Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo.
    Foi rápido, como o olhar, o gesto de Iracema. A flecha embebida no arco partiu. Gotas de sangue borbulham na face do desconhecido.
    De primeiro ímpeto, a mão lesta caiu sobre a cruz da espada, mas logo sorriu. O moço guerreiro aprendeu na religião de sua mãe, onde a mulher é símbolo de ternura e amor. Sofreu mais d'alma que da ferida.
    O sentimento que ele pôs nos olhos e no rosto, não o sei eu. Porém a virgem lançou de si o arco e a uiraçaba, e correu para o guerreiro, sentida da mágoa que causara.
    A mão que rápida ferira, estancou mais rápida e compassiva o sangue que gotejava. Depois Iracema quebrou a flecha homicida: deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada.
    O guerreiro falou:
    —Quebras comigo a flecha da paz?
    —Quem te ensinou, guerreiro branco, a linguagem de meus irmãos? Donde vieste a estas matas, que nunca viram outro guerreiro como tu ?
    —Venho de bem longe, filha das florestas. Venho das terras que teus irmãos já possuíram, e hoje têm os meus.
    —Bem-vindo seja o estrangeiro aos campos dos tabajaras, senhores das aldeias, e à cabana de Araquém, pai de Iracema.

    ALENCAR, José de. “Iracema”. In: ALENCAR, José de.Obra Completa. Rio de Janeiro: Editora José Aguilar, 1959a, vol. III.
    A caracterização da personagem Iracema, no trecho citado, é feita através do uso de elementos da natureza que a circundam. Nesse processo, evidencia-se que a personagem possui, em relação à natureza, um posicionamento:
    Escolha uma alternativa para a questão 678c2b8a-b3
  • 6777A499-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    • A questão se refere ao Texto I

    Texto I

    Indígenas na cidade: pobreza e preconceito marcam condições de vida

    Há muito tempo, a floresta amazônica deixou de ser o lar de milhares de indígenas. A escassez de alimentos, o desmatamento e o avanço das cidades sobre as matas são alguns fatores que motivaram povos tradicionais a migrar para áreas urbanas. Em Manaus, no Amazonas, eles podem ser encontrados em todas as regiões da cidade. A Fundação Estadual do Índio estima que de 15 a 20 mil indígenas de diversas etnias vivam em áreas urbanas amazonenses, como os sateré-mawé, apurinã, kokama, miraña, dessana, tukano e piratapuia. “Acredito que 90% dos bairros de Manaus tenham indígenas morando”, informou o presidente da Fundação Estadual do Índio, Raimundo Atroari.


    Apesar de buscar melhores condições de vida na cidade, a maioria dos indígenas vive em situação de pobreza, tem dificuldade de conseguir emprego e a principal renda vem do artesanato. “Geralmente, as comunidades estão localizadas em área de risco. Nunca é numa área boa. A gente sente muita essa dificuldade de viver na cidade. A maioria dos Sateré daqui da aldeia está no trabalho informal, sem carteira assinada. A maior parte fica dentro da aldeia trabalhando com artesanato. A gente consegue gerar uma renda mais no mês de abril quando o público procura. Fora isso a gente fica dependendo de doações”, contou o tuxaua ou cacique Moisés Sateré, líder de uma comunidade no bairro da Paz, zona oeste de Manaus, onde vivem 14 famílias.


    A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, confirma que é comum os indígenas, mesmo em áreas urbanas, viverem em comunidade. “Conforme vai passando o tempo, vem um, vem outro e mais outros, as famílias acabam se juntando em determinado bairro, ou em uma periferia que ninguém morava, e os indígenas foram morar. Você vai ver que nas grandes cidades como Manaus, Campo Grande, Porto Alegre têm bairros eminentemente indígenas, ou segmentos de bairros, ressaltou a antropóloga.”


    [...]

    Morar em centros urbanos sem ocultar a ancestralidade e as próprias referências é ainda uma luta para mais de 315 mil indígenas, segundo dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 49% do total da população indígena do país.


    “Há ainda forte preconceito e discriminação. E os indígenas que moram nas cidades são realmente os que enfrentam a situação assim no dia a dia, constantemente”, conta o presidente da Organização dos Índios da Cidade, de Boa Vista, Eliandro Pedro de Sousa, do povo Wapixana.


    Em todo o Brasil, São Paulo é a cidade com maior população indígena, com cerca de 12 mil habitantes; seguida de São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, com pouco mais de 11 mil e Salvador, com mais de 7,5 mil índios.


    A antropóloga Lúcia Helena Rangel, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, destaca que desde a colonização, a presença indígena nas cidades é constante, mas, em décadas passadas, a cidade era um espaço proibido.


    “Eles iam pras cidades e não diziam que eram indígenas. Ocultavam a origem e também ocultavam as referências culturais, digamos assim”, explica. De acordo com ela, o medo da discriminação e de represálias do antigo Serviço de Proteção ao Índio impedia os indígenas de se apresentarem como tal.


    Foi na década de 50, com o desenvolvimento industrial, que o processo de migração para as cidades se intensificou. Moradores do campo seguiam em busca de emprego nas fábricas e, com os indígenas, não foi diferente, conta a professora.


    A própria Fundação Nacional do Índio (Funai), que tem como missão promover os direitos dos povos indígenas no Brasil, sofre o preconceito e percebe a situação dos indígenas que moram nas cidades. “Essa questão do preconceito é até com os servidores [da Funai]. Se é com o servidor, imagine para o próprio indígena”, indaga o coordenador regional da Funai em Roraima, Riley Mendes.

    Bianca Paiva, Maíra Heinen – repórteres do radiojornalismo – EBC – Agência Brasil, 19/04/2017.

    Fonte: <http://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2017-04/indigenas-na-cidade-pobreza-e-preconceito-marcam-condicao-de-vida>. Acesso em: 10 set. 2017.

    De acordo com o texto, a presença dos índios nos centros urbanos NÃO se encontra marcada pela:
    Escolha uma alternativa para a questão 6777a499-b3
  • 577D2BB0-B5

    Inglês

    Vocabulário | Vocabulary
    IF Sul - MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Brexit 'means economy faces 50/50 recession chance' 
    3 August 2016
    The National Institute of Economic and Social Research (NIESR) says the UK will go through a "marked economic slowdown" this year and next. It says inflation will also pick up, rising to 3% by the end of next year. "This is the short-term economic consequence of the vote to leave the EU", said Simon Kirby of the NIESR.
    Overall the institute forecasts that the UK economy will probably grow by 1.7% this year but will expand by just 1% in 2017. This would see the UK avoid a technical recession, typically defined as two consecutive quarters of economic contraction.
    Mr. Kirby argued that the June referendum vote had led to such financial and political uncertainty that this would bear directly on the spending and investment decisions of both businesses and households. "We expect the UK to experience a marked economic slowdown in the second half of this year and throughout 2017," he said. "There is an even chance of a 'technical' recession in the next 18 months, while there is an elevated risk of further deterioration in the near term."
    The pick-up in inflation to 3% will mainly be due to the recent fall in the value of the pound, but that should be ignored by the Bank of England, the Institute said. "The Monetary Policy Committee should 'look through' this temporary rise in inflation and ease monetary policy substantially in the coming months", Mr. Kirby said. The institute forecasts that the Bank will reduce interest rates to just 0.1% eventually, after cutting them to 0.25% later this week.
    Falling optimism
    In a separate report, the CBI business lobby group says that the UK's small and medium-sized manufacturers (SMEs) fear they will be hit by a fall in orders in the next three months. Its latest quarterly survey of SMEs says business optimism has fallen at its fastest rate since January 2009, when the UK economy was falling into recession. Now, the culprit is the uncertainty following June's Brexit vote. Despite this, the 472 firms surveyed said that current orders were stable.
    Rain Newton-Smith, the CBI's director for economics, said: "The UK's SME manufacturers reported higher production, more staff hired and now expect to sell more of their world-class goods overseas over the next quarter, with a weaker sterling having a hand in this. "But overall they do feel less optimistic and are scaling back some investment plans in machinery and plants".
    The CBI's survey is just the latest to suggest that the effect of the June referendum vote may be, in the short term at least, to depress business activity. On Monday the Markit/CIPS manufacturing purchasing managers' index suggested that activity among UK manufacturers in July had shrunk at its fastest pace for three years.
    Meanwhile shoppers continue to benefit from falling prices in the UK's shops, stores and supermarkets. According to the latest survey from the trade body the British Retail Consortium, overall prices fell by 1.6% in the year to July. Food was 0.8% cheaper than a year ago and non-food items were 2.2% lower.
    Adapted from http://www.bbc.com/news/business-36953247.
    A palavra “despite” em “Despite this, the 472 firms surveyed said that current orders were stable” (5º parágrafo):
    Escolha uma alternativa para a questão 577d2bb0-b5
  • 5778769E-B5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Brexit 'means economy faces 50/50 recession chance' 
    3 August 2016
    The National Institute of Economic and Social Research (NIESR) says the UK will go through a "marked economic slowdown" this year and next. It says inflation will also pick up, rising to 3% by the end of next year. "This is the short-term economic consequence of the vote to leave the EU", said Simon Kirby of the NIESR.
    Overall the institute forecasts that the UK economy will probably grow by 1.7% this year but will expand by just 1% in 2017. This would see the UK avoid a technical recession, typically defined as two consecutive quarters of economic contraction.
    Mr. Kirby argued that the June referendum vote had led to such financial and political uncertainty that this would bear directly on the spending and investment decisions of both businesses and households. "We expect the UK to experience a marked economic slowdown in the second half of this year and throughout 2017," he said. "There is an even chance of a 'technical' recession in the next 18 months, while there is an elevated risk of further deterioration in the near term."
    The pick-up in inflation to 3% will mainly be due to the recent fall in the value of the pound, but that should be ignored by the Bank of England, the Institute said. "The Monetary Policy Committee should 'look through' this temporary rise in inflation and ease monetary policy substantially in the coming months", Mr. Kirby said. The institute forecasts that the Bank will reduce interest rates to just 0.1% eventually, after cutting them to 0.25% later this week.
    Falling optimism
    In a separate report, the CBI business lobby group says that the UK's small and medium-sized manufacturers (SMEs) fear they will be hit by a fall in orders in the next three months. Its latest quarterly survey of SMEs says business optimism has fallen at its fastest rate since January 2009, when the UK economy was falling into recession. Now, the culprit is the uncertainty following June's Brexit vote. Despite this, the 472 firms surveyed said that current orders were stable.
    Rain Newton-Smith, the CBI's director for economics, said: "The UK's SME manufacturers reported higher production, more staff hired and now expect to sell more of their world-class goods overseas over the next quarter, with a weaker sterling having a hand in this. "But overall they do feel less optimistic and are scaling back some investment plans in machinery and plants".
    The CBI's survey is just the latest to suggest that the effect of the June referendum vote may be, in the short term at least, to depress business activity. On Monday the Markit/CIPS manufacturing purchasing managers' index suggested that activity among UK manufacturers in July had shrunk at its fastest pace for three years.
    Meanwhile shoppers continue to benefit from falling prices in the UK's shops, stores and supermarkets. According to the latest survey from the trade body the British Retail Consortium, overall prices fell by 1.6% in the year to July. Food was 0.8% cheaper than a year ago and non-food items were 2.2% lower.
    Adapted from http://www.bbc.com/news/business-36953247.
    A referência do pronome “its” em “Its latest quarterly survey of SMEs says business optimism has fallen at its fastest rate since January 2009” (5º parágrafo) é:
    Escolha uma alternativa para a questão 5778769e-b5
  • 577451AA-B5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Brexit 'means economy faces 50/50 recession chance' 
    3 August 2016
    The National Institute of Economic and Social Research (NIESR) says the UK will go through a "marked economic slowdown" this year and next. It says inflation will also pick up, rising to 3% by the end of next year. "This is the short-term economic consequence of the vote to leave the EU", said Simon Kirby of the NIESR.
    Overall the institute forecasts that the UK economy will probably grow by 1.7% this year but will expand by just 1% in 2017. This would see the UK avoid a technical recession, typically defined as two consecutive quarters of economic contraction.
    Mr. Kirby argued that the June referendum vote had led to such financial and political uncertainty that this would bear directly on the spending and investment decisions of both businesses and households. "We expect the UK to experience a marked economic slowdown in the second half of this year and throughout 2017," he said. "There is an even chance of a 'technical' recession in the next 18 months, while there is an elevated risk of further deterioration in the near term."
    The pick-up in inflation to 3% will mainly be due to the recent fall in the value of the pound, but that should be ignored by the Bank of England, the Institute said. "The Monetary Policy Committee should 'look through' this temporary rise in inflation and ease monetary policy substantially in the coming months", Mr. Kirby said. The institute forecasts that the Bank will reduce interest rates to just 0.1% eventually, after cutting them to 0.25% later this week.
    Falling optimism
    In a separate report, the CBI business lobby group says that the UK's small and medium-sized manufacturers (SMEs) fear they will be hit by a fall in orders in the next three months. Its latest quarterly survey of SMEs says business optimism has fallen at its fastest rate since January 2009, when the UK economy was falling into recession. Now, the culprit is the uncertainty following June's Brexit vote. Despite this, the 472 firms surveyed said that current orders were stable.
    Rain Newton-Smith, the CBI's director for economics, said: "The UK's SME manufacturers reported higher production, more staff hired and now expect to sell more of their world-class goods overseas over the next quarter, with a weaker sterling having a hand in this. "But overall they do feel less optimistic and are scaling back some investment plans in machinery and plants".
    The CBI's survey is just the latest to suggest that the effect of the June referendum vote may be, in the short term at least, to depress business activity. On Monday the Markit/CIPS manufacturing purchasing managers' index suggested that activity among UK manufacturers in July had shrunk at its fastest pace for three years.
    Meanwhile shoppers continue to benefit from falling prices in the UK's shops, stores and supermarkets. According to the latest survey from the trade body the British Retail Consortium, overall prices fell by 1.6% in the year to July. Food was 0.8% cheaper than a year ago and non-food items were 2.2% lower.
    Adapted from http://www.bbc.com/news/business-36953247.
    Verifique se as alternativas abaixo são verdadeiras ou falsas de acordo com o texto:
    ( ) A chance de o Reino Unido sofrer recessão após sua saída da União Europeia é maior que 50%.
    ( ) Estima-se que até o final de 2017 a inflação diminuirá em 3%.
    ( ) O Instituto Nacional de Pesquisa Social e Econômica prevê que o Reino Unido conseguirá evitar uma “recessão técnica”.
    ( ) Mr. Kirby prevê um pequeno crescimento econômico na segunda metade de 2016.
    ( ) Alimentos no Reino Unido estão 0.8% mais caros do que a um ano atrás.
    ( ) O Índice de Gestores de Compras divulgado na segunda-feira sugere que as atividades dos fabricantes britânicos sofreram a retração de ritmo mais acelerada dos últimos 3 anos.

    Assinale a sequência correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 577451aa-b5
  • 57705A27-B5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IF Sul - MG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Brazilian police arrest 12 suspected of planning terrorist acts during Olympics
    Brazilian police have arrested 12 people suspected of planning terrorist acts during next month's Rio Olympics, authorities said.
    The group was inspired by ISIS and mostly organized online, Justice Minister Alexandre de Moraes said. He said no specific targets were mentioned, but the Justice Ministry is still investigating the suspects' computers and cell phones to learn more about the possible plans.
    De Moraes said the suspects are all Brazilian nationals, and that one minor was mentioned in the conversations.
    De Moraes said the group was not an organized cell, calling it "absolutely amateur - with no preparation." The group essentially said, "Let's start training in martial arts, let's start learning how to shoot," the justice minister said.
    He noted the group tried to buy a gun online, which no organized cell would do.
    Raffaello Pantucci, director of international security studies at the Royal United Services Institute, said there doesn't appear to be evidence of a sophisticated plot.
    But Brazil has grappled with a host of threats against the Rio Olympics, now just 11 days away.
    This week, Brazil's intelligence agency said it was reviewing all threats after a jihadi messaging channel called for its followers to target the Olympics, which start August 5.
    "Many (threats) are discarded and the ones that deserve attention are investigated exhaustively", the agency said.
    Earlier this week, a jihadi channel on the messaging app Telegram called for attacks against the games and detailed targets and methods, according to the SITE Intelligence Group.
    But Brazil has vowed it will be ready to handle any terror attempt.
    A Western diplomat said venues for the games have been "hardened significantly - and I believe the government of Brazil has done what it can to make it very difficult to get into the venues here."
    Brazilian forces have been working with French SWAT teams to simulate attack scenarios. In one drill, Brazil special forces and a police dog chase down an armed gunman to thwart a possible attack on Rio's subway system.
    "There is not a specific threat," Lt. Gen. Luiz Linhares of Brazil's Ministry of Defense said. "You have to screen for a great (spectrum) of threat."

    http://edition.cnn.com/2016/07/21/americas/brazil-olympics-terror-arrests/ 
    Verifique se as sentenças abaixo são verdadeiras ou falsas de acordo com o texto:
    ( ) Houve ataques terroristas inspirados pelo Estado Islâmico (ISIS) durante as Olimpíadas no Rio.
    ( ) Segundo o Ministro da Justiça do Brasil, os suspeitos de planejar os ataques compraram uma arma pela internet.
    ( ) As autoridades brasileiras se sentem despreparadas para enfrentar ataques terroristas durante as olimpíadas no Rio.
    ( ) Houve várias ameaças de ataques terroristas durante as Olimpíadas do Rio.

    Assinale a sequência correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 57705a27-b5
  • 576D210C-B5

    Inglês

    Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice
    IF Sul - MG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Brazilian police arrest 12 suspected of planning terrorist acts during Olympics
    Brazilian police have arrested 12 people suspected of planning terrorist acts during next month's Rio Olympics, authorities said.
    The group was inspired by ISIS and mostly organized online, Justice Minister Alexandre de Moraes said. He said no specific targets were mentioned, but the Justice Ministry is still investigating the suspects' computers and cell phones to learn more about the possible plans.
    De Moraes said the suspects are all Brazilian nationals, and that one minor was mentioned in the conversations.
    De Moraes said the group was not an organized cell, calling it "absolutely amateur - with no preparation." The group essentially said, "Let's start training in martial arts, let's start learning how to shoot," the justice minister said.
    He noted the group tried to buy a gun online, which no organized cell would do.
    Raffaello Pantucci, director of international security studies at the Royal United Services Institute, said there doesn't appear to be evidence of a sophisticated plot.
    But Brazil has grappled with a host of threats against the Rio Olympics, now just 11 days away.
    This week, Brazil's intelligence agency said it was reviewing all threats after a jihadi messaging channel called for its followers to target the Olympics, which start August 5.
    "Many (threats) are discarded and the ones that deserve attention are investigated exhaustively", the agency said.
    Earlier this week, a jihadi channel on the messaging app Telegram called for attacks against the games and detailed targets and methods, according to the SITE Intelligence Group.
    But Brazil has vowed it will be ready to handle any terror attempt.
    A Western diplomat said venues for the games have been "hardened significantly - and I believe the government of Brazil has done what it can to make it very difficult to get into the venues here."
    Brazilian forces have been working with French SWAT teams to simulate attack scenarios. In one drill, Brazil special forces and a police dog chase down an armed gunman to thwart a possible attack on Rio's subway system.
    "There is not a specific threat," Lt. Gen. Luiz Linhares of Brazil's Ministry of Defense said. "You have to screen for a great (spectrum) of threat."

    http://edition.cnn.com/2016/07/21/americas/brazil-olympics-terror-arrests/ 
    As partes grifadas do texto, repetidas abaixo, são exemplos da voz passiva, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 576d210c-b5
  • 57667577-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IF Sul - MG · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    A narrativa de Dois irmãos, de Milton Hatoum, gira em torno da história de rivalidade entre os gêmeos Yakub e Omar. Como desdobramento disso, outras subtemáticas encontram-se presentes no enredo e abordam aspectos da vida familiar.

    Julgue como VERDADEIRA (V) ou FALSA (F) a existência das seguintes subtemáticas familiares no romance em questão:

    ( ) a sugestão de relações incestuosas entre Omar e Rânia.
    ( ) a indicação do amor materno, marcado pela superproteção de Zana em relação ao caçula.
    ( ) o desejo de Yakub de conquistar a simpatia do irmão e o amor de Zana, como forma de pertencimento familiar.
    ( ) a busca da identidade pessoal por meio do conhecimento e compreensão dos fatos familiares do passado, realizada por Nael.
    ( ) a sugestão de que os conflitos familiares vividos por Omar promovem seu autoconhecimento e amadurecimento pessoal.

    Assinale a alternativa correspondente:
    Escolha uma alternativa para a questão 57667577-b5